O Grupo Calçada Di Verso apresenta o espetáculo de bonecos “Carroção de Histórias”, reunindo três narrativas para encantar a garotada. A atração deste domingo (3), às 11h, no Teatro do Piá, é a peça de bonecos Carroção de Histórias, do Grupo Calçada Di Verso. O espetáculo integra a tradicional programação dominical para o público infantil, promovida pela Prefeitura de Curitiba, e foi selecionado por meio de edital do Fundo Municipal da Cultura. A entrada é franca. Criado como companhia profissional em 1977, o Grupo Calçada Di Verso acumula apresentações de teatro de bonecos em vários espaços culturais, com participações em festivais no Brasil, Europa e América do Sul, além de responder por diversas oficinas. Na peça Carroção de Histórias, o grupo usa técnicas de manipulação direta, com objetos, imagens e bonecos de pano, para transformar o palco do Piá em um carroção, o conhecido teatro mambembe itinerante. Os bonecos confeccionados pela companhia contam três histórias, começando com “A Cigana que sabia de tudo”. Depois, a criançada escuta um “causo” narrado pelo Compadre Pereirinha da Silva e, para terminar, entra em cena “O Casamento da Rata”, quando o apresentador recorre a um livro que está com as páginas em branco e precisa ser completado. O Teatro do Piá oferece nova sessão da peça Carroção de Histórias no dia 10 de abril. Até o mês de dezembro, o público infantil tem diversão garantida com as peças de bonecos selecionadas por meio do Edital Formas Animadas do Fundo Municipal da Cultura. Os espetáculos, sempre aos domingos, levam ao Teatro do Piá os mais importantes grupos de teatro de boneco de Curitiba. Serviço: Peça “Carroção de Histórias”, do Grupo Calçada Di Verso de teatro de bonecos Local: Teatro do Piá (Praça Garibaldi, 7 – Setor Histórico) Data e horário: dia 3 de maio de 2009 (domingo), às 11h Entrada franca
domingo, 3 de maio de 2009
Bonecos contam histórias infantis no Teatro do Piá
MÚSICA ÀS PALAVRAS, PALAVRAS À MÚSICA
quinta-feira, 30 de abril de 2009
O PRINCIPIO ESPERANÇA V.1

O PRINCIPIO ESPERANÇA V.1
de ERNST BLOCH
Tradutor: NELIO SCHNEIDER
438 páginas
E. BLOCH. O Princípio Esperança. Vol. I (Tradução de Nélio Schneider), Vol II
(Tradução e notas de Werner Fuschs) e Vol. III (Tradução e notas de Nélio Schneider).
Rio de Janeiro: Contraponto/Ed. UERJ, 2005 - 2006 (O Princípio Esperança foi escrito
durante o exílio no Estados Unidos, no período de 1938 à 1947, sendo revisto em 1953 e
1959, com publicação definitiva em 1959 pela Ed. Suhrkamp Velag de Frankfurt an
Main).
Segundo Antonio Rufino Vieira, Professor associado no Departamento de Filosofia
da Universidade Federal da Paraiba - O Princípio Esperança é um desafio para a necessidade de uma recuperação do sentido positivo da utopia, passando desde as denúncias dos utopistas do Renascimento até a prática político-social dos socialistas utópicos (ver, especificamente no vol. II do PE, o cap. 36, “Liberdade e ordem, esboço das utopias sociais”). Segundo a linha de reflexão de Bloch, a utopia não é algo fantasioso, simples produto da imaginação, mas possui uma base real, com funções abertas à reestruturação da sociedade, obrigando a militância do sujeito, engajado em mudanças concretas, visando à nova sociedade. Assim, a utopia se torna viável à medida que possui o explícito desejo de ser realizada coletivamente. Bloch defende que, embora as utopias estejam presentes na vida do homem em todos os momentos, ela só se realiza plenamente no marxismo; ali encontramos a base real para serem eliminados os elementos puramente abstratos da utopia, sendo a única utopia capaz de superar as profundas contradições do sistema capitalista. É, por isso que, ao analisar a relação entre marxismo e antecipação concreta, Bloch afirma que “engajar-se no pensamento do que é justo é uma determinação que precisa persistir mais do que nunca” .
Editora: CONTRAPONTO EDITORA - EDUERJ
Em cartaz no Museu da Casa Brasileira a exposição A Flor na Paisagem com premiados no 14º Concurso Itaú BBA de Fotografias
Visitação: 9 de maio a 21 de junho
As imagens vencedoras do 14º Concurso Itaú BBA de Fotografias que compõem a exposição “A Flor na Paisagem”, em cartaz no jardim do Museu da Casa Brasileira, instituição vinculada à Secretaria de Estado da Cultura, revelam belíssimos exemplares da diversidade e da exuberância da flora brasileira. Mais de 2.200 trabalhos foram inscritos no concurso. A mostra terá um total de 92 imagens, dentre as quais estão 15 vencedoras nas categorias Árvore Florida, Plantação Agrícola Florida e Natureza Florida.
A premiação total de R$ 107.500,00 foi distribuída entre cinco vencedores de cada uma das três categorias e aos autores das 77 fotografias que receberam menção honrosa. Mauro Pazinato, de Erechim (RS), obteve o primeiro lugar na categoria Árvore Florida com um ipê-amarelo-da-serra em Erebango (RS). Márcio Protzner, de Belo Horizonte, fotografou um campo rupestre na Serra do Cipó (MG) e ganhou o primeiro prêmio na categoria Natureza Florida. Já Martinez Pires Pontes ficou em primeiro lugar pela autoria da imagem feita em Goiás de uma plantação de girassóis na categoria Plantação Agrícola Florida. As imagens vencedoras e que receberam menção honrosa estão disponíveis em www.itaubba.com.br
Os trabalhos foram avaliados por uma comissão julgadora de personalidades do meio fotográfico e de preservação ambiental. Os fotógrafos Arnaldo Pappalardo, Araquém Alcântara, Maureen Bisilliat e Silvestre Silva, além do engenheiro agrônomo, especialista em árvores brasileiras, Harri Lorenzi, integraram o júri.
O Banco Itaú BBA é uma instituição financeira de atacado pertencente ao Itaú Unibanco Banco Múltiplo S.A. Com sede em São Paulo, possui filiais nas principais cidades brasileiras, além de escritórios de representação na Argentina, Bahamas, China, Estados Unidos.
Classificados do 14º Concurso Banco Itaú BBA de Fotografias
“Árvore Florida”
1º lugar: Mauro Pazinato, Ipê-amarelo-da-serra, Erebango - RS
2º lugar: Poliana Rocha Fraga Botelho, Mimosa Artemisiana, Manga - MG
3º lugar: Nilson Veiga Filho, Sacambu, Formosa - GO
4º lugar: Lester Scalon, Cinzeiro, Sacramento - MG
5º lugar: Rusllon Vieira Aguiar, Sapucaia, Pureza - RJ
“Natureza Florida”
1º lugar: Marcio Hamilton Protzner de Oliveira, Campo Rupestre, Serra do Cipó - MG
2º lugar: Cyro José Soares, Campo de Várzea, Rio Uatumã – AM
3º lugar: Ivan Luís Ferrante Padovani, Sempre-Vivas, Chapada Diamantina - BA
4º lugar: Marcio Antônio Esteves, Campo de Capim, Teresina de Goiás - DF
5º lugar: Bianca Pinheiro Aun, Velózias, Serra do Cipó - MG
“Plantação Agrícola Florida”
1º lugar: Martinez Pires Pontes, Girassóis, Goiânia - GO
2º lugar: Thor Crespi Amendola, Cana de Açúcar, Ribeirão Preto – SP
3º lugar: Geraldo Costa, Assucenas do Campo, Barra Mansa - RJ
4º lugar: Fernando Kluwe Dias, Ameixeira, Veranópolis - RS
5º lugar: Tadeu Glowacki, Camomila, Campo Largo - PR
Serviço
Exposição: “A Flor na Paisagem”
Visitação: 9 de maio a 21 de junho
Site: www.mcb.org.br
Local: Museu da Casa Brasileira - Av. Faria Lima, 2705 - Tel. 11 3032-3727 Jardim Paulistano São Paulo
Ingresso: R$ 4,00 - Estudantes: R$ 2,00 Gratuito domingos e feriados
Acesso para pessoas com deficiência.
Visitas orientadas: 3032-2564 agendamentomcb@terra.com.br
Estacionamento: R$ 12,00 no dia da abertura; de terça a sábado até 30 min. grátis, até 2 horas R$ 8,00, demais horas R$ 2,00. Domingo: preço único de R$ 10,00.
Classificação indicativa: livre
Mosaicos em exposição no Museu de Arte Sacra
Mauro Antonio Dacol responde pela mostra “Libértula”, que reúne
obras de inspiração religiosa, realizadas em mosaicos.
Usado há milênios como suporte para representação de imagens sacras, o mosaico continua em destaque na arte contemporânea. Um exemplo de sua atualidade é a exposição Libértula, que reúne obras de inspiração religiosa, realizadas pelo artista plástico Mauro Antonio Dacol. A mostra inaugura às 16h deste sábado (2), no Museu de Arte Sacra de Curitiba, um dos espaços da Prefeitura Municipal, e pode ser visitada até o dia 31 de maio, com entrada franca.
As obras em dimensões variadas revelam a criatividade do artista. “Mauro exerce seu trabalho com liberdade, no qual não há limite para o uso de materiais. Misturando diferentes técnicas, sem medo de inovar, consegue transmitir muita emoção”, destaca a mosaicista Bea Pereira. Para ela, o autor abre novos caminhos ao quebrar a idéia de que existe a obrigação de perpetuar um estilo, de seguir uma escola. “É impossível ficar indiferente diante de seus mosaicos”, afirma Bea.
Mosaico – A palavra mosaico é de origem grega e significa “obra paciente, digna das musas”. Digna das musas porque é trabalho de rara beleza, feito com materiais que duram séculos e transmitem um sentido divino de eternidade. Paciente porque exige muita atenção para ser executado.
Formado por fragmentos chamados tesselas, que são colocados e fixados de forma ordenada em uma superfície rígida e unidos por rejunte, é uma arte com registros desde VIII a.C. Os gregos e os romanos utilizaram o mosaico em pavimentos, com tesselas de mármore cortadas regularmente. Com a expansão do Império Romano e da arte cristã, o mosaico passou a integrar a decoração de templos e igrejas. A arte bizantina fez com que as tesselas, antes cortadas de forma regular, passassem a ter formas irregulares e fossem colocadas com diversas inclinações, refletindo a luz e proporcionando um realismo impressionante.
O método de construção do mosaico não sofreu alterações significativas ao longo dos séculos. Os mosaicistas ainda preparam tesselas que são assentadas com algum tipo de adesivo. A grande mudança ocorrida desde o tempo dos romanos fica por conta dos materiais. O mosaico, inicialmente usado apenas na arquitetura, passou a revestir todo e qualquer tipo de objeto.
Atualmente, o mosaico alia idéias inovadoras à beleza das técnicas tradicionais. Nenhum mosaico é idêntico ao outro, pois cada trabalho oferece a oportunidade de criação individual ao incorporar a criatividade nascida do desafio de vencer os limites impostos pela dificuldade no manuseio e corte dos diversos materiais empregados.
Serviço:
Exposição “Libértula”, que reúne mosaicos realizados pelo artista plástico Mauro Antonio Dacol
Local: Museu de Arte Sacra de Curitiba/Masac (Largo da Ordem – Setor Histórico)
Data: de 2 (abertura às 16h) a 31 de maio de 2009
Horário de visitas: de terça a sexta-feira, das 9h às 12h e das 13h às 18h; sábados e domingos, das 9h às 14h
Entrada franca
Visitas agendadas: (41) 3321-3328
Informações: (41) 3321-3265
PROGRAMAÇÃO CINEMA CURITIBA
De 1º a 7 de maio de 2009
Domingo, 3 de maio – ingresso a R$1,00
CINEMATECA - Sala Groff – Rua Carlos Cavalcanti nº 1.174 / fone (41) 3321-3270 (De segunda a sexta-feira, das 9h às 12h e das 14h às 18h30) e (41) 3321-3252 (diariamente, das 14h30 às 21h) – Ingressos a R$ 5 e R$ 2,50 (estudantes). Gratuito para pessoas com idade a partir de 60 anos. www.fccdigital.com.br
MOSTRA COMEMORATIVA AO DIA DO TRABALHO
De 1º a 3 de maio (ver programação anexa)
Entrada franca – 16h e 20h
O PREÇO DA PAZ (BR/2003 – 103’). Direção de Paulo Morelli, com Herson Capri, Giulia Gam, Camila Pitanga, Danton Mello, José de Abreu, Lima Duarte. A verdadeira história do Barão do Serro Azul, um homem que, durante a Revolução Federalista, pagou aos revolucionários Maragatos para que não destruíssem Curitiba. Classificação 12 anos
Sessão comentada com a participação do produtor do filme Maurício Appel.
Dia 4, às 19h – entrada franca
POR TRÁS DO PANO (BR/1999 - 90’). Direção de Luiz Villaça, com Denise Fraga, Luis Melo, Pedro Cardoso. Na São Paulo de hoje, cinco pessoas muito especiais vivem suas histórias por trás do pano. Helena, uma jovem atriz em ascensão, com muito talento e insegurança, é convidada para viver o grande desafio de sua carreira. Ela é casada com Marcos, um artista plástico que brinca o tempo todo com os medos e os jogos de ciúme de sua mulher. A partir do momento em que Helena começa a se relacionar com Sérgio, um diretor e ator famoso, casado com Laís, uma arquiteta bonita e ciumenta, as vidas dos dois casais se misturam e eles passam a viver momentos de dúvidas, de humor e descobertas.
Classificação 12 anos
Dias 4 e 5, sessão somente às 16h
De 6 a 7, sessões às 16h e 20h
Este filme será exibido até o dia 8, sessões às 16h e 20h
Entrada franca
MOSTRA CINETVPR
Exibição de documentários produzidos pelos alunos da FAP/CINETVPR e orientados pela cineasta Maria Augusta Ramos.
BARBEIRO, direção de Gilberto Manea
15 minutos, 2009.
O cotidiano de um estranho barbeiro da região metropolitana de Curitiba.
PALHAÇOS, direção de Alvaro Zeini Cruz
15 minutos, 2009.
Os momentos da rotina familiar e profissional de Fernando Perri e Manon Alves, numa parceria que vai além dos palcos.
PASTOREIO, direção de Alexandre R. Garcia
17 minutos, 2009.
A rotina do trabalho de Laudelino, pastor de ovelhas no Parque Barigüi em Curitiba.
VIDA PÚBLICA, direção de Carlos Debiasi
14 minutos, 2009.
Constrói, através do discurso e da fala pessoal, a atuação pública de Jorge Bernardi, vereador de Curitiba nos últimos dias de seu mandado que durou 26 anos.
VIGÍLIA, direção de Marcos Flávio.
9 minutos, 2009.
s.f. Estado de quem está vigilante, atento ou desperto.
Classificação livre para todos os filmes
Dia 5, às 20h - entrada franca
De 1º a 7 de maio de 2009
Domingo, dia 3 de maio – ingresso a R$1,00
CINE LUZ – Rua XV de Novembro nº 822 / fone (41) 3321-3270 (De segunda a sexta-feira, das 9h às 12h e das 14h às 18h30) e (41) 3321-3261 (diariamente, das 14h30 às 21h). Ingressos a R$ 5 e R$ 2,50 (estudantes). Gratuito para pessoas com idade a partir de 60 anos. www.fccdigital.com.br
VERÔNICA(BR/2008 – 87’). Direção de Maurício Farias, com Andréa Beltrão, Marco Ricca, Matheus De Sá. Verônica é professora da rede municipal de ensino há vinte anos e agora, na iminência de se aposentar e passando por sérios problemas pessoais, está exausta e sem a paciência de sempre. Um dia, na escola em que trabalha, ela percebe que ninguém veio buscar Leandro, um aluno de oito anos. Já é tarde da noite quando a professora decide levá-lo em casa. Ao chegar no alto do morro, encontram a polícia e muito tumulto. Traficantes mataram os pais de Leandro e querem matá-lo também. Verônica foge com o menino. Ela procura ajuda e descobre que a polícia também está ligada ao assassinato dos pais do menino. Sem poder confiar em ninguém, ela decide esconder o garoto. Assim, Verônica é obrigada a enfrentar policiais e traficantes para sobreviver. E enquanto procura uma maneira de escapar com o menino, redescobre sentimentos que estavam adormecidos na sua vida. Classificação 12 anos
Sessões às 15h30, 17h30 e 19h30
Domingo, dia 3 – sessões somente às 17h30 e 19h30
A OITAVA COR DO ARCO-ÍRIS (BR, 2004 – 80’). Direção de Amauri Tangará, com Diego Borges, Izabel Serra, Waldir Bertúlio. Na pequena vila de Nossa Senhora da Guia, vive o menino Joãzinho, criado pela avó Dona Dindinha que muito doente sustenta o neto com a mísera aposentadoria que recebe. Quando Joãzinho flagra a avó rezando a Deus, pedindo para que ele a leve logo, pois não suporta as dores da saúde fragilizada por conta da idade, o menino resolve vender “Mocinha”, sua cabrita de estimação. Com o dinheiro arrecadado, Joãozinho pretende comprar os remédios da avó. Começa aí a jornada do pequeno protagonista, que percorre as vilas ao redor de sua moradia a fim de conseguir vender a cabrita. Classificação livre.
Domingo, dia 3 – sessões às 10h30 e 15h30MOSTRA COMEMORATIVA AO DIA DO TRABALHO
De 1º a 3 de maio de 2009
Local: Cinemateca de Curitiba
Entrada franca
Classificação 14 anos para todos os filmes
A Mostra reúne filmes restaurados pela Cinemateca Brasileira com apoio da Petrobras, da obra de Leon Hirszman, um dos fundadores do Cinema Novo e um dos mais importantes diretores nacionais. Seu trabalho tem múltiplas faces e entre elas apresentamos o mundo do trabalho. Destaque para Eles não Usam Black-Tie, baseado em peça homônima de Gianfrancesco Guarnieri, escrita duas décadas antes, que cativou o público e a crítica, e recebeu vários prêmios, entre os quais o Leão de Ouro no Festival de Veneza de 1981. Outro destaque é ABC da Greve, que serviu como laboratório de preparação para Eles não Usam Black-Tie. Sua edição final só foi concluída em 1990 pelo fotógrafo e montador do filme, Adrian Cooper.
Dia 1º, às 16h e 20h:
Eles não usam black-tie (BR/SP, 1981 – 134’). Direção de Leon Hirszman, com Fernanda Montenegro, Gianfrancesco Guarnieri, Carlos Alberto Riccelli.
Debruça-se sobre os conflitos, contradições e anseios da classe trabalhadora no final dos anos 1970, na crise final da ditadura militar. O filme situa, em polos antagônicos, a esperança na ação coletiva e a aposta nas saídas individuais, como alternativa de vida para os trabalhadores. Baseado em peça homônima de Gianfrancesco Guarnieri escrita duas décadas antes, Eles não Usam Black-Tie cativou o público e a crítica, e recebeu vários prêmios, entre os quais se destaca o Leão de Ouro no Festival de Veneza de 1981.
Dia 2, às 16h e 20h:
Pedreira de São Diogo (BR/RJ, 1962 – 18’). Direção de Leon Hirszman, com Francisco de Assis, Glauce Rocha, Sadi Cabral.
Um dos episódios de Cinco vezes favela - série realizada pelo Centro de Pesquisa da Cultura (CPC) da União Nacional dos Estudantes no início da década de 60 - é o primeiro filme de Leon. Com assumida influência das teorias de montagem de Eisenstein, e marcado por um forte idealismo político, o episódio acompanha o drama vivido pelos trabalhadores de uma pedreira carioca, diante da ordem de intensificar as explosões, o que poria em risco a população que habitava os barracos situados no alto do morro.
Trilogia Cantos do Trabalho no Campo. Direção de Leon Hirszman.
Mutirão (BR/, 1975 – 12’).
Cacau (BR/, 1976 – 11’).
Cana-de-açúcar (BR, 1976 – 10’).
Entre 1974 e 1976, Leon Hirszman realizou três documentários produzidos pelo MEC sobre os cantos entoados pelos trabalhadores rurais nordestinos. Na trilogia há a documentação dos cantos de trabalho da cana-de-açúcar, de Feira de Santana, dos plantadores de cacau, de Itabuna, e de mutirões, em Chã Preta. É uma espécie de partido-alto do campo, uma roda de samba no trabalho, afirma o cineasta que confessadamente caminhava na trilha aberta por Humberto Mauro e Mário de Andrade no resgate dessa prática cultural em vias de extinção.
Dia 3, às 16h e 20h:
ABC da greve (BR/SP, 1979/1980 – 89’). Direção de Leon Hirszman.
Filmado no final dos anos 70 quando eclodiu um intenso movimento grevista nas cidades industriais em torno de São Paulo, serviu como laboratório de preparação para Eles não Usam Black-Tie, que Leon rodaria em seguida. Sua edição final só foi concluída em 1990 pelo fotógrafo e montador do filme, Adrian Cooper, por iniciativa da Cinemateca Brasileira.
Maioria absoluta (BR/, 1964 – 16’). Direção de Leon Hirszman.
Filmado em 1963 e montado no início de 1964, Maioria Absoluta dá voz aos analfabetos, mostra as condições de vida dos camponeses impedidos de votar e denuncia a desigualdade social no país. Com o advento do golpe militar, o documentário ficou proibido até 1980, período em que foi exibido fora do Brasil.
quarta-feira, 29 de abril de 2009
Matemágica
Matemágica: História, aplicações e jogos matemáticos - Volume II
de Fausto Arnaud Sampaio
Nº Páginas: 96
Uma das coisas que mais irritam-me, principalmente frente ao quadro de indigência cultural das novas gerações, é o discurso simplista (até de coleguinhas) sobre a inutilidade de tudo o que aprenderam nos bancos escolares. Questionam essas mentes brilhantes o de ter aprendido raiz quadrada, a formula quimica da água, afluentes do rio Amazonas e muitos outros quetais. Esqucem que outros colegas de classe tornaram-se engenheiros, médicos, botânicos, geógrafos etc. A principal vilã sempre é a metemática e tremo só em pensar em nossos engenheiros não saberem e não gostarem de resolver uma pequena equação. Este livro não só é útil aos professores da matéria mas também, um delicioso cala-boca nos que torcem o nariz às matérias que não lhe apetecem. Pano rápido! (E.C.)
O LIVRO
Como os profissionais de arquitetura e decoração lidam com conceitos geométricos para mexer com a nossa percepção do espaço e harmonizar ambientes? Como os astrônomos calculam a distância entre a Terra e os outros astros? O tempo de espera em uma fila de ônibus pode ser estimado com base no uso da matemática?
Essas e muitas outras questões são exploradas neste livro, em que o autor convida o leitor a mergulhar nas ideias, na história e nas aplicações da matemática. E, o melhor, não é preciso muito para explorá-lo: basta saber somar, subtrair, multiplicar e dividir, além de uma boa dose de curiosidade pelos aspectos fascinantes, divertidos e surpreendentes do mundo dos números, das formas e do raciocínio.
Adequada a todas as faixas etárias, a obra é indicada para professores, alunos e seus pais, mas também para o leitor curioso que deseja reencontrar a matemática e, finalmente, fazer as pazes com essa expressão do pensamento tantas vezes mal compreendida nos bancos escolares, mas que tanto tem servido a todos nós.
um lançamento da
Liderança em foco
Liderança em foco
de Mario Sergio Cortella e Eugenio Mussak
Nº Páginas: 160
Todos nós somos líderes em determinados momentos, assim como somos liderados em muitos outros. Embora seja possível viver essa experiência de modo irrefletido, a consciência de suas implicações pode fazer a diferença entre alcançar ou não os objetivos traçados.
Este livro procura exatamente mostrar o que nos leva a reconhecer uma liderança como legítima, os principais fatores de motivação de um grupo, além de lançar luz sobre como unir as pessoas em prol de uma causa comum.
Mediante um diálogo cativante, Eugenio Mussak e Mario Sergio Cortella despertam nossa atenção para aspectos essenciais da boa liderança – papel que pode ser desempenhado com entusiasmo por qualquer um de nós.
Confira os tópicos -
Liderança: Dom ou virtude? Os códigos da vida Coragem, persistência e relevância Utopia: O lugar que não existe... ainda Liderar é criar o inédito viável A inteligência a serviço do sonho O coelho da Alice e o cronômetro do Taylor Autonomia e automotivação O poder que, em vez de servir, se serve, é um poder que não serve Quem está no comando? A presença de Afrodite O bom ensinante é bom aprendente Admiração, respeito e confiança Sobre o ócio criativo Vencendo os inimigos internos
Lançamento da





