sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Poesia na Escola

O trabalho instigante de Jeosafá Fernandez Gonçalves utilizando-se da poesia.

O AUTOR Jeosafá Fernandez Gonçalves, nascido em vila Ede, bairro quase rural da Cidade de São Paulo dos idos de 1963, é oitavo filho de um total de onze que tiveram seu João e dona Maria. Aluno desde sempre da escola pública, iniciou sua escolarização no excelente Grupo Escolar Maria Montessori da década de 1970; cursou o Ensino Médio, na década seguinte, na Escola Estadual Prof. Sebastião de Souza Bueno, carinhosamente chamado de Tião pelos alunos – hoje, por situar-se no Bairro de Vila Medeiros, zona norte da Capital conhecido como “Medeirão”. Na década de 1990 cursou Letras na USP, onde se doutorou em Estudos Comparados de Literatura de Língua Portuguesa em 2002. Atualmente é doutorando em Educação nessa mesma Universidade. Professor dos níveis de ensino Fundamental, Médio e Superior, dirigiu instituições de Ensino Básico e é autor de poesia, ficção e obras didáticas relacionadas à literatura e à língua portuguesa.

OS LIVROS

Poesia na Escola
12 Receitas do Professor Jeosafá -
Ensino Fundamental, Séries Iniciais


168 páginas

Este livro é dedicado aos professores das séries iniciais do Ensino Fundamental que, com muito empenho, se dedicam a transformar o processo de letramento em uma conquista além do domínio mecânico da leitura e da escrita.

O encantamento que a leitura pode propiciar vai depender e muito, do modo como o professor e os alunos se apropriem dos textos, da magia que descubram por trás de símbolos e sinais.

Aqui se trata exclusivamente da poesia, que, entre os gêneros literários, é o que mais sofre com a aguda crise de leitores. E é nesta fase de desenvolvimento cognitivo que o professor poderá atrair as crianças para a sua leitura e fruição.


Poesia na Escola
12 Receitas do Professor Jeosafá -
Ensino Fundamental, Séries Finais


132 páginas

O trabalho com poesia em séries finais do Ensino Fundamental é uma das atividades mais gratificantes para o professor de língua: as possibilidades são muitas, os alunos são receptivos, o repertório linguístico mobilizável pelas práticas escolares já é considerável e o texto poético opera num campo privilegiado do saber: o da criatividade.

Nesse nível de ensino encontramos alunos que são, a rigor, crianças ainda. Porém, fruto de importantes transformações físicas e psicológicas, nos vemos também frequentemente diante de típicos adolescentes. O trabalho com poesia nessa faixa etária e nesse ciclo da educação escolar atende, assim, a necessidades urgentes de alunos pré-adolescentes e adolescentes, aproveitando neles o que nessa faixa ainda não está soterrado por leituras obrigatórias: a criatividade.


Poesia na Escola
12 Receitas do Professor Jeosafá -
Ensino Médio


128 páginas

Este livro foi escrito para o professor que atua no ensino médio: com adolescentes e muitas vezes, com jovens adultos. O tema é a poesia, este gênero mais esquecido do que qualquer outro e que precisa urgentemente ser resgatado pela escola e pelo professor.

A escola muitas vezes joga contra o amor, o prazer e a felicidade. Corações e mais corações de estudantes são empedernidos contra poetas e romancistas pelo fato de serem introduzidos como castigos e preparação para exames. Mas a poesia, na maioria dos casos, nem para exames e castigos é lembrada – e talvez nisso resida um pouco sua sorte.

um lançamento

Biografia em mangá de Michael Jackson


Eternamente Michael - volume 1

Ilustrações: Fabio Shin e Rafael Kirschner

Roteiro: Ledo Vieira e Joice Castilho

Páginas: 232

O livro Eternamente Michael, além de ser a história biográfica do maior ídolo musical, explora o que há de melhor nos mangás, como a exposição dos aspectos humanos do personagem, os sentimentos, sonhos, pesadelos, conflitos internos e fantasias.

O roteiro, assinado por Ledo Vieira, conta a infância de Michael e os seus primeiros sucessos, além de curiosidades inéditas sobre o rei do pop. As ilustrações são de Fabio Shin e Rafael Kirschner, professores de mangá, que fizeram intensas pesquisas procurando ser totalmente fiéis ao figurino e passos de dança.

Há também um glossário com todas as pessoas que participaram da vida de Michael Jackson, e também músicas e poemas traduzidos, escritos por ele. O volume 1 tem 232 páginas e cobre a vida do astro até o lançamento de Thriller. O segundo e último volume está previsto para 2010.




UM LANÇAMENTO



Brasil e Dubai se unem em projeto educacional

Universidade Quantum e o Al Ahli Group CSR de Dubai realizam

a etapa GBO Brasil - Global Business Opportunity

São Paulo, 17 de dezembro de 2009 - Em parceria com o Al Ahli Group CSR de Dubai, a Universidade Quantum realizará a etapa Brasil do projeto GBO – Global Business Opportunity.
Empenhados em preparar jovens empreendedores para que possam construir seus próprios negócios o Grupo Quantum, por meio da Universidade Quantum e o Al Ahli Group trazem para o Brasil o projeto realizado com grande sucesso em várias partes do mundo.
O GBO Brasil consistirá em mesclar equipes formadas por jovens emirates e jovens brasileiros para que ao final da etapa apresentem um business plan completo e exeqüível, podendo ser aproveitado tanto no Brasil como em Dubai.
Entre os dias 14 e 31 de janeiro, as equipes assistirão aulas, palestras e workshops que abordarão temas como empreendedorismo de impacto, perfil de empreendedor, planos de negócios, gerenciamento empresarial e administração corporativa. Também farão passeios por pontos turísticos da cidade de São Paulo. A programação também conta com treinamentos em novos negócios, visitas a empresas brasileiras e programas culturais e sociais.
Estas experiências deverão contribuir para a composição do business plan que concorrerá ao prêmio de vinte mil dólares divididos entre os quatro membros da equipe. Além do prêmio em dinheiro, os vencedores apresentarão o plano em Dubai.
O projeto tem o objetivo de fazer com que os jovens empreendedores tenham a experiência de trabalhar em equipe levando em conta perfis, nacionalidades e culturas diferentes exigindo flexibilidade, disponibilidade, vontade de aprender e muito empreendedorismo.
Os jovens interessados em participar do programa serão submetidos a um processo de seleção e terão que atender obrigatoriamente aos seguintes critérios:

• Ter de 20 a 27 anos
• Ser um estudante universitário ou recém-graduado
• Pretender iniciar o seu próprio negócio
• Ser receptivo a troca de experiências com outras culturas
• Ser capaz de representar seu país
• Ser criativo
• Ter excelente capacidade de comunicação
• Falar inglês fluentemente


A seleção acontecerá nos dias 22 e 23, com entrevista e dinâmicas.
Divulgação da lista de selecionados: dia 29/12
Clique aqui e inscreva-se para a seleção.
Método Quantum e o Emprreendedor Quântico, Empreendedorismo na medida certa!
Na semana dedicada ao autoconhecimento, A Quantum Assessment apresenta o Empreendedor Quântico, pesquisa comportamental científica que identifica as características empreendedoras do sujeito de pesquisa e aponta o melhor caminho para quem pensa em empreender.

• Esse é o profissional inovador que modifica, com sua forma de agir, qualquer área do conhecimento humano

Por definição, empreendedorismo designa os estudos relativos ao empreendedor, seu perfil, suas origens, seu sistema de atividades e seu universo de atuação. Empreendedor é o termo utilizado para qualificar, ou especificar aquele indivíduo que detém uma forma especial e inovadora, de se dedicar às atividades de organização, administração, execução; principalmente na geração de riquezas, na transformação de conhecimentos.

Alice no País das Maravilhas



Alice no País das Maravilhas

de Lewis Carroll


Ilustração: Luiz Zerbini

Tradução: Nicolau Sevcenko

Quarta capa: Ana Maria Machado



Alice no País das Maravilhas, um dos grandes clássicos de todos os tempos ganha edição radical, em versão integral, traduzida pelo historiador e professor da Universidade de Harvard Nicolau Sevcenko (1952-). As ilustrações de Luiz Zerbini (1959-) são um espetáculo à parte. O artista plástico paulista criou cenários feitos de cartas de baralho das quais saltam os personagens, por meio de recortes. As maquetes foram fotografadas com iluminação teatral.

No estilo nonsense que o tornou único, o livro conta a história das aventuras de Alice ao cair numa toca de coelho, que a leva a um lugar povoado por criaturas fantásticas e enigmas.

A edição é complementada por indicações de ensaios sobre Alice, biografia do autor e uma relação de artistas que já se aventuraram pelo País das Maravilhas, além de uma pequena filmografia baseada na obra original.

UM LANÇAMENTO

Código de ética para o jornalismo é aprovado

Confecom: Código de ética para o jornalismo é aprovado, mas causa polêmica



A criação de um código de ética do jornalismo brasileiro foi aprovada, mas causou discussões na plenária final da 1ª Conferência Nacional de Comunicação (Confecom). Parte do setor empresarial se manifestou contra, enquanto a tese era defendida pela Federação Nacional de Jornalistas (Fenaj). A proposta foi aprovada por 59% dos delegados, formados pelos setores civil, empresarial e público.

“Essa proposta é uma ameaça a liberdade de expressão. Isso é um autoritarismo absoluto. Querem criar um órgão executivo de controle, é uma imoralidade, e uma questão legal”, contestou o jornalista Antonio Teles, da TV Bandeirantes, que acompanha os delegados da emissora e da Associação Brasileira de Radiodifusores (Abra). Apesar de discordar do código de ética, Teles reconhece legitimidade em outra proposta, a da criação do Conselho de Comunicação.

Sérgio Murillo de Andrande, presidente da Fenaj, rebateu a crítica. “A proposta não é fazer uma lei, é um código de ética. É estranho que não seja apoiado por mais de 90% dos jornalistas, porque nós sabemos que a maioria dos erros na imprensa são causados pelos interesses das empresas de comunicação”.

Até o final dessa quinta-feira (17/12), quando se encerra o encontro, são debatidas as propostas que não tiveram 80% de aprovação nos Grupos de Trabalho realizados na quarta e terça-feira, além das questões sensíveis, que dividem um mesmo grupo, seja da sociedade civil, empresarial ou do poder público.

As questões mais polêmicas, deixadas para o final da tarde, tratam de regulação publicitária e interferência civil nas empresas de radiodifusão. Propostas como cotas para veículação de conteúdos educativos, regionais, independentes e culturais, e criação de uma agência reguladora da qualidade da programação midiática, já foram rejeitadas, a maioria pela sociedade civil empresarial.

Gestão do Clima Organizacional


Gestão do Clima Organizacional
de Ricardo Luz


Número de Páginas: 160

Uma obra voltada para profissionais do meio empresarial e acadêmico interessados no aperfeiçoamento contínuo das relações de trabalho.


Neste momento de acirrada competição, muitas empresas atravessam processos de fusão, privatização e terceirização, além da drástica redução de seu quadro de pessoal. Diante desse cenário, o que se pode esperar do estado de ânimo das pessoas que trabalham nessas organizações? Insegurança, desconfiança, perda de lealdade, apreensão e insatisfação, são as respostas mais prováveis.

No livro Gestão do Clima Organizacional, Ricardo Luz aborda o tema de forma prática e aponta os passos que as empresas devem seguir para identificar os problemas que afetam as relações de trabalho e prejudicam a produtividade e motivação dos funcionários. Fruto da rica experiência do autor como executivo em grandes corporações, a obra fornece informações relevantes sobre o clima organizacional. Desde como identificá-lo à concepção, aplicação e compilação de dados para diversos tipos de pesquisa, ele realça a importância dessa ferramenta gerencial poderosa, capaz de mensurar os impactos da cultura e das políticas de RH dentro da corporação.

Desse modo, Gestão do Clima Organizacional é um livro que ajudará profissionais do meio empresarial e acadêmico, que visam aperfeiçoar as relações de trabalho, a entender e controlar os variados estímulos aos quais estão submetidos os membros de uma organização, seja ela de médio, grande ou pequeno porte.

Conteúdo:

# O Que é Clima Organizacional?Relações entre Clima e Cultura Organizacionais
# A Quem Compete Avaliar o Clima Organizacional?
# Tipos de Clima Organizacional
# Aspectos Práticos sobre o Clima Organizacional
# Modelo de Questionário de Pesquisa do Clima Organizacional
# O que Algumas Empresas estão Fazendo para Melhorar o Clima Organizacional



O AUTOR
Ricardo Luz é diretor e professor do Curso Superior de Tecnologia em Gestão de Recursos Humanos da Universidade Estácio de Sá. É mestre em Sistemas de Gestão, graduado em Direito e Pedagogia e pós-graduado em Administração de Recursos Humanos, com aperfeiçoamento nesta especialidade na State University of New York. Possui 23 anos de experiência na área executiva empresarial, onde atuou em organizações de renome como Danone Alimentos, Ponto Frio, Hering e Malhas Malwee. Além de possuir vários artigos publicados nos principais jornais e revistas especializadas em RH, é autor dos livros Clima Organizacional; Programas de Estágio e Trainee: como montar e implantar; Desenvolvimento de Chefia e Gestão do Clima Organizacional, editados pela Qualitymark Editora e LTr Editora.

UM RELANÇAMENTO






quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

30 Dias de Noite: Dias Sombrios

30 Dias de Noite: Dias Sombrios
História: Steve Niles

Arte: Ben Templesmith

Formato: 16,5 cm × 24,0 cm
Estrutura: 144 páginas coloridas em papel couchê 90 g/m²
Editora original: IDW Publishing


Quem conhece a obra de Steve Niles sabe que suas histórias não convém serem lidas durante um apagão. Talvez pensando nisso apostou neste relançamento imperdível. (E.C.)

30 DIAS DE NOITE: DIAS SOMBRIOS, a aguardada sequência da arrepiante e original história de vampiros, consegue elevar ainda mais o nível estabelecido anteriormente, consagrando seus autores como os melhores entre os melhores no panteão dos mestres do terro. Em DIAS SOMBRIOS, a ação é transferida da gélida cidadezinha de Barrow, no Alaska, para a “ensolarada” Los Angeles. É neste cenário que Stella Olemaun, após ter sua vida alterada para sempre pelo ataque dos vampiros, dedica-se à erradicação destes e tenta alertar o mundo para a sua existência. Em sua batalha, ela encontrará novos aliados, assim como novos adversários. Ação intensa e suspense de arrepiar fazem deste livro uma leitura obrigatória para os amantes de histórias de terror. Escrita com maestria por Steve Niles e belamente pintada por Ben Templesmith, 30 DIAS DE NOITE: DIAS SOMBRIOS é uma daquelas poucas histórias da nova safra de terror que podemos chamar de originais. “Nesta valiosa contribuição de Niles e Templesmith ao mito do vampiro é impossível determinar quem sairá vivo ou o que acontecerá a seguir. A única coisa que você pode ter certeza é de que não conseguirá deixar de virar a página.” — Eric Red de seu prefácio






Os Autores

Steve Niles nasceu no dia 21 de Junho de 1965 em Nova Jersey, EUA. Ele começou sua carreira nos quadrinhos com a sua própria editora chamada Arcane Comix, onde ele publicou, editou e adaptou diversas antologias para a Eclipse Comics. Suas adaptações incluem obras de Clive Barker, Richard Matheson e Harlan Ellison.
Hoje, Niles é um dos escritores responsáveis por este revival dos quadrinhos de horror e está trabalhando simultaneamente para várias editoras americanas. Pela Image, ele é o co-criador das séries Bad Planet, com o escritor e ator Thomas Jane, e The Cryptics, com o ilustrador Ben Roman.
Cal McDonald, seu personagem caçador de monstros é publicado mensalmente na série Criminal Macabre, pela Dark Horse, onde também tem lançado outras mini-séries. Há diversas edições especiais e mini-séries de 30 Dias de Noite e a série American Freakshow sendo lançadas esporadicamente pela IDW, além de alguns trabalhos para a Marvel e para a DC Comics.
Atualmente, Steve mora sozinho com seu gato numa casa em Los Angeles. Lá existe um closet esquisito que fica sempre trancado. Ninguém imagina o que está escondido lá dentro... mas nós temos uma idéia.


Ben Templesmith é um artista e escritor mais conhecido pelo seu trabalho com histórias em quadrinhos para o mercado americano, onde ele recebeu inúmeras indicações para o Eisner Award, o prêmio mais importante e cobiçado da indústria.
Como artista de quadrinhos, seus trabalhos mais conhecidos são 30 Dias de Noite (agora também nas telas dos cinemas!) e Fell, escrita por Warren Ellis. Entre seus outros projetos estão os criticamente aclamados Wormwood: Gentleman Corpse, Singularity 7 e Hatter M.
Ele também ilustrou quadrinhos e produtos de Star Wars, Army of Darkness, Silent Hill e Buffy: A Caça-Vampiros, além de produzir capas e design para bandas musicais, DVDs, brinquedos e artes conceituais para filmes.
Ben nasceu em 7 de Março de 1978 em Perth, Austrália, onde se formou em Design na Curtin University e mora com sua esposa.

UM LANÇAMENTO




Livro O Escravismo Colonial terá relançamento

A EFPA firmou contrato para relançar O Escravismo Colonial, de Jacob Gorender. A obra, esgotada há anos, foi publicada originalmente pela Editora Ática em 1978, e é um clássico da historiografia brasileira.

Uma contribuição importante aos pesquisadores e militantes sociais sobre a escravidão, e uma justa homenagem a um dos marxistas de maior expressão do século XX.






Suíte Dama da Noite


Suíte Dama da Noite
de Manoela Sawitzki


224 pp.

O LIVRO

Segundo romance de Manoela, Suíte Dama da Noite é radicalmente diverso de sua estreia. Se em Nuvens de Magalhães o que sustentava o conjunto era uma linguagem barroca e suntuosa, aqui a autora se contém, substitui o fluxo e o caudal da obra anterior por uma prosa mais consciente, refletida, concisa, em que, justamente, por mais raros, os momentos poéticos brilham com mais força…

A CRÍTICA

“Júlia Capovilla, protagonista de Manoela, é uma mulher asfixiada pelo projeto amoroso do marido, Klaus. Ele a reduz à posição de personagem. Sente-se presa à felicidade que o marido planeja para ela. Pode até ser felicidade, mas não é sua…”
JOSÉ CASTELLO, 19/09/2009

Confissão e vivência, redemoinho e salvação – este poderia ser o curto resumo de Suíte Dama da Noite. Entre celeste e infernal, esta mulher mente tão profundamente que se crê imune à mentira.
Mas uma corda a ata ao mundo real: um nome: uma palavra: amor.
(...)
Júlia prossegue a hercúlea missão de entender e de combater a vulgaridade dos dias. A mentira é a sua arma aperfeiçoada, certeira, contra o inanimado casamento e o gigantesco vulto do amante.
Pontuada com ritmos externos, a narrativa enfoca sobretudo o plano interno. Até que Júlia, aos poucos, se abre em confissão: “Vi a primeira flor da estação cair de uma paineira: seda rosa deslizando lassa, quase pudica. Árvore por árvore, vi o Outono lentamente despir até o amanhecer.”
(…)
Manoela Sawitzki inscreve assim, na literatura contemporânea brasileira, um poderoso retrato das querenças, relações e contradições humanas, partindo do olho de um oculto furacão chamado Júlia Capovilla.
ONDJAKI, na orelha da edição da Record de Suíte Dama da noite.


Quando terminei de ler Suíte Dama da Noite, ainda podia ouvir o som da minha própria voz a repetir o nome da protagonista: Júlia Capovilla, Júlia Capovilla, Júlia Capovilla. É que Manoela Sawitzki constrói personagens de uma forma rara nos dias de hoje; dá-lhes tanta vida que eles extrapolam o livro e vêm habitar nosso mundo real.
O romance conta a história de uma menina que “não achava graça em brincar de amores que não fossem clandestinos”. Júlia vive num mundo de mentiras, que ela mesma inventa, como forma de dar poesia à vida, de suportar suas dores, que não são poucas: a perda da mãe, o pai que sofreu um derrame, a avó louca. Mas Júlia vai além de inventar: ela acredita em suas próprias mentiras, como o escritor na ficção. E é assim que passa a vida esperando por Leon, o homem que escolheu para si. Mesmo depois de casada com Klaus, mesmo quando Leon se torna seu amante, Júlia nunca deixa de esperar: como se sem a espera o amor não fosse possível.
Nesse seu segundo romance Manoela nos leva a uma viagem de fantasias através de uma prosa impactante, sedutora e segura daquilo que faz.
TATIANA SALEM LEVY, na orelha da edição da Cotovia de Suíte Dama da noite

A AUTORA
Manoela Sawitzki
A jornalista, escritora e dramaturga Manoela Sawitzki tem 31 anos. Em 2002 publicou o seu primeiro romance, "Nuvens de Magalhães". Em 2004 conquistou o terceiro lugar no “Prêmio Funarte de Dramaturgia”, com o seu primeiro texto para teatro, "Calamidade". O mesmo texto foi seleccionado para integrar os ciclos de leituras dramáticas "Tudo é Teatro", realizado no Sesc Copacabana Rio de Janeiro, em 2005, e “Letras em Cena”, no Museu das Artes de São Paulo (MASP), em 2007. Por “Calamidade”, Manoela recebeu o “Prêmio Açorianos de Teatro - 2006 de Melhor Dramaturgia”.
Em Setembro de 2006, o texto “Três Vias” ganhou leitura no projecto “Letras em Cena”, realizado no MASP. Em 2007, outro texto inédito, “Dois Pajens”, foi um dos quatro textos seleccionados nacionalmente para o ciclo de leituras encenadas “Dramaturgia Contemporânea”, do projecto “Dramaturgias”, realizado no Centro Cultural Banco do Brasil, em São Paulo.
Escreveu, em parceria com o roteirista Rodrigo John, o roteiro do longa-metragem “Rita”, cujo argumento elaborado pela dupla recebeu o “Prêmio Santander Cultural” para “Projectos de Longa Metragem de 2005”. Numa parceria com outro roteirista, em 2007, adaptou contos para um especial de teledramaturgia.
Manoela Sawitzki colabora com as revistas Aplauso e Bravo!, cobrindo especialmente as áreas de teatro e literatura.
“Suíte Dama da Noite” é a sua primeira obra publicada em Portugal.

Um lançamento da




Confecom aprova proposta de diploma para o exercício do jornalismo

Os delegados da Conferência Nacional de Comunicação (Confecom), formada pela sociedade civil, empresarial e pelo poder público, aprovaram, em plenária final, a exigência de graduação específica e regulamentação da profissão de jornalista. A proposta, que seguirá para o Congresso, foi apresentada nesta quarta-feira (16/12).

O resultado foi comemorado pela maioria dos delegados, que aclamaram a decisão e repetiam frases a favor do diploma, obrigatoriedade derrubada em junho deste ano pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Além dessa proposta, em uma outra sugestão, a Confecom exige a regulamentação de outras profissões, como a de radialista e outros profissionais de mídia.

Os delegados também aprovaram a criação do Conselho Nacional de Comunicação, com representantes dos setores civil, empresarial e público. Entre outras ideias, a Conferência destacou pontos como mais rigor nas concessões, estímulo às mídias livres, inclusão digital, rádios comunitárias, melhor distribuição das verbas publicitárias públicas, entre outros.

Ate amanhã, todas as propostas aprovadas estarão definidas para avaliação do Congresso Nacional, outras seguem diretamente para o Executivo.