sábado, 9 de abril de 2011

Resenha - Cultura escrita e letramento



Cultura escrita e letramento
Marildes Marinho; Gilcinei Teodoro Carvalho (org.)

Coleção: Ceale
Apoio: Faculdade de Educação da UFMG - FAE
533 p.


Vamos debater o Letramento, melhor vamos nos inteirar dos textos finais frutos do debate promovido pela UFMG . O que é Letramento e alfabetização? Bem só para esquentar, segundo o mestre Paulo Freire "... Aprender a ler, a escrever, alfabetizar-se é, antes de mais nada, aprender a ler o mundo, compreender o seu contexto, não numa manipulação mecânica de palavras, mas numa relação dinâmica que vincula linguagem e realidade." Isso posto, vamos ao resultado de debates promovidos pela Faculdade de Educação da UFMG. Este livro aborda questões contemporâneas relativas à cultura escrita e às concepções de alfabetização e de letramento, focalizando fundamentos teórico-metodológicos da pesquisa e do ensino numa perspectiva interdisciplinar, de modo a envolver uma diversidade de campos do conhecimento, especialmente a Semiótica Social, a Antropologia, a Etno-História, a Linguística, a Psicologia, a Sociologia e a Educação.



Uma estudante norte americana de origem asiática - Kate M. Chong - escreveu o poema "Que é Letramento" em 1996. Este video procura ilustrar as palavras da autora que são tão esclarecedoras sobre o que vem a ser letramento.






LANÇAMENTO DA

Lançamento - LEGADO MORTAL de Lynn Sholes, Joe Moore



LEGADO MORTAL

de Lynn Sholes, Joe Moore



Número de Páginas: 326

Deformado por uma terrível doença, um homem entra cambaleando na sede da rede internacional de televisão SNN e, pouco antes de morrer, sussurra uma mensagem no ouvido da repórter Cotten Stone: "Agulhas Negras." Em alguns dias, pessoas começam a cair mortas em todas as esquinas do planeta. A famosa jornalista Cotten Stone se vê mais uma vez diante de uma batalha contra o mal, agora personificado pela Dra. Chung , uma cientista da Coreia do Norte que desenvolve um misterioso vírus e lidera um ataque biológico em larga escala contra os Estados Unidos e seus aliados. Legado Mortal é a quarta aventura da jornalista Cotten Stone, que já protagonizou A Conspiração do Graal, O Último Segredo e O Projeto Hades. Quem acompanha as aventuras tem um quadro completo das agruras da jornalista, que é filha de Furmiel, um dos anjos caídos que se rebelaram contra Deus, mas se arrependeram. Legado Mortal é uma trama completa e carregada de suspense, que não depende da leitura dos outros livros da série. Com enredo vertiginoso e um final surpreendente, prende a atenção do leitor da primeira à última página!


OS AUTORES
Lynn Sholes, Joe Moore

LYNN SHOLES interessou-se pelos povos pré-históricos da Flórida, o seu Estado natal. Para continuar a aprender sobre eles, ela trabalhou junto à Broward County Archaeology Society como associada e integrante da diretoria. Ajudou a salvar antigos sítios indígenas da destruição, fez petições ao governo local em favor da preservação dos sítios e ajudou a fundar o The Graves Museum of Archaeology and Natural History de Dania, Flórida. Essas atividades deram origem às ideias originais dos seus romances publicados. Formada pelo South Florida Writing Project, Lynn apresenta seminários e palestras sobre redação literária e treina educadores para o ensino de redação. Atualmente, ela é associada do Mystery Writers of America. JOE MOORE, também da Flórida, começou a escrever há mais de 20 anos em revistas técnicas industriais, cobrindo o setor de produção de áudio e vídeo. Durante muitos anos, foi crítico literário para o Fort Lauderdale Sun-Sentinel, a Tampa Tribune e o Florida Times Union. Recentemente, ele começou a colaborar com Lynn Sholes para criar a série de mistério de Cotten Stone. A formação de Joe inclui quatro anos estudando para o sacerdócio na St. Mary's College, no Kentucky, o que o ajudou a agregar autenticidade aos romances de Cotten Stone e às suas implicações religiosas e sobrenaturais.













UM LANÇAMENTO
***

Lançamento - JOGO DE PODER



JOGO DE PODER
de Valerie Plame Wilson

Páginas: 432





Número de Páginas: 432

Jogo de Poder relata uma história real, escrita pela ex-agente secreta da CIA, Valerie Plame Wilson, e que deu origem ao filme homônimo estrelado por Naomi Watts e Sean Penn. Valerie foi peça-chave de um dos mais rumorosos incidentes do governo Bush, que declarou guerra contra o Iraque com o pretexto de que o país estaria comprando armas nucleares. Profissional com currículo impecável, com 18 anos de serviços prestados à CIA como espiã na área de inteligência, Valerie descobre que o Iraque não tinha programa de proliferação de armas nucleares de porte como anunciava a Casa Branca. Paralelamente, seu marido, o diplomata Joseph Wilson, é enviado à África, confirma a tese de sua mulher, e escreve um artigo para o "New York Times". A partir daí começa uma rede de intrigas, após a identidade de Valerie ser revelada por oficiais do governo Bush e ter vazado para a imprensa, colocando em risco o seu casamento, a sua segurança, a de sua família e a dos seus contatos no exterior. Inconformada com o rumo dos acontecimentos, Valerie, depois de demitida, decide escrever Jogo de Poder, livro que evoca com bastante intensidade a incredulidade, a revolta e o pânico extremo que Valerie sentiu quando sua verdadeira identidade foi revelada. Como qualquer funcionário que prestou serviços à CIA, a ex-agente foi obrigada a submeter os originais à censura da Agência e depois de travar uma batalha jurídica que durou anos, consegue publicá-lo, com os cortes realizados pela CIA, encobertos com uma tarja no livro impresso, e mantidos de propósito para dar ao leitor uma ideia da verdadeira dimensão do jogo de interesses envolvido na trama.





UM LANÇAMENTO

Evento - CCBNB-Cariri comemora cinco anos

CCBNB-Cariri comemora cinco anos de existência valorizando os artistas e grupos caririenses


O Centro Cultural Banco do Nordeste-Cariri (rua São Pedro, 337 - Centro - fone: (88) 3512.2855), com sede em Juazeiro do Norte, na região Sul do Ceará, comemora, neste mês, cinco anos de existência, valorizando os artistas e grupos caririenses. Será realizada uma série de eventos comemorativos, abrangendo espetáculos de teatro adulto e infantil, shows, exibição de filmes, contação de histórias e passeio cultural.

Neste sábado, 9, às 16 horas, acontecerá a contação de histórias "Deuses, heróis e monstros da mitologia", com Elizabete Pacheco, inspirada na milenar mitologia grega e permeada por aventuras que envolvem deuses e monstros. O conjunto de histórias mostra como a humanidade era vista pelos antigos gregos e como ela está presente na história do ocidente. A contação será reapresentada no dia 16, às 16h.

Além da contação de histórias, três espetáculos infantis serão apresentados no teatro do CCBNB-Cariri: "Tio G." (neste sábado, 9, às 15h); "Lampiãozinho", com a Cia. Yoko de Teatro, do Crato (dia 16, às 15h e 17h); e "Os três porquinhos", com a Cia. Anjos da Alegria, também do Crato (dia 30, às 15h).

A mostra de filmes destaca o trabalho de cineastas caririenses. Neste sábado, 9, às 17h30, serão exibidos os seguintes curtas-metragens: "A curva", de Salomão Santana; "Corpos sagrados", de Mariana Porto; "Cerca", de Glauco Vieira; "Amor", de Ythallo Rodrigues; e "Jarro de Peixes", de Salomão Santana. No dia 16, será apresentado o longa-metragem "Estrada para Ythaca", dirigido pelos Irmãos Pretti e Primos Parente. E no dia 30, a partir das 17h30, serão exibidos cinco curtas-metragens: "Lampião", de Ythallo Rodrigues; "Também sou teu povo", de Orlando Pereira e Franklin Lacerda; "Encontro não marcado", de Michel Macedo; "Adeus, meu bem!", de Allison Gomes e Ythallo Rodrigues; e "Quarta parede", de Allison Gomes e Roberto Alves.

Dentro do programa Arte Retirante, que leva espetáculos para além das dependências do Centro Cultural, serão encenadas cinco peças teatrais, sendo quatro adultas e uma infantil, a saber: "Bodas de sangue", do autor espanhol García Lorca e direção de Márcio Rodrigues, com o grupo cratense Centauro de Teatro, no município de Barbalha (dia 10, às 19h); "A vingança do finado Joaquim", dirigida por Flávio Rocha e apresentada pela Cia. Anjos da Alegria, do Crato, na Vila Três Marias, em Juazeiro do Norte (dia 17, às 16h30); "Retalhos de minha terra", com direção, pesquisa e texto de Gilsimar Gonçalves e apresentação pelo Grupo de Teatro Louco em Cena, de Barbalha, na Festa dos Karetas, na cidade de Jardim (dia 21, às 17h). E para a garotada, o espetáculo infantil "Os três porquinhos", com a Cia. Anjos da Alegria, do Crato, na Fundação Casa Grande, em Nova Olinda (dia 29, às 16h).

Já no teatro do CCBNB-Cariri, serão apresentados os seguintes espetáculos cênicos: "Pássaro de voo curto", com texto de Alcione Araújo e direção de Mauro César, e encenação pela Cia. Entremeios de Teatro, do Crato (dia 12, às 19h); "Avental todo sujo de ovo", com direção de Jânio Tavares e apresentação pelo Grupo Ninho de Teatro (dia 13, às 19h); "Caboré", com direção de Mano Damasceno e apresentada pela Cia. Desabafo de Teatro, de Juazeiro do Norte (dia 14, às 19h); "A comédia da maldição", texto e direção de Cacá Araújo, com a Cia. Cearense de Teatro Brincante, do Crato (dia 15, às 19h); "O hóspede", com direção de Joylson John Kandahar, encenada pela Cia. Mandacaru, de Juazeiro do Norte (dia 19, às 19h); e o monólogo "Retrato", livremente inspirado na obra de Elias José, com texto e direção de Yarley Lima e apresentação de Walesvick Pinho, da Cia. Yoko de Teatro, do Crato (dia 20, às 19h).

Na área musical, serão realizados, no final do mês, nove shows comemorativos dos cinco anos de existência do Centro Cultural BNB-Cariri. No dia 26, apresentam-se Os Peleja, de Barbalha, às 18h30, e a Família Linard, do Crato, às 19h50. No dia 27, o rock do Morfin 8, às 18h30, e da Glory Fate, às 19h50 (ambas são de Juazeiro do Norte). No dia 28, às 18h30, canta Sílvio Grangeiro, de Milagres, e às 19h50, Geraldo Júnior, de Juazeiro do Norte. No dia 29, é a vez do show coletivo que reunirá nomes como Abidoral Jamacaru, Luiz Carlos Salatiel, João do Crato e Zabumbeiros Cariris, às 19h. No dia 30, Cleivan Paiva e Dihelson Mendonça, ambos do Crato, apresentam juntos o show "Tons musicais", às 20h. No dia 1º de maio, Geraldo Júnior retorna ao palco, mas desta vez na Fundação Casa Grande, em Nova Olinda, às 19h.

Antes, no dia 30 de abril, às 16h30, haverá o Passeio Cultural, cujo objetivo é mostrar às crianças lugares do Cariri, valorizando a cultura e a história da região. O foco do passeio serão as praças históricas, a exemplo da Praça da Sé, no Crato.

EVENTO -Curso de Grafologia Prática - RH

Curso de Grafologia Prática - RH

14 e 15 de Abril – quinta e sexta-feira, das 09h00 às 18h00 - 16 hs/a

Local Hotel San Juan - Rua Aurora, 909 - Centro – (50m do metrô República) São Paulo – Tel.: 11 3556-1200 - www.sanjuanhoteis.com.br

Realização
CEGRAF/SC – Centro Especializado em Grafologia de Santa Catarina
Informações e matrículas 47 3322-8983 – cursos@cegrafsc.com.br
No site www.cegrafsc.com.br clique sobre o título do curso e preencha o formulário de inscrição.

Público Alvo
Profissionais da área de RH, psicologia, pedagogia, estudantes, profissionais do comportamento e o público em geral.

Objetivo
Oferecer formação prática para quaisquer interessados em conhecer o comportamento humano por meio dos traços físicos de sua escrita. O programa do curso é 75% prá tico: as atividades compreendem a aplicação de metodologia simples, porém abrangente na aferição e análise da escrita. Na parte teórica, o aluno terá contato com a mecânica da grafologia, seus aspectos fundamentais e sua lógica. Os segredos da grafologia serão aqui revelados e habilitarão o aluno a emitir laudos e identificar competências, além de possibilitar a realização de pesquisas e aprofundamentos por conta própria.

Programa
Apresentação de slides sobre a simbologia subjacente à formação da escrita. Mecânica de funcionamento da Grafologia: segredos revelados. Simbolismo do espaço e suas relações com o inconsciente e com a estrutura corporal. Identificação de sinais específicos: liderança, sinceridade, agressividade, ansiedade, expansão, retração, coragem. Análise de textos digitalizados: a aferição de escritas a distância. Técnica de aplicação e elaboração de laudos com metodologia científica. A análise grafológica em 30 minutos. Aspectos gráficos, Margens, Ordem, Continuidade, Direção, Dimensão, Inclinação, Forma, Pressão, Velocidade e Movime nto. Aplicação prática.

Oferecemos
Certificado de Conclusão - Apostila ilustrada com mais de 100 verbetes - Material com roteiro para aferição e análise + questionário de competências - CD com amplo material de estudos suplementares + 60 escritas aferidas + slides da aula teórica - Ambiente climatizado - Coffee-break - Tira-dúvidas permanente pós-curso em sala de aula virtual, skype ou por e-mail - Login e Senha para acesso ao sistema PulsarNet de Grafologia Científica (10 aferições).

Valores
R $ 350,00 a vista para PF – ou R$ 125.00 na matrícula + dois cheques de R$ 125.00 para 30 e 60 dias.
R$ 350,00 para PJ – pagamento em parcela única até o dia do curso via boleto bancário.
R$ 120,00 para PF – reciclagem para ex-alunos.

Instrutor
Nilton Vanin - Analista de Sistemas (Facom) – Consultor, aplica grafologia há 18 anos em RH. Membro fundador do CEGRAF/SC. Especialista em jogos de guerra e liderança estratégica militar. Autor do wargame Vanguard. Autor do software de aferição PulsarNet - Grafologia Científica. Conta com mais de 400 alunos formados nos últimos três anos, com cursos de extensão ministrados em universidades e empresas particulares. Atualmente é consultor em grafologia para empresas privadas em todo território nacional.

Importante
Nossos cursos são oferecidos com carga de 16 horas por quatro motivos:
Ministramos apenas os conteúdos necessários à aplicação prática em recursos humanos.
Removemos todo conteúdo de caráter histórico, subjetivo e psicanalítico.
Nossa metodologia de ensino e aplicação são exclusivas, rigorosamente técnicas e científicas.
Não consideramos justo cobrar valores por conteúdos que possam ser pesquisados em sites especializados, particularmente excelentes conteúdos publicados em língua estrangeira.

No Brasil,
Não cabe a nenhuma instituição, Conselho ou Sociedade, senão a eles próprios, dirimir sobre a carga horária de cursos, conteúdos ou métodos da Grafologia. Não cabe a nenhuma instituição se intitular detentora exclusiva desta técnica, sugerindo ao público desinformado autoridade sobre sua regulação. Qualquer declaração sobre o tema, publicada em sites ou qualquer outro meio de comunicação, refletirá apenas a opinião parcial e pessoal de seu autor.

Agenda Cultural - Fundação Cultural de Curitiba - de 8 a 14 de abril de 2011


Agenda Cultural - Fundação Cultural de Curitiba - de 8 a 14 de abril de 2011

Evento -VIRADA CULTURAL NA ESCOLA SÃO PAULO



Vitrine da Escola São Paulo,

que fica na passagem de 1,2 milhões de pessoas por dia,

fará a projeção da Programação Oficial da Virada Cultural.



As pessoas que circularem pela rua Augusta, na altura do número 2.239,

sejam pedestres, usuários de ônibus ou carro,

poderão se informar sobre o evento e se programarem com antecedência.







A vitrine da Escola São Paulo, Rua Augusta 2239, se transformará em tela de projeção para divulgar uma sugestão de roteiros da programação da Virada, um breve histórico de eventos urbanos e mostrará um panorama da história do rock por meio de clipes. Além disso, serão apresentados clipes e shows de bandas do circuito do rock independente do Brasil e do mundo.


O som será projetado para a rua e o público poderá aproveitar na íntegra as sugestões da programação, registros de shows ao vivo e clipes de bandas que usam arte, ilustração, animação, 2D e 3D.



Na noite da virada, a Vitrine se transformará num palco virtual aonde serão transmitidos vídeos de shows na íntegra de duas destacadas bandas independentes do rock brasileiro.



O objetivo é difundir a programação da Virada Cultural através da projeção de roteiros na Vitrine da Escola São Paulo, durante os dias que antecedem a Virada, ajudando a cidade no seu “aquecimento” para usufruir da programação do sábado da Virada. As pessoas que circularem pela rua Augusta na altura do número 2.239, sejam pedestres, usuários de ônibus ou carro, poderão se informar sobre a Virada na tela de projeção da vitrine da Escola São Paulo que está localizada em um local estratégico e privilegiado.



A vitrine, onde serão projetados os roteiros está localizada em uma região aonde trafegam 1,2 milhões de pessoas por dia, segundo a Folha de São Paulo.



O projeto visa também mostrar o trabalho de bandas do circuito independente do rock e o trabalho de artistas visuais que expressam o olhar artístico através de videoclipes.



PROGRAMAÇÃO VÉSPERA DA VIRADA - 11 a 15 de abril:

150 minutos de projeção diária das 20h às 22h30 com sugestões de roteiros da programação Oficial da Virada 2011, breve histórico de eventos urbanos e panorama da história do rock por meio de clipes.



PROGRAMAÇÃO NO DIA DA VIRADA - 16 e 17 de abril:

360 minutos de projeção das 20h do dia 16 até 2h do dia 17 com clipes e filmagens de bandas independentes.



Escola São Paulo

www.escolasaopaulo.org

Rua Augusta, 2239

Tel: 3060.3636

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Lançamento - Fenomenologia da obra literária de Maria Luiza Ramos


Fenomenologia da obra literária
Maria Luiza Ramos

Área:
Coleção: Invenção
Apoio: Faculdade de Letras da UFMG (Fale)
4ª Edição Revista.
251 p.

Esta nova edição revista do clássico estudo de Maria Luiza Ramos se caracteriza por uma mudança do enfoque teórico, que antes se baseava na obra de Roman Ingarden e agora enfatiza a fenomenologia segundo a ótima de Martin Heidegger. Discutem-se assim as diferentes manifestações da temporalidade, de modo a não se buscar o sentido da obra, mas de traçar-lhe um sentido com base não só nos seus elementos intrísecos, mas também nos dados históricos que a produziram. Não se trata, pois, de uma hermenêutica normativa, mas de evidenciar o que há no texto de positivo, capaz de torná-lo compreensível e comunicável.

LANÇAMENTO DA

Evento -Musica - Vânia Bastos homenageia a obra de Edu Lobo



Vânia Bastos homenageia a obra de Edu Lobo na CAIXA Cultural O show conta com a participação de Oswaldinho do Acordeon




A CAIXA Cultural Curitiba apresenta, de 15 a 17 de abril, o show “Na Boca do Lobo”, primeira apresentação da turnê nacional de Vânia Bastos, com participação especial do grande acordeonista Oswaldinho do Acordeon. O espetáculo, dirigido por Ronaldo Rayol – também violonista do show -, é totalmente dedicado às músicas de Edu Lobo. O baixista Eric Budney, o tecladista Moisés Alves e o baterista Nahame Casseb acompanham a cantora na turnê que, depois de Curitiba, segue para a CAIXA Cultural São Paulo.



Vânia Bastos canta sucessos de Edu Lobo, criados em parceria com Chico Buarque, Guarnieri, Vinícius de Moraes, Paulo César Pinheiro, Capinan, Joyce e Cacaso. Entre os clássicos estão “Upa Neguinho”, “Circo Místico”, “Cordão da Saideira” e “Vento Bravo”. As canções menos conhecidas, como “Glória”, “Tempo Presente” e “Meia-Noite”, também têm lugar neste show.



O som do acordeon de Oswaldinho será presenciado em “Gingado Dobrado”, “Canção do Amanhecer”, “Viola Fora de Moda” e “Circo Místico”, além de um número solo. Vânia Bastos está em seu décimo primeiro trabalho registrado em CD e como intérprete já gravou discos inteiramente voltados às obras de Tom Jobim, Caetano Veloso e ao "Clube da Esquina".

Vânia Bastos

A cantora nasceu em Ourinhos, no interior do estado de São Paulo. Iniciou a carreira em festivais, como grandes ícones da música popular brasileira. Na faculdade, já morando em São Paulo, conheceu Arrigo Barnabé, realizando parcerias como a banda Sabor de Veneno e o disco “Tubarões Voadores”, com turnês pelo Brasil e Europa. Com Itamar Assumpção, Vânia esteve na banda Isca de Polícia.

Em 1985, Vânia parte para a carreira solo, gravando um ano depois o seu primeiro disco solo, a convite de Eduardo Gudin. Quatro anos depois participou do disco em homenagem a Cartola, na companhia de Gal Costa, Caetano Veloso e outros. Vânia cantou em Paris, no aniversário de 200 anos da Revolução Francesa, e gravou a música “Paulista”, considerada um hino à cidade de São Paulo. Foi a primeira cantora a se apresentar com a Orquestra Jazz Sinfônica, em seu concerto inaugural, no Memorial da América Latina.

Homenageou Caetano Veloso, em “Cantando Caetano”, com a participação do próprio cantor, e Tom Jobim em “Vânia Bastos e Cordas – Canções de Tom Jobim”, uma homenagem póstuma, com piano e orquestração de Francis Hime. Gravou músicas para as novelas “Éramos Seis“ e “Fera Ferida”. O álbum “Diversões não eletrônicas” rendeu à cantora o Prêmio Movimento de Música na categoria “melhor disco vocal do ano”.

“Belas e Feras” reuniu composições de mulheres brasileiras, como Marina Lima, Rita Lee, Ângela Ro Ro, entre outras. Dividiu o palco com Ivan Lins e Toquinho. Gravou ainda com Hermeto Pascoal, Ná Ozzetti, Mônica Salmaso, Jane Duboc e Tetê Espíndola. Apresentou-se recentemente no show “Por um amor maior” ao lado de Francis Hime , Olívia Hime e Eduardo Gudin.

Oswaldinho do Acordeon



O carioca Oswaldo de Almeida e Silva tocava sanfona profissionalmente já aos 12 anos com ajuda de Pedro Sertanejo, precursor do forró em São Paulo e seu pai. Estudou no Conservatório Dante, em Milão e foi atração no Festival do Campeonato Mundial de Acordeon. Teve a oportunidade de abrir o show de All Jarreau, na França e participar de projetos como Pixinguinha, USTOP, Free Jazz Festival, Festival de Montreal, Rock in Rio, Festival de Jazz de Montreux (Suíça), Festival de Jazz de Chateauvallon (França), Juan Les Piñs (França), Blue Note (Nova Iorque), Ball Room (Nova Iorque), Show de 500 anos de Descobrimento, Acústico MTV Rita Lee e Festival de Amiens (França).



Oswaldinho executa, com excelência, Astor Piazzola, John Lennon, Bach e Beethoven, além do repertório de música popular brasileira e nordestina. Atualmente, com 22 discos gravados, está lançando pela gravadora Kuarup, seus mais novos CDs: “Asa Branca Blues” e “Um Bom Forró”. Seu currículo registra gravações com estrelas como Elba Ramalho, Edson Cordeiro, Caetano Veloso, Jackson do Pandeiro, Lobão, Raul Seixas, Ney Matogrosso, Nara Leão e Milton Nascimento, até Paul Simon, Manu Di Bango, Didier Lockwood e Cassiopéia.


Serviço Música: Vânia Bastos e Oswaldinho do Acordeon Local: Teatro da CAIXA – Rua Conselheiro Laurindo, 280 – Curitiba/PR Data: de 15 a 17 de abril Hora: sexta e sábado 21h e domingo 19h Ingressos: R$20 e R$10 (meia – conforme legislação e correntista CAIXA) Bilheteria: (41)2118-5111(de terça a sexta, das 12 às 19h, sábado e domingo, as 16 às 19h) Classificação etária: Livre para todos os públicos Lotação máxima: 125 lugares (02 para cadeirantes) www.caixa.gov.br/caixacultural

Notícia - Resultado Edital de Encenação da Paixão de Cristo

Resultado Edital de Encenação da Paixão de Cristo

Foi divulgado o resultado do edital de seleção de projetos para Encenação da Paixão de Cristo. Confira o resultado no site www.fundacaoculturaldecuritiba.com.br, na aba editais e portarias.

EVENTOS - “SEMANA AMPLIARTE”



“SEMANA AMPLIARTE” ARRANCA NOS NAVEGADORES



De 11 a 17 de Abril, o Bairro dos Navegadores, em Porto Salvo, recebe evento cultural, desportivo e artístico





A “Semana AMPLIARTE”, um projecto AMPLIARTE – cultura e intervenção social, da Companhia de Actores, irá decorrer de 11 a 17 de Abril, no Bairro Municipal dos Navegadores, em Porto Salvo, com actividades diárias e entradas livres. Todas as forças vivas dos Navegadores estão juntas nesta viagem.
“Porque navegar é preciso”.

CLIQUE PARA AMPLIAR





A Companhia de Actores, apresenta a “Semana AMPLIARTE” no Bairro Municipal dos Navegadores, em Porto Salvo, um projecto AMPLIARTE – cultura e intervenção social. Uma semana de actividades culturais, artísticas, desportivas e de convívio, diárias e com entradas gratuitas esperam por todos, nesta viagem rumo aos Navegadores.



Dança, música, artes plásticas, futsal, bailarico, xadrez, damas, brincoteca, movimentos saudáveis, sarau de poesia, peddy paper, contador de estórias, filme com pipocas e muito mais, compõem o programa de actividades que todos os dias animarão os Navegadores, com especial incidência para as tardes, estendendo-se até às 20h00.



Este desafio nasceu do apoio concedido ao projecto AMPLIARTE – cultura e intervenção social da Companhia de Actores, através de deliberação de júri internacional da Merck Sharp & Dohme, para projecto social de integração pela arte, a desenvolver em 2011, nos Navegadores. A Câmara Municipal de Oeiras uniu-se desde início, com apoio e cedência de espaço, no Bairro Municipal.



Este foi o resultado de um caminho que a Companhia de Actores através do seu projecto social, AMPLIARTE, tem percorrido desde a sua criação e dos resultados positivos que tem alcançado quer na Outurela/Portela, quer nos Navegadores, onde já esteve em 2007.



A “Semana AMPLIARTE” marca a chegada da Companhia de Actores aos Navegadores. Será a primeira acção de arranque de muitas outras actividades pedagógicas de integração social através da arte que se irão suceder no espaço AMPLIARTE na comunidade.

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Evento - Musica - Carla Mattioli apresenta recital de música espanhola

Carla Mattioli apresenta recital de música espanhola no Teatro da Assembleia



Instituto Cervantes promove concerto da mezzo-soprano mineira no projeto “Segunda Musical”



Na segunda-feira, 11 de abril, às 19h, o Instituto Cervantes de Belo Horizonte, órgão oficial do Governo da Espanha, traz à capital mineira a mezzo-soprano Carla Mattioli para concerto no Teatro da Assembleia, à Rua Rodrigues Caldas, nº30, Santo Agostinho. A apresentação integra o projeto “Segunda Musical”, cujo objetivo é incentivar jovens talentos da música.



O repertório terá obras de alguns dos mais influentes compositores da música espanhola, como Manuel de Falla, Fernando J. Obradors, Xavier Montsalvatge e Enrique Granados. A apresentação contará também com a participação da pianista Rize Lorentz. A entrada é gratuita. Outras informações pelo (31) 3789-1600.



Carla Mattioli



Nascida em Belo Horizonte, Carla Mattioli é Bacharel em Canto Lírico pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Atualmente, estuda técnica vocal e interpretação com Neyde Thomas em Curitiba, onde reside.



Como solista, tem sido convidada por várias orquestras de renome, como a "Camerata Antiqua de Curitiba". Atuou junto a grandes maestros na execução de importantes obras, como a "Sinfonia nº 2" de Gustav Mahler. Foi solista em óperas como "Il Ballo delle Ingrate" (Monteverdi), "Così Fan Tutte" (Mozart), Suor Angélica (Puccini), L'Enfant et Les Sortilèges (Ravel), L'Occasione fa il ladro (Rossini) e La Didone (Cavalli). Em 2009, obteve o primeiro lugar no concurso “Salvalírico II”, realizado em Salvador.



Programa

1. Enrique Granados

Danza española nº 5



2. Fernando J. Obradors

Canciones clásicas españolas

1. Con amores, la mi madre

2. Aquel sombrero de monte

3. El Vito



3. Manuel de Falla

Siete Canciones Populares Españolas

1. El Paño Moruno

2. Seguidilla Murciana

3. Asturiana

4. Jota

5. Nana

6. Canción

7. Polo





4. Xavier Montsalvatge

Cinco Canciones Negras

1. Cuba dentro de um piano

2. Punto de Habanera (Siglo XVIII)

3. Chévere

4. Canción de cuna para dormir a un negrito

5. Canto Negro



Serviço

Concerto Carla Mattioli - Participação especial da pianista Rize Lorentz

Data: Segunda-feira, 11 de abril

Horário: 19h

Local: Teatro da Assembleia - Rua Rodrigues Caldas, 30 – Santo Agostinho

Ingressos: entrada franca.

Outras informações: (31) 3789-1600

MIDIANEWS - NO DIA DO JORNALISTA - A REALIDADE BRASILEIRA


Estultices e chulices explicitas.



Sonia Abrão xinga internauta após ser ironizada no Twitter



A apresentadora Sonia Abrão se irritou com seu nome no Trending Topics Brasil, como um dos assuntos mais comentados no Twitter. Após a tragédia no Rio de Janeiro, em que um atirador matou 11 crianças em uma escola nesta quinta-feira (7/4), os internautas ironizaram a apresentadora, comentando que ela teria assunto por um longo período para o programa A Tarde É Sua, da RedeTV!.

“@lubozzi não é hora de piada idiota! Se vc não tem coração, nem amor ao próximo nem respeito nesse momento trágico, vá pra puta que pariu!”, escreveu após a internauta dizer: “Tragédia de #realengo! Salvando a pauta do programa da @SoniaAbrao por uma semana!”. A tuiteira esclareceu que estava fazendo piada com o programa, e não com a tragédia.


No dia do jornalista, Correio Braziliense demite editor-chefe e seis repórteres


O Correio Braziliense Online demitiu nesta quinta-feira (7/4) o editor-chefe, Paulo Rossi, e seis repórteres do site. O Comunique-se apurou que entre os demitidos estão os jornalistas Arthur Paganini, Mariana Sacramento, Fernanda Lobo e Camila Campos.

Segundo uma das repórteres, que preferiu não se identificar, a empresa não esclareceu o motivo das demissões. “Não disseram nada. Sabia que estavam reestruturando algumas áreas, mas não pensei que fosse acontecer isso na redação online”, informou.

Com as dispensas, a redação online do Correio Brazilense conta agora com 13 profissionais. O subeditor, Paulo Barros, confirmou as demissões, mas disse que não tinha mais detalhes do caso.

via Comunique-se - Izabela Vasconcelos (jornalista de verdade)

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Informe - Dia Internacional do Livro Infantil


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EVENTOS - Música - Richard Wagner


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Evento - Musica - banda paraibana Pegado e a Peleja e caririense Geraldo Júnior


Programação do CCBN-Fortaleza destaca Carlinhos Perdigão, a banda paraibana Pegado e a Peleja e caririense Geraldo Júnior


O fortalezense Carlinhos Perdigão (foto) e o seu poemário musical, Os paraibanos da banda Pegado e a Peleja e o caririense Geraldo Júnior são as atrações do programa de música vocal do Centro Cultural Banco do Nordeste-Fortaleza nas quartas-feiras de abril. Carlinhos Perdigão se apresentará no dia 13 (ao meio-dia), Pegado e a Peleja no dia 20 (às 12h e 18h), e Geraldo Júnior no dia 27 (às 12h e 18h). Todos os shows têm entrada franca.

Veja a seguir a sinopse sobre cada um dos shows:



CARLINHOS PERDIGÃO EM POEMÁRIO MUSICAL

Dia 13, quarta-feira, às 12h.

A palavra poesia, no universo literário, é tida como a mais refinada das paixões. Em torno desse aspecto, imagina-se que poetas, assim como leitores de poesia, sejam indivíduos singulares, com a mania de cultivar as letras. E isso significa querer saber das coisas, cultivar o intelecto e a força do entendimento. Em suma: ganhar capital cultural!

Toda linguagem tem seu quê de poesia. Mas a poesia é onde o "quê" da linguagem está mais em pauta. A poesia brinca com a linguagem. Chama atenção para as possibilidades de sentido. Explora coincidências sonoras entre palavras.

Ocorre que a palavra "poesia" abrange sentidos que vão além da linguagem verbal, oral ou escrita. Ela também se refere a um universo muito mais amplo e menos exclusivo que o do livro e da leitura. É o lado além-livro da poesia, que se relaciona com o universo da cultura musical, por exemplo. Portanto, na sua face de arte brasileira da palavra, a poesia está fortemente presente nas letras da música popular, seja esta de que gênero for. E em nenhum outro país do mundo a canção popular atingiu um status tão intelectual quanto no Brasil.

Deste modo, em torno de toda essa contextura, tem-se como certo que a música feita em nosso país alimenta-se fortemente da literatura poética. E este é o principal mote do espetáculo Poemário Musical, que deseja unir os belos universos poéticos e musicais ao tocar composições estruturadas através das poesias presentes no primeiro livro publicado de Carlinhos Perdigão: "Fragmentos: poemas e ensaios".

Assim, neste espetáculo em foco, o instrumentista-poeta-professor cearense explorará didática, poética e musicalmente a palavra, cantando-a, realizando performances literárias (inclusive interagindo com o público presente!) e, sobretudo, contextualizando-a dentro da música pop brasileira moderna.



Programa

1. Sangue (Marcelo Justa, C. Perdigão)

2. Sabe (Níguer, C. Perdigão)

3. Punhal de defesa (Júnior Boca, C. Perdigão)

4. Solidão (Cleison Mattza, C. Perdigão)

5. Tenho um amor (Marcelo Justa, C. Perdigão)

6. Somos tons? (Marcelo Justa, C. Perdigão)

7. Andanças (Marcelo Justa, C. Perdigão)

8. A noite (Marcelo Justa, C. Perdigão)

9. Meu canto (Marcelo Justa, C. Perdigão)

10. E agora? (Marcelo Justa, C. Perdigão)



Ficha Técnica

Violão, guitarra, voz: Marcelo Justa

Contrabaixo: Edmundo Júnior

Bateria: Carlinhos Perdigão



PEGADO E A PELEJA

Dia 20, quarta-feira, às 12h e 18h.

Os primeiros lampejos surgiram na mente criativa de Wandemberg Pegado: após sair das bandas Cabeça Chata e Tocaia da Paraíba, firmou propósito de começar um trabalho autoral e solo. Remexendo em seus arquivo,s encontrou o que precisava para dar o pontapé inicial gravando no final de 2008, o CD demonstrativo "Pegado e a Peleja" produzido, arranjado e composto com as músicas garimpadas em seus guardados preciosos.

"Sossego" tornou-se um hit e a execução nas rádios locais, como a Cajazeirense 94.5 FM, abriu caminho para novas perspectivas. Caindo no gosto popular, chegou a diversos lugares desde bares e restaurantes a espaços culturais alternativos, conquistando críticas positivas de artistas, músicos e a empatia com o público.

O resultado agradou ao idealizador do projeto e nasceu a vontade de somar mais gente a ele, começando aí "a peleja de Pegado"... A idéia era circular em vários ambientes com um grupo itinerante que atendesse a especificidade do momento e lugar. Ou seja, uma banda que não tivesse estilo definido, sob a influência das mais diversas vertentes musicais, indo da MPB ao rock, do eletrônico ao brega, sem esquecer as suas raízes ao passear pela musica regional.

O título do CD demonstrativo deu nome à banda "Pegado e a Peleja", que tem por norma primar pela liberdade musical, sem o temor de ousar, de receber rótulos ou se preocupar em seguir modismos, sempre buscando uma forma inusitada e singular de compor o repertório apresentado em seus shows, de certa maneira, também retribuir o carinho, a boa aceitação do trabalho e conquistar novos horizontes Brasil afora.

Da Paraíba para o mundo... "Esta é a nova onda da música cajazeirense!"



Programa

1. A marcha do marinheiro (Domínio Público)

2. Beijo etílico (Pegado)

3. Sossego (Pegado)

4. Conselho (Pegado)

5. Cavalo de pau (Alceu Valença)

6. Saga (Pegado)

7. Carraspana (Pegado)

8. Enquanto engoma a calça (Ednardo)

9. Costumes (Pegado)

10. Universo Cinza (Pegado)

11. Vício (Pegado)



Ficha Técnica

Guitarra: Pegado

Contrabaixo: Novinho

Bateria: Saul



Geraldo Júnior

Dia 27, quarta-feira, às 12h e 18h


Segundo o cineasta Rosemberg Cariry, a região do Cariri cearense é um oásis, o verde coração do semi-árido nordestino, com uma grande quantidade de grupos e mestres de cultura popular tradicional: reisados, lapinhas, pastoris, bandas cabaçais, forró pé-de-serra, maracatu, coco, maneiro-pau, embolada e cantoria. Centro geográfico com equidistância para as principais capitais do Nordeste, desde meados do século XVII até os dias de hoje, continuam a chegar multidões sertanejas, em um fluxo constante, atraídas pela fertilidade e pela sagração do território como espaço mítico.


O trabalho do cantor e compositor Geraldo Júnior desenvolve-se nesse contexto como um aglutinador das artes populares, utilizando elementos tradicionais como ferramenta para fundir e ressignificar todas essas linguagens através de uma leitura contemporânea.

A misticidade que gira em torno do imaginário popular, é apresentada nos diversos aspectos que envolvem o espetáculo, performances munidas de figurino característico que representam suas tradições, lendas, folguedos, história e personagens locais.

Seguindo numa trajetória evolutiva, desde o "Dr. Raiz" - 2005 e "Calendário (O Tempo e o Vento)" - 2007, sempre processando e assimilando outras influências a partir da sua identidade cultural, o cantor e compositor Geraldo Junior, em seu novo show e álbum homônimo, "Warakidzã - Senhor do Sonho" - 2010, apresenta-se maduro e equilibrado entre todas as suas mais diversas e contrastantes influências, que vão desde as tradicionais até as mais contemporâneas.

A formação da banda conta com teclado, bateria e guitarras, alem da sanfona, viola, rabeca, flautas e percussões. Timbres e efeitos sugerindo um clima um tanto psicodélico. No repertório, canções inéditas que estão sendo gravadas, músicas do Dr. Raiz e do Calendário, canções de compositores da região como Patativa do Assaré, Abidoral Jamacaru, Luiz Fidélis, Dudé Casado e Ermano Morais, e ainda, a referência às músicas dos grupos de cultura popular tradicional. Com performances de teatro e dança entremeando as músicas. Tudo isso com os arranjos da nova formação do grupo.



Ficha Técnica


Geraldo Junior: Voz, flauta, trompete, percussão e performances


Beto Lemos: Violão, viola, rabeca, violoncelo e vocal


Gabriel Pontes: Sax tenor, soprano, flauta e vocal


Ranier Oliveira: Sanfona, piano e vocal


Eduardo Karranka: Guitarras e vocal


Filipe Muller: Violão, baixo e vocal


Francisco Gomide: Percussão


Cláudio Lima: Bateria e vocal

Evento - Noite Indiana (09/04/2011)


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Evento - A literatura brasileira na CAIXA Cultural


A literatura brasileira no palco da CAIXA Cultural Curitiba
Projeto “EntreMundos” apresenta textos de Paulo Venturelli, Bernardo Carvalho, Assionara Souza e Luis Henrique Pellanda

O Teatro da CAIXA apresenta, no dia 13 de abril, a segunda sessão do projeto literário “EntreMundos – Mundo da leitura, leitura do mundo”. A sessão traz leituras das obras “Fantasmas de Caligem”, de Paulo Venturelli; “Aberração”, de Bernardo Carvalho; “Amanhã. Com Sorvete!”, de Assionara Souza; e “O Macaco Ornamental”, de Luis Henrique Pellanda. A direção é de Márcio Mattana, a música de Cláudio Menandro e a mediação de Luis Bueno.



O projeto, que contempla leituras de obras de todas as épocas e de autores do mundo todo, apresenta uma sessão exclusivamente brasileira, com autores do Brasil afora. Três deles (Venturelli, Assionara e Pellanda) consolidaram as suas carreiras na capital paranaense.



O catarinense Paulo Venturelli, nascido em 1950, é graduado em Letras pela UFPR e doutor pela USP. Possui diversas obras publicadas, como “Admirável Ovo Novo”, “O Anjo Rouco” e “Introdução à arte de ser menino”, que recebeu o Prêmio Cruz e Sousa da Fundação Catarinense de Cultura. A Câmara Municipal de Curitiba concedeu à Venturelli o Prêmio Medalha de Mérito Fernando Amaro, pelo conjunto da obra.



Bernardo Carvalho é carioca nascido em 1960. Jornalista e escritor, Bernardo é um dos grandes nomes da literatura contemporânea brasileira. Publicou "Aberração"; "Onze"; "Medo de Sade"; “Nove Noites”, que ganhou o prêmio Portugal Telecom em 2003; "Mongólia", que ganhou o Prêmio APCA em 2003 e Jabuti em 2004, entre outros.



Já a potiguar Assionara Souza nasceu em 1969 e é doutoranda em Estudos Literários. Publicou “Cecília Não é Um Cachimbo” e publica alguns textos inéditos no blog homônimo. Participa do “Dedo de moça – uma antologia das escritoras suicidas”.



O curitibano Luis Henrique Pellanda nasceu em 1973. É escritor, jornalista, dramaturgo, roteirista e músico. Trabalhou nas redações dos jornais Gazeta do Povo e Primeira Hora. Atualmente é coeditor e cronista do site de crônicas e ilustrações Vida Breve. Atua ainda como subeditor e colunista do jornal literário Rascunho.



Projetos anteriores


“Brasis: Leituras Plurais”, em 2009, se dedicou exclusivamente a obras literárias de 20 autores brasileiros, desde nomes consagrados como Nelson Rodrigues e Clarice Lispector até escritores reconhecidos nos últimos anos, como João Gilberto Noll, Milton Hatoum e Cristovão Tezza.



Em 2010, mantendo a estrutura proposta no primeiro ano, o projeto passou a ser denominado “XX Narrativas do século XX”. Da mesma maneira que no ano anterior, a proposta continuou a abranger o século 20, mas ampliou os horizontes ao oferecer uma visão panorâmica da produção literária mundial, através de uma seleção de autores representantes da diversidade da produção do último século.


Programação



- 04 de maio - Voltaire (Cândido), Ricardo Piglia (A Invasão) e David Foster Wallace (Breves entrevistas com homens hediondos)

- 01 de junho - Anônimo (Livro das Mil e uma Noites), Ítalo Calvino (Os Amores Difíceis) e Julio Cortázar (História de Cronópios e de Famas)

- 06 de julho - Yasunari Kawabata (Contos da palma da mão) e W. G. Sebald (Os Emigrantes)

- 03 de agosto - Miguel de Cervantes (Novelas Exemplares) e Roberto Bolaño (Putas Assassinas)

- 28 de setembro - Heinrich von Kleist (Marquesa d'O e outras histórias) e Enrique Vila-Matas (Suicídios Exemplares)

- 19 de outubro - Arthur Schnitzler (Crônica de uma vida de mulher) e Milan Kundera (Risíveis Amores)

- 09 de novembro - Anton Tchékhov (A dama do cachorrinho e outras histórias) e Lygia Fagundes Telles (Invenção e Memória)

- 07 de dezembro - Jean Genet (A criança criminosa) e Alan Lightman (Sonhos de Einstein)



Ficha técnica



Direção: Silvia Monteiro

Leitores: Luiz Carlos Pazello e Silvia Monteiro

Mediação: Patrícia Cardoso

Músicos convidados: Cris Lemos e Thayana Barbosa

Curadoria: Flávio Stein

Direção executiva: Leandro Daniel Colombo


Serviço Literatura: EntreMundos - Mundo da leitura, leitura do mundo – 2ª sessão Local: Teatro da CAIXA - Rua Conselheiro Laurindo, 280 - Curitiba/PR Data: 13 de abril Horário: quarta 20h Ingressos: Um livro não didático Bilheteria: (41) 2118-5111 (de terça a sexta, das 12 às 19h, sábado e domingo, as 16 às 19h) Classificação etária: Não recomendado para menores de 14 anos Lotação máxima do teatro: 125 lugares (02 para cadeirantes) www.caixa.gov.br/caixacultural

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Evento -Reinauguração - Livraria Icaraí


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Resenha - Lançamento - O Aluno, o professor, a escola



O Aluno, o professor, a escola :
Uma conversa sobre educação

de Rubem Alves / Celso Antunes

Coleção: Papirus debates

Nº Páginas: 80
contem 01 DVD


Indicado para Profissionais ligados à Educação e demais interessados nessa temática. Um livro que é magnifico pelo seu conteúdo e ousado na sua forma já que vem com uma descontraida (e séria) conversa de dois mestres em educação. Veja, ouça, debata, releia. Construa e transforme a escola que temos e reafirme os avanços da escola que queremos.

A educação vista pelos olhos de professores experientes e apaixonados. Eis o que se encontra neste pequeno livro.

Acompanhada de um DVD com a seleção dos momentos mais significativos do encontro entre os dois autores, esta leitura pode servir de subsídio para a discussão de temas fundamentais na prática escolar.

Como transmitir nossos valores para os mais jovens, a educação da sensibilidade, o que podemos fazer em relação ao bullying, os horizontes da formação dos educadores são alguns dos assuntos analisados pelos autores. Além disso, eles nos contam de modo cativante algumas vivências, mostrando-nos possibilidades no uso de nossa criatividade em prol da melhor aprendizagem, num ambiente saudável e estimulante.

Aqui, as palavras foram usadas na medida certa para lhe oferecer a essência do conhecimento desses grandes nomes da educação no Brasil.


Conteúdo do livro

Formar o professor para "trans"formar a escola
Professor de espantos
O ensino de valores na escola
Como o professor cria a fome de aprender?
A educação da sensibilidade
A ousadia de pensar
O papel da literatura
O aprendizado da autonomia
O bullying na escola
Um porta estreita
Glossário

Conteúdo do DVD
Como transformar a escola
O professor de espantos
Caminhos...
A linha de montagem
Uma breve experiência
Filho único
A perda
A literatura
Ensino de valores
Sensibilidade
A universidade

Lançamento


Exposição - O cinema dos pequenos gestos (des)narrativos



Exposição propõe passar gestos laterais a partir de obras audiovisuais de artistas-cineastas

O Centro Cultural Banco do Nordeste-Fortaleza (rua Floriano Peixoto, 941 - Centro - fone: (85) 3464.3108) abrirá a exposição coletiva "O cinema dos pequenos gestos (des)narrativos", com curadoria de Beatriz Furtado, na próxima quinta-feira, 7, às 18 horas. Com entrada franca, a mostra ficará em cartaz até 15 de maio deste ano (horários de visitação: de terça-feira a sábado, de 10h às 20h; aos domingos, de 10h às 18h).



Texto curatorial (por Beatriz Furtado)

"O cinema dos pequenos gestos (des) narrativos" se faz das obras audiovisuais de artistas-cineastas nas quais vemos/ouvimos passar gestos laterais. Algumas através das redobras das imagens que retornam em diferenças, como em Karim Ainouz e Marcelo Gomes, em que "Viajo porque preciso, volto porque te amo", que um dia foi "Acrílico Azul Piscina", que agora, em carta, se instala no espaço. Outras, como em Alexandre Veras, na proposição de acompanhar aqueles que estão fora, a caminho, na estrada de um lugar qualquer. Cinemas que estão na ação de Ticiano Monteiro, que leva seu quarto para banhar-se em águas calmas. Cinemas de instantâneos sobre o olhar inebriado pelo que é desapercebido do cotidiano. Cinema de despertares, vagarezas e repetições, como em preparações noturnas, de Milena Travassos. Ou cinema de compromissos e sustentações, de Waléria Américo. De Themis Memória e Luiz Pretti, que tiram de seu cotidiano cenas como o de passar-se em roupas, de íntimos cuidados. Ou ainda, no cinema de Marina de Botas, que partilha o olhar/imagem pelos poros de outros sentidos. Em cenas de Gláucia Soares sobre o balanço e o céu de Sabiaguaba. O cinema do pensamento sobre a imagem de Guto Parente. Tem ainda o cinema de Mariana Smith que se inscreve no extravio, pelas páginas de Blanchot. Ou ainda, no cinema de retratos de Diego Hoefel, feitos de rascunhos de falas e de gestos apanhados. Cinema que se faz pelo apanhar do desenho que os pássaros traçam na obra de Aziz Ary. E mais, nos gestos de Fred e seus botões.

EVENTOS - Atelier para Crianças


Atelier para Crianças: Férias da Páscoa

11, 12 e 13 de Abril 2011

Clube Literário do Porto

14h30 – 18h

Crianças dos 5 aos 10 anos

Inscrições:

30 euros (incluindo material de apoio)


14h30 – 16h Expressão Plástica

16h – 16h30 Intervalo

16h30 – 18h Música


Formadores:

Sandra Bastos (Música) e Vânia Moreira (Expressão Plástica)


Inscrições na recepção do Clube Literário do Porto ou pelo email institutodemusica.clp@gmail.com



Vânia Moreira (Expressão Plástica)

Nasceu no Porto em 1984. É licenciada em Artes/Joalharia pela ESAD – Escola Superior de Artes e Design de Matosinhos e atualmente encontra-se a frequentar o Mestrado em Ensino de Artes Visuais na Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade do Porto.

Na area da Joalharia, participou em vários workshops conceituados na área, tais como: ”The Journey” por Judy McGain, “The Perfect Flow” por Chistopher Zellweger, “One day, one tool, one piece, one material” por David Huycke, “Crossover” por Theo Smeets, “2nd Skin Cork Jewellery” por Ana Campos. (A participação neste workshops permitiu reciclarar e alargar conhecimentos na área da joalharia)

Na área do ensino, participou nas seguintes formações: “Diferenciar para Aprender, Aprender a Diferenciar” e “Competências Interpessoais – Prevenir e Resolver Situações Problemáticas” pelo Centro de Formação de Associação de Escolas de Matosinhos, “A Educação e a Expressão Plástica nas AEC no 1ºCEB” pelo Cento de Formação da APEVT. Possui ainda o certificado profissional de formadora (CAP) e detém aptidões e competências artísticas na área do desenho, pintura, fotografia, técnicas oficinais de ourivesaria e design gráfico.

Leciona Expressão Plástica nas Atividades de Enriquecimento Curricular do 1º Ciclo do Ensino Básico desde 2006. Foi formadora no Workshop “Joias para Crianças” em 2009 e “Faça a sua Jóia” na Casa de Serralves em 2007.

Paralelamente tem participado em diversas exposições nacionais e internacionais tais como:

2010- Fitur 2010, Madrid
2009- 2nd Skin Cork Jewellery, ISTEC, Lisboa

2008- Galeria Tereza Seabra, Lisboa; Galeria Chiado Design, Évora; Galeria Adorna Corações, exposição “Ponto de Linha”, Porto; 2nd Skin Cork Jewellery, Barcelona, Espanha; 2nd Skin Cork Jewellery Galerie Ra , Amsterdão, Holanda; 2nd Skin Cork Jewellery, Applied Art and Design Museum of Tallinn, Estónia.

2007 - 2nd Skin Cork Jewellery, Galleria Johan, Helsínquia, Finlândia; Serv’Artes, Porto; 2nd Skin Cork Jewellery, PortoJóia, Matosinhos; 2nd Skin Cork Jewellery, Villa Bengel, Idar-Oberstein, Alemanha; Portuguese Contemporany Jewellery, Nuremberga, Alemanha.

2006 – Mostra de Natal, Galeria Shibuichi, Leça da Palmeira; Marzee Gallery, Nijmegen – Holanda; PortoJóia, Matosinhos; Midora , Feira de Arte, Leipzig, Alemanha; IV Concurso Porto Jóia Design, Matosinhos; Ourindústria, Pavilhão de Exposições, Gondomar.

2004 – Exposição de pintura “Bazar de Arte”, Fundação para o Desenvolvimento da Zona Histórica do Porto.

2002 – Exposição Desenho “Me, You, Us”, Suécia, Inglaterra e Portugal



Sandra Bastos (Música)

Iniciou os seus estudos musicais aos 7 anos, com o seu pai, Cândido Bastos. Ingressou na Academia de Música de Barcelos aos 9 anos, onde estudou Piano, Formação Musical e Coro. Integrou o Coro do 2º Estágio da Orquestra Clássica Juvenil – “Bracara Augusta.98”, que interpretou a 9ª Sinfonia de Beethoven, sob a direcção do maestro António Baptista.

Iniciou os estudos de Trompa aos 18 anos, no Conservatório de Música do Porto. Ingressou, pouco tempo depois, no Conservatório de Música Calouste Gulbenkian de Braga, onde concluiu o 8º grau de Trompa, na classe do Professor Nelson Braga. Fez cursos de aperfeiçoamento de Trompa com os professores Abel Pereira, Bernardo Silva, Javier Bonet e Stefan Dohr (Orquestra Filarmónica de Berlim).

No Conservatório de Música Calouste Gulbenkian de Braga, participou no Curso de Aperfeiçoamento de Orquestra de Metais 2004, orientado pelo Prof. John Aigï; nos musicais “The Sound of Music” e “A little Night Music”, sob a direcção do maestro António Baptista; e na Orquestra de Metais, sob a direcção do Prof. Fernando Ribeiro. Trabalhou, noutras formações, com o Maestro Vítor Matos.

Foi seleccionada para a Orquestra de Jovens dos Conservatórios Oficiais de Música – OJ.COM (2006), sob a direcção artística do Maestro Martin André. Foi membro-fundador da Orquestra de Jovens de Portugal – Momentum Perpetuum, com a qual trabalhou e actuou na Universidade de Aveiro, Casa da Música do Porto e na Toscana, Itália, sob a direcção do Maestro Martin André. Com esta orquestra fez gravações para RTP/Antena 2.

Paralelamente, concluiu a licenciatura em Comunicação Social, na Universidade do Minho, tendo realizado o estágio no Jornal de Notícias.

Tem leccionado, desde 2008, a disciplina de Ensino da Música, no âmbito das Actividades de Enriquecimento Curricular, nos concelhos de Gondomar, Lousada e Matosinhos. Foi professora de Formação Musical e Classe de Conjunto na escola de música Ciência dos Sons, em Vila Nova de Gaia.

Recentemente, concluiu a formação Música, Educação Artística e Interculturalidade: A Alma da Arte na Descoberta do Outro, na Universidade Católica do Porto, sob a orientação da doutora Maria do Rosário Sousa.

Actualmente, é professora de Expressão Musical no Infantário “O Zebra”, em Canelas, Vila Nova de Gaia e Maestrina do Coro Infantil de Amorim e do Coro Infantil de Laúndos. É professora e directora pedagógica do Instituto de Música Clube Literário do Porto.

Integra também a Banda Musical e o Grupo de Música de Câmara de Oliveira, Barcelos, onde trabalhou com os maestros Samuel Bastos, Alberto Bastos e Hugo Ribeiro.

Evento - Debate - Jornalismo no Atual Contexto Cultural

Debate dia 7 na ABI: Jornalismo no Atual Contexto Cultural

O Sindicato (SJPMRJ), a Associação Brasileira de Imprensa (ABI), o Instituto Casa Grande (ICC) e o Clube de Comunicação promovem debate sobre “O Papel do Jornalismo no Contexto Cultural Contemporâneo” para discutir o papel do jornalismo diante do direito à formação profissional do jornalista e à informação.
Será nesta quinta-feira,7 de abril, quando se comemora o Dia do Jornalistas e o 103º aniversário da ABI. O evento ocorre das 18h às 21h. A entrada é franca.
As palestras seguidas de debate serão feitas pelo economista Carlos Lessa, Saturnino Braga (Instituto Casa Grande), Leonel Aguiar, professor da PUC-Rio, Sonia Virginia Moreira, professora da UERJ, e Suzana Blass (presidente do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Município do Rio de Janeiro).
O jornalista Maurício Azêdo, presidente da ABI, fará a palestra de abertura do debate e a mediação ficará a cargo do jornalista Domingos Meirelles, diretor da entidade.
Debate: “O Papel do Jornalismo no Contexto Cultural Contemporâneo”
Data: 7 de abril de 2011
Horário: 18h às 21h
Local: Rua Araújo Porto Alegre 71/ 7º andar

terça-feira, 5 de abril de 2011

Teatro - ESTREIA HISTÓRIAS DESCUBIERTAS


ESTREIA HISTÓRIAS DESCUBIERTAS - CESAR GOUVÊA - CIA DO QUINTAL





Co-produção entre grupos de improvisação da América Latina,

espetáculo convida o publico à reinventar a sua realidade



Histórias Descubiertas

Donde el passado puede ser reinventado





Direção: Cesar Gouvêa (Cia do Quintal – Brasil)

Elenco: Danna Liberman e Florencia Infante

( Grupo Impronta- Uruguay )

Músicos: Emiliano Pereira e Andrés Pigatto (Uruguay)





Estreia dia 16 de abril

4 únicas apresentações na Sala Crisantempo



História Descubiertas é um espetáculo que mistura a arte do improviso, da musica e do clown. Este trabalho de Cesar Gouvêa é pioneiro no intercâmbio e nas co-produções entre conceituados grupos de improvisação da América Latina.



“Movido pela necessidade de aprofundar a investigação do improviso, encontrei no intercâmbio com conceituados grupos da America Latina,

com sua linguagem e cultura próprias, um diálogo fértil e enriquecedor”, conta César Gouvêa, ator, diretor e um dos fundadores da Companhia do Quintal, grupo que há 9 anos estuda o improviso e o clown, hoje referência nestas artes no Brasil.



Além de Histórias Descubeirtas, em que se une ao respeitado grupo uruguaio Impronta, simultaneamente ele dirige e atua no espetáculo “Quando yo Viajo”, uma co-produção entre a Companhia do Quintal e o grupo Accion Impro, da Colômbia, com estreia marcada para o mês de julho em São Paulo. Este espetáculo foi contemplado pelo Programa Iberescena, um fundo de ajuda para as artes cênicas Iberoamericanas - www.iberescena.org –




Sobre História Descubiertas



Fora do tempo, em um momento que não é dia e nem noite, duas mulheres com as costas descobertas olham um álbum de fotografias.



Quantas lembranças, histórias, alegrias, dores são possíveis viver enquanto olhamos um álbum de fotografia? Por que não olharmos para este mesmo álbum de fotografia, que nos pertence, e nos propormos a brincar de reinventar estas histórias?



É exatamente isto que as atrizes Danna Liberman e Florencia Infante, do grupo Impronta (Uruguay), os músicos Emiliano Pereira e Andrés Pigatto e o diretor César Gouvêa da Companhia do Quintal (Brasil), estão se propondo a fazer em Histórias Descubiertas.



A partir da história real das atrizes que compartilham suas fotos de infância, o público é convidado a também dividir as suas histórias, montando uma tela entrelaçada de acontecimentos que torna o espetáculo intimo e singular.



Mas como será possível reinventar o passado?



Para dar uma resposta a esta pergunta, as duas companhias recorrem às linguagens que são suas especialidades nestes longos anos de trabalho: o improviso e o clown. Deste encontro, surgem as ferramentas para reinventar o que até então era real, onde as lembranças e a realidade dialogam uma de cada vez. Surge deste diálogo o convite para se reinventar a realidade.



História Descubiertas estreou no Uruguay, no final de março, e chega agora ao Brasil, no dia 16 de abril, para 4 únicas apresentações na Sala Crisantempo. “A idéia é que História Descubiertas viaje por vários países da America Latina” conta César Gouvêa, que dirige o espetáculo. Já estão confirmadas apresentações no Chile e no México.



Histórias Descubiertas

Direção: Cesar Gouvêa (Cia do Quintal – Brasil)

Elenco: Danna Liberman e Florencia Infante

( Grupo Impronta- Uruguay )

Músicos: Emiliano Pereira e Andrés Pigatto

Dias: 16, 17 , 23 e 24 de abril

Horário: sábados às 21h e Domingo às 20h

Duração: 60 minutos

Censura: 14 anos

Ingresso: R$ 20,00 / meio R$ 10,00

Bilheteria: abre uma hora antes do espetáculo

Local: Sala Crisantempo

Rua Fidalga, 521 - Vila Madalena

Telefones: (11) 3819-2287 e 3814-2850

Cinema - Teste de Audiência


O cinema é testado pela audiência no Teatro da CAIXA



Projeto Teste de Audiência exibe mais um filme em sessão surpresa





A CAIXA Cultural Curitiba apresenta, no dia 12 de abril, a terceira sessão da temporada 2011 do Teste de Audiência. O projeto, idealizado por Márcio Curi e Renato Barbieri, consiste na exibição de um filme nacional não finalizado e em um bate-papo entre o diretor do filme e o público.



A primeira sessão desta temporada exibiu o filme “Morte e Vida Severina”, de Augusto Serpa. “Meu País” foi apresentado na segunda sessão, sendo a primeira experiência do diretor André Ristum em projetos como esse. “Achei a experiência muito rica e proveitosa. Além de identificar alguns pontos fracos também pude identificar vários pontos fortes, o que será muito bom para o lançamento do filme”, afirma André. “Achei as considerações do público, em geral, bastante interessantes. Algumas inclusive me surpreenderam, mostrando coisas que não tinha pensado”, completa.


O diretor conta que já realizou algumas alterações após a sessão do Teste. “O titulo “Meu País”, por exemplo, ainda está em fase de definição e o teste nos ajudou a identificar que ele não transmite o que o filme conta. Agora precisamos encontrar um título que seja bom e passe a idéia do filme”, exemplifica André. Para o diretor, pontos ainda não definidos foram se tornando mais claros após a sessão, permitindo maior segurança na hora de alterar partes do filme. “O Teste de Audiência é um projeto de grande importância para o cinema brasileiro. Não existe outro mecanismo parecido. É muito útil para os filmes em fase de finalização”, finaliza.


Entre os filmes exibidos nas temporadas anteriores, estão “Reflexões de um Liquidificador" (André Klotzel), "Elvis e Madona" (Marcelo Laffitte), "Família Vende Tudo" (Alain Fresnot) e "Guerra de Vizinhos" (Rubens Xavier), sendo que estes dois últimos ainda serão lançados. O produtor Márcio Curi promete novidades para esta temporada. “Estamos trabalhando firme na curadoria, para trazer uma variedade ainda mais diversificada e interessante de filmes”, conta Curi.



O projeto



O Teste de Audiência consiste na projeção de um filme em caráter de surpresa. O filme, ainda em fase de finalização, é analisado em todos os seus aspectos pelo público presente, que participa de um bate papo com o diretor ou produtor da obra após a exibição do filme. Além de oferecer aos cineastas brasileiros uma preciosa ferramenta de trabalho, o Teste de Audiência colabora também para a formação do público e para o desenvolvimento de uma metodologia científica, bastante utilizada em cinematografias comerciais e comum no exterior, mas inacessível ao cinema independente brasileiro.

Através de uma ampla pesquisa sobre o estágio de filmagem e montagem dos novos filmes brasileiros, os curadores do Teste de Audiência selecionam os títulos mais adequados ao projeto. Nessa etapa são considerados critérios de diversificação geográfica e de gênero, sempre respeitando a qualidade cinematográfica em seus aspectos técnicos e narrativos. Esses aspectos essenciais permitem montar uma grade de programação forte e plural, refletindo e respeitando os valores da cinematografia brasileira.

Serviço



Cinema: Teste de Audiência 2011 – 3ª sessão

Local: Teatro da CAIXA - Rua Conselheiro Laurindo, 280 - Curitiba/PR

Data: 12 de abril

Horário: terça 19h30

Ingressos: Os ingressos devem ser retirados na bilheteria do Teatro, no dia do evento, a partir das 18h30

Bilheteria: (41) 2118-5111 (de terça a sexta, das 12 às 19h, sábado e domingo, as 16 às 19h)

Classificação etária: Não recomendado para menores de 16 anos

Lotação máxima do teatro: 125 lugares (02 para cadeirantes)

www.caixa.gov.br/caixacultural

Evento - Clube de Xadrez é opção para passar o tempo



Clube de Xadrez é opção para quem quer ter aulas gratuitas ou apenas jogar uma partida nas horas vagas.

É o jogo mais antigo que se conhece no mundo. Quem aprende a ter calma para utilizar as estratégias garante que isso passa a se refletir em outras atitudes do cotidiano. Basta conversar com os praticantes no Clube de Xadrez Erbo Stenzel para perceber que as aulas gratuitas e torneios ajudam a desenvolver a paciência e muito mais. Formado graças a uma parceria entre a Fundação Cultural de Curitiba e a Federação de Xadrez do Paraná, o Clube funciona na revitalizada Galeria Júlio Moreira, ligação entre a Praça Tiradentes e o Largo da Ordem. O objetivo é disseminar a prática do xadrez entre as pessoas que estão de passagem pelo centro, no horário de almoço, ou num pequeno intervalo do trabalho.

China, Índia ou península da Arábia. Ninguém saber ao certo onde surgiu o xadrez. O fato é que esse jogo, criado há mais de dois mil anos, auxilia no desenvolvimento mental, nas áreas ligadas à percepção, memória, juízo e também raciocínio. As aulas de xadrez, nos níveis básico e intermediário, são para todas as idades. Nos torneios relâmpagos, que acontecem toda semana, testa-se a flexibilidade da mente. Essa é uma modalidade que trabalha a intuição, já que nos exíguos dez minutos de jogo fica difícil calcular as consequências de várias jogadas. “Nessa hora é preciso pensar somente no que é essencial”, atesta o enxadrista e professor do Clube, Wilson da Silva.

Pedagogo, doutor em Educação pela Universidade Estadual de Campinas, Wilson, além de atender alunos, desenvolve no Clube um trabalho de capacitação para professores de xadrez do ensino regular. A experiência mostra que começar o ensino com todas as peças do jogo pode confundir o aluno no início. A utilização de jogos mais simples atua como coadjuvante no ensino escolar.

O colégio foi o local onde Jorge Brandalize desenvolveu a aptidão para o xadrez. As regras do jogo, aprendeu com o pai, aos 6 anos de idade. Mas, foi agora, aos 17 anos, quando passou a frequentar o Clube de Xadrez que elevou o nível de conhecimento. Nos torneios, já ocupa o terceiro lugar no ranking do Clube. “Melhorei muito. Dei um salto. E quanto mais eu aprendo, mais percebo que preciso aprender. Não tem fim”, diz Jorge que não pretende parar tão cedo de frequentar as aulas. E já está trazendo mais gente para o Clube.

A amiga de Jorge, Juliana Barbosa, 17 anos, gosta dessa atividade praticada mais pelo público masculino. “Eles são maioria, treinam bastante e têm muita tática”, admite Juliana que gosta de jogar com os garotos e reconhece no jogo uma forma de aprendizado para a vida. “Sou mais paciente hoje. Percebo que para resolver alguns problemas é preciso ter estratégia e pensar com calma”. Essa é a maior vitória para o professor Wilson: “o nosso objetivo não é formar campeões. É trabalhar outras dimensões, como a educativa e cultural”.

Serviço:

Clube de Xadrez Erbo Stenzel

Local: Galeria Júlio Moreira, s/n

Horário de funcionamento: de terça a sexta-feira, das 13h às 19h, e aos domingos, das 9h às 13h.

Gratuito

Informações: 3323-7899

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Aviso de Lançamento - A Arte do Drama


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Resenha - Grupos: O Poder da Construção Coletiva


Grupos: O Poder da Construção Coletiva

de
CARLOS HENRIQUE LISBOA DA CUNHA e DENISE VIEIRA DA SILVA LEMOS


Nº de páginas: 136

Não se engane com a capa, este não e um livro sobre castas onde quem manda , manda e quem obedece, obedece. É inutil tentar romper com essa ordem das coisas, ao menos no formigueiro. A construção coletiva realizada a partir do grupo não prescinde da dialética.

Mas afinal o que é um grupo . Podemos dizer que enquanto ser gregário, o Homem vive em relação com os seus semelhantes, relações essas que podem ocorrer de várias formas e em diversos contextos. Em função dessas relações, os indivíduos aglomeram-se em grupos. Um grupo é constituído por diferentes pessoas que partilham os mesmos objetivos e necessidades.


Os elementos do grupo regulam as suas interacções adotando as mesmas crenças, normas, regras e padrões de comportamento. Só assim é possível existir interdependência e cooperação, de modo a se atingir os objectivos ou satisfazer as necessidades do grupo. Será?

Os autores buscam demonstrar o constante crescimento e desenvolvimento do poder da construção coletiva através do processo de grupo é algo desejado, necessário e temido ao mesmo tempo.

Fazer parte de um grupo é interagir, trocar experiências, analisar histórias, modificar pessoas e ser modificado por elas.

Um grupo é capaz de influir na sociedade, transformar a cultura, o comportamento e o todo.

Conhecer os fundamentos, as dinâmicas, os processos e as estratégias de grupos, potencializa a esperança de uma convivência melhor, uma produtividade maior, um resultado surpreendente.

Segundo eles a proposta da obra é entrar nos meandros, nas vicissitudes, na operatividade dos grupos, propiciando a consultores, facilitadores de grupos, coordenadores, líderes, observadores de processo grupal e integrantes de grupos, uma análise integrada de muitas temáticas e questões pertinentes ao desenvolvimento de grupos.





Os autores:

CARLOS HENRIQUE LISBOA DA CUNHA é Mestre em Administração Estratégica pela UNIFACS/BA, possui curso de Especialização em Administração Empresarial pela UFBA, é graduado em Ciências Econômicas pela FACCEBA, formado em Grupos Operativos pelo Núcleo de Psicologia Social da Bahia, é professor do Curso de Pós-graduação em Gestão de Pessoas das Faculdades Olga Mettig, conduz programas de desenvolvimento de grupos, capacitação de lideranças, desenvolvimento de competências humanas no ambiente de trabalho, possui vivência na área de recursos humanos em organizações de grande porte e é consultor empresarial para gestão do comportamento organizacional.

DENISE VIEIRA DA SILVA LEMOS é Doutora em Sociologia do Trabalho pela UFBA, possui curso de Especialização em Recursos Humanos, é Psicóloga pela USP, formada em Grupos Operativos pelo Instituto Pichon Rivière, é professora do Curso de Pós-graduação em Psicologia Organizacional da UNIFACS/BA, do curso de Pós-graduação em Gestão de Pessoas das Faculdades Olga Mettig, professora de Sociologia do Trabalho na UFBA, é Diretora do Núcleo de Psicologia Social da Bahia, Possui experiência em organizações industriais, educacionais, sociais e culturais e é autora do livro Revolução do Trabalho – o caso do repensar.

OPINIÃO
Em tempos de individualismo exacerbado, um livro dedicado a resgatar o poder de uma ação coletiva traz um ânimo novo! Aponta novas possibilidades e, sobretudo, amplia a nossa esperança e capacidade de reflexão sobre os porquês, de nós (humanos) vivermos nos distanciando dessa condição.
Sonia Bahia
Profª. Adjunta do Instituto de Psicologia da Universidade Federal da Bahia

UM LANÇAMENTO








Lançamento - O céu vai ter que esperar!




O céu vai ter que esperar!
Título Original: Heaven can wait
de Cally Taylor

Tradutor: Bruna Hartstein







Acabaram-se as férias mas a literatura "mulherzinha" continua chegando às livrarias!

Envolvi o rosto dele em minhas mãos e o beijei de volta. Achei que a vida não podia ficar mais perfeita. Eu tinha razão, não podia…
Lucy Brown nunca esteve tão feliz. Ela está prestes a se casar com o homem dos seus sonhos — o belo, gentil e inteligente Dan —, e tudo o que sempre quis está finalmente ao seu alcance. Só que, na véspera do seu casamento, Lucy sofre um acidente fatal.

Ela tem de fazer uma escolha: aceitar uma vida inteira longe da sua alma gêmea e ir para o céu ou ficar com Dan para sempre… e se tornar um fantasma! Para Lucy, só há uma opção — deixar Dan está fora de questão. Mas nem tudo é tão simples assim. Para se tornar um fantasma, ela precisa encontrar o amor verdadeiro para um completo estranho…

E, quando descobre que a sua “grande” amiga Anna está determinada a conquistar o devastado e vulnerável Dan, a pressão fica bem mais forte…

um lançamento


Evento - Teoria Mimética


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