sexta-feira, 23 de julho de 2010

AS FARC Uma guerrilha sem fins?


AS FARC

Uma guerrilha sem fins?

de Daniel Pécaut

Tradução: Ivone C. Benedetti


160 Páginas

Este livro trata do significado das FARC nos dias de hoje, explorando sua história, seus objetivos, suas formas de inserção na sociedade, seus modos de recrutar combatentes, obter recursos financeiros e promover ações políticas e militares. Por meio de estudos e da análise do passado e da situação atual da guerrilha colombiana, Daniel Pécaut facilita o entendimento da violência no país e das possibilidades de superá-la. Leitura introdutória para estudantes de Ciências Políticas, História e Sociologia.



um lançamento

Praia Grande recebe I Mostra de Surf Art e Meio Ambiente

Quinze artistas nacionais e internacionais expõem suas telas em meio a workshops, oficinas e muitas atividades gratuitas para toda a família

A I Mostra de Surf Art e Meio Ambiente acontece de 24 de julho a 14 de agosto, no Palácio das Artes, em Praia Grande (SP). A exposição tem entrada franca, de segunda a sábado, das 10 às 18 horas. Nomeada como Surf Art Brazil, a mostra reúne obras de artistas nacionais e internacionais do acervo ‘cabeçaFeita’, além de curtas metragens, apresentações de dança havaiana, oficinas artísticas, palestras ambientais e exposição de réplicas de pranchas desde 1910.

“Será o primeiro grande evento na região voltado especificamente para retratar o surf, as ondas, a natureza e a vida marinha”, diz Erick Wilson idealizador do evento ao lado Fernando Bari. Eles e outros artistas consagrados, como Alexandre Huber, Carlos Pedrosa, Daniel Martinelli, Fernanda O´Connell, Flávio Caporali, João Vianey, Leandro Silva, Maritmo, Marcelo Vieira, Mark Fonser, Rafael Escudeiro, Serapião e Tom Veiga, através do realismo de suas obras, prometem transportar o visitante ao mundo aquático.

O cronograma da exposição se estende e, além dos quadros e esculturas, haverá palestras sobre o meio ambiente com as ONG’s Sea Shepherd, Instituto EcoFaxina, Museu de Ciências Naturais, Ecosurfi e Centro Cultural Jóias da Natureza.

“Durante todo o evento exibiremos ainda curtas metragens em telões e no anfiteatro com capacidade para 60 pessoas”, comenta Erick. Segundo ele, tratam-se de filmes consagrados e produções independentes como MOKUSSUY – Marinhas de Abrolhos, Botando o pé na estrada, The Cove, Sharkwater, Baleia Jubarte, Projeto Tamar, Naufrágios do Nordeste e Coral Vivo.

Além de apresentações em vídeos, a Surf Art Brazil exibirá mostras fotográficas de ações realizadas pelo litoral brasileiro e realizará oficinas por intermédio do projeto Amigos do Oceano. “As atividades serão comandadas por mim, pelo Alexandre Huber e pelo Serapião com o objetivo de incentivar as crianças para a pintura e o contato com a arte”, informa o artista plástico Erick Wilson.

A I Mostra de Surf Art e Meio Ambiente é uma realização da cabeçaFeita.com, Oceano Arte e Prefeitura de Praia Grande. Apoio da Waves.Terra, Ibrasurf, Galeria Alma do Mar, Revista Mergulho, Jornal High Tide, Glasser, Jóias da Natureza, Instituto Eco Faxina, Sea Shepherd Brasil, Ecosurfi e Revista Decostop. Divulgação: Fama Assessoria.

Outras informações e a programação completa deste evento estão no site http://surfartbrazil.com

Serviço:

I Mostra de Surf Art e Meio Ambiente – Surf Art Brazil
Período da exposição: 24 de Julho a 14 de agosto de 2010
Horário de funcionamento: segunda a sábado das 10 às 18 horas
Local: Palácio das Arte – Praia Grande
Endereço: Av. Costa e Silva, 1.600 – Praia Grande –SP – Próximo ao Litoral Plaza Shopping
Estacionamento: No local
Programação: http://surfartbrazil.com
Entrada Gratuita

Prêmio Comunique-se 2010 é lançado com o tema “Jornalista, o lutador’’

A edição 2010 do Prêmio Comunique-se foi lançada nesta terça-feira (20/07) em almoço com jornalistas, em São Paulo. Este ano, a premiação conta com o tema "Jornalista, o lutador", em homenagem aos profissionais que batalham diariamente pra levar a informação ao público.

De acordo com o presidente do Comunique-se, Rodrigo Azevedo, a escolha de um tema deixa a festa mais descontraída a cada ano. Azevedo destacou a escolha do tema deste ano. "A brincadeira é porque ser jornalista é uma luta diária. O jornalista tem que ser um lutador", enfatizou.

Nesta edição, o prêmio conta com o patrocínio da Ambev, Coral, Embraer, Grupo O Boticário, Itaú, Light, Oracle, Petrobras, Souza Cruz e Tim, e o apoio de O Estado de S. Paulo, O Lance, Jornalistas & Cia, revista RI, Salem e Hotel Transamérica. A auditoria será feita pela Deloitte e a produção da festa pela Miksom.

Indicações
Até o dia 30/07, os internautas cadastrados no portal Comunique-se poderão indicar os nomes de seus jornalistas preferidos em 13 categorias. No dia 10/08, a lista com os indicados que disputarão a segunda fase será divulgada http://votacao.premiocomunique-se.com.br/Login.aspx

A viola brasileira de Fernando Deghi na CAIXA Cultural Curitiba






A Série Solo Música apresenta o músico paulista





A Série Solo Música apresenta o músico paulista Fernando Deghi, no dia 27 de julho de 2010. A viola brasileira, também chamada de viola caipira ou sertaneja, é o instrumento que o acompanha na sessão solo no Teatro da CAIXA.



Fernando Deghi é compositor, instrumentista de viola, arranjador, pesquisador e cineasta. Trabalha com a pesquisa etno-musical da viola e suas origens e desenvolve um importante trabalho na divulgação do instrumento, explorando as suas diversas possibilidades e, sobretudo, as afinações possíveis. Desde 2003, Fernando Deghi começou a aparecer na mídia europeia, e hoje soma concertos em pelo menos 14 cidades de Portugal e também na Espanha. Participou do Festival D’Ille de France, no ano do Brasil na França. Em 2005 participou do 4X Brasil ao lado de Hermeto Pascoal, Francis Hime, Renato Borghetti e Zeca Collares.



Em outros projetos, participou como ator e músico na novela “Escrava Isaura” e como compositor para a trilha sonora da novela “Bicho do Mato”, ambas da Rede Record. É autor dos livros “Viola brasileira e suas possibilidades” (2001), “Ensaios para a viola brasileira” (2003), “Iniciação a arte da viola brasileira (2007), “Brasil das Ibérias” (2010) e “Ensino à distância de viola”. Possui três CDs gravados: “Violeiro Andante” (2000), “Brasil Violado” (2004) e “Brasil das Ibérias” (2010)



O músico tem um trabalho voltado especificamente para a viola brasileira, que descende das violas portuguesas, oriundas de instrumentos árabes como o alaúde. A viola caipira tem características muito semelhantes ao violão, tanto no formato quanto na disposição das cordas e acústica, porém é menor e com diversos tipos de afinação. O instrumento é popular especialemente no interior do Brasil, sendo um dos simbolos da música popular brasileira. A característica que destaca a viola dos demais instrumentos de corda é que o ponteio da viola utiliza muito as cordas soltas, originando um som forte e sem distorções. A disposição das cordas da viola é bem específica: 10 cordas dispostas em 5 pares.



Série Solo Música



A Série Solo Música consiste na apresentação de um recital por mês, em que são exibidas apresentações raras. Os artistas trazem para o projeto instrumentos dificilmente mostrados em outras programações culturais.



A série apresenta novidades nesta temporada do projeto. Os músicos apresentarão palestras e workshops como extensão do evento, ultrapassando o limite do show e disseminando conhecimento e informações. Esta é a segunda temporada e já participaram Toninho Ferraguti (sanfona), Luhli (violão e voz), o inglês Ravi Justin Freeman (canto difônico e kora), Alberto Marsicano (sitar) e Fernando Deddos (eufônio).



Serviço



Série Solo Música – Fernando Deghi – viola brasileira

Local: Teatro da CAIXA

Endereço: Rua Conselheiro Laurindo, 280, Centro – Curitiba/PR

Data: 27 de julho

Horários: terça 20h30

Ingressos: R$ 10 e R$ 5 (meia – conforme legislação e clientes CAIXA) e 20% de desconto para o Clube do Assinante Gazeta do Povo

Bilheteria: (41) 2118-5111 (de terça a quinta, das 12 às 19h, sexta, das 12 às 21h, sábados das 16 às 21h e domingo, das 16 às 19h)

Classificação etária: Livre para todos os públicos

Lotação máxima do teatro: 125 lugares (02 para cadeirantes)

www.caixa.gov.br/caixacultural

PROGRAMAÇÃO CINEMA CURITIBA

PROGRAMAÇÃO:



CINEMATECA - Sala Groff

Rua Carlos Cavalcanti nº 1174 fone 41 3321-3252 (diariamente das 09h às 12h e das 14h às 22h30 – sábados e domingos das 14h30 às 22h30) www.fundacaoculturaldecuritiba.com.br



O QUE RESTA DO TEMPO (The time that Remains) -França/Bélgica/Itália/Reino Unido, 2009 – 109’ – 35mm. Direção de Elia Suleiman. Elenco: Elia Suleiman, Saleh Bakri, Samar Qudha Tanus, Shafika Bajjali.



Filme semi-biográfico, em quatro episódios, sobre a família do diretor palestino Elia Suleiman, desde 1948 até os anos atuais. O filme é inspirado nos diários particulares de seu pai, desde a época em que ele se tornou um combatente da resistência, em 1948, e também nas cartas da mãe de Suleiman, que foram deixadas aos membros da família obrigados a abandonar o país. Combinada com as memórias íntimas do diretor e a de seus pais, o filme tenta retratar a vida diária dos palestinos que permaneceram e foram marcados como "árabes israelenses” , vivendo como minoria em sua própria terra. Classificação 14 anos

Sessões às 15h45, 18h e 20h

Dia 26, sessões somente às 15h45 e 18h

Dia 29, sessão somente às 15h45

Ingresso pago: R$5,00 (inteira)

R$2,50 (meia)

R$1,00 (aos domingos)





Volta às Telas

Mostra do “Programa 1” dos Filmes Restaurados do Acervo da Cinemateca de Curitiba

Classificação livre para o programa



O programa Volta às Telas é um trabalho de resgate e preservação da memória cinematográfica do Paraná. O trabalho de recuperação de diversos filmes de curta duração, cinejornais, imagens documentais realizadas no Paraná entre as décadas de 1920 a 1950 – pertencentes ao acervo da Fundação Cultural de Curitiba, preservado na Cinemateca - foi realizado em parceria com a Cinemateca Brasileira (SP), com projeto viabilizado pela Lei Rouanet/Ministério da Cultura e patrocínio da Petrobrás. Do original negativo em nitrato 35mm, as imagens, por meio do processo de contratipagem, ganharam cópias novas em película, e podem ser transcritas para DVD

São imagens relacionadas a aspectos comportamental, social, militar, político e artístico-cultural da vida paranaense. Disponíveis aos pesquisadores e à população, transformam-se em ferramenta de estudo da história paranaense e brasileira.



Programa 1 ( Duração do programa 55’)



Cine Jornal nº 3 – sonoro. Duração 9’.

- Curitiba recebe a visita do ministro da Suíça Dr. Henry Vallaton;

- Corrida do “Fogo simbólico da pátria” no território do Paraná / Corredores na estrada chegam ao Centro de Curitiba / Palanque com autoridades / Solenidade;

- Exposição em Curitiba do artista Poty Lazarotto;

- Polícia do Estado do Paraná comemora 90 anos em 10/08/1944;

- Grupo anexo à escola de professores;

- Acampamento do CPOR em Curitiba / Manobra de artilharia.



O Linho no Paraná – Groff – mudo. Duração 6’30”

- Região da colônia Cruz Machado – onde fixaram-se os colonos poloneses;

- Vista geral – casas de madeira;

- Cultivo do linho;

- Tecelagem doméstica, teares e fiadeiras construídas pelos colonos;

- Governo Manoel Ribas constrói rodovia e ponte sobre o Rio Iguaçu;

- II Exposição do linho paranaense em Curitiba – artigos manufaturados.



Cine Jornal nº 11 – Curitiba e Porto Alegre – sonoro. Duração 5’

- Honra ao mérito – condecoração de dois heróis da F.E.B. / Soldados no campo / Manobras de guerra;

- Conferência de governadores em Porto Alegre;

- Educandário de Curitiba em festa.



As Manobras Militares no Paraná – mudo. Duração 9’

- 5ª Região Militar sob o comando do General Nepomuceno da Costa – encerramento do ano com realização de manobras;

- Tropas de Curitiba - acampamento na Fazenda Roseira, município de São José dos Pinhais;

- Guarnições de Castro e Ponta Grossa, nos Campos Gerais, proximidades de Carambeí.

- Soldados retornando ao Centro de Curitiba.



Tricentenário de Paranaguá – sonoro. Duração 10’

- Vista da cidade / Principais ruas / Praças;

- Porto de Paranaguá / Autoridades;

- Descerramento de placa comemorativa / Solenidade;

- Museu / Exposição de quadros / Desfile.



L’Etat du Paraná – Deuxieme Section – mudo. Duração 8’



Cine Jornal nº 4 – sonoro. Duração 7’30”

- Cultura do trigo no Paraná – carro entrando numa fazenda / trigal / colheita com máquinas agrícolas / autoridades;

- Último expediente, de 1944, no Palácio São Francisco;

- 1º Aniversário da Casa do Pequeno Jornaleiro;

- Condecoração ao interventor Manoel Ribas e o capitão Aquiles Pimpão pelo Governo da República do Paraguai.

Dia 26, às 20h – entrada franca







Lançamento de curta-metragem:



Debate e lançamento do Filme Meu Medo de Murilo Hauser, na programação do Ciclo de Debates.

MEU MEDO (BR/PR, 2010 – 35mm – 11’ - animação). Direção, roteiro, direção de fotografia, montagem e produção executiva de Murilo Hauser. Direção de arte, roteiro, design de personagem, cenários e texturas de Henrique Martins. Modelagem, textura, iluminação e composição: Frederico Machuca. Animação de personagem: Zé Alexandre. Baseado em história original: Henrique Martins, Fabiano Vianna. Mixagem de Som: Alessandro Laroca. Edição de som: Eduardo Virmond Lima



Meu Medo se constrói a partir de lembranças de histórias contadas pelos avós, histórias de fantasmas que deixavam crianças acordadas durante a noite, aterrorizadas com aqueles barulhos nascidos das entranhas de velhas casas e que de dia poderiam nem ser notados. Fala sobre o medo infantil de estar sendo vigiado por monstros escondidos nas paredes e o medo adulto de estar sozinho e vice-versa. Classificação livre

Dia 29, às 20h – entrada franca

O Poder do Santo Nome







Verso 1.1.9 do Sri Brhad-Bhagavatamrta, de Sanatana Gosvami. Comentário de Gopiparanadhana prabhu com base no comentário Dig-darsini.

Em homenagem a Sua Graça Aindra prabhu.



jayati jayati namananda-rupam murarer

viramita-nija-dharma-dhyana-pujadi-yatnam

katham api sakrd attam mukti-dam praninam yat

paramam amrtam ekam jivanam bhusanam me



jayati jayati—todas as glórias, todas as glórias; nama-ananda—como o nome completamente extático; rupam—à forma; murareh—do Senhor Murari (Krsna); viramita—abandonando; nija—pessoais; dharma—deveres sociais; dhyana—meditação; puja-adi—adoração ritual e assim por diante; yatnam—os esforços; katham api—de uma maneira ou outra; sakrt—uma única vez; attam—adotado; mukti-dam—dando a liberação; praninam—às entidades vivas; yat—que; paramam—o maior; amrtam—o néctar eterno; ekam—o único; jiva­nam—meio de subsistência; bhusanam—ornamento; me—meus.



Todas as glórias, todas as glórias ao Senhor Murari na forma de Seu nome completamente extático! Se qualquer ser vivo deixa de lado afazeres como a meditação, a adoração ritual e os deveres sociais e, mesmo que uma só vez, vale-se do santo nome do Senhor, o nome conceder-lhe-á a liberação. Esse santo nome é a maior fonte de prazer eterno, e é a minha própria vida, meu ornamento.



COMENTÁRIO: Entre as várias práticas do serviço devocional, a mais importante é o cantar dos santos nomes do Senhor. O cantar do nome do Senhor é ananda-rupam, pura bem-aventurança, porque faz com que o êxtase nasça no coração. Cantar os santos nomes também é ananda-rupam no sentido de que se trata da essência do êxtase e no sentido de que torna extático tudo o que toca.



Neste verso, o autor novamente repete a exclamação jayati, indicando que o hari-nama, o nome do Senhor, é a mais grandiosa manifestação da atratividade e da misericórdia do Senhor Supremo. Aquele que compreende verdadeiramente o valor do hari-nama escolherá confiar no cantar do hari-nama ao invés de o fazer em relação a outros tipos de empenhos espirituais. Observar deveres prescritos dentro do sistema varnasrama é problemático. Aqueles que perderam o interesse nos deveres ritualísticos do varnasrama cultivam a meditação ióguica, quer visando a perfeição impessoal, quer visando o serviço devocional; em ambos os casos, entretanto, também se trata de algo problemático, dado que envolve a dificuldade de subjugar a mente e os sentidos. Adorar a Deidade do Senhor é problemático porque o adorador deve purificar todos os artigos a serem oferecidos, bem como seu próprio corpo e o seu coração. Igualmente problemáticas são as demais práticas devocionais, como a prática de ouvir, a qual só pode ser corretamente observada após o atendimento de difíceis prerrequisitos, como aquele de encontrar um Vaisnava devidamente qualificado para de quem ouvir. Por conseguinte, deixando de lado a preocupação atinente ao sucesso nesses métodos, um devoto inteligente simplesmente focará sua atenção no hari-nama, em conseqüência do que logrará facilmente os resultados de todos os outros métodos.



Devahuti, a mãe do Senhor Kapiladeva, confirma isto em uma oração ao seu filho:



aho bata sva-paco ’to gariyan

yaj-jihvagre vartate nama tubhyam

tepus tapas te juhuvuh sasnur arya

brahmanucur nama grnanti ye te



“Oh, quão gloriosos são aqueles cujas línguas estão cantando Vosso santo nome! Mesmo se nascidos em famílias de comedores de cachorro, tais pessoas são adoráveis. Aqueles que cantam o santo nome de Vossa Senhoria devem ter executado todos os tipos de austeridades e sacrifícios de fogo e obtido todas as boas maneiras dos arianos. Para estarem cantando o santo nome de Vossa Senhoria, devem ter-se banhando nos lugares sagrados de peregrinação, estudado os Vedas e feito tudo o que é requerido”. (Bhagavatam 3.33.7)



Similarmente, no Sri Visnu Purana (6.2.17), encontramos a seguinte declaração:



dhyayan krte yajan yajnais

tretayam dvapare ’rcayan

yad apnoti tad apnoti

kalau sankirtya kesavam



“O que se obtinha, na era de Krta, por meio da meditação; na era de Treta, por meio de sacrifícios ritualísticos; e, na era de Dvapara, por meio da adoração à Deidade do Senhor; é obtido na era de Kali por meio do cantar sonoro dos nomes de Kesava”.



Uma pessoa questionadora talvez duvide da facilidade do sucesso mediante o hari-nama: “A pessoa talvez logre crédito religioso, sucesso econômico e desfrute material através do hari-nama”, pode ser que diga, “mas a liberação é algo diferente. A liberação só pode ser alcançada por aqueles que são espiritualmente qualificados. Na melhor das hipóteses, os devotos que cantam o hari-nama com perfeita fé e perfeita devoção talvez obtenham a liberação após longa prática”. Srila Sanatana Gosvami refuta este questionamento declarando que, se alguma entidade viva, mesmo que uma única vez, cante o nome do Senhor Hari – mesmo que desintencionalmente ou em escárnio, gracejo ou em aflição material –, o santo nome certamente agraciará essa pessoa com a liberação. Esse cantar pode ser feito sem compreensão verdadeira – ele pode ser um mero reflexo ou sombra (namabhasa) –, mas, ainda assim, ele redundará na liberação. O Srimad-Bhagavatam confirma isso repetidamente:



etavatalam agha-nirharanaya pumsam

sankirtanam bhagavato guna-karma-namnam

vikrusya putram aghavan yad ajamilo ’pi

narayaneti mriyamana iyaya muktim



“A pessoa é facilmente liberta de todas as reações pecaminosas através do cantar do santo nome do Senhor e do cantar de Suas qualidades e atividades. Trata-se do único processo recomendado para a libertação das reações pecaminosas. Mesmo se a pessoa cantar o santo nome do Senhor com pronúncia imprópria, ela se verá livre do condicionamento material caso cante sem ofensas. Ajamila, por exemplo, era extremamente pecaminoso, mas, enquanto morria, ele simplesmente cantou o santo nome, e, conquanto estivesse a chamar por seu filho, obteve completa liberação, pois se lembrou do nome de Narayana”. (Bhagavatam 6.3.24)



citram vidura-vigatah sakrd adadita

yan-namadheyam adhuna sa jahati bandham



“É maravilhoso que mesmo uma pessoa fora da jurisdição das quatro castas – em outras palavras, um intocável – livre-se imediatamente do condicionamento da existência material caso profira o santo nome do Senhor mesmo que uma vez”. (Bhagavatam 5.1.35)



yan-nama-sakrc-chravanat

pukkaso ’pi vimucyate samsarat



“Pela mera audição do santo nome de Vossa Senhoria por uma única vez, mesmo os candalas, os homens da classe mais baixa, livram-se de toda contaminação material”. (Bhagavatam 6.16.44)



O Prabhasa-khanda do Skanda Purana também afirma:



madhura-madhuram etan mangalam mangalanam

sakala-nigama-valli-sat-phalam cit-svarupam

sakrd api parigitam sraddhaya helaya va

bhrgu-vara nara-matram tarayet krsna-nama



“Ó melhor da dinastia Bhrgu, o santo nome de Krsna é a mais doce doçura e a mais auspiciosa auspiciosidade. Ele é o fruto transcendental de todos os Vedas, e é puramente espiritual. Quem quer que o cante mesmo que uma vez, com fé ou com desdém, é liberado”.



Embora, de maneira geral, pensemos que o cantar é função da língua, todas as faculdades conscientes podem se ocupar com o hari-nama. A mente pode contemplar as sílabas dos nomes do Senhor e seus significados, e os sentidos externos podem interagir com o hari-nama cada um à sua maneira. A fala e a audição estão obviamente envolvidas no hari-nama, mas o sentido do tato também pode sentir o nome escrito com barro sagrado no próprio corpo, os olhos podem ver o nome escrito em vários lugares, as mãos e pernas podem trabalhar para carregar um estandarte gravado com o nome, e assim por diante.



Ao fim deste verso, Srila Sanatana descreve sua própria relação com o hari-nama. Ele lhe é tudo. Nada mais importa. Para ele, o hari-nama é o néctar da imortalidade, a felicidade da verdadeira liberação. Incontáveis vezes mais grandioso do que a satisfação da mukti impessoal, o hari-nama também é mais grandioso do que a bem-aventurança de Vaikuntha. Ele é mais doce do que todas as outras coisas atrativas. Trata-se da própria vida de Sanatana Gosvami, seu único ornamento, um reservatório ilimitado de auspiciosidade, todo o foco de sua atenção.





Tradução de Bhagavan dasa (DvS) e revisão de Prema-vardhana devi dasi (DvS) – Outras traduções disponíveis em www.devocionais.xpg.com.br


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Grêmio Espanhol promove a primeira “Feira de Santiago - Arte e Cultura Flamenca”

Nos dias 24 e 25 de julho, sábado e domingo, o Grêmio Espanhol, única colônia de espanhóis em Minas Gerais, promove a primeira edição da “Feira de Santiago - Arte e Cultura Flamenca’. Na programação do evento, diversas oficinas de canto e dança, exposições, feiras de artigos flamencos, comida espanhola típica com o restaurante “El Bocadillo” e mostra coreográfica com diversos grupos e escolas de flamenco. O evento conta com o apoio do Instituto Cervantes de Belo Horizonte.



Entre os artistas convidados estão a dançarina de flamenco Mariana Abreu, graduada em Artes Corporais na Unicamp e diretora do Estúdio Soniquete Arte Flamenca em Campinas; a cantora e dançarina de flamenco Tiza Harbas, que atua profissionalmente desde 1999 em shows pelo Brasil e exterior e gravou tema para a trilha sonora do filme “Meu nome não é Johnny”, de Mauro Lima. E ainda o músico especializado em guitarra flamenca, Allan Harbas, que realizou arranjos e adaptações de trilhas musicais para diversos espetáculos e criou e gravou a música “Me llevaste”, também da trilha sonora do filme “ Meu nome não é Johnny”.



O objetivo do evento é aproximar os espanhóis que residem em Minas Gerais e dar início às comemorações do primeiro centenário do grêmio, que acontecerá em fevereiro de 2011.



Programação:



Sábado – 24 de julho



10h às 22h – Exposição de Frederico García Lorca

9h às 10h30 – Oficina Patada Tangos –Tiza Harbas

10h45h às 12h15h– Oficina Patada Bulería - Mariana Abreu

13h30 às 15h30 – Oficina Técnica Corpo e Pés – Mariana Abreu

16h às 18h – Oficina Técnica Corpo e Pés – Mariana Abreu

20h30 – Desfile de moda flamenca elaborado pela Danza Flamenca

21h – Dança flamenca com as escolas e profissionais de Belo Horizonte

22h30 - Violão Clássico com Rômulo Salobreña

23h – Show de Mariana Abreu, Tiza Harbas e Allan Harbas.



Domingo – 25 de Julho



9hs às 18h – Exposição de Frederico García Lorca

9h às 10h30 – Oficina Soleá – Mariana Abreu

10h45 às 12h15 – Oficina Alboreá - Tiza Harbas

13h30 às 15h30 – Oficina Introdução Técnica do Cante Flamenco – Tiza Harbas

13h – Execução dos Hinos Nacionais do Brasil e Espanha

13h30 – Discurso do Presidente

13h45h às 14h30 – Benção Religiosa

14h45 – Apresentação do Grupo de Gaiteiros do Grêmio Espanhol

15h - Desfile de moda flamenca elaborado pela Danza Flamenca

15h30 - Violão Clássico com Rômulo Salobreña e Orquestra Fundação Clóvis Salgado

16hs- Dança flamenca com as escolas e profissionais de Belo Horizonte

18h – Show de Mariana Abreu, Tiza Harbas e Allan Harbas.



Expositores confirmados:



Dona Danza; La Flamenca; Riatitá; Flô Artesanato; Danza Flamenca; Así se Baila; Candelas Velas Artísticas e Lulu Arte Biscuit; Lunares; Ramírez; Confeitaria Bonequinha Preta.



Sobre o Grêmio Espanhol de Socorros Mútuos e Instrução



Fundado em fevereiro de 1911, o Grêmio Espanhol de Socorros Mútuos e Instrução foi criado por espanhóis que chegaram vindos de aldeias, paróquias e outras partes do país que almejavam formar uma sociedade que agrupasse todos os espanhóis residentes em Belo Horizonte para, juntos, reviverem lembranças e experiências de seu país de origem.



Serviço

Evento: Feria de Santiago - Arte e Cultura Flamenca

Data: Dias 24 e 25 de julho, sábado e domingo

Horário: Sábado, de 09h às 23h; Domingo, de 09h às 18h.

Local: Grêmio Espanhol de Socorros Mútuos e Instrução (Avenida Xangrilá, 50 – Pampulha. Belo Horizonte – MG)

Entrada: Convite individual (por dia) – R$ 20,00

Mesa para quatro pessoas (por dia) – R$ 60,00

Passaporte - Mesa para os dois dias – R$ 90,00

Venda antecipada na Secretaria do Grêmio Espanhol - Avenida Olegário Maciel, 454 – sala 02 – Centro. Belo Horizonte – MG

Informações: (31) 3201-2689 / (31) 9361-8489

Apoio Institucional: Instituto Cervantes

terça-feira, 20 de julho de 2010

Lançamento




Casa Hoffmann apresenta performance coreográfica de Vera Sala

A artista traz o espetáculo “Pequenas Mortes”, apoiado pelo Prêmio Funarte de Dança. As apresentações acontecem de quinta-feira a sábado (22 a 24), às 20h, e domingo (25), às 19h.



O espetáculo “Pequenas Mortes”, uma instalação coreográfica da pesquisadora em dança Vera Sala, estará em cartaz na Casa Hoffmann – Centro de Estudos do Movimento nesta semana, de 22 a 25 de julho. Projeto apoiado pelo Prêmio Funarte de Dança, “Pequenas Mortes” resulta de uma síntese do corpo em movimento refletido em vidros, metais e chapas de inox espelhadas, côncavas e convexas. O reflexo do corpo nas chapas produz imagens de corpos fragmentados e distorcidos.

O ambiente para esta pesquisa corporal foi formado e dimensionado pela coreógrafa junto com o arquiteto Hideki Matsuka. Pequenos labirintos construídos com as chapas organizam todo o espaço da instalação. Estabeleceu-se um jogo de desaparecimento dos limites do que é real e do que é imagem refletida, do que é dentro e do que é fora. O público também é trazido para dentro das chapas com suas imagens refletidas e distorcidas.

O espetáculo inova na sua concepção sonora. A música foi elaborada com o músico Daniel Fagundes, que construiu alguns elementos pré-gravados que se misturam a sonoridades captadas ao vivo por meio de microfones direcionados para a rua. O som da rua passa a estar dentro da instalação, mais uma vez borrando limites espaciais.

Baseado no texto “A vida desnudada”, de Peter Pál Pelbart, “Pequenas Mortes” é uma reflexão sobre a potência da morte em vida. “São as pequenas mortes de cada dia, silenciosas e devastadoras. E, quase devastado, o corpo explode numa resistência de vida”, explica a artista. Vera Sala é professora do Curso de Comunicação das Artes do Corpo da Universidade Católica de São Paulo. Também faz parte do Centro de Estudos do Corpo daquela universidade. Participou de vários festivais nacionais e internacionais e recebeu importantes prêmios da área de dança.



Serviço:

“Pequenas Mortes”, instalação coreográfica de Vera Sala

Local: Casa Hoffmann – Centro de Estudos do Movimento (R. Claudino dos Santos, 58)

Data: de 22 a 24 de julho (quinta a sábado), às 20h, e dia 25 de julho (domingo), às 19h. No dia 23, além da performance haverá um bate-papo com a artista.

Entrada franca.

1ª exposição de Jogos Eletrônicos do Norte-Nordeste

Centro Cultural BNB inaugura amanhã 1ª exposição de Jogos Eletrônicos do Norte-Nordeste



Exposição inédita conta com acervo de mais de 400 itens relacionados ao mundo dos jogos eletrônicos



Fortaleza, 19 de julho de 2010 - O Centro Cultural Banco do Nordeste-Fortaleza (Rua Floriano Peixoto, 941 - 2º andar - Centro) abrirá amanhã (terça-feira, dia 20), às 10 horas, a exposição 50 Anos de Jogos Eletrônicos, organizada pelo professor, ativista e pesquisador de jogos Daniel Gularte. A exposição, inédita no Norte-Nordeste, conta com um acervo de mais de 400 itens, entre acessórios, jogos e produtos curiosos relacionados aos jogos eletrônicos.

Por meio de uma linha do tempo, os participantes irão reviver os grandes momentos da história dos videogames. Assim, os mais jovens conhecerão um pouco mais sobre a cultura dos games e verão como eram os jogos eletrônicos na época dos seus pais. A exposição abriga ainda o Festival Bojogá, o Desafio Bojogá de Game Design, workshops, exibição de filmes e competições entre os participantes, utilizando-se de jogos de todas as épocas.

O Festival BOJOGÁ é destinado a capacitar e incentivar a troca de conhecimentos sobre os diversos aspectos dos jogos eletrônicos. Além disso, conta com torneios de videogame, campeonato de card games (Magic, Uno, Trunfo e Monopoly) e de filmes sobre a temática, como Tron, Jogos de Guerra, Silent Hill e O Último Guerreiro das Estrelas.



Festival e Desafio BOJOGÁ

Entre os dias 13 e 18 de julho, foi realizado o Desafio BOJOGÁ de Game Design, no qual os participantes montaram sua própria equipe de criação e fizeram um jogo de verdade. O Desafio era uma gincana em formato de oficina. A cada dia foram ministrados minicursos sobre um tema relacionado ao design de jogos, realizados com os participantes com um único objetivo: criar um jogo, com o tema a ser escolhido na hora.

As oficinas foram de Documentos de Design de Games (GDD) e regras (13/07), Publicidade (14/07), Criação de Personagens (15/07), Tecnologia (16/07) e Interfaces (17/07), com a entrega dos trabalhos realizada ontem (domingo, 18).

As equipes podiam ter até cinco participantes, sendo necessário ter conhecimentos sobre ambiente Windows, uso da Internet e de programas como Word e PowerPoint. Recomendava-se ainda que pelo menos um membro soubesse alguma linguagem de programação, além de algum membro com conhecimentos de ilustração.



Workshops

Os workshops, sobre os mais variados temas envolvendo jogos eletrônicos, são gratuitos e acontecerão durante todos os dias do evento. Tais atividades serão uma boa oportunidade para artistas, alunos e especialistas mostrarem seus trabalhos e técnicas para o público.

Não é necessário nenhum conhecimento específico sobre o assunto, embora seja fundamental conhecimento em ambiente Windows. As vagas são limitadas, com 10 para o espaço Evo, 20 para o espaço Retro e 12 para o espaço Bros. Jogos Multi plataforma, Modelagem e ani­ma­ção 3D e Programação de Jogos são algumas das temáticas.



Premiações

O melhor trabalho criado no Desafio participará da Conferência Bojogá de Jogos Eletrônicos e participará também como caso de sucesso no Talentos do Game Design, além de estar presente no livro da Conferência, a ser publicado pelo CCBNB.

As equipes que entregarem os projetos finais e não forem contemplados com o prêmio maior, terão presença garantida no salão de jogos da Conferência. Com o tema "Jogos Digitais: Conhecimentos e Oportunidades", a Conferência será realizada na última semana do evento, de 27 a 31 de julho. Mais informação e a programação completa da exposição no site www.bojoga.com.br .



Serviço:

Exposição 50 Anos de Jogos Eletrônicos

Centro Cultural Banco do Nordeste - Fortaleza
Endereço: Rua Floriano Peixoto, 941 - Centro - CE.
Visitação de 20 a 31 de julho de 2010. Entrada franca.

Terça-feira a sábado, das 10h às 20h, e domingo, das 10h às 18h

Tarde de autógrafos na Livraria da Travessa

NOVIDADES

LIVRO DE 50 CENT
SAI PELA ROCCO
O rapper nova-iorquino
50 Cent, que está em
turnê pelo Brasil, também
poderá ser encontrado
nas livrarias de todo
o país a partir de agosto.
A 50ª lei, escrito pelo
rapper em parceria
com Robert Greene,
autor do bestseller
As 48 leis do poder,
chega às prateleiras
pela Rocco. O livro
é um guia para
o sucesso na vida
e nos negócios baseado
na trajetória de superação
de 50 Cent, que teve
uma infância pobre e
se envolveu com o
tráfico de drogas e a
criminalidade. O livro tem lançamento previsto
para agosto, pela
Editora Rocco.



PRÓXIMO LIVRO DE SILVIANO SANTIAGO
Já estão na Rocco os
originais do próximo
livro do escritor, professor, crítico literário e ensaísta
Silviano Santiago.
Três vezes vencedor do
Jabuti – com Em liberdade
(romance, 1982), Uma
história de família
(romance, 1993)
e Keith Jarret no
Blue Note (contos, 1997),
Silviano acaba de
receber o Prêmio
Governo de Minas
Gerais de Literatura
pelo conjunto de
sua obra. Seu romance
mais recente,
Heranças, recebeu
o Prêmio ABL de
Ficção 2009 e ficou
entre os finalistas do
Jabuti e do Portugal
Telecom. O novo livro,
uma coletânea de
contos intitulada
Anônimos, chega às
lojas em agosto,
elevando para
14 o número de
títulos do autor
publicados pela Rocco.



NO PRELO


A Lei,
John Grisham


Latitudes piratas,
Michael Crichton


Sudd,
Gabi Martínez

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Club Transatlântico promove aula de culinária focada em caldos e sopas


Aproveitando o clima de inverno, o Chef Fernando Carneiro ensina quatro receitas que irão agradar o paladar dos amantes de caldos e sopas.

O inverno chega e as sopas entram na lista da preferência dos pratos solicitados em restaurantes, ou mesmo em jantares organizados em casa. Nesta época do ano, não há nada mais agradável do que aliar uma aula, com degustação. Por isso, o Club Transatlântico oferece uma aula de culinária e degustação de caldos e sopas, sob o comando do chef Fernando Carneiro.

O cardápio que será apresentado conta com quatro receitas: caldo verde mineiro, sopa de mandioca com carne seca, caldinho de feijão e sopa de abóbora com gengibre. Após a demonstração do preparo dos pratos, todos os participantes poderão degustar as iguarias.

Há vinte anos no comando da cozinha do restaurante Consulado Mineiro, em São Paulo, o chef Fernando Carneiro representa o Brasil em aulas de gastronomia na Argentina, em Cuba, na Bolívia, no Peru e no Equador. Seu interesse pela culinária é antigo, visto que Fernando morava em uma fazenda onde via e participava do preparo de queijos e outros pratos típicos da gastronomia mineira.

A aula de culinária com degustação de caldos e sopas oferece 45 vagas e acontece dia 20 de julho, terça-feira, às 19h30, no espaço restaurante Pérgola, do Club Transatlântico. Para participar é preciso se inscrever pelo e-mail vania@clubtransatlantico.com.br ou telefone (11) 2133-8603. O valor da inscrição, que inclui a aula e a degustação de todos os pratos, é de R$ 45,00 para sócios do clube e R$ 55,00 para não sócios.

Sobre o Club Transatlântico:

O Club Transatlântico surgiu há 56 anos como um espaço para reunir os alemães que viviam no Brasil e seus familiares. Hoje, situado na rua José Guerra, na Chácara Santo Antonio, zona sul de São Paulo, transformou-se num espaço de negócios. O complexo conta com uma completa infra-estrutura para eventos, inclusive os culturais, além das opções de gastronomia, entre elas dois restaurantes e bar. O Club fica aberto de segunda a sexta-feira, das 9h às 22h. Mais informações e reservas (11) 2133 8600 ou na Internet www.clubtransatlantico.com.br

SERVIÇO
Aula de Culinária e Degustação de Caldos e Sopas, com o chef Fernando Carneiro

Dia 20 de julho, terça-feira, às 19h30, no restaurante Pérgola, do Club Transatlântico, 45 vagas.

Valor: R$ 45,00 (para sócios do Club Transatlântico) e R$ 55,00 (para não sócios).

Inscrições e informações com Vânia Batista pelo e-mail vania@clubtransatlantico.com.br ou telefone (11) 2133-8603

Endereço: Rua José Guerra, 130

Tem post novo no Blog do Le-Heitor


Heitor leu um livro que conta a história de um menino que gostava muito de descobrir palavras diferentes e ele também descobriu o que significa leitura compartilhada. Dê uma olhada: http://blogdoleheitor.sintaxe.com.br


Para quem ainda não visitou o Blog do Le-Heitor, veja abaixo uma descrição dele.

Criei um personagem, o nome dele é Heitor, o menino leitor. O Vinícius Rossignol fez a ilustração desse personagem. Heitor é um garoto de 11 anos, que gosta muito de ler e de contar as histórias que lê. Criei um blog e o Braz Júnior fez a programação e a arte. Nesse blog o menino vai falar das suas leituras e também contar as suas aventuras no mundo da literatura. Ele já visitou uma editora, conheceu um escritor de verdade, foi ao lançamento de um livro, leu o livro de um escritor imortal e esses posts também estão lá no blog. Dê uma olhada (http://blogdoleheitor.sintaxe.com.br). Deixe um comentário e se gostar indique, por favor, para pais ou professores e outros profissionais que conheçam crianças da idade do menino. Ele quer ampliar seu círculo de amizades e conhecer outras crianças que também gostem de ler. Mesmo aquelas que não gostam tanto assim, quem sabe, se conhecerem o Heitor, não peguem gosto pela coisa.
João Luiz Marques

2ª Semana da Fotografia em São Caetano do Sul

Ex-menino de rua abre o ciclo de palestras da 2ª Semana da Fotografia em São Caetano do Sul



O Fotógrafo Leonardo Duarte, ex-menino de rua que superou a
condição sócio-econômica familiar quando começou a fotografar
para jornais, abre o ciclo de Palestras da 2ª Semana da Fotografia
que o Fotoclube ABCclick organiza na próxima semana, de 19 a 24
de julho.

Após ser convidado a trabalhar em diversos veículos de
comunicação, entendeu que a forma de mudar o local onde vive
era desenvolver a ação social por meio da fotografia. Assim,
Leonardo começou sua atuação social na comunidade da cidade de
São Bernardo do Campo.

Sua palestra começa segunda feira, dia 19 de julho, às 19 horas,
onde ele mostra que a Fotografia pode ser um fator de
transformação social. Logo em seguida, às 20h, o Fotógrafo José
Cordeiro mostra seu trabalho de fotojornalista nos grandes jornais
de São Paulo.

Na terça feira, dia 20 de julho, será o dia do “glamour”, já que o
convidado é o Fotógrafo de Moda e Publicidade Clício Barroso.
Depois de trabalhar em Madrid, Lisboa e Atenas fotografando
editoriais de moda e publicidade, atualmente ele desenvolve
outras atividades, como ser professor de tecnologia digital,
consultor da Adobe, consultor do Senac SP, presidente da
Associação de Fotógrafos Fototech e publica o podcast Lightroom
Dicas.

Dia 21, quarta-feira, será a vez dos fotógrafos que querem saber
mais sobre os atuais softwares de edição e manipulação de
imagem. Ricardo Pagemaker apresenta na palestra informações
sobre o Photoshop, inclusive na nova versão CS5, e sobre Pintura
Digital. Antes, 19h do mesmo dia, teremos uma palestra sobre a
fotografia na produção gráfica, pelo diretor da empresa Youbook,
Geraldo Pedroso.

Na quinta, dia 22 de julho, é a vez do Dra. Anna Motta Perin que
falará sobre o direito autoral, um assunto que todo fotógrafo ou
pessoas que trabalham com imagens deveria saber.
No último dia de palestras, sexta-feira, dia 23, às 19h teremos a
empresa Digipix fazendo uma apresentação sobre Fotolivros. Logo
após, às 20h alguns fotojornalistas, que tiveram na África, vão
contar como foi a cobertura desse grande evento mundial.

O sábado é dia de workshops e apresentações de empresas. Com
a participação das alunas do curso de Moda das Faculdades
Integradas de Santo André (Fefisa), haverá o workshop de Moda,
com desfile das produções, começando às 14h. Logo após começa
o workshop de fotografia de PETs, onde o fotógrafo Lionel Falcon
irá ensinar como fotografar cães e gatos. Esse workshop tem
apenas 10 vagas. Às 15h começa o workshop de fotografia
esportiva, com o time feminino de basquete de São Caetano em
seu jogo-treino.

As inscrições são gratuitas para a 2ª Semana de Fotografia que o
Fotoclube ABCclick e podem ser feitas pela internet, pelo site do
Fotoclube ABcclci (www.abcclick.com.br).


Programação
Dia 19 - segunda-feira, 19h: Leonardo Duarte - A fotografia como
instrumento de transformação social
Dia 19 - segunda-feira, 20h: José Cordeiro – Fotojornalismo
Dia 20 - terça-feira, 19h: Clício Barroso - Fotografia de Moda
Dia 21 - quarta-feira, 19h: Geraldo Pedroso - Um olhar gráfico na
fotografia – Youbook
Dia 21 - quarta-feira, 20h: Ricardo Pagemaker - Os segredos do
Photoshop e Pintura Digital
Dia 22 - quinta-feira, 19h: Direito Autoral - Adv. Ana Motta Perin
Dia 23 - sexta-feira, 19h: Sandra Bizutti, da Digipix – Fotolivro
Dia 23 - sexta-feira, 20h: Fotojornalismo Esportivo (a confirmar
participação de fotojornalistas da Folha e Estadão)
Dia 24 - sábado:
14h00 -Workshop de Moda, com desfile das produções das alunas
do curso de Moda da Fefisa
14h30 - Workshop de PETs, com Lionel Falcon
15h00 - Workshop de foto de esportes, com o time de Basquete
de São Caetano



Serviço:
Semana de Fotografia de São Caetano do Sul
De 19 a 24 de julho de 2010, com palestras às 19 e 20 horas
No auditório do CONJUV - Centro de Referência da Juventude -
Estação Jovem
Local: Rua Serafim Constantino, s/n, Centro
Piso superior Módulo 2 do Terminal Rodoviário Nicolau Delic
São Caetano do Sul - SP
Inscrições pelo site www.abcclick.com.br ou pelo telefone: 4226-
5518 / 4226-5720
Todos os eventos são GRATUÍTOS
Realização: Fotoclube ABCclick – www.abcclick.com.br
Apoio: COMJUV - comjuv.saocaetanodosul.sp.gov.br
Digipix – www.digipix.com.br
DLLSystems – www.dllsystems.com.br
Youbook – www.youbook.com.br
CooperOtica – 4238.4566
Sistema PRATIC – www.pratic.inf.br
Editora Photos - www.editoraphotos.com.br/
PhocoStudio - www.phocostudio.com.br

Prepare-se! Vem aí!


IMCLP

Está quase a chegar…

Pretende-se com a formação do “Instituto de Música Clube Literário do Porto” criar no Porto um projecto no âmbito do ensino vocacional da música, numa instituição aberta a toda a sociedade, com um alto conceito de excelência musical, que contribua para o desenvolvimento integral do ser humano.
O projecto arrancará oficialmente em Outubro de 2010, funcionando no entanto, a título experimental, a partir do próximo mês de Setembro. Neste período decorrerão alguns ateliers e sessões experimentais que permitam aos alunos tomar o primeiro contacto com temas diversificados do universo musical e cultural. Estes projectos são apresentados pelos professores do IMCLP, procurando desta forma encaminhar vocacionalmente os alunos para as áreas instrumentais pretendidas por estes últimos. Numa fase de arranque do projecto, procurando não dispersar excessivamente os instrumentos a leccionar, optar-se-ia por incluir no projecto educativo as seguintes opções: canto, piano, violino, flauta transversal, guitarra clássica, canto (variante de jazz), piano (variante de jazz) e contrabaixo (variante de jazz). Este leque de instrumentos será alargado assim que o número de inscritos assim o justifique e que por cada novo instrumento haja um mínimo de três alunos inscritos. As inscrições para novos instrumentos que não atinjam este número ficarão a aguardar que se consiga reunir uma quantidade de alunos que justifique uma nova disciplina.
Os interessados em frequentar o IMCLP pagarão a respectiva mensalidade de acordo com os valores abaixo descritos. As aulas e ateliers funcionarão preferencialmente no horário de meio e final de tarde, até às 20:30 horas e sábados e domingos de manhã. Outros horários que sejam da conveniência dos professores e dos alunos serão aprovados se não interferirem com o normal funcionamento das actividades do CLP.
O plano curricular de cada aluno, a partir do próximo ano lectivo, deverá conter uma aula semanal individual de instrumento, duas aulas semanais de formação geral em música e uma aula semanal de classe de conjunto, com as seguintes durações, respectivamente: 45, 60 e 90 minutos. Outros planos curriculares poderão ser aprovados conjuntamente pelo professor de instrumento e pela direcção pedagógica.

Tabela de preços e condições de pagamento
• € 100,00/mês
• € 50,00 Taxa de inscrição (inclui seguro escolar)
• As mensalidades deverão ser pagas até ao dia 8 do mês a que dizem respeito.
• Estão isentos de pagamento de taxa de inscrição os alunos que no ano lectivo anterior frequentaram o IMCLP e liquidaram todas as mensalidades até ao mês de Julho, inclusive. Os alunos que se inscreverem até 30 de Setembro de 2010 estão isentos do pagamento de qualquer taxa.
• No caso de dois ou mais elementos inscritos pertencentes ao mesmo agregado familiar, há um desconto de 10% sobre o valor total das mensalidades.

Inscrições abertas na recepção do Clube Literário do Porto ou por e-mail:
musicaclp@gmail.com




Clube Literário do Porto Rua Nova da Alfândega, nº 22 4050-430 Porto Tel. 222 089 228 Fax. 222 089 230 Email: clubeliterario@fla.pt URL: www.clubeliterariodoporto.co.pt http://clubeliterariodoportofla.wordpress.com/

Coleção Brasil em Debate: quarto volume sai da gráfica no final de julho





O livro O governo Lula e a construção de um Brasil mais justo, de Aloizio Mercadante, sairá da gráfica nesta segunda quinzena de julho.


A obra integra a coleção Brasil em Debate, que já conta com três títulos: O governo Lula e o combate à corrupção, de Jorge Hage; Desenvolvimento, trabalho e renda, de Márcio Pochmann; e O governo Lula e o novo papel do Estado brasileiro, de Glauco Faria, que já estão à venda nas livrarias e na loja virtual da EFPA.

Agenda

Confira os próximos eventos com a participação da Editora Fundação Perseu Abramo

* 09 a 14/08 em São Paulo - Espaço EDUC/ PUC São Paulo

* 12 a 22/08 em São Paulo – Bienal Internacional do Livro

Notícia Triste: Sua Graça Aindra Prabu Deixa o Corpo

Acabamos de receber uma triste notícia de Vrindavana, Sua Graça Aindra Prabhu deixou seu corpo em Vrindavana poucas horas atrás.

Houve um vazamento acidental de gás em seu quarto em Vrindavana causando uma explosão que provocou queimaduras em 100 por cento de seu corpo.

Ele estava escalado para fazer seu serviço regular, vestir pela manhã de hoje Sri Sri Radha Shyamsundar, em Vrindavana.

Os devotos irão sentir muito por perder este grande devoto e cantor.

Seu aparecimento foi comemorado este ano no Papamocani Ekadasi, 12 março de 2010. Ele passou seus últimos 25 anos em Vrindavana inspirando milhões de pessoas.

Sobre Sua Graça Aindra Prabhu:




Aindra Prabhu recebeu iniciação diksa harinama em 1973 de A.C. Bhaktivedanta Swami Prabhupada, em Washington DC. Por muitos anos, ele serviu como um pujari no templo e saía regularmente em sankirtana harinama e distribuição de livros nessa área.

Depois de várias visitas à Sri Vrindavana Dhama (Índia), então ele teve a inspiração dentro do seu coração para re-inaugurar o kirtana 24 horas , que inicialmente tinha sido estabelecido por Srila Prabhupada em 1975, no Krishna Balarama Mandir (templo da ISKCON em Vrindávana, Índia).

Em 1986, Aindra Prabhu veio a estabelecer-se em Vrindavana Dhama e coordenou e orientou o kirtana 24 horas desde então. Ele não só inspirou os devotos locais e inúmeros visitantes com seus kirtanas diários, mas suas gravações maravilhosas espalharam a doçura de Sri Vrindavana Dhama em todo o planeta.

Nós temos alguns de seus vídeos e áudios aqui. E aqui o seu site oficial hospedado por seus seguidores: http://www.24hourkirtan.com/.

Hoje também acontece a ser dia do desaparecimento de Sri Vakresvara Pandita, o grande dançarino, da época de Sri Caitanya Mahaprabhu.

Itaú Cultural informa


Prorrogado o prazo para envio de ensaios literários para o programa Rumos Literatura do Itaú Cultural: DE 31 de julho PARA 13 de agosto de 2010.

Abertas as inscrições para o edital RUMOS ITAÚ CULTURAL LITERATURA 2010-2011.

Em sua quarta edição, o programa Rumos Literatura é dirigido aos interessados em desenvolver textos reflexivos sobre literatura e crítica literária brasileira contemporânea. A novidade desta edição é a possibilidade de estrangeiros, residentes fora do Brasil, também se inscreverem. O programa busca colaborar no desenvolvimento de potencialidades ao estimular a formação do interessado em literatura na ampliação de sua rede de relacionamentos intelectuais e profissionais e, posteriormente, lançar e divulgar uma publicação com sua produção autoral.

O programa Rumos Literatura 2010-2011, conta com o apoio da Anpoll - Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Letras e em Lingüística (http://www.anpoll.org.br/site/) e da ABRALIC - Associação Brasileira de Literatura Comparada (http://www.abralic.org/).

O edital está dividido em duas categorias:
1. Produção Literária, para projetos de ensaio que tratem de um tema relativo à produção literária brasileira a partir do início dos anos 1980.
2. Crítica Literária, para projetos de ensaio sobre a produção crítica na literatura brasileira realizada a partir do início dos anos 1980.

Importante: o interessado não precisa escrever o ensaio final, apenas o projeto que será desenvolvido em 2011, conforme consta no edital.
Prazo de inscrições: foram prorrogadas até 13 de agosto de 2010.

Público alvo: todas as pessoas interessadas nos temas propostos pelo edital, independente do nível escolar e segmento de atuação profissional.

. Leia o edital completo, regulamento, prêmios e saiba com se inscrever na página http://www.itaucultural.org.br/rumos/regulamento_literatura.pdf
. Dentre os prêmios, os selecionados receberão apoio financeiro mensal e remuneração referente ao licenciamento dos direitos autorais do trabalho concluído e aprovado.
. E-mail tira dúvida: rumosliteratura@itaucultural.org.br

Exposição resgata a sociedade Xingu por meio da memória de Orlando Villas Bôas






“Kuarup - A Última Viagem de Orlando Villas Bôas” na Galeria da CAIXA





Boa parte da sabedoria e experiência adquirida pelo sertanista Orlando Villas Bôas será transmitida ao visitante de “Kuarup – A Última Viagem de Orlando Villas Bôas”. A mostra reúne 40 fotografias, mapas, textos explicativos e utensílios pessoais do sertanista. A exposição fica em cartaz na Galeria da CAIXA em Curitiba de 23 de julho a 15 de agosto de 2010 e segue para Brasília e Salvador. A abertura acontece no dia 22 de julho, quinta-feira, com visita guiada às 18h30 e abertura oficial às 19h30.



Com curadoria de Denise Carvalho, Gilberto Maringoni e Noel Villas Bôas, a intenção é mostrar a cultura indígena do Alto-Xingu, na qual não só Orlando, como também os seus irmãos Cláudio e Leonardo Villas Bôas, tiveram período de imersão intensa em sua cultura e sociedade. Contrariando concepções equivocadas, eles identificaram ali uma sociedade equilibrada, estável, erguida sobre sólidos princípios morais, em que o comportamento ético sustentava uma organização tribal harmônica.



Na exposição, o visitante é convidado a desbravar essa cultura, sobretudo a maneira como encaravam a morte. Isso acontecerá por meio do olhar sensível de Renato Soares, que captou uma série de fotos do ritual de homenagem aos mortos ilustres indígenas, o Kuarup, feito especialmente para Orlando em 2003. Entre os objetos dos Villas Bôas apresentados na exposição, estarão duas obras do pintor Poty Lazzarotto e uma aquarela do artista plástico Carybé, ambos muito amigos de Orlando. Também será exibido um vídeo que traz uma entrevista com Orlando Villas Bôas, preparada pela fotógrafa Maureen Bisilliat.



A importância de Orlando e seus irmãos no contato do homem “branco” com os indígenas é inegável. Eles tiveram papel fundamental na implantação de políticas de proteção à saúde e à cultura locais. Tal luta pelos direitos indígenas a uma cultura própria representou uma verdadeira ruptura intelectual e política e, acima de tudo, o reconhecimento das comunidades indígenas envolvidas.



O Kuarup feito em homenagem a Orlando foi a maior honraria que um caraíba (homem branco) poderia receber. Mais de dois mil índios vindos de diversas regiões se concentraram na aldeia Yawalapiti para celebrar o que eles mesmos consideraram o maior Kuarup já realizado na região. Através da mostra, os habitantes das grandes cidades se aproximarão da relevância e força dessa cerimônia.

Orlando Villas Bôas era o mais velho dos irmãos Cláudio, Leonardo e Álvaro e dedicou grande parte de sua vida para a defesa dos povos indígenas. Os irmãos lideraram a Expedição Roncador-Xingu, que deixou em seu rastro mais de 40 novas cidades, 19 campos de pouso e o Parque Nacional do Xingu. Na expedição mapearam os seus encontros com 14 tribos indígenas. Orlando publicou 14 livros e registrou algumas das aventuras da expedição Roncador-Xingu.

Renato Soares é fotógrafo e documentarista da arte e da cultura brasileiras. Desde 1986 percorre o território nacional, registrando a diversidade biológica de plantas e animais e documentando ritos e costumes da cultura popular. Seus focos principais tem sido as nações indígenas do norte e do centro-oeste do Brasil . Com vários livros publicados, é também colaborador das revistas Scientific American e National Geographic.



Ficha Técnica



Curadoria: Denise Carvalho, Gilberto Maringoni e Noel Villas Bôas
Fotografia: Renato Soares
Cenário: Juliana Augusta Vieira



Serviço



Exposição: “Kuarup – A Última Viagem de Orlando Villas Bôas”
Local: Galeria da CAIXA

Endereço: Rua Conselheiro Laurindo, 280, Centro – Curitiba

Abertura: dia 22 de julho – quinta-feira 19h30, com visita guiada às 18h30

Data: De 23 de julho a 15 de agosto

Horários: de terça a sábado das 10 às 21h e domingos das 10 às 19h

Ingressos: Entrada franca

Informações: (41) 2118-5114

Classificação etária: Livre para todos os públicos

www.caixa.gov.br/caixacultural

A simplicidade e a intensidade de “In On It” em Curitiba


Enrique Diaz dirige Emilio de Mello e Fernando Eiras no Teatro da Caixa





O Teatro da CAIXA traz à capital paranaense o espetáculo “In On It”, que fica em cartaz de 23 a 25 de julho. Dirigida por Enrique Diaz, a peça apresenta uma narrativa em espiral em que dois grandes atores (traduza-se Emilio de Mello e Fernando Eiras) assumem dez identidades diferentes.



Depois de desconstruir clássicos em seus mais recentes, e premiados, espetáculos (“Ensaio.Hamlet” e “Gaivota – tema para um conto curto”), o ator e diretor Enrique Diaz se debruçou sobre “In On It”, obra do autor canadense Daniel MacIvor. O espetáculo foi descoberto por Diaz numa viagem a Nova Iorque. “Quando vi a peça em Nova Iorque, anos atrás, achei-a interessantíssima: alguma coisa incompleta, mas que seduzia pela maestria no jogo dos níveis de interpretação e pela metalinguagem. Dois atores, atuações complexas e um universo poético muito sensível. Anos mais tarde, fui com “Ensaio.Hamlet” para o Under The Radar Festival, festival de artes onde o Daniel MacIvor se apresentou no ano seguinte. A partir daí comecei a costurar a possibilidade de montar a peça no Brasil”, conta o diretor.



Em “In On It” existem três diferentes realidades, que se intercambiam e se relacionam: a peça, o espetáculo e o passado. A peça é a história de Ray, o espetáculo é a discussão entre os dois personagens acerca da peça e da relação entre eles e o passado fala de como a relação entre os dois personagens se iniciou e se desenvolveu. Uma sensação de mistério permeia o espetáculo, pois ao todo dez personagens ganham vida na pele de Emilio e Fernando. “É um exercício, um jogo de dois, uma trama de cenas”, explica Enrique Diaz.



A concepção de cenário é desnudar o teatro, deixando-o com as paredes descobertas, duas cadeiras, um casaco esportivo cinza, um lenço e um molho de chaves. A ambientação é indicada por uma iluminação diferente para cada realidade. “A história é a base do que acontece em cena, mas não necessariamente tem que ser entendida de forma exata pelo público. O autor diz isso no texto de apresentação. O público é convidado a compor a história que quiser ou puder”, esclarece Diaz.



“In On It” ganhou, pela temporada carioca de 2009, os Prêmios Shell de Melhor Direção e Ator e ainda os Prêmios APTR/RJ de Melhor Espetáculo, Melhor Direção e Ator.



Enrique Diaz



Fundador e diretor da Cia. dos Atores e do Coletivo Improviso. Recebeu os prêmios Molière, Mambembe, Shell, Sharp, APCA, Qualidade Brasil, PRIME Bravo e APETESP. Dirigiu peças como “Melodrama”, "As Três Irmãs", "Nada de Pânico", “O Bem Amado”, “Ensaio.Hamlet”. Como ator faz trabalhos em teatro, cinema e televisão, entre eles os longas "A Casa de Areia", de Andrucha Waddington, e "O Auto da Compadecida", de Guel Arraes, as séries de TV "A Muralha", de Denise Sarraceni e "Filhos do Carnaval", da HBO, dirigida por Cao Hamburger.



Emílio de Mello



Formado como ator pela EAD/SP e pela ECA da USP. Fez com Mauro Rasi as peças “A Estrela do Lar”, “Viagem a Forli” e “Pérola”. Atuou em “Antígona”, “As Três Irmãs”, “O Avarento”, ”Credores” e “Ensaio.Hamlet”. Fez ainda “A Prova”, sob a direção de Aderbal Freire Filho, “K2 - Dois Homens e Uma Montanha”, sob a direção de Celso Nunes, e “Baque”. Fez estágios com Arianne Mnouchkine, Ushio Amagatsu, Yoshi Oida e Anatoli Vassiliev. No cinema, atuou em vários longa-metragens, como “Veja Esta Canção”, “Villa-Lobos – uma vida de paixão”, “Amores Possíveis” e “Cazuza”, entre outros. Recebeu os prêmios Qualidade Brasil como Melhor Ator por “Baque” e o Kikito de Melhor Ator coadjuvante por “Querido Estranho”.



Fernando Eiras



Com mais de 30 anos de carreira, fez espetáculos como “Mahagonny”, de Brecht, “Os Possessos”, “George Dandin”, de Molière e “Uma Estória de Borboletas”. Atuou nos musicais “Nada Além de uma Ilusão” e Pixinguinha. Com Enrique Diaz fez “As Três Irmãs” e “Ensaio.Hamlet”, pelo qual ganhou o Prêmio Qualidade Brasil, em 2004, de Melhor Ator. O ator é indicado três vezes ao Prêmio Shell: por “Noite Feliz”, em 1995, por “Fausto”, em 2003, por “A Noviça Rebelde”, em 2008. Tem uma premiada carreira no cinema, em que se destacam produções de Júlio Bressane, como “Dias de Nietzsche em Turim” e “Filme de Amor”.



Ficha Técnica



Texto: Daniel MacIvor

Tradução: Daniele Ávila

Direção: Enrique Diaz

Elenco: Emilio de Mello e Fernando Eiras

Iluminação: Maneco Quinderé



Serviço Teatro: “In On It” Local: Teatro da CAIXA Endereço: Rua Conselheiro Laurindo, 280, Centro – Curitiba/PR Data: de 23 a 25 de julho Horários: sexta e sábado 21h e domingo 19h Ingressos: R$ 20 e R$ 10 (meia – conforme legislação e clientes CAIXA) – Clube do Assinante da Gazeta do Povo tem 20% de desconto Bilheteria: (41) 2118-5111 (de terça a sexta, das 12 às 19h, sábado e domingo, das 16 às 19h) Classificação etária: Não recomendado para menores de 16 anos Lotação máxima do teatro: 125 lugares (02 para cadeirantes) www.caixa.gov.br/caixacultural

domingo, 18 de julho de 2010

A ilha deserta de Gilles Deleuze


A ilha deserta
de
Gilles Deleuze


N de Paginas:
384


Quando desaparece um filósofo como Gilles Deleuze, é inevitável que seus admiradores saiam à cata de possíveis “inéditos”. Não haveria em suas gavetas um livro inacabado sobre Marx, ou sobre Plotino? E textos menores? Ou mesmo as cartas, não revelariam confidências picantes sobre sua relação com Lacan, ou mesmo com Guattari, com quem dividiu boa parte de sua produção teórica? A decepção foi inevitável: tudo o que Deleuze quis publicar foi publicado em vida. As instruções testamentárias eram categóricas: não haveria póstumos. Nenhum “segredo” seria revelado, pois não havia segredos – estava tudo ali, na superfície dos textos publicados (“o mais profundo é a pele”). Havia sim, além dos trinta livros escritos ao longo de quarenta anos, vários textos esparsos, porém já publicados: uma resenha aqui, uma entrevista acolá, um prefácio circunstancial – tudo difícil de encontrar, senão impossível. Era hora de juntar tudo isso. David Lapoujade foi incumbido de reunir e organizar esse material, e o fez com cuidado e discrição. Assim, neste volume vemos as marcas de vinte anos da febril atividade filosófica de Deleuze. O leitor encontrará aqui artigos luminosos sobre Bergson, Kant, Nietzsche, Hume. Mas verá também os traços de um confronto, nem que seja cômico, com os movimentos do pós-guerra francês, seja com o estruturalismo, o marxismo, a fenomelogia, a psicanálise. Por fim, terá ainda um testemunho vivo do que foi Maio de 68 para Deleuze, bem como seu encontro com Félix Guattari, com a explosão de uma temática política e subjetiva, inteiramente antenada com a reviravolta vinda da rua. Nessa seqüência heterogênea, pequenas pérolas, como a comovente homenagem a Sartre (“Ele foi meu mestre”), uma conversa ensandecida sobre pintura (“Faces e Superfícies”), ou o enigmático texto que dá título ao volume, preparado para uma revista de turismo (!) – único realmente inédito. Há duas maneiras de desconhecer um grande autor, diz Deleuze – e isso se aplica inteiramente aos textos dessa coletânea. Ora ignorando o caráter sistemático de sua obra, sua lógica profunda (que aqui aparece claramente na gênese ou na recorrência de um conceito como “diferença”), ora ignorando “sua potência e seu gênio cômicos, de onde a obra retira geralmente o máximo de sua eficácia anticonformista”. Com Deleuze, como o mostra o ziguezagueante livro que o leitor tem em mãos, aprende-se que o pensamento é, paradoxalmente, inseparável de sobriedade e de gargalhadas. Mas também, que a solidão do filósofo, sempre povoada, como diz ele, é indissociável da agitação de seu tempo, cuja vitalidade lhe cabe captar e restituir.

Peter Pál Pelbart

UM LANÇAMENTO

As Quatro Linhas


As Quatro Linhas

de Denis Winston Brum
e Daniel Argento

14x21 cm.
112 pág

A bola vai rolar!

Acompanhe os treinos e os esforços de Júnior, Comédia, Dado, Tanque, Cláudio, Miojo e mais dez jogadores de futebol, todos alunos da escola apelidada por eles de “Bentinho”, no interior do Rio Grande do Sul. Cansados das broncas do professor Matias e da implicância de Hique, eles resolveram provar que são bons de bola. Para isso, contam com a ajuda de veteranos do futebol gaúcho, com a torcida de Bê e com a própria garra.
E você? Vai perder esse jogão?

OS AUTORES

Denis Winston Brum nasceu, cresceu e vive em Porto Alegre. Sempre foi fascinado por filmes e livros. Aos dez anos ganhou de seu avô uma edição de Os Três Mosqueteiros. Leu e releu muitas vezes e descobriu sua vontade de escrever. Sua leitura se multiplicou, dos livros de bolso de espionagem até Álvares de Azevedo e Edgar Allan Poe. E sua escrita também. Cursou Publicidade e Propaganda na PUC-RS e especializou-se como redator publicitário. Assim, diversificou e treinou a escrita. Publicou As férias das Fadas e, agora, As quatro linhas: a hora da virada. Continua produzindo contos, novelas infantis, juvenis e adultas. Para ele, escrever é vocação e prazer.



Daniel Argento se formou em design gráfico é ilustrador e gosta muito de futebol. Desenha e pinta com tinta acrílica, aquarela, lápis de cor e nanquim, mas é o maior perna de pau. Era o primeiro a ser escolhido pelos colegas para fazer os trabalhos de artes, mas sempre ficava por último na hora em que os goleiros do curso técnico de Design Gráfico da ETEC Carlos de Campos e da graduação em Editoração da USP escolhiam os times. Acha bem mais fácil desenhar um rinoceronte que fazer embaixadinha e outras jogadas bonitas, mas de tanto gostar de futebol acabou melhorando a ponto de fazer meia dúzia de gols por aí, atingindo uma marca engraçada: até hoje, em todos os jogos em que seu time foi eliminado do campeonato, ele marcou gol. Por isso, se você estiver no time dele e ele colocar a bola na rede, redobre sua atenção!

um lançamento

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Meu caminho


Meu caminho
Mon chemin
de Edgar Morin
entrevistas concedidas por ele à jornalista Djénane Kareh Tager

Páginas: 378

Atos e escrita a serviço de um engajamento

Meu Caminho, novo livro de Edgar Morin, apresenta entrevistas concedidas por ele à jornalista Djénane Kareh Tager ao longo de 2008. Nelas, o autor mostra a unidade de uma obra magnífica, marcada pela diversidade e pelas vicissitudes.

Desde o início do livro, o leitor mergulha na vida de Edgard Morin, do engajamento na resistência comunista à sua ruptura com o stalinismo. Ele pertence à geração de intelectuais que ocultaram, sob o calor da ação, a gangrena que constituía o stalinismo, sem aderir, porém, aos dogmas. Essa reflexão pessoal e sua independência constituem as forças que o animam ainda hoje.

Em Meu Caminho, o homem, escritor, sociólogo, inventor do pensamento complexo, ator da vida social, e mesmo política, se liberta, não escondendo as emoções nem as paixões, e revelando ao leitor sua própria experiência na vida, no amor, na velhice e diante da morte.

O amanhã da humanidade está no cerne das reflexões de Edgard Morin. Trata-se de se apoiar sobre todos os aspectos positivos das ciências e técnicas, desenvolvendo a economia solidária e o comércio equitativo. Para ele, a crise econômica é tanto um risco quanto uma chance para a humanidade. Ela pode favorecer as forças retrógradas ou a emergência de soluções positivas que modificarão para sempre o sistema global.

Esse é o caminho de um homem. Esse é o pensamento que se formou no decorrer desse caminho e produziu uma obra maior.

Edgar Morin nasceu em Paris, em 1921, em uma família de nacionalidade italiana, de ascendência judeu-espanhola. Sua adolescência foi marcada pela ascensão ao poder do nazismo, pelos processos stalinistas de Moscou e pela marcha sonambúlica rumo à guerra. Aos vinte anos, com a França sob a ocupação alemã, entrou, simultaneamente, para o Partido Comunista e para a Resistência gaullista. Após a guerra, sua vida prosseguiu na resistência ao stalinismo, à Guerra da Argélia e a todas as barbáries. É doutor honoris causa de várias universidades do mundo e seu trabalho exerce uma forte influência sobre a reflexão contemporânea. Publicou pela Bertrand Brasil outras obras fundamentais: A Cabeça Bem-Feita, A Religação dos Saberes, Ciência com Consciência, Meus Demônios e Amor, Poesia, Sabedoria, O Mundo Moderno e a Questão Judaica e Cultura e Barbárie Europeias.



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O Gerente Intermediário


O Gerente Intermediário
Manual de Sobrevivência Dos Gerentes, Supervisores,coordenadores E Encarregados Que Atuam Nas Organizações Bras.

de Wellington Moreira
Páginas: 114


Quando se fala de gestão, o que geralmente se encontra nos livros são casos e ensinamentos voltados para a gestão estratégica da empresa. Em termos de produção, também existe muito material sobre gestão operacional. Mas, e sobre o nível tático da organização (o que fica entre o estratégico e o operacional)? Para suprir esse espaço, o livro O Gerente Intermediário traz lições muito úteis para quem está atualmente no “recheio” das empresas.

Wellington Moreira, palestrante, consultor e professor, é o autor do livro. Com sua vasta experiência, ele reune todo material que um gestor intermediário precisa para se manter eficiente dentro das organizações. Numa época de grandes exigências para os cargos táticos das empresas, o livro atende a este nível organizacional, que é realmente carente de material específico. Assuntos como a importância do gestor intermediário, estilos de liderança, técnicas de gestão de pessoas e até dicas de como lidar com a carreira são abordados no livro.

Usando de linguagem de rápida compreensão, mesmo para quem nunca antes esteve em cargos de liderança, Wellington consegue passar para os leitores, como diz o subtítulo do livro, um verdadeiro “manual de sobrevivência” para quem está ou pretende estar nos níveis intermediários das melhores empresas.

O Gerente Intermediário serve muito para quem ocupa funções de gerência, mas também é útil para os que almejam promoções na carreira e querem estar preparados para quando elas chegarem, assim como para os que desejam conhecer melhor seus subordinados que atuem como gerentes.

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