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sexta-feira, 28 de novembro de 2014

Curso da Regional Boa Vista recebe Prêmio Cultura Hip Hop 2014 da Funarte



A Fundação Nacional de Artes (Funarte) publicou, nesta quinta-feira (27), o resultado final do Prêmio Cultura Hip Hop. Dois artistas curitibanos foram contemplados no edital: Ayron Ferreira dos Santos, com o projeto Hip Hop ao Alcance de Todos, e Sesóstris Filipe Armstrong Oliveira, com o projeto Aulas de Breaking na Rua da Cidadania Boa Vista.
O curso de breaking, a dança do movimento hip hop, leva todas as semanas mais de 40 alunos ao espaço da Fundação Cultural de Curitiba na Administração Regional da Boa Vista. O curso é oferecido gratuitamente por Sesóstris, que é premiado em competições no Paraná e em outros estados. Ele é morador do bairro Boa Vista e formado em Educação Física. Militante e multiplicador do movimento hip hop, tem se dedicado a projetos sociais e de arte-educação.

Sobre o Prêmio 
– Realizado pela Funarte, em parceria com a Secretaria de Cidadania e Diversidade Cultural do Ministério da Cultura, a segunda edição do Prêmio Cultura Hip Hop selecionou iniciativas relacionadas com a promoção continuada da cultura hip hop. Nesta edição foram, no total, 166 projetos de todo o país contemplados em duas categorias, sendo 14 premiações no valor de R$ 20 mil, concedidas a instituições privadas sem fins lucrativos, e outras 150 no valor de R$ 14,3 mil para pessoas físicas e grupos ou coletivos “sem constituição jurídica” – categoria em que estão os dois projetos curitibanos.
O objetivo do programa é estimular e valorizar as iniciativas do gênero, considerando sua influência no modo de vida da juventude, através da divulgação de suas expressões culturais, da ampliação da sua visibilidade e do fortalecimento de sua identidade cultural. Com o Prêmio, a Funarte e a SCDC/MinC pretendem, ainda, contribuir para a consolidação e o fortalecimento das expressões culturais do Movimento Hip Hop, visando à sua continuidade e para o incentivo financeiro de artistas, grupos e comunidades praticantes das diferentes linguagens do gênero no Brasil.
Aulas de Breaking na Rua da Cidadania Boa Vista
Dias: terças e quintas-feiras
Horário: 18h30 às 20h30
Classificação: Livre
Valor: Gratuito
Orientador: Sesóstris Filipe Armstrong Oliveira

sexta-feira, 3 de outubro de 2014

Mariana Degani leva o seu novo projeto musical à Funarte dia 05 de outubro

Cantora apresenta as canções e projeções de “Furtacor” no “CIRCO PARA TODOS”


Mulher de muitas faces, a compositora, cantora e artista visual Mariana Degani (vocalista da banda Loungetude46) lança primeiro trabalho solo, o projeto audiovisual “Furtacor”. O show de estreia acontece, dia 05 (domingo), às 17h, no “CIRCO PARA TODOS”.

Mariana é uma poeta das artes visuais e da ilustração! Através da arte, ela busca caminhos para criação de suas músicas. Ao lado do parceiro Remi Chatain (músico da Trupe Chá de Boldo, multi instrumentista e produtor) abre seu caderno de criações musicais e o transforma em cena.

“Furtacor”é um espetáculo audiovisual, onde o palco se transfigure em janela e paisagens sonoras chegam ao público. Nessa apresentação, a cantora convida o músico Vitor Hugo.


Mariana Degani é compositora, cantora e artista. Formada em Moda, trabalhou como estilista, figurinista e produtora. Aos 18, descobriu o canto nas rodas de samba e conheceu (o produtor musical e multi instrumentista) Remi Chatain, seu parceiro criativo e de vida. Em 2007, com Verônica Alves (comparsa em invenções, delírios visuais, poéticos, e tantos outros), forma o duo de ilustração "Pupillas". Na mesma época integra como vocalista o grupo Loungetude46, com quem gravou dois discos e fez shows pelo Brasil e na Europa.




Serviço
Dia: 05 de outubro
Horário: 17h
Local: FUNARTE
Endereço: Alameda Nothmann, 1058 – Campos Elíseos
Valor do ingresso: R$ 20 / R$ 10 (meia entrada)
Informações:  11 3662 5177
Faixa etária: Livre

terça-feira, 20 de maio de 2008

Relações entre o olhar e as produções artísticas


Exercícios do Olhar – Conhecimento e visualidade
Carmen S. G. Aranha

Número de páginas: 112

Estudar os sentidos da criatividade humana e tentar mapeá-las são os grandes desafios aos quais se propõe Exercícios do olhar – Conhecimento e visualidade, lançamento de Editora Unesp em parceria com a Funarte, neste lançamento conjunto da Coleção Arte e Educação. A obra, escrita pela professora de artes Carmen S. G. Aranha, procura encontrar, por meio de análise e exemplos, certas correlações visuais nas obras de arte ao longo da história.

Ao desenvolver um trabalho de investigação empírica junto a professores de artes plásticas, Aranha constatou que a produção artística genuína é gerada quando ao aluno é proporcionada a liberdade criadora, que emerge da inspiração. Sem isso, os alunos mostram dificuldades em desenvolver a arte. O passo seguinte dos estudos foi buscar a raiz dessas dificuldades, o que levou a autora a observar a cultura como chave da questão que se apresentava. Considerando o olhar como síntese desta cultura, a obra analisa a criatividade plástica como uma das maneiras de codificação das relações culturais em materialidades características das artes visuais.

Após um estudo de caso de quatro anos, em que observou alunos de ensino Fundamental e Médio em visitas a exposições do Museu de Arte Contemporânea, Aranha desenvolveu seu trabalho buscando as relações estabelecidas entre o olhar e a produção artística exposta. As conclusões da pesquisa são apresentadas em Exercícios do Olhar e revelam que tal relação constitui as bases da organização do conhecimento do mundo. Os resultados obtidos apontam também para a idéia de criatividade como característica inerente ao homem.

Ao estudar organização do conhecimento visual, a autora busca ainda as mudanças essenciais provocadas na linguagem da arte ao longo da história. Para isso, a obra remonta ao barroco, com sua expressividade e profundidade no espaço bidimensional. Deste ponto, a autora analisa então as transformações da arte clássica em certas estruturas da arte moderna do século XX. Por fim, o livro se ocupa em mostrar as relações de passagem para as tensões características da arte atual.

Sobre a autora - Carmen S. G. Aranha é professora associada da Divisão Técnico-científica de Educação e Arte do Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo desde 1993. Atuou no Ensino Fundamental e no Ensino Médio como professora de Artes Plásticas e História da Arte. Foi docente da Fundação Armando Álvares Penteado entre 1982 e 1993, na cadeira de Metodologia do Ensino para Professores de Arte.

Lançamento da Editora UNESP