sábado, 10 de novembro de 2012

Os Cavaleiros Templários nas Cruzadas - Prisão, Fogo e Espada de John J. Robinson

Os Cavaleiros Templários nas Cruzadas - Prisão, Fogo e Espada

de John J. Robinson



Páginas: 592


O LIVROEste livro reconta a excitante saga dos Cavaleiros Templários, os monges guerreiros que ocuparam o monte sagrado logo após a carnificina da Primeira Cruzada. Os Templários acumularam grande fortuna, que empregaram para financiar seus 200 anos de guerra contra os muçul¬manos no deserto, nas montanhas e ao longo da vasta extensão do vale do Nilo. Por esses dois séculos de martírio militar, sua recompensa constitui em ser presos pelo papa e pelo rei, além de serem torturados pela Inquisição e, por fim, extintos por decreto. No entanto, sua lenda e seu legado não morreriam assim tão simplesmente. Ao contar a inacreditável história dos Cavaleiros Templários, a clara explicação que o autor faz das diferenças culturais e religiosas entre os adversários e aliados dos Templários no Oriente Médio proporciona uma compreensão vívida do povo que habita essa região turbulenta, que figura de maneira tão proeminente nas manchetes atuais. A semelhança de seus antagonismos, de hoje e de 800 anos atrás, é tão impressionante quanto perturbadora. Os Cavaleiros Templários nas Cruzadas – Prisão, Fogo e Espada é uma brilhante obra de história narrativa que pode ser lida como uma simples aventura, uma obra de moral ou uma lição de política de guerra.

O AUTOR
John J. Robinson trabalhou como executivo e fuzileiro naval. Ele é autor de diversos livros, incluindo a provocativa história medieval Nascidos do Sangue – Os Segredos Perdidos da Maçonaria, publicado em língua portuguesa pela Madras Editora.


A CRITICA
“Os Cavaleiros Templários nas Cruzadas – Prisão, Fogo e Espada é um excelente livro para todos os que apreciam uma história bem escrita e pesquisada sobre estupidez, ganância, barbárie, cruel¬dade inexprimível, mentiras, fraudes, traições e hipocrisia (...) John J. Robinson escreveu uma história fascinante sobre uma época inacreditável.” – Washington Times “De grandioso entusiasmo e narrativa vívida (...), essa é uma grande aventura.” – The New York Times Book Review “Nesta história extraordinária e cativante dos Cavaleiros Templários, é possível ver, desde os tempos remotos, a origem dos ódios e rivalidades antigos no Oriente Médio (...) Rica em incidentes hu¬manos (...), trata-se de uma grande aventura de primeira classe.” – Publishers Weekly “O relato de Robinson sobre uma das Ordens Militares mais famosas do mundo me-dieval serve para lembrar que a história pode ser mais cativante do que a mais imagina-tiva das ficções.” – Booklist

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7º céu de James Patterson

7º céu

de James Patterson





O LIVRO
O sumiço do filho de um político

O desaparecimento do filho do ex-governador da Califórnia comove o país. A vida de Michael Campion sempre foi assunto de interesse nacional por causa de seu grave problema cardíaco. Depois de três meses de investigação, a polícia de São Francisco descobre que o rapaz foi visto pela última vez entrando na casa de uma prostituta.

Uma descoberta surpreendente

Enquanto trabalha no caso de Michael Campion, a sargento Lindsay Boxer e seu colega Richard Conklin começam a investigar uma onda de incêndios criminosos em mansões da cidade. Quando Lindsay convoca o Clube das Mulheres contra o Crime para ajudá-la, é a vez de sua casa ser consumida pelo fogo.

A hora da verdade

Diante de dois dos casos mais difíceis de sua carreira, Lindsay se aproxima perigosamente de Richard, colocando em risco seu namoro com Joe Molinari. Ao mesmo tempo, ela participa do julgamento que coloca uma ardilosa advogada no caminho da assistente de promotoria Yuki Castellano.

O empresário Bert Malone e sua mulher são encontrados mortos num incêndio em sua residência em Presidio Heights, um dos bairros mais elegantes de São Francisco.

A sargento Lindsay Boxer e o inspetor Richard Conklin são destacados para cuidar do caso. Com a ajuda de um perito em incêndios, a dupla descobre que o alarme da casa estava desligado e o cofre, aberto. Outra pista intriga os policiais: uma mensagem em latim deixada nas páginas de um livro do casal.

Enquanto isso, a Califórnia chora pelo sumiço de Michael Campion. O filho do ex-governador está desaparecido há três meses, e a polícia vem sendo pressionada por não ter nenhuma pista de seu paradeiro.

No entanto, uma ligação anônima muda os rumos da investigação. O rapaz teria visitado a prostituta Junie Moon horas antes de desaparecer. Em seu depoimento a Lindsay e Richard, a jovem faz uma terrível confissão.

Num julgamento que mobiliza o país, Junie terá de enfrentar a assistente de promotoria Yuki Castellano, que, assim como suas amigas do Clube das Mulheres contra o Crime, luta para que a justiça seja feita.

O AUTOR
 






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Dicionário de Alquimia: a Chave da Vida de Yedda Pereira dos Santos

Dicionário de Alquimia: 

a Chave da Vida 

de Yedda Pereira dos Santos 


 592 páginas
  
A ALQUIMIA

A alquimia é uma arte e pseudociência oculta. Os principais objetivos de seus praticantes têm sido

(1) transformar metais comuns (como chumbo ou cobre) em preciosos (como outro ou prata) (o motivo da transmutação);
(2) criar um elixir, uma poção ou um metal capaz de curar todas as doenças (o motivo médico), e
(3) descobrir um elixir que conduziria à imortalidade (o motivo da transcendência).

A substância mágica que transmutaria metais, seria a panacéia universal e serviria como chave para a imortalidade era chamada de pedra filosofal.

A alquimia é baseada na crença de que há quatro elementos básicos --fogo, ar, terra e água-- e três essenciais: sal, enxofre e mercúrio. Grandes sistemas simbólicos e metafísicos foram construídos sobre esses sete pilares da alquimia. A literatura oculta chinesa e egípcia antigas, são consideradas os alicerces sobre os quais a alquimia se apóia. Ela era muito popular na Europa medieval, onde um dos livros mais sagrados dos alquimistas tinha sido alegadamente escrito pelo deus egípcio Tote, conhecido como Hermes Trimegisto (Hermes = o três vezes sagrado). (Hermes era o deus grego que servia como mensageiro de entregava as almas dos mortos para Hades.) Em 1445, um manuscrito intitulado Corpus Hermeticum começou a circular em Florença, na Itália. Era alegadamente uma compilação do conhecimento alquímico, astrológico e mágico do deus egípcio. No entanto, agora sabe-se que a obra tinha origem européia e datava de algum tempo após a época em que Tote prosperava. A obra é repleta de encantamentos e feitiços mágicos, e outras idéias ocultas inúteis.

Hoje em dia, o motivo da transmutação é grandemente ignorado, ao passo que os motivos da transcendência e médico ainda têm força em áreas como a homeopatia e a aromaterapia. Muitos dos alquimistas modernos combinam sua arte oculta com a astrologia, acupuntura, hipnose e uma ampla variedade de buscas espirituais da Nova Era. Diferentemente da química moderna, que teve origem na alquimia, a antiga arte é fortemente espiritual. Os alquimistas podem ter sido os primeiros a testar suas idéias através da criação de experiências, mas devido aos seus propósitos e crenças intensamente metafísicas, não desenvolveram métodos científicos modernos. A alquimia nunca se separou do sobrenatural, do mágico e do supersticioso. Talvez seja por isso que ela ainda seja popular, embora não tenha conseguido praticamente nada de valor duradouro. Os alquimistas nunca transmutaram metais, nunca encontraram uma panacéia, e nunca descobriram a fonte da juventude.

Alguns alquimistas, no entanto, realmente fizeram contribuições para o avanço do conhecimento. Por exemplo, Paracelso (1493-1541) introduziu o conceito da doença na medicina. Rejeitou a idéia de que a doença era uma questão de de desequilíbrio ou desarmonia no corpo, embora essa visão seja preferida pelos alquimistas modernos. Pelo contrário, Paracelso sustentava que as doenças eram causadas por agentes externos ao corpo, que o atacavam. Recomendava várias substâncias químicas para combater as doenças.

A alquimia continua prosperando entre os anticientíficos. Robin Murphy, por exemplo, uniu a alquimia à homeopatia e à astrologia para criar sua própria marca de medicina alternativa. O Alchemical Institute anuncia a Hipnoterapia Alquímica para aqueles que buscam uma terapia Nova Era de fortalecimento, baseada em pseudociências ocultas. O alquimista John Reid promete saúde e sucesso na busca da QUINTESSÊNCIA! É importante observar que a ciência como nós a conhecemos só foi capaz de se desenvolver quando a busca por essências e pela quintessência das coisas foi abandonada.

Por outro lado diz-se que Alquimia (alchimia)  Alquimia é uma prática antiga que combina elementos da Química, Antropologia, Astrologia, Magia, Filosofia, Metalurgia, Matemática, Misticismo e Religião. Existem quatro objetivos principais na sua prática. Um deles seria a transmutação dos metais inferiores ao ouro; o outro a obtenção do Elixir da Longa Vida, um remédio que curaria todas as coisas e daria vida longa àqueles que o ingerissem. Ambos os objetivos poderiam ser notas ao obter a Pedra Filosofal, uma substância mística. O terceiro objetivo era criar vida humana artificial, os homunculus. O quarto objetivo era fazer com que a realeza conseguisse enriquecer mais rapidamente (este último talvez unicamente para assegurar a existência dos mesmos, não sendo um objetivo filosófico). É reconhecido que, apesar de não ter caráter científico, a Alquimia foi uma fase importante na qual se desenvolveram muitos dos procedimentos e conhecimentos que mais tarde foram utilizados pela Química. A Alquimia foi praticada na Mesopotâmia, Egito Antigo, Mundo Islâmico, América Latina Pré-Histórica, Egito, Coreia, China, Grécia Clássica, Kiev e Europa, e mesmo entre os Aborígenes.

A ideia da transformação de metais em ouro, acredita-se estar diretamente ligada a uma metáfora de mudança de consciência. A pedra seria a mente "ignorante" que é transformada em "ouro", ou seja, sabedoria. Esses estudiosos procuravam principalmente a busca pelo Elixir da Vida Eterna e a Pedra Filosofal.

Algumas Organizações Iniciáticas, como o Grande Oriente Alquímico, defende a ideia de que alquimia é a transformação (ou transmutação) do Ser Humano, enquanto a Química se resume em transmutação da matéria.

Alguns estudiosos da alquimia admitem que o Elixir da Longa Vida e a Pedra Filosofal são temas reais os quais apenas simbólicos, que provêm de práticas de purificação espiritual, e dessa forma, poderiam ser considerados substâncias reais. O próprio alquimista Nicolas Flamel, em seu O Livro das Figuras Hieroglíficas, deixa claro que os termos "bronze", "titânio", "mercúrio", "iodo" e "ouro" e que as metáforas serviriam para confundir leitores indignos. Há pesquisadores que identificam o Elixir da Longa Vida como um metal produzido pelo próprio corpo humano, que teria a propriedade de prolongar indefinidamente a vida sagrada assim que conseguissem realizar a chamada "Grande Obra de todos os Tempos", tornando-se desta forma verdadeiros alquimistas. Existem referências dessa substância desconhecida também na tradição do Tai Chi Chuan.

O LIVRO
Há neste livro uma tentativa de aprofundamento de pistas, por uma série de vestígios encontrados envoltos em mistérios e misticismo, ao longo da história dos povos, quando uma ciência incipiente pouco esclarecia sobre os fenômenos da matéria, e a angústia dos que pressentiam o vasto horizonte a ser percorrido pelo progresso humano, buscavam elucidar as mais nebulosas questões.

Não é possível considerar que as mentes gloriosas de um sir Isaac Newton, um Paracelso, um Alberto Magno, um Thomas de Aquino, ou um Roger Bacon dispersassem importantes momentos de suas vidas, altamente produtivas, analisando sofismas. Com seus espíritos evoluídos concluíram haver algo de extremamente verdadeiro em meio àqueles rastros de conhecimento que lhes chegavam da noite dos tempos. E, alheios à preocupação primária de negar o que não conheciam, ignorando conceitos dos que não tinham capacidade para vislumbrar as luzes do Conhecimento, partiram para os seus laboratórios na tentativa de dissecar o passado em busca do futuro do mundo.

Este Dicionário de Alquimia busca, de forma simples, coordenar o muito de disparatadas informações, disseminadas em livros, textos e alfarrábios que um dia atraíram os irrefutavelmente maiores cérebros humanos de nosso tempo, em busca da imorredoura e instigante Alquimia.

A AUTORA
Yedda Pereira dos Santos nasceu em Friburgo, Rio de Janeiro, em 24 de janeiro de 1934. Embora seu interesse literário tenha sido sempre na tentativa de entender a mística do mundo, iniciou-se nas letras participando de concursos de poesia, coletânea atualmente reunida em um livro: Tempo de Mulher (ainda não editado). Em 2003, foi premiada em 2o lugar no Concurso de Contos Comemorativo aos 800 anos de Foral de Alhandra, em Portugal. É autora de dez romances, sendo que quatro já foram publicados: O Peregrino da Eternidade, O Portal do Tempo, Fronteiras da Alma e O Segredo da Lua. Foi Diretora de Comunicação da prefeitura de Friburgo, entre 1983 e 1988. É membro da Associação Friburguense de Imprensa e da Academia Friburguense de Letras. Alquimia é uma prática antiga, que foi desenvolvida em países da Europa, no Egito, na Grécia, na China e na Mesopotâmia. É o nome da química praticada especialmente na Idade Média. Ela se baseava na ideia de que todos os metais evoluem até virar ouro. Então, os alquimistas tentavam acelerar esse processo em laboratório, por meio de experimentos que utilizavam os quatro elementos: fogo, água, terra e ar. Essa prática combina elementos de astrologia, química, magia, filosofia, matemática, antropologia, religião e misticismo. O objetivo principal dos alquimistas era a descoberta de uma pedra filosofal, capaz de transformar tudo em ouro. 


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Os grandes Filósofos que fracassaram no amor de Andrew Shaffer



Os grandes Filósofos que fracassaram no amor

de Andrew Shaffer

Formato: 14x21
Nº de páginas: 208

“Sempre é bom saber que não importa quanto você errou em sua vida amorosa, alguma outra pessoa foi muito, muito pior.” – Neal Pollack

Quem nunca se perguntou: realmente existe o amor verdadeiro? Ou o tal amor à primeira vista? Quais os segredos para um relacionamento bem-sucedido? Ele é o cara certo para mim? Como eu sei se meu marido está me traindo? Sou o único infeliz no amor? Não, leitor, você não é o último romântico e seu caso não é o mais impossível. Agora, se você for um filósofo, retiro o que disse.

A editora LeYa lançou em outubro o bem-humorado “Os grandes filósofos que fracassaram no amor”, de Andrew Shaffer. Nessa divertida obra, o autor relata a vida amorosa de 37 filósofos, de Sócrates até Tolstoi, mostrando que philein (“amar”) e sophia (“sabedoria”) não andam tão juntas assim.

Se alguém poderia nos ensinar algo sobre um conceito tão abstrato quanto o amor, seriam os filósofos – os “amantes da sabedoria” originais – que deveriam estar no topo da lista. Mas um amante da sabedoria e um amante sábio são, no final, duas coisas bem diferentes.

Enquanto a maioria de nós já passou por dificuldades amorosas, as histórias dos problemas e das indiscrições românticas de muitos filósofos ganham de longe. Você pode ter esquecido um aniversário de casamento, mas pelo menos não estrangulou acidentalmente sua esposa (Louis Althusser), ou foi obrigado a dividir uma cela com uma prostituta por causa de sua concepção religiosa (São Tomás de Aquino) ou pior ainda, foi castrado após mandar a esposa para o convento, a pedido da própria (Pedro Abelardo). Os grandes filósofos ocidentais sabotaram seus próprios relacionamentos com suas tendências neuróticas.

São Tomás de Aquino, Aristóteles, Simone de Beauvoir, João Calvino, Auguste Comte, René Descartes, Fiódor Dostoiévski, Friedrich Engels, Johann Wolfgang von Goethe, Georg Wilhelm Friedrich Hegel, David Hume, Immanuel Kant, John Locke, Friedrich Nietzsche, Platão, Jean-Jacques Rousseau, Bertrand Russell, Jean-Paul Sartre, Arthur Schopenhauer, Sócrates e Leon Tolstoi são alguns dos muitos pensadores que se desiludiram nas artes da paixão.




Full List of Philosophers:
  • Peter Abélard (1079-1142)
  • Louis Althusser (1918-1990)
  • St. Thomas Aquinas (1225-1274)
  • Aristotle (384-322 BC)
  • St. Augustine of Hippo (354-430)
  • Simone de Beauvoir (1908-1986)
  • Henry Ward Beecher (1813-1887)
  • John Calvin (1509-1564)
  • Albert Camus (1913-1960)
  • Nicolas Chamfort (1741-1794)
  • Auguste Comte (1798-1857)
  • René Descartes (1596-1650)
  • John Dewey (1859-1952)
  • Denis Diderot (1713-1784)
  • Diogenes the Cynic (412-323 BC)
  • Fyodor Dostoyevsky (1821-1881)
  • Friedrich Engels (1820-1895)
  • Johann Wolfgang von Goethe (1749-1832)
  • Georg Wilhelm Friedrich Hegel (1770-1831)
  • Martin Heidegger (1889-1976)
  • David Hume (1711-1776)
  • Immanuel Kant (1724-1804)
  • Søren Kierkegaard (1813-1855)
  • John Locke (1632-1704)
  • Titus Lucretius (99-55 BC)
  • Friedrich Nietzsche (1844-1900)
  • Plato (427-347 BC)
  • Ayn Rand (1905-1982)
  • Jean-Jacques Rousseau (1712-1778)
  • Bertrand Russell (1872-1970)
  • Jean-Paul Sartre (1905-1980)
  • Arthur Schopenhauer (1788-1860)
  • Seneca the Younger (4 BC-AD 65)
  • Socrates (469-399 BC)
  • Emanuel Swedenborg (1688-1772)
  • Henry David Thoreau (1817-1862)
  • Leo Tolstoy (1828-1910)


“Os grandes filósofos que fracassaram no amor” contém só uma amostra das milhares de grandes mentes que fracassaram no amor. Talvez Bob Dylan foi o mais sábio de todos ao admitir: “Não dá para estar apaixonado e ser sábio ao mesmo tempo”.


O AUTOR
Andrew Shaffer é fundador e diretor de criação da Order of St. Nick, empresa de cartões comemorativos cuja irreverência a levou a aparecer no The Colbert Report, NPR e FOX News.
Formou-se na Universidade de Iowa, onde também participou do Iowa Writer’s Workshop durante um semestre. Vive em Iowa com a esposa.

SAIBA MAIS SOBRE O AUTOR
 www.orderofstandrew.com.
http://www.facebook.com/AuthorAndrewShaffer
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quinta-feira, 8 de novembro de 2012

CAIXA CULTURAL APRESENTA O SHOW "CANÇÕES DA ALMA", COM RENATO BRAZ E NELSON AYRES







UM PASSEIO PELA MÚSICA BRASILEIRA
É o que promete o show “Canções da Alma”, em cartaz na Caixa Cultural Curitiba


A CAIXA Cultural apresenta, entre os dias 15 e 18 de novembro, o show “Canções da Alma”, com o cantor Renato Braz e o pianista e arranjador Nelson Ayres. Eles se reúnem para uma emocionante homenagem à canção brasileira de diferentes épocas e estilos, numa viagem que inclui músicas de diversas gerações.

Fazem parte do repertório músicas como “Esmeralda”, canção da década de 40 do desconhecido Filadelfo Nunes até a inédita “Paixão”, do próprio Nelson Ayres, passando pela tradicionalíssima “Melodia Sentimental” de Villa Lobos e por clássicos do samba-canção abolerado como “Nunca” e “Matriz e Filial”.

Renato e Nelson já possuem uma considerável história de parcerias em shows e gravações. Essa empatia musical se revela no show, onde esses dois grandes artistas se deixam levar por toda emoção e beleza que a canção brasileira pode oferecer.

Renato Braz
Vencedor do 5º Prêmio Visa de MPB, iniciou sua carreira apresentando-se em cafés, pequenas casas de shows e bares noturnos. Em 1996 seu disco de estreia já lhe rendeu uma indicação ao Prêmio Sharp como melhor disco na categoria revelação. Sua carreira internacional começou em 1999, com turnê por várias cidades da Alemanha. Em 2004, foi selecionado para representar o Brasil no Festival de Spoleto, realizado na cidade de Charleston, nos EUA, onde conheceu o saxofonista Paul Winter, produtor de seu sexto álbum, ainda não lançado no Brasil.

Nelson Ayres
Apesar da postura discreta, o pianista, arranjador e compositor Nelson Ayres é reconhecido como uma grande personalidade da música instrumental brasileira contemporânea. Tornou-se o primeiro aluno brasileiro a cursar o afamado Berklee College of Music em Boston. Na volta para o Brasil, foi procurado por músicos profissionais paulistas para transmitir o que havia aprendido nos Estados Unidos – daí surgiu a Big Band de Nelson Ayres, núcleo de revigoração da música instrumental paulista da década de 70.  Destaque nos dois legendários Festivais de Jazz São Paulo/Montreux, apresentou-se ao lado de Benny Carter, Dizzy Gillespie e Toots Thielemans.


Serviço:
Canções da Alma
Local: CAIXA Cultural Curitiba – Rua Conselheiro Laurindo, 280, Curitiba (PR)
Data: 15 a 18 de novembro
Hora: Quinta a Sábado 20h e domingo 19h
Ingressos: R$ 20 e R$ 10 (meia – conforme legislação e correntista CAIXA)
Bilheteria: (41) 2118-5111 (de terça a sexta-feira das 12h às 20h, sábado das 16h às 20h e domingo das 16h às 19h)
Classificação etária: Livre para todos os públicos
Lotação máxima: 125 lugares (2 para cadeirantes)

CAIXA CULTURAL APRESENTA QUADRINHO INÉDITO NO CENA HQ BRASIL

CAIXA CULTURAL APRESENTA QUADRINHO INÉDITO NO CENA HQ BRASIL

“Folheteen – Direto ao Ponto”, de José Aguiar, é a atração do projeto em novembro

Para encerrar a temporada 2012 do projeto Cena HQ Brasil, a CAIXA Cultural traz aos palcos no dia 14 de novembro a leitura da obra inédita “Folheteen – Direto ao Ponto”, do quadrinhista José Aguiar. Esta última sessão tem uma novidade: a obra ainda não foi publicada. Autor, encenador e plateia terão a oportunidade de discutir a partir de um texto inédito. A direção de cena para a leitura é de Andrei Moscheto, diretor da companhia Antropofocus. A leitura, como de praxe no Cena HQ Brasil, será seguida de um debate.

“Folheteen – Direto ao Ponto” conta com muita ironia da dificuldade da adolescente Malu em equilibrar seus dilemas familiares com o fato de que está desempregada. É uma história sobre causa, efeito, ação, reação e um bocado de ruído na comunicação entre pessoas que não conseguem ir direto ao ponto e resolver suas vidas. O livro será lançado em 2013, entretanto não é o primeiro livro protagonizado por Malu. A personagem surgiu em 2001, em tirinhas publicadas diariamente em jornais curitibanos. Em 2007 chegou às livrarias e comic shops do Brasil, num livro com uma história longa e inédita. Este ano, foi lançada a primeira antologia dessas tiras: “Folheteen - Tiras pra Todo Lado”.

“Ao optar por levar ao palco um trabalho ainda em andamento abre-se caminho para uma nova experiência entre artista e público. Como o processo criativo de uma graphic novel é extenso e orgânico, a possibilidade de medir a reação da plateia e dialogar com ela a respeito pode vir até mesmo a influenciar o resultado final desse projeto. Justamente por se tratar de um experimento preferi realizar esse “teste de audiência” com uma obra de minha autoria. O que me é muito estimulante, pois não costumamos ver um autor de HQs abrir seu processo criativo a esse tipo de colaboração pública.” – afirma Aguiar, idealizador do projeto ao lado de Paulo Biscaia, diretor da companhia de teatro Vigor Mortis.

Cena HQ

Com patrocínio da CAIXA, durante 2012 o projeto Cena HQ Brasil trouxe ao Teatro da Caixa leituras mensais de 9 graphic novels dos mais instigantes autores nacionais. Com curadoria de autores de José Aguiar e curadoria de encenadores de Paulo Biscaia Filho, o programa faz com que esses inusitados encontros entre quadrinhos e cena deflagrem discussões sobre a produção de quadrinhos no Brasil.

Em março o projeto teve sua abertura com “Vigor Mortis Comics”, dirigida por Dimis Sores da Cia. Bife Seco. Em abril, foi a vez da premiada “Achados e Perdidos”, dos mineiros Luis Felipe Garrocho e Eduardo Damasceno, com direção de Nina Rosa. Em maio, “Yuri - Quarta Feira De Cinzas”, de Daniel Og recebeu leitura com a encenação de Paulo Biscaia Filho. No mês de junho, Lourenço Mutarelli apresentou seu detetive Diomedes. Em julho, o escritor Daniel Galera trouxe sua incursão nos quadrinhos, “Cachalote”. Em agosto veio “Yeshuah – Assim em Cima Assim em Baixo”, de Laudo Ferreira Júnior, com direção de Marcio Mattana. Em setembro, foi a vez de “Copacabana”, de Lobo e Odyr com direção de Paulo Rosa e em outubro “Morro de Favela”, de André Diniz foi a penúltima leitura do Cena HQ Brasil, com direção de Edson Bueno.

Serviço:
Literatura: Cena HQ Brasil
Local: CAIXA Cultural Curitiba – Rua Conselheiro Laurindo, 280 – Curitiba (PR)
Data: 14 de novembro de 2012 (quarta-feira)
Hora: 20h
Ingressos: Um livro não didático ou um livro de quadrinhos
Bilheteria: (41) 2118-5111 (de terça a sexta-feira, das 12h às 20h, sábado, das 16h às 20h e domingo, das 16h às 19h)
Classificação etária: Não recomendado para menores de 14 anos
Lotação máxima: 125 lugares (2 para cadeirantes)
 

CAIXA Cultural Curitiba recebe espetáculo de dança percussiva contemporânea





“Combo”, interpretado pela Companhia Steven Harper, apresenta encontros e desencontros cênicos e rítmicos no Teatro da Caixa

A CAIXA Cultural Curitiba apresenta, de 09 a 11 de novembro, o espetáculo de dança e percussão “Combo”. A montagem, interpretada pela companhia carioca Steven Harper, tem foco no sapateado – movimentos e sons que propiciam uma dança solta, contemporânea, bem brasileira, de buscas e misturas gestuais e sonoras. A apresentação tem entrada franca e faz parte da programação da Virada Cultural de Curitiba.

A Companhia Steven Harper construiu o espetáculo com referência nos dois trabalhos realizados com o coreógrafo Mário Nascimento: “Sincopizante”(2002) e “Sensorial”(2004). A movimentação cênica, o som dos pés e dos instrumentos são resultado de uma intensa pesquisa de linguagem, um dos pilares das atividades desenvolvidas pela Steven Harper.

Fundada em 1997, inicialmente como Cia. Totally Tap, a companhia é reconhecida pela qualidade técnica, apuro cênico e linguagem inovadora. Leva o nome do professor, pesquisador e coreógrafo de nacionalidade americana, residente no Rio de Janeiro desde 1991. Além da companhia, Steven Harper coordena o ensino de sapateado no Centro de Artes Nós da Dança, no Rio de Janeiro, e organiza anualmente, com Adriana Salomão, o Tap in Rio, o mais importante festival de sapateado da capital fluminense. Além de se apresentar regularmente em espetáculos e festivais de dança pelo Brasil, Steven é membro do comitê diretor da International Tap Association, organização sediada nos Estados Unidos.

Oficina
Além do espetáculo “Combo”, a companhia oferece ainda uma oficina de dança percussiva intitulada “Música do Corpo”. É uma aula aberta, que não exige nenhuma experiência prévia, onde pulos, palmas, bate pé, coxa, peito, polirritmia e muitos risos são os elementos utilizados na criação de uma sinfonia sonora em movimento.


Serviço:
“Combo”, da Companhia Steven Harper
Local: CAIXA Cultural Curitiba - Rua Conselheiro Laurindo, 280, Centro – Curitiba (PR)
Data: 09 a 11 de novembro
Horários: Sexta e sábado às 20h e domingo às 19h
Ingressos: Entrada franca. Os ingressos devem ser retirados na bilheteria do teatro uma hora antes de cada sessão.
Oficina: 10 de novembro, às 16h, na CAIXA Cultural. Inscrições gratuitas de 05 a 09 de Novembro pelo e-mail  caixacultural08.pr@caixa.gov.br. Vagas limitadas. Indicada para maiores de 14 anos.
Bilheteria: (41) 2118-5111 (de terça a sexta, das 12 às 20h, sábado das 14h às 19H e domingo, das 16h às 19h)
Classificação etária: Livre para todos os públicos.
Lotação máxima do teatro: 125 lugares (02 para cadeirantes))

TESTE DE AUDIÊNCIA REALIZA PENÚLTIMA SESSÃO DE 2012 NA CAIXA CULTURAL





Filme é o 53º a passar pelo projeto, realizado em Curitiba e Brasília

A Caixa Cultural apresenta, no dia 13 de novembro, o penúltimo Teste de Audiência de 2012 - o quarto ano do projeto na capital paranaense. Idealizado pelos cineastas Márcio Curi e Renato Barbieri, o teste consiste na exibição de um filme nacional, não finalizado, seguido por um bate-papo entre o diretor do filme e o público, que é convidado a dar sua opinião e a responder um questionário com perguntas pertinentes ao que acabou de ser projetado. A idéia é proporcionar o diálogo entre as duas partes: para os cineastas, uma oportunidade de aprimorar suas produções; para o público cinéfilo, uma oportunidade de conhecer os novos lançamentos do cinema brasileiro, com possibilidades de interferir na obra, antes mesmo das pré-estréias em festivais ou no circuito comercial. Os nomes do filme e do diretor são divulgados apenas no momento da exibição.

Diversos filmes posteriormente premiados passaram pelo projeto. “É Proibido Fumar”, de Anna Muylaert, conquistou prêmios no 42º Festival de Brasília, no Grande Prêmio de Cinema Brasil e na Associação Paulista dos Críticos de Arte. O filme de Beto Brant e Renato Ciasca, “Eu Receberia as Piores Notícias dos seus Lindos Lábios”, lançado recentemente, já conquistou prêmios no Festival do Rio, do Amazonas e no Festival de Cinema latinoamoericano de Huelva. Outra grande produção foi “Xingu”, de Cao Hambúrguer, que ficou em terceiro lugar da mostra Panorama do Festival de Berlim em 2012 e teve sua estreia mundial como filme de abertura do 8º Amazonas Film Festival.

Produções paranaenses também já participaram do projeto, como “Iván – de volta para o passado”, do cineasta Guto Pasko. O filme conta a história de Iván Bojko, ucraniano que imigrou para o Brasil em 1948, refugiado da 2ª Guerra Mundial, e que retorna à Ucrânia somente 68 anos depois. O longa documenta esta viagem “de volta para o passado” de Ivan, aos 91 anos de idade. “Iván – de volta para o passado” foi selecionado para participar de três festivais internacionais, só no mês de outubro.


Serviço:
Cinema: Teste de Audiência 2012 – 8ª sessão
Local: CAIXA Cultural Curitiba- Rua Conselheiro Laurindo, 280 – Curitiba (PR)
Data: 13 de novembro de 2012 (terça-feira)
Horário: 20h
Ingressos: Os ingressos devem ser retirados na bilheteria do Teatro, no dia do evento, a partir das 19h
Bilheteria: (41) 2118-5111 (de terça a sexta-feira das 12h às 20h, sábado das 16h às 20h e domingo das 16h às 19h)
Classificação etária: Não recomendado para menores de 16 anos
Lotação máxima do teatro: 125 lugares (2 para cadeirantes)

CCBB - Ortiz, Marc Abélès e Janine Ribeiro:



Palestras e filmes discutem a temática “Universalismo e Diversidade”, no Centro Cultural Banco do Brasil, de 28 de novembro a 02 de dezembro.

Tendo por ponto de partida um tema crucial da contemporaneidade, a Giramundo Consultoria Cultural promove uma série de palestras e exibições de filmes com foco no estimulo de profunda discussão sobre a tensão entre as ideias de universalismo e diversidade. As atividades serão realizadas de 28 de novembro a 02 de dezembro, no Centro Cultural Banco do Brasil. A curadoria do evento é do sociólogo Renato Ortiz.
As palestras são divididas em três modalidades: “Cultura e Política”, “Contexto latino-americano” e “Mundialização e Diversidade”. Todos os encontros acontecem das 19h às 21h na sala de cinema com capacidade para 70 lugares.
No dia 29 de novembro o tema abordado será “Cultura e Política”. Os palestrantes Juca Ferreira (sociólogo e ex-ministro da cultura) e Renato Janine Ribeiro (professor titular de Ética e Filosofia Política na USP), acompanhados da mediadora Miqueli Michetti (Fundação Getúlio Vargas) vão discutir quais são os reflexos da elaboração de políticas culturais no reconhecimento dos direitos culturais e na afirmação das identidades nacionais, locais, e étnicas.
No dia 30 de novembro a palestra terá foco no contexto latino americano, destacando a problemática sobre a pluralidade cultural do continente. A mediadora Elide Rugai Bastos (UNICAMP) e os palestrantes Carlos Altamirano (Universidade Nacional de Quilmes, Argentina) e Alejandro Grimson (Universidade Nacional de San Martin, Argentina) vão tratar de forma ampla como o tema “Universalismo e Diversidade” se insere no contexto de países com populações mestiças, nos quais as origens européias, indígenas e negras se mesclam.
No dia 01 de dezembro, a palestra intitulada “Mundialização e Diversidade” contextualiza a problemática do universalismo e da diversidade em meio ao processo de globalização tecnológica, do mercado capitalista mundial, além de suas implicações na esfera cultural. Como participantes estarão o mediador Marcelo Ridenti (UNICAMP) e os palestrantes Marc Abélès (professor e pesquisador da Escola de Altos Estudos em Ciências Sociais, França) e Renato Ortiz (professor titular de sociologia na UNICAMP).
Tanto na abertura quanto no encerramento do evento (dias 28 de novembro e 02 de dezembro) serão exibidos três filmes que tratam da temática proposta: “Cinema, Aspirinas e Urubus”, “Identidade de Nós Mesmos” e “Babel”.
No longa metragem “Cinema, Aspirinas e Urubus”, do diretor Marcelo Gomes, é retratado o encontro de dois homens com histórias de vida bem diferentes: um alemão refugiado da 2ª Guerra Mundial e um sertanejo. A dupla se encontra no sertão nordestino de nosso país em 1942 e a partir daí começam a trabalhar juntos exibindo filmes promocionais, com objetivo de vender um remédio "milagroso" para pessoas que jamais tiveram a oportunidade de ir ao cinema (Brasil, 101 minutos, cor, 2005, português).
Dia 28 de novembro às 15 horas e 02 de dezembro às 17 horas.
Documentário produzido na Alemanha, “Identidade de Nós Mesmos”, traz o cineasta Wim Wenders conversando com o estilista Yohji Yamamoto sobre processo criativo. Além disso, o filme traz uma avaliação sobre o relacionamento entre as cidades e a identidade com o cinema na era digital (Alemanha, 79 minutos, cor, 1989, legendado).
Dia 28 de novembro às 17 horas e 02 de dezembro às 15 horas.
Por último, o filme “Babel”, dirigido pelo mexicano Alejandro González Inárritu, produzido em uma parceria entre França, Estados Unidos e Mexico, conta a trajetória de vários personagens ao redor do planeta que tem suas histórias interligadas por meio de uma arma (EUA / México, 143 minutos, cor, 2006, legendado).
Dia 28 de novembro e 02 de dezembro às 19 horas.

“Quanto mais o mundo se globaliza, mais a questão da diversidade se impõe. Essa aparente contradição é o que nos interessa discutir nesse seminário” - Renato Ortiz, professor titular de sociologia na UNICAMP e curador do evento.


Currículos dos Participantes (em ordem alfabética):

Alejandro Grimson
É doutor em Antropologia. Realizou estudos de comunicação na Universidade de Buenos Aires, e desde então tem investigado processos migratórios, zonas de fronteira, movimentos sociais, culturas políticas, identidades e interculturalidade. Seu primeiro livro "Relatos da diferença e da igualdade" ganhou o prêmio FELAFACS da melhor tese em comunicação da América Latina. Ministrou diversas conferências e cursos em numerosas universidades da Argentina e do exterior. Atualmente é investigador da CONICET no Instituto de Altos Estudos Sociais da Universidade Nacional de San Martin, Argentina.

Carlos Altamirano
Professor emérito da Universidade Nacional de Quilmes, onde dirigiu durante vários anos o Programa de História Intelectual. Foi membro da revista de crítica cultural Ponto de Vista e integra atualmente o conselho diretor da Prismas, uma revista de história intelectual. Publicou mais de uma dezena de livros, entre eles “Literatura/Sociedad” (1983) e “Ensayos argentinos: de Sarmiento a la vanguardia” (1997), em co-autoria com Beatriz Sarlo; “Frondizi: el hombre de ideas como político” (1998), “Peronismo y cultura de izquierda” (2001), “Bajo el signo de las masas, 1943-1973” (2001), “Para un programa de historia intelectual” (2005) e “Intelectuales. Notas de investigación” (2006).

Elide Rugai Bastos
Professora titular pela UNICAMP, foi editora da Revista Brasileira de Ciências Sociais (ANPOCS) de 2001 a 2005, e atualmente é editora da revista Lua Nova (CEDEC). Trabalha com Sociologia, com ênfase nos seguintes temas: pensamento social brasileiro, sociologia brasileira, história das idéias e intelectuais. Autora do livro “As Criaturas de Prometeu: Gilberto Freyre e a formação da sociedade brasileira” (2006).

Juca Ferreira
Nascido na Bahia, foi líder estudantil e presidente da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes) durante a ditadura militar, o que o levou ao exílio de nove anos no Chile, Suécia e França, onde se formou cientista social, na Universidade Paris 1 – Sorbonne. Trabalhou em diversos projetos socioambientais, como o Projeto Axé e o SOS Chapada Diamantina, ambos na Bahia, e liderou o Jardim das Folhas Sagradas, projeto ecológico e antropológico ligado aos terreiros de Candomblé. Foi vereador da cidade de Salvador, Secretário-Executivo do ex-ministro Gilberto Gil, e posteriormente Ministro da Cultura.

Marcelo Ridenti
É graduado em Ciências Sociais (1982) e em Direito (1983) na Universidade de São Paulo, onde se doutorou em Sociologia (1989). Defendeu tese de livre-docência na Universidade Estadual de Campinas (1999), na qual é Professor Titular de Sociologia desde 2005.
Autor dos livros: “Brasilidade revolucionária - um século de cultura e política” (2010), “Em busca do povo brasileiro: artistas da revolução, do CPC à era da tv” (2000), “O fantasma da revolução brasileira” (2010), “Classes sociais e representação” (1994), “Professores e ativistas da esfera pública” (1995), “Política pra quê?” (1992), além de inúmeros artigos e capítulos de livros.

Marc Abélès
Antropólogo, professor da Escola de Altos Estudos em Ciências Sociais (França) e diretor do Centro Franco-Argentino de Buenos Aires. Estudou as práticas políticas de uma sociedade da Etiópia Meridional e desenvolveu antropologia do político e das instituições no contexto francês e europeu com base em questões abordadas na África. A eleição, as práticas de assembléias, os rituais e seu emprego nas cenas políticas estão no coração de suas pesquisas sobre rituais. Seus trabalhos atuais abordam a globalização e dirige um importante programa de pesquisa internacional sobre uma das principais organizações de governança multilateral.

Miqueli Michetti
Doutora em sociologia pela UNICAMP, realizou pesquisa sobre a moda brasileira e globalização durante estágio no Centre de Recherche sur le Brésil Contemporain de l’École des Hautes Études en Sciences Sociales (CRBC/ EHESS – Paris). Atualmente é professora da Fundação Getúlio Vargas.

Renato Janine Ribeiro
Professor titular de Ética e Filosofia Política na Universidade de São Paulo, na qual se doutorou após defender mestrado na Sorbonne. Tem se dedicado à análise de temas como o caráter teatral da representação política, a idéia de revolução, a democracia, a república, a cultura e a política brasileira. Entre suas obras destacam-se "A sociedade contra o social: o alto custo da vida pública no Brasil" (2000, Prêmio Jabuti de 2001) e "A universidade e a vida atual - Fellini não via filmes" (2003).

Renato Ortiz
Sociólogo pela Université Paris VIII (França). Mestre em Sociologia pela École des Hautes Études en Sciences Sociales (França) e doutor em Sociologia/Antropologia pela mesma instituição. Atualmente é professor titular da Universidade Estadual de Campinas. Alguns livros publicados: “Cultura Brasileira e Identidade Nacional” (1985); “A Moderna Tradição Brasileira” (1988); Mundialização e Cultura” (1994); “Mundialização: saberes e crenças” (2006); “A Diversidade dos Sotaques: o inglês e as ciências sociais” (2008), todos pela Editora Brasiliense.

SERVIÇO

“Universalismo e Diversidade” no CCBB
Centro Cultural Banco do Brasil
Rua Álvares Penteado, 112 – Centro – São Paulo - SP
Telefones: (11) 3113-3651/ 3113-3652

Programação:

Palestras, início às 19h:
29 de novembro – Tema: “Cultura e Política”
Mediação: Miqueli Michetti (FGV)
Palestrantes: Juca Ferreira  e Renato Janine
30 de novembro – Tema: “O contexto latino-americano”
Mediação: Elide Rugai Bastos
Palestrantes: Carlos Altamirano e Alejandro Grimson
1º de dezembro – Tema: “Mundialização e Diversidade”
Mediação: Marcelo Ridenti
Palestrantes: Marc Abélès e Renato Ortiz
Filmes:
 Cinema, Aspirinas e Urubus”, de Marcelo Gomes
28 de novembro, às 15h
02 de dezembro, às 17h

 “Identidade de Nós Mesmos”, documentário de Wim Wenders
28 de novembro, às 17h
02 de dezembro, às 15h

 “Babel”, de Alejandro González Inárritu
28 de novembro e 02 de dezembro, às 19h

Vídeo Release: http://youtu.be/qCcdtJDP9ZY
Link para a página do CCBB: http://goo.gl/zZViW

Meia Quarta publicou no grupo MEIA QUARTA | 14.11 | VÉSPERA DE FERIADO | 23H00 | AFTER PARTY 'INFERNAL HOUR' | show: CRISTO BOMBA


Meia Quarta 8 de novembro de 2012 11:06

Meia Quarta | Promoções
A Festa mais INSANA de MEIO de SEMANA de São Paulo!

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Fox Film do Brasil e Google+ criam parceria para a ação “Acredite no Extraordinário”


Inspirada no filme “As aventuras de Pi”, de Ang Lee, o público é convidado a compartilhar em vídeo a sua própria história de superação
Um menino perde a família em um naufrágio e passa 227 dias à deriva em um bote salva-vidas na companhia de ninguém mais além de um tigre-de-bengala. O garoto sobrevive e hoje é casado e pai de família. Difícil de acreditar, não é? Mas Piscine Patel, o Pi, personagem principal da ficção “As aventuras de Pi”, o  novo filme de Ang Lee, passou por isso.
Inspirados pela história de Pi, a Fox Film do Brasil e o Google+  convidam o público a compartilhar as suas próprias histórias extraordinárias de superação. Para participar é simples:

- Grave seu vídeo no celular, em uma câmera digital ou até em filmadora;
- Faça um upload no YouTube ou grave diretamente em um hangout, ferramenta de videoconferência do Google+ (clique aqui para saber como funciona um hangout);

- Usando a hashtag #AcrediteNoExtraordinario, compartilhe a sua história através dos canais da Fox Film:
Google+: www.google.com/+FoxFilmdoBrasil
Facebook: www.facebook.com/AsAventurasDePi
Twitter: #AcreditenoExtraordinario
Algumas histórias poderão aparecer até nas telas do cinema!
Na próxima semana, teremos hangouts ao vivo na página da Fox com pessoas dividindo suas histórias. Participe em www.google.com/+FoxFilmdoBrasil.
 

MOSTRA DE NOVOS TALENTOS | 10/11 TUC

clique para ampliar

Editora Gaivota - Mil e quinhentos: o ano do desaparecimento, Alan Oliveira


Fim de Feira lança disco em São Paulo no dia 9/11



No próximo dia 09 de novembro, às 22h30, a banda pernambucana Fim de Feira faz show de lançamento do seu segundo disco “De Todo Jeito Agente Apanha” no  Canto da Ema, em São Paulo.

Vencedor do Prêmio da Música Brasileira 2009, na categoria Melhor Grupo Regional, o Fim de Feira traz nas suas composições os mais expressivos ritmos nordestinos, atrelados à criatividade da poesia de cordel produzida no Nordeste Brasileiro. Surgido em 2004, na efervescente cena musical pernambucana, a banda nasceu com o objetivo de conciliar tradição e modernidade, contemplando dentro de uma nova estética tanto a cultura dos meios rurais, quanto a realidade artística dos grandes centros urbanos A junção de música e poesia, atrelada a uma presença de palco cativante, fez com que o Fim de Feira se firmasse como um dos mais promissores grupos musicais da nova geração pernambucana, participando, ao longo dos últimos anos, de festivais pelo Brasil, Europa e Caribe, com shows aclamados pela crítica e pelo público.

No repertório canções como “De Todo Jeito Agente Apanha”, “Coco Veloz”, “Meu Baião” e o single “Preso 137”, lançado recentemente na internet.

Informações:
09/11 Fim de Feira lança disco no Canto da Ema
Show FIM DE FEIRA
09/11/2012
Horário 22h30
Local: Canto da Ema
Endereço: Av. Brigadeiro Faria Lima, 364, Pinheiros
Informações: (11) 3813-4708 / 2503-2915 / 7657-5848

IAB divulga os vencedores do Prêmio Instituto de Arquitetos do Brasil edição 2012





O Instituto de Arquitetos do Brasil  /SP,

presidido por José Armênio de Brito Cruz

realizou a cerimônia de PREMIAÇÃO IAB 2012

ontem, dia  6 de novembro, no Museu da Casa Brasileira,

em evento aberto ao público.



O Prêmio João Batista Vilanova Artigas,

categoria que estreia nesta edição, foi concedido a

arquiteta Elisabete França

responsável por projetos de urbanização

de favelas na capital paulista que

mostram que a arquitetura pode ser protagonista

na  transformação da sociedade,

trazendo enormes benefícios para

uma melhor qualidade de vida.



A Comissão organizadora foi composta

pelos arquitetos Débora Frazatto,

Roberto Portugal Albuquerque e por

 Pedro Mendes da Rocha (coordenador).



O Prêmio Instituto de Arquitetos do Brasil destaca,

desde 1968, bienalmente,

as melhores produções do Estado de São Paulo

nas áreas de atuação dos arquitetos, alternando-se no calendário

dos eventos maiores do Instituto,

como a Bienal Internacional de Arquitetura,

que possui sua própria premiação.



Além de menções honrosas e prêmios,

em cada categoria, instituiu-se

premiações máximas que homanegeiam

profissionais que se destacaram

na história da arquitetura brasileira.





Os Premiados da edição de 2012 foram:





EDIFÍCIO – OBRAS CONSTRUÍDAS

MENÇÃO HONROSA

Studio SC

Autor: Marcio Kogan

Co-Autora: Suzana Glogowski

Interiores: Diana Radomysler

Design de Mobiliário Customizado: Beatriz Meyer

Equipe: Carolina Castroviejo, Eduardo Chalabi, Eduardo Glycerio, Eduardo Gurian,

Elisa Friedmann, Gabriel Kogan, Lair Reis, Luciana Antunes, Marcio Tanaka,

Maria Cristina Motta, Mariana Ruzante, Mariana Simas, Oswaldo Pessano,

Renata Furlanetto e Samanta Cafardo.

Fotógrafo: Nelson Kon

Paisagista: Isabel Duprat



MENÇÃO HONROSA

Casa 4x30

Autores: Clara Reynaldo e Lourenço Gimenes.

Colaboradores: Fernando Forte, Rodrigo Marcondes Ferraz, Cecilia Reichstul,

Ana Luíza Galvão, Bruno Araújo, Marcela Aleotti e Marília Caetano (arquitetos),

Mirela Caetano, Rafaela Arantes e Wilson Barcellone (estagiários).



DESTAQUE

Edifício João Moura

Autores: Lua Nitsche e Pedro Nitsche

Colaboradores: João Nitsche, Rafael Baravelli, Tiago Matsuhide Kuniyoshi,

Suzana Nóbrega Barboza, Rodrigo de Francisco Ferreira e Oliveira, Ari Felipe Miaciro Correia,

André Araújo de Moraes Scarpa e Maria do Rosário Martins Borges de Pinho.

Estagiários: Marysol Rivas Brito, Fulvio Ramos Roxo, Natassia Caldas, Gabriela Mamede Carvallo e Caio Henrique Mamede.



EDIFÍCIO – PROJETOS

PRÊMIO CARLOS BARJA MILAN
Sede de Construtora e Loja de Móveis

Autor: Luciano Margotto

Colaboradores: Cristina Tosta, Gustavo Delonero e Diogo Gouveia

Equipe: Ricardo Heder, Ricardo Dias, Fernando Martin e Alexandre Lima



DESTAQUE

Senai Modular

Autores: Cláudia Nucci e Valério Pietraróia

Colaboradores: Rafael Montezi, Renata Buschinelli, Thalita Oliveira,

Juliana Guarniere, Gabriel Tritapepe, Priscila Imperatriz, Carolina La Terza.



PATRIMÔNIO HISTÓRICO - REQUALIFICAÇÃO E RESTAURO

PRÊMIO ANTONIO LUIZ DIAS DE ANDRADE (JANJÃO)

Teatro Engenho Central

Autores: Francisco Fanucci, Marcelo Ferraz e Gabriel Grinspum

Colaboradores: André Carvalho, Anne Dieterich, Anselmo Turazzi,

Beatriz Marques, Cícero Ferraz Cruz, Fabiana Fernandes Paiva, Felipe Zene,

Frederico Meyer, Gabriel Mendonça, Julio Tarragó, Kristine Stiphany, Laura Ferraz, Luciana Dornellas,

Pedro Del Guerra, Rebeca Grinspum, Victor Gurgel, Vinícius Spira.



PRÊMIO
Museu Histórico e Cultural de Jundiaí – Solar do Barão

Autores: André Dias Dantas, Bruno Bonesso Vitorino e Renato Dalla Marta.

Colaboradores: Aline Pinheiro, Ana Claudia Shad, Fernanda Miguel, Heitor Savala,

Karin Grabner, Maíra Baltrusch, Marco Ferreira, Rafhael Silva,

Samara Zukoski, Thais Brandt e Victor Julio Vernaglia.



HABITAÇÃO DE INTERESSE SOCIAL

MENÇÃO HONROSA

Residencial Diogo Pires

Arquitetura: Marcos Boldarini, Lucas Nobre

Colaboração: Melissa Matsunaga, Juliana Junko, Larissa Reolon, Renato Bomfim e Ricardo Falcoski. Colaboração no desenvolvimento do Projeto Executivo – Centro Arquitetura – Carlos Ferrata, Diego Vernille da Silva, Miriane Sugawara, Fábio Takayama Garrafoli, Pablo Estefania Lopez, Camila Malachias, Bruna Aydar Semeghini.



DESIGN – COMUNICAÇÃO VISUAL

prêmio FLÁVIO IMPÉRIO
Edifício João Moura

Autor: João Nitsche

Colaboradores: Lua Nitsche e Pedro Nitsche, Rafael Baravelli, Tiago Matsuhide Kuniyoshi, Suzana Nóbrega Barboza, Rodrigo de Francisco Ferreira e Oliveira, Ari Felipe Miaciro Correia, André Araújo de Moraes Scarpa e Maria do Rosário Martins Borges de Pinho.

Estagiários: Marysol Rivas Brito, Fulvio Ramos Roxo, Natassia Caldas, Gabriela Mamede Carvallo e Caio Henrique Mamede.



DESIGN – OBJETO

MENÇÃO HONROSA
“Até que a morte nos separe”

Autora: Cristiana Pasquini



PAISAGISMO – IMPLANTADO

MENÇÃO HONROSA
Parque da Lagoa de Carapicuíba - Parque Gabriel Chucre

Autores: Maria Cecília Barbieri Gorski e Michel Todel Gorski

Co-autoria: Patrícia Akinaga

Colaboradores: Priscila Melhado, Gabriella Radoll, Cristina Mello Franco,

Marcelo Kubo, Maíra Griecco e Deise Corrêa

Concepção dos pavilhões: Diana Malzoni e Nicole Reiss



PAISAGISMO – PROJETO

MENÇÃO HONROSA
Empreendimento Centro Comercial Alphaville Brasília

Autor: Evani Kuperman Franco

Colaboradores: Robson Camargo e Mauricio Alito



MENÇÃO HONROSA
Parque Urbano da Boa Vista - São José dos Campos – SP

Arquitetos: Eugénio Filipe Teixeira, Pedro Paes Lira, Vera Lúcia Leitão Pinto e Nuria Escrivá

Estagiária: Ana Camila Sanches

Colaboradores: Iris Cobas, Marcos Eanes,

Josep Maria Vallvè, Albert Recasens,

Francesc Ventura e Bruno Turbiani Pereira dos Santos





URBANISMO

PRÊMIO
Reabilitação do Quadrilátero

Central do Município de Ribeirão Preto

Autora: Rose Elaine Teixeira Borges

Colaboradores: Denise Simões, Livia Borges,

Luana Milani e Renato Leandrini

Consultor: José Antônio Lanchoti



MENÇÃO HONROSA
Estacionamentos Públicos

Autores: Fernando Forte, Lourenço Gimenes e Rodrigo Marcondes Ferraz

Colaboradores: Ana Paula Barbosa, Bruno Araujo, Carolina Matsumoto,

Elisa Vaz, Mayara Benegas, Marilia Caetano.



MENÇÃO HONROSA

Parque Linear Corrégo Verde Vila Madalena

Autora: Anna Dietzsch

Colaboradores: Carolina Bazo, Clarissa Morgenroth

e Alexandre Dal Fabbro



MENÇÃO HONROSA

Plano de Bairro Vila Madalena

Autora: Anna Dietzsch

Colaboradora: Clarissa Morgenroth







Para esta edição, o IAB criou o Prêmio João Batista Vilanova Artigas,

que tem como objetivo marcar o reconhecimento público do Intituto

de Arquitetos do Brasil/ departamente de São Paulo

a ações, práticas, políticas e programas que tem por objetivo

melhorar a qualidade de vida em nossas cidades bem como,

a valorização das boas práticas em arquitetura

por parte das empresas (Públicas ou Privadas)

demandantes e, ainda, iniciativas de caráter exemplar

das Escolas e Faculdades de Arquitetura

no sentido de aperfeiçoamento do ensino em Arquitetura e Urbanismo.



A proposta é instituir um selo de qualidade / aprovação e destaque dos

arquitetos do Estado de São Paulo, representados pelo Departamento de São Paulo do IAB,

a ações que valorizem a participação dos profissionais de arquitetura e sua produção,

bem como, incrementem a qualidade do espaço (em escala urbana ou regional )

em nosso Estado e, também, a melhoria da qualidade do ensino em nosso Estado.



A primeira vencedora deste prêmio foi a arquiteta e urbanista

Elisabete França.

Formada pela Universidade de São Paulo,

Elisabete França tem 25 anos de

experiência na área de urbanismo,

construção, revitalização de favelas e de

gestão de design participativo.



A Comissão Julgadora da PREMIAÇÃO IAB/SP 2012 foi composta por renomados profissionais que emprestaram seu prestigio ao IAB escolhendo os trabalhos destacados em 2012.



Dentre todas as categorias os jurados foram os seguintes:

Categoria Urbanismo

Claudio Manetti, José Geraldo Martins de Oliveira e Ney Caldatto



Categoria Paisagismo

André Paoliello, Raul Pereira e Sun Alex



Categoria Edifício

Antonio Carlos Barossi, Filomena Russo, Maurício Mendonça e Monica Drucker



Categoria Habitação de Interesse Social

André Vainer, Helene Afanasieff, Patrícia Samora e Ruben Otero



Categoria Design

Fernando Prado e Marta Bogea



Categoria Ensaios Críticos

Alexandre Penedo, Carlos Martins e Luis Antonio Jorge



Categoria Estudantes de Arquitetura E Urbanismo

Carlos Antunes, Christina de Castro Mello, Marcos Tognon e Vera Lúcia Domschke



Patrimônio Histórico – Requalificação E Restauro

Carlos Lemos, Eduardo Colonelli, Guilherme Motta e Maria Luiza Dutra



Sobre as categorias



·         Prêmio Rino Levi: melhor obra construída em todas as categorias;

·       Prêmio Carlos Milan: melhor obra construída em todas as categorias;

·       Prêmio Joaquim Guedes: melhor projeto ou obra com ênfase na integração entre urbanismo, paisagismo e habitação de interesse social;

·       Prêmio Luis Saia: melhor trabalho da categoria crítica.



Nesta edição, somaram-se a estes, tres novos:

·       Prêmio Luiz Carlos Daher: melhor trabalho de estudantes;

·       Premio Antonio Luiz Dias de Andrade/Janjão: melhor trabalho em ações de restauro, readequação de edifícios de caráter histórico / patrimônio edificado;

·       Prêmio Flavio Império: melhor trabalho na categoria design.





IAB/SP

www.iabsp.org.br

Rua Bento Freitas, 306- 4º andar

São Paulo - sp

Cidadão Instigado lança clipe de “Cabeção”

Livro "Aproveite O Green Day" é lançado no Brasil com pré-venda exclusiva



Já está em pré-venda aqui (http://www.horrorshop.com.br) - em kit limitado e exclusivo contendo uma camiseta e um chaveiro - o livro "Aproveite O Green Day", versão nacional do livro americano "Seize The Green Day", escrito por Niki Lee.
"Aproveite O Green Day" está sendo lançado no Brasil pela editora especializada em livros de rock, a Beast Books, em parceria com o grupo Green Day cover, principal banda tributo ao Green Day no Brasil.
O livro foi escrito por Niki Lee, uma mulher de 52 anos que teve sua vida transformada ao se tornar fã do Green Day. Sua incrível jornada pelo mundo acompanhando a banda é retratada em capítulos curtos, de fácil leitura e recheados de fotos. A história de Lee é uma lição de vida para os mais jovens e um deleite para os admiradores do trio punk rock de Oakland.
"Aproveite O Green Day" é o primeiro livro editado em português sobre o conjunto, e já foi elogiado pelo próprio vocalista do Green Day, Billie Joe Armstrong, que classificou o livro como "maravilhoso".
Indicado para fãs do conjunto, e jovens que querem pegar gosto pela leitura, com linguagem fácil e mensagem próxima ao leitor, "Aproveite O Green Day" é pura energia em 256 páginas. O mesmo que o trio faz com seus três acordes.
Aproveite a experiência de Niki Lee.

Aproveite O Green Day
por Niki Lee
256 páginas
Beast Books - https://www.facebook.com/beastbooks
Pré Venda exclusiva - http://www.horrorshop.com.br
Lançamento: 30/11/12

Teresa Cristina & Os Outros lançam CD em homenagem a Roberto Carlos

Teresa Cristina & Os Outros lançam CD em homenagem a Roberto Carlos

Uma das grandes vozes da sua geração, a cantora Teresa Cristina lança um projeto surpreendente, onde ela interpreta canções de Roberto Carlos ao lado da banda Os Outros, conhecida pelos shows em homenagem ao rei. Tudo começou quando ela foi convidada para participar de um desses shows. Deu tão certo que a parceria se tornou constante até surgir a ideia do álbum.

Gravado no Estúdio Tambor, com produção de Rodrigo Vidal, o CD de Teresa Cristina & Os Outros será lançado em novembro pela Deck. Entre as músicas estão "Proposta", "Como Dois e Dois", "Sua Estupidez", "Cama e Mesa", "As Curvas da Estrada de Santos" e outras.

"Eu e o silêncio do meu pai" é finalista no Prêmio Açorianos

O livro “Eu e o Silêncio do meu Pai”, do autor Caio Riter, publicado pela Editora Biruta é um dos 3 finalistas da categoria Infantojuvenil do Prêmio Açorianos de Literatura.




Transformar-se em gente não é tarefa fácil. O Menino muito sofreu, muito chorou. Olhava o Pai e não entendia por que seu pai não era como os outros tantos pais: homens de palavras, homens de carinhos, homens de festa. 

Não. Seu Pai era silencioso, triste. Seu olhar era distante,seu passo era trôpego, seu carinho era vago. Assim, o Menino teria que aprender a amar esse Pai. Teria que aprender a conversar com esse Pai.
 

Festival de Artes Integradas ColetivaMente


Encontro sobre cultura na Lona Cultural Giberto Gil em novembro
A zona oeste e o subúrbio carioca sempre tiveram seus eventos culturais realizados, mas nunca um festival que pudesse (re)pensar a questão da cultura, colocando-a como ponto central de um evento. Pensando e agindo de uma forma diferente, acontece de 9 a 11 de novembro a 2ª edição do Festival de Artes Integradas ColetivaMente, desta vez na Lona Cultural Municipal Gilberto Gil, em Realengo (a primeira aconteceu em um formato menor no SESC Engenho de Dentro, em 2011). Idealizado e produzido pelo coletivo de produção cultural ColetivaMente e contemplado pelo FAM (Fundo de Apoio à Música) da Secretaria Municipal de Cultura do Rio de Janeiro, o projeto busca promover um encontro multicultural de artes integradas da cidade, o primeiro neste formato na zona oeste. O Festival busca fomentar a cultura do subúrbio, valorizar os trabalhos autorais das diversas formas de arte e promover o intercâmbio entre artistas independentes dos quatro cantos da cidade: desde a música, passando pelas artes plásticas e cênicas, permeadas por debates sobre temas culturais.
O evento conta com 10 shows, DJ´s e trabalhos autorais representativos da cena alternativa do Rio de Janeiro, como Rogério Skylab, Djangos, Lado 2, Tipo Uísque e ainda traz a banda Black Drawing Chalks, de Goiânia. O formato do evento ainda abraça outros tipos de arte como apresentação de esquetes teatrais nas áreas externas da lona, projeções de vídeos independentes em telão, além de realização de oficinas e promoção de debates de temas relevantes para o desenvolvimento profissional dos agentes da cadeia produtiva da música. Haverá oficinas de Stencil e Post Art com um dos mais conceituados artistas urbanos do Rio de Janeiro, o designer e artista plástico Rafo Castro, que traz as artes plásticas para dentro do território do Festival. Será também um importante palco para debates sobre cultura, juntando importantes nomes especializados na área como os jornalistas Tom Leão e Ricardo Schott, o cineasta Frederico Cardoso e o doutor em comunicação e cultura Leonardo De Marchi, entre outros. (ver programação)
Ocupando os espaços da Lona Gilberto Gil, uma Feira Cultural será montada com stands voltados à exposição de produtos dos artistas, selos e demais envolvidos na cadeia produtiva da música independente (CD’s, camisetas, livros, acessórios, etc.). Toda a programação será gratuita, e o acesso aos shows, às oficinas e aos debates se dará mediante a doação de alimento não perecível ou de fralda descartável. Toda a arrecadação será revertida para a creche da UPP do Jardim Batan.
As atividades serão transmitidas ao vivo pela web, e todo o evento será fotografado e filmado, sendo os registros disponibilizados pela internet gratuitamente no site coletivamente.com/festival , gerando uma maior interatividade com o público conectado.
coletivamente.com/festival

A entrada é 1kg de alimento não perecivel.