segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Você é jovem, velho ou dinossauro?


Você é jovem, velho ou dinossauro?
de Ignácio de Loyola Brandão
Ilustradora - Camila Mesquita


Nº de Páginas: 176

Loyola conseguiu transformar em livro " a horta da Luzia". Numa mistureba invejável, sem nenhuma preocupação temporal foi juntando memórias perdidas e transformando-as em objetos instigantes. Um exercício para mentes e retinas fatigadas como as minhas, mas nem por isso uma banal abobrinha, um livro lúdico pois sim! Confira (E.C.)

Este é o "almanaque" que sempre quis montar e para o qual guardei material ao longo dos anos. Pequenas lembranças sem maior importância, que definem tempos vividos.

Como fui, fomos, minha/nossa infância, casa, bairro, rua, hábitos familiares comuns, a evolução das coisas, palavras usadas e que se foram, palavras novas cujo sentido ainda nos escapa. Não é nostalgia, nem um tratado, a não ser um tratado de puro divertimento, pra zer, curiosidade.

A memória tem mecanismos próprios e age segundo sua própria vontade. Lembro-me de uma coisa de uma maneira, você de outra, o terceiro de uma versão diferente. Pensamos que nos conhecemos, pensamos que temos certa idade. Este livro mostra que podemos ser mais jovens. Fatos que pareciam distantes estão perto.

Ou mais velhos. Situações que pareciam próximas estão lá atrás, longe. Repasse um pouco do que viu, vivenciou, fez, sonhou, quis ter, procurou ser. E suas rela ções com o mundo de hoje.

LANÇAMENTO DA








Twitter negocia inclusão de tweets em buscas com Google e Microsoft


O Twitter está negociando com as duas gigantes do mercado de tecnologia: Microsoft e Google. A informação, divulgada nesta quinta-feira (08/10) pelo site All Things Digital, é que a empresa dona do serviço de microblog quer licenciar seus mecanismos de captura de dados para os buscadores Bing e Google.

Em troca do acesso aos bilhões de tweets postados mensalmente pelos 54 milhões de usuários, a empresa pretende fechar um acordo de compartilhamento da receita gerada para a Microsoft e o Google a partir do conteúdo disponibilizado pela empresa.

Além desse acordo, há informações de que o Twitter pretende criar serviços pagos para alguns grupos de profissionais, como publicitários, desenvolvedores e publicadores.

O Twitter é visto pelo mercado como a ferramenta de mídia social que mais cresce no mundo. Entretanto, ainda não se descobriu uma forma de ganhar dinheiro com o produto.

domingo, 11 de outubro de 2009

Um Mundo de Mídia


Um Mundo de Mídia
de Giovanna Modé, Michelle Prazeres


Nº de Páginas: 144

Vindos de diversas partes do mundo, jovens acampam no Parque Harmonia, em Porto Alegre, durante o Fórum Social Mundial. Uma revista semanal noticia o fato, caricaturando-os como um bando de inconsequentes, entregue ao sexo e às drogas. Para nossa sorte, Giovanna Modé e Michelle Prazeres estavam lá e podem nos contar outra versão da história.

A história de milhares de jovens que, como elas, estavam lá porque acreditam que é possível mudar as coisas. Esse é um dos muitos exemplos que as autoras usam para mostrar como os meios de comunicação podem distorcer a realidade e os nossos sonhos. Desvendando seus meandros e as novidades trazidas pelas tecnologias digitais, discutem esses temas e indicam caminhos para que as mídias se tornem bens públicos que todos possam usufruir.

Este livro é um convite para os jovens encararem a política sob uma nova ótica e que mandem ver com seus fanzines, blogs e torpedos; com microfones, transmissores, luzes, câmeras e ação!

LANÇAMENTO DA









Nas ondas sonoras da comunidade

O que é uma rádio comunitária?

O Serviço de Radiodifusão Comunitária foi criado pela Lei 9.612, de 1998, regulamentada pelo Decreto 2.615 do mesmo ano. Trata-se de radiodifusão sonora, em freqüência modulada (FM), de baixa potência (25 Watts) e cobertura restrita a um raio de 1km a partir da antena transmissora. Podem explorar esse serviço somente associações e fundações comunitárias sem fins lucrativos, com sede na localidada da prestação do serviço. As estações de rádio comunitárias devem ter uma programação pluralista, sem qualquer tipo de censura, e devem ser abertas à expressão de todos os habitantes da região atendida.

Como se habilitar para a prestação do Serviço de Radiodifusão Comunitária?

Para o primeiro passo necessário à habilitação de emissoras de radiodifusão comunitária, as entidades competentes para pleitear tal Serviço, associações comunitárias e fundações também com essa finalidade, ambas sem fins lucrativos, deverão fazer constar em seus respectivos estatutos o objetivo “executar o Serviço de Radiodifusão Comunitária”. Depois dessa providência, deverão as interessadas retirar da página na Internet do Ministério das Comunicações o “formulário de demonstração de interessa em instalar rádio comunitária” no seguinte endereço:

Formulário A-1: esse formulário deve ser preenchido e enviado para o seguinte endereço, por via postal, em carta registrada:

Ministério das Comunicações

Secretaria de Serviços de Comunicação Eletrônica

Departamento de Outorga de Serviços

Esplanada dos Ministérios, Bloco R, Anexo, Sala 300 - Ala Oeste

CEP: 70044-900

Brasília - DF

Após a efetivação do cadastro da interessada junto ao Ministério das Comunicações, a partir do recebimento do “formulário de demonstração de interesse em instalar rádio comunitária”, será enviado um comunicado à requerente, com o intuito de informá-la acerca do número do seu respectivo processo. A partir daí, a interessada deverá aguardar a publicação no Diário Oficial da União dos “Avisos de Habilitação”, nos quais haverá uma lista de municípios habilitados à prestação do Serviço de Radiodifusão Comunitária. Caso o Município da interessada esteja na lista, ela deverá apresentar ao seu processo os seguintes documentos, dentro do prazo estabelecido:

- estatuto da entidade, devidamente registrado;

- ata da constituição da entidade e eleição dos dirigentes, devidamente registrada;

- prova de que seus diretores são brasileiros natos ou naturalizados há mais de 10 anos;

- comprovação da maioridade dos diretores;

- declaração assinada de cada diretor, comprometendo-se ao fiel cumprimento das normas estabelecidas para o Serviço;

- manifestação em apoio à iniciativa, formulada por entidades associativas e comunitárias, legalmente constituídas e sediadas na área pretendida para a prestação do Serviço, e firmada por pessoas naturais ou jurídicas que tenham residência, domicílio ou sede nessa área.

Após recebidos os documentos de todas as entidades candidatas a prestarem o Serviço de Radiodifusão Comunitária na localidade, o Ministério das Comunicações irá iniciar a análise dos processos.


PARA SABER MAIS VISITE http://www.mc.gov.br/radio-comunitaria/perguntas-frequentes



O LIVRO
Nas ondas sonoras da comunidade
de Fred Ghedini


Nº de Páginas: 112


"Talentos locais são revelados. Donas de casa viram cantoras. Jovens que não viam muita perspectiva para suas vidas entusiasmam-se com a possibilidade de criar e mostrar seu trabalho. Taxistas revelam talentos poéticos. Comerciantes viram locutores e locutoras. O operário, que trabalha de dia na linha de produção, à noitinha é um exímio contador de causos." Fred Ghedini nos explica como podem acontecer esses pequenos milagres em qualquer parte, à medida que as rádios comunitárias se espalham por aí, concorrendo com a televisão como veículo de informação e entretenimento popular. Esse livro nos revela o enorme potencial da comunicação local e o valor estratégico da luta pela democratização da comunicação em geral. Mostra também como se pode entrar nessa luta para ganhar, seja no Congresso Nacional, seja nas periferias urbanas e rurais, criando meios para que todos nós possamos alçar nossas vozes e sonhos nas ondas sonoras da comunidade.

LANÇAMENTO DA







Afinal, o que e seguranca publica?

Segundo Emerson Clayton Rosa Santos em sua monografia sobre o Conceito de segurança pública - Numa sociedade em que se exerce democracia plena, a segurança pública garante a proteção dos direitos individuais e assegura o pleno exercício da cidadania. Neste sentido, a segurança não se contrapõe à liberdade e é condição para o seu exercício, fazendo parte de uma das inúmeras e complexas vias por onde trafega a qualidade de vida dos cidadãos.

Quanto mais improvável a disfunção da ordem jurídica maior o sentimento de segurança entre os cidadãos.

As forças de segurança buscam aprimorar-se a cada dia e atingir níveis que alcancem a expectativa da sociedade como um todo, imbuídos pelo respeito e à defesa dos direitos fundamentais do cidadão e, sob esta óptica, compete ao Estado garantir a segurança de pessoas e bens na totalidade do território brasileiro, a defesa dos interesses nacionais, o respeito pelas leis e a manutenção da paz e ordem pública.

Paralelo às garantias que competem ao Estado, o conceito de segurança pública é amplo, não se limitando à política do combate à criminalidade e nem se restringindo à atividade policial.

A segurança pública enquanto atividade desenvolvida pelo Estado é responsável por empreender ações de repressão e oferecer estímulos ativos para que os cidadãos possam conviver, trabalhar, produzir e se divertir, protegendo-os dos riscos a que estão expostos.

As instituições responsáveis por essa atividade atuam no sentido de inibir, neutralizar ou reprimir a prática de atos socialmente reprováveis, assegurando a proteção coletiva e, por extensão, dos bens e serviços.

Norteiam esse conceito os princípios da Dignidade Humana, da Interdisciplinariedade, da Imparcialidade, da Participação comunitária, da Legalidade, da Moralidade, do Profissionalismo, do Pluralismo Organizacional, da Descentralização Estrutural e Separação de Poderes, da Flexibilidade Estratégica, do Uso limitado da força, da Transparência e da Responsabilidade.


O LIVRO

Afinal, o que e seguranca publica?
de Fernanda Emy Matsuda, Mariângela Graciano, Fernanda Castro Ferndandes de Oliveira

Nº de Páginas: 120

Direito humano fundamental, segurança quer dizer não apenas segurança individual, no sentido de não sermos roubados, agredidos e violentados, mas também de que os bens imateriais que prezamos, nossos talentos, o fruto de nosso trabalho e nosso esforço sejam respeitados.


O direito à segurança inclui a certeza de que, em caso de doença ou invalidez, seremos atendidos e amparados, teremos segurança necessária para recompor nossa vida. Inclui também a certeza de que, quando estivermos mais velhos, teremos uma aposentadoria digna. Há muitos significados, portanto, muita riqueza, contidos nessas simples palavras.


Este texto trata do direito à segurança, entendida como segurança pública, ou seja, do esforço a ser feito pelas instituições públicas para que nossa vida e liberdade sejam preservadas e protegidas. Os dilemas, os contornos, os impasses, os desafios da segurança pública no Brasil são aqui apresentados, assim como as possibilidades de mudança, para que tenhamos uma sociedade mais justa para todos. É uma discussão a ser feita por todos os que se interessam pelo futuro do país.

LANÇAMENTO DA











O testamento dos séculos

O testamento dos séculos
de He
nri Loevenbruck

Páginas: 406

O LIVRO

Que mensagem criptografada Jesus Cristo teria deixado à humanidade? Qual o preço a pagar por tal descoberta?

Desde o início dos tempos, uma linhagem de beduínos é responsável por guardar a chave que decifrará o mais antigo e importante segredo da humanidade: a mensagem criptografada que Jesus Cristo deixou aos Homens. Vivendo no Deserto da Judeia, eles tinham a certeza de que se manteriam anônimos de tudo e de todos. Assim foi até o dia em que assassinos cruéis invadem o templo e dizimam um por um.

Ao mesmo tempo, um experiente estudioso morre, em circunstâncias suspeitas, num vilarejo na França. Quando seu filho, Damien Louvel, viaja de Nova York para resolver as questões burocráticas do funeral, descobre que o pai estava mergulhado numa pesquisa sobre um misterioso objeto — a pedra de Iorden —, que, ao que tudo indica, custou-lhe a própria vida.

Ajudado pela jornalista Sophie de Saint-Elbe e por amigos próximos e improváveis, Damien entra numa corrida mortal contra o relógio para evitar que tal objeto caia em mãos poderosas e perigosas. E ele não desistirá até desvendar a mais surpreendente mensagem que Jesus teria legado à Humanidade.

O que realmente há de verdade em toda essa história? Por que as mais importantes personalidades do Vaticano estão desesperadas por um objeto? O que esse segredo pode influenciar na vida das pessoas?

De Dürer a Leonardo da Vinci, do Vaticano às mais fechadas sociedades secretas, dos essênios aos destemidos hackers da internet, O Testamento dos Séculos, de Henri Loevenbruck, é um thriller fascinante, intensamente perturbador e meticulosamente pesquisado.

Segundo Bernard Werber, autor da trilogia O império das Formigas, o livro é “muito mais do que um thriller... Uma aula de filosofia, uma aula de vida.”

O AUTOR
Loevenbruck nasceu em 1972 em Paris. Seus pais, ambos professores de Inglês viveram no País de Gales, e assim desde cedo cultivou seu amor pela cultura anglo-saxonica.

Ao longo de sua juventude, participou de inúmeras bandas de rock .

Depois de estudar literatura (na escola Chaptal, em seguida, Inglês e Literatura Americana na Sorbonne), não entusiasmado com a carreira militar, declarou uma objeção de consciência e passou 17 meses na Editions Francophones d'Amnesty International .

Uma vez concluído esse tempo, ele passou a viver com uma bela inglesa perto da Cantuária.

De volta à França, teve vários empregos, de bartender a web-designer antes de envolver-se em jornalismo. Foi Freelance em Radio e na mídia impressa (The Express), assinou cronicas antes de criar sua própria revista (revista Science Fiction). Permaneceu como editor-chefe por dois anos, publicou um thriller futurista sob o nome de Filipe Machine. Daí então decidiu dedicar-se inteiramente à literatura.

Após a publicação de duas trilogias de fantasia edições Bragelonne - que alcançou um sucesso sem precedentes para um autor francês (La Moïra teve tiragem superior a 300 000 cópias, e os direitos vendidos em 12 países) - Henri Lœvenbruck embarca no thriller.

Em 2003 ele publicou Le Testament des siècles publicado pela Flammarion. Este thriller esotérico, publicado na França antes da onda do Código Da Vinci, por sua vez, fez grande sucesso, com direitos vendidos em 9 países e adaptado como Comic strip das edições de domingo. Em 2007 publicou um segundo thriller - . Le Syndrome Copernic. Novamente, alcançou o sucesso e os direitos são adquiridos em 9 países.


Em 2008, o autor foi descrito como "mestre do novo thriller francês " pelo Le Nouvel Observateur, publicando seu terceiro romance, pela Flammarion .

Hoje, Henry Lœvenbruck divide seu tempo entre seus romances, letras de canções de bandas e cantores franceses e escrevendo roteiros para a televisão. Quando sua agenda permite, ele dedica-se a suas duas paixões: esportes e uma coleção de relógios mecânicos quebrados .



um lançamento




sábado, 10 de outubro de 2009

AS AVENTURAS DE AUGIE MARCH

AS AVENTURAS DE AUGIE MARCH

de Saul Bellow




Páginas - 704

A grandeza e a importância de As aventuras de Augie March no contexto histórico da literatura norte-americana são bem conhecidas. A publicação do monumental romance, em 1953, ocasionou a imediata projeção nacional e internacional de Saul Bellow, até então autor de dois livros de sucesso apenas relativo. Escrito quase totalmente durante a estada do escritor em Paris (1948-50), o livro ocasionou uma verdadeira revolução na linguagem literária dos Estados Unidos.

À maneira dos pioneiros que primeiro exploraram as costas da América, o irrequieto narrador-protagonista desvela um novo continente da literatura em língua inglesa. Se em Ulisses James Joyce encena nas ruas de Dublin um épico labirinto de vozes míticas, As aventuras de Augie March consagra os bairros do empobrecido sul de Chicago, durante a Grande Depressão, como cenário natural das andanças desta espécie de desiludido Cândido do século XX. Do otimismo romântico da juventude ao cinismo pessimista da idade madura, desempenhando as profissões mais inusitadas - de sindicalista e corretor de imóveis a ladrão de livros -, Augie March é o arquétipo do anti-herói errante da literatura norte-americana contemporânea.

A movimentada trajetória de Augie March entre os Estados Unidos, o México e a Europa desenha o mapa desta espécie de grande epopeia irônica, habitada por numerosos tipos inesquecíveis. Além das celebradas inovações formais, As aventuras de Augie March apresenta uma maravilhosa galeria de personagens secundários: a rabugenta vovó Lausch e suas engraçadas expressões em iídiche, o rico Einhorn e sua sinistra cadeira de rodas, sem esquecer da enigmática águia Calígula, espécie de emblema das hesitações da aventura americana.

As palavras escolhidas pela Academia Sueca, ao justificar a atribuição do prêmio Nobel de Literatura de 1976 a Saul Bellow - "humana compreensão e sutil análise da cultura contemporânea" - sintetizam com rara propriedade a essência da arte narrativa de As aventuras de Augie March.


O AUTOR


Saul Bellow (Lachine, 10 de Junho de 1915 — Brookline, 5 de Abril de 2005) foi um escritor judeu nascido no Canadá e naturalizado cidadão estadunidense.

Recebeu o Nobel de Literatura de 1976. Premiado com o Guggenheim fellowship, viveu em Paris, onde escreveu The Adventures of Augie March.


Bellow dominou o cenário da ficção americana, em especial o do romance judeu-americano no pós-guerra. Seu trabalho expressa a ascensão da sensibilidade dos imigrantes judeus a um lugar de poder e visão na América urbana contemporânea, bem como a angústia moral daqueles quer se viram como sobreviventes do Holocausto - como Sammler, herói de seu livro Mr. Sammler's Planet. Filho de imigrantes russos, nascido no Canadá, Bellow fixou-se em Chicago ainda criança, e tornou-se seu grande cronista, com livros como Humboldt's Gift. Seu trabalho retrata cinco décadas de experiência americana, da depressão dos anos 30 ao novo mundo neobizantino de poder, riqueza, egoísmo arrogante e divisão social na América, no qual a inteligência deve lutar contra o materialismo. Bellow resume isso em seu mais brilhante romance, Herzog, que é o retrato de um intelectual do final do século 20, pintado de forma tragicômica, discutindo a sorte com os grandes filósofos da modernidade. Em uma época que ele vê como massificação social, luxo desordenado, individualismo fútil e falência cultural, seu trabalho e seus heróis lutam para chegar a um humanismo contemporâneo.

BIBLIOGRAFIA

* Dangling Man (1944)
* The Victim (1947)
* The Adventures of Augie March (1953)
* Seize the Day (pt: Agarra o dia; br: Agarre a vida) (1956)
* Henderson the Rain King (br: Henderson, O Rei da Chuva) (1959)
* Herzog (1964)
* Mosby's Memoirs (contos que aparecem também em Collected Stories) (1968)
* Mr. Sammler's Planet (1970)
* Humboldt's Gift (1975), com que ganhou o Pulitzer de 1976
* The Dean's December (1982)
* Him with His Foot in His Mouth (contos que aparecem também em Collected Stories) (1984)
* More Die of Heartbreak(1987)
* A Theft (1989)
* The Bellarosa Connection (1989)
* Something to Remember Me By: Three Tales (com os contos A Theft e The Bellarosa Connection) (1991)
* The Actual (1997)
* Ravelstein (2000)
* Collected Stories (2001)

Ensaios

* To Jerusalem and Back (1976)
* It All Adds Up (1994)


UM LANÇAMENTO








Noite de samba no Paiol com o grupo Combinado Silva Só




O grupo apresenta-se na próxima terça-feira (13), às 20h, mostrando composições próprias que reproduzem o samba legítimo.



O grupo Combinado Silva Só é a próxima atração do programa Terça Brasileira no Paiol, que acontece no dia 13 de outubro, às 20h, no Teatro do Paiol. No show “Combinado Silva Só canta novos sambistas paranaenses”, o grupo leva um repertório próprio, influenciado pelos sambas antigos de Noel Rosa, Cartola, Nelson Cavaquinho e Paulinho da Viola.

Formado por Bruno Silva Só, Ricardo Salmazo, Léo Fé, Xandi da Cuíca, Nego Chandi, Fabio Pires e Felipe Cubas, o Combinado Silva Só quer preservar a cultura do samba. Suas canções falam de amor e revelam um ar boêmio. Também procuram manter a tradição na hora de tocar, vestindo roupa branca e fazendo uso do violão, da percussão de couro (e não sintética) e de miudezas como reco-reco de madeira, frigideira, prato, tamborim de couro, agogô, cuíca e outros.

O grupo possui mais de duzentas composições próprias, algumas gravadas no CD “Fim de Carnaval”, com produção musical de Julião Boêmio. Além de shows, o grupo também desenvolve projetos para o resgate e a renovação do samba de raiz, como o Terreirão do Combinado, Clube do Lado B, Festival de Samba de Curitiba, entre outros.

INTEGRANTES DO SHOW:

Ricardo Salmazo (voz e cavaco)

Alexandre Gallas Mariath Costa (voz e percussão geral)

Felipe Cubas (voz e percussão)

Alexandre Martins ( voz e percussão)

Elias Fernandes (voz e violão)

Clayton Silva (sopro)



REPERTÓRIO

1 - Fim de carnaval (Bruno Silva Só / Ricardo Salmazo)

2 - Época errada (Bruno Silva Só / Castor / Ricardo Salmazo)

3 - Ta combinado (Bruno Silva Só / Ricardo Salmazo)

4 – Minha sorte (Bruno Silva Só / Ricardo Salmazo)

5 - Quilombo favela (Léo Fé)

6 - Meu Paínho (Ricardo Salmazo)

7 - Ibirí de Nanã (Léo Fé)

8 - Tia Preta (Nego Chandi / Léo Fé)

9 - Flores pra Oxum (Fábio Pires / Nego Chandi / Ricardo Salmazo)

10 - Guiado pelos Orixás (Fábio Pires / Ricardo Salmazo)

11 – Musa do carnaval (Xandi da cuíca)

12 - Volta Mané (Ricardo Salmazo / Bruno Silva Só)

13 - Dona Miséria e Seu Miserê (Léo Fé)

14 - Maravilha do Mundo (Xandi da Cuíca)

Serviço: Terça Brasileira no Paiol - Combinado Silva Só Local: Teatro do Paiol – Praça Guido Viaro, s/n – Prado Velho Data: 13 de outubro de 2009 (terça-feira), às 20h Ingressos – R$ 10 e R$ 5 Informações: (41) 3213-1340

Espetáculo de dança para crianças no Cleon Jacques

No mês das crianças, o grupo Coletivo Brincante leva ao palco uma produção baseada nas percepções infantis sobre o mundo adulto.



Nesta quarta-feira (14), às 14h, estreia no Teatro Cleon Jacques (Parque São Lourenço) o espetáculo de dança “Quando Tudo Cresceu”, a cargo do Coletivo Brincante, grupo voltado à investigação e pesquisa em dança para crianças. A produção fica em cartaz até o dia 8 de novembro, com sessões de terça a sexta-feira, às 14h, e aos sábados e domingos, às 15h (exceto dia 1º de novembro, quando não haverá apresentação).

Selecionado por meio de edital do Fundo Municipal da Cultura, o show focaliza as percepções das crianças sobre o mundo adulto. “Quando Tudo Cresceu” propõe mostrar o fenômeno do crescimento ao enfocar os diálogos infantis e o exercício diário de encontrar caminhos de articulação com esse universo praticamente desconhecido, porém repleto de surpresas. “Saber se existe uma dança para crianças é a provocação do espetáculo”, diz Clayton Leme, um dos idealizadores do projeto, ao convidar o público para desvendar a questão.

Premiado nacionalmente em festivais, Clayton Leme desenvolveu vários projetos de dança e trabalhou com grandes nomes da Poesia Concreta, como Décio Pignatari, Arnaldo Antunes e José Miguel Wisnik. Em 2003, criou o Fórum “Pública Dança - Cultura e Desenvolvimento Humano”, em parceria da Secretaria Municipal de Cultura de Votorantim (SP), cidade onde também respondeu pelo cargo de coordenador de Dança da Secretaria Municipal de Cultura. Residindo em Curitiba, a partir de 2006, Clayton ingressou no curso de Dança da Faculdade de Artes do Paraná (FAP) e criou o Coletivo Brincante, grupo de estudos, pesquisas e criação de trabalhos artísticos em dança.



Serviço:

“Quando Tudo Cresceu” – Espetáculo de dança para crianças com o grupo Coletivo Brincante

Local: Teatro Cleon Jacques (Rua Mateus Leme, 4.700 – Parque São Lourenço)

Datas e horários: estreia dia 14 de outubro de 2009 (quarta-feira), às 14h. Temporada até o dia 8 de novembro de 2009, com sessões de terça a sexta-feira, às 14h, e aos sábados e domingos, às 15h (exceto dia 1º de novembro, quando não haverá apresentação).

Ingresso: uma lata de leite em pó

Informações de bilheteria: (41) 3313-7192 / (41) 3313-7193

Fim do diploma influencia queda na procura por Jornalismo da USP

Sérgio Matsuura, do Rio de Janeiro do Comunique-se

A procura pelo curso de Jornalismo da USP diminuiu. Pela primeira vez em dez anos, menos de dois mil candidatos se inscreveram para concorrer a uma das 60 vagas oferecidas pela universidade. O fim da exigência do diploma de graduação para o exercício profissional é um dos fatores que influenciaram a queda.

“Essa queda também se deve a desregulamentação da profissão. Ela já era esperada. Eu imaginava que cairia mais”, afirma o professor do Departamento de Jornalismo e Editoração e responsável pela assessoria de imprensa da FUVEST, José Coelho Sobrinho.

Desde o início da série histórica, em 1995, o vestibular para 2010 é o que apresentou a menor relação candidato x vaga: 32,35. Ano passado, o curso era o terceiro mais procurado. Este ano, ocupa o sexto lugar.

Escolha tem motivações sociais
Coelho explica que a escolha pelos cursos é feita de acordo com motivações sociais. Como exemplo, cita a procura pela faculdade de fisioterapia em 2000, ano em que o jogador de futebol Ronaldo sofreu uma grave lesão no joelho. No vestibular 2001, o curso foi o mais procurado.

Este ano, a decisão do Supremo Tribunal Federal e a consequente desvalorização simbólica da graduação em Jornalismo afetou a procura pelo curso.

Queda no número de inscritos na FUVEST

Entretanto, Coelho explica que a diminuição pela procura dos cursos da USP foi geral. Em relação ao ano passado, foram cerca de dez mil inscrições a menos.

“As faculdades federais aumentaram o número de vagas, o ProUni está com força aqui em São Paulo. Então, se o público é constante e a oferta aumenta, é normal essa diminuição”, afirma.