domingo, 8 de novembro de 2009

SAMBAQUI de URDA ALICE KLUEGER

SAMBAQUI
de URDA ALICE KLUEGER


245 Páginas

Sambaqui é um romance baseado em pesquisas histórico-arqueológicas, sob a orientação da professora doutora Elizabete Tamanini, com prefácio da mesma, mapa, foto de objeto sambaquiano, de autoria de Charles Steuck, posfácios de Júlio de Queiroz, da Academia Catarinense de Letras, e do professor e historiador José Roberto Severino.

É um romance que traz notas de rodapé e informa ampla bibliografia usada pela autora. A esmerada capa é de Johnny Kamigashima e a revisão de Daise Fabiana Ribeiro.

Sobre o livro, disse o h
istoriador e escritor Viegas Fernandes da Costa:

Somos um povo desmemoriado, reza o ditado, e por muito tempo estivemos acostumados à idéia de que nossa cultura fundou-se a partir da chegada dos portugueses por estas terras. Muito recentemente, porém, descobrimos os povos indígenas, hoje oficialmente reconhecidos como elementos essenciais na construção disto que chamamos de cultura brasileira. Mas recuar no tempo nunca foi o nosso forte, e pensar o território brasileiro habitado por seres humanos muito antes de 1500 parece algo absurdo, improvável. Porque povos antigos, afirmamos alguns de nós, estão lá nas pirâmides egípcias, nas ruínas mesopotâmicas, nas esquecidas ilhas do Pacífico, mas não por aqui. E sobre as ruínas deste passado que ajudamos a enterrar, esquecer e desconhecer, construímos nossas cidades, nossas rodovias, nossos cemitérios. O que Urda faz, neste seu novo romance, é mostrar a antigüidade, a diversidade e a riqueza das pessoas que há mais de 4 mil anos já andavam por aqui, que nestas terras sepultaram seus mortos e que nos legaram alguns vestígios das suas culturas preservados sob nossos pés. Ao narrar a história de Jogu, Sanira, Calexo e tantos outros personagens que há quatro milênios organizaram suas vidas sobre uma montanha de conchas, que hoje chamamos de sambaqui, no litoral catarinense, Urda entrelaça ficção e arqueologia, arte e ciência, emoção e razão para compor, a partir dos fragmentos de um passado que se anuncia nas peças dos museus e nas pistas dos sítios arqueológicos, uma história repleta de humanidade, de descobertas e de paixão.
Neste “Sambaqui”, resultado de uma cuidadosa pesquisa que a autora realizou por mais de dez anos em museus, bibliotecas, universidades e escavações arqueológicas, Urda nos mostra que ainda se é possível ousar e escrever o novo, e que há muito mais para se saber a respeito dos antigos povos que habitavam estas terras em que hoje construímos nosso presente.


A AUTORA
Urda Alice Klueger nasceu em Blumenau, cidade onde construiu sua carreira literária. Historiadora graduada e pós-graduada na Universidade Regional de Blumenau, é autora de quase vinte livros entre romances, crônicas, relatos de viagens e literatura infanto-juvenil, dos quais se destacam: “Verde Vale” (1979), “No Tempo das Tangerinas” (1983), “Cruzeiros do Sul” (1992), “Entre Condores e Lhamas” (1999), “No Tempo da Bolacha Maria” (2002) e “Sambaqui” (2008). Militante dos movimentos sociais, Urda atua também como editora e pesquisa a arqueologia do litoral de Santa Catarina. Foi cronista dos jornais A Notícia, de Joinville, e Diário Catarinense, de Florianópolis, e vivenciou ativamente a história cultural do Vale do Itajaí nas últimas três décadas.

UM LANÇAMENTO

HISTÓRIAS D’ALÉM MAR

HISTÓRIAS D’ALÉM MAR
de URDA ALICE KLUEGER


109 Páginas

Este é 15º livro da autora Urda Alice Klueger e segundo o escritor e Historiador Viegas Fernandes da Costa, que escreveu a sua apresentação -

“Lembro-me da primeira vez que a Urda e eu sentamos para conversar, falou-me das suas viagens, que são muitas e têm sempre algo assim de fantástico. Ouvir as histórias das suas peripécias pelo mundo é não apenas entrar em contato com curiosas e divertidas narrativas, mas também mergulhar na Antropologia dos povos que ela nos apresenta, porque Urda tem esse olhar de profunda curiosidade e de preocupação com a condição humana que a levou muito além das terras que seus pés pisaram, fazendo com que se preocupasse com a existência de povos geograficamente tão distantes de nós, porém tão próximos do seu coração, como é este que habita a longínqua Ilha do Timor e que ainda ontem se libertou do jugo colonial.
Das suas andanças pela Europa, do seu encantamento com a culinária portuguesa e tantas outras coisas; são múltiplas as sensibilidades que Urda compartilha conosco nas suas histórias, levando-nos do riso às lágrimas, do divertimento à reflexão. Com ela andamos pelos boulevares franceses e experimentamos rebuçados portugueses, quase perdemos o trem em meio aos velhos Pirineus adormecidos. A todos os lugares somos levados pelas mãos da autora e mochileira, da mulher e historiadora Urda Alice Klueger, que costura suas lembranças, aventuras e impressões de forma leve, agradável e intensa”.

“Histórias d´além mar” é o quarto livro de crônicas da autora, já consagrada como romancista, e reúne histórias que tratam das suas viagens pela Europa e das suas preocupações com aquilo que nos acontece mais diversos pontos deste nosso planeta, publicadas em jornais e revistas do Brasil e do exterior. Um convite à boa leitura.

UM LANÇAMENTO

Magical Mystery Tours

Magical Mystery Tours

minha vida com os Beatles

de TONY BRAMWELL com

ROSEMARY KINGSLAND


PÁGINAS: 520 + 16 de fotos

Imagine ser amigo de infância de George Harrison, Paul McCartney e John Lennon e, além de crescer com eles, ser convidado para trabalhar junto com a banda mais famosa do mundo, os BEATLES! Isso aconteceu com Tony Bramwell, que encontrou com George no segundo andar de um ônibus em Liverpool, em 27 de dezembro de 1960, a caminho de um show dos ”Beatles – Direto de Hamburgo“. Desse momento mágico em diante, ele se tornou parte da história do grupo e acompanhou a ascensão meteórica dos quatro rapazes que se tornaram astros do rock and roll.

De modo direto e articulado, Tony compartilha suas memórias e conta novos fatos sobre a infância, a família e o dia-a-dia da banda. Os passeios de bicicleta e trocas de discos com George Harrison, os shows, as primeiras gravações e composições, as bebedeiras e farras com mulheres, a crescente influência de Yoko Ono sobre John Lennon e como ela afetou o grupo - Tony Bramwell não deixou nenhum detalhe de fora. Você também irá conhecer uma faceta pouco comentada sobre a vida do Fab Four: os bastidores das negociações empresariais. E descobrir como a falta de experiência de Brian Epstein, o empresário dos Beatles, fez a banda deixar de ganhar muitos e muitos milhões de dólares.

”SE QUISER SABER ALGO SOBRE OS BEATLES, PERGUNTE A TONY BRAMWELL. ELE SE LEMBRA DE MAIS COISAS DO QUE EU“. - Sir Paul McCartney

”O universo dos Beatles era povoado por vários intrusos que tentavam se aproximar da banda. Tony Bramwell era um dos pouquíssimos habitantes daquele universo - tinha a confiança do grupo e era o homem de quem os Beatles dependiam desde os primeiros dias. Ele viu tudo. E também se lembra de tudo. Abençoado com o mesmo humor sarcástico de Liverpool dos amigos famosos, seu livro é um dos relatos mais ansiosamente esperados sobre a era dos Beatles.“ – Martin Lewis, estudioso sobre os Beatles

O AUTOR
TONY BRAMWELL conheceu George, Paul e John, e cresceu com eles em Liverpool. Depois do fim dos Beatles, tornou-se o primeiro promotor independente de gravações do Reino Unido, representando artistas como Bruce Springsteen e coordenando e promovendo trilhas de vários filmes, como os de James Bond (incluindo "Live and Let Die" de Paul McCartney), Carruagens de Fogo, Dirty Dancing e Ghost.







UM LANÇAMENTO

Fazenda do Tchezito


Fazenda do Tchezito
de Paulo Roberto Ferrari
e Wilson Tubino


34 páginas

Ando um pouco com má vontade com os livros infanto-juvenís, mas quando algo de qualidade nos chega às mãos, é um verdadeito alumbramento. Talvez embalado pelo som de Borghetinho, as rimas dos irmãos Ramil e sem esquecer o Elwanguer, mal pude acreditar que uma boa idéia foi realizada com tanto esmero. Texto enxuto e claro e traços elegantes de Tubino e Paulo Roberto . Muito do que os CTG tentam preservar está alí. Se cada região do Brasil tivesse uma dupla dessa qualidade, com certeza a cultural popular e regional estaria melhor preservada. O livro é uma jóia rara recomendada para gauchos e não gauchos. O conhecimento combate o preconceito! (E.C.)

UM LANÇAMENTO




Um chorinho de ontem, um maxixe pra agora


O choro e os chorões de Curitiba.

Dom 08 nov 6 da tarde

Uma resenha de um dos principais gêneros musicais do Brasil vivenciado pelos músicos de Curitiba. Dos mais antigos e autodidatas aos jovens de formação acadêmica.

O show terá um formato de narração breve dos personagens e episódios pitorescos e um grupo base com destacados músicos da cena local:

Julião Boêmio no cavaquinho,

Vina Chamorro no violão 7 cordas,

Vina Lacerda, percussão

Daniel Miranda nos sopros.

Representando os chorões da cidade oito convidados de 18 a 80 anos.

No repertorio choros e maxixes de Antonio Callado, Ernesto Nazareth, Pixinguinha, Jacob do Bandolim, e compositores de Curitiba: Juliao Boêmio, Daniel Miranda, Wilson Moreira, Daniel Migliavacca, Pedrinho da Viola, Janguito do Rosário (+).

- projeto Som da Cidade - Sesc da Esquina e Cimples Ócio.

Dia 08 de novembro 2009 - 18h00 - domingo

Teatro sesc da Esquina – 41 3304-2222

Rua Visconde do Rio Branco, 969 - centro

Curtiba – PR

ingressos: R$ 12,00 e R$ 6,00 - estudantes, idosos e comerciários.

+ informações: cimples.ocio@gmail.com

(041) 9172-7407 - 3209-8802

www.cimples-ocio.blogspot.com

Oficina de Música terá curso de dança barroca

O curso é uma introdução à linguagem escrita e gestual que compõe as suítes de danças francesas, como Minuetos, Bourrés, Sarabandas, Gavotas e Gigas.

A 28ª Oficina de Música, um dos maiores eventos de música da América Latina, que acontece de 10 a 31 de janeiro de 2010 e reúne todos os anos em seus cursos mais de 1.500 participantes do Brasil e de outros países, traz mais uma novidade nesta edição: a dança barroca para músicos. Do dia 10 a 20 de janeiro, os alunos vão estudar e treinar passos, além de movimentos de mãos e braços que caracterizam o estilo barroco na dança, o que proporciona elementos importantes para aqueles que interpretam a música do século XVIII.

Ministrado pela professora Raquel Aranha, o curso é uma solicitação antiga da comunidade musical e com ele pretende-se mostrar a complexidade das danças barrocas, que estão presentes em grande parte do repertório instrumental.

O curso foi dividido em módulos que vão abordar o sistema de notação Chorégraphie, ou l'art de d'écrire la danse (Paris, 1700), a identificação da estrutura rítmica da dança, e a distinção entre compasso musical e compasso coreográfico, juntamente com o estudo do gestual. Logo na primeira etapa os alunos já começam a praticar passos-base nas coreografias de Minuetos. O restante dos dias vai ser dedicado à prática de mais passos que compõem as suítes de danças francesas.

O masterclass terá como material didático uma apostila que traz informações sobre as danças e coreografias trabalhadas em aula, além do CD que contém os principais tratados de dança barroca do século XVIII.



Raquel Aranha - Raquel Aranha estudou dança barroca sob orientação de Maria Angard Gaur, na Holanda, e com Cecília Gracio Moura e Christine Bayle, na França. Os estudos de violino barroco tiveram início nos Festivais Internacionais de Música Antiga de Juiz de Fora (com Luis O. Santos) e Curitiba (com Manfred Kraemer). Foi membro da “Armonico Tributo”, da “Orquestra Barroca do Mercosul” e da orquestra da “Academia Barroca Européia de Ambronay” (2004 e 2005), sendo que integra a “Orquestra Barroca do Festival Internacional de Música Colonial Brasileira e Música Antiga”, “Den Haag Baroque Orchestra” (direção de Luis O. Santos), e a “Companhia de Música” (direção de Cláudio Ribeiro).

A artista participou de diversos projetos em vários países, como Holanda, Portugal, Espanha, Alemanha e Coréia do Sul. Em 2006 concluiu o Bacharelado em Violino Barroco no Conservatório Real de Haia (Holanda), onde foi aluna de Ryo Terakado. Promoveu cursos no Festival Internacional de Música Colonial Brasileira e Música Antiga de Juiz de Fora, Semana de Música Barroca da UFMG, Encontro de Música Antiga de Olinda e também cursos e palestras em várias universidades brasileiras como a USP. Atualmente oferece uma disciplina de Dança Barroca na Universidade Estadual de Campinas. Em 2008 ingressou no Mestrado em Musicologia na mesma universidade, com estudos sobre a presença dos balés nas Óperas Portuguesas do século XVIII.

As inscrições para o curso de Dança Barroca e outros cursos da 28ª Oficina de Música de Curitiba já estão abertas. É possível se inscrever pelo site www.oficinademusica.org.br até o dia 22 de novembro.



Serviço:

28ª Oficina de Música de Curitiba (de 10 a 31 de janeiro de 2010)

Período de inscrições: 9 de outubro a 22 de novembro de 2009, no site www.oficinademusica.org.br

Valores: R$ 100 (um curso), R$ 150 (dois cursos), R$ 180 (três ou mais cursos distribuídos nas duas fases) e R$ 50 (minicursos).

Contato: oficinademusica@fcc.curitiba.pr.gov.br



Confira o programa do curso de Dança Barroca:



07 a 10. Introdução / Minueto / Passepied

· Conhecimento da notação Beuchamp-Feuillet (Chorégraphie, ou l'art de d'écrire la danse. Paris, 1700).

· Identificação da estrutura rítmica da dança e relação com os movimentos dos passos-base; distinção entre compasso musical e compasso coreográfico.

· Gestual barroco

· Prática de passos-base e movimentos de mão/braço que compõem a coreografia: pás-de-minuet à 1 mouvement, pas-de-minuet à 2 mouvements, pas-de-menuet `a la bohémienne, pas-de-menuet à 3 mouvements (pas de passepied)



11 e 12. Bourré / Gavotte

· Prática de passos-base e movimentos de mão/braço que compõem a coreografias: pás-de-bourré, jeté, balancé, coupé



13, 14, 15. Sarabande

· Prática de passos-base e movimentos de mão/braço que compõem a coreografia: demi-tour, pás grave, coupé, contretemps, pás-de-bourré



16 e 17. Giga

· Prática de passos-base e movimentos de mão/braço que compõem a coreografia: pás-de-bourré, contretemps, pás-de-sissone, assemblé

Terça Brasileira em clima de roda de choro no Paiol




Os músicos curitibanos João Egashira e Daniel Migliavacca executam um repertório que mistura composições próprias e obras de Jacob do Bandolim.



O show “Bate-Pronto”, com o bandolim de Daniel Migliavacca e o violão de João Egashira, é a atração da próxima edição do programa Terça Brasileira, desenvolvido pela Fundação Cultural de Curitiba. O encontro acontece às 20h desta terça-feira (10), no Teatro do Paiol, com um repertório que traz composições próprias e obras de Jacob do Bandolim.

Os músicos prometem um show com muita descontração e também improvisos. Algumas das músicas próprias são frutos do trabalho de pesquisa e composição realizado pelos músicos no Clube do Choro de Curitiba, que reúne vários músicos amantes do ritmo na cidade.


Serviço: Terça Brasileira no Paiol com Daniel Migliavacca (bandolim) e João Egashira (violão) no show “Bate-Pronto” Local: Teatro do Paiol - Praça Guido Viaro, s/n – Prado Velho Data e horário: 10 de novembro de 2009 (terça-feira), às 20h Ingressos: R$ 10,00 e R$ 5,00 Informações: 3213-1340



Repertório:



1. Armando a confusão – Daniel Migliavacca

2. Espinhoso – Daniel Migliavacca

3. De bandolim pra bandolim – Daniel Migliavacca

4. Rindo à toa – Daniel Migliavacca

5. Oito horas – João Egashira

6. Albachiano – João Egashira

7. Daniel no Choro – João Egashira

8. Singela – João Egashira

9. Lamentos do morro (Garoto)

10.Feia (Jacob do Bandolim)

11.A ginga do Mané (Jacob do Bandolim)

12.Vibrações (Jacob do Bandolim)

Fundação Cultural abre licitação para a 2ª fase de obras do MuMA

A empresa contratada ficará responsável pela execução de serviços de engenharia de obras civis. As propostas serão recebidas até 27 de novembro.



A Fundação Cultural de Curitiba lançou o edital de licitação para a seleção e contratação de empresa de engenharia que ficará responsável pela segunda fase da reforma do Museu Metropolitano de Arte de Curitiba – MuMA, no Bairro Portão. A segunda etapa, que compreende a execução de obras civis, está orçada em R$ 2.171.347,05. As propostas serão recebidas até 27 de novembro.

A reforma do Museu pela Prefeitura de Curitiba teve início em dezembro de 2008. A primeira fase dos trabalhos encerra no próximo mês de dezembro, com a conclusão das obras de infraestrutura. Nessa primeira etapa foram feitas adequações nas partes elétrica, hidráulica e de segurança. O próximo passo, a partir do ano que vem, é a execução dos pisos, colocação dos revestimentos e preparação do sistema logístico para equipamentos de informática. O projeto está de acordo com as exigências do Corpo de Bombeiros e também prevê a execução de elementos de acessibilidade para portadores de necessidades especiais – elevadores, rampas, banheiros adaptados e pista tátil.

Com a reforma do espaço, será reaberto o Museu Metropolitano de Arte de Curitiba, que funcionava naquele local com três grandes áreas de exposições e duas salas de reserva técnica. As salas de exposições e a reserva técnica serão climatizadas de acordo com as normas de conservação de obras de arte. Voltarão às atividades também o Cine Guarani, que terá uma programação de qualidade a preços populares, e o Auditório Antonio Carlos Kraide, destinado à apresentação de espetáculos cênicos. Com uma área total de quatro mil metros quadrados, o complexo abrigará ainda espaço de convivência, biblioteca, brinquedoteca, clube de xadrez e um café.

A captação de recursos para as obras foi feita por transferência de potencial construtivo, nos termos da Lei nº 6.337/82 e decreto nº 380/93. O projeto de revitalização foi desenvolvido pelo Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba (Ippuc), em conjunto com a Fundação Cultural de Curitiba.

Caíto Marcondes é atração na CAIXA Cultural Curitiba


Percussionista carioca encerra em grande estilo a primeira temporada do projeto Solo Música

O palco do Teatro da CAIXA será de Caíto Marcondes na próxima terça (10). O percussionista carioca encerra a primeira temporada da série Solo Música, que estreou na CAIXA Cultural Curitiba em abril de 2009. Nesta apresentação, Caíto Marcondes mostra um resumo de seu trabalho como instrumentista, arranjador e compositor, sempre fazendo uso da improvisação para personalizar o espetáculo.

“Caíto une a tradição e a modernidade em suas composições e sua performance é deslumbrante, tendo a platéia participação importantíssima”, afirma Álvaro Collaço, produtor da série. O percussionista apresenta seu mais recente trabalho solo, “Auto-Retrato”, no qual se reveza entre diversos instrumentos como o xilofone, a marimba, o pandeiro e até mesmo o suíço hang.

Solo Música

A série Solo Música, iniciada em abril no Teatro da CAIXA, encerra em novembro seu primeiro ciclo de apresentações. Patrocinada pela CAIXA, a série não possui um gênero definido, mas é característica por apresentar somente concertos solo.

Delineada pela Álvaro Collaço Produções, especialmente para a CAIXA Cultural Curitiba, a série Solo Música foi desenvolvida a partir de uma observação dos espaços culturais da cidade. Segundo o produtor Álvaro Collaço, a série é exclusiva, pois diversifica os instrumentos e gêneros na mesma programação.

A estreia da série ocorreu com o norte-americano Tracy Silverman (violino elétrico). Posteriormente se apresentaram Marlui Miranda (música indígena), Zoltan Paulinyi (viola pomposa), Pereira da Viola (viola brasileira), Ângelo Esmanhotto (sarod), Cristina Braga (harpa), Rodrigo Capistrano (saxofone) e finaliza com Caíto Marcondes (percussão).

O projeto foi um sucesso comprovado pelo público presente, que lotou o teatro nas apresentações de Marlui Miranda, Pereira da Viola e Cristina Braga. A última edição de 2009 apresenta o percussionista carioca Caíto Marcondes, que já fez parceria com grandes nomes como Jaques Morelenbaum, Tracy Silverman, Milton Nascimento, Flávio Venturini, Francis Hime, Chico César, Airto Moreira, Joyce e Rita Lee.

Sobre Caíto Marcondes

Caíto Marcondes estudou percussão sinfônica e lançou em 1995 seu primeiro disco solo “Porta do Templo”, nos Estados Unidos, trabalho que foi incluído nos 150 melhores lançamentos de 1998 na Europa pelo World Music Charts Europe. Fez arranjos para Marlui Miranda e para a Orquestra Jazz Sinfônica. Em 2002 lançou “Sul Encontra o Norte”, um duo de violino e percussão gravado com Tracy Silverman. Realizou em 2003 turnê pela Europa e lançou “Danças, Jogos e Canções” com a Orquestra Popular de Câmera.

Neste ano e no seguinte realizou concertos com Tracy Silverman, com a Orquestra Sinfônica do Paraná e com a Orquestra Jazz Sinfônica de São Paulo, resultando em mais dois trabalhos gravados. Em 2005 gravou o disco “Auto-Retrato”, seu mais recente trabalho, que teve a participação de Marlui Miranda e Mônica Salmaso, além de efeitos sonoros produzidos pelo público presente. Apresentou-se na Alemanha, Holanda e Bélgica.

Serviço: Projeto Solo Música – Caíto Marcondes - Percussão Local: Teatro da CAIXA Endereço: Rua Conselheiro Laurindo, 280, Centro – Curitiba Data: 10 de novembro Horários: terça 20h30 Ingressos: R$ 10 e R$ 5 (meia) Bilheteria: (41) 2118-5111 (de terça a sexta, das 12 às 19h, sábado e domingo, das 16 às 19h) Classificação etária: Livre para todos os públicos Lotação máxima do teatro: 125 lugares (02 para cadeirantes) www.caixa.gov.br/caixacultural

GALERIA BIA DORIA RECEBE EXPOSIÇÃO DE CARLOS PÁEZ VILARÓ



São Paulo, novembro de 2009 – A Galeria Bia Doria recebe a partir do próximo dia 10, exposição de obras do renomado pintor uruguaio Carlos Páez Vilaró. A Mostra contará com 47 telas e ficará aberta ao público até o dia 29 de novembro.

“É uma imensa honra promover uma exposição do Páez Vilaró. Sou uma grande admiradora de seu trabalho” declara a artista plástica Bia Doria. “As pessoas terão a oportunidade de conferir de perto toda a criatividade e vivacidade desse brilhante artista”, finaliza.

A pintura de Vilaró é retrato das paisagens e culturas que lhe causaram impacto por suas experiências pelo mundo. Vilaró usou essas influências como forma de enriquecimento cultural. Autodidata, ignorou regras preestabelecidas e buscou trilhar seu caminho com total liberdade de estilo.


Sobre Carlos Páez Vilaró

Nascido em 1923, em Montevidéu, Uruguai, Carlos Páez Vilaró é hoje um dos mais reconhecidos artistas plásticos ao redor do mundo. Escultor, pintor, ceramista e arquiteto, Vilaró criou murais e esculturas para diversos escritórios governamentais e corporativos, residências e tantos outros edifícios. Entre suas obras mais conhecidas está a Capela de San Isidro, em Buenos Aires.

A arte de Vilaró iniciou-se em 1939, quando ainda jovem mostrou interesse pelo universo do desenho. Partiu para Buenos Aires, na Argentina, onde trabalhou como aprendiz de pintor em uma área industrial do centro da capital. No final de 1940, já de volta à sua cidade natal, dedicou-se ao estudo da cultura afro-uruguaia especificamente as danças “Candombé” e “Comparsa”. A partir dessa experiência, com extrema dedicação e paixão pelo tema afro-oriental, Vilaró se entregou totalmente à pintura e decoração dos candombes, incentivando e dirigindo o movimento folclórico.

Viajou a todos os países onde a negritude tinha presença marcante: Brasil, Senegal, Congo, República Dominicana, Haiti, Camarões, Nigéria, entre outros. Anos mais tarde, já radicado em Punta Ballena, há aproximadamente 100 km de Punta de Leste, o artista modelou com as próprias mãos a Casapueblo, uma espécie de casa, atelier, museu e hotel, que hoje é visita obrigatória dos turistas que viajam ao Uruguai.

Carlos Páez Vilaró rompe com as regras e tradições em tudo o que faz. Em seus trabalhos permite-se utilizar materiais diversos, sem seguir uma linha específica. E, com lealdade, mantém a influência africana em sua vida e carreira. Mais informações no site oficial: www.carlospaezvilaro.com.