sexta-feira, 12 de novembro de 2010

ISCA DE POLÍCIA faz breve temporada em homenagem a Itamar Assumpção


Dias 14, 21 e 28/11_às 21hs_ R$35

Casa de Francisca (Rua José Maria Lisboa 190, T. 11 3052 0547)

Reservas somente através do site www.casadefrancisca.art.br

Os fãs desconsolados do músico paulista Itamar Assumpção poderão relembrar a obra do compositor no mês de novembro. A Banda Isca de Polícia, criada em 1979 por Itamar para acompanhá-lo em estúdio e shows, faz homenagem ao compositor e relembra sua obra em pequena temporada no café-concerto Casa de Francisca. Ao longo do mês, a banda formada por Luis Chagas, Marco da Costa, Paulo Lepetit, Vange Milliet e Suzana Salles, importantes músicos da cena brasileira, apresentará um repertório que passeia por toda a obra de Itamar e que mudará a cada apresentação, possibilitando ao público assistir mais de um espetáculo, sempre inédito, um a cada semana.

A série de shows dá continuidade ao projeto 'Caixa Preta', material lançado pelo Selo Sesc em outubro, que agrega a discografia completa de Itamar e dois CDs inéditos de sua autoria. Desta vez, as apresentações serão intimistas, em tom de petites réunions. Imperdível.

Juntos, Itamar e a Banda Isca de Polícia gravaram vários discos, além de participações em trabalhos de outros artistas, como Ney Matogrosso. Participaram de importantes projetos musicais, tanto no Brasil quanto no exterior. Com o "Projeto Pixinguinha" viajaram por várias capitais do Brasil. Após a morte de Itamar, em 2003, a Banda Isca de Polícia desenvolveu importante carreira no exterior, tendo excursionado por países como Alemanha, Suiça, Áustria e Holanda. Nos últimos anos, a formação atual tem participado de festivais pelo Brasil, sempre divulgando a música original e criativa de Itamar Assumpção. Em 2009, participou de shows em comemoração aos 30 anos do Teatro Lira Paulistana e de um projeto na Funarte sobre a Vanguarda Paulista. Participou também do Festival Station Brésil, que fez parte das comemorações do Ano da França no Brasil, apresentando músicas que são muito conhecidas da fiel plateia de Itamar Assumpção e Banda Isca de Polícia.

Composições clássicas como Beijo na Boca, Embalos, Fico Louco, Nego Dito e Dor Elegante, estão na programação das noites na Casa de Francisca. O trabalho encabeçado pela Banda Isca de Polícia no projeto "Caixa Preta" também deve aparecer nas noites de novembro nesse pequeno café-concerto, aclamado, pela classe artística e pelo público especializado em música, como um dos espaços mais significativos de música em São Paulo atualmente.

Casa de Francisca
Rua José Maria Lisboa 190, travessa da Brigadeiro Luís Antônio

T 11 3052 0547_
RESERVAS SOMENTE ATRAVÉS DO SITE www.casadefrancisca.art.br

Palestras sobre cinema digital movimentam a CAIXA Cultural Curtiba



Carlos Ebert, Marlon Klug, Bruno Ravagnolli, Fernando Lui Latorre e Fábio Lima fomentam a discussão sobre o tema

A CAIXA Cultural Curitiba apresenta, de 16 a 18 de novembro, o projeto “Masterclass de Cinematografia Digital”. Grandes profissionais do mercado cinematográfico brasileiro ministram aulas sobre direção de cena, direção de fotografia, tecnologia de captação, pós-produção e colorização. Voltado para estudantes, professores, jornalistas e realizadores do audiovisual, o evento irá abordar desde as novas ferramentas disponíveis no mercado até os processos criativos e os novos suportes de projeção e distribuição. Carlos Ebert, Marlon Klug, Bruno Ravagnolli, Fernando Lui Latorre e Fábio Lima são os palestrantes que fomentam a discussão sobre o tema.

O cinema atual vive um importante momento de transição: a substituição da película para o suporte digital, o que permite redução de custos e flexibilidade de produção com qualidade técnica em constante aprimoramento. As transformações não se resumem à captação da imagem, estendendo-se também a distribuição – a partir de arquivos comprimidos – e a exibição, graças aos sistemas de projeção digital. Tais mudanças contribuem para uma maior valorização do cinema independente, aumentando as possibilidades de inserção de novos realizadores no mercado profissional.

Mas as reais vantagens da cinematografia digital ainda carecem de um debate mais amplo, crítico e aprofundado. “Masterclass de Cinematografia Digital” busca promover este espaço de discussão, aprendizado e troca de experiências. As aulas, que acontecerão às 15h e às 19h, serão uma oportunidade dos interessados aprenderem técnicas e dicas práticas, dividir experiências e conhecer o processo de produção criativa dos profissionais. No último dia do evento, os convidados participarão de um debate sobre inovações tecnológicas na produção e distribuição audiovisual, com participação especial do sócio-fundador e criador da RAIN Network e da MovieMobz, Fabio Lima. A mediação do debate será feita pelo documentarista e pesquisador Eduardo Baggio, com entrada franca.

Palestrantes

Carlos Ebert – Masterclass de Direção de Fotografia

Membro-fundador da Associação Brasileira de Cinematografia (ABC), cineasta e diretor de fotografia desde 1968, quando atuou como fotógrafo do filme “O Bandido da Luz Vermelha”, de Rogério Sganzerla. Dirigiu e fotografou centenas de comerciais e séries de TV, entre eles “O Povo Brasileiro”, vencedor do Grande Prêmio Cinema Brasil de TV 2001. Em 2003 recebeu o prêmio de Melhor Fotografia no Festival de Gramado e em 2008 foi contemplado com o prêmio ABC de Melhor Cinematografia pelo curta-metragem Satori Uso. Desde 1970 é professor de fotografia para cinema, com workshops ministrados na USP, PUC-PR e na Cinemateca de Quito, Equador.

Marlon Klug – Masterclass de Direção de Cena

Publicitário, sócio e diretor de cena da produtora Corporação Fantástica e da finalizadora Indústria Fantástica. Diretor de cena de mais de 600 comerciais de televisão realizados entre 2000 e 2010 para clientes como GVT, Mitsubishi, TIM, Electrolux, BOB’S, Unimed, Hipercard, HSBC, Prefeitura de Curitiba, Banco do Brasil, entre outros. Recebeu Bronze no prêmio iberoamericano de publicidade El Ojo e no New York Festivals, Ouro no About e no Festival do Rio de Janeiro, Grand Prix no Prêmio Colunistas e, mais recentemente, o prêmio Saatchi & Saatchi New Directors Showcase 2010, do Festival do Cannes.

Bruno Ravagnolli (“Coroinha”) – Masterclass de Tecnologia de Captação

Publicitário, fotógrafo, operador de câmera e professor, dedica-se ao ensino de novos conceitos de cinema e televisão na era do HDTV. É um dos principais conhecedores da tecnologia das câmeras Red Cine no Brasil, ministrando workshops sobre o tema na Stein Produções, em São Paulo. Atuou ainda como Assistente de Direção de Fotografia em grandes produtoras como O2 filmes e Conspiração.

Fernando Lui Latorre – Masterclass de Colorização

Formado em Propaganda e marketing pela Universidade Paulista, atua desde 2001 como colorista de filmes publicitários, séries de TV, videoclipes e longas metragens no Brasil e na Argentina, com passagens pelas empresas Casablanca e Cinema – referências no país em pós-produção, efeitos especiais e intermediação digital para alta definição. Na publicidade, colorizou mais de 1.200 campanhas publicitárias, algumas premiadas no Festival de Cannes. No cinema, seus principais trabalhos são o longametragem argentino La Leyenda, de Sebastian Pivotto, o brasileiro Contra Todos, de Roberto Moreira e episódios da série Filhos do Carnaval, da HBO.

Fábio Lima – Convidado especial para o debate

Sócio-fundador e criador da RAIN Network, pioneira na distribuição digital para cinemas independentes, onde implantou uma rede digital com mais de 200 salas no país. É também diretor executivo internacional da MovieMobz, distribuidora que opera exclusivamente em formato digital. Considerado uma autoridade em assuntos ligados à convergência de mídias, ministra palestras em seminários acadêmicos e fóruns internacionais de negócio. É professor de distribuição digital no curso de formação executiva em cinema na FGV.

Serviço

Cinema: “Masterclass de Cinematografia Digital”

Local: Teatro da CAIXA

Endereço: Rua Conselheiro Laurindo, 280, Centro – Curitiba/PR

Data: de 16 a 18 de novembro

Horários: Terça a quinta, 15h e 19h

Ingressos: R$10 e R$5 (meia – conforme legislação e correntista CAIXA) – Clube do Assinante da Gazeta do Povo tem 20% de desconto ou 1 livro de cinema por aula

Bilheteria: (41) 2118-5111 (de terça a sexta, das 12 às 19h, sábado e domingo, das 16 às 19h)

Classificação etária: Livre para todos os públicos

Lotação máxima do teatro: 125 lugares (02 para cadeirantes)

www.caixa.gov.br/caixacultural

Newsletter do CLP para os dias 12, 13 e 14

:: Dia 12 | Sexta-feira

Auditório, 21h30

Debate: "Justiça para todos?"

Oradores:

Dr. Manuel Almeida Santos - Amnistia Internacional Portugal

Dr. António Marinho Pinto - Bastonário da Ordem dos Advogados

Moderador: Prof. Doutor Carlos Abreu Amorim

Org.: Associação sem fins lucrativos "Justiça para Todos"

Piano bar

22h30

Piazzolla & Jazz

Jordi Pons, clarinete

Isolda Crespi Rubio, piano

:: Dia 13 | Sábado

Auditório

10h00-13h00 – 15h00-18h00

Seminário Internacional do Movimento Democrático das Mulheres

Galeria da Cave

10h00

“Tempo de Homenagem ao Professor José Henrique Dias” (Cultura / Obra)

Sessão Infantil - Guitarra Portuguesa para crianças

Sessão de experimentação de guitarra portuguesa enlaçada com estórias de crianças crescidas. Presença do Professor José Henrique Dias.

Sessão aberta ao público. Entrada livre.

Piano bar

16h00

Lançamento do CD “Concerto de Guitarra de Coimbra II”
do guitarrista Luis Plácido e do viola Jorge Tito Mackay

Sessão de guitarra.

Sessão aberta ao público. Entrada livre.

Auditório

21h30

Palestra: “A arte do bom karma”

Orador: Dr. Emílio Gallota, da International Academy for Traditional Tibetan Medicine

Piano bar

22h30

Concerto

Pedro Telles, barítono

Jairo Grossi, piano

:: Dia 14 | Domingo

Auditório

17h00

“Tempo de Homenagem ao Professor José Henrique Dias” (Sociedade / Mobilidade Sem Limites)

“Silêncio Fado Silêncio” - Sessão de Fado para surdos

Participação do Grupo de Fados do ISEP com textos do Professor José Henrique Dias

Sessão aberta ao público. Entrada livre.

18h00

Encerramento da Semana de Homenagem ao Professor José Henrique Dias

Piano bar

17h00

Lançamento da obra “O nosso livro”, colectânea de vários autores

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Tomando consciência de que somos co-criadores da nossa própria vida, os autores d'O Nosso Livro desejam que através da prática assídua da Compaixão possamos todos plasmar uma realidade de bonança e amor incondicional num futuro próximo.

Piano bar

18h30

Portugal Poético

Tema: Vida e obra de António Gedeão

Org.: Rui Fonseca

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Clube Literário do Porto

Rua Nova da Alfândega, nº 22

4050-430 Porto

Tel. 222 089 228

Fax. 222 089 230

Email: clubeliterario@fla.pt

URL: www.clubeliterariodoporto.co.pt

BLOGUE: clubeliterariodoportofla.wordpress.com

OBJECTO NÁUTICO NÃO IDENTIFICADO ATERRA NO CHAPITÔ


OBJECTO NÁUTICO NÃO IDENTIFICADO ATERRA NO CHAPITÔ

E, se desse à costa um Objecto Náutico Não Identificado (ONNI) a afirmar que tinham descoberto Portugal?

Qual seria a reacção? Para descobrir no Chapitô, de 25 a 28 de Novembro, às 22h00.

Depois da estreia no entreMITOS – Uma Plataforma MITO, em Setembro, na Fundição de Oeiras, ONNI – Objecto Náutico Não Identificado prossegue carreira e pode ser visto no Chapitô, em Lisboa, de 25 a 28 de Novembro, às 22h00.

ONNI – Objecto Náutico Não Identificado surge de uma reflexão sobre um momento glorioso da História de Portugal: o Descobrimento do Brasil. Após uma profunda pesquisa pelos meandros da históra, a aproximação e apropriação ao tema reflecte uma abordagem inédita imaginando as sensações, emoções e pensamentos do primeiro contacto entre portugueses e indígenas.

Sobre o olhar atento e criativo de John Mowat, que assina a encenação e também ele descendente de um país que em tempos deteve um enorme império colonial, um elenco multicultural apresenta ONNI. Este é composto pela actriz cabo verdiana, Cíntia Lopes, a actriz portuguesa, Maria de Vasconcelos, a actriz brasileira, Valéria Carvalho, e uma fiel escrivã encarnando a alma de Pero Vaz de Caminha no Backstage, Maria Mascarenhas. Esta equipa artística irá revolucionar e redescobrir, através do Gesto e da Comédia, a História do Descobrimento do Brasil.

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ENSAIO DE IMPRENSA: 24 de Novembro, 22h00, Chapitô


FICHA TÉCNICA

Criação Colectiva

Encenação: John Mowat

Assistente de Encenação: Maria Mascarenhas

Interpretação: Cíntia Lopes, Maria de Vasconcelos e Valéria Carvalho

Cenografia: John Mowat e Paulo Ferro

Imagem ONNI: Dill Marcio

Design Gráfico: Filipa Gregório

Desenho de Luz: Pedro Pinto

Figurinos: Marta Gameiro

Co-Produção: Companhia de Actores e MITO – Mostra Internacional de Teatro de Oeiras

Apoio: Real Transfer

Classificação etária: M/12

Duração: 80 minutos


A Era de Kali


O que segue é parte de uma palestra de Sua Divina Graça A.C. Bhaktivedanta Swami Prabhupada, o acharya-fundador da ISKCON e da BBT, proferida na cidade de Seattle, no dia 20 de outubro do ano de 1968.

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Os Problemas da Era de Kali

Nesta era, há muitíssimas anomalias, defeitos na vida do ser humano em virtude dos quais eles estão gradualmente abandonando a idéia da consciência de Krishna, ou consciência de Deus. Não apenas gradualmente eles estão abandonando, eles já abandonaram. Então, o Vedanta-sutra, portanto, diz, athato brahma jijnasa. Não é que um tipo diferente de sistema religioso nós introduzimos. É uma grande necessidade dos dias atuais. Porque dizemos que, quer você siga a escritura, a Bíblia, quer você siga o Corão ou você siga os Vedas, a meta é Deus. Mas, no momento presente, devido à influência desta Kali-yuga... Kali-yuga significa a era de rixa e desentendimento. Assim, nesta era, as pessoas são perturbadas de muitíssimas maneiras. A primeira desqualificação é que não vivem por muito tempo. A duração média de vida na Índia é de trinta e cinco anos, e não sei exatamente qual é a média de idade aqui, mas, na Índia, as pessoas ficam muito abarrotadas. Eles não têm essa inteligência, ou eles não se interessam por sair da Índia, colonizar. Todos foram lá para explorar, mas eles jamais pensaram em explorar outros lugares. Essa é a cultura deles... Eles não tentam usurpar a propriedade alheia. De qualquer modo, a posição da Índia é muito precária, porque eles abandonaram sua própria cultura e estão tentando imitar a cultura ocidental, a qual eles não podem imitar devido a muitíssimas circunstâncias, e, por isso, eles ficam em um beco sem saída. Vejam.

Então, esta era é assim. Não apenas na Índia, em outros países as dificuldades estão de uma forma diferente. Os problemas são diferentes. Mas há problemas, tanto na Índia como na América como na China. Em todo lugar, eles estão tentando fazer muitíssimos esquemas para a paz mundial. No país de vocês também, até mesmo na América, não há segurança de vida para homens grandiosos como os Kennedys, vocês viram. Qualquer um pode ser morto a qualquer momento, e não há ação. Então, há outro problema. No país comunista, vocês são, por força, eles estão governando os cidadãos. Assim, muitos russos, muitíssimos chineses, eles estão saindo de seu país. Eles não gostam desta idéia comunista. Assim, os problemas estão presentes devido a esta era. Devido a esta era de Kali, os problemas estão presentes. E quais são os problemas? Os problemas são que, nesta era, as pessoas vivem muito pouco, a duração de vida delas. Não sabemos quando iremos morrer. A qualquer momento. É dito que, durante o reinado do Senhor Ramacandra, um brahmana, ele foi ao rei: “Meu querido rei, meu filho morreu. Então, por favor, explique por que, na presença do pai, um filho deve morrer”. Apenas vejam quão responsável o rei era. Um pai idoso foi queixar-se ao rei: “Qual é a razão para que, na presença do pai, um filho morra? Por favor, explique”. Então, apenas vejam quão responsável o governo era. O governo é responsável se o filho morre antes do pai. Naturalmente, o pai é mais velho do que o filho, então ele deve morrer primeiro. Então, tal governo responsável existia. Agora, no mundo civilizado, qualquer um pode ser morto por qualquer um, mas ninguém liga para isso.

Então, a duração da vida é muito incerta nesta era. A qualquer momento podemos morrer. Mas esta vida, esta forma humana de vida, destina-se a um ganho sublime. O que é isso? Criar uma solução permanente para a condição miserável de nossa vida. Nesta... Enquanto estivermos nesta forma material, este corpo, temos que mudar de um corpo a outro, de um corpo a outro. Janma-mrtyu-jara-vyadhi. Repetidos nascimentos, repetidas mortes. A alma é imortal, eterna, mas mudando, assim como vocês estão mudando a roupa. Então, este problema eles não levam em conta, mas isso é um problema. A vida humana destina-se a criar uma solução para este problema, mas eles não têm conhecimento algum, tampouco são muito sérios quanto a solucionar esses problemas. Então, duração, se vocês obtiverem uma longa duração de vida, então existe a chance de que vocês possam se encontrar com alguém, vocês possam se encontrar com alguma boa associação de modo que vocês possam criar a solução de sua vida. Mas isso também é impossível agora, porque a nossa duração de vida é muito curta. Prayena alpayusah sabhya kalav asmin yuge janah mandah. E mesmo qualquer duração de vida que tenhamos, não estamos utilizando apropriadamente. Estamos utilizando esta vida tal qual animais, simplesmente comendo, dormindo, acasalando e defendendo. Isto é tudo. Nesta era, se alguém pode comer suntuosamente, ele pensa: “Oh, o dever do meu dia está terminado”. Se alguém pode prover uma esposa e dois ou três filhos, ele é considerado um homem muito grandioso. Vejam. Ele está provendo uma família. Porque a maioria deles não tem família, não tem responsabilidade. Este é o sintoma desta era.

Então, mesmo se temos vida curta, não somos muito sérios. Mandah, muito devagar. Assim como aqui, estamos pregando este movimento da consciência de Krishna. Ninguém é sério quanto a aprender ou a entender o que é este movimento. E, se alguém se interessa, eles querem ser enganados. Eles querem algo barato ou alguma coisa barata para auto-realização. Eles têm dinheiro, eles querem pagar a alguém alguma gratificação, e, se ele diz que: “Eu lhe darei certo mantra, e você irá, quinze minutos de meditação, dentro de seis meses vocês, você se tornará Deus”, estas coisas eles querem. Mandah manda-matayo. Manda-matayo significa conclusão muito tola. Eles não pensam que: “A solução para os problemas da vida pode ser comprada apenas pagando trinta e cinco dólares?”. Eles se tornaram tão tolos. Porque, se dizemos que, para solucionar os seus problemas de vida, você tem que seguir estes princípios: “Oh, isto é muito difícil. Melhor eu pagar trinta e cinco dólares e solucionar isto, criar uma solução”. Vêem? Então, eles querem ser enganados. Eles se chamam manda-matayo. E enganadores vêem e os enganam. Mandah sumanda-matayo manda-bhagya [SB 1.1.10]. Manda-bhagya significa que eles são desafortunados também. Mesmo Deus vem e faz propaganda de Si mesmo: “Por favor, venham a Mim”, oh, eles não se interessam por isso. Vêem? Portanto, desafortunados. Se alguém vem e lhe oferece um milhão de dólares, se você diz: “Eu não gosto disso”, então você não é desafortunado? Então, Chaitanya Mahaprabhu diz que:

harer nama harer nama harer nama eva kevalam

kalau nasty eva nasty eva nasty eva gatir anyatha

[Adi 17.21]

“Para a auto-realização, simplesmente cantem Hare Krishna e vejam o resultado”. Não. Eles não aceitarão. Portanto, desafortunados. Se vocês estão divulgando a melhor coisa, o processo mais fácil, mas eles não aceitam, eles querem ser enganados... Vêem? Mandah sumanda-matayo manda-bhagya hy upadrutah [SB 1.1.10]. E atormentados por muitíssimas coisas—esta esquematização, este esquema, aquele esquema, isto, aquilo, muitíssimas coisas. Esta é a posição deles. Vida curta, muito lentos, sem entender, e, se querem entender, eles querem ser enganados, eles são desafortunados, e perturbados. Esta é a posição dos dias atuais. Não importa se vocês nasceram na América ou na Índia, esta é toda a posição.

A Solução da Era de Kali

Então, há grande necessidade por este movimento, e estamos propagando este movimento da consciência de Krishna, e é prático, muito fácil, e precisamente adequado para esta era. Ele não considera o quanto você é qualificado. Ele não considera. Qualquer que possa ser sua vida passada, simplesmente venha aqui, cante Hare Krishna com sua língua—Deus lhe deu uma língua—e saboreie Krishna prasada, Banquete do Amor, e torne sua vida bem-sucedida. Um processo muito fácil. Assim, este é o nosso programa. Então, convidem qualquer um para se juntar a este movimento, e vocês se beneficiarão. E vocês verão na prática. É pratyaksavagamam dharmyam. No Bhagavad-gita, é dito que este processo de auto-realização é diretamente perceptível. Diretamente perceptível. Pratyaksavagamam dharmyam. Assim como, quando você, você pode entender que você está comendo, você pode entender que sua fome está sendo satisfeita, você pode entender que você está ficando forte. Então, você não precisa obter um certificado. Você mesmo pode compreender que se trata de algo excelente. Pratyaksavagamam. Pratyaksa significa diretamente, avagamam. Você compreende diretamente. Se você meditar, dita meditação, você não sabe até onde está progredindo. Vejam. Você está em esquecimento. Você não sabe. Mas, aqui, se você canta Hare Krishna, você sentirá diretamente, sente diretamente. Tenho muitíssimos estudantes, muitíssimas cartas, como eles estão sentindo diretamente. É excelente. Pratyaksavagamam dharmyam su-sukham kartum avyayam. E muito bom de executar. Cantem e dancem e comam. O que mais vocês querem? (risos) Simplesmente cantar, dançar e comer ótimas bolinhas doces, kachori. Deste modo, su-sukham e kartum avyayam. Enquanto executando, enquanto praticando este processo, ele é muito prazeroso, e avyayam. Avyayam significa que, o que quer que você faça, mesmo que você execute um por cento deste movimento, isso é seu pertence permanente. Pertence permanente. Se você fizer dois por cento, três por cento, quatro por cento... Mas não espere pela próxima vida. Termine, cem por cento. Não é muito fácil de executar; portanto, terminem. Não esperem, que: “Terminarei nesta vida certa porcentagem de auto-realização, e, na próxima vida, farei”. E qual é o teste da realização, terminar toda a porcentagem? O teste é o quanto você aprendeu a amar Deus, Krishna, isso é tudo. Você tem o seu amor, você ama alguém, mas, se você divide o seu amor, que: “Amarei este país e minha sociedade, minha namorada e isto e aquilo, ou namorado, e tentarei amar Krishna também”... Não. Isso também é bom, mas, se você der predominância, toda predominância, simplesmente para amar Krishna, você automaticamente amará outras coisas, e sua vida será perfeita. Outros casos amorosos não ficarão menos. Assim como uma pessoa consciente de Krishna, ela ama não apenas sua família e sociedade; ela ama mesmo o animal, ela ama mesmo a formiga, o amor dela é muito expandido. Trata-se de algo excelente. Quanto você pode amar? Qualquer coisa, tão logo haja algum desentendimento, o amor é destruído. Mas o amor de Krishna é tão sólido que você jamais destruirá, e o seu amor se expandirá universalmente. É algo excelente. E amor vocês têm. Vocês apenas erraram ao colocar sua capacidade amorosa em muitíssimas coisas. Simplesmente revertam isso para Krishna, e, quando vocês amarem Krishna perfeitamente, vocês verão que estão amando seu país, sua sociedade, seu amigo, mais do que vocês amavam antes. É algo excelente.

Portanto, adotem este movimento da consciência de Krishna e sejam felizes nesta vida e na próxima vida. Se vocês puderem concluir suas relações amorosas com Krishna nesta vida, então vocês fizeram cem por cento. Se não, qualquer porcentagem que vocês tenham feito nesta vida, isso permanecerá com vocês. Isso não partirá. Isso é assegurado no Bhagavad-gita, que sucinam srimatam gehe yoga bhrasto sanjayate. Aquele que não pode executar este processo de yoga completamente, cem por cento, ele recebe, no próximo nascimento, uma chance de nascer em uma família rica ou nascer em uma família muito pura. Duas alternativas. Então, quer vocês nasçam em família pura, quer em família rica, ao menos o nascimento de vocês como seres humanos está garantido. Mas, se vocês não adotarem este movimento da consciência de Krishna, vocês não sabem qual é o seu próximo nascimento. Há 8.400.000 diferentes espécies de vida, e vocês podem ser transferidos para qualquer uma delas. Se você for transferido para se tornar uma árvore... Assim como vi em São Francisco. Eles dizem que: “Esta árvore está de pé há sete mil anos”. Elas ficam de pé no terreno por sete mil anos. Os garotos, algumas vezes, são punidos pelos professores na escola: “Fique de pé no terreno”. Então, estas árvores são punidas, “fiquem de pé”, pela lei da natureza. Assim, existe a chance de se tornar uma árvore, há chance de se tornar um cachorro, um gato, ou mesmo um rato. Então, muitas vidas existem. Não percam a oportunidade da forma humana de vida. Tornem perfeito seu amor por Krishna e fiquem felizes nesta vida e na próxima.

Tradução de Bhagavan dasa (DvS) e revisão de Prana Vallabha devi dasi (DvS) e Prema Vardhana devi dasi (DvS)

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Domingo com música e literatura em parques da cidade



O programa Música nos Parques acontece no Parque dos Peladeiros, enquanto o Parque Barigüi recebe o Biblioparque, posto móvel de empréstimo gratuito de livros.

No fim de semana, a Fundação Cultural de Curitiba combina descontração e lazer com cultura, promovendo apresentações de música e atividades literárias em espaços urbanos. Neste domingo (14), às 15h30, o Parque dos Peladeiros sedia mais uma edição do Música nos Parques, com a apresentação do Grupo Serenô, enquanto o Parque Barigüi recebe o Biblioparque, posto móvel de empréstimo gratuito de livros, que atenderá das 10h às 18h. Em caso de chuva, o equipamento não poderá funcionar.

Um mergulho no universo do samba de raiz é a proposta do Grupo Serenô, que interpreta composições próprias como resultado de intenso trabalho de pesquisa sonora por todo o Brasil. Roseane Santos (voz e percussão), Marco Filgueiras (cavaco), Eduardo Gomide (voz e violão), Gustavo Proença (voz e percussão), Raphael Araújo (percussão) e Manchinha (gaita ponto) mostram que o samba nunca deixou de ser lamento, celebração dos amores e das dores, das alegrias e das saudades, além de revelar a existência do samba paranaense.

Com três anos de atuação no cenário musical curitibano, o Grupo Serenô une sonoridades vindas das chulas e modas de viola, do maracatu e das cirandas, do samba de roda e do samba de partido, até chegar à forma urbana de fazer samba. O show do grupo, neste domingo (14), integra o programa Música nos Parques, que seleciona as atrações por meio de edital do Fundo Municipal da Cultura. A quinta edição do programa conta com 13 espetáculos que serão apresentados até o dia 1º de maio de 2011, proporcionando lazer e diversão gratuita para milhares de curitibanos.

Literatura – Neste domingo (14), das 10h às 18h, o Biblioparque, posto móvel de empréstimo gratuito de livros, estará no Parque Barigüi. A iniciativa, que integra o programa Curitiba Lê, da Fundação Cultural de Curitiba, permite aos frequentadores do parque acrescentar literatura ao seu programa de lazer, mesmo que não tenham levado um livro de casa.

O Biblioparque é composto por um veículo movido a energia elétrica e uma estrutura adaptada para acomodar livros, periódicos, ombrelones, cadeiras para adultos e crianças, pufs e mesas desmontáveis. O espaço, que ocupa 200 metros quadrados, funciona todos os domingos, das 10h às 18h, atendendo diferentes endereços. Esta primeira unidade foi patrocinada pela Vivo, que também a responsável pelo gerenciamento da operação até abril de 2011, em parceria com a Fundação Cultural.

A programação inclui sessões de contação de histórias ao longo do dia, distribuição de marcadores de livros, além de pintura em livros de quadrinhos. A empresa também disponibiliza uma tela interativa que dá acesso às sinopses dos livros que podem ser emprestados e dois notebooks para navegação na internet. Junto ao Biblioparque, o público encontra ainda um local para descarte de aparelhos celulares e baterias velhas.

A população tem à disposição 300 títulos, com um total de 900 volumes. Nos próximos meses, o acervo atingirá 1.350 títulos e quatro mil volumes que oferecem uma variada gama de autores, entre eles Machado de Assis, Guimarães Rosa, Gonçalo Tavares, Isabel Allende e Mario Vargas Llosa, que conquistou o Prêmio Nobel de Literatura 2010, entre muitos outros. A escolha dos livros foi elaborada por uma comissão da Fundação Cultural de Curitiba.

Além da leitura no parque, quem quiser poderá emprestar os livros por 21 dias, de forma simples e sem burocracia. A devolução pode ser feita no próprio Biblioparque ou em qualquer das Casas da Leitura mantidas pela Fundação Cultural. Além do Parque Barigüi, o equipamento percorre o Bosque do Papa, Parque Tingüi, Parque Bacacheri e Parque São Lourenço.

Serviço:

Música nos Parques

Show do Grupo Serenô

Local: Parque dos Peladeiros (Rua Antonio Moreira Lopes, 328 – Cajuru)

Data e horário: 14 de novembro de 2010 (domingo), às 15h30

Entrada franca

Biblioparque, unidade de empréstimo gratuito de livros que compõe o programa Curitiba Lê, desenvolvido pela Fundação Cultural de Curitiba.

Local: Parque Barigüi

Data: dia 14 de novembro de 2010 (domingo)

Horário de funcionamento: das 10h às 18h

Entrada franca

Em caso de chuva, o equipamento não poderá funcionar

PROGRAMAÇÃO CINEMA CURITIBA

PROGRAMAÇÃO
De 12 a 18 de novembro de 2010

CINEMATECA - Sala Groff -

Rua Carlos Cavalcanti nº 1174 fone 41 3321-3252
(diariamente das 09h às 12h e das 14h às 22h30 – sábados e domingos das 14h30 às
22h30) www.fundacaoculturaldecuritiba.com.br

O SOL DO MEIO DIA (BR/2009 – 106’ – 35mm). Direção de Eliane Caffé. Elenco: Luiz

Carlos Vasconcelos, Chico Diaz, Cláudia Assunção, Ari Fontoura.
Após o trágico desenlace de um crime passional, Artur parte das profundezas do Brasil
para uma viagem em busca de sua redenção. No início da jornada ele conhece e une-se a
Matuim, dono de uma velha embarcação, cuja alma burlesca e anárquica contrasta com a
sua criando uma amizade de situações tensas e cômicas. A viagem rio abaixo termina de
forma abrupta e ambos seguem juntos por terra. É quando surge Ciara, uma mulher que
parte também do seu destino de origem indo em direção à cidade de Belém. Agora, as três
trajetórias se unem num triângulo amoroso que traz à tona o "fantasma" do crime passional
e também os segredos e conflitos de cada um deles. Classificação 16 anos

Prêmios:
Festival do Rio 2009: Melhor Ator (Chico Diaz e Luiz Carlos Vasconcelos).
33ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo: Prêmio da Crítica - Melhor Filme
Brasileiro.

De 12 a 17
Dias 12 a 15, sessões às 15h45, 18h e 20h
Dias 16 e 17, sessão somente às 15h45

LANÇAMENTO DE CURTAS-METRAGENS:

A GENTE NÃO QUER SÓ COMIDA! (BR/PR, 2010 -15’ - dvd). Direção de

Priscila Pacheco. Roteiro e montagem: Thiago Couto. Produção: Priscila Pacheco e Thiago
Couto. Criação: Simone Kobachuck e Élcio di Trento. Fotografia: Elisandro Dalcin Thiago
Couto Rafael Lopes e Eduardo Frade Miranda. Crianças: Augusto Henrique Scalco Varela,
Brendha Molina Sales, Camila Pires, Carolina Pires, Érica Loize Pastro Da Fonseca, Pedro
Henrique Garcia Leal, Samuel Silveiro Seixas

Do mundo da Escola para o mundo a Arte. Em “A Gente Não Quer Só Comida” o público
é levado a mergulhar num universo de criatividade e transformação. Com o objetivo de
mostrar a revalorização da arte como um dos fundamentos da formação humana, debatendo
a relação da arte no modelo de escolarização contemporânea, sete crianças de uma
escola pública de Curitiba, entre 9 a 10 anos, que não tinham contato com teatro, foram
convidadas a criar uma peça em parceria com a companhia de teatro de bonecos Cia
Kobachuk. Todo este processo de criação e descoberta estão retratados no filme, um dos
projetos viabilizados através do Edital Nós Na Tela 2010, uma iniciativa da Cinemateca
Brasileira.

VILA DAS TORRES 2014 (PR,2010 – 15’ - dvd). Direção de Willian Coutinho

Duarte, Lúcia Pego dos Santos, Marta Pego dos Santos e Bruno Mancuso. Curta-metragem
integrante do Projeto Olho Vivo.

O reflexo da realização da Copa do Mundo de 2014 em Curitiba na vida dos moradores de
Vila das Torres. O documentário é um bate-bola bem humorado em torno do mega evento
midiático visto a partir do ponto de vista de moradores da Vila das Torres, uma comunidade
carente situada na região central de Curitiba. Como a Vila das Torres é vista entre os pontos
turísticos de Curitiba? A Copa do Mundo trará algum benefício para esta comunidade?
Como os moradores da Vila das Torres podem se organizar para fazer parte deste jogo?
A partida já começou, vista as chuteiras e bola pra frente! Eleito o melhor filme da Mostra
Competitiva Nacional Nós na Tela.

Classificação livre para os dois programas

Dia 16, às 20h – entrada franca

5ª MOSTRA CINEMA E DIREITOS HUMANOS NA AMÉRICA DO SUL

De 17 a 23 – Entrada franca (ver programação anexa)

5ª MOSTRA CINEMA E DIREITOS HUMANOS NA AMÉRICA DO SUL

De 17 a 23 de novembro de 2010

Local
Cinemateca de Curitiba

Entrada franca

Uma realização da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, com produção da Cinemateca
Brasileira e patrocínio da Petrobras, a Mostra Cinema e Direitos Humanos na América do Sul é dedicada a obras que
abordam questões referentes aos direitos humanos, produzidas na região.

Nesta sua quinta edição, o evento atinge 20 capitais brasileiras e sua programação reúne 41 filmes, representando
dez países sul-americanos. A programação destaca uma homenagem ao ator argentino Ricardo Darin, a
retrospectiva Direito à Memória e à Verdade e uma seção de títulos contemporâneos, vários deles inéditos no Brasil.

17/11 – QUARTA-FEIRA

20h – Sessão de Abertura
ABUTRES - Pablo Trapero (Argentina/ Chile/ França/ Coréia do Sul, 107 min, 2010, fic)

Classificação indicativa: 16 anos

18/11 - QUINTA-FEIRA

14h
A VERDADE SOTERRADA - Miguel Vassy (Uruguai/ Brasil, 56 min, 2009, doc)
ROSITA NÃO SE DESLOCA - Alessandro Acito, Leonardo Valderrama (Colômbia/ Itália, 52 min, 2009, doc)

Classificação indicativa: 12 anos

16h
KAMCHATKA - Marcelo Piñeyro (Argentina/ Espanha/ Itália, 103 min, 2002, fic)

Classificação indicativa: livre

18h
A BATALHA DO CHILE II – O GOLPE DE ESTADO - Patricio Guzmán (Chile/ Cuba/ Venezuela/ França, 90 min,
1975, doc)

Classificação indicativa: 12 anos

20h
VIDAS DESLOCADAS - João Marcelo Gomes (Brasil, 13 min, 2009, doc)
PERDÃO, MISTER FIEL - Jorge Oliveira (Brasil, 95 min, 2009, doc)

Classificação indicativa: 14 anos

19/11 – SEXTA-FEIRA

14h – Audiodescrição
AVÓS - Michael Wahrmann (Brasil, 12 min, 2009, fic)
ALOHA - Paula Luana Maia, Nildo Ferreira (Brasil, 15 min, 2010, doc)
CARRETO - Marília Hughes, Claudio Marques (Brasil, 12 min, 2009, fic)
EU NÃO QUERO VOLTAR SOZINHO - Daniel Ribeiro (Brasil, 17 min, 2010, fic)
* Sessão com audiodescrição para público com deficiência visual. Classificação indicativa: 12 anos

16h
HÉRCULES 56 - Silvio Da-Rin (Brasil, 94 min, 2006, doc)

Classificação indicativa: 12 anos

18h
DIAS DE GREVE – Adirley Queirós (Brasil, 24 min, 2009, doc)
PARAÍSO - Héctor Gálvez (Peru/ Alemanha/ Espanha, 91 min, 2009, fic)

Classificação indicativa: 12 anos

20h
CARNAVAL DOS DEUSES - Tata Amaral (Brasil, 9 min, 2010, fic)
MEU COMPANHEIRO - Juan Darío Almagro (Argentina, 25 min, 2010, doc)
LEITE E FERRO - Claudia Priscilla (Brasil, 72 min, 2010, doc)

Classificação indicativa: 16 anos

20/11 – SÁBADO

14h
MÃOS DE OUTUBRO - Vitor Souza Lima (Brasil, 20 min, 2009, doc)
JURUNA, O ESPÍRITO DA FLORESTA - Armando Lacerda (Brasil, 86 min, 2009, doc)

Classificação indicativa: 12 anos

16h
HALO - Martín Klein (Uruguai, 4 min, 2009, fic)
ANDRÉS NÃO QUER DORMIR A SESTA - Daniel Bustamante (Argentina, 108 min, 2009, fic)

Classificação indicativa: 12 anos

18h
MARIBEL - Yerko Ravlic (Chile, 18 min, 2009, fic)
O QUARTO DE LEO - Enrique Buchichio (Uruguai/ Argentina, 95 min, 2009, fic)

Classificação indicativa: 14 anos

20h
O FILHO DA NOIVA - Juan José Campanella (Argentina/ Espanha, 124 min, 2001, fic)

Classificação indicativa: livre

21/11 – DOMINGO

14h
DOIS MUNDOS – Thereza Jessouroun (Brasil, 15 min, 2009, doc)
AMÉRICA TEM ALMA - Carlos Azpurua (Bolívia/ Venezuela, 70 min, 2009, doc)

Classificação indicativa: 12 anos

16h
CARRETO - Marília Hughes, Claudio Marques (Brasil, 12 min, 2009, fic)
BAILÃO - Marcelo Caetano (Brasil, 17 min, 2009, doc)
DEFENSA 1464 - David Rubio (Equador/ Argentina, 68 min, 2010, doc)

Classificação indicativa: 12 anos

18h
O ANO EM QUE MEUS PAIS SAÍRAM DE FÉRIAS - Cao Hamburger (Brasil, 110 min, 2006, fic)

Classificação indicativa: 10 anos

20h
EU NÃO QUERO VOLTAR SOZINHO - Daniel Ribeiro (Brasil, 17 min, 2010, fic)
IMAGEM FINAL - Andrés Habegger (Argentina, 94 min, 2008, doc)

Classificação indicativa: 12 anos

22/11 – SEGUNDA-FEIRA

14h – Audiodescrição
PRA FRENTE BRASIL - Roberto Farias (Brasil, 105 min, 1982, fic)
* Sessão com audiodescrição para público com deficiência visual.

Classificação indicativa: 14 anos

16h
A CASA DOS MORTOS - Debora Diniz (Brasil, 24 min, 2009, doc)
CLAUDIA - Marcel Gonnet Wainmayer (Argentina, 76 min, 2010, doc) Classificação indicativa: 14 anos

ALOHA - Paula Luana Maia / Nildo Ferreira (Brasil, 15 min, 2010, doc)
AVÓS - Michael Wahrmann (Brasil, 12 min, 2009, fic)
CINEMA DE GUERRILHA - Evaldo Mocarzel (Brasil, 72 min, 2010, doc)

Classificação indicativa: 12 anos

20h
GROELÂNDIA - Rafael Figueiredo (Brasil, 17 min, 2009, fic)
MUNDO ALAS - León Gieco, Fernando Molnar, Sebastián Schindel (Argentina, 89 min, 2009, doc)

Classificação indicativa: 12 anos

23/11 – TERÇA-FEIRA

14h
ENSAIO DE CINEMA - Allan Ribeiro (Brasil, 15 min, 2009, fic)
108 - Renate Costa (Paraguai/ Espanha, 91 min, 2010, doc)

Classificação indicativa: 12 anos

16h
VLADO, 30 ANOS DEPOIS - João Batista de Andrade (Brasil, 85 min, 2005, doc)

Classificação indicativa: 14 anos

18h
A HISTÓRIA OFICIAL - Luis Puenzo (Argentina, 114 min, 1985, fic)

Classificação indicativa: 16 anos

20h
XXY - Lúcia Puenzo (Argentina/ França/ Espanha, 86 min, 2006, fic)

Classificação indicativa: 16 anos

II Seminário BNB

Seminário aprofunda debate sobre convergências entre políticas de cultura, comunicação e educação



Discutir a política cultural na contemporaneidade em suas mais diversas expressões, a partir de amplas perspectivas analíticas. É este o objetivo geral do II Seminário BNB de Política Cultural, que o Banco do Nordeste realiza no período de 16 a 18 deste mês (terça a quinta-feira), com entrada franca.

O evento é uma iniciativa conjunta do Ambiente de Gestão da Cultura do BNB e da Universidade Corporativa do Banco do Nordeste. As inscrições estão abertas na recepção do Centro Cultural Banco do Nordeste-Fortaleza (rua Floriano Peixoto, 941 - Térreo - Centro - fone: (85) 3464.3108).

Nesta segunda edição do Seminário, o tema específico é "Cultura, Comunicação e Educação", cujo intuito é aprofundar o debate em torno da convergência entre as políticas de cultura, comunicação e educação, compreendendo que estes três campos do conhecimento humano são fundamentais para a formação cidadã e para o fortalecimento da democracia.

O evento é dirigido aos seguintes públicos: gestores públicos municipais, estaduais e federais; pesquisadores, professores e alunos de cursos de Ciências Humanas, profissionais da área cultural, interessados na temática e público interno do Banco do Nordeste.

Após o credenciamento dos participantes - na terça-feira, de 16h às 18h - e a abertura do evento, às 18 horas, o Seminário terá como primeira atividade o programa de debates Papo XXI, tendo como figura central Muniz Sodré, que abordará o tema "Convergências entre cultura, comunicação e educação na contemporaneidade", a partir das 19 horas.

Muniz Sodré é professor Livre-Docente em Comunicação pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Atualmente é professor titular da UFRJ e presidente da Fundação Biblioteca Nacional, órgão vinculado ao Ministério da Cultura. Ele possui cerca de 30 livros publicados nas áreas de Comunicação e Cultura. O mediador da conversa será o curador do Seminário e professor Alexandre Barbalho, das Universidades Estadual e Federal do Ceará (UECE e UFC).



Programação da quarta-feira, 17

As atividades desse dia têm início às 16h, com o Painel 1, intitulado "Cultura e Comunicação: interfaces acadêmicas", tendo como expositores Lia Calabre, da Fundação Casa de Rui Barbosa (RJ) e o professor Silas de Paula, da UFC, e como mediador Alexandre Barbalho (UECE e UFC). Às 18h, haverá o lançamento do segundo volume da Coleção Textos Nômades, editada pelo BNB, com o título "Políticas Culturais no Brasil: História e Contemporaneidade", de autoria de Lia Calabre.

De 18h30 às 20h30, acontecerá o Painel 2, denominado "Cultura, Comunicação e Educação: Experiências", tendo como expositores Fabiano dos Santos (Ministério da Cultura) e Rachel Gadelha e Maria Amélia Mamede (ambas da empresa Via de Comunicação). Media este painel o gerente de Gestão da Cultura do BNB, Tibico Brasil.



Programação da quinta-feira, 18

Nesse dia, as atividades começam às 16 horas, com a realização do Painel 3, "Cultura e Educação: interfaces acadêmicas", tendo como expositores Albino Rubim, da Universidade Federal da Bahia (UFBA), e Aldo Victorio Filho, da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ). O painel tem como mediadora Jacqueline Medeiros, do Banco do Nordeste e da UERJ.

O último painel (Painel 4) do Seminário acontecerá às 18h30, com o tema "Cultura, Comunicação e Educação: Políticas", tendo como expositores representantes das secretarias de Cultura de Fortaleza e do Estado do Ceará. A mediadora será Kadma Marques, da UECE.

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Um Fla-Flu literário



Lima Barreto versus Coelho Neto -

Um Fla-Flu literário
de Mauro Rosso


Páginas: 240

No ground, alinhados para um clássico match de football, estão crônicas, artigos e contos. Na torcida, leitores fanáticos, rubro-negros e tricolores, sedentos do grito de goal.No comando das equipes, dois managers de primeira linha, dois gênios da literatura brasileira.
Ah, o referee? Deixa pra lá...

Coelho Neto é o cartola por opção. Lima Barreto é o anticartola por definição. Os viris shoots trocados entre os dois nos bastidores, quer dizer, na imprensa, dão o tom desta verdadeira batalha pela Jules Rimet da intelectualidade, com direito a expulsões, ironias e muito, muito humor.

Neste livro, ou melhor, neste templo sagrado da literatura, é possível dizer que há um scratch favorito?






um lançamento da



Van Rijn


Van Rijn
de Sarah Emily Miano

447 pag

Por meio de duas perspectivas narrativas "uma a partir do próprio diário de Van Rijn Rembrandt, e outra do ponto de vista do jovem editor Pieter Blaeu" Sarah Emily Miano apresenta a história desse grande pintor obscuro, mostrando sua rotina de criação, suas manias e, principalmente, sua relação com a arte.
Quando Pieter conhece uma poeta chamada Clara, cujo interesse por Rembrandt se iguala ao dele, uma história de amor tem início ao tentarem desvelar e compreender o misterioso homem - da ascensão à fama e riqueza até o declínio de popularidade e a pobreza. Não por acaso era o grande mestre na arte de revelar e ocultar.
Uma aula histórica, em que o leitor pode aprender acerca de várias personalidades artísticas e políticas da época. É notável a técnica da autora em descrever o processo criativo do pintor. Outra característica marcante do livro é o modo como Sarah aborda as paisagens, pois a todo instante o leitor tem a impressão de que um quadro está sendo descrito.
Escrito com intensa força imaginativa, Van Rijn não apenas dá vida ao mais misterioso de todos os pintores, mas também ao extraordinário e encantado mundo da Amsterdã do século XVII. Romance esplendidamente cativante e sugestivo, de uma autora que se encontra no seleto grupo dos novos e brilhantes talentos.


REMBRANDT HARRNENSZOON VAN RIJN, pintor e gravador holandês, nasceu no dia 15 de julho 1606, em Leyden. Famosoáe rico aos trinta anos, morreu incompreendido e na miséria aos 63. Em seu testamento deixou "algumas roupas de linho ou lã minhas coisas de pintor" e os quadros que marcaram um dos pontos culminantes na história da pintura.
Dono de um moinho à beira do rio Reno, seu pai, Harmen Gerritz, foi um homem pobre. Seu tempo era dedicado ao trabalho, à mulher - Neeltgen van Zuytbrouck -, aos cinco filhos e ao rio Reno, que se chama em holandês Rijn. Amou o rio, incorporou seu nome e passou a assinar. Harmen Gerritz van Rijn. Em casa, todos moíam o grão, só o quinto filho gostava mais de pintar do que moer e não queria deixar a escola. Fazendo sacrifícios, o pai Harmen matriculou Rembrandt na Universidade de Leyden, mas n ao conseguiu mantê-lo ali mais que nove meses.
Aos quinze anos Rembrandt larga a universidade, mas Van Swanenburgh não permite que largue a pintura. Jacob Isaaksz van Swanenburgh ensina as técnicas básicas, o preparo das tintas, a montagem das telas, a disciplina do desenho. Em 1623, a conselho do professor, Rembrandt vai para Amsterdam, a fim de "alargar os horizontes". Passa quase quatro anos freqüentando o atelier do pintor romanista Pieter Lastman, a primeira grande influência sobre a arte do moço Rembrandt. Lastman era um pintor da moda, formado na Itália. Desenvolvia no aluno o gosto pelos efeitos violentos e dramáticos, e o amor pela representação de enfeites, jóias e tecidos.

Desprezado pelos contemporâneos, chegou - por isso mesmo - à imortalidade.

Em 1627 Rembrandt volta a Leyden e instala seu próprio atelier, com Jan Lievens. No ano seguinte chama Gerard Dou - um menino de catorze anos - para trabalhar com eles. As primeiras águas-fortes são desta época.
O atelier vai muito bem, com encomendas particulares. Bock, o comerciante de arte, oferece um contrato vantajoso e Rembrandt resolve instalar-se em Amsterdam, em 1631. Um ano depois já é pintor famoso, um dos mais caros e procurados da cidade. Retrata os ricos e bem-sucedidos burgueses, pois pertence à moda enfeitar com o próprio retrato a parede da sala. Se o retrato é assinado por Rembrandt, aumenta o respeito pelo retratado.
É em 1632 que pinta um dos seus quadros mais famosos: A Lição de Anatomia do Doutor Tulp, que faz imediato sucesso e provoca dezenas de encomendas de retratos em grupo.
1634 é importantíssimo na vida do pintor. Neste ano atinge o auge da fama e prosperidade. No mesmo ano casa-se com Saskia van Uylenburgh - jovem, bonita, de boa família. Freqüenta a melhor sociedade e traz um bom dote. Instalam-se numa enorme casa na Jodenbreestraat, que transformam em centro de reunião social e em museu de objetos raros, móveis antigos, louças preciosas, tecidos caros e jóias belíssimas. O antigo e o modemo conseguem conviver naquela casa.
Seu atelier é um dos maiores da Europa e o mais famoso. Tem muitos alunos (entre eles Bol, Koninck, Flinck) e uma clientela tão entusiasmada como rica.
Essa tranqüilidade é perturbada pela morte precoce dos filhos. De quatro, três falecem antes de um ano; apenas o quarto, Tito, atingirá a idade adulta. Por fim, em 1642, morre-lhe a esposa, Saskia.
1642: ano do primeiro fracasso. Um quadro que fizera por encomenda - A Mudança de Guarda da Companhia
do Capitão Frans Bonninck Cocs, hoje conhecido como A Ronda Noturna - é recusado pelo capitão porque, em primeiro lugar, "encomendara o seu retrato e não o retrato da Companhia"; em segundo lugar, porque aquela não era uma cena de mudança de guarda e sim "o cenário de uma ópera-bufa"; e, em terceiro lugar, porque o preço era "muito alto". Os debates prejudicam Rembrandt. É acusado de pintar o que lhe agradasse.
Isto era verdade. Os burgueses esperavam ver as paredes de suas casas cobertas por quadros que retratassem o dono da casa, a dona da casa, os filhos, os criados, as roupas, os objetos de uso, os móveis, os animais de estimação, até a comida - como se a imagem pudesse perpetuá-los e preservar para sempre os seus haveres. Enquanto os clientes queriam retratos e não críticas, imagens do rosto e do corpo e não análises de suas almas, Rembrandt retratava o que queria, o que ele via e sentia. E entre centenas de retratos, pintados nos anos de 1630 a 1645, Rembrandt chegou inclusive a pintar auto-retratos - como se alguém comprasse o retrato de outro homem - e os retratos dos rabinos da rua onde morava - como se alguém comprasse o retrato de um judeu. No entanto, de tempos em tempos, Rembrandt sentava-se diante do espelho e - num exercício de estilo e investigação - retratava-se, procurando nos olhos e na boca o sinal do tempo, da paixão, da vida. Em seu próprio rosto, ele retratava principalmente a passagem do tempo e das dificuldades do dia-a-dia.


um lançamento





A pluma do Diabo


A pluma do Diabo
The Devil´s feather
de Minette Walters


Páginas: 420

Com empresas particulares de segurança fornecendo guarda-costas em tudo quanto é palco de guerra, quem vai notar o surgimento de um psicopata sexual nas fileiras de mercenários?

A correspondente da Reuters, Connie Burns, está bastante familiarizada com o inferno: já cobriu os conflitos civis em Serra Leoa e a guerra no Iraque. No entanto, ao suspeitar que um estrangeiro está se aproveitando do caos para levar a cabo fantasias sádicas, ela se empenha em levá-lo à Justiça e cria uma situação devastadora.

Humilhada e assustada decide se esconder numa área rural da Inglaterra e acaba fazendo amizade com Jess Derbyshire, jovem solitária cuja natureza reclusa parece ocultar segredos. Connie ganha força com a ajuda da nova amiga e toma a arriscada decisão de tentar desmascarar, pela terceira vez, um serial killer...

Ciente de que ele virá atrás dela!

Tensão insuportável. Clímax eletrizante.” Sunday Telegraph

Uma das mais poderosas autoras de thriller psicológico da atualidade.” Daily Express

A autora eleva o gênero a um novo patamar.” Independent



A AUTORA

MINETTE WALTERS vive em Dorset com o marido e os dois filhos. Trabalhou como editora de uma revista, mas atualmente é escritora em tempo integral. Está traduzida em mais de 30 idiomas.

Com seu primeiro livro, The Ice House, recebeu o Prêmio John Creasey da Crime Writers’ Association — CWA — (melhor suspense de estreia, 1992). Rapidamente, ganhou reputação como uma das mais notáveis autoras de suspense da atualidade, e seu segundo livro, A Escultora, foi aclamado pela crítica como uma das obras mais arrebatadoras e poderosas do ano, recebendo o Prêmio Edgar Allan Poe (melhor suspense publicado nos Estados Unidos, 1993).

Em 1994, Minette alcançou seu terceiro grande êxito quando The Scold’s Bridle foi premiado com o CWA Gold Dagger (melhor suspense do ano). Seus livros seguintes, The Dark Room, The Echo, The Breaker, The Shape of Snakes e Acid Row, foram igualmente aclamados pela crítica mundial.

Raposa à Espreita, sua estreia na Bertrand Brasil, também foi premiado com o CWA Gold Dagger (melhor ficção).



www.minettewalters.com

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COMO ENTENDER O EFEITO SOMBRA NA SUA VIDA


COMO ENTENDER O EFEITO SOMBRA NA SUA VIDA
de DEBBIE FORD
Páginas: 224

Por que as pessoas boas fazem coisas ruins? Porque todos possuímos uma Sombra, o lado obscuro de nossa personalidade que através de seus impulsos furtivos e muitas vezes ocultos influenciam as nossas decisões do dia a dia. Neste livro, Debbie Ford, a principal especialista e coautora do livro/filme O Efeito Sombra revela o conflito de duas forças que existem dentro de nós: uma força que nos leva a viver de acordo com os nossos valores, a dar e receber amor e a ser uma pessoa íntegra; e a outra força que nos impede de progredir, que sabota os nossos esforços e nos leva a fazer escolhas que não nos favorecem, num processo de autossabotagem. O propósito de Debbie com este livro e oferecer instrumentos para por abaixo o falso eu, encontrar a lacuna entre a luz e a escuridão e viver uma vida autêntica.

UM LANÇAMENTO
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Gestão do Conhecimento: Um Guia Prático Rumo à Empresa Inteligente


Gestão do Conhecimento: Um Guia Prático Rumo à Empresa Inteligente

de Klaus North



Nº de páginas: 312

Gestão do Conhecimento: Um Guia Prático Rumo à Empresa Inteligente apresenta os aspectos mais importantes da gestão do conhecimento (GC) nas empresas e oferece uma metodologia prática de implementação da GC tanto nas pequenas e médias empresas como nas grandes.
As rápidas mudanças nos mercados e a alta velocidade de inovação provocam queda de preços, ciclos de vida do produto mais curtos, individualização das necessidades do cliente e nascimento de novos campos de negócio. Todas essas características exigem maior eficiência e eficácia das empresas. Para isso devem ser mobilizados todos os recursos de conhecimento na empresa.

UM LANÇAMENTO







NEM SÓ DE PÃO VIVE O HOMEM:


NEM SÓ DE PÃO VIVE O HOMEM:

Criação e funcionamento do Serviço de Recreação Operária (1943-1945)

Angela Brêtas

164 páginas

UM LIVRO QUE É FUNDAMENTAL E COMPLEMENTA
VIDA DIVERTIDA:
Histórias do lazer no Rio de Janeiro (1830-1930)
de Victor Andrade de Melo e Andrea Marzano (orgs.) da mesma editora(E.C.)

O livro aborda a política voltada para os operários no governo Vargas através da análise da criação em 1943 pelo Ministério do Trabalho, Indústria e Comércio, do Serviço de Recreação Operária. O objetivo do serviço era proporcionar recreação e lazer aos operários, intervir no tempo livre do trabalhador e direcionar suas atividades culturais.

A AUTORA:

Angela Bretâs é doutora em educação pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Atualmente, além lecionar na Escola de Educação Física e Desportos da Universidade Federal do Rio de Janeiro, também coordena o grupo ESQUINA – Cidade, Lazer e Animação Cultural (EEFD/UFRJ).



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