Título Original: The Lady of the Rivers Tradutor: Ana Luiza Borges Gênero: Romance histórico Páginas: 532 Formato: 16 x 23 cm A VISÃO DE UM FUTURO SURPRENDENTE PODE MUDAR O DESTINO DO TRONO DA INGLATERRA É o auge da Guerra dos Cem Anos, e os territórios ingleses na França
encontram-se sob ameaça. Jacquetta de Luxemburgo não imagina que terá um
papel fundamental na política inglesa. Descendente de Melusina, a deusa
das águas, ela tem a capacidade de prever o futuro. Após ficar viúva do
duque de Bedford, ela se casa com Richard Woodville, seu fiel
escudeiro. Depois de sofrer muito preconceito, ela acaba se tornando
amiga da rainha mas sua lealdade não mantém a Casa de Lancaster no
trono: o rei cai doente e Ricardo, duque de York, ameaça se rebelar
contra o reino. Nomeada Lady Rivers, ela vive conforme seus princípios,
mas uma visão pode mudar tudo: um futuro inesperado para a filha
Elizabeth, uma mudança de destino, o trono da Inglaterra e a rosa branca
de York.
• Philippa Gregory é autora, entre outros títulos, de A irmã de Ana Bolena, adaptado para o cinema como A outra, uma superprodução estrelada por Natalie Portman, Scarlett Johansson e Eric Bana.
• “O melhor romance de Philippa Gregory em anos.” USA Today
A AUTORA Philippa Gregory
Além de se dedicar a escrever romances históricos, Philippa Gregory é reconhecida por seus programas de rádio e televisão. É Ph.D. em literatura do século XVIII pela Universidade de Edimburgo e autora, entre outros, de A princesa leal, O amante da virgem e A irmã de Ana Bolena. Este último chegará às telas do cinema em breve, em uma superprodução estrelada por Natalie Portman, Scarlett Johansson e Eric Bana. Philippa Gregory mora com a família no norte da Inglaterra. Seus livros já ultrapassaram a marca de 1 milhão de exemplares vendidos nos Estados Unidos, número extraordinário para uma escritora inglesa.
Ascensão do Império: A sorte favorece o ladrão (Vol. 2 - Revelações de Riyria)
de Michael J. Sullivan
Título Original: Rise of Empire Tradutor: José Roberto O Shea
Gênero: Romance histórico Coleção: Revelações de Riyria Páginas: 700 Formato: 16 x 23 cm O SEGUNDO VOLUME DA TRILOGIA REVELAÇÕES DE RIYRIA Os reinos dos homens estão unificados sob uma mesma bandeira, o Novo
Império, apoiada pela Igreja de Nyphron, a mais poderosa instituição
existente. Apenas um território permanece independente, Melengar, com
cada vez menos aliados e vendo as forças inimigas crescerem sem poder
fazer nada. Em meio a isso, os mercenários Royce e Hadrian se veem
envolvidos em conflitos políticos e são contratados pela princesa
Arista, de Melengar, para escoltá-la em uma perigosa missão diplomática.
Assim, os três partem em uma jornada para garantir que a iminente
guerra não signifique um massacre das forças de resistência e para
descobrir seus reais papéis no mundo. Isso os conduz a embates épicos e
viagens aos confins das fronteiras conhecidas, onde criaturas malignas
vivem à espreita. · Ascensão do Império é o segundo volume da trilogia Revelações de Riyria, precedido por Roubo de espadas. · Foi publicado originalmente em dois volumes: A ascensão de Nyphron e Tempestade de Esmeralda.
Michael J. Sullivan
Michael J. Sullivan é um escritor americano de fantasia épica e ficção científica , mais conhecido por sua série de estreia, as revelações Riyria, que foi traduzido para quatorze idiomas. Em 2012 io9 nomeou-o um dos "mais bem sucedidos Sci-Fi e Fantasia autores independentes ". Escreveu duas séries, As Revelações Riyria e As Crônicas Riyria. As Revelações Riyria é uma série de seis livros de fantasia épica, enquanto as Crônicas Riyria é uma série em curso que se centra nas primeiras aventuras dos dois principais protagonistas de Revelations Riyria. O seu primeiro romance de ficção científica, Oco do Mundo, foi lançado pela Tachyon Publications em abril de 2014.
Os livros de Michael J. Sullivan já foram traduzidos para mais de dez línguas.
Título Original: Remarkable Creatures Tradutor: Beatriz Horta
Páginas: 352 Formato: 14 x 21 cm
PERSONAGENS HISTÓRICOS E EVENTOS REAIS RECRIADOS EM UMA NARRATIVA ENCANTADORA, DA AUTORA DE MOÇA COM BRINCO DE PÉROLA
Desde que foi atingida por um raio quando bebê, Mary Anning sempre foi uma pessoa diferente, destinada a grandes feitos. Ao descobrir fósseis de seres desconhecidos nas falésias de Lyme Regis, ela revoluciona o universo científico com ideias desafiadoras sobre a criação do mundo e estimula o debate sobre a origem da humanidade. Durante o processo de escavação, Mary encontra apoio na inteligente Elizabeth Philpot, uma solteirona de classe média, que também é obcecada por fósseis.
O relacionamento delas desenvolve um delicado equilíbrio entre a fidelidade total e a inveja maldisfarçada. Apesar das diferenças de idade e origem, Mary e Elizabeth descobrem que, na luta pelo reconhecimento, a amizade é a arma mais forte para elas.
Neste encantador romance, duas mulheres farão descobertas que mudarão o mundo. Ao longo da história, Tracy Chevalier enriquece a trama através do detalhamento dos hábitos da época, assim como da paisagem, das roupas, da questão religiosa e, principalmente, da arqueologia.
A CRITICA “Tracy Chevalier revela mulheres cativantes e cheias de vida. Como uma caçadora de fósseis, a autora escava as praias da história e presenteia o leitor com uma narrativa envolvente.” (The Financial Times)
“Chevalier mergulha em um momento histórico fértil, examinando a forma como uma jovem inteligente, mas sem experiência, interage com os homens prepotentes e arrogantes de sua época.” (The Washington Post) A AUTORA Tracy Chevalier nasceu em 1962, em Washington, nos
Estados Unidos, e mudou-se para Londres em 1984, onde mora até hoje com o
marido e o filho. Formou-se em escrita criativa pela University of East Anglia,
na Inglaterra. Antes de se tornar escritora em tempo integral, foi uma
notável editora de enciclopédias sobre autores. Sua obra-prima, Moça com brinco de pérola, foi vencedora do Barnes and Noble Discover Award e vendeu mais de 4 milhões de exemplares no mundo todo, além de receber adaptação para o cinema. Pela Bertrand Brasil, além de Moça com brinco de pérola, publicou também O azul da virgem, Viva chama, Anjos caídos e A dama e o unicórnio. Para mais informações, visite o site da autora: www.tchevalier.com
Título Original: Bring up the bodies
Tradutor: Heloisa Mourão
Páginas: 364
Formato: 16 x 23 cm
Uma das mais respeitadas escritoras da atualidade, Hilary Mantel, autora de mais de dez livros — entre eles os romances A sombra da guilhotina, sobre a Revolução Francesa, e Além da escuridão, finalista do Orange Prize 2006 — consagrou-se definitivamente com Wolf Hall, primeiro volume de uma trilogia sobre Thomas Cromwell, conselheiro do polêmico rei Henrique VIII, vencedor do Man Booker Prize em 2009.
Com a conquista do mesmo Booker Prize três anos mais tarde por O livro de Henrique, segunda parte da série situada na Era Tudor que chega agora às livrarias, Hilary tornou-se a primeira autora inglesa a vencer duas vezes o mais prestigiado prêmio de língua inglesa para literatura de ficção. Além de ter sido a primeira vez que este foi concedido a uma série. Best-seller do New York Times e do Sunday Times, o romance, que ganhou também o Costa Book Awards de 2012 e o David Cohen Prize, explora um dos episódios mais enigmáticos e assustadores da história inglesa: a queda de Ana Bolena.
Em 1535, Thomas Cromwell, o filho do ferreiro, muito se distanciou de suas origens humildes. Principal ministro de Henrique VIII, sua sorte se elevou junto à de Ana Bolena, segunda esposa do rei, por quem o monarca rompeu com Roma e criou a própria Igreja. Contudo, as ações do soberano conduziram a Inglaterra a um perigoso isolamento, e Ana Bolena não conseguiu cumprir aquilo que prometera: gerar um filho e assegurar a linhagem Tudor. Ao acompanhar Henrique em sua visita a Wolf Hall, Cromwell percebe a repentina paixão do rei pela discreta e silenciosa Jane Seymour. O ministro está certo de que não apenas o contentamento do rei está em jogo, mas também a segurança da nação. Enquanto abre caminho por meio das políticas sexuais da corte e de rumores maliciosos, Cromwell precisa negociar uma “verdade” que satisfaça Henrique e que proteja a própria carreira. Mas nem o ministro nem o rei emergirão intactos do sanguinário teatro dos últimos dias da rainha.
Este novo romance é um quadro vivo, uma visão audaciosa da Inglaterra da era Tudor, lançando sua luz no mundo moderno. É o trabalho de uma das maiores escritoras da atualidade, no ápice de seu talento.
Hilary Mantel introduces Bring up the Bodies
Hilary Mantel talks about her new book Bring up the Bodies, the sequel
to the Man Booker prize-winning Wolf Hall. The story of Thomas Cromwell
continues. In the final days of Anne Boleyn, no one is left unscathed
...
Título Original: Wolf Hall
Tradutor: Heloisa Mourão
Páginas: 588
Formato: 16x23
Um dos períodos mais fascinantes da história da Inglaterra, a dinastia dos Tudor — e em especial o reinado do tirano Henrique VIII — é também um dos mais retratados pela literatura e o cinema. Autora de A sombra da guilhotina, considerada a mais perfeita obra de ficção sobre a Revolução Francesa, a escritora britânica Hilary Mantel prova, no entanto, que o tema está longe de ter se esgotado, em seu aclamado romance histórico WOLF HALL. Grande vencedor do Man Booker Prize, o mais prestigiado prêmio literário britânico, em 2009, o livro foi unanimidade de crítica nos Estados Unidos e na Inglaterra ao mostrar um novo ângulo da corte de Henrique VIII pelos olhos de uma dos mais controversos e misteriosos personagens daquela época: o conselheiro real Thomas Cromwell.
Eleito o melhor lançamento do ano pelas principais publicações britânicas —entre os jornais Guardian, Independent, Telegraph, Financial Times e Sunday Times — e americanas — como os jornais New York Times, Boston Globe, Wall Street Journal, Washington Post, Miami Herald e as revistas Time, Economist e New Yorker —, Wolf Hall é o livro agraciado com o Booker mais vendido na história do prêmio.
A Inglaterra da década de 1520 está a um passo do desastre. Se o rei morrer sem um herdeiro, o país poderá ser consumido em guerra civil. Henrique VIII deseja anular seu casamento de vinte anos e desposar Ana Bolena. O papa e a maior parte da Europa se opõem a ele. A saga em busca da liberdade do rei destrói seu conselheiro, o brilhante Cardeal Wolsey, e deixa um vácuo de poder e um beco sem saída.
É neste impasse que entra Thomas Cromwell. Filho de um brutal ferreiro, um gênio político, subornador, rufião e sedutor, Cromwell rompeu todas as regras de uma sociedade rígida em sua ascensão ao poder, e se prepara para quebrar outras mais. Elevando-se do desastre pessoal — a perda de sua jovem família e de Wolsey, seu venerado empregador —, ele abre caminho habilidosamente através de uma corte em que “o homem é o lobo do homem”. Confrontando o parlamento, as instituições políticas e o papado, ele está pronto para remodelar a Inglaterra segundo seus próprios desejos, e os de Henrique VIII.
Em seu estilo inimitável, Hilary Mantel apresenta a imagem de uma sociedade em formação e no vértice da mudança, na qual indivíduos confrontam ou aceitam seus destinos com paixão e coragem. Com uma vasta gama de personagens, transbordando de acontecimentos, Wolf Hall recria uma era em que a esfera pessoal e a política se separam por um fio, onde o sucesso acarreta poder ilimitado, mas um único erro pode significar a morte.
A AUTORA Hilary Mantel nasceu na Inglaterra em 1952. Estudou Direito e morou em diversos lugares ao redor do mundo, como Botswana e Arábia Saudita.
Hilary Mantel and David Starkey discuss Henry VIII - part 1
Título Original: La conjura del faraón Tradutor: Paulo Bentancur e Dênia Sad Silveira
Páginas: 630 Formato: 16x23
A Conspiração do Faraó convida os leitores a entrarem em uma narrativa histórica em que os personagens se juntam para criar uma trama a respeito do Antigo Egito. O livro detalha os costumes da vida cotidiana no país, descreve as lutas de poder que marcaram sua história, além de capturar a beleza de suas paisagens.
O protagonista é Nefermaat, criado na corte do faraó Ramsés III e que, sob a proteção da deusa Sekhmet, torna-se o melhor especialista em medicina da região. Com esse cenário, ele acaba, por acaso, tornando-se a principal testemunha na maior conspiração já sofrida por um faraó. Tais fatos, ocorridos há mais de três mil anos, talvez façam parte do primeiro golpe de estado da História.
Modelo de integridade em um mundo repleto de trapaças e de traições, Nefermaat torna-se, assim, um herói clássico de aventura, que deve enfrentar as dificuldades do amor, o risco de morte e o exílio. O livro apresenta a habilidade de Cabanas em descrever uma galeria de personagens que dá ao leitor a chance de imaginar o próprio Egito, uma civilização que atingiu níveis extraordinariamente desenvolvidos.
Mesclando ficção com dados históricos obtidos em papiros que fazem referência ao reinado de Ramsés III e à Conspiração do Harém — um dos episódios mais singulares ocorridos na história do Antigo Egito —, Antonio Cabanas confirma, em A Conspiração do Faraó, o talento que consagrou seu primeiro romance, O Ladrão de Tumbas, a um bestseller do gênero. Um livro muito bem-recebido por leitores e pela crítica.
O AUTOR Antonio Cabanas nasceu em Las Palmas, Espanha. É comandante da companhia de aviação espanhola Iberia. Cabanas estudou egiptologia, idioma egípcio antigo e escrita hieroglífica. É membro da Associação Espanhola de Egiptologia desde 1990. Seus romances figuram no topo da lista dos mais vendidos da Espanha. O ladrão de tumbas é o seu primeiro livro publicado no Brasil. Página oficial do autor: . Lançamento
Gênero: Romance histórico
Coleção: Guerra dos primos
Páginas: 364
Formato: 16 x 23 cm
Neste segundo volume da série Guerra dos Primos, a Inglaterra está prestes a enfrentar uma guerra civil. O rei, Henrique VI de Lancaster, apresenta os primeiros sinais de loucura, e a linhagem dos duques de York assume o trono. Herdeira da antiga casa real, cujo símbolo é uma rosa vermelha, Margaret Beaufort acredita que um grande destino a aguarda. Viúva aos 15 anos, ela decide dedicar sua vida solitária a pôr o filho, Henrique Tudor, no trono, e para isso estabelece alianças perigosas e lidera uma das maiores rebeliões de seu tempo. Um romance repleto de paixões e traição, A Rainha Vermelha traz de volta à vida a matriarca dos Tudor, uma mulher determinada que acredita que, sozinha, pode mudar o curso da história.
A AUTORA Philippa Gregory
Além de se dedicar a escrever romances históricos, Philippa Gregory é reconhecida por seus programas de rádio e televisão. É Ph.D. em literatura do século XVIII pela Universidade de Edimburgo e autora, entre outros, de A princesa leal, O amante da virgem e A irmã de Ana Bolena. Este último chegará às telas do cinema em breve, em uma superprodução estrelada por Natalie Portman, Scarlett Johansson e Eric Bana. Philippa Gregory mora com a família no norte da Inglaterra. Seus livros já ultrapassaram a marca de 1 milhão de exemplares vendidos nos Estados Unidos, número extraordinário para uma escritora inglesa.
Philippa Gregory on Margaret Beaufort - The Red Queen (part 1)
Vencedor do Costa Book Prize e considerado pelo The Guardian um dos dez melhores romances históricos de todos os tempos, Puro, de Andrew Miller, analisa de maneira inteligente, por meio de fatos, a sociedade francesa quatro anos antes da Revolução.
1785. Jean-Baptiste Baratte, um jovem engenheiro iluminista, tido como amante de Voltaire, recebe uma missão desafiadora do rei Luís XVI: livrar-se da igreja e do cemitério de Les Innocents. No início, o protagonista percebe nessa empreitada uma chance de limpar o fardo da história, a tarefa perfeita para um homem moderno, do futuro, da razão. Ele logo sente, porém, que a igreja e o cemitério são apenas prenúncios de uma queda maior que ainda está por vir.
Miller utiliza seu herói, Jean-Baptiste, e a destruição da igreja e do cemitério como formas de dramatizar uma das grandes questões do Iluminismo: qual é a situação do passado? É algo a ser valorizado e preservado ou deveria ser simplesmente esquecido? Esse aniquilamento é utilizado pelo autor como uma metáfora do progresso e da disposição de deixar o passado corrupto e tirânico para trás.
Puro possui um estilo elegante, é primorosamente escrito e tem um final diferente do que o leitor possa imaginar. Um livro sobre a impureza da sociedade da época, o que o protagonista reconhece como a sujeira do mundo. Uma trama que se resume a favor da bagunça, do enfrentamento.
A CRITICA
“Miller escreve como um poeta, com uma simplicidade enganosa. Suas frases e imagens são destilações intensas, evocando com clareza os detalhes fugazes da existência.” (The Guardian)
“Sua recriação da Paris pré-Revolução é extremamente vívida e imaginativa, e a história é tão emocionante que você não vai parar de ler.” (The Times)
“Poderoso e surpreendente. Ao concentrar-se nos personagens e atalhos da história, Miller evoca de forma estranhamente tangível um mundo que já não existe.” (Financial Times)
O AUTOR
Andrew Miller won the prestigious Costa Book of the Year in 2011 for his novel Pure.
He
gained a PhD in Creative Writing at Lancaster University in 1997, the
same year his first novel, Ingenious Pain, was published.
He says studying at Lancaster provided the space he needed to embark upon his award-winning literary career.
Romance histórico > César (Vol. 5) Apply here cash advance
César (Vol. 5)
de Colleen McCullough
Título Original: Caesar: Let the dice fly Tradutor: Maria D. Alexandre Coleção: Senhores de Roma Páginas: 840 Formato: 16 x 23 cm
A trajetória de Caio Júlio César desde sua época como general de Roma até a tomada do poder
Depois de longa espera, a Bertrand Brasil lança César, o aguardado quinto olume da série Senhores de Roma. Sucesso mundial de vendas, o livro traz à tona a paixão e a genialidade de um homem incomparável, aliadas à soberba escrita da autora Colleen McCullough.
O ano é 54 a.C. O imperador Júlio César está devastando a Gália. Ao mesmo tempo em que suas vitórias são épicas, os conservadores líderes de Roma não estão satisfeitos. Na verdade, estão apavorados. Até onde vai a ambição do mais brilhante soldado do império? Ele deve ser destruído antes que seja capaz de derrubar o governo romano e tomar posse como ditador.
Considerada por muitos críticos como a série que melhor retrata o período mais famoso do Império Romano, Senhores de Roma traz um irresistível mundo de intriga política, guerras, assassinatos, conquistas, alianças familiares e rivalidades apaixonadas.
Os outros volumes já publicados são: O Primeiro Homem de Roma, A Coroa de Ervas, Os Favoritos de Fortuna e As Mulheres de César.
A CRITICA “Colleen McCullough escreve maravilhosamente. Seus personagens são vibrantes, e ela não deixa passar nenhum detalhe histórico militar. Em algumas passagens, dá para sentir a história antes de Cristo sendo escrita no momento em que se lê.” (The New York Times)
“Em César, Colleen McCullough está fantástica. O protagonista é forte, fascinante.” (San Francisco Chronicle)
A AUTORA Colleen McCullough nasceu na cidade de Wellington, na Austrália, e foi educada em Sydney. Jornalista e professora, a sua verdadeira vocação era a medicina. Depois de ter passado sete anos num laboratório, parte primeiro para Londres e depois para Nova York, onde atua como neurofisiologista. É então que surge o sucesso. Tim, seu primeiro romance, já chamara atenção. Mas foi Pássaros Feridos que lhe trouxe o reconhecimento de público e crítica, traduzido em sete milhões de exemplares vendidos, um verdadeiro fenômeno literário. Atualmente, Colleen McCullough se encontra na Austrália em busca da tranquilidade e do anonimato que a celebridade lhe tirou. Vive numa pequena ilha do Pacífico Sul.
Em 1897, o irlandês Bram Stocker lançou um dos maiores sucessos da literatura mundial. A reboque, criou um dos mais cultuados ícones do horror. Ao recontar, livremente, a história do líder romeno Vlad Tepes, no clássico Drácula, ele conjura uma imagem completamente diferente para o impiedoso nobre que defendeu por décadas o país dos invasores turcos: uma criatura das trevas, sedenta de sangue e imortal.
Stocker transformou a palavra Drakul (da Ordem do Dragão) num nome que exala horror, depravação e sensualidade sombria. Em VLAD – A ÚLTIMA CONFISSÃO, C.C. Humphreys — finalista do prestigiado prêmio CWA Dagger — esboça um novo perfil para o conde valáquio. Aqui, ele se propõe a não questionar as ações do guerreiro e apresentá-lo de forma crua para que os leitores façam seu próprio julgamento.
Além dos rochosos Cárpatos, na Transilvânia do início do século XVI, após uma árdua viagem, Janos Horvathy chega ao castelo de Poenari, com a missão de descobrir a verdade sobre o conde Vlad Tepes, antigo voivoda, comandante militar, da Valáquia. Para atingir seu objetivo, deverá se encontrar com as três pessoas que foram mais próximas do nobre durante sua turbulenta existência.
O primeiro relato é de Ion Tremblac, antigo cavaleiro e amigo de Vlad, prisioneiro há anos. O segundo é de Ilona Ferenc, a única mulher que ele amou — e a quem teve de sacrificar. O terceiro é do irmão Vasilie, um ermitão que fez as vezes de confessor de Drácula durante anos e quebrou seu silêncio para revelar a história do homem que sempre seria lembrado como “O Empalador". Os três testemunhos se entrelaçam para criar um relato detalhado do lendário personagem Vlad Tepes.
Sedutor e assustador, sua história não é a de um monstro, mas de um homem e suas contradições. Considerado “filho do diabo”, foi tirano e governante, cruzado e matador, torturador e herói, amante e assassino. Com os direitos vendidos para sete países, VLAD – A ÚLTIMA CONFISSÃO mescla lenda e fatos e os une em um romance monumental de sangue, amor e terror.
Tradutor: Ana Luiza Borges
Coleção: Guerra dos primos
Páginas: 434
Formato: 16 x 23 cm
O LIVRO
Uma das mais talentosas escritoras de ficção histórica da atualidade, Philippa Gregory já é nome consolidado também no Brasil, onde vendeu mais de 30 mil exemplares. Nos Estados Unidos, a marca é mais impressionante, até por se tratar de uma autora inglesa: ultrapassa um milhão. O cuidado com a recriação de época, os diálogos elaborados e as tramas repletas de intriga, mesclando fato e suposição, são sua marca registrada. E selo de qualidade.
Depois de explorar as peculiaridades da corte dos Tudor e oferecer um insight único nas motivações de Maria, rainha dos escoceses, ela retorna com o primeiro volume de uma trilogia ambientada em um dos períodos mais sangrentos da história britânica. Em A RAINHA BRANCA, Philippa revisita a Guerra das Rosas, que opôs a Casa de York, simbolizada pela rosa branca, à Casa de Lancaster, da rosa vermelha. Um conflito que colocou irmão contra irmão, num jogo de assassinatos, traições e vilezas.
Aqui, ela conta a história de Elizabeth Woodville. Filha de uma família nobre do campo, ela se vê desamparada quando o marido é morto no campo de batalha. Com dois filhos pequenos, ela decide recorrer ao jovem rei para reaver suas propriedades, usurpadas pela família do marido. Porém, após despertar a atenção do monarca, os dois apaixonam-se e casam-se em segredo, e Elizabeth ascende à realeza. E perigo, morte e perfídia passam a ser constantes em sua vida.
A trama ganha dramaticidade junto com os esforços da Rainha da Casa de York para proteger seus filhos mais novos, herdeiros do trono inglês. Mas após seu marido ser assassinado, nada evita que eles sejam sequestrados pelo tio, Ricardo III, e acabem trancados na Torre de Londres. E se transformem em um dos mistérios mais intrigantes da história: o sumiço dos príncipes permanece um acontecimento que confunde os pesquisadores há séculos.
Além de se dedicar a escrever romances históricos, Philippa Gregory é reconhecida por seus programas de rádio e televisão. É Ph.D. em literatura do século XVIII pela Universidade de Edimburgo e autora, entre outros, de A princesa leal, O amante da virgem e A irmã de Ana Bolena. Este último chegará às telas do cinema em breve, em uma superprodução estrelada por Natalie Portman, Scarlett Johansson e Eric Bana. Philippa Gregory mora com a família no norte da Inglaterra. Seus livros já ultrapassaram a marca de 1 milhão de exemplares vendidos nos Estados Unidos, número extraordinário para uma escritora inglesa.
A décima segunda transformação Título Original: The twelfth transforming
de Pauline Gedge
Tradutor: Angela Fandy Monteiro
Gênero: Romance histórico
Páginas: 518
Formato: 16 x 23 cm
O Egito está no auge de seu poder quando Akhenaton sobe ao trono - o seu vasto império, suas fronteiras solidas, seu poder temido pelos estados vizinhos. Mas ao contrário de seu povo, que adoram muitas divindades, Akhenaton acredita na onipotência de um único - Aton, o deus do sol - e seu objetivo é acabar com a adoração de qualquer outro.
Incentivado por sua esposa ambiciosa, Nefertiti, ele constrói uma cidade magnífica no deserto, onde ele, como Faraó, é adorado como a encarnação de Aton. Mas ele é fraco e instável, nada sabe em matéria de diplomacia, e impulsionado pelo apetite sexual dos membros da sua própria família comete desatinos. O cenário é o de declínio do Egito, sendo ele desprezado por seus cortesãos e ridicularizado pelos governantes das tribos que no passado temiam o poder do Egito. Sua mãe, a imperatriz Tiy, luta para recuperar sua influência e fazer um Egito forte novamente antes que seja tarde demais.
Cheio de pompa paixão e intriga, A Décima Segunda Transformação é um suspense absorvente. Pauline convida seus fãs de todo o mundo para eaquecerem a rotina diária e abraçarem esses grandes mitos.
O LIVRO A combinação perfeita entre pesquisa histórica e fiçcão, com personagens tão memoráveis que parecem respirar a cada página.
Em seu segundo livro pela Bertrand Brasil, Pauline Gedge apresenta o romance A décima segunda transformação, vencedor do prêmio Writers Guild of Alberta como melhor romance do ano. Um desenho perfeito do domínio do faraó Akhenaton, um dos mais importantes e polêmicos do Antigo Egito.
O país está em seu auge quando Akhenaton sobe ao trono após a morte de Amenhotep III, seu pai, que lhe deixou como legado um império vasto, fronteiras bem-definidas e um poderio militar temido pelos estados vizinhos. No entanto, ao contrário de seu povo, que adora muitas divindades, o novo faraó acredita na onipotência de Aton, o deus do sol — e seu objetivo é impedir a adoração a qualquer outro deus.
Um romance cheio de pompa, paixão, intriga e morte, entremeado de fatos históricos comprovados por pesquisa, que reconstrói a corte de Akhenaton, um dos governantes egípcios mais misteriosos, e mostra o Egito dos tempos faraônicos em sua glória e decadência.
Pauline se superou com este romance, em que, desde o início, vai transportar o leitor para dentro da 18ª dinastia egípcia, na qual vivem o faraó Amenhotep III, sua esposa, a imperatriz Tiye, o filho Akhenaton – que assumirá o trono após a morte do pai – e sua esposa, Nefertiti. A autora analisa uma época de assassinatos, conspirações, intrigas, paixões verdadeiras e descobertas culturais importantes. O leitor nunca saberá quem está aliado com quem e aprenderá os estranhos costumes dessa sociedade.
A CRITICA
“Um romance brilhante sobre a decadência faraônica.” - New York Times
“Com realismo impressionante, A Décima Segunda Transformação evoca a trama multifacetada de uma tragédia antiga.” - Publishers Weekly
A AUTORA Pauline Gadge nasceu em Auckland, Nova Zelândia, mas tem nacionalidade canadense. É autora de diversos romances que têm o Egito Antigo como pano de fundo. Publicou, pela Bertrand Brasil, Filha do Amanhecer. Com A Décima Segunda Transformação, ganhou o prêmio de melhor romance do ano da Writers Guild of Alberta, Canadá.
O despertar da Irlanda (Col. A saga de Dublin - vol. 2) Título Original: Ireland awakening
de Edward Rutherfurd
Tradutor: Domingos Demasi
Coleção: A Saga de Dublin
Páginas: 798
Formato: 16 x 23
Em DESPERTAR DA IRLANDA, Edward Rutherfurd, em estreita colaboração com os principais historiadores irlandeses, conta a história do O'Byrne, MacGowan, Doyle, Walsh e famílias Tidy, juntamente com os Smiths católicos, presbiterianos e Leis Budges, ao longo dos séculos turbulentos de Cromwell , A ascensão e a Fome para o Levante da Páscoa e do Estado Livre Irlandês.
No contexto da Confederação da Irlanda, a vinda de Cromwell, o massacre de Drogheda, e a Batalha de Boyne , o adultério de Margaret Smith com o chefe irlandês Brian O'Byrne e as muitas conseqüências.
Chegamos inclusive ao mundo excitante mas perigoso do renascimento celta de WB Yeats, o crescimento do Sinn Fein nas ruas de Dublin de James Joyce, e a notável história das mulheres do Levante da Páscoa.
O LIVRO Depois do sucesso de Os príncipes da Irlanda, onde retrata os mais significativos acontecimentos da história irlandesa até o século XVI, Edward Rutherfurd visita de novo as verdes planícies da terra de Joyce. O DESPERTAR DA IRLANDA abrange o período entre 1597 e as primeiras décadas do século XX. Através do cotidiano de gerações de diversas famílias, afetadas pelas convulsões sociais e políticas da época, ele traça o perfil desse país e seu povo, transformando em personagem uma das mais intrigantes nações européias.
No auge da Reforma e da Contra-Reforma, o destino da Irlanda se alterará de forma inexorável pelo aparecimento de um personagem-chave para a história de toda a Europa: Oliver Cromwell. Sua ascensão ao poder e a campanha na Irlanda marcam o início de uma época marcada pela hegemonia do poder protestante e que relegará ao segundo plano os cidadãos católicos. O descobrimento do Novo Mundo, a comoção provocada pela Revolução Francesa, a Grande Fome são outros episódios marcantes abordados aqui por Rutherfurd.
Em O DESPERTAR DA IRLANDA, Rutherfurd demonstra mais uma vez seu talento para mesclar ficção e realidade em um contundente romance que aborda tanto acontecimentos históricos como conflitos religiosos e políticos, assassinatos e guerras. Mas oferece, também, um belo painel da formação e desenvolvimento do país e de seus habitantes. No cenário da dramática história política da Irlanda, revisita as dinastias familiares, tais como os Walsh e os Doyle, cujas épicas viagens através dos séculos continuam até o Levante da Páscoa e a Independência, no século XX.
Edward Rutherfurd nasceu na Inglaterra, e mais, na catedral da cidade de Salisbury. Educou-se no mesmo local, e nas universidades de Cambridge e Stanford, na Califórnia. Trabalhou na pesquisa política, e também na venda de livros e publicação. Depois de inúmeras tentativas para escrever livros e peças de teatro, ele finalmente abandonou sua carreira no setor livreiro e em 1983 voltou para a casa de infância para escrever SARUM, um romance histórico, com uma história de dez mil anos, situado na área em torno de Stonehenge e Salisbury. Quatro anos mais tarde, quando o livro foi publicado, tornou-se um best-seller internacional instantâneo , permanecendo 23 semanas na lista do New York Times Bestseller. Desde então, escreveu cinco outros best-sellers : RUSSKA, um romance da Rússia; LONDON; THE FOREST situado na Floresta da Nova Inglaterra, que fica perto de Sarum, e dois romances que cobrem a história da Irlanda a partir do momento logo antes de Saint Patrick até o século XX. Em 2009 Nova York foi publicado, e ele está trabalhando duro em um outro grande romance no momento. Seus livros foram traduzidos em vinte idiomas.
Ao longo dos últimos trinta anos, Edward tem dividido seu tempo entre a Europa e Nova York. Ele viveu no East Side da cidade, o lado oeste, em Westchester e Connecticut.
Edward Rutherfurd é um membro dos Amigos da Catedral de Salisbury, o Salisbury Civic Society, e os Amigos da Chawton House, que está localizado na aldeia de Jane Austen e dedicado ao estudo de mulheres escritoras. Ele também é o patrono do Teatro Nacional da Irlanda (o Abbey Theatre) em Dublin.
Em 2005, a cidade de Salisbury comemorou os seus serviços à cidade, nomeando uma das ruas proximas ao mercado medieval de 'Rutherfurd Walk Os seus passatempos incluem o teatro e o tênis.