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quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

Intervenções urbanas de Estevan Reder em exposição no Museu da Fotografia


A exposição fotográfica “Ser Passagem” que conta também com intervenção em lambe-lambe em escala monumental pelo centro Curitiba, abre para visitação nesta terça-feira (13), às19h, no Museu da Fotografia Cidade de Curitiba no Solar do Barão.
O fotógrafo Estevan Reder que tem seu trabalho reconhecido na fotografia com intervenções em várias capitais do Brasil e América Latina usando a técnica de lambe-lambe, traz oito imagens em escala aumentada para o Museu e para a rua. O cotidiano das pessoas nas diversas capitais do Brasil e da América Latina é o alimento substancial para a obra do fotógrafo. Em todo seu acervo, são as pessoas andando pelas ruas das cidades que contribuem para a análise que o fotógrafo tem sobre a sua obra focada essencialmente no ser humano.

Depois de fotografadas, essas pessoas são “transportadas” de um lugar para o outro através da técnica de lambe-lambe – impressão digital em papel, recortada e aplicada nas ruas em escala natural.  As imagens que viram intervenção urbana, são provocativas e chamam o público a questionar a informação de sua presença em sua ausência de um corpo não corpo. Do estabelecimento de vínculos materiais e simbólicos, da apropriação do espaço e do tempo da vida de outros é a síntese de todo o trabalho do fotografo que tem se fundamentado também no transporte dos seres de um lugar para o outro anonimamente.
A exposição
Em cartaz até o dia 12 de fevereiro de 2017, “Ser Passagem” leva para o Museu da Fotografia oito imagens ampliadas de pessoas cuja imagem não estará lá, apenas o entorno onde ela foi fotografada. Em seguida, através de um mapeamento, a imagem dessas pessoas será ampliada em escala monumental e distribuídas em diversos pontos centrais da cidade. O conceito da exposição/intervenção é parte de todos os processos de pesquisa e identidade do trabalho de Estevan.
Sobre o fotógrafo
Estevan Reder é formado em Comunicação Social com habilitação em Publicidade e Propaganda iniciando seu trabalho com fotografia há mais de 07 anos. Coordenou laboratório de revelação fotográfica para cursos de Jornalismo e Arte, fez participação no programa Decora da GNT apresentando seu trabalho em técnica em lambe e em seguida foi publicado pela Revista Casa e Jardim com o mesmo conteúdo apresentado no programa.

Suas intervenções podem ser vistas por diversas capitais do Brasil e América Latina com destaque para a ação no Edifício Moinho Rebouças – Fundação Cultural de Curitiba junto ao projeto Subtropical e nas escadarias do TUC – Teatro Universitário de Curitiba.
Fez parte do projeto “Relative Project” do fotografo canadense Wayne Eardley etapa Brasil para a revista on line National Geografic. Seu trabalho pode ser visto também nas exposições do Clube da Colagem de Curitiba no Sesc Centro e no Atelier Soma. Participou da quinta edição da feira de lambes Red Bull Station em São Paulo.
www.vantees.org
SERVIÇO:
Exposição SER PASSAGEM, de Estevan Reder
Local: Museu da Fotografia – Solar do Barão
Endereço: Rua Presidente Carlos Cavalcanti, 533 – Centro, Curitiba
Horário de visitação: das 9h às 12h e 14h às 18h (3ª a 6ª feira) e 12h às 18h (sábado e domingo)
Entrada franca

Fotógrafa curitibana Charly Techio expõe sua nova produção no Museu da Fotografia


           

A fotógrafa curitibana Charly Techio inaugura nesta terça-feira (13), às 19h, no Museu da Fotografia Cidade de Curitiba, a sua exposição “Estado de Suspensão”. Nesta mostra, composta por trabalhos realizados a partir de 2013, a fotógrafa explora retratos e autorretratos associados a alguns elementos, como caveiras e animais.
            A exposição dá continuidade a uma série desenvolvida em Berlin durante uma residência artística, onde Charly capturou imagens de locais abandonados após a queda do Muro, além do ateliê de um taxidermista (profissional que reconstrói animais para estudo e exibição, principalmente em Museus de História Natural), se colocando em algumas imagens para ressignificá-las.  Lugares visitados posteriormente, incluindo a Floresta Amazônica, foram explorados partindo da mesma pesquisa relativa à sensação de melancolia, questões psicológicas, finitude e transitoriedade, temática recorrente em seu trabalho.
Sobre a artista - Charly Techio é formada em publicidade (UTP, 1998), pós-graduada em Fotografia (UniCuritiba, 2003) e em História da Arte Moderna e Contemporânea (Embap, 2010). É supervisora do Curso de Fotografia do Centro Europeu de Curitiba (desde 2005) e do Curso de Artes Visuais (desde 2015), onde ministra aulas de foto arte.
A artista participou de diversas mostras coletivas e salões de arte, como o 15º MAM Bahia (2008), 63º Salão Paranaense (2009), 6º Salão dos Artistas Sem Galeria (São Paulo e Belo Horizonte, 2015), e o 3º Salon d'Automne França-Brasil (São Paulo, 2015); mostra “Diversidade e Afinidades: Universo x Reverso” acervo do Espaço Cultural Contemporâneo (Brasilia, 2010), "Momento Criativo da Arte Contemporânea Brasileira", AVA Galleria (Helsinque, 2015) e no Consulado do Brasil nos Estados Unidos (Nova York, 2015).
Em 2009, recebeu menção honrosa pelo ensaio apresentado para o Foto Arte Brasília, em 2010 ficou em 1º  lugar no Salão de Arte de Atibaia (SP) e em 2013 recebeu menção especial pelo Conjunto da Obra, no Salão de Arte Contemporânea de Ponta Grossa.
Individualmente expôs seu trabalho na Secretaria de Estado da Cultura do Paraná (Curitiba, 2005), no Museu de Arte Contemporânea de Cascavel (PR, 2007), na Galeria Lunara (Porto Alegre, 2008), no Palacete dos Leões (Curitiba, 2011), na Fnac (Curitiba, 2013) e na Galeria Ponto de Fuga (Curitiba, 2013). Participou da residência artística Berlin_im_Fokus durante o mês de junho de 2013, na Alemanha, e expôs seu trabalho realizado neste período no Bethaniem Haus, em Berlim.  

Serviço:
Exposição Estado de Suspensão , de Charly Techio
Local: Museu da Fotografia Cidade de Curitiba – Solar do Barão (R. Carlos Cavalcanti, 533)
Abertura: 13 de dezembro de 2016 (terça-feira), às 19h
Período: de 14 de dezembro a 12 de fevereiro de 2017; de terça a sexta-feira, das 9h às 12h e das 14h às 18h; sábados,  domingos e feriados das 12h às 18h.
Entrada franca.

segunda-feira, 25 de julho de 2016

Exposições de André Nacli e Milton Boeira entram em cartaz no Museu da Fotografia

 
 

Duas novas exposições ocupam as salas do Museu da Fotografia Cidade de Curitiba a partir da próxima terça-feira (26). O artista visual Milton Boeira inaugura a exposição “A Minha Metrópole”, com trabalhos que envolvem fotografia, artes plásticas e instalação. O fotógrafo André Nacli apresenta a mostra “Pós-Poste”, com obras que revelam o seu interesse pela geografia e arquitetura.
Na exposição “A Minha Metrópole”, o artista Milton Boeira faz um mix de registros fotográficos do cotidiano de Curitiba colados, pintados e moldados sobre um grande painel suspenso, incitando o questionamento do público sobre a função da pintura e da tridimensionalidade diante da ruptura dos limites da fotografia. “A reflexão artística invade o espaço social quando insiro um segundo objeto nesta nova exposição, nas proximidades do painel. Dou completude ao trabalho exposto anteriormente, concluindo a minha metrópole”, afirma Milton.
O artista não dissocia arte de crítica social. “Desde a construção de minha última exposição, tenho estudado muito sobre a situação do acúmulo de resíduos urbanos, de descartes do consumo. São objetos de estudos que não se pretendem inovadores nas artes, mas que me tocaram nos últimos tempos. Vejo que não apenas a arte, mas as grandes reflexões são igualmente cíclicas”, observa. A exposição individual “A Minha Metrópole” tem curadoria Clotilde Lainscek e Silvio Crisóstomo.
           
Postes de luz - Com curadoria de Eder Chiodetto, a mostra de André Nacli reúne fotografias que investigam noções de apropriação, deslocamento e ressignificação a partir dos antigos postes de luz da Companhia Paranaense de Energia (Copel).
            André Nacli cursou arquitetura e o interesse pela área se perpetuou e hoje reflete na forma em que enxerga o mundo e realiza seu trabalho fotográfico. Seu campo de investigação é resultado da união do mundo arquitetônico com o mundo natural. O tempo, o silêncio, as forças da natureza e a obra do homem são temas recorrentes em seus trabalhos.
 
Serviço:
Exposições do Museu da Fotografia Cidade de Curitiba
“A Minha Metrópole”, de Milton Boeira. Curadoria de Clotilde Lainscek e Silvio Crisóstomo
“Pós-Poste”, de André Nacli. Curadoria de Eder Chiodetto
Local: Museu da Fotografia – Solar do Barão (R. Carlos Cavalcanti, 533)
Abertura: 26 de julho de 2016 (terça-feira), às 19h
Datas e horários: Até 29 de setembro, de terça a sexta-feira, das 9h às 12h e das 14h às 18h.
Entrada franca.
 

quarta-feira, 18 de maio de 2016

Maior e atualizado, Museu da Fotografia recebe a mostra "Arquétipos"


Em novo espaço no Solar do Barão, o Museu da Fotografia Cidade de Curitiba recebe na próxima quinta-feira, às 20h, a abertura da exposição Arquétipos, de Sonia Regina Lyra. A mostra tem curadoria do fotógrafo Alberto Melo Viana que, junto com Sonia, selecionou 20 imagens que representam mitos, contos, visões e sagas, tais como Lilith, Eros, Narciso e Psiquê; Pierrot e Colombina; Afrodite e Sucubo, entre outros. "Arquétipos" fica em cartaz até 17 de julho com visitação de terça a sexta-feira das 9h às 12h e 14h às 18h e sábados e domingos das 12h às 18h. A entrada é franca.
Com a nova proposta de ocupação do Solar do Barão, o Museu da Fotografia ganhou em áreas total e expositiva em relação ao seu antigo espaço no Solar da Baronesa. A área total do Museu que era de 353m2 passa a ter 611m2 e a área expositiva passa de 244m2 para 290m2. Com expografia mais contemporânea e adequada às mostras fotográficas, as novas salas do Museu da Fotografia permitem o uso de imagens ampliadas, pintura de paredes e a utilização de novos suportes.
Segundo Hugo Moura Tavares, Diretor de Patrimônio da Fundação Cultural de Curitiba, com a transferência do Centro de Documentação do Museu da Gravura para o Museu da Gravura, o espaço expositivo do Museu da Fotografia chegará a 461m2. "O reposicionamento do Museu da Fotografia facilita o acesso imediato do público, aproximando-o do fluxo de entrada do Solar", lembra Hugo.

Sobre
O mundo dos arquétipos é a base de todo o trabalho de Sonia Regina Lyra como analista junguiana. Segundo a psicóloga, especialista em teoria da imagem fotográfica e semiótica eles não poderiam ficar de fora de seu trabalho como fotógrafa. "Comecei com o orixá Obaluaiê, que é a representação de um arquétipo da mitologia africana. Fiquei tão fascinada que em seguida, durante alguns meses fotografei todos os Orixás, que culminou na minha primeira exposição". Entusiasmada com os resultados Sonia se aprimorou em iluminação e retratos para dar sequência ao seu trabalho com arquétipos.
Serviço:
Exposição "Arquétipos", de Sonia Regina Lyra
Abertura: quinta-feira, 19 de maio
Horário: 20h
Local: Museu da Fotografia Cidade de Curitiba
Endereço: Rua Presidente Carlos Cavalcanti, 533, Solar do Barão – Centro
Horário de visitação: de terça a sexta-feira das 9h às 12h e 14h às 18h e sábados e domingos das 12h às 18h. 
Entrada  franca

terça-feira, 5 de abril de 2016

Museu da Fotografia recebe a mostra "Metrópole", de Milton Boeira



O fotógrafo e artista visual gaúcho Milton Boeira inaugura, nesta sexta-feira (dia 1º), no Museu da Fotografia Cidade de Curitiba, no Solar do Barão, sua exposição individual "Metrópole". Resultado de mais de dez anos de experiência do artista com fotografia urbana, o trabalho reúne design gráfico, instalação, arte visual, conceitos artísticos e filosóficos. 
Com curadoria de Silvio Crisóstomo e Clotilde Lainscek a mostra sugere reflexões para além da arte ao tratar da relação do homem com o seu entorno trabalhando com realidade inventada; a ilusão leveza; o aprisionamento e o simulacro. "Metrópole" revela Milton como um questionador silencioso da urbanidade e sua conseqüência na esfera social e psicológica do cidadão.
Serviço:
"Metrópole", de Milton Boeira
Período de permanência: 01/04 a 08/05/2016
Horário: 3ª. a 6ª. das 9 às 12 – 14 às 18 horas - sábados e domingos – 12 às 18 horas
Local: Museu da Fotografia Cidade de Curitiba – Solar do Barão
Endereço:  Rua Presidente Carlos Cavalcanti, 533, Solar do Barão – Centro
Entrada Franca

terça-feira, 8 de março de 2016

Museu da Fotografia apresenta duas novas exposições



O Museu da Fotografia de Curitiba, no Solar do Barão inaugura nesta terça-feira (8), às 19h, duas novas exposições. “Viagem para o invisível” é uma mostra de fotografias analógicas do Coletivo Medusa, das fotógrafas Nathália Tereza, Cristiane Senn e Ana Paula Málaga. “Photógrafas de Curytiba”, das fotógrafas Franceline Dresch, Regina Oleski e Susan Blum, mostra uma série de fotografias com o tema “janelas”, escolhido pelo grupo pela variação de possibilidades metafóricas. Ambas tem entrada franca e ficam em cartaz até o dia 8 de maio de 2016. 

Viagem para o invisível – A mostra é uma experiência que propõe, junto com a obra fotográfica, ações e reflexões acerca da apreciação da obra artística. Apresenta diferentes possibilidades de leitura por meio da associação de imagens e palavras que descrevem, explicam ou situam as imagens. 

A exposição é composta de 3 séries fotográficas que sugerem uma sequência ou narrativa. Enquanto observa as fotografias, o espectador pode ouvir um relato que o guiará numa jornada específica do seu imaginário. Assim que a história termina, outra começa, e com ela se inicia uma nova viagem guiada por outra narrativa. 

A estrutura expositiva cria uma trajetória através do que se vê, do que se ouve e do que se vislumbra, propondo uma segunda fase de imaginação que parte da fotografia para outros destinos: a imagem enquanto ponto de chegada (de quem fotografa) e de partida (de quem a vê).

Photógrafas de Curytiba – Uma exposição do coletivo feminino, formado por onze mulheres, que surgiu em agosto de 2015, com o intuito reunir entusiastas curitibanas da fotografia. Fundado pela escritora Susan Blum, a única “regra” do grupo é permitir que a imagem seja mais natural possível, com mínimas modificações. Esta primeira exposição coletiva do grupo tem a participação de três das integrantes do grupo: Franceline Dresch, Regina Oleski e Susan Blum. 

O objetivo é reunir olhares diferenciados do mesmo tema. As fotos carregam toda a bagagem de quem as tira, seja idade, experiências de viagem, leituras, etc. O tema janelas, escolhido pelo grupo pela variação de possibilidades metafóricas do tema, traz uma poética do olhar. A janela, em si, simboliza abertura e receptividade ao exterior, mas também pode ser considerada um símbolo de consciência, como uma “janela da alma”.

A ideia é mostrar que a mulher se libertou ao longo dos anos, saindo do interior da casa e do olhar pela janela de forma camuflada, para sair às ruas e ganhar um novo olhar, um novo espaço. A janela seria então, neste sentido, o simbolismo da liberdade. Pois a mulher não está mais passiva apenas vendo a vida passar, mas está ativa, participando e trazendo olhares e miragens desta participação no mundo.
Serviço
Exposições. “Viagem para o invisível” e “Photógrafas de Curytiba”
Data: Abertura: 08 de março, às 19h. Período de permanência: 08 de março a 08 de maio de 2016.
Horário de visitação: 9h às 12h e 14h às 18h (terça a sexta-feira) | 12h às 18h (sábado e domingo)
Local: Museu da Fotografia de Curitiba – Solar do Barão
Entrada gratuita.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

Exposição retrata artistas atuantes na cidade de Curitiba

“Seres de Outro Planeta” abre para visitação a partir do dia 3 de fevereiro, às 20h, no Museu da Fotografia, com entrada gratuita

Artistas que inspiram, mexem com o imaginário e incomodam muitas vezes as pessoas, tirando-as do seu lugar comum. Esse é o mote da exposição “Seres de Outro Planeta”, que reúne fotos de nove artistas que fizeram de Curitiba seu palco. O trabalho do fotógrafo Edu Camargo levou três anos para ser concluído e será apresentado pela primeira vez no dia 3 de fevereiro, às 20h, no Museu da Fotografia de Curitiba (Solar do Barão), com entrada gratuita, e segue para visitação até 28 de fevereiro.

Na exposição, que reúne imagens apresentadas no formato fine art, é possível conhecer ainda mais sobre a personalidade de figuras importantes para a cultura local e nacional, como Efigênia Rolim, Fátima Ortiz e Hermeto Pascoal.

Com curadoria de Orlando Azevedo e concepção de Laiz Zotovici, a exposição ainda apresenta áudios feitos com cada um dos personagens, como entrevistas, apresentações e performances. “As imagens mostram os artistas dentro do próprio ambiente deles, seja nas artes plásticas, na música ou no teatro. Escolhemos personagens com algo a dizer e mostrar e que, às vezes, algumas pessoas nem conhecem, apesar da grande importância de seus trabalhos", explica o fotógrafo Edu Camargo.

O trabalho poderá ser visto de 3 de fevereiro (às 20h) a 28 de fevereiro, das 9h às 12h e 14h às 18h (3ª a 6ª feira) e 12h às 18h (sábado e domingo). O Museu da Fotografia fica na Rua Presidente Carlos Cavalcanti, 533, no Solar do Barão, em Curitiba.
A exposição foi contemplada na Lei Municipal de Incentivo à Cultura da Fundação Cultural de Curitiba, com o incentivo das empresas Bellinati Perez e Condor.

SERVIÇO Exposição “Seres de Outro Planeta”, de Edu Camargo.
Artistas retratados: Ademir Antunes (Plá), Efigênia Rolim, Hermeto Pascoal, Gerson Guerra, Hélio Leites, Orlando Azevedo, Aline Morena, Itaércio Rocha e Fátima Ortiz.
De 3, às 20h, a 28 de fevereiro de 2016.
Visitação: das 9h às 12h e 14h às 18h (3ª a 6ª feira) e 12h às 18h (sábado e domingo).
Local: Museu da Fotografia - Rua Presidente Carlos Cavalcanti, 533, no Solar do Barão, em Curitiba.
Entrada gratuita.
Informações: (41) 3321-3260.

sexta-feira, 2 de outubro de 2015

Museu da Fotografia recebe exposições da Bienal de Curitiba 2015




            Quatro exposições fotográficas da Bienal de Curitiba 2015 ocupam a partir do próximo domingo (4) o Museu da Fotografia Cidade de Curitiba, no Solar do Barão. As exposições “Ablepsia”, do núcleo fotográfico da APAP-PR, “Segunda Infância”, de Nicole Lima, e os trabalhos dos fotógrafos Romie Pocztaruk e Jules Spinatsch estão relacionados ao tema da atual edição da bienal, “Luz do Mundo”.
            Reflexões sobre a cegueira – Com base nessa temática, os trabalhos dos fotógrafos integrantes do núcleo de fotografia da Associação Profissional dos Artistas Plásticos do Paraná (APAP-PR), fazem uma reflexão sobre a cegueira. Ablepsia é a falta ou perda de visão, “cegueira mental ou espiritual”. Considerando que a luz é condição para a existência da fotografia, os fotógrafos buscaram expressar em suas imagens um contraponto, mostrando que o excesso de luz pode gerar a cegueira.
O conjunto de imagens busca algo que normalmente não se vê e passa despercebido, busca uma realidade sensível, evidenciando contextos e visões de uma “cegueira visível” que a maioria das pessoas no seu dia-a-dia não enxerga. A exposição faz uma reflexão para aquilo que estamos olhando e o que estamos deixando de olhar.
O grupo é formado pelos artistas Aurélio Peluso, Christian Schönhofen, Daniel Rebello, Francisco Santos, Ian Lara, Lucia Biscaia, Luiz Guilherme Todeschi, Luiz Gustavo Vidal, Mathieu Bertrand, Mauricio Vieira, Regina Oleski, Sandra Carrillo e Vanessa Múrio. Para a mostra, o Núcleo de Fotografia da APAP contou com o apoio daBienal Internacional de Curitiba 2015, da Caixa dos Advogados do Paraná e da OAB Cultural.
            Controle da natureza – Um dos artistas estrangeiros da Bienal, o suíço Jules Spinatsch apresenta em Curitiba imagens do seu projeto ”Snow Management”, um estudo de caso do atual turismo de inverno nos Alpes da Europa. Suas obras colocam em evidência questões sobre a obsessão humana por controle, principalmente sobre a natureza, a política, o outro e a percepção pública. As fotos têm uma abordagem documental, que oferece uma vista para o drama e poesia do real, mantendo uma distância analítica, deixando assim sua interpretação aberta ao espectador. Jules Spinatsch vive e trabalha em Zurique, e leciona na Universidade de Arte e Design de Genebra. Fotógrafo premiado, Spinatsch expôs recentemente no Museu de Arte Moderna de Nova York.
Exercício de olhar – A exposição de Romie Pocztaruk traz à tona uma constante no seu percurso: a viagem como trabalho. Amazonas, Islândia, Uruguai, Alemanha, Nova York, Bósnia, China são algum dos lugares para os quais a artista apontou sua câmara. E agora, propõe aos espectadores o exercício de olhar, olhar, olhar e de novo olhar essas e outras dezenas de imagens. No entanto, ao ver as imagens, salvo poucas exceções, não é possível dizer precisamente em qual país cada uma delas foi feita. Os trailers estacionados estão na Islândia ou no Uruguai? Os restos de concreto tomados por vegetação são sobras de obras em Manaus ou em Sarajevo? O carro funerário está ao lado de um prédio administrativo ou do muro de Gaza ou de uma igreja em Reykjavík?
A indefinição geográfica das imagens conduz a outras reflexões. Quando se sabe em que lugar cada fotografia foi feita, contextualizam-se as imagens, atribui-se a elas uma história, um clima, uma identidade. No entanto, tudo isso logo se perde novamente, fazendo emergir do conjunto de trabalhos uma tônica dominante que revela não o específico de cada lugar, mas o comum de todos eles. Essa imprecisão dos locais nos leva à compreensão de um mundo não delimitado por fronteiras políticas, aquelas que acabam sempre, em algum momento, gerando guerras, mortes e destruição.
Romie Pocztaruk é formada em Artes Visuais e mestre em Poéticas Visuais pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Em Porto Alegre, trabalha com fotografia, video e performance.  Em 2012 entrou para o programa de residência artística da Sunhoo Industrial Design Innovation Park, na China; em 2011 recebeu a Bolsa Iberê Camargo de residência no Bronx Museum, de Nova York. Participou de diversas exposições nacionais e internacionais, entre elas a 31ª Bienal Internacional de São Paulo, em 2014.
            Segunda infância - A instalação proposta pela artista Nicole Lima - “Segunda infância: eu sei dizer sem pudor que o escuro me ilumina” – é composta de imaginários vivos e mortos: restos de fotografias descartadas das quais a artista se apropria para reapresentá-las destruídas ou reconstituídas conforme as instruções de seus doadores. No mesmo espaço, a artista fará uso de dispositivos sonoros: depoimentos de cegos tardios em resposta a uma única pergunta: de que imagens se lembra?
            Nicole Lima é fotógrafa, artista visual, professora e pesquisadora em Artes e Linguagens Visuais. Graduada em Arquitetura e Urbanismo, pela UFPR, especialista em Design de Interiores pela Universidade Positivo e História da Arte Moderna e Contemporânea pela EMBAP, mestre em Processos Artísticos Contemporâneos pela UFSC.  A artista participou do programa Bolsa Produção para Artes Visuais da Fundação Cultural de Curitiba (2008-2010). É professora de Cultura Visual, Fotografia Autoral e Pesquisa em Fotografia do Curso Superior de Fotografia no Centro Tecnológico Positivo.

Serviço:
Exposições que participam do circuito de museus da Bienal de Curitiba 2015 “Luz do Mundo”.
  •  “Ablepsia”, artistas do Núcleo de Fotografia da APAP.
  •  “Segunda infância: eu sei dizer sem pudor que o escuro me ilumina”, artista Nicole Lima.
  •  Exposição de fotografias de Jules Spinatch
  •  Exposição de fotografias de Romie Pocztaruk
Local: Museu da Fotografia Cidade de Curitiba – Solar do Barão (R. Carlos Cavalcanti, 533)
Data e horários: De 4 de outubro a 10 de dezembro de 2015. De terça a sexta-feira, das 9h às 12h e das 14h às 18h, sábados e domingos das 12h às 18h.
Entrada franca
Informações: (41) 3321-3275

terça-feira, 24 de março de 2015

Museu da Fotografia recebe a mostra "Coletiva Nikon série F"



O Museu da Fotografia Cidade de Curitiba, no Solar do Barão, recebe a partir do próximo sábado (28) a exposição Coletiva Série F. A mostra reúne vinte fotografias feitas por profissionais brasileiros consagrados, idealizada e produzida pela equipe da DOC Galeria em parceria com a Nikon. A exposição é um resgate de registros de momentos marcantes em todo o mundo, feitos pelas lendárias câmeras da série F da Nikon, durante as décadas de 60 a 90.

A exposição que é fruto de uma parceria da Fundação Cultural de Curitiba e da Omicron – Escola de Fotografia apresenta fotos de esporte, moda, natureza, arquitetura, cidade, cultura e política, dos anos 60 até o fim da era analógicaobras, dos fotógrafos: Sergio Jorge, Klaus Mitteldorf, Bob Wolfenson, Armando Prado, Luiz Garrido, Luciano Candisani, Ana Carolina Fernandes, Edu Simões, Evandro Teixeira, Walter Firmo, Tuca Reines, Jorge Araújo, João Bittar, Juca Martins, Ignacio Aronovich, Paulo Vainer, Alexandre Belém, Rogério Assis, Juan Esteves e Egberto Nogueira. Os temas 
A série F é um ícone das câmeras mono-reflex voltadas ao fotojornalismo brasileiro. "O que a Omicron faz junto com a Fundação Cultural de Curitiba e o Museu da Fotografia, é dar oportunidade para que os curitibanos entrem em contato com esse belíssimo trabalho e curadoria proposta pela DOC Galeria, de São Paulo, em que alinhava um pouco do panorama da fotografia brasileira através das câmeras da série F da Nikon. Também é uma forma de prestigiar essa ideia de convergir olhares por meio do aparelho fotográfico. Pois, é importante lembrar, que o aparelho é um elemento de linguagem, que traz marcas de realização para as imagens dos fotógrafos.”, afirma o fotógrafo e diretor da Omicron, Osvaldo Santos Lima.

Sobre as câmeras
As câmeras da série F são reverenciadas até os dias atuais quando o assunto é imagem analógica. O portfólio F-SLR inclui 95 câmeras – a primeira, nomeada de NIKON SP, começou a ser comercializada em agosto de 1957 e, o último modelo desta linha, a NIKON F6, foi apresentada em outubro de 2004.
Sobre a curadoria:
Durante dois meses foi feito um levantamento nos arquivos de 20 renomados profissionais brasileiros. “Encontramos fotos incríveis sobre esporte, moda, natureza, arquitetura, cidade, cultura e política, dos anos 60 até o fim da era analógica, todas feitas com este equipamento”, explica Mônica Maia, da DOC Galeria.


Serviço:
Exposição: “Coletiva Série F”
Local: Solar do Barão/ Museu da Fotografia – R. Presidente Carlos Cavalcanti, 533, Centro – Curitiba (PR)
Abertura: 28 de março de 2015 às 17h
Data: de 29 de março, a 31 de maio de 2015 (terça-feira a domingo)
Horário: Terça a sexta: 9h às 12h e 14h às 18h
Sábado, domingo e feriado: 12h às 18h
Segunda: não abre
Ingressos: Entrada franca
Informações: (41) 3252-1093 – Assessoria de Imprensa
(41) 3321-3240 – Museu da Fotografia
Classificação etária: Livre

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Museu da Fotografia recebe a mostra “Horizontes Improváveis”



O Museu da Fotografia, espaço administrado pela Fundação Cultural de Curitiba, recebe a partir da próxima terça-feira (25), a mostra “Horizontes Improváveis”. Realizada com o apoio do Fundo Municipal de Cultura – Edital de Ocupação de Espaços Museus,  a exposição é composta por obras de "gif art" de artistas brasileiros e estrangeiros que exploram novas formas estéticas e novas possibilidades narrativas. 

Segundo o curador da mostra, Tomás Von der Osten, a ideia é  trazer a arte digital para um ambiente de museu, orientando-se assim com as principais tendências das artes contemporâneas e, portanto, abrindo novos rumos para o contexto das artes na cidade de Curitiba. 
Entre os artistas estão Erdal Inci (Turquia), Max Capacity (Estados Unidos), Rick Silva (Estados Unidos), Kevin Weir (Estados Unidos), Fong Qi Wei (Singapura), Richie Hull (Inglaterra), Eduardo Montelli (Brasil), Matthew DiVitto (Estados Unidos), Gustavo Daher (Brasil), Matthias Brown (Estados Unidos), Adam Ferriss (Estados Unidos), Samantha Harvey (Inglaterra), David Ope (Hungria), Paolo Ceric (Croácia).
Atividade complementar - Além da exposição o público também poderá acompanhar no dia 16 de dezembro, às 19h, a palestra "Apropriação e Remix no Ambiente Online" com Arthur Tuoto. A atividade pretende contextualizar as relações estéticas e políticas entre imagens encontradas e obras de arte, tendo como principal foco a internet.  
Sobre o palestrante - Arthur Tuoto desenvolve uma obra em constante trânsito entre o cinema e as artes visuais, partindo de apropriações, imagens encontradas e outros deslocamentos imagéticos, a obra do artista busca, por meio da ressignificação de materiais pré-existentes, novas possibilidades na linguagem audiovisual, além de questionar conceitos de propriedade intelectual e autoralidade. Já teve trabalhos expostos no Moscow Museum of Modern Art (Rússia), Museu Oscar Niemeyer (Brasil) e Kunstmuseum Bonn (Alemanha), integrou a Videonale 14 (Alemanha), Bienal de la Imagen en Movimiento (Argentina) e o 64º Salão Paranaense (Brasil). "Aquilo que fazemos com as Nossas Desgraças" (2014), seu primeiro longa-metragem, estreou na Mostra Aurora da 17ª Mostra de Cinema de Tiradentes.

Serviço:
Exposição “Horizontes Improváveis”
INÍCIO: 25/11/2014
TÉRMINO: 23/02/2015
HORÁRIO: 09 às 18H – segunda a sexta-feira / 12 às 18H – sábados e domingos
Ingresso: Gratuito