sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Anatel libera venda do Speedy


A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) liberou a venda do Speedy pela Telefônica. Em reunião do Conselho Diretor realizada nesta quarta-feira (26/08), a agência concluiu que a empresa cumpriu as medidas para a regularização do serviço.

“A implementação de medidas para assegurar a efetiva regularização do serviço (...) foi comprovada por técnicos da Anatel, razão pela qual fica liberada a comercialização do referido serviço”, diz o despacho assinado pelo presidente do Conselho da Anatel, Ronaldo Mota Sardenberg.

Entretanto, a empresa ainda está sujeita a novas sanções, caso outras medidas não sejam implantadas. De acordo com o despacho, a Telefônica deve concluir as ações do “Plano de Ampliação das Capacidades” e das “Ações para melhoria de comercialização e atendimento”.
Empresa reinicia venda nesta quinta-feiraPor meio de comunicado, a Telefônica informa que voltará a vender o Speedy a partir das 8h da quinta-feira (27/08).

A venda do Speedy está suspensa desde o fim do mês de junho. A proibição foi motivada por problemas na prestação serviço. Na ocasião, a Anatel determinou prazo de trinta dias para a Telefônica apresentar um plano para melhorar o atendimento aos clientes.

“Os últimos dois meses foram, para a empresa, um período de trabalho intenso, com todas as suas equipes mobilizadas para implementar ações de estabilidade da rede e aprimoramento do atendimento aos clientes”, diz o comunicado da Telefônica.

A CHAVE DE SALOMÃO






A CHAVE DE SALOMÃO



de Lon Milo DuQuette






Número de Páginas: 160


OS POLÊMICOS SEGREDOS DA MAGIA E DA FRANCOMAÇONARIA
O Rei Salomão é a figura central nos rituais secretos da Franco­maçonaria e nos ritos proibidos da feitiçaria. As tradições sagradas do Judaísmo, do Cristianismo e do lslamismo se reúnem na pes­soa do sábio rei-mago da Israel antiga. A sua presença na história bíblica é um elemento-chave para entender a visão que essas três religiões tão diferentes têm de si mesmas e umas das outras. A história de Salomão e seu magnífico Templo em Jerusalém é a pedra angular da Bíblia, que faz a ligação entre o Antigo e o Novo Testamentos.
Mas será que isso é verdade? Ou será que o mito e a tradição realmente detêm as chaves que liberam mistérios da consciência humana infinitamente mais espantosos do que a História?


ANTIGOS SEGREDOS DOS CAVALEIROS TEMPLÁRIOS E DA FRANCOMAÇONARIA AFETAM O MUNDO MODERNO


"Para quem não tem recursos para escavar segredos ocultos guardados sob o Louvre, o quartel-general da CIA ou a Capela Rosslyn, A Chave de Salomão é uma ótima alternativa. As páginas do livro revelam os verdadeiros segredos de Salomão, da Maçonaria à magia. A experiência e o conhecimento de Lon Milo DuQuette tornam essa jornada pela história da Bíblia, dos Ca­valeiros Templários, da Francomaçonaria e da Goetia ainda mais fascinante porque é real. Acresça a inimitável coragem e sagaci­dade de Lon DuQuette e terá um livro que não dá para parar de ler. Não é muito provável que o leitor seja sequestrado, assassina­do ou perseguido pelo mundo afora, mas o Segredo Mais Perigoso do Mundo será revelado. O que poderia ser mais emocionante do que isso? Leia este livro agora ... senão Eles chegam primeiro!"
- Dr. Richard Kaczynski, Yale University



UM LANÇAMENTO



terça-feira, 25 de agosto de 2009

A IMPORTANCIA DO BUDISMO


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O PROJETO LAZARUS



O PROJETO LAZARUS




Aleksandar Hemon


Tradução:Maira Parula


Páginas:304




"O projeto Lazarus é uma crônica notável sobre perda, desesperança e crueldade impulsionada por um eloquente incômodo existencial. É cheio de humor e de piadas. E é, ao mesmo tempo, inexplicavelmente triste."
The New York Times



O primeiro livro do bósnio Aleksandar Hemon, o premiado E o Bruno?, lançado em 2000, deu ao autor uma boa dose de intimidade para tratar os anseios do homem em uma situação de exílio forçado. O segundo, As fantasias de Pronek, carimbou-o como um especialista no tema: a partir de um dos personagens do livro anterior, o alter ego Josef Pronek, Hemon contou os desencontros de um refugiado da Guerra da Bósnia em um país sedutor como os EUA, e o autor foi comparado a Joseph Conrad e a Vladimir Nabokov. Neste terceiro livro, O projeto Lazarus, Hemon confirma seu talento para escrever sobre as dores acidentais. A obra é uma corajosa continuação da sua visão sobre a decadência do imigrante no mundo pós-moderno – “Lar é o local que só descobrimos a distância”, escreve.
Escolhido pela New Yorker como melhor ficção de 2008 e finalista do National Book Award, O projeto Lazarus narra a história de Vladimir Brik, um escritor bósnio atormentado pela crise de identidade que a condição de imigrante lhe oferece. Desencantado pela vocação de escritor, pelo país natal e principalmente pela América – “(...) eu desperdiço meu voto, pago impostos de má vontade, compartilho minha vida com uma esposa americana e me esforço para não desejar uma morte bem dolorosa a um presidente idiota” –, Brik ganha uma bolsa que permite financiar a pesquisa para um novo livro, a história de Lazarus Averbuch, uma obsessão de Brik. Sobrevivente de um pogrom na Moldávia, em 1903, o jovem imigrante judeu fora assassinado friamente pela polícia de Chicago, em 1908, por sua ligação suspeita com os anarquistas.
A história de Lazarus é narrada em paralelo – o livro se alterna entre 1908 e 2004 em quase todos os capítulos. As pistas da trama policial são deixadas já na abertura: “O dia e o lugar são as únicas coisas de que tenho certeza: 2 de março de 1908, Chicago. Afora isso só restam as brumas da história e da dor, em que mergulho agora.” O leitor conhece Lazarus através dos depoimentos de sua irmã protetora, Olga, e das cartas que ela escreve à família.
Além das cartas de Olga, outro artifício narrativo de Hemon são os trechos de reportagens jornalísticas que usa para descrever a morte de Lazarus: “(...) o anarquista não pronunciou uma palavra. Ele lutou obstinadamente, seus lábios cruéis cerrados e os olhos demonstrando uma determinação terrível de ser vista. Ele morreu sem dizer uma imprecação, sem uma súplica ou oração.”
As referências ao personagem bíblico ressuscitado por Jesus Cristo, Lázaro, são exploradas por Hemon como pequenas charadas ao longo da trama: “Talvez (Lázaro) nunca tenha morrido de novo. Ele pode ainda estar por aí, ainda ressuscitado, completamente esquecido, exceto pelo fato de ser o coelhinho branco da cartola de Cristo”, diz Brik. Com a ironia refinada que as situações extremas permitem, o narrador permeia a obra de sarcasmo: “Rora em geral fumava um cigarro de filtro vermelho, bem superior à merda que nós fumávamos, que eram uns cigarros que por algum motivo sempre tinham o nome de algum rio da Iugoslávia propenso a transbordar na primavera.”
Aleksandar Hemon escreve a história a partir de um ponto de vista privilegiado. Assim como o narrador, Vladimir Brik (outro alter ego na sua bibliografia, depois de Josef Pronek), Hemon é também um imigrante bósnio que, de passagem por Chicago, viu-se impedido de voltar a Sarajevo por conta da eclosão da guerra, em 1992. É o próprio autor quem parece dizer aos seus leitores, pela voz de Brik: “O livro me transformaria em outra pessoa, de um jeito ou de outro: ou eu poderia obter o direito ao egocentrismo orgásmico (e o dinheiro necessário para tal) ou poderia adquirir a minha segurança moral pelos processos virtuosos da insegurança ou da autorrealização.”
Outros ingredientes fazem referência a sua própria vida: o fato de Brik escrever para um jornal (Hemon escreve para o periódico bósnio BH Dani), o de ter ganho uma bolsa para financiar o livro (Hemon ganhou o prêmio “Genius” da Fundação MacArthur), o de ser casado com uma americana e o de contar com um amigo de infância fotógrafo. Na trama, Brik vai à Bósnia, Ucrânia e Moldávia em busca de informações sobre o passado de Lazarus, acompanhado do amigo e fotógrafo Rora, responsável, aliás, pelas grandes sacadas de humor da narrativa. O mesmo se deu na vida real: para ilustrar O projeto Lazarus, Hemon convidou o fotógrafo Velibor Bozovic, amigo de longa data, para percorrer o Leste Europeu enquanto fazia pesquisas para o livro. O resultado da parceria são as belíssimas imagens de Sarajevo tomadas por Bozovic que acompanham a obra, junto às da Chicago Historical Society.
UM LANÇAMENTO

SEMINÁRIO ESPÍRITA







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A CORPORAÇÃO






A CORPORAÇÃO






de Nicholas Hagger






Número de Páginas: 456









Nicholas Hagger viajou pelo mundo todo. Foi o primeiro ocidental a testemunhar a revolução cultural na China e a revolução na Líbia. Fez palestras na Universidade de Bagdá, no Iraque, e na Universidade da Líbia, em Trípoli, além de dar aulas de inglês na Universidade de Tóquio, na Universidade da Educação de Tóquio e na Universidade de Keio no Japão. Autor de diversos livros de história, filosofia e literatura, pesquisou por muitos anos a Nova Ordem Mundial e entrevistou várias pessoas envolvidas, incluindo o atual secretário-geral do Grupo Bilderberg.




UM LANÇAMENTO

Solar dos Guimarães será centro de estudos multimeios

O prédio histórico foi totalmente recuperado para abrigar o Ponto de Cultura Solar dos Guimarães – Centro de Estudos Multimeios.

A inauguração acontece no próximo dia 26.

A Prefeitura e a Fundação Cultural de Curitiba inauguram na próxima quarta-feira (26) um novo espaço cultural. Depois de uma ampla reforma, o Solar dos Guimarães, unidade de interesse de preservação localizada no centro histórico da cidade, será transformado num dos mais modernos centros de formação em música eletrônica e mídias digitais. A reforma e o projeto de instalação dos cursos de formação profissional foram feitos em parceria com o Ministério da Cultura. O Solar dos Guimarães torna-se, portanto, mais um “Ponto de Cultura” a ser instalado em Curitiba, seguindo o modelo proposto pelo MinC.
Os cursos em diversas áreas – música eletrônica, mídias digitais, fotografia, computação – têm o propósito de oferecer ao público jovem novas oportunidades profissionais, além de ampliar as opções de aprendizado e cultura. Eles vão aprender, por exemplo, como criar um blog, um podcast e um videoblog, como fazer mixagem, masterização, captação e edição de imagens, e ainda aprender técnicas de webdesign, entre outras habilidades na internet, com a utilização de softwares livres.
Depois de ter uma noção geral das diferentes possibilidades de atuação no campo da arte digital, os alunos terão novas opções de cursos para se especializar e aprofundar os conhecimentos de forma a obter a prática necessária para a sua inserção no mercado de trabalho.
A intenção é dirigir esses cursos para o público que tem poucas chances de atuar nesse mercado, justamente pelo alto custo dos equipamentos. O espaço será dotado de infraestrutura física para que os alunos aprendam, desenvolvam seus projetos e levem informações para as suas comunidades. Além disso, pretende-se realizar um trabalho de pesquisa, resgate e preservação da técnica e conhecimento utilizados nas diversas áreas trabalhadas.
Os primeiros cursos iniciam no dia 1º de setembro, e são direcionados a jovens de entre 14 a 23 anos. São quatro turmas de Dj e novas mídias e uma turma de fotografia digital. 40% das vagas foram destinadas aos participantes do Programa Pró-Jovem (governo federal). O restante das vagas foi preenchido por alunos selecionados nos núcleos regionais da Fundação Cultural.
Histórico - O prédio do Solar dos Guimarães foi construído no século 19 como residência da alta burguesia da época. No início do século 20 transformou-se em ponto comercial, tendo servido a várias atividades. Em 1979 o casarão sofreu um incêndio, restando apenas as paredes perimetrais, que constituem importante testemunho da arquitetura eclética alemã. O imóvel foi adquirido e recuperado pelo município para abrigar a Casa da Memória.
Em 1992, uma parte do imóvel, com entrada pela rua Mateus Leme foi totalmente reconstruída e destinada ao Conservatório de Música Popular Brasileira, recebendo continuamente obras de manutenção. A outra parte da edificação, entretanto, com entrada pela rua Treze de Maio, teve que ser interditada por problemas estruturais.
Fechado há mais de uma década, o prédio histórico foi reformado dentro do programa de Recuperação dos Espaços Culturais, da Prefeitura Municipal. A proposta de recuperação do Solar dos Guimarães foi inscrita, em 2005, no edital do Programa Cultura Viva, e concorreu com projetos de todo o Brasil. O programa do Ministério da Cultura é dirigido às práticas culturais e educativas que envolvam os campos das artes, do patrimônio cultural e da comunicação cultural, desenvolvidas para a comunidade.
O prédio recebeu reforços na estrutura de sustentação da casa e do telhado, e teve todo o piso e a fiação elétrica substituídos, além das obras de adequação do espaço para abrigar o novo Ponto de Cultura. O trabalho de recuperação envolveu o investimento de aproximadamente R$ 1 milhão, com recursos provenientes do MinC e da Prefeitura Municipal.


Serviço:
Ponto de Cultura Solar dos Guimarães – Centro de Estudos Multimeios
Inauguração: 26 de agosto, às 19h30
Rua 13 de Maio, 571.

As Redes Sociais e suas oportunidades para os negócios estarão em discussão no Rio Info 2009

Discutir os processos das redes sociais e como as suas ferramentas podem ajudar as empresas que decidirem divulgar sua marca nessa explosão mundial são alguns dos pontos que estarão em pauta no painel de Redes Sociais: Experiências e oportunidades criativas, dentro da programação do Seminário de Tecnologia do Rio Info2009, segundo Gil Giardelli, seu coordenador, CEO da Permission,VP da Adrenax Venture Capital, coordenador do Curso de Inovação Digital da ESPM e editor do Blog Humanidade 4.0,.A porcentagem de usuários adultos nas redes sociais no mundo em 2005 era de 8%, enquanto hoje é de 35%. Já na faixa de 18 a 24 anos, 75% dos internautas são usuários e entre os adolescentes praticamente 100%. Para Gil vivemos o momento das micro-redes, focadas em segmentos. A explicação, afirma, é que as pessoas nasceram para estar conectadas: “a TV era um monólogo e hoje você pode procurar uma rede que seja sua” afirma. Um exemplo para comprovar a diversidade de redes que atendem a essa necessidade de estar conectado, foi o de uma rede social inglesa onde as pessoas podem vender presentes dados por ex-namorados. E economicamente, como aproveitar este momento? Giardelli explica que pequenas empresas, ao entrar na rede com algo inovador, podem crescer como foi o caso do Twitter (que define como pílulas de conhecimento) e do Videolog, pois vieram com produtos diferenciados. O painel Redes Sociais: Experiências e oportunidades criativas acontecerá no dia 11 de setembro, a partir das 9h30min. Além de Giardelli, participam Cristina de Luca, Marcos Dantas,Carlos Nepomuceno,Martha Gabriel, Vagner de Santana e Sergio Amadeu.Informações no site www.rioinfo.com.br. Rio Info 2009 – 7º Encontro Nacional de Tecnologia e Negócios9 a 11 de setembroHotel IntercontinentalAvenida Prefeito Mendes de Moraes 222, São Conrado – Rio de Janeiro (RJ)Informações: www.rioinfo.com.br e (21) 3974-5004 / 5015

Editora Biruta lança o livro Os Monstros não gostam da Lua





Os monstros não gostam da Lua


de Marjane Satrapi


Ilustrado pela autora




32 pág.




Escritora e ilustradora iraniana premiada na Europa com seu grande sucesso editorial, a série em quadrinhos Persépolis, tem agora mais um título lançado no Brasil A Editora Biruta lança Os monstros não gostam da Lua. Escrito e ilustrado por Marjane Satrapi, este livro conta a história de uma menina chamada Maria, que brincava o dia todo, colhia cerejas, brincava de pega-pega, lia histórias engraçadas, desenhava coelhinhos, mas à noite, quando o Sol se punha, tudo mudava: três monstros assustadores saíam do escuro para amedrontar Maria. E isso era toda noite! Um beliscava o seu nariz, outro puxava seus cabelos, e mais outro fazia caretas horrorosas. Mesmo quando ela ficava escondida debaixo das cobertas, os monstros atacavam a menina. Maria não era tão forte assim para enfrentar os monstros, mas ela precisava fazer alguma coisa. Cansada desse sofrimento, a menina Maria pensou numa saída. Uma noite, enquanto pensava, olhando o céu iluminado pela lua, ela percebeu que os monstros só saem à noite porque eles têm medo da luz. Daí, Maria teve uma grande ideia, pôs em prática, espantou os monstros, mas arrumou a maior confusão. Além de Os monstros não gostam da Lua, a Editora Biruta já publicou outro livro de Marjane Satrapi, Ajidar, o dragão da Terra, que conta a história de Matilde, uma menina que tem a missão de salvar o seu belo país de uma confusão, criada pelo dragão Ajidar. O dragão, provocado pelo Homem, fez a Terra tremer, e Matilde, que nesse momento pulava corda, foi a única a sair ilesa dessa confusão. Matilde vai ao centro da Terra conversar com o dragão e no caminho encontra um monte de seres esquisitos. Marjane Satrapi nasceu no Irã em 22 de novembro de 1969. Ainda menina, foi vítima das restrições e obrigações impostas às mulheres por um forte regime religioso, como estudar separada dos meninos. Quando tinha nove anos, testemunhou a queda do Xá, o início da Revolução Islâmica e a guerra com Iraque. Com a ditadura religiosa imposta ao Irã, Marjane foi para Viena, onde morou durante quatro anos, voltou ao Irã, onde cursou artes plásticas na Universidade de Teerã, e depois retornou à Europa, morando em Paris e trabalhando como artista plástica. Em 2000 começou a publicar o seu maior sucesso editorial, Persépolis, uma série de quatro livros de história em quadrinhos, autobiográficos, narrando desde a sua infância, a história, os costumes, as relações familiares e sociais no Irã no período de 1978 até os anos 1990. Persépolis foi traduzido para vinte idiomas e adaptado para o cinema, com a direção da própria autora. Com Persépolis ela recebeu muitos prêmios: na Bélgica o "Prix du Lion" (2000), na França o "Angoulême" de autor revelação (2001) e melhor roteiro (2002), o primeiro prêmio da paz Fernando Buesa em Blanco (2003), e o de melhor história em quadrinhos (2004) na Feira do Livro de Frankfurt, e com Poulet aux prunes foi premiada com "Angoulême" de melhor Álbum (2005). Além de Os monstros não gostam da Lua, a Editora Biruta já publicou outro livro de Marjane Satrapi, Ajidar, o dragão da Terra.


um lançamento

O lançamento do livro de Andrea Piccini

Annablume Editora e Livraria Martins Fontes Paulista convidam para o lançamento do livro de Andrea Piccini



Arquitetura do oriente médio ao ocidente: a transferência de elementos arquitetônicos através do Mediterrâneo até Florença

Dia 03 de setembro de 2009,

quinta-feira,

das 18:30 hs às 21:30hs.

Livraria Martins Fontes PaulistaAv. Paulista, nº 509 - São Paulo - SP

(próximo à Estação Brigadeiro do Metrô)(11) 2167.9900