
Mano descobre o @mor
de Gilberto Dimenstein e Heloisa Prieto
Coleção:
Cidadão-Aprendiz
48 páginas
Em Mano descobre o @mor, publicação da Editora Senac que conta com distribuição exclusiva da Ática, Hermano Santiago, ou simplesmente Mano, convive com situações inéditas e emocionalmente muito importantes. Mano descobre o @mor é o primeiro volume da série "Cidadão-Aprendiz", criada e escrita por Heloisa Prieto e Gilberto Dimenstein.
Na troca de inúmeras mensagens virtuais com Chatter, um novo amigo e confidente, o protagonista da série "Cidadão-Aprendiz" expõe seus sentimentos por causa do drama vivido pelo querido irmão Pedro. Depois de se aproximar de Sombra, colega de escola de temperamento destrutivo, Pedro sofre uma transformação negativa, passa a consumir drogas e abandona aqueles a quem sempre amou e por quem sempre foi amado.
Mano também conhece Anna, uma menina genial que torna-se amiga e namorada de Pedro e o ajuda a superar seus problemas. Tudo indica que os problemas de Pedro eram apenas passageiros, uma fase ruim. Igual à que começa a incomodar Mano, quando descobre estar a meio caminho de se apaixonar pela gracinha da Anna, com quem adorava ficar quieto e sozinho. Será que nosso Hermano vai terminar a história triste e na rua da amargura afetiva?
Surpreenda-se lendo até o final este Mano descobre o @mor. No final do volume, você encontrará ainda uma pequena biografia sobre algumas personalidades citadas na trama da obra.
Elaborada pelos renomados autores Gilberto Dimenstein e Heloisa Prieto, a série "Cidadão-Aprendiz" procura levar aos jovens temas importantes para reflexão, como a solidariedade, o amor e a liberdade.
As Melhores Coisas do Mundo
A liberdade tão sonhada de um menino que, aos quinze anos, é lançado para o complexo mundo dos adultos
O filme de Laís Bodanzky, diretora dos aclamados “Bicho de Sete Cabeças” e “Chega de
Saudade”, conta a história de um garoto de 15 anos em plena transformação.
As Melhores Coisas do Mundo retrata o universo de Hermano, conhecido como Mano
(Francisco Miguez). Adolescente de classe média, filho de intelectuais, mãe (Denise
Fraga) e pai (Zé Carlos Machado) professores de pós-graduação e irmão mais novo de
Pedro (Fiuk). A chegada do mundo adulto vem cercada de dificuldades de tirar o
fôlego e exige do protagonista uma grande transformação em sua forma de ver o
mundo.
O roteiro é assinado por Luiz Bolognesi, também roteirista de “Bicho de Sete Cabeças”, “Chega de Saudade” e “Terra Vermelha”, montagem primorosa de Daniel Rezende e produção coordenada pelos irmãos Caio e Fabiano Gullane.
O projeto foi livremente inspirado na série de livros “Mano”, de Gilberto Dimenstein e
Heloísa Prieto. É uma produção da Gullane em coprodução com Casa Redonda, Buriti
Filmes e Warner Bros. Pictures.
UM LANÇAMENTO

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segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
Mano descobre o @mor
Histórias de amor

Histórias de Amor - PGL 22
de Elias José, João Antônio, João do Rio, Luis Fernando Veríssimo, Lygia Fagundes Telles, Machado de Assis, Marina Colasanti, Marques Rebelo, O. Henry, Orlando Bastos e William Shakespeare
Coleção:
Para Gostar de Ler
O volume Histórias de amor, da coleção "Para Gostar de Ler", da Ática, contou com a coordenação geral e seleção de textos do poeta e tradutor José Paulo Paes.
Em sua apresentação, Paes, dono de um estilo inconfundível, sempre dotado de rara sensibilidade, reflete: "Histórias de amor. Mas de qual amor? Há tantos! Amor carnal, amor platônico, amor conjugal, amor adúltero, amor à distância, amor à primeira vista, amor de perdição, amor de salvação - e quantos mais?".
No livro, uma formidável galeria de grandes escritores, de várias épocas, aborda, em suas narrativas, o "sentimento complexo, contraditório, que não se deixa prender numa definição", conforme, mais uma vez, as ponderações de José Paulo Paes.
Estão presentes, em Histórias de amor, William Shakespeare, João Antônio, Marques Rebelo, Orlando Bastos, Elias José, João do Rio, Luís Fernando Veríssimo, O. Henry, Machado de Assis, Marina Colasanti e Lygia Fagundes Telles.
O conto de Lygia se chama "Pomba enamorada ou uma história de amor". É curioso notar que a grande dama da literatura brasileira maneja com toda a propriedade um contexto com fartas dosagens de escracho, porém sem perder jamais a ternura que um amor verdadeiro encerra. Seja ele doentio ou não.
Mesmo que por demais já se tenha falado, após a leitura de Histórias de amor, o que vem à mente é mesmo a sensação de que cada amor é único. "Semelhantes, talvez; idênticos, nunca. Pois cada amor é sempre um amor como nunca houve outro igual", define José Paulo Paes.
UM LANÇAMENTO
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