
As molduras cotidianas de três cidades européias
mostradas nas fotos de Eduardo Baggio
Em princípio eram fotos de viagem, com caráter quase turístico, mas entre as centenas de imagens feitas na Itália, várias tinham um tema em comum, as janelas. Especialmente as janelas napolitanas, com suas cores, com o revelar do dia a dia através de roupas, objetos e das próprias pessoas. Em Portugal, dentre várias cidades, Lisboa mostrava uma arquitetura particular, o uso dos azulejos, as bem trabalhadas esquadrias de madeira das janelas. E Madri, com o movimento, a vibração de uma das maiores cidades européias e, ainda assim, a calma do olhar pela janela, do conversar com o visinho, do deixar o sol entrar e iluminar a residência.
A partir de um olhar documental, fruto da experiência do trabalho com o cinema documentário, Eduardo Baggio apresenta a exposição Visages. São 42 imagens feitas em três cidades: Nápoles, Lisboa e Madri. A sugestão de reunir as fotos, até então feitas por gosto pessoal, e organizá-las em uma mostra, partiu do fotógrafo Osvaldo Santos Lima, que editou as mais de 400 fotografias originais. O resultado desse trabalho poderá ser visto a partir do dia 14 de outubro, às 19:30h, no Omicron Centro de Fotografia.
O tema das janelas aparece na exposição Visages não como um simples voyeurismo, ou como um olhar arquitetônico, mas como o revelar de uma moldura no cotidiano, que separa o particular do público, o pessoal do impessoal e que, por vezes, esmaece diante da convivência.
Fotógrafo Eduardo Baggio
Editor Osvaldo Santos Lima
Data da abertura da exposição 14/10/09 (19:30h)
Período da exposição de 14/10/09 a 13/11/09
Local Omicron Centro de Fotografia (Rua Padre Germano Mayer, 2200)
Informações (41) 3252-1093 / www.omicronfotografia.com.br
sábado, 10 de outubro de 2009
Exposição Visages
FÓRUM DE JORNALISMO ESPORTIVO
FÓRUM DE JORNALISMO ESPORTIVO: O Esporte e a Mídia em debate na Faculdade CCAA.
(Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brasil - Comunique-se - ) FÓRUM DE JORNALISMO ESPORTIVO: O Esporte e a Mídia em debate na Faculdade CCAA.
DIA: 23 de outubro de 2009
LOCAL: Teatro da Faculdade CCAA
Av. Marechal Rondon, 1460 – Riachuelo
INVESTIMENTO: R$80,00*
*Bolsa de 50% para todos os estudantes e ex-alunos de Comunicação Social da Faculdade CCAA.
FORMAS DE PAGAMENTO: À vista (dinheiro, cheque ou cartões Visa).
PROGRAMAÇÃO:
• 14h: Abertura do Evento.
• 14h15: Palestra com ALEX ESCOBAR (Comentarista e Apresentador da Rede Globo)
TEMA: “O novo jeito de apresentar e comentar o esporte”.
• 15h45: Apresentação de FABIO AZEVEDO (Professor de Comunicação e Repórter da Rede Bandeirantes)
TEMA: “Humor na Comunicação – Cacetadas no Rádio e TV”.
• 16h: Talk-show com MÁRIO JORGE LOBO ZAGALLO (Treinador de Futebol)
TEMA: “Técnico de futebol e Mídia, uma relação de pressão”.
• 17h30: Coffee Break.
• 18h: Palestra com AYDANO ANDRÉ MOTTA (Jornalista de O Globo / Coluna Ancelmo Góis)
TEMA: “Notícias 24 horas por dia e as novas tendências da tecnologia na busca da
informação”.
• 19h30: Palestra com MARCELO BARRETO (Jornalista da TV Globo e Apresentador do Redação Sportv)
TEMA: “O novo mercado de trabalho, onde a versatilidade é a exigência para os
profissionais de Comunicação”.
• 21h: Encerramento e sorteio de brindes.
Programação sujeita a alterações
sexta-feira, 9 de outubro de 2009
POST ESPECIAL - DIA DAS CRIANÇAS 2

LIG E A CASA QUE RI
de Ana Miranda
Ilustrações da autora
Páginas - 64
Ana Miranda que recentemente nos brindou com o magnífico romance "YUXIN" agora dá sua contribuição na literatura infanto-juvenil. Com a sua conhecida competência e inspiração, Lig e a casa que ri nos remete aos jogos de palavras dentro de um bucólico ambiente que se destaca diferente por não ser urbano e tecnológico. (E.C.)
A AUTORA
Ana Miranda
Nasceu em Fortaleza, em 1951. Morou em Brasília, no Rio de Janeiro e em São Paulo. Hoje vive no Ceará. Estreou como romancista em 1989, com Boca do Inferno (prêmio Jabuti de revelação). De lá para cá escreveu diversos romances, entre eles Desmundo (1996), Amrik (1997) e Dias & Dias (2002, prêmio Jabuti de romance e prêmio da Academia Brasileira de Letras). Colabora com a revista Caros Amigos e é colunista do Correio Braziliense. Foi escritora visitante em universidades como Stanford e Yale, nos Estados Unidos, e representou o Brasil perante a União Latina, em Roma.
Obras da autora publicadas
pela Companhia das Letras
AMRIK
BOCA DO INFERNO (EDIÇÃO DE BOLSO)
BOCA DO INFERNO
CLARICE
DIAS E DIAS
FLOR DO CERRADO: BRASÍLIA
LIG E A CASA QUE RI
LIG E O GATO DE RABO COMPLICADO
NOTURNOS
RETRATO DO REI, O
SEM PECADO
TOMIE: CEREJEIRAS NA NOITE
ÚLTIMA QUIMERA, A
YUXIN
LANÇAMENTO DA
POST ESPECIAL - DIA DAS CRIANÇAS
A criação do Dia das Crianças no Brasil foi sugerido pelo deputado federal Galdino do Valle Filho na década de 1920.
Arthur Bernardes, então presidente do Brasil, aprovou por meio do decreto de nº 4867, no dia 5 de novembro de 1924, a data de 12 de outubro como o dia dos pequenos.
O Dia das Crianças só passou a ser comemorado mesmo em 1960, quando a fábrica de brinquedos Estrela fez uma promoção junto com a empresa Johnson & Johnson para lançar a "Semana do Bebê Robusto" e aumentar suas vendas.
A idéia das duas empresas deram tão certo que outros comerciantes resolveram adotar a mesma estratégia. E assim, dia 12 de outubro é dia de criança ganhar presente!
Dia das Crianças no Mundo
Muitos países comemoram o Dia das Crianças em outros dias do ano. Na Índia, é em 15 de novembro. Em Portugal e Moçambique, a comemoração acontece no dia 1º de junho. Na China e no Japão, a comemoração acontece em 5 de maio.
Dia Universal da Criança
A Organização das Nações Unidas, também conhecida como ONU, comemora o dia de todas as crianças do mundo em 20 de novembro. Foi nessa data que os países aprovaram a Declaração dos Direitos das Crianças.

Rosa dos Ventos
de Bartolomeu Campos de Queirós
Ilustradora - Camila Mesquita
Nº de Páginas: 24
Como ele, certamente, pode-se ensinar e aprender também os pontos cardeais, porém no texto de Bartolomeu Campos de Queirós há muito mais do que isso. Musicalidade, ritmo, sonoridade, elementos sensoriais, múltiplos significados, intensa sensibilidade, ampliação do imaginário mesclam-se para criar um texto em que há muito para sentir e refletir sobre si mesmo e sobre estar no mundo.
leitor a partir dos 7 anos
Outro de Bartolomeu Campos de Queirós
Os Cinco SentidosIlustradora - Camila Mesquita
Nº de Páginas: 24
leitor a partir de 9 anos
Um livro da imbatível Ana Maria Machado
Alguns Medos e Seus Segredosde Ana Maria Machado
Ilustrador - Alcy
Nº de Páginas: 40
Todo mundo morre, mesmo de medo de alguma coisa. Todo mundo tem seu medo, cada um tem seu segredo. Quem parece sempre forte, no fundo é meio sem sorte: tem que agüentar bem sozinho, sem ajuda, nem carinho: - A mãe é que nem a gente. E gente se assusta, chora, ri, fala, inventa, conta, grita e cochicha.
Um jeito gostoso de tratar dos medos com as crianças, desses das histórias do livro e de outros tão presentes no cotidiano infantil - medo do escuro, de dentista, da escola etc.
leitor a partir dos 7 anos
Se um gato for...do Autor / Ilustrador - Marcelo Cipis
Nº de Páginas: 32
O livro Se um gato for..., escrito e ilustrado por Marcelo Cipis, desperta sensivelmente no pequeno leitor o prazer de criar, de inventar, de transformar, enfim, de entrar no universo da imaginação...
Com seu traço característico, permeado de elementos do cotidiano infantil e mais uma boa dose de humor, o autor estimula a criança a brincar com os sentidos, as formas, as cores, a combinação de objetos e a diversidade de materiais. Se um gato for redondo... Se um gato for feito de linhas... Se um gato for feito de pano... Se um gato for de vidro... Se um gato for um sorvete...
leitor a partir de 7 anos
TODOS LANÇAMENTOS DA
Sasquatch: A Lenda do Pé-Grande

Sasquatch: A Lenda do Pé-Grande
História: Steve Niles e Rob Zombie
Arte: Richard Corben
Formato: 16,5 cm × 24,0cm
104 páginas coloridas
Três grande artistas se juntam para um clássico do terror. Um quadrinho rock'n roll com pitadas de gore em edição impecável que reune os quatro capítulos. Imperdível ! (E.C.)
O roteirista Steve Niles e seu amigo roqueiro e cineasta Rob Zombie se juntaram para nos trazer este conto realista sobre o lendário Sasquatch. E o artista convidado para dar vida a esta história é o veterano e cultuado Richard Corben, considerado um dos mestres dos quadrinhos de horror!Os Autores
Steve NilesSteve Niles nasceu no dia 21 de Junho de 1965, em Jackson, Nova Jersey e cresceu nos subúrbios de Washington, DC (EUA), trabalhando em várias comic shops e atuando como membro das bandas punks Gray Matter e Three, que lançaram álbuns pela Dischord Records nos anos 80 e 90. Sua carreira nos quadrinhos começou com a criação de sua própria editora, a Arcane Comix.
Em seguida, no início dos anos 90, ele escreveu diversos títulos para a Fantaco/Tundra. Depois, ele publicou, editou e adaptou diversos quadrinhos e antologias para a Eclipse Comics, além de trabalhar para a Disney e a Todd McFarlane Productions, onde Niles escreveu para a Kiss Magazine antes de colaborar em Hellspawn com o cultuado ilustrador Ashley Wood depois da saída de Brian Michael Bendis.
Após ter conseguido vender a história de 30 Dias de Noite para Hollywood, Niles fundou a companhia Creep International com o roqueiro e cineasta Rob Zombie. Até o momento, esta união gerou duas obras: The Nail (com Nat Jones), pela Dark Horse, e Sasquatch (Bigfoot, com Richard Corben), pela IDW Publishing. Depois de um longo intervalo, ele criou outra empresa similar com o ator Thomas Jane, com a intenção de levar seu personagem da série Criminal Macabre, Cal MacDonald, para as telonas. Niles e Jane também co-escreveram a ainda inacabada série Bad Planet, pela Image, com os artistas Lewis Larosa e Tim Bradstreet. Mais recentemente, ele passou a trabalhar também para grandes editoras como a Marvel e a DC.
http://www.steveniles.com/
Veja aqui uma entrevista de 2007
Robie ZombieComo diretor de cinema, ele tem feito carreira com filmes de horror como A Casa dos Mil Corpos (House of 1000 Corpses, 2003); Rejeitados pelo Diabo (The Devil´s Rejects, 2005); a sequência Werewold Women of the S.S. (2007) em Grindhouse, de Quentin Tarantino e Robert Rodriguez; o remake de Halloween (2007); The Haunted World of El Superbeasto (2009); Halloween II (em pós-produção); e Tyrannosaurus Rex (pré-produção).
Suas músicas também têm abrilhantado as trilhas sonoras de diversos filmes famosos. Zombie também desenha, produz os lay-outs, logotipos e as artes internas dos seus álbuns e desenvolveu a cena de alucinação no desenho para o cinema Beavis and Butt-Head Do America (1996). Nas horas vagas, que não têm sido muitas, ele escreveu os quadrinhos The Nail (com Steve Niles), Sasquatch (Big Foot, com Niles e o veterano Richard Corben) e a antologia Rob Zombie´s Spookshow International (com a participação de vários desenhistas).
http://www.robzombie.com/
Clique aqui para assistir o clipe da música que embala a trilha sonora do HQ
http://www.youtube.com/watch?v=N1MQW5e6KcE
Richard CorbenEle tem desenhado quadrinhos a sua vida inteira, desde criança, quando fez quadrinhos sobre as aventuras de Trail, o cão da família, e diversas imitações de Tarzan. Nessa época, ele também desenvolveu gosto por animação, pois desenhou diversos livrinhos que mostravam personagens se mexendo ao virar suas páginas. Na escola, ele se concentrou em desenho básico e pintura, desenvolvendo as técnicas que seriam fundamentais na ciração do seu estilo realista.
Depois de terminar a escola, ele sonhou em ir para Nova York e começar sua carreira de desenhista de quadrinhos ou de animação, mas por causa da sua timidez, acabou desistindo. Após algum tempo fazendo serviços de construção para seu pai, Corben conseguiu um trabalho de artista/animador/cameraman numa companhia de filmes em Kansas City. Apesar de sua timidez, ele se casou e, depois de dez anos trabalhando com filmagens, sentiu-se frustrado por não ter dado uma chance à sua carreira artística. Assim, começou a desenhar quadrinhos underground e fanzines.
Nessa época, a Warren Publishing Company passou a publicar vários títulos de terror em preto-e-branco: Creepy, Eerie e Vampirella. Isso despertou o interesse de Corben, que produziu várias histórias sem compromisso para a Creepy. Infelizmente, nenhuma delas foi aceita, mas ele insistiu e acabou conhecendo o editor James Warren numa convenção de ficção científica. Pouco tempo depois, o jovem artista começou a receber roteiros da editora para ilustrar. Mesmo estando casado e com uma filha pequena em casa, Corben deixa seu emprego fixo na companhia de filmagens e se dedica em tempo integral à sua carreira de quadrinhista. Os quadrinhos underground começam a fazer sucesso em toda a Europa e logo surgem edições em várias línguas republicando os trabalhos seus trabalhos.
Seu personagem de fantasia Den, que havia aparecido na revista americana Grim Wit, foi relançado pela francesa Metal Hurlant e, depois, pela americana Heavy Metal. Depois, quando a popularidade dos quadrinhos underground começaram a diminuir, ele criou a Fantagor, uma pequena editora que iria publicar principalmente seus próprios trabalhos. No entanto, o negócio não foi tão bem quanto se esperava, e Corben passou a desenhar quadrinhos de grandes editoras americanas, como Marvel, DC e Dark Horse, entre outras. Em 2000, ele ilustrou cinco edições de Hellblazer escritas por Brian Azzarello para a Vertigo, o selo adulto da DC Comics. No ano seguinte, novamente com texto de Azzarello, ele ilustrou as aclamadas séries Banner e Cage, ambas para a Marvel Max (a versão adulta da Marvel). Neste mesmo ano, ele também adaptou o clássico de horror The House on the Borderland, de William Hope Hodgson, para a vertigo/DC.
Em 2005, Corben desenhou o livro que você acabou de ler para a editora IDW. Em seguida, para a Marvel, ele adaptou vários contos de Edgar Allan Poe e de H.P. Lovecraft e duas edições do Motoqueiro Fantasma. Ironicamente, é graças a esses trabalhos mais recentes que ele tornou-se famoso entre os novos leitores.
http://www.corbenstudios.com/
UM LANÇAMENTO
MOSTRA RARIDADES
Segundo o curador da exposição, Jacques Ardies, o objetivo é resgatar obras de arte que são essenciais para a cultura. "Queremos cultivar a memória destes artistas pelo importante legado que deixaram para a arte naif. Por isso, nossa busca foi de obras esquecidas e até mesmo deterioradas, restaurando-as e preservando sua história para trazer esta arte ao público, diz.
A exposição RARIDADES está sendo preparada há três anos Para ela, foram reunidas cerca de cinco obras de cada artista, do período de 1960 a 1990, para oferecer aos visitantes uma visão do trabalho de cada artista. Entre as obras estão as procissões e o Rio antigo de Carlos Lousada, as borboletas e pássaros da Grauben, as baianas de Ivan Morais, o campo fértil da Bahia de José Pinto, as floresta e festas da Rosina Becker do Valle, as cenas expressivas de José Antonio da Silva, o povo carioca em movimento de Silvia de Léon Chalreo, as narrativas preciosas de José de Freitas e o colorido solar de Manezinho Araújo.
A ARTE NAIF
A expressão naif é empregada para o gênero de pintura chamado também de ingênuo e às vezes primitiva (no Brasil). Os naifs, em geral, são autodidatas, às vezes, chamados também dos poetas anarquistas do pincel, pois não são submetidos às regras acadêmicas de simetria e perspectiva, permitindo expressar-se com total liberdade. Podemos encontrar pintores naifs entre sapateiros, engenheiros, donas de casa, médicos, operários, diplomatas ou camponeses. A arte naif transcende o que se convencionou chamar de arte popular.
O Brasil junto com a França, a ex-Iugoslávia, o Haiti e a Itália, é um dos "cinco grandes” da arte naif no mundo. Um número importante de obras de pintores naifs brasileiros faz parte do acervo dos principais museus de arte naif existentes no mundo.
Exposição RARIDADES
Abertura: 17 de outubro - das 12h às 16 h Exposição - 17 de outubro a 07 de novembro de 2009 Segunda a sexta - 10h às 18h30 -Sábado - 10h às 16h Galeria Jacques Ardies - Rua Morgado de Mateus, 579 - Vila Mariana – São Paulo –SP
Grande diferença de idade chama atenção na Copa Santander Libertadores
Luz Aide começou a jogar futebol com os irmãos e se apaixonou pelo esporte. Para se ter uma idéia das dificuldades enfrentadas, até os 15 anos Aide só jogou contra homens. Com isso, e a falta de times na Colômbia, nunca pôde realizar o sonho de se profissionalizar. Até hoje essa jovem senhora de 36 anos cuida de uma loja de bebidas na cidade de Dellin, onde nasceu, para se manter.
"A maior jogadora que vi até hoje é a norte-americana Mia Hamm. A Marta á boa, mas marcável. É preciso muita concentração porque ela se move muito rápido e bem. Aliás, essa é uma qualidade dos jogadores brasileiros”, disse Aide que tem problemas nos ligamentos do joelho direito.
Ela afirma que o amor pelo esporte é tão grande que a afastou até mesmo do sonho de formar uma família. "Entre escolher um marido, ter filhos e ficar com o futebol e a bola, preferi os dois últimos”, brinca.
Contrastando com a descontração e a fala fácil de Aide, a ainda menina equatoriana Ambar Torres, de 14 anos, veio ao Brasil para ganhar experiência. Tímida e de poucas palavras, ela é considerada uma das promessas do futebol do Equador.
"Comecei a jogar por diversão e quero continuar para ajudar meu país e minha família. Esse gosto pelo futebol vem de casa, pois meu pai é treinador. Estou aqui para ganhar experiência. Um dos prazeres é ver a Marta jogar, mas meu grande sonho mesmo é me formar em medicina para ajudar as pessoas e salvar vidas”, revela Ambar, que nasceu em Guaiaquil, importante cidade do Equador.
Para a venezuelana Marialba Zambrano, que completou 14 anos no dia 17 de junho, somente o fato de participar da Copa Santander Libertadores já é um grande orgulho, pois além de estar numa competição internacional, ainda convive com jogadoras reconhecidas internacionalmente.
"Realmente, tenho uma alegria enorme por estar aqui jogando ao lado de algumas das melhores do mundo. Gosto muito da Marta, mas meu grande ídolo é a Cristiane. Admiro a mobilidade dela e a maneira como finaliza e, mesmo com tudo isso, ela não é individualista,” analisa a volante titular do Caracas.
Maria Eugenia afirma sentir grande emoção por participar da Copa Santander Libertadores na Vila Belmiro, considerada uma das praças esportivas mais charmosas e tradicionais do mundo.
"No momento em que pisei no gramado da Vila senti uma emoção muito grande, algo diferente, sensacional. Esta também é a primeira vez que viajo para fora da Venezuela para disputar uma competição tão importante como a Libertadores. Tudo isso me empolga”, disse Maria Eugenia, que completa 15 anos no dia 26 de novembro e considera Marta uma boa jogadora.
Folga na sexta e quatro jogos no sábado - A sexta-feira é folga geral da competição. Será o primeiro dia que as equipes terão para conhecer um pouco das duas cidades-sedes.
As disputas recomeçam no com quatro jogos, dois no Guarujá e dois em Santos. Pelo Grupo 2, no Estádio Municipal Antonio Fernandes, no Guarujá, a partir das 14 horas, o Deportivo Quito (Equador) enfrenta a Universidad Autônoma (Paraguai) e às 16 horas jogam Formas Intimas (Colômbia) e Rampla (Uruguai). Pelo Grupo 1, na Vila Belmiro, a partir das 20 horas EnForma (Bolívia) x White Star (Peru) e às 22 horas Caracas (Venezuela) x Santos, partida que terá transmissão ao vivo pela Rede Bandeirantes e pela TV Santa Cecília.
Chaves da 1ª Copa Santander Libertadores da América de Futebol Feminino
Grupo 1 (Jogos na Vila Belmiro) – Santos, White Star(Peru), Caracas(Venezuela), Everton(Chile), e EnForma Santa Cruz(Bolívia).
Resultados
3/10 - Santos 3 x 1 White Star
4/10 – Caracas 0 x 0 Everton
6/10 - White Star 1 x 4 Everton
EnForma 0 x 12 Santos
Classificação
1- Santos – 6 pontos
2- Everton – 4 pontos
3- Caracas – 1 ponto
4- White Star e EnForma – 0 ponto
Grupo 2 (Jogos no Estádio Municipal Antonio Fernandes) – San Lorenzo D’Almagro(Argentina), Deportivo Quito(Equador), Universidad Autonoma(Paraguai), Deportivo Formas Intimas(Colômbia) e Rampla(Uruguai).
Resultados
5/10 - Universidad Autonoma 3 x 2 Formas Intimas
San Lorenzo 1 x 1 Deportivo Quito
7/10 - Deportivo Quito 1 x 5 Formas Intimas
Rampla 2 x 5 San Lorenzo
Classificação
1- San Lorenzo - 4 pontos
2- Universidad Autonoma e Formas Intimas – 3 pontos
4- Deportivo Quito – 1 ponto
5- Rampla – 0 ponto
Tabela de jogos
10/10 - sábado – Guarujá (Estádio Antonio Fernandes)
13h30 - Deportivo Quito x Universidad Autonoma
15h30 - Formas Intimas x Rampla
10/10 - sábado – Santos (Vila Belmiro)
20h00 - EnForma x White Star
22h00 - Caracas x Santos *
12/10 - segunda-feira - Guarujá (Estádio Antonio Fernandes)
13h30 - Rampla x Deportivo Quito
15h30 - Universidad Autonoma x San Lorenzo **
13/10 - terça-feira - Santos (Vila Belmiro)
13h30 - Caracas x EnForma
15h30 - Santos x Everton **
14/10 - quarta-feira - Guarujá (Estádio Antonio Fernandes)
9h00 - Universidad Autonoma x Rampla
11h00 - San Lorenzo x Formas Intimas **
Semifinais
16/10 - sexta-feira - Santos (Vila Belmiro)
10h00 - Primeiro do Grupo 1 x Segundo do Grupo 2 *
12h00 - Primeiro do Grupo 2 x Segundo do Grupo 1 **
Final
18/10 -domingo - Santos (Vila Belmiro)
9h30 - Disputa do 3º lugar **
11h30 - Disputa do título * /**
* Rede Bandeirantes (aberta)
** BandSports (fechada)
A Copa Santander Libertadores da América de Futebol Feminino tem patrocínio do Santander, organização da Conmebol, promoção da Sport Promotion e apoios da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Federação Paulista de Futebol, Santos Futebol Clube e do Grupo Bandeirantes de Comunicação, que transmitirá jogos ao vivo da competição para todo o país, em TV aberta e fechada.
Bandolim em espetáculo da Orquestra de Câmara de Curitiba
O bandolinista Daniel Migliavacca é o solista convidado para as apresentações do grupo curitibano, na Capela Santa Maria.
A Orquestra de Câmara de Curitiba é a atração da Capela Santa Maria, às 20h de sexta-feira (9) e às 18h30 de sábado (10). O grupo mantido pela Prefeitura Municipal terá como solista convidado o bandolinista Daniel Migliavacca, no espetáculo que integra a temporada 2009 de concertos patrocinada pela Volvo.
No programa estão as obras “Harmonie du Soir”, de Eugène Ysaye (1858 – 1931); “Concerto Grosso Nº 1”, de Ernest Bloch (1880 – 1959); e a “Suíte Retratos”, de Radamés Gnattali (1906 – 1988), ao lado a peça “Sétima Corda”, composta por Daniel Migliavacca em 2005 para bandolim solo e orquestra de cordas, com arranjo de André Prodóssimo.
Migliavacca responde também pelo solo na “Suíte Retratos”, criada por Radamés Gnattali entre 1956 e 1958. Dedicada aos compositores Pixinguinha, Ernesto Nazareth, Anacleto de Medeiros e Chiquinha Gonzaga – que Radamés considerava os pilares da música brasileira –, a obra já foi adaptada para diversas formações e continua encantando plateias de todo o mundo pela beleza e atualidade.
O solista – Paulistano radicado em Curitiba desde 2000, Daniel Migliavacca tem 24 anos de idade e iniciou seus estudos musicais tocando cavaquinho. Em 2003, o instrumentista optou pelo bandolim, tendo frequentado cursos, oficinas de música e workshops com Izaías Bueno de Almeida, Pedro Amorim, Hamilton de Holanda, Leandro Braga, Vittor Santos, entre outros.
No currículo de Migliavacca estão participações em importantes festivais de música instrumental pelo país, como o Brasil Instrumental de Tatuí (SP), Festival de Música Instrumental de Guarulhos (SP) e o Festival de Jazz de Joinville (SC). Em 2006, conquistou o primeiro lugar no Prêmio Nabor Pires Camargo (SP) como melhor instrumentista.
Integrante da Orquestra À Base de Corda do Conservatório de MPB de Curitiba e do Clube do Choro de Curitiba, o músico já dividiu o palco com nomes como Renato Borghetti, Ná Ozzetti, Dominguinhos, André Abujamra, Leandro Braga, Hamilton de Holanda, Rogério Souza e Ronaldo do Bandolim. Atualmente cursando o terceiro ano de Bacharelado em Música Popular na Faculdade de Artes do Paraná, Daniel Miliavacca prepara seu primeiro disco solo.
Serviço: Apresentações da Orquestra de Câmara da Cidade de Curitiba, com bandolim solo de Daniel Migliavacca Datas e horários: dia 9 (sexta-feira), às 20h, e dia 10 de outubro de 2009 (sábado), às 18h30 Local: Capela Santa Maria – Espaço Cultural (Rua Conselheiro Laurindo, 273 – Centro). Ingressos: R$ 10 ou R$ 5 (mais um quilo de alimento não perecível) / promoção não cumulativa.
quinta-feira, 8 de outubro de 2009
Da miséria ideológica à crise do capital
uma reconciliação histórica
de Maria Orlanda Pinassi
Páginas: 144
Maria Orlanda Pinassi, coloca o dedo na ferida e não teme expor com sinceridade suas idéias que obviamente provocam o debate. O capital é mostrado através de ensaios vigorosos enfeixados para nos mostrarem de forma inequivoca e desmistificada a realidade e como ela mesmo diz - desmistificar ilusões do “eterno presente” . (E.C.)
Em Da miséria ideológica à crise do capital: uma reconciliação histórica, Maria Orlanda Pinassi apresenta uma coletânea de ensaios que compõem uma investigação ontológica sobre distintos aspectos da dinâmica histórica do sistema de reprodução do capital. A maior parte dos ensaios é fruto da tese de Livre-docência defendida pela autora em 2007, trazendo o resultado de uma investigação teórica apurada.
O legado de István Mészáros, Georg Lukács e Karl Marx serve de referencial teórico para a análise de um processo que começa com a consolidação da hegemonia burguesa e chega na atual crise estrutural do capital e seus efeitos destrutivos, abordando temas como a educação, a violência e a luta dos movimentos sociais. Partindo do papel da ideologia em seu compromisso com a reprodução social incessante da ordem vigente, a autora trata ainda do conceito de decadência ideológica, desenvolvido por Lukács, em um esforço de conferir atualidade a tal conceito enquanto forma central da crítica à racionalidade burguesa.
Segundo Plínio de Arruda Sampaio Jr., que assina a orelha do livro, “na contramão da apologética que domina a vida acadêmica, a reflexão de Maria Orlanda Pinassi se volta para a práxis revolucionária”. A obra costura um conjunto de ensaios, formando uma importante contribuição para aqueles que seguem enfrentando a dura realidade imposta pelo capital.
Trecho do livro
Como se pode observar, há aqui uma clara opção teórico-metodológica fundada na ontologia marxiana refletida no universo conceitual de Lukács e nas decisivas críticas que Mészáros desfere contra a lógica atual do sistema de reprodução sociometabólica do capital, pois essas são as armas da crítica pelas quais pretendi e pretendo continuar enfrentando os dramáticos fatos da nossa realidade mais recente. E os ensaios que se seguem constituem mediações que, a seu próprio modo, procuram desmistificar ilusões do “eterno presente” e, acima de tudo, contribuir para a reabertura da história com sentido concretamente humanizador.
CONTEÚDO
* Da miséria ideológica à crise estrutural do capital
* Metástase do irracionalismo
* A liberdade necessária e o tempo do verbo
* O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra e a completude destrutiva do capital
* Uma ontologia dos movimentos sociais de massas e o protagonismo atual das mulheres
* “Estado de direito” e a criminalização da luta pela terra no Rio Grande do Sul
* O capital comete o crime. A ocasião faz o bandido
* Educação libertadora e transição para o socialismo
* Pressupostos ontológicos de uma síntese in statu nascendi
* A hora e a vez da práxis – breve ensaio sobre a recusa da ordem
* Um ponto de partida: o ecletismo como epopeia da decadência ideológica da burguesia
Sobre a autora
Maria Orlanda Pinassi é professora do Departamento de Sociologia da Faculdade de Ciências e Letras da Unesp (campus de Araraquara, São Paulo) e é autora de Três devotos, uma fé, nenhum milagre (São Paulo, Editora Unesp, 1998).
Sobre a Coleção Mundo do Trabalho
Coordenada por Ricardo Antunes, publica estudos sobre o trabalho, a sua centralidade na sociedade capitalista, a análise do sindicalismo, questões de gênero e o impacto das transformações trazidas pela globalização.
Um lançamento da
O quinto frasco

O quinto frasco
Por trás do argumento da razão, injustiças são cometidas
de Michael Palmer
Selo: Prumo Leia
Nº de páginas: 456
"A trama complexa , personagens fascinantes, e muita ação. O quinto frasco é uma montanha-russa que se desenrola à sua maneira através de Boston, África, Índia e Brasil a caminho de uma terrível surpresa final." - Phillip Margolin, autor de Proof Positive
Em Boston, a estudante de medicina Natalie Reis é enviada por seu mentor a um congresso sobre transplantes no Rio de Janeiro em um momento conturbado de sua vida acadêmica - após enfrentar seu superior na residência médica, é suspensa da faculdade por quatro meses. Em um hospital na África Ocidental, o cientista Joseph Anson, que está morrendo de uma incurável moléstia do pulmão, desenvolve uma substância que pode salvar milhões de vidas. Em Chicago, Ben Callahan, um detetive até então desiludido com sua vida, está determinado a encontrar a identidade de um jovem, morto em uma pequena estrada da Flórida, com misteriosas marcas pelo corpo.
Essas pessoas aparentemente não possuem ligação entre si, mas algo fará com que seus caminhos se cruzem e suas vidas se liguem para sempre.
Como comecei a escrever. . . . .
Para começar, acho que eu deveria dizer que eu nunca quis ser um escritor, e na verdade nunca mostrei muito talento para isso. Entretanto, sempre acreditei que eu tinha algum tipo de um filão criativo escondido dentro de mim. Mas, novamente, eu sempre pensei que poderia ganhar uma medalha de ouro nos Jogos Olímpicos se eles simplesmente inventarassem um esporte em que eu era o melhor.Michael Palmer, MD, teve seus livros traduzidos em trinta e cinco línguas. He trained in , spent twenty years as a full-time practitioner of internal and emergency medicine, and is now an associate director of the Massachusetts Medical Society's physician health program. Ele é formado em "internal medicine" em Boston e Massachusetts General Hospitals, passou vinte anos como um profissional de tempo integral de medicina interna e emergência, e é agora um diretor adjunto da saúde de Massachusetts Medical Society .
UM LANÇAMENTO DA





