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terça-feira, 16 de junho de 2009

A Inconsciência coletiva


A Inconsciência coletiva
de
José Ângelo Gaiarsa



Ao contrário da tradição psicanalítica, que privilegia quase exclusivamente o que se ouve, Reich observava aguda e persistentemente as pessoas, gerando assim os primórdios da leitura do corpo. Porém, ainda preso à tradição, ele não conseguiu exprimir livremente a psicologia do olhar, que enfatiza a importância do que se vê para a saúde mental. É isto que Gaiarsa faz nesta obra: uma releitura do pensamento reichiano aplicado à prática clínica.



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quinta-feira, 11 de junho de 2009

IMAGENS QUE CURAM

IMAGENS QUE CURAM

Práticas de visualização para a saúde física e mental

de Dr. Gerald Epstein


Páginas: 232

Pioneiro na área da medicina alternativa, o dr. Gerald Epstein apresenta técnicas simples e eficazes para combater dezenas de doenças. Neste livro, considerado um best-seller em todo o mundo e traduzido em onze idiomas ele fala sobre o poder da visualização na cura, esclarece o processo que liga mente e corpo e apresenta exercícios específicos para cada tipo de moléstia. O livro também oferece práticas de visualização para o bem-estar geral, proporcionando ao leitor aquilo que todos buscamos: o equilíbrio entre mente e corpo. Ilustrações claras e didáticas ajudam o leitor a visualizar os órgãos afetados, potencializando ao máximo o poder das imagens mentais.

O AUTOR

Gerald Epstein é médico e especialista em psiquiatria. Estudou com Colette Aboulker-Muscat, psicóloga e professora franco-argelina que o iniciou no processo de visualização mental. Em 1978, fundou o Instituto Americano de Visualização Mental, entidade reconhecida pelo Conselho de Educação do Estado de Nova York, para treinar profissionais da saúde e fornecer orientação ao público. Autor de inúmeros artigos, dá aulas e palestras em vários países.


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domingo, 7 de junho de 2009

Diário de Bollywood



Diário de Bollywood
Curiosidades e segredos da maior indústria de cinema do mundo

de Franthiesco Ballerin
i

128 pág.


Misto de diário de campo e grande reportagem, a obra aborda as principais características do cinema indiano, conhecido mundialmente como Bollywood. Reflete com olhar crítico os pontos fortes desta indústria, suas dificuldades e o momento de transição inédito por que passa a indústria cinematográfica indiana. Por fim, faz um paralelo com o cinema de Hollywood e da América Latina.


O AUTOR
Franthiesco Ballerini
Jornalista, trabalhou como crítico de cinema do Jornal da Tarde por sete anos e foi colaborador de O Estado de S. Paulo com reportagens especiais e entrevistas de grandes estreias de Hollywood em Los Angeles. Mestre em Comunicação Social pela Universidade Metodista, é pós-graduado em história do cinema mundial, colaborou para revistas como Bravo!, Contigo!, Quem e Sci-fi News, e foi colunista cultural da Rádio Eldorado. Atualmente, é crítico de cinema do jornal Valeparaibano e professor da Academia Internacional de Cinema de São Paulo. Participa de palestras e debates em diversas cidades do país por conta da repercussão da reportagem especial na Índia.

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terça-feira, 2 de junho de 2009

Entre mulheres

Entre mulheres
Depoimentos homoafetivos


de Edith Modesto

168 pág.

Este livro traz depoimentos de mulheres lésbicas e bissexuais de várias idades, profissões e classes sociais. Os temas são variados: relações familiares, juventude, religião, trabalho e preconceito. Trata-se do relato vivo da experiência de cada uma dessas mulheres, que deixaram todo o conforto emocional do mundo convencional para viver a dura vida de homossexual em um país tipicamente machista.


A AUTORA
Edith Modesto

É mestre e doutora em Semiótica Francesa pela Universidade de São Paulo (USP) e lecionou durante mais de 25 anos em faculdades de Jornalismo. Pesquisadora da diversidade sexual, já publicou três livros sobre o assunto: Diversidade sexual na escola – Uma metodologia de trabalho com adolescentes e jovens, Vidas em arco-íris – Depoimentos sobre a homossexualidade e Mãe sempre sabe? Mitos e verdades sobre pais e seus filhos homossexuais e Entre Mulheres (Edições GLS, 2009).

Além de fundadora e presidente da ONG GPH – Associação Brasileira de Pais e Mães de Homossexuais, é idealizadora do Purpurina – projeto sociocultural para adolescentes e jovens LGBTS de 13 a 24 anos – e colabora com diversos projetos de educação para a diversidade, oferecendo também palestras para psicólogos, profissionais da saúde e militantes.


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segunda-feira, 11 de maio de 2009

Laços e nós

Laços e nós
Amor e intimidade nas relações humanas

de Beatriz Helena Paranhos Cardella


192 pág.

Utilizando uma linguagem coloquial, a autora discute o amor e a intimidade à luz de suas experiências pessoais e profissionais. Em um momento em que as pessoas buscam compreensão e envolvimento, ela mostra que é impossível falar de amor sem falar também em respeito às diferenças individuais. Leitura rica para todos os que se interessam pelas relações humanas.


A AUTORA
Beatriz Helena Paranhos Cardella
É psicóloga, psicoterapeuta e supervisora clínica há 23 anos. Mestre em Educação pela Universidade Paulista (Unip), pós-graduada em Psicologia Clínica pela Universidade de São Paulo e professora de pós-graduação em Gestalt-terapia

no Instituto Sedes Sapientiae, em São Paulo, foi também professora convidada nos cursos de pós-graduação em Arteterapia da mesma instituição e da Associação Brasileira de Eutonia. É autora dos livros O amor na relação terapêutica e A construção do psicoterapeuta, editados pela Summus e Laços e nós (Ágora, 2009), além de ter inúmeros artigos publicados em revistas científicas de psicologia.

Coordena o Grupo de Estudos de Temas Clínicos, rabalho de formação continuada para psicoterapeutas e psicólogos clínicos que enfatiza a relação terapeuta-paciente, o sofrimento e o adoecimento humano na contemporaneidade.

Pesquisa e estuda a questão dos relacionamentos amorosos e do sagrado na condição humana na poesia de Adélia Prado e Fernando Pessoa, bem como na obra de Guimarães Rosa e Rubem Alves.



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domingo, 3 de maio de 2009

DIÁRIO DE BOLLYWOOD


DIÁRIO DE BOLLYWOOD

Curiosidades e segredos da maior indústria de cinema do mundo

de Franthie
sco Ballerini

Páginas: 128

Há alguns anos, uma nova estética cinematográfica tem chamado a atenção do público: tramas românticas, roupas coloridas, cenários opulentos e muita música marcam o atual cinema indiano, cuja indústria é conhecida mundialmente como Bollywood.

Fruto de uma reportagem especial de vinte dias com visitas a estúdios, sets de filmagem, escolas e casas de atores e diretores em Mumbai, este livro desvenda o funcionamento de Bollywood, mostrando por que ela é a maior produtora de filmes do mundo. Recheada de fatos curiosos, entrevistas exclusivas e fotografias, a obra traça também um paralelo do cinema indiano com o de Hollywood e o da América Latina.

O AUTOR

Franthiesco Ballerini, jornalista, trabalhou como crítico de cinema do Jornal da Tarde por sete anos e foi colaborador de O Estado de S. Paulo com reportagens especiais e entrevistas de grandes estreias de Hollywood em Los Angeles. Mestre em Comunicação Social pela Universidade Metodista, é pós-graduado em história do cinema mundial, colaborou para revistas como Bravo!, Contigo!, Quem e Sci-fi News, e foi colunista cultural da Rádio Eldorado. Atualmente, é crítico de cinema do jornal Valeparaibano e professor da Academia Internacional de Cinema de São Paulo. Participa de palestras e debates em diversas cidades do país por conta da repercussão da reportagem especial na Índia.


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quarta-feira, 1 de abril de 2009

Era uma vez um casal diferente

Era uma vez um casal diferente
A temática homossexual na educação literária infanto-juvenil

de Lúcia Facco

Esta obra discute até que ponto a educação literária de crianças e adolescentes pode diminuir o preconceito e a discriminação, mostrando como determinados títulos trabalham a temática de forma adequada. Com caderno de atividades especialmente direcionadas a professores.


O livro mostra como a literatura infanto-juvenil pode ajudar os educadores a trabalhar temas delicados como a discriminação por diferença de classe social, de etnia, de orientação sexual, de gênero etc. A autora mistura depoimentos pessoais em um texto com forte embasamento teórico. A obra traz ainda um encarte com sugestões de trabalhos a serem desenvolvidos com estudantes de diversas faixas etárias, com pais e professores, tudo a partir da literatura.

“O título já define com irretocável precisão seu conteúdo: “Era uma vez”, pano de fundo da pesquisa; “um casal diferente”, a base sociocultural da arte literária; tudo se aprofunda e aperfeiçoa com a proposta de educação social real, a indispensável educação literária. É a leitura integral da arte da palavra, a mesma palavra que usamos para expressar sentidos, emoções, ideias, pensamentos, reflexões, agressões, ironias, agregações e desagregações. Trata-se, assim, da soma profunda e articulada de educação, literatura e homossexualidade. Como se orientam a leitura, a análise e a compreensão da arte da palavra na escola? Algumas páginas do livro deveriam ser distribuídas aos passantes, nos mais diversos espaços públicos. Haveria grandes mudanças em nossa sociedade, posso garantir”, afirma a escritora Cyana M. Leahy-Dios, tradutora e doutora em Educação Literária pela Universidade de Londres, que escreve na quarta capa do livro.

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A AUTORA
Lúcia Facco

É graduada em Letras (protuguês-Francês), especialista e mestre em Literatura Brasileira, doutora em Literatura Comparada pela Universidade do Estado do Rio de janeiro (Uerj), crítica literária e escritora. Tem Várias publicações técnico-científicas, além de livros de ficção.

É autora dos livros As heroínas saem do armário (GLS, 2004), Lado B (GLS, 2006) e Era uma vez um casal diferente (Summus, 2009).

A preocupação com a violência que permeia as relações entre “diferentes”está presente em seus textos acadêmicos e em sua literatura, mas de uma maneira calma, que tranqüiliza os seus leitores e lhes transmite a confiança em um mundo mais pacífico.

Mora com sua família “diferente” e seus bichos no Rio de Janeiro, no charmoso bairro de Santa Teresa, onde tece histórias e reflexões.

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AUTORA DE “ERA UMA VEZ UM CASAL DIFERENTE” AUTOGRAFA NA LIVRARIA SARAIVA (RJ), DIA 4 DE ABRIL

A Summus Editorial e a Livraria Saraiva (Shopping Rio Sul-RJ) promovem no dia 4 de abril (sábado), das 19h às 22h, a noite de autógrafos do livro Era uma vez um casal diferente, de Lúcia Facco. A obra discute até que ponto a educação literária de crianças e adolescentes pode diminuir o preconceito e a discriminação. A autora mostra como determinados títulos trabalham a temática de forma adequada. A Saraiva MegaStore Shopping Rio Sul fica Rua Lauro Müller, 116 – 3ª piso, Botafogo – Rio de Janeiro.

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terça-feira, 17 de março de 2009

Relicário

Relicário
de Felipe Greco


104 pág.


Um livro de contos escrito com maestria e criatividade. São contos curtos, fluidos e escritos por um autor já tinha se revelado competente e não alegórico em Caçadores noturnos. O acabamento gráfico também é feito com sutileza e criatividade. Muito acima da média dos recentes lançamentos de literatura GLS. (E.C.)

Relicário reúne contos que mergulham no universo do desejo homoerótico. O livro é, na verdade, uma coletânea de confissões de alcova. Os textos apresentam o universo homoerótico masculino, mas não se restringem a isso: mostram que a libido, no fundo, também é atrair a atenção do outro (do mesmo sexo ou não), ser desejado por ele, compartilhar fantasias, desejos e projetos de vida.

O AUTOR
Felipe Greco


Felipe Greco nasceu em junho de 1967, é gaúcho de Uruguaiana (RS), porém desde 1985 reside em São Paulo. Tem dois roteiros filmados: "Atração Satânica" (1987) e "The ritual of death" (1990). Em outubro de 1991, venceu o concurso literário promovido pela Fiat do Brasil, com o conto "Anjo provisório".

Em agosto de 2001, publicou o livro de contos "Caçadores Noturnos" (Desatino, SP); em maio de 2003, "O coveiro, uma fábula marginal" (Desatino, SP); em julho de 2004, um artigo em obra coletiva, "Getúlio Vargas, um político camaleônico", in "Política e conflitos internacionais" (Revan, RJ). Em dezembro/05, inspirado em uma história real, escreveu "Lilica" (infantil;Editora Via Lettera).

Em outubro de 2006 teve um texto juvenil inédito, "Memórias do asfalto", premiado pelo Programa de Ação Cultural (PAC 26) da Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo .

Convidado pelo editor-chefe da revista G Magazine (Fractal, SP), escreveu os contos "O Banho", jul/04, "Encontro na chuva", dez/04, "As Máscaras", fev/05, "O Machão", abr/05, "A Espera", jun/05, "Notas de alcova", ago/05, "Tabu", set/05, "Olé", nov/05, "Almodóvar", dez/05, "Despedida de solteiro", fev/06, "Chuva rala", abr/06, "De repente...", jun/06 (este conto, por uma falha de comunicação entre autor e editor, foi publicado na revista com o título de "No escurinho do dark room"), "O voyeur", set/06, "Para um dia qualquer, depois de hoje", jan/07, "Madrugada sem Lua", set/07, e "Relicário" .

Ficcionista e editor, Felipe Greco publicou que lançou-se Caçadores noturnos (Desatino, 2001) escreveu ainda para o público jovem e adaptou para HQ o clássico Dom Casmurro, de Machado de Assis (Via Lettera).
No cinema, assinou o argumento e o roteiro do curta-metragem Caçadores noturno, inspirado no universo underground de suas duas obras de estréia na prosa.

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quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

O OLHAR

O Olhar
de José Ângelo Gaiarsa

152 pág.

Coleção: Psicologia/Psicodrama

Subestimamos o olhar, supervalorizamos a palavra. A frustração, a tristeza e o amor estão na cara de quem sente, nos gestos. Ainda assim, optamos por fingir que não estamos vendo. Partindo dessa constatação, J. A. Gaiarsa mostra quanta hipocrisia se gera com essa falta de olhar – tanto para o outro quanto para nós mesmos. Além disso, ressalta a importância pedagógica do olhar e a importância da visão múltipla do mesmo fato para acabar com todo tipo de repressão – na escola, na família, na sociedade.





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sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

COMO FALAR NO RÁDIO

COMO FALAR NO RÁDIO
Prática de locução AM e FM

de Cyro César


Páginas: 296

Partindo de décadas de experiência, Cyro César oferece nesta obra os princípios básicos para quem quer conhecer todas as etapas do processo radiofônico, desde a preparação pessoal do locutor até o papel da ética nas transmissões. Entre os tópicos abordados na obra:

o A história do rádio
o Características da linguagem radiofônica
o Exercícios e técnicas de locução
o Desenvolvimento, criação e apresentação de noticiários
o O rádio e as novas tecnologias

O livro conta ainda com comentários de Fernando Henrique Cardoso, Osmar Santos, Paulo Machado de Carvalho e Paulinho Leite, entre outros.

O AUTOR

Cyro César é jornalista e radialista, especialista em qualificação profissional para rádio. Atuou como locutor, produtor e coordenador em inúmeras emissoras paulistas. É presidente da Associação Brasileira de Qualificação e Ensino Pró-Rádio, que ajudou a fundar. Publicou, entre outros livros, Rádio – A mídia da emoção (Summus, 2005).


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PSICOTERAPIA DE CURTA DURAÇÃO NA ABORDAGEM GESTÁLTICA

PSICOTERAPIA DE CURTA DURAÇÃO NA ABORDAGEM GESTÁLTICA

Elementos para a prática clínica

de Ênio Brito Pinto


Páginas : 192



Em uma época em que as pessoas têm cada vez menos tempo para si, como combinar as especificidades da psicoterapia com a urgência do momento? Esse é o desafio de muitos profissionais da saúde mental. Gestalt-terapeuta experiente, Ênio Brito Pinto mostra que é possível conjugar os princípios e pontos de vista gestálticos com a psicoterapia de curta duração. Para tanto, o autor utiliza sólidos conceitos teóricos e os aproxima da clínica. Os aspectos fenomenológicos não escapam ao olhar apurado do autor, que analisa todos os possíveis desdobramentos da relação terapêutica, entre eles os do diálogo amoroso, da empatia, do contrato, da transferên cia e da contratransferência. E, embora a obra dê mais destaque para a terapia individual, as considerações desenvolvidas por Ênio Brito Pinto também são aplicáveis a trabalhos grupais.

O AUTOR

Ênio Brito Pinto é psicólogo pela PUC-RJ, especialista em Psicopedagogia pela Unip e mestre e doutor em Ciências da Religião pela PUC-SP. Além de trabalhar como Gestalt-terapeuta, tem diversos livros publicados e é professor do Instituto de Gestalt de São Paulo, do Instituto Sedes Sapientae, do Instituto Brasileiro Interdisciplinar de Sexologia e Medicina Psicossomática (ISEXP), da Faculdade de Medicina do ABC e da UniFMU.



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segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

GUERREIRAS DE NATUREZA

GUERREIRAS DE NATUREZA

Subtítulo: Mulher negra, religiosidade e ambiente


Coleção Sankofa – Matrizes Africanas da Cultura Brasileira, volume 3

Organizadora: Elisa Larkin Nascimento

Páginas: 272

O terceiro volume da coleção Sankofa – Matrizes Africanas da Cultura Brasileira trata das contribuições da tradição africana à religião, à família e à sociedade brasileiras. A formação diversa dos autores – Lélia Gonzalez, Gizêlda Melo Nascimento, Helena Theodoro, Sueli Carneiro, Cristiane Cury, Hédio Silva Jr., Dandara, Nei Lopes, José Flávio Pessoa de Barros, Maria Lina Leão Teixeira, Clarice Novaes da Mota, Aderbal Moreira e a própria Elisa Larkin Nascimento, organizadora da coleção – permite uma abordagem multicultural. A obra aponta as desigualdades e injustiças a que estão submetidos os afrodescendentes no exercício de sua cultura e de sua fé.

Elisa Larkin Nascimento organizadora da coleção Sankofa – Matrizes Africanas da Cultura Brasileira, é mestre em Direito e em Ciências Sociais pela Universidade do Estado de Nova York e doutora em Psicologia pela USP, além de co-fundadora e atual presidente do Instituto de Pesquisas e Estudos Afro-Brasileiros (Ipeafro). Publicou também pela Selo Negro Edições, o livro O sortilégio da cor: raça e gênero no Brasil (2003).

***

Outros volumes da coleção Sankofa – Matrizes Africanas da Cultura Brasileira:
1. A matriz africana no mundo
2. Cultura em movimento: matrizes africanas e ativismo negro no Brasil
4. Afrocentricidade: uma abordagem epistemológica inovadora (em breve)

Para ler as primeiras páginas do livro, acesse o endereço http://www.gruposummus.com.br/indice/40034.pdf.

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quinta-feira, 13 de novembro de 2008

ESCRITA CRIATIVA - O prazer da linguagem


ESCRITA CRIATIVA

O prazer da linguagem

de Renata Di Nizo


Páginas: 132

Neste livro, a especialista em comunicação Renata Di Nizo compartilha com o leitor sua vasta experiência, oferecendo numerosas técnicas de criatividade que possibilitam a descoberta do potencial criativo. As orientações de Renata Di Nizo passam longe das regras estereotipadas – meras formalidades. O que a autora ensina é o contrário: encarar a arte de escrever de uma forma desafiadora e pessoal, fazendo dela um instrumento de prazer para a expressão original e eficiente.

Indicado para todas as pessoas que desejam se comunicar melhor por escrito: profissionais que necessitam elaborar e-mails e relatórios; acadêmicos cuja maior preocupação é redigir, com clareza e exatidão, o resultado de suas pesquisas; e estudantes, principalmente aqueles que enfrentarão a tão temida redação dos vestibulares. Leitura essencial para quem pretende escrever seu primeiro livro e para todos que sofrem do famoso branco na hora de escrever.

"Sim, todos podem escrever bem – e, principalmente, gostar de escrever. Neste livro, Renata Di Nizo oferece numerosas técnicas de criatividade que possibilitam a descoberta do potencial criativo – muitas vezes oculto por uma rotina cansativa e a falta de estímulos adequados. Indicado para todas as pessoas que desejam se comunicar melhor por escrito, especialmente profissionais, acadêmicos e estudantes. "


A AUTORA
Renata Di Nizo formou-se em Artes Cênicas pela Escola Superior de Arte Dramática de Barcelona, mais tarde, integrou o ateliê de criação e experimentação pedagógica do Instituto de Ciências da Educação da Universidade de Barcelona. Realiza palestras, consultoria, treinamento em expressão, além de comunicação interpessoal. Pela Editora Ágora, é autora dos livros A educação do querer – Ferramentas para o autoconhecimento e a auto-expressão e O meu, o seu, o nosso querer – Ferramentas para a comunicação interpessoal.

Para ler as primeiras páginas do livro, acesse o endereço http://www.gruposummus.com.br/indice/10526.pdf.
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segunda-feira, 10 de novembro de 2008

sábado, 8 de novembro de 2008

Ciência e jornalismo

Ciência e jornalismo
Da herança positivista ao diálogo dos afetos

de Cremilda Medina

Coleção: Comunicação
120 pág.

As marcas do paradigma positivista estão presentes no trabalho do cientista e do jornalista. Mas as competências técnicas de ambos passaram por crises nos respectivos paradigmas, provocadas por mudanças de visão de mundo que eclodiram no século XX. As certezas e princípios que determinavam relações verticais e unidirecionais sofreram abalos profundos nos contextos democráticos e no crescente acesso aos meios de comunicação social.

Para melhor perceber a impregnação da herança do século XIX, Cremilda Medina recorre a algumas das principais fontes – Auguste Comte, por exemplo – e mostra, com base nelas, que as práticas profissionais e as metodologias científicas ainda enfrentam os impasses desse legado. A linguagem dialógica que a autora pesquisa há mais de quatro décadas articula, em seu 13º livro, reflexão teórica com prática narrativa.

O pensamento da autora invoca, na essência, outra maneira de estar no mundo em oposição à técnica tradicional da entrevista ou da observação dos fenômenos contemporâneos. O leitor, por sua vez, é convidado a partilhar a construção do texto: a todo momento temas envolventes vêm à tona, salientando o laço democrático entre ciência, sociedade e comunicação social.

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