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segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

PALESTRAS COM EDITH DERDYK NA CAIXA CULTURAL CURITIBA

Artista paulistana que expõe na galeria até o final fevereiro ministra workshop sobre os percursos de sua produção relacionada aos livros de artista


A CAIXA Cultural Curitiba apresenta, no dia 10 de fevereiro, workshop gratuito ministrado pela artista plástica paulistana Edith Derdyk, em cartaz com a exposição individual Doublet_Páginas Móveis até 22 de fevereiro. Das 14 às 16 horas, Edith fala sobre o percurso histórico de sua produção ligada aos livros de artista. Já o percurso poético será tema da palestra seguinte, das 18 às 20 horas. 

Edith Derdyk foca seu trabalho no permanente diálogo entre a palavra e a imagem, a instalação e a produção de livros de artista, bem como em sua extensa pesquisa sobre o desenho – ela é autora de livros de referência como Desenho. Disegno. Desígnio,Formas de Pensar o Desenho, Linha de Costura, entre outros. A mostra Doublet_Páginas Móveis é mais um desdobramento deste processo de pesquisa e criação artística, em que o desenho será explorado em linhas e grafias sobrepostas.


Obras:
Tendo como núcleo poético e espinha dorsal a produção de “livros de artista”, Edith Derdyk apresenta seis conjuntos de trabalhos realizados com procedimentos distintos – desenho, textos, gravura, fotografia, objeto e vídeo. São eles: “Rasuras”, “Tábula”, “Onda Seca”, “Fôlego”, “Escaninho”, “Páginas_móveis” e “Mesa”, realizados com diversos materiais e técnicas como impressões fine art ou em acrílico, livros, vídeos e instalações.

“Rasuras” é composto por uma série de livros instalados em duas mesas com fac-símiles. Já “Mesa” é também o título de outra obra da artista, produzida em ferro e acrílico com diversos materiais. Os curadores Bruno Mendonça e Rafaela Jemene explicam em texto do catálogo que, para Edith Derdyk, tudo começa na mesa: “Na poesia do fazer, o trabalho artístico emerge, sai da mesa para o mundo e muitas vezes, retorna para mesa; lugar onde é exposto; onde a materialização de um pensamento aparece, onde a linguagem se entrecruza com o espaço”.

“Tábula” é uma série de 90 impressões fine art, a jato de tinta mineral, que reproduzem sobreposições de fotos de várias versões da primeira página do livro do Gênese, extraídas de diversas Bíblias populares compradas em sebos. Sua sobreposição produz um texto ilegível, blocado, uma área escura, quase um buraco na parede.

Há ainda os vídeos “Onda Seca” e “Fôlego”, produzidos pela artista em parceria com o videoartista Raimo Benedetti, e os trabalhos “Escaninho” e “Páginas_móveis”, de poética a ser descoberta e decifrada pelo espectador.

A artista:
A artista plástica, ilustradora, educadora e autora Edith Derdyk nasceu em São Paulo, em 1955. Desde 1981, realiza exposições coletivas e individuais em espaços como o MAM-SP, o MAM-RJ, a Pinacoteca do Estado de São Paulo, o Museu de Arte de São Paulo, o Centro Cultural São Paulo, o Instituto Tomie Ohtake, entre outras. No exterior, já esteve em países como México, EUA, Alemanha, Dinamarca, Colômbia, Espanha e França.

Dentre outros prêmios, a artista recebeu o Prêmio Revelação Fotografia Porto Seguro (2004), o Prêmio Bolsa Vitae e o Prêmio APCA (ambos em 2002), e o Prêmio Funarte Artes Visuais (2012). Edith Derdyk foi artista residente no The Banff Centre, no Canadá, em 2007, e na The Rockefeller Foundation, nos Estados Unidos, em 1999. Sua obra faz parte de importantes coleções públicas como a da Pinacoteca do Estado de São Paulo e da Prefeitura de Nurnberg, na Alemanha.


Serviço:
Exposição: Doublet_Páginas Móveis - Edith Derdyk
Local: CAIXA Cultural Curitiba – Rua Conselheiro Laurindo, 280 – Curitiba (PR)
Data: até 22 de fevereiro de 2015
Horários: terça-feira a sábado das 10h às 20h e domingo das 10h às 19h
Ingressos: entrada franca
Classificação etária: livre para todos os públicos

Workshop com Edith Derdyk:
Local: Teatro da CAIXA Cultural Curitiba – Rua Conselheiro Laurindo, 280 – Curitiba (PR)
Dia: 10 de fevereiro de 2015 (terça-feira)
Hora: das 14 às 16 horas (percurso histórico da produção) e das 18 às 20 horas (percurso poético). 
Ingressos: entrada franca
Classificação etária: livre para todos os públicos

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

URA DIMENSÕES GALERIA SÉRGIO CARIBÉ

Sciacco Studio apresenta a exposição
Dimensões

Coletiva com 12 artistas abre no dia 19 de novembro,
às 19h, na Galeria Sérgio Caribé

Human Bean – Foto de Daniel Fontoura


A Sciacco Studio, comandada por Tânia Sciacco,  convida para a abertura da exposição Dimensões,  composta pelos trabalhos de 12 artistas no dia 19 de novembro, a partir das 19h, na 
Galeria Sérgio Caribé. Estarão reunidos nomes que se utilizam de suportes diversos para expressar o seu trabalho. várias  expressões artísticas, entre pintores, fotógrafos, escultores, trabalho São eles: Fernanda Meirelles,  pintura, Zuleika Bisacchi, fotografia, Virginia Sé, escultura, Elza Aidar, arte têxtil, Thamar, arte têxtil, Maria Cininha, colagem, Jane Wickbold, pintura, Theresa Neves, pintura, Zina Kossoy, fotografia, Cris Mason, pintura, Daniel Fontoura, fotografia, Lais Lopes, fotografia.


Dimensões
Exposição Coletiva com 12 artistas
Abertura 19 de novembro, quinta-feira, com coquetel das 19h às 24h
De 20 a 27  de novembro
Segunda a sexta das 10h às 19h
Sábado das 10h às 13h
Galeria Sérgio Caribé
Rua: João Lourenço 79 - Vila Nova Conceição
Tel (11) 3842-5135
https://www.facebook.com/galeriasergiocaribe

Sobre os artistas

Zina Kossoy – Fotógrafa
Zina Kossoy busca expressar sua arte através da fotografia. Seu olhar diferenciado para elementos triviais do cotidiano são transformados pelo momento captado pela artista e apresentam elementos geométricos e colagens. Estudou na Escola Panamericana de Artes, com Claudio Feijö, Leda Catunda, Adriana Galinari, Marcia Xavier e Charles Watson. Tem participado de importantes exposições e feiras de arte nacionais e internacionais.  Apresenta em Dimensões, a Série Devaneios, feita em em metacrilato.

Cris Mason – pintura


Paulista, formada pela Escola Panamericana de Arte em Publicidade e Ilustração. Vive e trabalha em São Paulo. Suas obras contem flores, troncos, cores fortes. Explora a beleza das florestas e a magia que as envolve, onde muitas vezes sentimos medo e encantamento ao nos imaginarmos perdidos dentro de seus domínios.

Elza Aidar – arte textil

Artista multifacetada. Começou com a técnica do Patchwork para acompanhar uma amiga e desde entåo não mais parou. Fez diversos cursos avançados e hoje desenvolve peças únicas em patchwork, pintura, e o que a artista denomina como patchpintura onde mescla técnicas de pintura inserindo tecidos na composição. A linguagem artística de Elza está presente em todos os seus trabalhos independente da técnica. Movimentos, cores primárias recorrentes, o aconchego e as formas circulares inundam suas obras. Um olhar livre para encontrar o ponto comum, seja qual for o suporte utilizado é fundamental.


Fernanda Meirelles – Pintura
Tudo começou como uma jornada pessoal. Uma jornada poderosa através de sua alma interior que revelou seus mais profundos sentimentos e os transportou para as telas. Um tributo às mulheres fortes que tanto sofreram através dos anos e caminharam um longo caminho para encontrar liberdade. 
Fernanda Meirelles, nascida em São Paulo, não teve mais medo, quando ela encontrou uma maneira extraordinária para expressar seus mais profundos pensamentos. Seu talento como pintora foi finalmente revelado para quem quer que esteja interessado em ver e acima de tudo para aqueles que podem relatar.
Por cinco anos sua inspiração veio através de imagens das divindades femininas da Grécia clássica. As lendárias mulheres da mitologia Grega. Sua jornada apresentou Fernanda Meirelles ao mundo. Sua arte viajou o planeta do Brasil a Alemanha; do México a França, do Uruguai aos Estados Unidos.  Hoje, as musas do mundo antigo não são apenas fontes de inspiração para as figuras abstratas de Meirelles, são também algo que a toca: “Arte é sentir algo”, ela diz. 
Influenciada pelos japoneses, que no começo do século XX imigraram para São Paulo trazendo ao Brasil a arte oriental, Fernanda Meirelles espera fazer um mundo melhor. “Eu quero que as pessoas sejam transportadas para um mundo de esperança e beleza através da minha arte”, a artista conta.

Laís  Lopes - Fotografia


Laís Lopes é fotógrafa e cineasta. Graduou-se em Cinema, em 2008, pela Fundação Armando Alvares Penteado, após também cursar um estágio em Creative Industries na Queensland University of Technology, Austrália. Desde então, trabalhou como freelancer em produções para vídeo e cinema, sempre na área de cinematografia. Em 2012, formou-se Mestre em Comunicação e Semiótica pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, onde agora cursa seu doutorado. Há dois anos, iniciou sua prática artística em fotografia, realizando exposições no Brasil e no exterior.

Zuleika Bisacchi – fotografia
Nascida em São Paulo, Brasil, Artista Visual, Professora de Artes, pesquisadora das técnicas: fotografia, imagem digital, encáustica, acrílico, instalação e tridimensionais.  Apresenta a série em metacrilato e papel.


Virginia Sé, escultura

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

28/11 ABERTURA EXPOSIÇÃO TRIALIDADE GALERIA SÉRGIO CARIBÉ






Galeria Sérgio Caribé apresenta
Trialidade


Exposição de pinturas dos artistas Adolfo Faúndez,
Gersony Silva e Helô Alcântara Machado

Abertura dia 28 de novembro, às 19h

A Galeria Sérgio Caribé convida para a abertura da exposição de pinturas Trialidade, composta por 3 individuais dos artistas Adolfo Faúndez,  Gersony Silva e Helô Alcântara Machado, com coquetel no dia 28 de novembro, a partir das 19h.

Adolfo Faúndez
O trabalho de artes plásticas de Adolfo Faúndez busca ampliar a carga  semântica contida na mensagem visual através da exploração estética das  técnicas visuais de composição e de estratégias de comunicação, tendo como  suporte material elementos elaborados em madeira e pintados com tinta  acrílica. As diferentes composições planas articulam-se em uma  distribuição harmônica de cores e formas, segundo uma ordem que as tornam,  na visada de um leitor-espectador partícipe, formas construtivas que  re-elaboram o processo de alfabetização visual e promovem uma leitura  expandida que ultrapassa as fronteiras formais da obra.

Gersony Silva

O tema do movimento perpassa os objetos e pinturas em acrílica sobre tela apresentados - e vivenciados - pela artista Gersony Silva ao atrelar a presença física do corpo e da natureza à representação conceitual metafísica, integrando vida e obra. Como produto de um ser humano, parti pris a obra já não é perfeita; silhuetas fotográficas maculam o branco da tela em antecipação ao viés inevitável da ação muscular pulsante do autor e das condições ambientais de atmosfera e pressão, evidenciando a sina da corporificação da ideia, da obra como despojos do combate do Eu com a mente, que só idealiza dentro de cavernas.


Helô Alcantara Machado
A simultaneidade e a justaposição de linhas, cores e volumes, que geram novas tonalidades em combinações inesperadas, revelam-se na fase mais recente da obra de Helô Alcantara Machado. A mostra de 22 pinturas a óleo sobre tela em exibição indicam que sua pesquisa enfatiza sobretudo a riqueza do universo cromático e seus limites. Quadrados, triângulos, retângulos e círculos formam composições propícias ao aprofundamento da ilusão do encontro das cores, ora sobrepondo, ora transfixando camadas sedimentadas de pigmento. Através do jogo de transparências sobre as figuras geométricas que se sobrepõem, a artista amplia a palheta a partir das cores primárias e de suas complementares ao harmonizá-las em consonância com as gramáticas da escala de cor e da gama claro-escuro.

Trialidade
Exposição de pinturas dos artistas
Adolfo Faúndez,
Gersony Silva e
Helô Alcântara Machado
Abertura 28 de novembro, quinta-feira, com coquetel das 19h às 24h
De 28 de novembro a 20 de dezembro
Segunda a sexta das 10 hs às 19 hs
Sábado das 10hs às 13hs
Galeria Sérgio Caribé
Rua: João Lourenço 79 - Vila Nova Conceição
Tel (11) 3842-5135
www.galeriasergiocaribe.com.br


Sobre os artistas

Adolfo Faúndez é arquiteto e tem formação em Belas Artes, ambos pela
Universidade do Chile. Lecionou composição arquitetônica em universidades  do Chile e do Brasil. Atuou na curadoria artística do Espaço Galeria Box  Blue (São Paulo). Fez exposições individuais em galerias e centros  culturais de Santiago e Valparaíso, no Chile, e em Curitiba (Fundação  Cultural de Curitiba) e São Paulo (Centro Cultural São Paulo). Participou  de coletivas em instituições como o Museu da Imagem e do Som de São Paulo,  a Pinacoteca Universitária (Chile) e o American Cultural Institute (EUA),  além de expor trabalhos em galerias da Nicarágua, Argentina e Bélgica.

Gersony Silva graduou-se em artes plásticas pela Faculdade de Belas Artes de São Paulo, com especialização em história da arte (Museu de Arte de São Paulo). É pedagoga, arte-educadora e arteterapeuta de crianças especiais. Expôs em exposições individuais no Brasil e em Portugal e participou de diversas coletivas, entre as quais destacam-se trabalhos na Galeria Monica Filgueiras, Galeria Slaviero & Guedes, Museu do Estado de Pernambuco, Museu de Arte de São Paulo, Museum of the Americas e Latino Art Museum. Tomou parte de exposições na Áustria, Portugal, Itália, Estados Unidos, França e Espanha. Possui obras em acervos de museus, instituições e coleções particulares. www.gersony.com.br

Helô Alcantara Machado nasceu e trabalha em São Paulo. Graduada em  Ciências Sociais pela Pontifícia Universidade Católica, de SP, sua formação também é baseada em visitas técnicas às galerias e museus. Destacam-se os períodos de estudo na Art Student's League (EUA) e nas britânicas Royal Drawing Society e Inchbald School of Design. Frequentou a Escola Brasil: e os ateliês de Carlos Fajardo (desenho e pintura), Dudi Maia Rosa (gravura e desenho), Luise Weiss (xilogravura) e Marilu Beer (gravura em metal). Seus desenhos e pinturas já foram expostos em mostras individuais e coletivas. www.heloalcantaramachado.com.br

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Fotógrafos de Curitiba irão integrar mostra oficial do CLIF



Os projetos “Locação”, de Nicole Lima, e “Light and Loud”, de Ricardo Perini, serão incorporadas à exposição fotográfica coletiva com 15 artistas convidados, no Museu Municipal de Artes de Curitiba (Muma).

O Curitiba Luz Imagem Fotografia (CLIF) selecionou os dois fotógrafos que irão integrar a mostra oficial do evento, que reúne de 18 a 24 de novembro alguns dos principais nomes da fotografia contemporânea. Nicole Lima e Ricardo Perini irão receber bolsas no valor de R$ 1 mil para a produção dos projetos “Locação” e “Light and Loud”, que serão incorporadas à exposição fotográfica coletiva com 15 artistas convidados, no Museu Municipal de Artes de Curitiba (Muma).

A Convocatória da terceira edição do evento recebeu projetos de 30 artistas da cidade. Os critérios utilizados para a seleção dos trabalhos foram a adequação à linha curatorial do CLIF, “Território Estrangeiro”, qualidade/originalidade do trabalho e forma de apresentação das obras. A mostra estará em cartaz de 18 de novembro a 15 de dezembro no Muma. A entrada é franca.

Leitura de Portfólio
A coordenação do evento recebe até esta sexta-feira (1º de novembro) portfólios para leitura com críticos de fotografia. Os interessados em participar devem enviar seus trabalhos para o email leitura@clif.art.br. Cada fotógrafo deve enviar até cinco (5) fotos em baixa resolução. Serão selecionados 10 portfólios. O valor da leitura é de R$50.

As leituras serão realizadas nos dias 23 e 24 de novembro, no Museu Oscar Niemeyer, com participação de fotógrafos de renome no cenário nacional, como Eder Chiodetto, Fernando Schmitt, Cildo Oliveira, Vilma Slomp, Gil Sibin, Rogério Ghomes, Milla Jung, Tom Lisboa e Osvaldo Santos Lima. “Todo fotógrafo que quer evoluir em seu trabalho pode contar com a opinião e curadoria de um profissional mais experiente”, explica o coordenador do CLIF, Guilherme Zawa.

Evento
O Curitiba Luz Imagem Fotografia (CLIF) promove de 18 a 24 de novembro uma vasta programação de palestras, oficinas, leituras de portfólio, lançamento de livros, ações urbanas, projeções noturnas, uma exposição coletiva com 15 artistas convidados e sessão de cinema. O serviço completo está disponível no site www.clif.art.br

A curadoria do CLIF é do fotógrafo e artista visual Tom Lisboa. O tema escolhido para esta edição é ‘Território Estrangeiro’. Nas palavras de Lisboa, “Território Estrangeiro é uma metáfora sobre a própria fotografia, uma oportunidade de analisar como a fotografia assume sua identidade ao adentrar espaços onde sua presença parece diluída”.

Os artistas convidados do CLIF desenvolvem pesquisas que exploram os limites da fotografia com outras áreas artísticas. Estão confirmadas as presenças de Alex Flemming, Rosângela Rennó, Dirceu Maués, Giselle Beiguelman, Patricia Gouvêa, Bruno Faria, Juliane Fuganti, Alexandre Sequeira, Guilherme Maranhão, o coletivo O Escambal, além de uma participação internacional – o argentino Gerardo Repetto. Outro destaque é a presença da pesquisadora Lucia Santaella, professora do programa de Pós-Graduação em Comunicação e Semiótica da PUCSP.

terça-feira, 11 de junho de 2013

MOSTRA NORDESTE DE ARTES VISUAIS

Centro Cultural Banco do Nordeste (CCBNB) e a Fundação Nacional de Artes (Funarte) são os principais realizadores da gratuita e coletiva MOSTRA NORDESTE DE ARTES VISUAIS, com curadoria do artista visual paraibano José Rufino

O Centro Cultural Banco do Nordeste (CCBNB) [www.facebook.com/ccbnb e www.twitter.com/ccbnb] e a Fundação Nacional de Artes (Funarte) são os principais realizadores da gratuita e coletiva MOSTRA NORDESTE DE ARTES VISUAIS, com curadoria do artista visual paraibano José Rufino




Em cartaz até o dia 30 deste mês, a exposição busca visualizar uma bela e ampla paisagem das artes visuais nordestinas, exibindo obras de artistas cuja produção vem se solidificando desde os anos 2000. Trata-se de uma iniciativa da representação da Funarte, em parceria com a coordenação de Artes Visuais do CCBNB e as secretarias de Cultura dos 9 Estados do Nordeste do Brasil, no âmbito da realização de um diversificado elenco de eventos culturais circunscritos à Copa das Confederações de Futebol da Fifa.



Participam da Mostra um grupo de 18 artistas dos 9 Estados nordestinos: Ulisses Lociks e Jeanine Toledo (Alagoas); Galo Matos e Ieda Oliveira (Bahia); Waléria Américo e Yuri Firmeza (Ceará); Thiago Martins (Maranhão); Christus Nóbrega e Íris Helena (Paraíba); Bruno Vilela e Juliana Notari (Pernambuco); Jacob Alves, Bebel Frota, César Costa e Elielson Pacheco (Piauí); Sofia Bauchwitz e Marcelo Gandhi (Rio Grande do Norte); e Elias Santos (Sergipe).



A ação cultural do CCBNB se destaca na MOSTRA NORDESTE DE ARTES VISUAIS, através do envio das obras do seu acervo de obras dos seguintes artistas: Gaio Matos (BA), Yuri Firmeza (CE), Waléria Américo (CE), Thiago Martins (MA), Bruno Vilela (PE), Juliana Notari (PE) e Marcelo Gandhi (RN). Além do CCBNB, Funarte e secretarias estaduais nordestinas de Cultura, colaboram enfaticamente para a realização da Mostra as duas seguintes instituições: Ministério da Cultura (MinC) do Governo Federal do Brasil e Prefeitura da Cidade do Recife no MUSEU MURILLO LA GRECA {www.museumurillolagreca.com.br – [rua Leonardo Bezerra Cavalcante, 386 – Parnamirim – fones: (81) 3355.3129 / 3117.8439]}, em Recife (PE).

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Mainês Olivetti apresenta videoarte no Portão Cultural





            A artista plástica Mainês Olivetti inaugura nesta sexta-feira (17), às 19h, no Centro de Arte Digital – Portão Cultural, a mostra individual “Escape”, resultado de suas pesquisas na linguagem da videoarte. A artista apresenta uma videoinstalação, utilizando vídeo HD com projeção de uma paisagem em grandes dimensões, em todas as paredes da sala. A obra foi um dos projetos aprovados pelo Edital de Arte Digital do Fundo Municipal da Cultura da Prefeitura de Curitiba.

As imagens promovem o deslocamento de um ambiente rural para um espaço institucional, induzindo o espectador à reflexão, avaliação e crítica sobre o ritmo estressante de quem vive numa grande cidade. “A obra propõe ao espectador a possibilidade de, no processo de fruição da obra, provocar um intervalo, um escape no acúmulo de informações e movimentos intensos do dia a dia”, explica Mainês.

Ao descrever a obra, a pesquisadora de arte Lailana Krinski diz que “o processo de edição aproxima-nos da paisagem através de sua organicidade, de sua amplidão a todo redor da sala expositiva e também através dos planos ficcionais de nossa perspectiva, já que a imagem é disposta em escala natural. Mas, ao mesmo tempo, nos distancia quando justapõe um horizonte multifacetado e artificial, que existe apenas à beira de sua própria imagem”.

Artista plástica com várias premiações, Mainês Olivetti pesquisa e produz nas diversas áreas das artes visuais, principalmente na captura, criação e edição de imagens para videoarte, animações e fotografias. Formada em História, Mainês tem pós-graduação em História da Arte Moderna e Contemporânea pela Escola de Música e Belas Artes do Paraná. Com suas obras, participou de importantes eventos nacionais e internacionais, entre eles a mostra coletiva “O Estado da Arte – Expresso 2000” e “Panorama da Arte Paranaense”, ambas no  Museu Oscar Niemeyer; “Olhar e Pensamento” e “O Espaço Inventado”, no Museu de Arte Contemporânea do Paraná; a mostra Ciudad Vídeo da 9ª. Bienal de Havana, em Cuba; e a 5ª. Bienal Internacional VentoSul, em Curitiba.



Oficina de arte digital – Como contrapartida social do projeto contemplado pelo Fundo Municipal da Cultura, a artista oferecerá gratuitamente uma oficina de arte digital, com o tema “Introdução à animação/ motion graphics em Adobe After Effects”. A oficina será ministrada pelo videoartista Daniel Duda, de 3 a 7 de junho, das 19h30 às 22h45, no Centro de Arte Digital do Portão Cultural. A oficina é aberta ao público interessado, principalmente artistas, estudantes das áreas de vídeo (editores, videomakers e produtores), de computação gráfica (designers gráficos e multimídia, ilustradores e profissionais de animação 2D e 3D), de publicidade e propaganda, rádio e TV e audiovisual.



Serviço:

            Videoinstalação “Escape”, de Mainês Olivetti.

            Local: Centro de Arte Digital – Portão Cultural (Av. República Argentina, 3.430)

            Datas e horários: De 17 de maio (abertura às 19h) a 30 de junho de 2013. Aberta à visitação de terça-feira a domingo, das 10h às 19h.

            Oficina de Arte Digital, com Daniel Duda: de 3 a 7 de junho, das 19h30 às 22h45.

Entrada franca

            Informações: (41) 3229-4454

sábado, 4 de maio de 2013

Thereza Salazar no Arte-Papo da Fundação Ema Klabin



Programa realiza encontros mensais com conceituados artistas contemporâneos
   
     

     
     
Aventura  dos  Corpos,  2011 -  Técnica: recorte em feltro e vinil adesivo - 

Instalação  no Projeto Vitrine,                              
Estação Trianon-Masp do metrô. 
São Paulo, SP.
     

     

No próximo dia 8 de maio a Fundação Ema Klabin recebe a artista plástica Thereza Salazar no Programa Arte-Papo. Thereza Salazar graduou-se em Artes Plásticas na Universidade Federal de Uberlândia, seu  trabalho explora um ambiente gráfico utilizando diferentes materiais, processos e suportes. Sua temática é construída a partir de conteúdos encontrados nas fábulas, lendas e mitos.

 A artista participou de importantes exposições no Brasil e no exterior entre as quais se destacam:  El Arte de Virtualia, no Palais de Glace, Buenos Aires, XIII Bienal de Vila Nova de Cerveira, Porto/Portugal, Vista Aérea, na Galeria Marta Traba, Fliebendes Wasser, na Galerie Schuster & Scheuermann, Berlim, 7 Triennale Mondiale de l’estampe et de la Gravure Originale de Chamalières, Chamalières/França (2006), Memorial da América Latina, SP.



Serviço:

Arte-Papo com Thereza Salazar

Quando:  Quarta -  08/05, às 19h30

Quanto:  Entrada franca

Onde: Fundação Ema Klabin

Endereço:  Rua Portugal, 43, Jardim Europa, São Paulo

 http://emaklabin.org.br/  

Abertura da exposição Fio Contínuo de Adriana Banfi

Mônica Filgueiras Galeria convida para a abertura da exposição

Fio Contínuo de Adriana Banfi

no dia  8 de maio, às 19h, na rua Bela Cintra, 1533, Jardins.



terça-feira, 16 de abril de 2013

8/5 ADRIANA BANFI EXPÕE FIO CONTÍNUO NA GALERIA MÔNICA FILGUEIRAS




Mônica Filgueiras Galeria convida para a abertura da exposição

Fio Contínuo de Adriana Banfi

Dia 8 de maio, às 19h



“Adriana Banfi trama fios de sonho em obras

que navegam mares de emoção entre o plano,

o objeto volumétrico e a escultura vazada.”

Paulo KLEIN                      

Association Internationale Des Critiques D’Art

Associação Brasileira de Críticos de Arte



Relevo em fios de cobre e peças metálicas / 80 x 170 cm







A Mônica Filgueiras Galeria convida para a abertura da exposição Fio Contínuo, de  Adriana Banfi, no dia 8 de maio, às 19h.



Estarão expostos 40 objetos, entre caixas, esferas, relevos e Mandalas que misturam materiais diversos ao fio de cobre, técnica sobre a qual a artista se debruça atualmente após extensa fase de dedicação à pintura.



Nesta nova fase de seu trabalho, a artista mantém o interesse pela  estética e pelo belo, pelo prazer de olhar para uma obra. “O belo possuído e enclausurado nas caixas transparentes e nas esferas em vidro. As sombras contidas e projetadas nos relevos em fios de cobre. Essas sombras que, não obstante tudo, fogem ao controle. Nas minhas sombras está o caos controlado e o prazer que vejo surgir delas”, fala Adriana Banfi sobre o resultado deste trabalho.





Como na série Esferas, que representa a aproximação entre o simbolismo embriológico e do germe de luz nelas contido. Tão importante quanto o objeto em si é a sombra que ele projeta e que, no jogo de claro-escuro que dela resulta, chega a assumir sua própria individualidade.



As caixas que estarão expostas são em acrílico, as esferas em  vidro soprado e os relevos de parede, assim como as Mandalas são feitos em fios de cobre, alumínio e materiais diversos (peças em metal, madeira, sementes ou plástico).



“Tecer é criar novas formas, simbolizando a estrutura e o movimento cósmico. É contar cada vez uma nova historia com luzes, sombras e cores a partir de uma imagem que fala diretamente com a emoção e com a parte mais profunda da mente”, fala Adriana Banfi sobre este novo processo de trabalho.





Serviço

Exposição Fio Contínuo,  de Adriana Banfi, no dia 8 de maio, às 19h. Abertura: dia 8 de maio, quarta-feira, às 19h

Exposição: de 8 a 31 de maio

40 obras, com valores entre R$ 2.000,00 e 10.000,00

Local: Mônica Filgueiras Galeria
Rua Bela Cintra, 1533 Tel (11) 3082-5292

Horário: 2a a 6ª feira, das 10h às 19h
Sábado, das 10h às 14h30






Fio Contínuo

“Non riesco a


rinchiudere  le emozioni”.




Adriana Banfi trama fios de sonho em obras que navegam mares de emoção entre o plano, o objeto volumétrico e a escultura vazada.



Tece com habilidade e afina seus dedos na feitura, às vezes dolorosa, de objetos de puro encantamento. Suas peças resultam sedutoras e afetuosas, mais que decorativas e perfazem um elo com fios reais, etéreos, imaginários. Fios de sonho, fios de prumo, fios de luz, fio de Ariadne orientando-nos nos labirintos.



Nas paredes do cubo branco ela compõe poemas em esferas, caixas e receptáculos transparentes carregados de fios de cobre, folhas fossilizadas, papéis fibrosos, versos perdidos, pílulas e penas que se aconchegam e se emaranham em cosmorama de afetos, prazeres, alegrias e tristezas.



Entre leituras, reflexões vivenciais e o ritmo inequívoco da vida que pulsa, Adriana constrói trajetória particular no contexto da arte contemporânea.

A presente exposição recebe o nome de fio contínuo ao destacar a sutil e imperativa ação de linhas que conduzem vontades e caprichos, como na representação dos títeres que, moldados pelas forças do acaso ou pela emoção indecifrável, escapam ao controle da maestria.



A arte de Adriana Banfi é síntese dos extremos da emoção, lida com os opostos: yin - yang, belo - feio, luz - sombra, evidência - surpresa, sempre com extrema elegância, que é como ela conduz em sua vida e obra, os sentimentos dispostos entre a gestação e a comemoração, entre o nascimento e a morte, a dor e o prazer.



Suas caixas, cubos e esferas comportam fragmentos do mundo, objetos articulados em conjuntos dispostos com poética visualidade,  como fontes de inesgotáveis surpresas, como os fios que engendram nossos destinos, relicários de lembranças ou de inevitáveis relíquias



Adriana Banfi projeta, com seus objetos de arte,  as rotas bem sucedidas de uma viagem imaginária e que adquirem novos contornos num momento inédito de nossas vidas. Apreciadores de sua arte, quedamos fascinados com seus mundos guardados em geometrias transparentes, que exibem em comportas de fragmentos e modelagens em fios de cobre, o poema hílare da ‘divina comédia’ humana.



Paulo KLEIN                      

Association Internationale Des Critiques D’Art

Associação Brasileira de Críticos de Arte

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Espaço de Arte Urbana tem intervenção de Felipe Pacheco




A percepção arquitetônica do Espaço de Arte Urbana, com o teto em forma de abóboda, levou o artista plástico Felipe Pacheco a criar a intervenção “BÜNKER”, que remete ao abrigo destinado a suportar e desviar a onda de pressão e choque criada por projéteis inimigos. A mostra, que permanece aberta ao público até o dia 25 de fevereiro de 2013, é um convite a uma estada nesse abrigo subterrâneo. 

O estoque de objetos úteis à sobrevivência em caso de ameaças são, em “BÜNKER”, marcas pintadas, desenhadas, escritas, esmagadas e gravadas diretamente nas paredes e piso da sala, que tomam o lugar como sombras da ausência física do narrador. Potencializam o memorial narrativo duas janelas fictícias, que representam o diálogo estético e conceitual da vida não convencional abaixo do chão, levando à reflexão sobre um refúgio que une proteção e cárcere.

A exposição “BÜNKER” é um dos projetos selecionados pelo Programa de Apoio e Incentivo à Cultura, desenvolvido com recursos do Fundo Municipal da Cultura, e especialmente destinado ao Espaço da Arte Urbana, um endereço expositivo que foge dos padrões formais. Destinado à difusão e reflexão sobre arte urbana, o local abriga intervenções artísticas temporárias de artistas convidados a executar sua obra diretamente nas paredes da sala.



O artista – Formado em Gravura pela Escola de Música e Belas Artes do Paraná – Embap, Felipe Pacheco integrou o grupo Gravura em Metal do Solar do Barão, de 2001 a 2004. Participou das Bienais de Gravura de Santo André e Santos (SP) e conquistou o primeiro lugar no Salão da Embap, em 2003.

Como designer, Felipe foi responsável pelas ilustrações do CD-ROM PROANTAR (2004), da Marinha do Brasil, e de livros publicados pela Editora Artes Médicas. Atuando ainda como fotógrafo, tem captado importantes imagens, sendo que sua exposição fotográfica ‘‘50 Índios” integra o acervo da Secretaria da Educação do Paraná, desde 2007. Em intervenções de arte urbana assina também com o pseudônimo “Pilarzinho no Estresse”.



Serviço:

Exposição “BÜNKER”, com intervenções do artista plástico Felipe Pacheco.

Local: Espaço de Arte Urbana – Galeria Júlio Moreira (Largo da Ordem)

Data: aberta ao público até o dia 25 de fevereiro de 2013.

Horário de visitação: de terça a sexta-feira, das 9h às 12h e das 13h às 18h.
Entrada franca.

sábado, 8 de dezembro de 2012

Linguagens diversas em mostras no Museu da Gravura



As artes plásticas ganham vitrine privilegiada nas exposições que tomam conta do Museu da Gravura de Curitiba, a partir das 19h desta terça-feira (11), levando ao público propostas em diferentes linguagens. Uma das salas abriga seleção de obras assinadas por artistas brasileiros e estrangeiros, pertencentes ao acervo municipal. Paralelamente, acontecem as mostras individuais “Inside”, de Fabrizio Andriani, e “O Curinga está morto”, de Cyntia Werner. O público pode conferir a programação até o dia 17 de fevereiro de 2013, com entrada franca.  
Na mostra “Autorretratos, livros de artista, construções e processos”, organizada pela artista plástica e coordenadora do museu, Ana González, estão trabalhos de Lygia Pape, Helio Oiticica, Brice Mardem, Amílcar de Castro, Waltércio Caldas, Didonet Thomaz, Eldon Garnet, Alex Cerveny, Fernando Lopes, Cildo Meirelles, Andy Warhol, Sandra Ramos, Brice Mardem, Claudio Mubarac, Miguel Casanova, Luise Weiss e Poty Lazzarotto, selecionadas entre as 2.820 obras que integram o acervo do Museu da Gravura.
“A exposição reúne algumas das presenças importantes do acervo, afastando-se da tentativa de estabelecer uma linha única de conexão entre elas. As obras estão agrupadas em núcleos, com a intenção de iniciar pequeno levantamento de afinidades, relembrando a existência de parte dos numerosos tesouros que constituem esse acervo”, diz Ana González. Com essa iniciativa, a curadora pretende suscitar o interesse do espectador sobre o papel do Museu da Gravura de Curitiba na representação da produção artística histórica e contemporânea. “A intenção é manter as obras ativas no movimento contínuo do imaginário da cidade, para torná-las parte da vida das pessoas”, destaca.  

Desenhos – O artista Fabrizio Andriani responde pela exposição “Inside”, composta por desenhos fortemente influenciados pelo universo das histórias em quadrinhos. “Este projeto é a consolidação de um estudo em torno da textura, técnica de preenchimento amplamente usada no desenho e explorada na gravura”, revela Flaviana Lima, que assina a apresentação da mostra.
A formação acadêmica em Gênova (Itália) garantiu a Andriani o apuro técnico como suporte para o desenvolvimento do traço livre. Como autor, o artista trabalhou inicialmente com grandes proporções, criando personagens zoo e antropomórficos, utilizando técnicas do muralismo, do expressionismo e da arte de protesto. No entanto, todo esse repertório técnico e conceitual acabou somando-se ao gosto pelo super-herói, advindo das leituras de comics e à intensa convivência cultural com o quadrinho europeu, sobretudo Moebius, Andrea Pazienza e Tanino Liberatore, sendo esses dois últimos suas principais influências. A mais recente atividade de Andriani foi a coordenação e curadoria da Gibicon – Convenção Internacional de Quadrinhos de Curitiba, no último mês de outubro.

Pesquisa – Cyntia Werner reúne instalações, objetos e gravuras, sob o título “O Curinga está morto”. “Os trabalhos que compõem a exposição procuram discutir a questão do jogo e a relação dele com as regras que lhe são inerentes. Partindo da figura emblemática do Curinga como uma carta do jogo de baralho, procuro questionar a relação da ordem e do caos que se apresenta na atividade lúdica, uma vez que essa carta pode substituir qualquer outra do baralho e, assim, facilmente estabelecer o caos no jogo”, explica Cyntia
Para elaborar as obras, que utilizam imagens de brinquedos, a artista pesquisou diversas linguagens e suportes, entre eles gravura, escultura, instalação e objeto, sendo que todos possuem um caráter referencial de jogo. “Pronunciando a morte do Curinga, procuro apresentar novas possibilidades de não lugares, uma vez que, anunciado o fim do caos, anunciamos também o fim da ordem no ambiente do jogo”, diz a artista.

Serviço:
Exposições no Museu da Gravura de Curitiba (Solar do Barão – Rua Carlos Cavalcanti, 533 – Centro).
“Autorretratos, livros de artista, construções e processos” – com obras do acervo do Museu da Gravura de Curitiba.
“Inside” – mostra individual do artista Fabrizio Andriani.
“O Curinga está morto” – mostra individual da artista Cyntia Werner.
Data: de 11 de dezembro de 2012 (abertura às 19h) a 17 de fevereiro de 2013.
Horário de visitas: de segunda a sexta-feira, das 9h às 12h e 13h às 18h; sábados, domingos e feriados, das 12h às 18h.
Entrada franca.

 
Informações: (41) 3321-3269

domingo, 2 de dezembro de 2012

SP_URBAN DIGITAL FESTIVAL.

São Paulo: o centro financeiro do Brasil. Avenida Paulista: o coração da cidade. Edifício FIESP-SESI: cartão postal paulistano


Impossível não reparar no prédio da sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP). Inaugurado em 1979, o edifício se sobressai na paisagem urbana da Avenida Paulista com sua imponente fachada piramidal. Agora imagine transformar este marco da arquitetura paulistana num canal de arte digital para a exibição de obras visuais ou, se preferir, numa moderna galeria virtual a céu aberto. Atribuir uma nova função social a um dos edifícios mais simbólicos da maior metrópole brasileira é a missão do SP_URBAN DIGITAL FESTIVAL.


Ousado e gigantesco, o projeto foi idealizado pela produtora VERVE CULTURAL e adotado pelo SESI-SP. Com curadoria de Marília Pasculli (Verve Cultural, Brasil) e consultoria curatorial de Susa Pop (Public Art Lab, Alemanha), o SP_Urban Digital Festival se insere dentro do conceito de Media Facade. Muito se fala sobre este termo na Europa, que nada mais é do que transformar fachadas arquitetônicas em telas para exibição de obras audiovisuais.


Foram instalados no prédio da FIESP/SESI-SP, apelidado de “colméia”, 26.241 clusters, cada um formado por 4 lâmpadas de LED (light emitting code). Esta cadeia elétrica possibilita a transmissão de até 4,3 bilhões de combinações de cores. A estrutura metálica que reveste o edifício está recheada de lâmpadas de LED, transformando assim, sua fachada na maior e primeira galeria de arte digital da América Latina.


Alguns exemplos de edifícios que sediaram cores e luzes criativas em suas fachadas são: Shopping ILUMA em Cingapura; MediaLab-Prado, em Madri, na Espanha; na Áustria temos o ARS Electronica Center, em Linz; e a UNIQA Tower, em Viena; para citar alguns. Isso sem contar o já renomado Media Facades Festival, que acontece desde 2008 em diversas cidades europeias.


A primeira edição do SP_Urban Digital Festival terá duração de cinco semanas, com início em 03 de dezembro. Nesta data, à partir das 20h, São Paulo mudará de cara. O edifício FIESP/SESI-SP servirá de tela para a execução das obras digitais feitas pelas mentes criativas dos artistas paulistanos VJ Spetto (United VJs), o coletivo BijaRi e a Goma Oficina. Também integram o time o colombiano Esteban Gutierrez, o francês Antoine Schmitt e a dupla Mar Carnet & Varvara Guljajeva da Espanha e Estônia respectivamente.


À partir de então, todos os dias de Dezembro, das 20h às 6h, o prédio acenderá. Cada artista terá cinco dias do festival dedicados exclusivamente à transmissão de sua obra, das 20h à 23h. De 23h às 01h, inicia-se a concepção do francês Antoine Schmitt, chamada “City Sleep Light”. Depois a programação é mista e randômica, como será no dia da estreia e de encerramento (31/12).


Vale ressaltar aqui a obra de Antoine Schmitt, que é renomado mundialmente pelo projeto “City Sleep Light”. Traduzida como “luz do sono da cidade”, ela tem como matéria-prima os dados de atividades sócio-econômicas do local onde está sendo realizado. Estes dados são recolhidos a partir de um software que coleta os códigos de fluxos disponíveis na internet de uma cidade específica: trânsito, transações bancárias, etc. Quando a cidade vai dormir, Antoine transforma estes códigos em pulsações de luz branca. Todos os pixels piscam juntos, transformando o edifício em um organismo vivo, que respira de acordo com o ritmo pulsante da região. Será como observar os batimentos cardíacos da capital paulistana a cada noite.


A transformação de um edifício icônico num novo canal de divulgação cultural consegue expandir o conceito de arte, e chama a atenção para as novas tecnologias e formas de expressão. Além de colocar São Paulo no mapa dos eventos e projetos de Media Facade mundiais. Esta tela urbana de enormes proporções é um presente para São Paulo e promete evocar sensações, interações entre as pessoas na Avenida Paulista e gerar diversas interpretações. Qual será a sua?


SP_URBAN DIGITAL FESTIVAL – 1a edição/ Artistas


Vj Spetto – Brasil


Pioneiro na arte de videoremixar no Brasil, é considerado uma das maiores referências mundiais no assunto. Atua desde 1997 como VJ, videoperformer, programador e videodesigner. Desenvolve tecnologias para manipulação ao vivo de imagens utilizando softwares e hardwares resultantes de suas pesquisas. Desde 2002, ministra regularmente palestras e workshops em instituições renomadas de ensino do mundo todo. Spetto é integrante do coletivo United VJs.


Antoine Schmitt – França


Artista com formação em engenharia de programação, é especialista em criar instalações que explorem as relações homem-computador e inteligência artificial. Suas obras possuem forma de objeto, de instalações interativas, traduzindo em movimentos ritmicos os códigos e dados de processamento específicos. Antoine já ganhou diversos prêmios internacionais, entre eles o Transmediale (Berlim) e o International Festival of Video-Dance, promovido pela UNESCO. Participou de exposições em renomadas instituições como o Centre Georges Pompidou (Paris, França), Sonar (Barcelona, Espanha) e Ars Electronica (Linz, Áustria).


Esteban Gutierrez – Colômbia


É especialista em desenho multimídia. Gutierrez programa suas próprias ferramentas de pintura eletrônica. Participou de várias exposições coletivas e individuais na América Latina e Europa, onde ganhou por dois anos consecutivos o Prémio Joven de Artes Plásticas (Espanha, 2009 e 2010). Ministra regularmente palestras e conferências tendo como tema central a arte digital.


BijaRi - Brasil


Coletivo de criações de artes visuais e multimídia formado em 1996 por arquitetos e artistas plásticos. Especializado em realização de projetos artísticos em diversos suportes e tecnologias, o grupo atua entre os meios analógicos e digitais propondo experimentações estéticas, sobretudo de caráter crítico. Intervenções urbanas, performances, vídeo, design e web design tornam-se meios para estabelecer possibilidades de vivências onde a realidade é questionada.


Goma Oficina - Brasil


A Goma Oficina é um grupo de jovens artistas e arquitetos especializados na criação de obras que experimentam as particularidades de intervenção urbana através de recursos multimídia e objetos cenográficos esculturais em espaços públicos. Participaram do festival URBE - Mostra de Arte Pública (São Paulo, 2012) e assinam a autoria do projeto "As paredes vão dançar", que explora sensações de mobilidade e ilusão de óptica em edifícios da cidade de São Paulo.


Mar Canet & Varvara Guljajeva - Espanha/ Estônia


Mar Canet é um artista interdisciplinar com formação em Arte, Design, desenvolvimento de jogos e interfaces culturais. Trabalhou como engenheiro criativo na renomada instituição de arte eletrônica Ars Electronica Futurelab (Linz, Áustria). É co-fundador dos coletivos de arte digital Derivart e Lummo e, com eles, participou de diversas exposições e festivais internacionais. Varvara é uma artista dedicada a explorar o som, as pessoas, as relações com a tecnologia e seus materiais. Seu foco principal são as novas formas de arte e seu reflexo na sociedade, ambiente e "cyber-cidade". Desde de 2011, Mar e Varvara participam de residências artísticas nas seguintes instituições culturais: IAMAS (Japão), FACT (Inglaterra), MU Gallery (Holanda), STPLN (Suécia), Verbeken Foundation (Bélgica), Marginalia+lab (Belo Horizonte, Brasil).


SP_URBAN DIGITAL FESTIVAL - Side Events


Paralelamente com a exposição, o SP_Urban Digital Festival desenvolveu um plano pedagógico que realizará oficinas com questões conceituais e estéticas do projeto. “O link entre arquitetura e arte digital”, “experimentações no cenário urbano”, “arquiteturas mutantes”, “interação do cidadão com a cidade” e “a criação de um canal de difusão de arte visual” serão alguns do temas a serem abordados.


04/12, das 20h às 22h – Espaço Mezanino / 50 pessoas


Susa Pop
Palestra: Fachadas multimídia: desafios e potencialidades


Ministrada pela alemã Susa Pop, que é diretora e fundadora do Public Art Lab e responsável pela criação de renomados festivais de arte de novas mídias na Alemanha, como Media Facades Festival, Mobile Studios e Mobile Museums. Realiza conferências e workshops em todo o mundo na área de mídias urbanas. / A palestra evidencia os desafios e benefícios das fachadas de arte multimídia para os centros urbanos, as possibilidades de integração de várias cidades através das novas tecnologias (projeto Connecting Cities) e o desenvolvimento de uma audiência consciente e ativa. / Demonstração de ações inovadoras já implementadas e projetos em desenvolvimento pelo mundo.


05/12, das 20h às 21h30 – Espaço Mezanino / 50 pessoas


VJ Spetto


Palestra: Arte nos espaços públicos Ministrada pelo VJ Spetto, a palestra visa mostrar os fatores na história da arte e da arquitetura que levaram a repercussão da arte nos espaços públicos e seu impacto e importância na sociedade atual/ As fachadas das cidades como páginas em branco onde se pode comunicar e expressar idéias/ Abordagem da prática do graffite como percussor da arte no espaços públicos e a relação na tendência de incorporar recursos de iluminação e técnicas interativas como o vídeo mapping, possibilitando ao criador plena liberdade de atuação/ Exemplificar os métodos de pintura digital que não alteram ou atacam fisicamente os edifícios, mas emitem luz sobre eles, tornando possível não só pintar, alterar a estética das cidades, como também difundir ideias e mensagens/ Apresentação de projetos realizados pelo próprio artista no espaço público.


05/12, das 16h às 19h – 06/12 e 07/12, das 18h30 às 21h30 – Espaço Mezanino / 15 pessoas


Esteban Gutierrez
Workshop: Material digital na criação artística


Workshop de produção de conteúdo digital ministrada pelo artista Esteban Gutierrez. Uma introdução à inovação na produção artística, onde a sensorialidade e a emoção humana surgem como aspectos fundamentais do processo de criação dos artistas e vídeo makers/ Abordagem do uso de tecnologias emergentes na criação de instalações artísticas/ Descrição sobre a criação de ferramentas originais e softwares para fins artísticos específicos (Processing)/ Apresentação de casos de sucesso e discussão coletiva das diferentes proposições. / Aula prática - criação de conteúdo digital a ser transmitido na plataforma.


A VERVE CULTURAL


Formada em Agosto de 2011 por Marília Pasculli (especializada em curadoria de arte de novas mídias) e João Frugiuele (produtor cultural e relações públicas), consiste numa plataforma de criação interdisciplinar voltada para produção musical, inserção de arte em espaços públicos e criação e de instalações participativas.


Serviço:


Inauguração do SP_Urban Digital Festival – 1a edição
Dia 03/12/12, às 20h
Local: Prédio da FIESP/ SESI-SP
Av. Paulista, 1313.
Programação com todas as obras.
Após, todos os dias, das 20h às 06h, até 31/12/12
Palestras e Workshops:
Centro Cultural FIESP – Ruth Cardoso
Informações e reservas para as palestras e workshop: (11) 3146-7383
Espaço Mezanino – Av. Paulista, 1313 – Metrô Trianon/Masp
Gratuito


Programação de 04/12 a 31/12:
20h às 23h – obra de um artista específico*
23h à 01h – Antoine Schmitt ("City Sleep Light", obra de programação pulsante de acordo com dados diários da cidade)
01h às 06h – programação mista e randômica


• De 04/12 a 08/12: VJ Spetto com a obra “Inter Freak Quência”;
• 09/12 a 13/12: Mar Canet & Varvara Guljajeva com a obra “O Ritmo de São Paulo”;
• 14/12 a 18/12: BijaRi com a obra “Metacidade”;
• 19/12 a 23/12: Esteban Gutierrez com a obra “Construcción de Idea (São Paulo – Bogotá)”;
• 23/12 a 27/12: Goma Oficina com a obra “Homo Ludens”;
• 28/12 a 31/12: todos.


Créditos:


Idealização: Verve Cultural
Realização: SESI-SP
Produção Executiva: Verve Cultural
Curadoria: Marília Pasculli
Patrocínio: SESI-SP


sábado, 27 de outubro de 2012

Exposição de Arte de Ecodesign de Stella Nanni e Eli Tosta marcam inauguração da nova Toyota Nippokar nesta segunda (29)



Peças produzidas com matérias primas naturais e ecoresina do biodiesel poderão ser conferidas de 30 de outubro a 5 de novembro na Nippokar Barão de Itapura

Beleza, inovação tecnológica e sustentabilidade se misturam na Exposição de Arte de Ecodesign das artistas plásticas Stella Nanni e Eli Tosta, que será aberta nesta segunda (29) para convidados e imprensa durante a inauguração da nova Toyota Nippokar da avenida Barão de Itapura, em Campinas.  A expo, que reúne cerca de vinte peças produzidas com resíduo florestal, ecoresina derivada de biodiesel e pigmentos luminescentes, poderá ser conferida pelo público gratuitamente no local de 30 de outubro a 5 de novembro (menos aos domingos), das 7 às 19 horas.

“A ideia desta exposição é apresentar obras de arte que unem beleza à sustentabilidade, já que são produzidas com o passivo ambiental, ou seja, matérias primas que vêm da natureza sem agredi-la e que utilizam tecnologias limpas, sem gerarem resíduos ou componentes tóxicos”, pontua a campineira Stella Nanni, bastante conhecida por seus quadros expressionistas e hiperrealistas e apontada como herdeira artística de seu tio-avô, o escultor Victor Brecheret

 As peças são produzidas com fibras naturais, tecidos vegetais, sementes, folhas desidratadas, capim dourado e resinas vegetais. Além disso, duas novidades. A primeira é uma ecoresina de glicerina bruta, produzida a partir de resíduo do biodiesel – descoberta de duas pesquisadoras da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

A segunda é o ecolume, que se constitui de pigmentos fotoluminescentes à base de terra rara. O material, desenvolvido e patenteado por Stella Nanni, absorve luz natural e depois emite a própria luminenscência. “Depois de exposto ao sol ou luz artificial por vinte minutos, ele brilha por 12 horas seguidas”, explica.

Além das peças exclusivas, Stella e Eli Tosta também desenvolvem em larga escala obras que mesclam arte e funcionalidade, como relógios e bombonieres no formato de frutas típicas brasileiras, como opção fina e sofisticada normalmente adquirida por empresas e instituições como presentes. “Neste sentido já fomos procuradas por grandes multinacionais e empresas brasileiras, e até mesmo por missões diplomáticas, que buscam na arte uma opção para mimosear parceiros e homenageados”, diz.

O trabalho de Stella e Eli também tem um lado social, envolvendo 1900 comunidades carentes brasileiras.  “Quando desenvolvemos um produto ou matéria prima, como as folhas esqueletizadas, por exemplo, capacitamos pessoas destas comunidades para produzi-lo, de modo que estas pessoas passam a ter a opção de uma nova atividade  que colabore em seu sustento”, conta Stella.

Espaço para a cultura na Nippokar – Rogério Gonzaga, diretor da Toyota Nippokar, conta que a iniciativa de sediar a exposição de Stella Nanni e Eli Tosta se deu em virtude da identificação entre o perfil das obras e da própria Toyota.

“A Toyota é mundialmente reconhecida por sua preocupação ecológica e dedicação à sustentabilidade. Tanto que a fábrica do Toyota em Sorocaba é totalmente ecológica. Aliar beleza, design e sustentabilidade é algo que tem a cara da Toyota e desta nova loja que estamos abrindo nesta segunda, então em nosso entender essa exposição não poderia ser em outro lugar”, diz.

Gonzaga acrescenta ainda que a Exposição de Arte de Ecodesign pode ser apenas a primeira de muitas na Nippokar. “Estamos avaliando a possibilidade de ter um espaço cultural permanente para a realização de exposições diversas e ações culturais. Em breve devemos ter notícias a este respeito”, revela.

Serviço

Exposição de Arte de Ecodesign de Stella Nanni e Eli Tosta
Beleza, inovação tecnológica e sustentabilidade em cerca de 20 peças produzidas com resíduo florestal, ecoresina derivada de biodiesel e pigmentos luminescentes.
Quando? De 30 de outubro a 5 de novembro de 2012, diariamente das 7 às 19 horas (menos aos domingos). Entrada franca.
Onde? Nova unidade da Toyota Nippokar na Avenida Barão de Itapura, 2096, Campinas.


Eli Tosta, artista plástica ,desenvolve há 16 anos com o Ateliê Brasil, um trabalho com produtos brasileiros de design de alta qualidade e valor agregado. o foco principal estava na prática do comércio justo, capacitando e desenvolvendo novos produtos que promovem a geração de renda e a sustentabilidade em várias comunidades de todo o Brasil.  Mato-grossense, Eli é um grande nome da arte contemporânea brasileira e já expôs suas telas no Museu do Louvre, em Paris, e na Bienal de Milão, em 2007. A projeção internacional foi conquistada graças a muito trabalho e uma inspiração ímpar: as técnicas aprendidas em um sem-número de viagens à Amazônia, onde aprendeu com índios e caboclas como extrair pigmentos da natureza e técnicas que usam elementos como cascas de árvores, folhas e cristais brasileiros.

Stella Nanni, artista plástica, tem em seu hall de colecionadores nomes como Julio Bozano, Jorge Gerdau Johannpeter, André Lara Rezende, Ronaldo Nazário (Fenômeno), Doda, Athina Onassis e outros admiradores de países como do Chile, Argentina, México, Portugal, Bélgica, Luxemburgo e Itália.  Já realizou diversas exposições coletivas e individuais, no Brasil e no exterior, com destaque para: Pope Gallery, em Barcelona, 2003; Academia L’Estudi, Bracelona 2003; Atelier D’Emanuelle, Liege, Belgica 2004; coletiva “Brasil em Movimento” embaixada do Brasil na Belgica, Bruxelas, 2004; Trajetória, em Monte Carlo, Mônaco, 2011. Foi representante no Brasil do International Museum of Women, EUA, realizando ações (workshops de arte, dança e culinária) que aconteceram no mundo inteiro em 2006 como parte do projeto Imagining Ourselves, junto à mulheres de comunidades carentes. Trabalho de Stella foi publicado no livro do Imagining Ourselves, IMOW, Museu Internacional da Mulher, San Francisco, EUA, 2006.