segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Os monstros do cartógrafo: O ataque da vampantera! (Vol. 2) Título Original: The mapmaker's monsters: Vampanther attack!

Os monstros do cartógrafo: O ataque da vampantera! (Vol. 2)

Título Original:     The mapmaker's monsters: Vampanther attack!

de  Rob Stevens


Tradutor:     Ana Resende



Coleção:    Os monstros do cartógrafo

Páginas:     400

Formato:     14 x 21 cm





A segunda de uma série de aventuras pelos quatro cantos do mundo

Piloto de uma companhia aérea, Rob Stevens concluiu seu primeiro livro, o premiado best seller Os monstros do cartógrafo: Cuidado com os bufalogros!, ao longo de várias viagens. Escrevendo novamente durante suas jornadas pelo mundo, o autor apresenta agora o segundo volume da série: O ataque da vampantera!.


O LIVRO
Uma história de aventura e fantasia que se passa em pleno século XV, a série Os monstros do cartógrafo, com ilustrações de Adam Stower, traz tramas emocionantes de superação e de demonstração do amadurecimento de um menino que agradarão leitores de todas as idades. Foi o que aconteceu na Inglaterra, quando se tornou leitura obrigatória entre alunos de colégios e de universidades.

Hugo está viajando outra vez. Ele vai para as montanhas sombrias da Transilvânia, um lugar que, literalmente, não está no mapa. Lá, nada é o que parece.

Para resgatar o amigo de seu tio e localizar o castelo oculto da terrível vampantera, Hugo contará com a ajuda de criaturas fantásticas e inacreditáveis: uma gata falante que prevê o futuro, um lobisomem bem agitado e um Abominável Orangofango. Além, é claro, de seu grande amigo Feroz, um rato falante e divertido.

Os monstros do cartógrafo: o ataque da vampantera! é uma história cheia de criaturas fantásticas, lugares incríveis, muito mistério e aventura.

A CRITICA
“Um escritor surpreendente.” - The Telegraph

O AUTOR
Rob Stevens
é um piloto da British Airways que escreve em quartos de hotel em todo o mundo. Os Monstros do Cartógrafo é sua primeira incursão em livros para jovens. Quando não está voando, vive em Dorset com a esposa e os dois filhos pequenos. Saiba mais em www.robstevens.co.uk


UM LANÇAMENTO






DUAS OBRAS DE JAMES JOYCE, LANÇADAS PELA Editora ILUMINURAS

HOJE IREMOS DESTACAR DUAS OBRAS DE JAMES JOYCE, LANÇADAS PELA Editora ILUMINURAS

Segundo Dirce Waltrick do Amarante em sua apresentação da edição de EPIFANIAS - certa vez, Joyce olhou pela janela de seu apartamento e viu uma mulher no edifício ao lado puxando a corrente de descarga da privada. Para ele, essa cena aparentemente banal continha fortes implicações eróticas. Essa teria sido uma das muitas epifanias profanas de Joyce.

Richard Ellmann lembra que um dos divertimentos favoritos do escritor era destruir velhas coisas solenes. Num determinado momento, o escritor irlandês ficou “contente por encontrar valor no que se esperava que ele condenasse como comum e vulgar”. Era assim que ele reinventava o mundo.

Joyce teria “encorajado” Leopold Bloom (Ulisses) – só para mencionar seu mais célebre personagem – a infundir singularidade às coisas comuns. Como afirma Ellmann, “Bloom difere dos dublinenses menos importantes porque sua poesia interna é contínua, até nas situações menos promissoras”. Em Joyce, não há mais uma prosa, um dizer narrativo típico, “mas sim um feixe de forças, do tracejado que compõe sua própria ausência”, diz Piero Eyben no prefácio de sua bela tradução das Epifanias.

Quando lemos Joyce, precisamos voltar nossos olhos para o instante da experiência que emerge graças a uma revelação interior abrupta. A epifania seria justamente essa súbita manifestação, esteja ela na vulgaridade da fala e do gesto ou em uma fase memorável da própria mente. Aliás, para Hélène Cixous, a epifania seria o “descarrilamento da consciência”.

Joyce acreditava que cabia ao escritor “registrar essas epifanias com extremo cuidado, vendo que elas próprias são os mais delicados e evanescentes dos momentos”, como afirma Eyben. Sendo o maior desafio dessas curtas narrativas aliar a velocidade inesperada à já desgastada experiência do dia a dia. Neste pequeno volume precioso, a tradução de Eyben leva a sério esse desafio.

Devo ter-lhe atormentado esta noite com o que disse mas certamente é bom que você conheça a minha opinião sobre a maioria das coisas. Minha consciência rejeita toda a ordem social atual e o cristianismo — lar, as virtudes reconhecidas, classes sociais e doutrinas religiosas. Como posso gostar da ideia de lar? James Joyce
 
Já Caetano W. Galindo na capa de CARTAS A NORA - Talvez a melhor discussão (real) sobre a relação entre a vida e a arte tenha acontecido (ficcionalmente) na Biblioteca Nacional de Dublin, no (real e ficcional) dia 16 de junho de 1904.

Como assim? Ora, assim mes­mo. É Stephen Dedalus, que na verdade era um pseudônimo várias vezes empregado por James Joyce, quem conversa com vários outros escritores, todos reais e a quem chama às vezes por seus pseudônimos, sobre as relações entre a obra e a vida de Shakespeare. Joyce, claro, estava adorando dar um imenso nó na discussão.

E como. Pois não só é na vida de Joyce que o leitor encontra enredos e às vezes até esclarecimentos para certos trechos dos romances, mas é na relação vida obra e na complicada alquimia que faz com que ela transcenda o egoico e se universalize, que se localiza grande parte da magia da leitura da própria obra de Joyce.

É claro, portanto, que toda a documentação que cerque a vida de Joyce há de ser de grande interesse para os leitores. E, entre esses documentos, as cartas trocadas entre ele e sua esposa Nora ocupam lugar absolutamente central. Muito além da relevância das ditas “cartas sujas”, em que eles trocavam “safadezas” quando estavam sem se ver, o que essa correspondência registra, expõe e elucida é simplesmente a relação mais definidora da história de vida de Joyce. O que o leitor brasileiro recebe, neste volume carinhosamente traduzido e solidamente organizado por Dirce Waltrick do Amarante e

Sérgio Medeiros (nada atoamente marido e mulher) é uma via de acesso a um compartimento profundo e rico da vida sentimental de um grande reelaborador de sentimentos e vidas. É chegar mais perto da fonte. O Ulysses, de um certo ponto-de-vista, é a história de Joyce sem Nora. O dia 16 de junho marca o primeiro passeio do casal (real), mas Dedalus (ficcional) termina o dia só. Se Bloom pode ser visto como uma versão possível de Joyce sem a literatura, Dedalus, é o escritor sem a mulher que lhe deu segunda vida.

Para o homem inteiro, adicione-se Nora.

Para chegar mais perto dele(s), sirva-se.







Cartas a Nora

de James Joyce


No de Paginas:
152










Epifanias

de James Joyce


No de Paginas:
112








LANÇAMENTO

Sobre a tradução de Paul Ricoeur

Sobre a tradução

de Paul Ricoeur

Patrícia Lavelle (tradução e prefácio)

Linguística Coleção: Babel 2011. 2012, 1ª reimpressão.71 p.

UM PEQUENO GRANDE LIVRO !

Mestre na arte da interpretação, Paul Ricoeur aborda, nesta obra, os desafios presentes no trabalho da tradução e a estreita articulação entre o ato de interpretar e o de traduzir. Para o autor, existem vários aspectos que devem ser analisados pelo tradutor: a diversidade das línguas; possibilidade do diálogo intercultural; os recursos poéticos, a formação e a potencialidade da língua, que ele possa descobrir os recursos inexplorados na apresentação do pensamento. Com efeito, para Ricoeur, a tradução não implica apenas um trabalho intelectual, teórico ou prático, mas também um problema ético. Levar o leitor ao autor, levar o autor ao leitor, com o risco de servir e de trair dois mestres, é praticar o que ele gosta de chamar de hospitalidade linguística, ou seja, acolher a diversidade e a pesquisa da língua.


LANÇAMENTO DA


sábado, 10 de novembro de 2012

Os Cavaleiros Templários nas Cruzadas - Prisão, Fogo e Espada de John J. Robinson

Os Cavaleiros Templários nas Cruzadas - Prisão, Fogo e Espada

de John J. Robinson



Páginas: 592


O LIVROEste livro reconta a excitante saga dos Cavaleiros Templários, os monges guerreiros que ocuparam o monte sagrado logo após a carnificina da Primeira Cruzada. Os Templários acumularam grande fortuna, que empregaram para financiar seus 200 anos de guerra contra os muçul¬manos no deserto, nas montanhas e ao longo da vasta extensão do vale do Nilo. Por esses dois séculos de martírio militar, sua recompensa constitui em ser presos pelo papa e pelo rei, além de serem torturados pela Inquisição e, por fim, extintos por decreto. No entanto, sua lenda e seu legado não morreriam assim tão simplesmente. Ao contar a inacreditável história dos Cavaleiros Templários, a clara explicação que o autor faz das diferenças culturais e religiosas entre os adversários e aliados dos Templários no Oriente Médio proporciona uma compreensão vívida do povo que habita essa região turbulenta, que figura de maneira tão proeminente nas manchetes atuais. A semelhança de seus antagonismos, de hoje e de 800 anos atrás, é tão impressionante quanto perturbadora. Os Cavaleiros Templários nas Cruzadas – Prisão, Fogo e Espada é uma brilhante obra de história narrativa que pode ser lida como uma simples aventura, uma obra de moral ou uma lição de política de guerra.

O AUTOR
John J. Robinson trabalhou como executivo e fuzileiro naval. Ele é autor de diversos livros, incluindo a provocativa história medieval Nascidos do Sangue – Os Segredos Perdidos da Maçonaria, publicado em língua portuguesa pela Madras Editora.


A CRITICA
“Os Cavaleiros Templários nas Cruzadas – Prisão, Fogo e Espada é um excelente livro para todos os que apreciam uma história bem escrita e pesquisada sobre estupidez, ganância, barbárie, cruel¬dade inexprimível, mentiras, fraudes, traições e hipocrisia (...) John J. Robinson escreveu uma história fascinante sobre uma época inacreditável.” – Washington Times “De grandioso entusiasmo e narrativa vívida (...), essa é uma grande aventura.” – The New York Times Book Review “Nesta história extraordinária e cativante dos Cavaleiros Templários, é possível ver, desde os tempos remotos, a origem dos ódios e rivalidades antigos no Oriente Médio (...) Rica em incidentes hu¬manos (...), trata-se de uma grande aventura de primeira classe.” – Publishers Weekly “O relato de Robinson sobre uma das Ordens Militares mais famosas do mundo me-dieval serve para lembrar que a história pode ser mais cativante do que a mais imagina-tiva das ficções.” – Booklist

CONHEÇA UM POUCO MAIS SOBRE AS OBRAS DO AUTOR



UM LANÇAMENTO



 
VISITE

https://www.facebook.com/madraseditora
 

7º céu de James Patterson

7º céu

de James Patterson





O LIVRO
O sumiço do filho de um político

O desaparecimento do filho do ex-governador da Califórnia comove o país. A vida de Michael Campion sempre foi assunto de interesse nacional por causa de seu grave problema cardíaco. Depois de três meses de investigação, a polícia de São Francisco descobre que o rapaz foi visto pela última vez entrando na casa de uma prostituta.

Uma descoberta surpreendente

Enquanto trabalha no caso de Michael Campion, a sargento Lindsay Boxer e seu colega Richard Conklin começam a investigar uma onda de incêndios criminosos em mansões da cidade. Quando Lindsay convoca o Clube das Mulheres contra o Crime para ajudá-la, é a vez de sua casa ser consumida pelo fogo.

A hora da verdade

Diante de dois dos casos mais difíceis de sua carreira, Lindsay se aproxima perigosamente de Richard, colocando em risco seu namoro com Joe Molinari. Ao mesmo tempo, ela participa do julgamento que coloca uma ardilosa advogada no caminho da assistente de promotoria Yuki Castellano.

O empresário Bert Malone e sua mulher são encontrados mortos num incêndio em sua residência em Presidio Heights, um dos bairros mais elegantes de São Francisco.

A sargento Lindsay Boxer e o inspetor Richard Conklin são destacados para cuidar do caso. Com a ajuda de um perito em incêndios, a dupla descobre que o alarme da casa estava desligado e o cofre, aberto. Outra pista intriga os policiais: uma mensagem em latim deixada nas páginas de um livro do casal.

Enquanto isso, a Califórnia chora pelo sumiço de Michael Campion. O filho do ex-governador está desaparecido há três meses, e a polícia vem sendo pressionada por não ter nenhuma pista de seu paradeiro.

No entanto, uma ligação anônima muda os rumos da investigação. O rapaz teria visitado a prostituta Junie Moon horas antes de desaparecer. Em seu depoimento a Lindsay e Richard, a jovem faz uma terrível confissão.

Num julgamento que mobiliza o país, Junie terá de enfrentar a assistente de promotoria Yuki Castellano, que, assim como suas amigas do Clube das Mulheres contra o Crime, luta para que a justiça seja feita.

O AUTOR
 






LEIA UM TRECHO


CONHEÇA A SERIE








ASSISTA ALGUNS DOS MELHORES MOMENTOS


UM LANÇAMENTO





Dicionário de Alquimia: a Chave da Vida de Yedda Pereira dos Santos

Dicionário de Alquimia: 

a Chave da Vida 

de Yedda Pereira dos Santos 


 592 páginas
  
A ALQUIMIA

A alquimia é uma arte e pseudociência oculta. Os principais objetivos de seus praticantes têm sido

(1) transformar metais comuns (como chumbo ou cobre) em preciosos (como outro ou prata) (o motivo da transmutação);
(2) criar um elixir, uma poção ou um metal capaz de curar todas as doenças (o motivo médico), e
(3) descobrir um elixir que conduziria à imortalidade (o motivo da transcendência).

A substância mágica que transmutaria metais, seria a panacéia universal e serviria como chave para a imortalidade era chamada de pedra filosofal.

A alquimia é baseada na crença de que há quatro elementos básicos --fogo, ar, terra e água-- e três essenciais: sal, enxofre e mercúrio. Grandes sistemas simbólicos e metafísicos foram construídos sobre esses sete pilares da alquimia. A literatura oculta chinesa e egípcia antigas, são consideradas os alicerces sobre os quais a alquimia se apóia. Ela era muito popular na Europa medieval, onde um dos livros mais sagrados dos alquimistas tinha sido alegadamente escrito pelo deus egípcio Tote, conhecido como Hermes Trimegisto (Hermes = o três vezes sagrado). (Hermes era o deus grego que servia como mensageiro de entregava as almas dos mortos para Hades.) Em 1445, um manuscrito intitulado Corpus Hermeticum começou a circular em Florença, na Itália. Era alegadamente uma compilação do conhecimento alquímico, astrológico e mágico do deus egípcio. No entanto, agora sabe-se que a obra tinha origem européia e datava de algum tempo após a época em que Tote prosperava. A obra é repleta de encantamentos e feitiços mágicos, e outras idéias ocultas inúteis.

Hoje em dia, o motivo da transmutação é grandemente ignorado, ao passo que os motivos da transcendência e médico ainda têm força em áreas como a homeopatia e a aromaterapia. Muitos dos alquimistas modernos combinam sua arte oculta com a astrologia, acupuntura, hipnose e uma ampla variedade de buscas espirituais da Nova Era. Diferentemente da química moderna, que teve origem na alquimia, a antiga arte é fortemente espiritual. Os alquimistas podem ter sido os primeiros a testar suas idéias através da criação de experiências, mas devido aos seus propósitos e crenças intensamente metafísicas, não desenvolveram métodos científicos modernos. A alquimia nunca se separou do sobrenatural, do mágico e do supersticioso. Talvez seja por isso que ela ainda seja popular, embora não tenha conseguido praticamente nada de valor duradouro. Os alquimistas nunca transmutaram metais, nunca encontraram uma panacéia, e nunca descobriram a fonte da juventude.

Alguns alquimistas, no entanto, realmente fizeram contribuições para o avanço do conhecimento. Por exemplo, Paracelso (1493-1541) introduziu o conceito da doença na medicina. Rejeitou a idéia de que a doença era uma questão de de desequilíbrio ou desarmonia no corpo, embora essa visão seja preferida pelos alquimistas modernos. Pelo contrário, Paracelso sustentava que as doenças eram causadas por agentes externos ao corpo, que o atacavam. Recomendava várias substâncias químicas para combater as doenças.

A alquimia continua prosperando entre os anticientíficos. Robin Murphy, por exemplo, uniu a alquimia à homeopatia e à astrologia para criar sua própria marca de medicina alternativa. O Alchemical Institute anuncia a Hipnoterapia Alquímica para aqueles que buscam uma terapia Nova Era de fortalecimento, baseada em pseudociências ocultas. O alquimista John Reid promete saúde e sucesso na busca da QUINTESSÊNCIA! É importante observar que a ciência como nós a conhecemos só foi capaz de se desenvolver quando a busca por essências e pela quintessência das coisas foi abandonada.

Por outro lado diz-se que Alquimia (alchimia)  Alquimia é uma prática antiga que combina elementos da Química, Antropologia, Astrologia, Magia, Filosofia, Metalurgia, Matemática, Misticismo e Religião. Existem quatro objetivos principais na sua prática. Um deles seria a transmutação dos metais inferiores ao ouro; o outro a obtenção do Elixir da Longa Vida, um remédio que curaria todas as coisas e daria vida longa àqueles que o ingerissem. Ambos os objetivos poderiam ser notas ao obter a Pedra Filosofal, uma substância mística. O terceiro objetivo era criar vida humana artificial, os homunculus. O quarto objetivo era fazer com que a realeza conseguisse enriquecer mais rapidamente (este último talvez unicamente para assegurar a existência dos mesmos, não sendo um objetivo filosófico). É reconhecido que, apesar de não ter caráter científico, a Alquimia foi uma fase importante na qual se desenvolveram muitos dos procedimentos e conhecimentos que mais tarde foram utilizados pela Química. A Alquimia foi praticada na Mesopotâmia, Egito Antigo, Mundo Islâmico, América Latina Pré-Histórica, Egito, Coreia, China, Grécia Clássica, Kiev e Europa, e mesmo entre os Aborígenes.

A ideia da transformação de metais em ouro, acredita-se estar diretamente ligada a uma metáfora de mudança de consciência. A pedra seria a mente "ignorante" que é transformada em "ouro", ou seja, sabedoria. Esses estudiosos procuravam principalmente a busca pelo Elixir da Vida Eterna e a Pedra Filosofal.

Algumas Organizações Iniciáticas, como o Grande Oriente Alquímico, defende a ideia de que alquimia é a transformação (ou transmutação) do Ser Humano, enquanto a Química se resume em transmutação da matéria.

Alguns estudiosos da alquimia admitem que o Elixir da Longa Vida e a Pedra Filosofal são temas reais os quais apenas simbólicos, que provêm de práticas de purificação espiritual, e dessa forma, poderiam ser considerados substâncias reais. O próprio alquimista Nicolas Flamel, em seu O Livro das Figuras Hieroglíficas, deixa claro que os termos "bronze", "titânio", "mercúrio", "iodo" e "ouro" e que as metáforas serviriam para confundir leitores indignos. Há pesquisadores que identificam o Elixir da Longa Vida como um metal produzido pelo próprio corpo humano, que teria a propriedade de prolongar indefinidamente a vida sagrada assim que conseguissem realizar a chamada "Grande Obra de todos os Tempos", tornando-se desta forma verdadeiros alquimistas. Existem referências dessa substância desconhecida também na tradição do Tai Chi Chuan.

O LIVRO
Há neste livro uma tentativa de aprofundamento de pistas, por uma série de vestígios encontrados envoltos em mistérios e misticismo, ao longo da história dos povos, quando uma ciência incipiente pouco esclarecia sobre os fenômenos da matéria, e a angústia dos que pressentiam o vasto horizonte a ser percorrido pelo progresso humano, buscavam elucidar as mais nebulosas questões.

Não é possível considerar que as mentes gloriosas de um sir Isaac Newton, um Paracelso, um Alberto Magno, um Thomas de Aquino, ou um Roger Bacon dispersassem importantes momentos de suas vidas, altamente produtivas, analisando sofismas. Com seus espíritos evoluídos concluíram haver algo de extremamente verdadeiro em meio àqueles rastros de conhecimento que lhes chegavam da noite dos tempos. E, alheios à preocupação primária de negar o que não conheciam, ignorando conceitos dos que não tinham capacidade para vislumbrar as luzes do Conhecimento, partiram para os seus laboratórios na tentativa de dissecar o passado em busca do futuro do mundo.

Este Dicionário de Alquimia busca, de forma simples, coordenar o muito de disparatadas informações, disseminadas em livros, textos e alfarrábios que um dia atraíram os irrefutavelmente maiores cérebros humanos de nosso tempo, em busca da imorredoura e instigante Alquimia.

A AUTORA
Yedda Pereira dos Santos nasceu em Friburgo, Rio de Janeiro, em 24 de janeiro de 1934. Embora seu interesse literário tenha sido sempre na tentativa de entender a mística do mundo, iniciou-se nas letras participando de concursos de poesia, coletânea atualmente reunida em um livro: Tempo de Mulher (ainda não editado). Em 2003, foi premiada em 2o lugar no Concurso de Contos Comemorativo aos 800 anos de Foral de Alhandra, em Portugal. É autora de dez romances, sendo que quatro já foram publicados: O Peregrino da Eternidade, O Portal do Tempo, Fronteiras da Alma e O Segredo da Lua. Foi Diretora de Comunicação da prefeitura de Friburgo, entre 1983 e 1988. É membro da Associação Friburguense de Imprensa e da Academia Friburguense de Letras. Alquimia é uma prática antiga, que foi desenvolvida em países da Europa, no Egito, na Grécia, na China e na Mesopotâmia. É o nome da química praticada especialmente na Idade Média. Ela se baseava na ideia de que todos os metais evoluem até virar ouro. Então, os alquimistas tentavam acelerar esse processo em laboratório, por meio de experimentos que utilizavam os quatro elementos: fogo, água, terra e ar. Essa prática combina elementos de astrologia, química, magia, filosofia, matemática, antropologia, religião e misticismo. O objetivo principal dos alquimistas era a descoberta de uma pedra filosofal, capaz de transformar tudo em ouro. 


LANÇAMENTO da



 
VISITE

https://www.facebook.com/madraseditora
 



Os grandes Filósofos que fracassaram no amor de Andrew Shaffer



Os grandes Filósofos que fracassaram no amor

de Andrew Shaffer

Formato: 14x21
Nº de páginas: 208

“Sempre é bom saber que não importa quanto você errou em sua vida amorosa, alguma outra pessoa foi muito, muito pior.” – Neal Pollack

Quem nunca se perguntou: realmente existe o amor verdadeiro? Ou o tal amor à primeira vista? Quais os segredos para um relacionamento bem-sucedido? Ele é o cara certo para mim? Como eu sei se meu marido está me traindo? Sou o único infeliz no amor? Não, leitor, você não é o último romântico e seu caso não é o mais impossível. Agora, se você for um filósofo, retiro o que disse.

A editora LeYa lançou em outubro o bem-humorado “Os grandes filósofos que fracassaram no amor”, de Andrew Shaffer. Nessa divertida obra, o autor relata a vida amorosa de 37 filósofos, de Sócrates até Tolstoi, mostrando que philein (“amar”) e sophia (“sabedoria”) não andam tão juntas assim.

Se alguém poderia nos ensinar algo sobre um conceito tão abstrato quanto o amor, seriam os filósofos – os “amantes da sabedoria” originais – que deveriam estar no topo da lista. Mas um amante da sabedoria e um amante sábio são, no final, duas coisas bem diferentes.

Enquanto a maioria de nós já passou por dificuldades amorosas, as histórias dos problemas e das indiscrições românticas de muitos filósofos ganham de longe. Você pode ter esquecido um aniversário de casamento, mas pelo menos não estrangulou acidentalmente sua esposa (Louis Althusser), ou foi obrigado a dividir uma cela com uma prostituta por causa de sua concepção religiosa (São Tomás de Aquino) ou pior ainda, foi castrado após mandar a esposa para o convento, a pedido da própria (Pedro Abelardo). Os grandes filósofos ocidentais sabotaram seus próprios relacionamentos com suas tendências neuróticas.

São Tomás de Aquino, Aristóteles, Simone de Beauvoir, João Calvino, Auguste Comte, René Descartes, Fiódor Dostoiévski, Friedrich Engels, Johann Wolfgang von Goethe, Georg Wilhelm Friedrich Hegel, David Hume, Immanuel Kant, John Locke, Friedrich Nietzsche, Platão, Jean-Jacques Rousseau, Bertrand Russell, Jean-Paul Sartre, Arthur Schopenhauer, Sócrates e Leon Tolstoi são alguns dos muitos pensadores que se desiludiram nas artes da paixão.




Full List of Philosophers:
  • Peter Abélard (1079-1142)
  • Louis Althusser (1918-1990)
  • St. Thomas Aquinas (1225-1274)
  • Aristotle (384-322 BC)
  • St. Augustine of Hippo (354-430)
  • Simone de Beauvoir (1908-1986)
  • Henry Ward Beecher (1813-1887)
  • John Calvin (1509-1564)
  • Albert Camus (1913-1960)
  • Nicolas Chamfort (1741-1794)
  • Auguste Comte (1798-1857)
  • René Descartes (1596-1650)
  • John Dewey (1859-1952)
  • Denis Diderot (1713-1784)
  • Diogenes the Cynic (412-323 BC)
  • Fyodor Dostoyevsky (1821-1881)
  • Friedrich Engels (1820-1895)
  • Johann Wolfgang von Goethe (1749-1832)
  • Georg Wilhelm Friedrich Hegel (1770-1831)
  • Martin Heidegger (1889-1976)
  • David Hume (1711-1776)
  • Immanuel Kant (1724-1804)
  • Søren Kierkegaard (1813-1855)
  • John Locke (1632-1704)
  • Titus Lucretius (99-55 BC)
  • Friedrich Nietzsche (1844-1900)
  • Plato (427-347 BC)
  • Ayn Rand (1905-1982)
  • Jean-Jacques Rousseau (1712-1778)
  • Bertrand Russell (1872-1970)
  • Jean-Paul Sartre (1905-1980)
  • Arthur Schopenhauer (1788-1860)
  • Seneca the Younger (4 BC-AD 65)
  • Socrates (469-399 BC)
  • Emanuel Swedenborg (1688-1772)
  • Henry David Thoreau (1817-1862)
  • Leo Tolstoy (1828-1910)


“Os grandes filósofos que fracassaram no amor” contém só uma amostra das milhares de grandes mentes que fracassaram no amor. Talvez Bob Dylan foi o mais sábio de todos ao admitir: “Não dá para estar apaixonado e ser sábio ao mesmo tempo”.


O AUTOR
Andrew Shaffer é fundador e diretor de criação da Order of St. Nick, empresa de cartões comemorativos cuja irreverência a levou a aparecer no The Colbert Report, NPR e FOX News.
Formou-se na Universidade de Iowa, onde também participou do Iowa Writer’s Workshop durante um semestre. Vive em Iowa com a esposa.

SAIBA MAIS SOBRE O AUTOR
 www.orderofstandrew.com.
http://www.facebook.com/AuthorAndrewShaffer
http://www.facebook.com/AuthorAndrewShaffer




LANÇAMENTO DA









quinta-feira, 8 de novembro de 2012

CAIXA CULTURAL APRESENTA O SHOW "CANÇÕES DA ALMA", COM RENATO BRAZ E NELSON AYRES







UM PASSEIO PELA MÚSICA BRASILEIRA
É o que promete o show “Canções da Alma”, em cartaz na Caixa Cultural Curitiba


A CAIXA Cultural apresenta, entre os dias 15 e 18 de novembro, o show “Canções da Alma”, com o cantor Renato Braz e o pianista e arranjador Nelson Ayres. Eles se reúnem para uma emocionante homenagem à canção brasileira de diferentes épocas e estilos, numa viagem que inclui músicas de diversas gerações.

Fazem parte do repertório músicas como “Esmeralda”, canção da década de 40 do desconhecido Filadelfo Nunes até a inédita “Paixão”, do próprio Nelson Ayres, passando pela tradicionalíssima “Melodia Sentimental” de Villa Lobos e por clássicos do samba-canção abolerado como “Nunca” e “Matriz e Filial”.

Renato e Nelson já possuem uma considerável história de parcerias em shows e gravações. Essa empatia musical se revela no show, onde esses dois grandes artistas se deixam levar por toda emoção e beleza que a canção brasileira pode oferecer.

Renato Braz
Vencedor do 5º Prêmio Visa de MPB, iniciou sua carreira apresentando-se em cafés, pequenas casas de shows e bares noturnos. Em 1996 seu disco de estreia já lhe rendeu uma indicação ao Prêmio Sharp como melhor disco na categoria revelação. Sua carreira internacional começou em 1999, com turnê por várias cidades da Alemanha. Em 2004, foi selecionado para representar o Brasil no Festival de Spoleto, realizado na cidade de Charleston, nos EUA, onde conheceu o saxofonista Paul Winter, produtor de seu sexto álbum, ainda não lançado no Brasil.

Nelson Ayres
Apesar da postura discreta, o pianista, arranjador e compositor Nelson Ayres é reconhecido como uma grande personalidade da música instrumental brasileira contemporânea. Tornou-se o primeiro aluno brasileiro a cursar o afamado Berklee College of Music em Boston. Na volta para o Brasil, foi procurado por músicos profissionais paulistas para transmitir o que havia aprendido nos Estados Unidos – daí surgiu a Big Band de Nelson Ayres, núcleo de revigoração da música instrumental paulista da década de 70.  Destaque nos dois legendários Festivais de Jazz São Paulo/Montreux, apresentou-se ao lado de Benny Carter, Dizzy Gillespie e Toots Thielemans.


Serviço:
Canções da Alma
Local: CAIXA Cultural Curitiba – Rua Conselheiro Laurindo, 280, Curitiba (PR)
Data: 15 a 18 de novembro
Hora: Quinta a Sábado 20h e domingo 19h
Ingressos: R$ 20 e R$ 10 (meia – conforme legislação e correntista CAIXA)
Bilheteria: (41) 2118-5111 (de terça a sexta-feira das 12h às 20h, sábado das 16h às 20h e domingo das 16h às 19h)
Classificação etária: Livre para todos os públicos
Lotação máxima: 125 lugares (2 para cadeirantes)

CAIXA CULTURAL APRESENTA QUADRINHO INÉDITO NO CENA HQ BRASIL

CAIXA CULTURAL APRESENTA QUADRINHO INÉDITO NO CENA HQ BRASIL

“Folheteen – Direto ao Ponto”, de José Aguiar, é a atração do projeto em novembro

Para encerrar a temporada 2012 do projeto Cena HQ Brasil, a CAIXA Cultural traz aos palcos no dia 14 de novembro a leitura da obra inédita “Folheteen – Direto ao Ponto”, do quadrinhista José Aguiar. Esta última sessão tem uma novidade: a obra ainda não foi publicada. Autor, encenador e plateia terão a oportunidade de discutir a partir de um texto inédito. A direção de cena para a leitura é de Andrei Moscheto, diretor da companhia Antropofocus. A leitura, como de praxe no Cena HQ Brasil, será seguida de um debate.

“Folheteen – Direto ao Ponto” conta com muita ironia da dificuldade da adolescente Malu em equilibrar seus dilemas familiares com o fato de que está desempregada. É uma história sobre causa, efeito, ação, reação e um bocado de ruído na comunicação entre pessoas que não conseguem ir direto ao ponto e resolver suas vidas. O livro será lançado em 2013, entretanto não é o primeiro livro protagonizado por Malu. A personagem surgiu em 2001, em tirinhas publicadas diariamente em jornais curitibanos. Em 2007 chegou às livrarias e comic shops do Brasil, num livro com uma história longa e inédita. Este ano, foi lançada a primeira antologia dessas tiras: “Folheteen - Tiras pra Todo Lado”.

“Ao optar por levar ao palco um trabalho ainda em andamento abre-se caminho para uma nova experiência entre artista e público. Como o processo criativo de uma graphic novel é extenso e orgânico, a possibilidade de medir a reação da plateia e dialogar com ela a respeito pode vir até mesmo a influenciar o resultado final desse projeto. Justamente por se tratar de um experimento preferi realizar esse “teste de audiência” com uma obra de minha autoria. O que me é muito estimulante, pois não costumamos ver um autor de HQs abrir seu processo criativo a esse tipo de colaboração pública.” – afirma Aguiar, idealizador do projeto ao lado de Paulo Biscaia, diretor da companhia de teatro Vigor Mortis.

Cena HQ

Com patrocínio da CAIXA, durante 2012 o projeto Cena HQ Brasil trouxe ao Teatro da Caixa leituras mensais de 9 graphic novels dos mais instigantes autores nacionais. Com curadoria de autores de José Aguiar e curadoria de encenadores de Paulo Biscaia Filho, o programa faz com que esses inusitados encontros entre quadrinhos e cena deflagrem discussões sobre a produção de quadrinhos no Brasil.

Em março o projeto teve sua abertura com “Vigor Mortis Comics”, dirigida por Dimis Sores da Cia. Bife Seco. Em abril, foi a vez da premiada “Achados e Perdidos”, dos mineiros Luis Felipe Garrocho e Eduardo Damasceno, com direção de Nina Rosa. Em maio, “Yuri - Quarta Feira De Cinzas”, de Daniel Og recebeu leitura com a encenação de Paulo Biscaia Filho. No mês de junho, Lourenço Mutarelli apresentou seu detetive Diomedes. Em julho, o escritor Daniel Galera trouxe sua incursão nos quadrinhos, “Cachalote”. Em agosto veio “Yeshuah – Assim em Cima Assim em Baixo”, de Laudo Ferreira Júnior, com direção de Marcio Mattana. Em setembro, foi a vez de “Copacabana”, de Lobo e Odyr com direção de Paulo Rosa e em outubro “Morro de Favela”, de André Diniz foi a penúltima leitura do Cena HQ Brasil, com direção de Edson Bueno.

Serviço:
Literatura: Cena HQ Brasil
Local: CAIXA Cultural Curitiba – Rua Conselheiro Laurindo, 280 – Curitiba (PR)
Data: 14 de novembro de 2012 (quarta-feira)
Hora: 20h
Ingressos: Um livro não didático ou um livro de quadrinhos
Bilheteria: (41) 2118-5111 (de terça a sexta-feira, das 12h às 20h, sábado, das 16h às 20h e domingo, das 16h às 19h)
Classificação etária: Não recomendado para menores de 14 anos
Lotação máxima: 125 lugares (2 para cadeirantes)
 

CAIXA Cultural Curitiba recebe espetáculo de dança percussiva contemporânea





“Combo”, interpretado pela Companhia Steven Harper, apresenta encontros e desencontros cênicos e rítmicos no Teatro da Caixa

A CAIXA Cultural Curitiba apresenta, de 09 a 11 de novembro, o espetáculo de dança e percussão “Combo”. A montagem, interpretada pela companhia carioca Steven Harper, tem foco no sapateado – movimentos e sons que propiciam uma dança solta, contemporânea, bem brasileira, de buscas e misturas gestuais e sonoras. A apresentação tem entrada franca e faz parte da programação da Virada Cultural de Curitiba.

A Companhia Steven Harper construiu o espetáculo com referência nos dois trabalhos realizados com o coreógrafo Mário Nascimento: “Sincopizante”(2002) e “Sensorial”(2004). A movimentação cênica, o som dos pés e dos instrumentos são resultado de uma intensa pesquisa de linguagem, um dos pilares das atividades desenvolvidas pela Steven Harper.

Fundada em 1997, inicialmente como Cia. Totally Tap, a companhia é reconhecida pela qualidade técnica, apuro cênico e linguagem inovadora. Leva o nome do professor, pesquisador e coreógrafo de nacionalidade americana, residente no Rio de Janeiro desde 1991. Além da companhia, Steven Harper coordena o ensino de sapateado no Centro de Artes Nós da Dança, no Rio de Janeiro, e organiza anualmente, com Adriana Salomão, o Tap in Rio, o mais importante festival de sapateado da capital fluminense. Além de se apresentar regularmente em espetáculos e festivais de dança pelo Brasil, Steven é membro do comitê diretor da International Tap Association, organização sediada nos Estados Unidos.

Oficina
Além do espetáculo “Combo”, a companhia oferece ainda uma oficina de dança percussiva intitulada “Música do Corpo”. É uma aula aberta, que não exige nenhuma experiência prévia, onde pulos, palmas, bate pé, coxa, peito, polirritmia e muitos risos são os elementos utilizados na criação de uma sinfonia sonora em movimento.


Serviço:
“Combo”, da Companhia Steven Harper
Local: CAIXA Cultural Curitiba - Rua Conselheiro Laurindo, 280, Centro – Curitiba (PR)
Data: 09 a 11 de novembro
Horários: Sexta e sábado às 20h e domingo às 19h
Ingressos: Entrada franca. Os ingressos devem ser retirados na bilheteria do teatro uma hora antes de cada sessão.
Oficina: 10 de novembro, às 16h, na CAIXA Cultural. Inscrições gratuitas de 05 a 09 de Novembro pelo e-mail  caixacultural08.pr@caixa.gov.br. Vagas limitadas. Indicada para maiores de 14 anos.
Bilheteria: (41) 2118-5111 (de terça a sexta, das 12 às 20h, sábado das 14h às 19H e domingo, das 16h às 19h)
Classificação etária: Livre para todos os públicos.
Lotação máxima do teatro: 125 lugares (02 para cadeirantes))