sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Domingo Onze e Meia abre semana em homenagem a Vinicius de Moraes



As festividades que marcam os 20 anos do Conservatório de MPB de Curitiba têm uma edição especial do programa Domingo Onze e Meia, com o espetáculo Alunos de Canto Popular do Conservatório de MPB interpretam Vinicius, às 11h30 deste domingo (13). O show, com entrada franca, abre a semana comemorativa do centenário de nascimento do poeta Vinicius de Moraes (19 de outubro de 1913 — 9 de julho de 1980), com atrações sempre gratuitas que tomam conta do Conservatório, celebrando com o público algumas das melhores criações da música brasileira.   
O show inicia com intervenções da historiadora e professora Ana Paula Peters, que abordará a vida e a obra do “poetinha”, como era chamado o diplomata, dramaturgo, jornalista, poeta, compositor e um dos nomes mais importantes da nossa música. A equipe de produção conta ainda com Luis Otávio Almeida, responsável pela direção musical, arranjos, guitarra e violão; Mari Lopes Franklin, que responde pela direção artística e se apresenta ao piano; Sandro Guaraná, no baixo; e Graciliano Zambonin, na bateria.  
Participam do encontro musical 14 alunos do curso de Canto Popular, que recebem orientação dos professores Suzie Franco, Joubert Guimarães e Ana Cascardo. Muitos desses alunos são profissionais que já atuam no cenário artístico local e frequentam o Conservatório de MPB para aprimoramento de técnicas e maior contato com o repertório popular da música brasileira, evidenciando a importância da instituição na formação de talentos.
Sobem ao palco Jaqueline Mulik, Mel Fernandes, Lud Siqueira, Alan Candido, Fran Rosas, Marcos Helke, Celeste Correa, Tacy de Campos, Denise Bernardineli, Paulinha Peltier, Evelyn Lis Gusso, Renata Fadel, Luciane Guimarães e Lisandro Zappone, para interpretar obras que mostram a criatividade de Vinicius com alguns de seus principais parceiros de composição.  
No repertório constam Garota de Ipanema, Eu sei que vou te amar, Chega de Saudade, Lamento no Morro, Água de Beber e A Felicidade (parcerias com Tom Jobim), Primavera, Coisa mais Linda e Sabe Você (com Carlos Lyra), Berimbau/Consolação e Deixa (com Edu Lobo), Morena Flor, O Velho e a Flor, Como Dizia o Poeta, O Bem Amado e Regra Três (com Toquinho), Arrastão (com Edu Lobo); Valsinha (com Chico Buarque), além da bela canção Pela luz dos Olhos teus, uma das mais conhecidas obras de Vinicius, e o bolero Onde Anda Você, parceria de Vinicius com Hemano Silva.

Na semana – As atividades envolvem todos os setores do Conservatório de MPB, com a Fonoteca disponibilizando a discografia do homenageado, paralelamente à iniciativa da Biblioteca em abrir aos interessados partituras, músicas cifradas e material biográfico do poeta. Ao longo da semana, som ambiente com as canções do compositor tomará conta do hall do Conservatório, além da interpretação da obra de Vinicius de Moraes por alunos de várias disciplinas de instrumentos e práticas de conjunto, em diversos horários. 
Na quinta-feira (17), às 17h, o Conservatório de MPB realiza no Auditório Nhô Belarmino a Roda de Choro Especial Vinicius, sob a direção musical dos professores e músicos Julião Boêmio e Lucas Melo, reunindo os alunos do curso de Prática de Conjunto de Choro.
No sábado (19), às 12h, o encerramento da comemoração invade a Rua Mateus Leme, em frente ao Conservatório de MPB, com apresentação dos alunos do curso de Prática de Conjunto de MPB, que executam arranjos do professor Luis Otávio Almeida, também responsável pela regência do grupo.

Serviço:
Festividades de 20 anos do Conservatório de MPB de Curitiba
De 13 a 19 de outubro de 2013 – Semana comemorativa do centenário de nascimento do poeta Vinicius de Moraes.
Agenda:
- 13 de outubro de 2013 (domingo), às 11h30, programa Domingo Onze e Meia, com o espetáculo Alunos de Canto Popular do Conservatório de MPB interpretam Vinicius.
- 17 de outubro de 2013 (quinta-feira), às 17h, Roda de Choro Especial Vinicius, sob a direção musical dos professores e músicos Julião Boêmio e Lucas Melo, reunindo os alunos do curso de Prática de Conjunto de Choro.
- 19 de outubro de 2013 (sábado), às 12h, encerramento da comemoração com apresentação dos alunos do curso de Prática de Conjunto de MPB, sob o comando do professor Luis Otávio Almeida, em frente ao Conservatório de MPB (Rua Mateus Leme, 66 – Setor Histórico).

Polysom relança “Feito em Casa” de Antonio Adolfo


Um dos grandes nomes da música instrumental nacional, o pianista, arranjador e produtor Antonio Adolfo lançou, em 1977, o álbum “Feito em Casa”. O disco, que saiu pelo seu próprio selo, Artezanal, foi o pioneiro da produção independente no Brasil. E é esse marco da MPB que a coleção “Clássicos em Vinil”, da Polysom, traz de volta esse ano em LP de 180 gramas.

A produção, os arranjos e as 11 faixas do álbum são assinadas por Antonio, que contou com Toninho Barbosa (Estúdio Sonoviso), para a gravação e mixagem. Para dar ainda mais vida às suas canções, ele chamou uma grande banda para acompanhá-lo: Jamil Joanes e Luizão Maia (baixo), Luiz Cláudio Ramos (violão e guitarra), Rubinho (bateria), Ariovaldo Contesini, Peninha e Chico Batera (percussão), Danilo Caymmi e Franklin (flauta), Marcio Montarroyos (trompete), Oberdan Magalhaes (sax) e Suzana, Luna, Claudia Telles e Marcio Lott (coro). “Feito em Casa” também traz as participações especialíssimas de Joyce em “Acalanto” e Malu em “Vê”. O próprio Antonio Adolfo canta em uma das faixas do disco, “Aonde Você Vai?”.

O músico, que trabalhou com artistas como Elis Regina, Sergio Mendes, Carlos Lyra, Stevie Wonder e Dionne Warwick, entre outros, traz nesse álbum “Dia de Paz”, escrita em parceria com outro gigante da MPB, Jorge Mautner. 

“Feito em Casa” chega às lojas ainda esse mês.

Mais informações: http://polysom.com.br/
 

Crônica da Urda - JAGUARUNA

JAGUARUNA



Jaguaruna é uma pequenina cidade lá no Sul de Santa Catarina, perto de Tubarão. A gente passa pela BR 101 e quase nem se dá conta que ela existe. Que diriam vocês se eu lhes dissesse que passei férias em Jaguaruna? Pois é, passei – acabo de chegar de lá. E chego encantada com aquele pequeno lugar cheio de coisas lindas e possibilidades – vou tentar contar um pouquinho aqui.
                                   Eu sou uma admiradora, diria que uma amante da Arqueologia – e lá em Jaguaruna têm 53 Sambaquis catalogados desde a década de 1970, o que para mim, já bastaria para ter amado aquela cidade, mas sobre esta coisa de passado há que se deixar para outra crônica. Em todo o caso fui para lá por causa de uma expedição arqueológica que lá estava a estudar rituais num determinado Sambaqui que, assim por baixo, deve ter umas 43.000 pessoas enterradas. A imprensa contou sobre a expedição faz pouco tempo, você deve se lembrar. Capitaneava a expedição cheia de cientistas a grande arqueóloga Madu Gaspar, autora que sugiro que leiam.
                                    Então, estou em Jaguaruna por causa do passado, mas que doçura de cidade no presente! Há um centro, claro, cortado pela estrada de ferro, e não sei quantas vezes por dia soam alarmes, sirenes e se acendem luzes vermelhas – e tudo pára, porque é a hora de trens carregados de minério de carvão passarem. Para quem, como eu, que não tem trem por perto, ver aquele trenzão  parar todo o centro da cidade é um espetáculo digno de ser observado.
                                   E há um grande entorno ao centro, uma zona que eu diria “rural”, onde casinhas que parecem de boneca, caprichosamente pintadas como se fossem de glacê, vivem no meio de jardins e grandes pastos, onde mansas vacas vivem harmoniosamente, pastando grama e balançando o rabo, e, com certeza, produzindo muito leite e muito queijo por todo o município. E há muita agricultura, também, plantações de aipim, de cana, de árvores... Sei que tudo é bonito, tudo é verde, tudo é cuidado, inclusive o famoso estádio Pachecão, coisa que só em Jaguaruna têm!
                                   Claro que nada disso teria graça se não fossem as pessoas. Das que conheci, só trouxe emoções boas: seu Ari e sua equipe, lá de Garopaba do Sul;  a Mariete e o Jacaré, no Restaurante Marisquinho; a turma do Restaurante do seu Laguna, que inclusive foi visitar o sítio onde trabalhávamos; o seu Egídio do Museu; o pessoal da lindíssima pousada/camping à beira de um lago maravilhoso...
                                   Então, até aí, já temos um lugar encantador. Há que lembrar, ainda, que as beiradas de Jaguaruna são bordadas de dunas e praias belíssimas, como se o fossem de renda.
                                   Além dos arqueológicos, o meu grande momento em Jaguaruna, porém, foi numa imensa praia chamada Jaguá. Era dia de muito vento, quase anoitecia. Eu fui dar uma caminhada naquela praia quase tão larga quando o Saara, cheia de dunas como se tivesse um muro. Fui eu andando pela larga faixa de areia úmida, caminhando em direção do Sul. Então começo a flutuar – sim, flutuar, ou seria levitar? Que nome se dá para coisa assim? Pois abaixo de mim passou a correr uma nuvem branca de areia seca, e já não se via mais a areia úmida onde eu pisava, e era como se estivesse a caminhar sobre nuvens, era como se o mundo todo estivesse se movendo sob mim e em direção ao Sul – e era uma coisa feérica, encantada. Parecia que Santa Catarina inteira se movia em direção do Rio Grande do Sul, comigo a flutuar naquela coisa do outro mundo. Pensei, então, no tanto de gente que o Rio Grande nos manda sempre – decerto o faz em troca daquelas nuvens encantadas que levam para lá uma parte de Santa Catarina, nos dias de vento. Seria um tipo de escambo entre os Estados. Coisa encantada, para além da nossa capacidade de entendimento. Coisa que a gente só vê em Jaguaruna.



                                   Blumenau, 31 de Julho de 2003.


                                               Urda Alice Klueger

TIAGO GEITENS É UM DOS FAVORITOS NO 15º JET WAVES WORLD CHAMPIONSHIP





No ano passado, o gaúcho de Canoas terminou em terceiro lugar na etapa brasileira e quarto no circuito mundial. Em 2011 havia sido campeão da etapa brasileira.


Campeão da etapa brasileira em 2011 e terceiro no ano passado, o gaúcho Tiago Geitens é uma das esperanças do Brasil no 15º Jet Waves World Championship (campeonato de manobras com jet ski nas ondas). O piloto de Canoas vem treinando forte para tentar ganhar a etapa brasileira, que será realizada de 25 a 27 deste mês, na praia do Iró, em Laguna (SC). O evento contará também com as presenças de competidores da África do Sul, Estados Unidos, França, Itália, Argentina, Ucrânia, entre outros países.

Geitens explicou que não disputou as etapas da França, no início de junho e dos Estados Unidos em meados de setembro, em razão de estar se recuperando de queimaduras. “Sofri um acidente em fevereiro, com queimaduras de segundo grau em várias partes do corpo, inclusive no rosto. Desta forma não podia me expor ao sol por seis meses. Já no final de 2012 também tinha pensado em encerrar a carreira como piloto profissional, depois aconteceu o acidente e foi um motivo a mais. Entretanto, passado os seis meses de tratamento, voltou a vontade de competir e iniciei os treinamentos. Participarei desta etapa e todo o circuito mundial em 2014, e disputarei uma competição na Austrália”.

Em 2011, Geitens teve grande performance e venceu a etapa brasileira da 13ª edição do Jet Waves World Championship, derrotando na final o atual hexacampeão mundial, o francês Pierre Maixent. No ano passado ficou em terceiro na etapa realizada em Santa Catarina e quarto lugar na classificação geral do circuito mundial. Para conseguir um bom desempenho esse ano, o gaúcho informou que iniciou os preparativos em setembro, com treinos em todos os finais de semana. Seguirá para Laguna por volta do dia 18 e ficará treinando na praia do Iró para se adaptar as condições de mar.


O piloto de Canoas informou que fechou uma parceira com a JB Industry que forneceu o casco do equipamento nesta final do 15º Jet Waves World Championship e também para a temporada 2014. É o modelo Giro X de produção brasileira. Já estou treinando com ele e me adaptando muito bem. Em relação ao motor, utilizarei o DASA 850cc que garante boa propulsão. Acredito que teremos ótimos resultados.

Segundo Geitens o importante na final do 15º Jet Waves World Championship será muita determinação, atenção, procurando traçar estratégias a cada adversário que enfrentará, para não ser surpreendido.

A programação do 15º Jet Waves World Championship tem início no dia 25, às 8 e prossegue até às 17 horas. No dia 26, a movimentação começa às 9h30 e prosseguirá até às 16h30. No dia 27, a programação será aberta às 10 horas e vai até às 16 horas.

O 15º Jet Waves World Championship tem a organização da FER (Federação de Esportes Radicais), com patrocínio da Jet Shark e apoio da Prefeitura Municipal de Laguna, Revista Nautica e Nautica Sul, Triefe promoções, ProNáutica Jet Ski, FlyBoard Oficial Brasil, Acatmar, JetTraction,  Floripa Island,  AWA – Serviços Digitais e sancionado pela IFWA (International FreeRide WaterCraft Association).

Mais informações nos sites: www.jetwaves.com.br e www.laguna.sc.gov.br

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

No Dia das Crianças, a Papirus Editora promove dois lançamentos infantis


Sessão de autógrafos e bate-papo com os autores de As quatro estações e A culpa é da pipoca acontecem a partir das 16h na Livraria da Vila do Galleria Shopping
Dois lançamentos infantis da Papirus Editora acontecem nesse sábado, 12. Os livros são As quatro estações, de João Proteti, e A culpa é da pipoca, de Dayse Torres. A sessão de autógrafos e bate-papo com os autores acontece no Espaço Infantil da Livraria da Vila do Galleria Shopping, em Campinas. O evento está marcado para começar às 16 horas e a entrada é gratuita.
Sobre As quatro estações:
Fonte inesgotável de inspiração, as quatro estações do ano foram escolhidas por João Proteti como tema de seu novo livro infantil lançado pela Papirus Editora. As quatro estações reúne poesias que percorrem as mudanças no cotidiano das pessoas através das estações.
“O livro tem 39 poemas que versam sobre as quatro estações do ano. A mudança das estações, às vezes sutis, às vezes não, sempre encanta quem escreve poesia. Os poemas surgiram assim, por esse encantamento. Fui juntando-os e formei o livro”, explica Proteti.
As ilustrações ficaram por conta de Marília Cotomacci. “Gostaria de ressaltar as ilustrações da Marília. Acho que ela tem o dom de mostrar em imagens exatamente o que eu quis transmitir em palavras. Quando acontece isso, o livro fica um todo. E isso é muito raro de ser conseguido”, aponta o autor.
O livro é direcionado para crianças de 6 a 12 anos. “Pensei nessa faixa etária para compor o livro. Mas claro que ele é também para crianças de todas as idades”, finaliza.
Sobre o autor:
João Proteti nasceu em Andradina (SP), em agosto de 1952. Faz poesia com palavras e com imagens. É autor de vários livros de poesia infantil. "Tenho um abraço para te dar" é sua primeira obra de poesia infanto-juvenil. Participa regularmente de exposições de artes visuais. Atualmente, reside em Campinas (SP). O livro "Tenho um abraço para te dar" foi selecionado pela FNLIJ (Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil), para compor o Catálogo da Feira de Bolonha de 2010, referente à literatura infantil e juvenil brasileira.

Sobre A culpa é da pipoca:
No livro infantil A culpa é da pipoca, lançamento da Papirus Editora, um encontro inusitado entre um menino e um passarinho acontece por causa de uma pipoca. De maneira lúdica, a autora Dayse Torres desenvolve a história que promete prender a atenção dos seus pequenos leitores.  
Com belas ilustrações de Luisa Amoroso Guardado, o livro conta a história de um passarinho que bica uma pipoca e decide fazer um ninho bem no alto da cabeça de um menino. A obra narra as idas e vindas do passarinho, enquanto constrói o ninho, e ilustra princípios importantes para a formação infantil, como o companheirismo e a amizade.
Com uma leitura agradável somada ao colorido dos desenhos que ilustram a história, A culpa é da pipoca é uma excelente opção para presentear a criança que dá os primeiros passos na leitura ou até para mamães e papais que contam histórias para seus filhos.
“Um dia, passeava entre árvores e pensei: o que aconteceria se um passarinho pousasse na minha cabeça? Assim nascem muitas histórias. Vão da imaginação para o papel e ganham existência por meio das palavras”, lembra Dayse.

A GRÉCIA ANTIGA NO PALCO DA CAIXA CULTURAL CURITIBA


 
Flautista Conrad Steinmann vai conduzir a plateia à 2.600 anos atrás pelo projeto Solo Música
 
A CAIXA Cultural Curitiba apresenta, na próxima terça-feira (15), pelo projeto Solo Música, o flautista e arqueólogo suiço Conrad Steinmann, que se dedica à música da Grécia Antiga, até 600 A.C. Steinmann estuda, há 20 anos, a linguagem, a poesia e o ritmo gregos da antiguidade, e tem trabalhado inclusive na reconstrução de instrumentos da época.
 
O foco do trabalho de Steinmann, que também é especialista em música medieval e barroca, é o aulos, principal instrumento de sopro da Grécia Antiga. Presente em diversos momentos da cultura e religião, como sacrifícios, encenações, jogos e rituais, o aulos tem um som parecido com o do oboé.
 
O artista faz questão de enfatizar que a sua música é “imaginada”, aproximada do que seria de fato a música daquele período, e composta a partir das condições apresentadas pelos instrumentos. Um dia antes da apresentação, na segunda-feira (14), o músico faz, às 20h, na CAIXA Cultural Curitiba, uma palestra sobre a Música da Grécia Antiga, com entrada franca.
 
Conrad Steinmann:
Nascido na Suíça, Conrad estudou flauta doce na Schola Cantorum Basiliensis, sob a tutela de Hans-Martin Linde. Em 1972, venceu o 1º Concurso Internacional de Flauta Doce, em Bruges, na Bélgica. Foi professor da Academia de Música, em Zurique, de 1975 a 1982, quando retornou à Schola Cantorum Basiliensis, na condição de professor.
 
Como instrumentista, realizou concertos em todas as capitais européias, além do Japão e Austrália, a maioria como membro do “Ensemble 415”, do “London Baroque” e do grupo de flauta doce “Diferencias”. Com esses grupos, gravou diversos CD.
 
Serviço:
Série Solo Música – Conrad Steinmann
Local: CAIXA Cultural Curitiba – Rua Conselheiro Laurindo, 280 – Curitiba (PR)
Data: 15 de outubro de 2013 (terça-feira)
Hora: 20h
Ingressos: À venda a partir desta quarta-feira (9) – R$ 10 e R$ 5 (meia – conforme legislação e correntista CAIXA)
Bilheteria: (41) 2118-5111 (de terça a sexta-feira, das 12h às 20h, sábado, das 16h às 20h e domingo, das 16h às 19h)
Classificação etária: Não recomendado para menores de 10 anos
Lotação máxima: 125 lugares (2 para cadeirantes)

Conselho de Cultura terá suporte técnico da OAB para reformular Lei de Incentivo



A última reunião do Conselho Municipal de Cultura realizada na última quarta-feira (dia 2), na Casa Hoffmann, tratou sobre dois importantes assuntos, ao definir encaminhamentos para a Conferência Extraordinária, a ser realizada em agosto de 2014 e para a alteração da Lei de Incentivo à Cultura de Curitiba. O próximo encontro está marcado para o dia 22, às 19h, na sede do Centro Paranaense Feminino de Cultura.

A reunião contou, pela primeira vez, com a assessoria técnica da Ordem dos Advogados do Brasil, através de sua Comissão de Assuntos Culturais. Os advogados irão acompanhar as reuniões do Conselho e ajudar nos trabalhos relacionados à Lei de Incentivo à Cultura. Na reunião, os membros do Conselho já aceitaram, por unanimidade, a integração da OAB para a abordagem jurídica desse processo.

De acordo com Luiz Gustavo Vardânega Vidal, presidente da Comissão de Assuntos Culturais da OAB Paraná, esse processo não é simples. “Mas temos condições de fazer um acompanhamento e prestar orientação, dando os contornos legais às propostas que serão apresentadas”, afirmou.

“Mesmo atuando como ouvinte, acho esse convite extremamente salutar. A OAB, figurando como um terceiro entre o poder público e a classe artística, tem condições de apresentar uma visão desprendida de interesses, o que garante que os objetivos sejam alcançados. Temos o preparo jurídico para tratar dessa questão e podemos dar a nossa contribuição para que a nova lei seja boa para todos”, completou Vidal.

Próximo encontro – A ideia é que na próxima reunião já sejam referendados os nomes que irão compor a comissão que trabalhará no texto da nova Lei. O grupo será composto por 12 membros, sendo seis governamentais e a outra metade representando a sociedade civil.

De acordo com o conselheiro titular e assessor de Relações Institucionais da Fundação Cultural de Curitiba, Elton Barz, a intenção é de que o Conselho feche o novo texto antes do final do ano, para em seguida passar por consulta e audiência pública, e no fim seguir para votação na Câmara Municipal. “A ideia central é de que haja um canal aberto ao debate com a sociedade”, ressaltou.

Outra parte da reunião foi dedicada a encaminhamentos para a Conferência Extraordinária que deve acontecer em agosto do ano que vem. Os trabalhos já iniciam em novembro com a consolidação dos fóruns setoriais, que representam as linguagens, e os regionais, que vêm das 10 administrações. Três seminários ainda devem ser realizados até agosto. “A Conferência será importante porque vai colaborar para o Plano Municipal de Cultura, para a constituição do Sistema Municipal de Cultura e para atualizar os instrumentos de incentivo”, esclarece Barz.

Tem post novo no Blog do Le-Heitor.

 

Heitor leu um livro sobre o Mandela, outro indicado ao Jabuti, participou de um encontro com crianças e adolescentes para falar do PMLL e já anuncia o próximo post. Saiba mais lendo o seu blog: http://blogdoleheitor.sintaxe.com.br.

GRÁTIS ATÉ 13/10 EXPOSIÇÃO FIFI TONG NO MEMORIAL DA AMERICA LATINA JORNAL DA LONGEVIDADE

A Jornada da Longevidade  convida para  exposição
Entretempos: Memória, da fotógrafa Fifi Tong,
até 13 outubro
no Memorial da América Latina,
Salão de Atos Tiradentes,
Av. Auro Soares de Moura Andrade, 664 –
Barra Funda São Paulo.
Foto: Fifi Tong para a exposição  “O tempo está Passando”

Esta exposição faz uma retrospectiva do trabalho
da fotógrafa, com obras de suas exposições
“Origem” e “O tempo está passando”.

Estarão expostos  também
trabalhos dos artistas plásticos
Antonio Henrique Amaral,
Emanoel Araújo e
Luiz Áquila da Rocha Miranda.


Foto: Fifi Tong Foto: Fifi Tong para a exposição  “Origem”



A Jornada da Longevidade,
celebra o Dia Nacional do Idoso.

De 01 a 13 de outubro, a cidade de São Paulo
recebe uma programação cultural gratuita que inclui
shows, apresentações de teatro,
aulas de artesanato,  exibição de filmes
e uma exposição de arte,
no Memorial da América Latina,
com trabalhos dos artistas plásticos
Antonio Henrique Amaral, Emanoel Araujo,
Luiz Áquila da Rocha Miranda.
A curadoria é de Miguel de Almeida.

No mesmo local serão exibidas  fotografias de
Fifi Tong, convidada especial do evento.

Ela organizou para a Jornada da Longevidade
a Exposição Entretempos: Memória
com imagens marcantes de seus trabalhos
e algumas inéditas no Brasil.


Foto: Fifi Tong para a exposição  “O tempo está Passando”



Formada no Art Center College of Design, Los Angeles, CA,
Fifi Tong atua como fotógrafa há 28 anos, no mercado de publicidade, retratos, sempre desenvolvendo seus trabalhos autorais. Publicou o livro ORIGEM- Retratos de Família no Brasil, em 2009, com exposição no Memorial do Imigrante, SP.
Em 2010 a mesma exposição abriu o Festival de La Luz, em Buenos Aires, e desde então já exibiu em mais 6 espaços, inclusive no Museo de Arte Comtemporáneo, da Salta, Argentina. Em 2012, foi convidada a participar do Festival de La Luz novamente, com a exposição, El Tiempo está Pasando, no Centro Cultural Recoleta. Fez parte da exposição, O Mais Parecido Possível - O Retrato, na Pinacoteca do Estado de São Paulo,  com curadoria de Diógenes Moura.


A Jornada da Longevidade – Arte e Cultura tem patrocínio do Bradesco Seguros e conta com o apoio da Secretaria Municipal do Esporte e Lazer, Secretaria do Desenvolvimento Social de São Paulo, Memorial da América Latina, Governo de Estado de São Paulo e Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, Secretaria Municipal de Cultura do Rio de Janeiro, Centro Municipal de Referencia da Musica Carioca Artur da Távola, Centro Coreográfico da Cidade do Rio de Janeiro.





PROGRAMAÇÃO COMPLETA – São Paulo

MÚSICA

SHOW EDUARDO DUSSEK
01 de outubro, 13h
Clube Juventus - Rua: JUVENTUS, 690

Para iniciar a Jornada da Longevidade um grande baile de carnaval com um show especial de Eduardo Dussek, musico e compositor carioca tem como característica aliar à musica sátira e bom humor. Muita diversão está a sua espera.

CANTO LIVRO- VINICIUS DE MORAES 100 anos

Um show musical com enfoque na obra de Vinicius de Moraes onde a narrativa dos poemas será permeada por suas canções.
Voz e Violão: Jean Garfunkel – voz e violão;
Voz: Joana Garfunkel
Bandolim e flauta: Pratinha Saraiva

08 de outubro, às 14h
Parque da Água Branca - Rua Francisco Matarazzo, 455-TATERSAL- Água Branca

09 de outubro, às 14h
CRI Norte - Rua:
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ARTES VISUAIS E FOTOGRAFIA

Unir num mesmo espaço duas vertentes da produção artística : pintura e fotografia tem como objetivo permitir ao visitante ampliar seu conhecimento e a sensibilidade.
E participar da homenagem a pintora Tomie Ohtake, uma das principais representantes do abstracionismo informal que completa seu centário em 2013.

01 a 13 – Das 9h às 18h
Memorial da América Latina – Salão de Atos Tiradentes.
Av. Auro Soares de Moura Andrade, 664 - Barra Funda São Paulo.

ARTES VISUAIS

Curadoria: Miguel de Almeida

Artistas convidados:

Antonio Henrique Amaral:
Artista que vive e trabalha em São Paulo. Iniciou sua formação artística na Escola do Museu de Arte de São Paulo, MASP, com Roberto Sambonet.

Emanoel Araujo:
Emanoel Alves de Araújo de Santo Amaro da Purificação, Bahia, é escultor, desenhista, ilustrador, figurinista, gravador, cenógrafo, pintor, curador e museólogo.
Interessado na reestruturação do universo da arte africana, o artista enfatiza em suas gravuras, relevos e esculturas as formas geométricas aliadas a contrastes e cores fortes. Vive e trabalha em São Paulo.

Luiz Áquila da Rocha Miranda
Carioca, pintor, desenhista, gravador e professor, Luiz Aquila da Rocha começou a ter aulas de pintura com Aluísio Carvão e de xilogravura com Oswaldo Goeldi.

Artista Homenageada:

Tomie Ohtake:
Tomie Ohtake Nasceu em Quioto, 21 de novembro de 1913 é uma pintora japonesa naturalizada brasileira.
É uma das principais representantes do abstracionismo informal. Sua obra abrange pinturas, gravuras e esculturas. Foi premiada no Salão Nacional de Arte Moderna, em 1960; e em 1988, foi condecorada com a Ordem do Rio Branco pela escultura pública comemorativa dos 80 anos da imigração japonesa, em São Paulo.




Curadoria: Simonetta Persichetti

Fotógrafa convidada: Fifi Tong
Exposição: Entretempos: memória

Formada no Art Center College of Design, Los Angeles, CA, atua como fotógrafa há 28 anos, no mercado de publicidade e retratos, sempre desenvolvendo seus trabalhos autorais. Publicou o livro ORIGEM- Retratos de Família no Brasil, em 2009, com exposição no Memorial do Imigrante, em São Paulo. Em 2010 a mesma exposição abriu o Festival de La Luz, em Buenos Aires, e desde então já foi exibida em mais 6 espaços. Para a Jornada da Longevidade organizou a Exposição Entretempos: Memória com as imagens mais marcantes de seus trabalhos e algumas inéditas no Brasil.


ARTESANATO
O objetivo é oferecer aulas com técnicas de artesanato para que os alunos descubram novas habilidades e novos interesses. Ao final da oficina o aluno sai com sua peça pronta. Todos os materiais necessários são cedidos pela organização do projeto.
Coordenação: Lala Andreotti
Produção: Elza Almeida
Dia 02 – Cris Guimaraes
CEE Santo Amaro: Av. Padre Maria, 555 – Santo Amaro
Das 9h às 12h: Reciclagem - Pote organizador .
Das 14h as 17h : Reciclagem – Mobile
3 e 4 de outubro
Parque da água Branca: Rua Francisco Matarazzo, 455 – Água Branca
Dia 03: Ia Santos

Das 9h às 12h: Encadernação – Bloco de anotações com papel reciclado
Das 14h às 17h: Origami - Móbile
Dia 04: Rosana Pardo
Das 09h as 12h: Costura : Sacola de tecido decorada
Das 14h as 17h: Costura : Boneca de pano
03 e 08 de outubro
CRECI - Centro de Referência da Cidadania do Idoso  Rua: Formosa, 215 - Anhangabaú
Dia 3- Cris Guimaraes
Das 09h às 12h: Reciclagem – Chaveiro e cachepot

Das 14h às 17h: EVA – porta organizador

Dia 08: Vera  Petrocchi
Das 09h às12h- Pintura sobre tela
Das 14h às 17h -Pintura sobre tela

07 de outubro – Rosana Pardo
MOPI – Movimento Pro Idoso - Rua: Germaine Burchard, 344 – Perdizes
Das 9h as 12h:  Mosaico – aparador de prato
Das 14h as 17h: Bijoux - Colar de botões e sementes

08 de outubro– Lili Negrão
Esporte Clube Corinthians: Rua: São Jorge 777 – Tatuapé
Das  9h às12 – Pintura aplicada - Eco Bag
Das 14h às17h - Pintura em garrafa – garrafa decorada
09 e 10 de outubro
Céu Jaguaré: Av. Kenkiti Simomoto, 80 – Jaguaré.

Dia 09 – Lili Negrão

Das 9h às 12h: Customização – Eco Bag
Das 14h às 17h: Feltro – enfeite de porta para Natal

Dia 10 – Lili Negrão

Das 9h às 12h- Reciclagem – Porta retrato 
Das 14h às 17h: Pintura – caixa de madeira e sabote pintado

09 a 11 de outubro
 CEE Jardim São Paulo: Rua: Viri, 425, Jardim São Paulo
Dia 09: Rosana Pardo
Das 9h as 12h: Bijoux- colar de botão e semente
Das: 14h às 17h: Decoração : Espelho com moldura decorada
Dia 11: Ia Santos
Das 09h às 12h - Origami - Móbile
Das 14h às 17h: Encadernação - bloco de anotações com papel reciclado

31/10 ESTREIA PEDRO E O CAPITÃO NO CCBB DE MARIO BENEDETTI COM FERNANDO BELO E KIKO VIANELLO






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Pedro e o Capitão
de Mario Benedetti

estreia no dia 31 de outubro,
no Centro Cultural Banco do Brasil




Montagem inédita do consagrado escritor latino–americano faz uma reflexão crua e realista sobre a violência dos regimes opressivos. Com Kiko Vianello e Fernando Belo.


Pedro e o Capitão, escrita em 1979, oferece ao público brasileiro a oportunidade de apreciar uma obra inédita de Mario Benedetti,  consagrado escritor latino–americano.   A estreia está marcada para o  dia 31 de outubro, às 20h, no teatro do Centro Cultural Banco do Brasil. A direção é de Marcos Loureiro, com Kiko Vianello e Fernando Belo no elenco.

Pedro e o Capitão reproduz, em cada um de seus 4 atos, as  sessões de interrogatório de um preso político (Pedro) por um oficial da inteligência militar (O Capitão).  A violência é retratada de forma indireta – em nenhum momento a tortura física é mostrada, mas Pedro, de uma sessão para outra, aparece cada vez mais machucado.

Em que pese a situação extremada na qual os personagens se encontram, a peça não é construída como confronto entre um monstro e um santo, mas entre dois homens de carne e osso, que compartilham zonas de vulnerabilidade e de resistência.

Nas palavras do próprio Benedetti, Pedro e o Capitão é “uma indagação dramática sobre a psique de um torturador”, onde se cruzam a coragem e a covardia, a capacidade de sacrifício, a moral, o ânimo e a sensibilidade face ao sofrimento,  na complexa teia de razões que embasam o comportamento humano.

O diálogo entre Pedro e o Capitão postula, por meio de um vasto arco de emoções, o que resulta, em nossa condição de mortais, das escolhas de cada um –pessoais e intransferíveis.

“Resistir é Preciso”

A temporada de Pedro e o Capitão coincide com a exibição da exposição “Resistir é Preciso”, idealizada pelo Instituto Vladimir Herzog, que será aberta no dia 12 de outubro, e que traz à tona a resistência dos meios de comunicação durante a ditadura. 

Com este paralelo entre Artes Visuais e Teatro, o CCBB contribui para fomentar o debate sobre a memória da ditadura.
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Sobre o autor: Mario Benedetti (1920-2009) é considerado um dos principais autores uruguaios. Benedetti escreveu mais de 80 livros de poesia, romances, contos e ensaios, assim como roteiros para cinema.O romance “A Trégua” lhe deu projeção internacional e foi traduzida em mais de 19 países.

O escritor soube mostrar, em sua única peça que tem autorização para ser montada, que para chegarmos num futuro mais feliz  é preciso não termos medo de encarar o passado. Ao contrário, podemos extrair da dor do passado a força necessária para a construção do futuro. 

“Não pratico uma literatura – e menos ainda um teatro- derrotista e choramingas, destinado a inspirar pena e comiseração. Precisamos recuperar a objetividade, como um dos meios de recuperar a verdade, e temos que recuperar a verdade como uma das formas de merecer a vitória”.


PEDRO E O CAPITÃO
FICHA TÉCNICA
Texto                                                           Mario Benedetti
Direção                                            Marcos Loureiro
Tradução                                         Marcos Rivera
Elenco                                              Fernando Belo
Kiko Vianello
Figurino                                           Cassio Brasil
Cenário                                            Omar Salomão
Iluminação                                      Fran Barros
Trilha Sonora                                 Dr. Morris
Programação Visual                    Marcelo Cordeiro
Fotos                                                Alexandre Catan
Assessoria de Imprensa             Flavia Fusco
Assistente de Direção                 Regis Trovão
Produção Executiva                    Daniel Palmeira
Coordenação Financeira             Cleo Chaves
Direção de Produção                   Carlos Mamberti
Idealização                                      Fernanda Couto
Produtora Associada                   VGI
Realização                                       CD4 Produções e Ananda Produções

Serviço
Estreia: Dia 31 de outubro – quinta-feira – às 20h
CCBB
Rua Álvares Penteado, 112 – Centro – SP
Próximo às estações Sé e São Bento do Metrô
Informações (11) 3113-3651 / 3113-3652
Temporada: 31 de outubro a 13 de dezembro de 2013 de quarta a sexta-feira às 20h.
SAC 0800 729 0722 / ouvidoria BB 0800 7295678
Deficiente Auditivo ou de Fala 0800 729 0088
Classificação etária: 16 anos. Duração: 75 min. Gênero: Drama
Capacidade: 130 lugares. Bilheteria: quarta a segunda – 9h às 21h.
Valor Ingresso – R$ 10,00 – inteira – R$ 5,00 – meia.
Estacionamento conveniado
Rua da Consolação, 228 – Ed. Zarvos (R$ 15,00), com transporte gratuito até as proximidades do CCBB

MARCOS LOUREIRO – Diretor
Formado em artes cênicas pela Escola de Teatro Macunaíma, fez vários cursos de aprimoramento tanto na área teatral quanto na área cinematográfica. Desde 2000 vem atuando como diretor e em 2002 criou o GRUPO KURINGA que se dedica a pesquisa cênica sobre dramaturgia brasileira contemporânea. Dentre seus trabalhos como diretor, destacam-se: Hotel Lancaster (2002) de Mário Bortolotto; O Colecionador (2004) de John Fowles; A Louca de Chaillot (2006) de Jean Giraduax com Cleide Yáconis; Assassinos e Suínos da Praça Roosevelt (2007) de Jarbas Capusso Filho; Delicadeza (2007) de João Fábio Cabral; Chorinho (2007 à 2012) de Fauzi Arap, com Caio Blat e Claudia Mello e posteriormente com Denise Fraga. No Festival de Teatro de 1 Minuto dos Parlapatões (2008) assinou a direção de nove textos de diversos autores, dentre os quais: Fernando Bonassi, Otávio Frias Filho, Rodolfo Garcia Vasquez e Leilah Assumpção.
Na TV destaca-se o trabalho desenvolvido no seriado Aline-TV Globo.

FERNANDO BELO
Ator, diretor e coreógrafo paulistano. Diretor artístico da companhia norte-americana The Moving Art Collective, teve seus trabalhos apresentados nos EUA e em diversos países da Europa. Como ator, atuou internacionalmente com diretores como Travis Preston, Oleg Glushkov, Stefan Novinsky, John Gould Roubin e Zé Renato. Seu último trabalho na TV foi como o prefeito Lua Vianna no remake de Saramandaia da Rede Globo. É mestre em interpretação pela Califórnia Institute of the Arts (EUA).

KIKO VIANELLO
Ator formado em 1994 pela EAD (Escola de Arte Dramática da USP), trabalhou com Gianni Ratto, Antunes Filho, Miroel Silveira, Naum Alves de Souza, Luiz Damasceno , dentre outros diretores. Na televisão atuou em Malhação, além de ter feito participações no seriado Força Tarefa e na novela Insensato Coração. Recentemente integrou o elenco do seriado PSI há ser exibido em 2014 pela HBO. No cinema trabalhou no filme Os Boleiros, A Performance e Deus Jr. Dentre seus últimos trabalhos no teatro destacam-se: A Festa de Abgaiu e Os Penetras, de Mike Leigh com direção de Mauro Baptista Vedia; Pessoas Absurdas, de Alan Ayckbourn com direção de Otávio Martins; Brincando Com A Morte, texto de Joe Orton e direção de Alex Tenório.