segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015
PALESTRAS COM EDITH DERDYK NA CAIXA CULTURAL CURITIBA
quarta-feira, 13 de novembro de 2013
URA DIMENSÕES GALERIA SÉRGIO CARIBÉ
A Sciacco Studio, comandada por Tânia Sciacco, convida para a abertura da exposição Dimensões, composta pelos trabalhos de 12 artistas no dia 19 de novembro, a partir das 19h, na
Exposição Coletiva com 12 artistas
Abertura 19 de novembro, quinta-feira, com coquetel das 19h às 24h
De 20 a 27 de novembro
Segunda a sexta das 10h às 19h
Sábado das 10h às 13h
Galeria Sérgio Caribé
Rua: João Lourenço 79 - Vila Nova Conceição
Tel (11) 3842-5135https://www.facebook.com/
Sobre os artistas
Zuleika Bisacchi – fotografia
Virginia Sé, escultura
segunda-feira, 4 de novembro de 2013
28/11 ABERTURA EXPOSIÇÃO TRIALIDADE GALERIA SÉRGIO CARIBÉ
Trialidade
Exposição de pinturas dos artistas
Adolfo Faúndez,
Gersony Silva e
Helô Alcântara Machado
Abertura 28 de novembro, quinta-feira, com coquetel das 19h às 24h
De 28 de novembro a 20 de dezembro
Segunda a sexta das 10 hs às 19 hs
Sábado das 10hs às 13hs
Galeria Sérgio Caribé
Rua: João Lourenço 79 - Vila Nova Conceição
Tel (11) 3842-5135www.galeriasergiocaribe.com.br
Sobre os artistas
quarta-feira, 30 de outubro de 2013
Fotógrafos de Curitiba irão integrar mostra oficial do CLIF
A curadoria do CLIF é do fotógrafo e artista visual Tom Lisboa. O tema escolhido para esta edição é ‘Território Estrangeiro’. Nas palavras de Lisboa, “Território Estrangeiro é uma metáfora sobre a própria fotografia, uma oportunidade de analisar como a fotografia assume sua identidade ao adentrar espaços onde sua presença parece diluída”.
terça-feira, 11 de junho de 2013
MOSTRA NORDESTE DE ARTES VISUAIS
Centro Cultural Banco do Nordeste (CCBNB) e a Fundação Nacional de Artes (Funarte) são os principais realizadores da gratuita e coletiva MOSTRA NORDESTE DE ARTES VISUAIS, com curadoria do artista visual paraibano José Rufino
O Centro Cultural Banco do Nordeste (CCBNB) [www.facebook.com/ccbnb e www.twitter.com/ccbnb] e a Fundação Nacional de Artes (Funarte) são os principais realizadores da gratuita e coletiva MOSTRA NORDESTE DE ARTES VISUAIS, com curadoria do artista visual paraibano José Rufino

Em cartaz até o dia 30 deste mês, a exposição busca visualizar uma bela e ampla paisagem das artes visuais nordestinas, exibindo obras de artistas cuja produção vem se solidificando desde os anos 2000. Trata-se de uma iniciativa da representação da Funarte, em parceria com a coordenação de Artes Visuais do CCBNB e as secretarias de Cultura dos 9 Estados do Nordeste do Brasil, no âmbito da realização de um diversificado elenco de eventos culturais circunscritos à Copa das Confederações de Futebol da Fifa.
Participam da Mostra um grupo de 18 artistas dos 9 Estados nordestinos: Ulisses Lociks e Jeanine Toledo (Alagoas); Galo Matos e Ieda Oliveira (Bahia); Waléria Américo e Yuri Firmeza (Ceará); Thiago Martins (Maranhão); Christus Nóbrega e Íris Helena (Paraíba); Bruno Vilela e Juliana Notari (Pernambuco); Jacob Alves, Bebel Frota, César Costa e Elielson Pacheco (Piauí); Sofia Bauchwitz e Marcelo Gandhi (Rio Grande do Norte); e Elias Santos (Sergipe).
A ação cultural do CCBNB se destaca na MOSTRA NORDESTE DE ARTES VISUAIS, através do envio das obras do seu acervo de obras dos seguintes artistas: Gaio Matos (BA), Yuri Firmeza (CE), Waléria Américo (CE), Thiago Martins (MA), Bruno Vilela (PE), Juliana Notari (PE) e Marcelo Gandhi (RN). Além do CCBNB, Funarte e secretarias estaduais nordestinas de Cultura, colaboram enfaticamente para a realização da Mostra as duas seguintes instituições: Ministério da Cultura (MinC) do Governo Federal do Brasil e Prefeitura da Cidade do Recife no MUSEU MURILLO LA GRECA {www.museumurillolagreca.com.br – [rua Leonardo Bezerra Cavalcante, 386 – Parnamirim – fones: (81) 3355.3129 / 3117.8439]}, em Recife (PE).
quinta-feira, 16 de maio de 2013
Mainês Olivetti apresenta videoarte no Portão Cultural
A artista plástica Mainês Olivetti inaugura nesta sexta-feira (17), às 19h, no Centro de Arte Digital – Portão Cultural, a mostra individual “Escape”, resultado de suas pesquisas na linguagem da videoarte. A artista apresenta uma videoinstalação, utilizando vídeo HD com projeção de uma paisagem em grandes dimensões, em todas as paredes da sala. A obra foi um dos projetos aprovados pelo Edital de Arte Digital do Fundo Municipal da Cultura da Prefeitura de Curitiba.
As imagens promovem o deslocamento de um ambiente rural para um espaço institucional, induzindo o espectador à reflexão, avaliação e crítica sobre o ritmo estressante de quem vive numa grande cidade. “A obra propõe ao espectador a possibilidade de, no processo de fruição da obra, provocar um intervalo, um escape no acúmulo de informações e movimentos intensos do dia a dia”, explica Mainês.
Ao descrever a obra, a pesquisadora de arte Lailana Krinski diz que “o processo de edição aproxima-nos da paisagem através de sua organicidade, de sua amplidão a todo redor da sala expositiva e também através dos planos ficcionais de nossa perspectiva, já que a imagem é disposta em escala natural. Mas, ao mesmo tempo, nos distancia quando justapõe um horizonte multifacetado e artificial, que existe apenas à beira de sua própria imagem”.
Artista plástica com várias premiações, Mainês Olivetti pesquisa e produz nas diversas áreas das artes visuais, principalmente na captura, criação e edição de imagens para videoarte, animações e fotografias. Formada em História, Mainês tem pós-graduação em História da Arte Moderna e Contemporânea pela Escola de Música e Belas Artes do Paraná. Com suas obras, participou de importantes eventos nacionais e internacionais, entre eles a mostra coletiva “O Estado da Arte – Expresso 2000” e “Panorama da Arte Paranaense”, ambas no Museu Oscar Niemeyer; “Olhar e Pensamento” e “O Espaço Inventado”, no Museu de Arte Contemporânea do Paraná; a mostra Ciudad Vídeo da 9ª. Bienal de Havana, em Cuba; e a 5ª. Bienal Internacional VentoSul, em Curitiba.
Oficina de arte digital – Como contrapartida social do projeto contemplado pelo Fundo Municipal da Cultura, a artista oferecerá gratuitamente uma oficina de arte digital, com o tema “Introdução à animação/ motion graphics em Adobe After Effects”. A oficina será ministrada pelo videoartista Daniel Duda, de 3 a 7 de junho, das 19h30 às 22h45, no Centro de Arte Digital do Portão Cultural. A oficina é aberta ao público interessado, principalmente artistas, estudantes das áreas de vídeo (editores, videomakers e produtores), de computação gráfica (designers gráficos e multimídia, ilustradores e profissionais de animação 2D e 3D), de publicidade e propaganda, rádio e TV e audiovisual.
Serviço:
Videoinstalação “Escape”, de Mainês Olivetti.
Local: Centro de Arte Digital – Portão Cultural (Av. República Argentina, 3.430)
Datas e horários: De 17 de maio (abertura às 19h) a 30 de junho de 2013. Aberta à visitação de terça-feira a domingo, das 10h às 19h.
Oficina de Arte Digital, com Daniel Duda: de 3 a 7 de junho, das 19h30 às 22h45.
Entrada franca
Informações: (41) 3229-4454
sábado, 4 de maio de 2013
Thereza Salazar no Arte-Papo da Fundação Ema Klabin
Programa realiza encontros mensais com conceituados artistas contemporâneos
Aventura dos Corpos, 2011 - Técnica: recorte em feltro e vinil adesivo -
Instalação no Projeto Vitrine,
Estação Trianon-Masp do metrô.
São Paulo, SP.
No próximo dia 8 de maio a Fundação Ema Klabin recebe a artista plástica Thereza Salazar no Programa Arte-Papo. Thereza Salazar graduou-se em Artes Plásticas na Universidade Federal de Uberlândia, seu trabalho explora um ambiente gráfico utilizando diferentes materiais, processos e suportes. Sua temática é construída a partir de conteúdos encontrados nas fábulas, lendas e mitos.
A artista participou de importantes exposições no Brasil e no exterior entre as quais se destacam: El Arte de Virtualia, no Palais de Glace, Buenos Aires, XIII Bienal de Vila Nova de Cerveira, Porto/Portugal, Vista Aérea, na Galeria Marta Traba, Fliebendes Wasser, na Galerie Schuster & Scheuermann, Berlim, 7 Triennale Mondiale de l’estampe et de la Gravure Originale de Chamalières, Chamalières/França (2006), Memorial da América Latina, SP.
Serviço:
Arte-Papo com Thereza Salazar
Quando: Quarta - 08/05, às 19h30
Quanto: Entrada franca
Onde: Fundação Ema Klabin
Endereço: Rua Portugal, 43, Jardim Europa, São Paulo
http://emaklabin.org.br/
Abertura da exposição Fio Contínuo de Adriana Banfi
Fio Contínuo de Adriana Banfi
no dia 8 de maio, às 19h, na rua Bela Cintra, 1533, Jardins.
terça-feira, 16 de abril de 2013
8/5 ADRIANA BANFI EXPÕE FIO CONTÍNUO NA GALERIA MÔNICA FILGUEIRAS
Mônica Filgueiras Galeria convida para a abertura da exposição
Fio Contínuo de Adriana Banfi
Dia 8 de maio, às 19h
“Adriana Banfi trama fios de sonho em obras
que navegam mares de emoção entre o plano,
o objeto volumétrico e a escultura vazada.”
Paulo KLEIN
Association Internationale Des Critiques D’Art
Associação Brasileira de Críticos de Arte

Relevo em fios de cobre e peças metálicas / 80 x 170 cm
A Mônica Filgueiras Galeria convida para a abertura da exposição Fio Contínuo, de Adriana Banfi, no dia 8 de maio, às 19h.
Estarão expostos 40 objetos, entre caixas, esferas, relevos e Mandalas que misturam materiais diversos ao fio de cobre, técnica sobre a qual a artista se debruça atualmente após extensa fase de dedicação à pintura.
Nesta nova fase de seu trabalho, a artista mantém o interesse pela estética e pelo belo, pelo prazer de olhar para uma obra. “O belo possuído e enclausurado nas caixas transparentes e nas esferas em vidro. As sombras contidas e projetadas nos relevos em fios de cobre. Essas sombras que, não obstante tudo, fogem ao controle. Nas minhas sombras está o caos controlado e o prazer que vejo surgir delas”, fala Adriana Banfi sobre o resultado deste trabalho.
Como na série Esferas, que representa a aproximação entre o simbolismo embriológico e do germe de luz nelas contido. Tão importante quanto o objeto em si é a sombra que ele projeta e que, no jogo de claro-escuro que dela resulta, chega a assumir sua própria individualidade.
As caixas que estarão expostas são em acrílico, as esferas em vidro soprado e os relevos de parede, assim como as Mandalas são feitos em fios de cobre, alumínio e materiais diversos (peças em metal, madeira, sementes ou plástico).
“Tecer é criar novas formas, simbolizando a estrutura e o movimento cósmico. É contar cada vez uma nova historia com luzes, sombras e cores a partir de uma imagem que fala diretamente com a emoção e com a parte mais profunda da mente”, fala Adriana Banfi sobre este novo processo de trabalho.
Serviço
Exposição Fio Contínuo, de Adriana Banfi, no dia 8 de maio, às 19h. Abertura: dia 8 de maio, quarta-feira, às 19h
Exposição: de 8 a 31 de maio
40 obras, com valores entre R$ 2.000,00 e 10.000,00
Local: Mônica Filgueiras Galeria
Rua Bela Cintra, 1533 Tel (11) 3082-5292
Horário: 2a a 6ª feira, das 10h às 19h
Sábado, das 10h às 14h30
Fio Contínuo
“Non riesco a
rinchiudere le emozioni”.
Adriana Banfi trama fios de sonho em obras que navegam mares de emoção entre o plano, o objeto volumétrico e a escultura vazada.
Tece com habilidade e afina seus dedos na feitura, às vezes dolorosa, de objetos de puro encantamento. Suas peças resultam sedutoras e afetuosas, mais que decorativas e perfazem um elo com fios reais, etéreos, imaginários. Fios de sonho, fios de prumo, fios de luz, fio de Ariadne orientando-nos nos labirintos.
Nas paredes do cubo branco ela compõe poemas em esferas, caixas e receptáculos transparentes carregados de fios de cobre, folhas fossilizadas, papéis fibrosos, versos perdidos, pílulas e penas que se aconchegam e se emaranham em cosmorama de afetos, prazeres, alegrias e tristezas.
Entre leituras, reflexões vivenciais e o ritmo inequívoco da vida que pulsa, Adriana constrói trajetória particular no contexto da arte contemporânea.
A presente exposição recebe o nome de fio contínuo ao destacar a sutil e imperativa ação de linhas que conduzem vontades e caprichos, como na representação dos títeres que, moldados pelas forças do acaso ou pela emoção indecifrável, escapam ao controle da maestria.
A arte de Adriana Banfi é síntese dos extremos da emoção, lida com os opostos: yin - yang, belo - feio, luz - sombra, evidência - surpresa, sempre com extrema elegância, que é como ela conduz em sua vida e obra, os sentimentos dispostos entre a gestação e a comemoração, entre o nascimento e a morte, a dor e o prazer.
Suas caixas, cubos e esferas comportam fragmentos do mundo, objetos articulados em conjuntos dispostos com poética visualidade, como fontes de inesgotáveis surpresas, como os fios que engendram nossos destinos, relicários de lembranças ou de inevitáveis relíquias
Adriana Banfi projeta, com seus objetos de arte, as rotas bem sucedidas de uma viagem imaginária e que adquirem novos contornos num momento inédito de nossas vidas. Apreciadores de sua arte, quedamos fascinados com seus mundos guardados em geometrias transparentes, que exibem em comportas de fragmentos e modelagens em fios de cobre, o poema hílare da ‘divina comédia’ humana.
Paulo KLEIN
Association Internationale Des Critiques D’Art
Associação Brasileira de Críticos de Arte
quinta-feira, 13 de dezembro de 2012
Espaço de Arte Urbana tem intervenção de Felipe Pacheco
A percepção arquitetônica do Espaço de Arte Urbana, com o teto em forma de abóboda, levou o artista plástico Felipe Pacheco a criar a intervenção “BÜNKER”, que remete ao abrigo destinado a suportar e desviar a onda de pressão e choque criada por projéteis inimigos. A mostra, que permanece aberta ao público até o dia 25 de fevereiro de 2013, é um convite a uma estada nesse abrigo subterrâneo.
O estoque de objetos úteis à sobrevivência em caso de ameaças são, em “BÜNKER”, marcas pintadas, desenhadas, escritas, esmagadas e gravadas diretamente nas paredes e piso da sala, que tomam o lugar como sombras da ausência física do narrador. Potencializam o memorial narrativo duas janelas fictícias, que representam o diálogo estético e conceitual da vida não convencional abaixo do chão, levando à reflexão sobre um refúgio que une proteção e cárcere.
A exposição “BÜNKER” é um dos projetos selecionados pelo Programa de Apoio e Incentivo à Cultura, desenvolvido com recursos do Fundo Municipal da Cultura, e especialmente destinado ao Espaço da Arte Urbana, um endereço expositivo que foge dos padrões formais. Destinado à difusão e reflexão sobre arte urbana, o local abriga intervenções artísticas temporárias de artistas convidados a executar sua obra diretamente nas paredes da sala.
O artista – Formado em Gravura pela Escola de Música e Belas Artes do Paraná – Embap, Felipe Pacheco integrou o grupo Gravura em Metal do Solar do Barão, de 2001 a 2004. Participou das Bienais de Gravura de Santo André e Santos (SP) e conquistou o primeiro lugar no Salão da Embap, em 2003.
Como designer, Felipe foi responsável pelas ilustrações do CD-ROM PROANTAR (2004), da Marinha do Brasil, e de livros publicados pela Editora Artes Médicas. Atuando ainda como fotógrafo, tem captado importantes imagens, sendo que sua exposição fotográfica ‘‘50 Índios” integra o acervo da Secretaria da Educação do Paraná, desde 2007. Em intervenções de arte urbana assina também com o pseudônimo “Pilarzinho no Estresse”.
Serviço:
Exposição “BÜNKER”, com intervenções do artista plástico Felipe Pacheco.
Local: Espaço de Arte Urbana – Galeria Júlio Moreira (Largo da Ordem)
Data: aberta ao público até o dia 25 de fevereiro de 2013.
Horário de visitação: de terça a sexta-feira, das 9h às 12h e das 13h às 18h.
Entrada franca.
sábado, 8 de dezembro de 2012
Linguagens diversas em mostras no Museu da Gravura

As artes plásticas ganham vitrine privilegiada nas exposições que tomam conta do Museu da Gravura de Curitiba, a partir das 19h desta terça-feira (11), levando ao público propostas em diferentes linguagens. Uma das salas abriga seleção de obras assinadas por artistas brasileiros e estrangeiros, pertencentes ao acervo municipal. Paralelamente, acontecem as mostras individuais “Inside”, de Fabrizio Andriani, e “O Curinga está morto”, de Cyntia Werner. O público pode conferir a programação até o dia 17 de fevereiro de 2013, com entrada franca.
Na mostra “Autorretratos, livros de artista, construções e processos”, organizada pela artista plástica e coordenadora do museu, Ana González, estão trabalhos de Lygia Pape, Helio Oiticica, Brice Mardem, Amílcar de Castro, Waltércio Caldas, Didonet Thomaz, Eldon Garnet, Alex Cerveny, Fernando Lopes, Cildo Meirelles, Andy Warhol, Sandra Ramos, Brice Mardem, Claudio Mubarac, Miguel Casanova, Luise Weiss e Poty Lazzarotto, selecionadas entre as 2.820 obras que integram o acervo do Museu da Gravura.
“A exposição reúne algumas das presenças importantes do acervo, afastando-se da tentativa de estabelecer uma linha única de conexão entre elas. As obras estão agrupadas em núcleos, com a intenção de iniciar pequeno levantamento de afinidades, relembrando a existência de parte dos numerosos tesouros que constituem esse acervo”, diz Ana González. Com essa iniciativa, a curadora pretende suscitar o interesse do espectador sobre o papel do Museu da Gravura de Curitiba na representação da produção artística histórica e contemporânea. “A intenção é manter as obras ativas no movimento contínuo do imaginário da cidade, para torná-las parte da vida das pessoas”, destaca.
Desenhos – O artista Fabrizio Andriani responde pela exposição “Inside”, composta por desenhos fortemente influenciados pelo universo das histórias em quadrinhos. “Este projeto é a consolidação de um estudo em torno da textura, técnica de preenchimento amplamente usada no desenho e explorada na gravura”, revela Flaviana Lima, que assina a apresentação da mostra.
A formação acadêmica em Gênova (Itália) garantiu a Andriani o apuro técnico como suporte para o desenvolvimento do traço livre. Como autor, o artista trabalhou inicialmente com grandes proporções, criando personagens zoo e antropomórficos, utilizando técnicas do muralismo, do expressionismo e da arte de protesto. No entanto, todo esse repertório técnico e conceitual acabou somando-se ao gosto pelo super-herói, advindo das leituras de comics e à intensa convivência cultural com o quadrinho europeu, sobretudo Moebius, Andrea Pazienza e Tanino Liberatore, sendo esses dois últimos suas principais influências. A mais recente atividade de Andriani foi a coordenação e curadoria da Gibicon – Convenção Internacional de Quadrinhos de Curitiba, no último mês de outubro.
Pesquisa – Cyntia Werner reúne instalações, objetos e gravuras, sob o título “O Curinga está morto”. “Os trabalhos que compõem a exposição procuram discutir a questão do jogo e a relação dele com as regras que lhe são inerentes. Partindo da figura emblemática do Curinga como uma carta do jogo de baralho, procuro questionar a relação da ordem e do caos que se apresenta na atividade lúdica, uma vez que essa carta pode substituir qualquer outra do baralho e, assim, facilmente estabelecer o caos no jogo”, explica Cyntia
Para elaborar as obras, que utilizam imagens de brinquedos, a artista pesquisou diversas linguagens e suportes, entre eles gravura, escultura, instalação e objeto, sendo que todos possuem um caráter referencial de jogo. “Pronunciando a morte do Curinga, procuro apresentar novas possibilidades de não lugares, uma vez que, anunciado o fim do caos, anunciamos também o fim da ordem no ambiente do jogo”, diz a artista.
Serviço:
Exposições no Museu da Gravura de Curitiba (Solar do Barão – Rua Carlos Cavalcanti, 533 – Centro).
“Autorretratos, livros de artista, construções e processos” – com obras do acervo do Museu da Gravura de Curitiba.
“Inside” – mostra individual do artista Fabrizio Andriani.
“O Curinga está morto” – mostra individual da artista Cyntia Werner.
Data: de 11 de dezembro de 2012 (abertura às 19h) a 17 de fevereiro de 2013.
Horário de visitas: de segunda a sexta-feira, das 9h às 12h e 13h às 18h; sábados, domingos e feriados, das 12h às 18h.
Entrada franca.
domingo, 2 de dezembro de 2012
SP_URBAN DIGITAL FESTIVAL.
sábado, 27 de outubro de 2012
Exposição de Arte de Ecodesign de Stella Nanni e Eli Tosta marcam inauguração da nova Toyota Nippokar nesta segunda (29)
Peças produzidas com matérias primas naturais e ecoresina do biodiesel poderão ser conferidas de 30 de outubro a 5 de novembro na Nippokar Barão de Itapura
Beleza, inovação tecnológica e sustentabilidade se misturam na Exposição de Arte de Ecodesign das artistas plásticas Stella Nanni e Eli Tosta, que será aberta nesta segunda (29) para convidados e imprensa durante a inauguração da nova Toyota Nippokar da avenida Barão de Itapura, em Campinas. A expo, que reúne cerca de vinte peças produzidas com resíduo florestal, ecoresina derivada de biodiesel e pigmentos luminescentes, poderá ser conferida pelo público gratuitamente no local de 30 de outubro a 5 de novembro (menos aos domingos), das 7 às 19 horas.
“A ideia desta exposição é apresentar obras de arte que unem beleza à sustentabilidade, já que são produzidas com o passivo ambiental, ou seja, matérias primas que vêm da natureza sem agredi-la e que utilizam tecnologias limpas, sem gerarem resíduos ou componentes tóxicos”, pontua a campineira Stella Nanni, bastante conhecida por seus quadros expressionistas e hiperrealistas e apontada como herdeira artística de seu tio-avô, o escultor Victor Brecheret
As peças são produzidas com fibras naturais, tecidos vegetais, sementes, folhas desidratadas, capim dourado e resinas vegetais. Além disso, duas novidades. A primeira é uma ecoresina de glicerina bruta, produzida a partir de resíduo do biodiesel – descoberta de duas pesquisadoras da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).
A segunda é o ecolume, que se constitui de pigmentos fotoluminescentes à base de terra rara. O material, desenvolvido e patenteado por Stella Nanni, absorve luz natural e depois emite a própria luminenscência. “Depois de exposto ao sol ou luz artificial por vinte minutos, ele brilha por 12 horas seguidas”, explica.
Além das peças exclusivas, Stella e Eli Tosta também desenvolvem em larga escala obras que mesclam arte e funcionalidade, como relógios e bombonieres no formato de frutas típicas brasileiras, como opção fina e sofisticada normalmente adquirida por empresas e instituições como presentes. “Neste sentido já fomos procuradas por grandes multinacionais e empresas brasileiras, e até mesmo por missões diplomáticas, que buscam na arte uma opção para mimosear parceiros e homenageados”, diz.
O trabalho de Stella e Eli também tem um lado social, envolvendo 1900 comunidades carentes brasileiras. “Quando desenvolvemos um produto ou matéria prima, como as folhas esqueletizadas, por exemplo, capacitamos pessoas destas comunidades para produzi-lo, de modo que estas pessoas passam a ter a opção de uma nova atividade que colabore em seu sustento”, conta Stella.
Espaço para a cultura na Nippokar – Rogério Gonzaga, diretor da Toyota Nippokar, conta que a iniciativa de sediar a exposição de Stella Nanni e Eli Tosta se deu em virtude da identificação entre o perfil das obras e da própria Toyota.
“A Toyota é mundialmente reconhecida por sua preocupação ecológica e dedicação à sustentabilidade. Tanto que a fábrica do Toyota em Sorocaba é totalmente ecológica. Aliar beleza, design e sustentabilidade é algo que tem a cara da Toyota e desta nova loja que estamos abrindo nesta segunda, então em nosso entender essa exposição não poderia ser em outro lugar”, diz.
Gonzaga acrescenta ainda que a Exposição de Arte de Ecodesign pode ser apenas a primeira de muitas na Nippokar. “Estamos avaliando a possibilidade de ter um espaço cultural permanente para a realização de exposições diversas e ações culturais. Em breve devemos ter notícias a este respeito”, revela.
Serviço
Exposição de Arte de Ecodesign de Stella Nanni e Eli Tosta
Beleza, inovação tecnológica e sustentabilidade em cerca de 20 peças produzidas com resíduo florestal, ecoresina derivada de biodiesel e pigmentos luminescentes.
Quando? De 30 de outubro a 5 de novembro de 2012, diariamente das 7 às 19 horas (menos aos domingos). Entrada franca.
Onde? Nova unidade da Toyota Nippokar na Avenida Barão de Itapura, 2096, Campinas.
Eli Tosta, artista plástica ,desenvolve há 16 anos com o Ateliê Brasil, um trabalho com produtos brasileiros de design de alta qualidade e valor agregado. o foco principal estava na prática do comércio justo, capacitando e desenvolvendo novos produtos que promovem a geração de renda e a sustentabilidade em várias comunidades de todo o Brasil. Mato-grossense, Eli é um grande nome da arte contemporânea brasileira e já expôs suas telas no Museu do Louvre, em Paris, e na Bienal de Milão, em 2007. A projeção internacional foi conquistada graças a muito trabalho e uma inspiração ímpar: as técnicas aprendidas em um sem-número de viagens à Amazônia, onde aprendeu com índios e caboclas como extrair pigmentos da natureza e técnicas que usam elementos como cascas de árvores, folhas e cristais brasileiros.
Stella Nanni, artista plástica, tem em seu hall de colecionadores nomes como Julio Bozano, Jorge Gerdau Johannpeter, André Lara Rezende, Ronaldo Nazário (Fenômeno), Doda, Athina Onassis e outros admiradores de países como do Chile, Argentina, México, Portugal, Bélgica, Luxemburgo e Itália. Já realizou diversas exposições coletivas e individuais, no Brasil e no exterior, com destaque para: Pope Gallery, em Barcelona, 2003; Academia L’Estudi, Bracelona 2003; Atelier D’Emanuelle, Liege, Belgica 2004; coletiva “Brasil em Movimento” embaixada do Brasil na Belgica, Bruxelas, 2004; Trajetória, em Monte Carlo, Mônaco, 2011. Foi representante no Brasil do International Museum of Women, EUA, realizando ações (workshops de arte, dança e culinária) que aconteceram no mundo inteiro em 2006 como parte do projeto Imagining Ourselves, junto à mulheres de comunidades carentes. Trabalho de Stella foi publicado no livro do Imagining Ourselves, IMOW, Museu Internacional da Mulher, San Francisco, EUA, 2006.





