quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

LAÇOS DE PECADO (TRILOGIA DA FRATERNIDADE VOL. 3)

LAÇOS DE PECADO (TRILOGIA DA FRATERNIDADE VOL. 3)
de Nora Roberts


Páginas : 322

Enfim o romance mais esperado dos últimos seis meses. O fechamento da Trilogia da Fraternidade. (E.C.)

Depois de Maggie e Brianna Concannon, protagonistas dos primeiros volumes da Trilogia da fraternidade, agora é a vez de o leitor conhecer Shannon Bodine, talvez a mais audaciosa das irmãs Concannonn.

Nora Roberts finaliza sua saga irlandesa, que possui raízes autobiográficas, com um enredo comovente. Bodine abandona sua carreira como artista gráfica numa famosa agência de publicidade em Nova York movida pela descoberta da identidade de seu verdadeiro pai. Relutante, realiza o desejo de sua mãe, já falecida, e parte para o Condado de Clare. Lá encontra, além das origens familiares, seu grande amor.

Lendas, misticismo e a bela paisagem da Irlanda compõem Laços de pecado, terceiro volume desta trilogia de Nora Roberts, composta por incríveis histórias de vida e de paixões arrebatadoras.

Um lançamento




terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

A LITERATURA EM PERIGO

A LITERATURA EM PERIGO
de Tzvetan Todorov

Páginas : 96

Em ensaio autobiográfico com nuances de linguística e história cultural, escritor revela volúpia literária

O impacto das palavras abalou a infância de um menino búlgaro de tal maneira que ele não conseguiu mais largá-las. Era a literatura mostrando ao ainda pequeno Tzvetan Todorov suas garras, seu poder visceral nas histórias dos irmãos Grimm, de Hans Christian Andersen, de Victor Hugo em Os miseráveis, e de obras como Tom Sawyer.

Em uma narrativa deliciosa que mescla experiências autobiográficas com referências do pensamento literário e de grandes obras universais, Todorov faz uma prosa despretensiosa, uma conversa com o leitor, na qual se destaca sua destreza como contador de histórias e ao mesmo tempo como crítico e pensador do campo das linguagens.

A edição é enriquecida com textos de Caio Meira, que além da tradução assina o texto de apresentação do livro, e de Jorge Coli, crítico de arte. Ambos enfocam o caráter múltiplo do ensaio de Todorov e apresentam conexões da literatura com outras artes e com o ensino de literatura nos bancos escolares.

O AUTOR

Tzvetan Todorov nasceu em 1939, na Bulgária. Historiador e ensaísta, vive na França desde 1963. Atualmente, é diretor de pesquisas honorário do Centre National de Recherche Scientifique (CNRS). Publicou várias obras, entre as quais Introduction à la littérature fantastique (1970) [Introdução à literatura fantástica], La conquête de l’Amérique (1982) [A conquista da América], Face à l’extrême (1991) [Em face do extremo, 1995], Mémoire du mal, tentation du bien (2000) [Memória do mal, tentação do bem] e uma autobiografia intelectual, Devoirs et délices, une vie de passeur (2002) [Deveres e delícias, uma vida de passante], ainda inédita em língua portuguesa.

BIBLIOGRAFIA DIFEL

TRAGÉDIA FRANCESA,UMA - 1997
HOMEM DESENRAIZADO, O - 1999
A LITERATURA EM PERIGO - 2008

um lançamento da



Cinco minutos que podem mudar sua vida


Cinco minutos que podem mudar sua vida

Jeffrey Brantley e Wendy Millstine


127 páginas


Lançado pela Verus Editora, Cinco minutos que podem mudar sua vida, de Jeffrey Brantley e Wendy Millstine, chega às principais livrarias do país. O objetivo do livro é fazer com que o leitor reserve pela manhã um tempo para cuidar de si, aumentando a capacidade de concentração e realizando eficientemente as tarefas do dia-a-dia.

Os autores garantem que cinco minutos matinais têm o poder de iniciar uma mudança significativa na vida do leitor. “Cada prática ou atividade sugerida neste livro tem o poder de iniciar a transformação – no relacionamento consigo, em suas idéias sobre como interagir com os outros, na maneira como vê seu lugar no mundo, ou em seu propósito de vida”, afirmam.

Mas, afinal de contas, o que são os cinco minutos que podem mudar sua vida? De acordo com o livro, é quando os cinco minutos corriqueiros do relógio começam a se transformar em algo mais profundo. É quando o leitor começa a aplicar atenção, intenção e entrega aos exercícios do livro, voltados para o cultivo da paz e do relaxamento, aprofundando a consciência, melhorando os relacionamentos e desenvolvendo sabedoria.

Segundo os autores, é essencial que os exercícios sejam realizados ao começar o dia, pois esse período facilita que o praticante acorde e saia do piloto automático. “A manhã é o melhor momento para parar de se sentir ou de pensar da mesma maneira de sempre. Qualquer exercício deste livro, realizado pela manhã, tem o poder de influenciar a experiência do leitor ao longo do dia”, explicam.

Durante todo o livro, o leitor tem à sua disposição grande variedade de práticas matinais com as seguintes abordagens: atenção, meditação e visualização. Para começar, tudo de que o leitor precisa é curiosidade e a vontade de levar as práticas a sério. No mais, o conceito é simples: reservar um tempo para cuidar de si. São apenas cinco minutos pela manhã que podem mudar a vida de qualquer pessoa.



Os autores


Jeffrey Brantley é consultor adjunto do Departamento de Psiquiatria da Universidade de Duke, em Durham, nos Estados Unidos. É fundador e diretor do Programa de Redução do Estresse com Foco na Atenção, do Centro de Medicina Integrada da mesma universidade. Atuando também como porta-voz da instituição, já deu muitas entrevistas no rádio, na televisão e na mídia impressa. É autor do livro Desacelere!.


Wendy Millstine é escritora e consultora em nutrição holística, especializada em dieta e redução do estresse.


um lançamento





LEIA


Kofi e o menino de fogo

Kofi e o menino de fogo
de
Nei Lopes

Ilustrações de Hélène Moreau

Pallas Editora

40 págs.


Na África, de um modo geral, quando uma criança nasce, ela não recebe qualquer nome. Recebe um nome de acordo com o dia da semana, com a ordem do seu nascimento dentro da família ou relacionado a um fato importante que aconteça naquele dia. Por isso Kofi se chama assim. Porque nasceu em uma sexta-feira.

Em Kofi e o menino de fogo, o escritor e compositor Nei Lopes conta a estória de um menino africano que nunca havia encontrado ninguém que não fosse negro como ele. Até que um dia, um barco traz até sua aldeia um grupo de visitantes ingleses e um menino com cabelos cor de juba de leão e bochechas vermelhas como brasa na fogueira.

A partir desse encontro, as duas crianças descobrem que a melhor maneira de entender as pessoas é encontrá-las, conhecê-las e sentir que cada uma é um ser humano. Mesmo sendo, na aparência, muito diferente de nós.

Nei Lopes é escritor, compositor e pesquisador das culturas da Diáspora Africana. Kofi e o menino de fogo é seu primeiro livro infantil.

LEIA


UM LANÇAMENTO

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

O Vampiro da Internet

Os vampiros nunca sairam de moda...mas na internet? Pois bem, essa é a proposta de uma baiana em uma editora do Rio Grande do Sul. Combina? Acho que sim, confira essa Anne Rice tupiniquim! (EC)

O Vampiro da Internet
de Licínia Ramizete

De tempos em tempos, eles invadem nossas casas... chegam pela tevê, pelas livrarias e pelos cinemas. Os vampiros nunca saem de nosso imaginário, e a mídia ajuda a mantê-los sempre vivos.

Na década de 90, Drácula, de Francis Ford Copolla, e Entrevista com o vampiro, de Neil Jordan, se destacaram no cinema com protagonistas tão sedutores quanto angustiados. A Rede Globo colocou no ar o bom-humor da telenovela Vamp (1991), retomando o tema na década seguinte com O beijo do vampiro (2002). Leveza e malícia não diminuíam o sofrimento dos personagens com sua dualidade. O mesmo acontece hoje. No cinema, no romântico filme Crepúsculo, uma adaptação do livro homônimo da americana Stephenie Meyer. No ar pela Rede Record, a novela Os mutantes mostra uma epidemia que transforma as pessoas em demônios, como o jovem Draco e seus conflitos existenciais. Na HBO, o seriado americano True blood, de Allan Ball (mesmo diretor de A Sete Palmos), tem vampiros bebendo um tipo de sangue artificial que lhes permite viver em harmonia com os seres humanos sem jamais cair em tentação. Mesmo assim, a violência é constante.

Uma abordagem diferente é feita pela autora Licínia Ramizete em O vampiro da internet. O protagonista Gustavo é sedutor, é belo, é um vampiro, mas um vampiro tranquilo. Gustavo está de bem com sua vida, trabalha durante o dia, como se fosse um simples mortal. E quando tem sede... a internet é seu ponto de encontro... sempre tem uma vítima indefesa, solitária.....como Marília, que de saída percebe ter encontrado alguém muito especial. E aí começam algumas surpresas. Quer saber mais? Leia O vampiro da internet.



A AUTORA

Nome: Licínia Ramizete
Idade: 42 anos
Signo: Gêmeos
Profissão: Comerciária
O que poderia comer sempre: Comida Chinesa/Comida Baiana.
O que jamais comeria: Insetos/Caças.
Bebida preferida: Água e um vinho tinto, de vez em quando...
Música de sempre: MPB/Samba.
Livro: São tantos... mas destacarei Pollyanna - Eleanor H. Porter (seus ensinamentos me acompanham desde a infância).
Paixão: Livros, dança, meus filhos, meu esposo... (não necessariamente nessa ordem...rsrsrs...)
Mania: Fazer várias atividades ao mesmo tempo.
Programa legal: Fim-de-semana na praia com a família e amigos.
Lugar: Arembepe e Morro de São Paulo, na Bahia.
Frase: "Uma vontade encontra um meio". É meu lema de vida.


UM LANÇAMENTO




GOMORRA


GOMORRA
de Roberto Saviano

Páginas : 350

Gomorra – um híbrido entre Camorra e a cidade bíblica destruída pelo fogo dos céus – virou filme dirigido por Matteo Garrone. Consagrou-se com o Grand Prix em Cannes e vai representar a Itália no Oscar. O livro e o filme receberam a alcunha da crítica mundial de ressurgimento da arte italiana, nas letras e nas telas.

O porto de Nápoles é o ponto de partida para a jornada. Lá desembarcam diariamente todo tipo de mercadorias, vindas da Itália e de várias partes da Europa. São resíduos químicos, material tóxico e nada mais nada menos que cadáveres e esqueletos humanos. Tudo despejado clandestinamente na região da Campânia.

Dos contêineres à alta-costura, passando por Las Vegas, China, hotéis de luxo e culminando em toneladas de cocaína, o jornalista Roberto Saviano – que há mais de um ano encontra-se sob proteção policial por estar ameaçado de morte pela Camorra – se infiltrou em setores camorristas para descobrir as artérias do funcionamento da máfia napolitana, considerada a mais perigosa e temida do mundo.

Saviano ficou enclausurado por vários meses por conta das denúncias reveladas no livro-reportagem Gomorra. O autor, que só a partir de meados de novembro de 2008 voltou a participar de eventos em defesa da liberdade de expressão e de palestras sobre seu best-seller, foi homenageado pela Academia Nobel, em Estocolmo. A instituição promoveu neste mesmo mês uma conferência sobre liberdade de expressão em apoio a Saviano e Salman Rushdie – outro escritor de renome com a cabeça a prêmio – pela coragem de terem publicado livros que desagradaram autoridades religiosas, morais, políticas e organizações criminosas.

O AUTOR

Roberto Saviano nasceu no ano de 1979 em Nápoles, onde morava e trabalhava até publicar Gomorra. Integra o grupo de pesquisadores do Observatório sobre a Camorra e a Ilegalidade e colabora para os jornais Il Manifesto e Il Corriere del Mezzogiorno. Publica textos de ficção e reportagens nos veículos Nuovi Argomenti, Lo Straniero e nazioneindiana.com. Gomorra é seu primeiro livro publicado.

Site: www.robertosaviano.it.


O FILME








Um lançamento




O DIA DAS FORMIGAS (O IMPÉRIO DAS FORMIGAS VOL. 2)

O DIA DAS FORMIGAS (O IMPÉRIO DAS FORMIGAS VOL. 2)
de Bernard Werber


Páginas : 476


Nós mal as percebemos, e elas, no entanto, nos observam há muito tempo. Para algumas delas, somos deuses. Para outras, seres nocivos.

As formigas construíram verdadeiros reinos, inventaram as mais sofisticadas armas, conceberam uma completa arte da guerra e da política – que até hoje não conseguimos igualar – e dominaram uma espantosa tecnologia. Werber alterna as narrativas que compõem a série (em certo momento elas irão se encontrar) e expõe as assustadoras semelhanças e diferenças entre essas duas civilizações sofisticadas.

A nova aventura de Bernard Werber no universo das formigas é composta por seis arcanos, na forma de capítulos, e um glossário. O autor se debruçou por cerca de 15 anos sobre a vida desses seres e pesquisou com detalhes seu comportamento, sua vida em sociedade. Em O dia das formigas, volume 2 da série O império das formigas, tudo o que há de mais secreto, misterioso, enigmático na sociedade subterrânea e rasteira desses animais vem à tona.

O AUTOR

Bernard Werber nasceu em 1961 na cidade de Toulouse, na França. É romancista e jornalista científico de renome. Durante 15 anos percorreu todos os labirintos da civilização das formigas, passando a conhecer os seus incontáveis recantos e segredos.






Um lançamento






PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO





A PRISÃO


A prisão de Abu Ghraib é um complexo penitenciário com área de 1,15 km² , situado em Abu Ghraib, cidade iraquiana 32km a oeste de Bagdá. Foi construída pelos britânicos quando o Iraque ainda era uma colônia da Grã-Bretanha.

Foi local de torturas em diferentes graus e diferentes momentos: à época da ocupação britânica, sob o governo de Saddam Hussein e, mais recentemente, sob a ocupação da coalizão Estados Unidos da América- Reino Unido, quando se tornou internacionalmente conhecida como lugar de tortura contra prisioneiros iraquianos.

Porém,já no governo Ba'ath de Saddam, foi mencionada algumas vezes pela imprensa ocidental como Saddam's Torture Central (Centro de tortura de Saddam). A prisão ganhou o nome de Baghdad Central Confinement Facility (BCCF) (Instalações do Centro de Reclusão de Bagdá) ou Baghdad Central Correctional Facility (Instalações do Centro de Recuperação de Bagdá), depois que as forças norte-americanas depuseram o governo iraquiano.

Em maio de 2004, um acampamento se instalou em Abu Graib com o intuito de oferecer segurança aos detentos, recebendo o nome de Camp Redemption (Acampamento da Libertação), a pedido de um membro de conselho do governo. O complexo prisional foi construído por empreiteiras inglesas em 1960,ocupando 280 acres (1,15 km²), sendo dotada de 24 torres de vigilância. Com o tamanho de uma pequena cidade, o lugar foi dividido em cinco áreas separadas por muros, para diferentes tipos de prisioneiros. Cada bloco continha uma sala de jantar, sala de orações, área de exercícios e instalações rudimentares de banho. As celas abrigavam mais de 40 pessoas em um espaço de 16 m². Com a queda do governo, em 2003, as cinco áreas foram destinadas prisioneiros estrangeiros, condenados tanto a longas quanto curtas penas, por crimes capitais e crimes "especiais".


Até agosto de 2006, o lugar conhecido como Prisão de Abu Ghraib foi usado pela frente de ocupação norte-americana e o governo do Iraque. A área das instalações conhecida como "o severo lugar" está sob total controle do poder iraquiano e é usada para abrigar criminosos condenados.

As alas de detentos 1 A e 1 B (conhecidas como "hard site", algo como "ala segura") é que gerou o maior número de informações sobre os abusos, com as célebres fotos que foram divulgadas. O restante das instalações foi ocupada pelos militares norte-americanos. Serviu como base de operação e local de detenção. Todos os detentos são abrigados em uma área conhecida como Acampamento Redemption. O acampamento é dividido em cinco níveis de segurança. Este acampamento recentemente construído (verão de 2004) substituiu a estrutura de nível três do Acampamento Ganci, Acampamento Vigilant e Tier 1.

A prisão tinha sido usada como instalações de detenção, mantendo mais de sete mil pessoas até início de 2004. A atual população, todavia, é muito pequena. Isto é, em partes, porque o novo acampamento tinha uma capacidade menor do que o que o Acampamento Ganci. Muitos detentos são enviados de Abu Ghraib para o Acampamento Bucca, por este motivo.

De acordo com a Cruz Vermelha Internacional, aproximadamente 90% das pessoas mantidas presas não são culpadas das alegações e muitas são pegas quase sempre sem motivos pelas patrulhas norte-americanas.

Opiniões declaradas publicamente pelos altos oficiais ingleses e americanos, sugeriam que a prisão deveria ser demolida o mais rápido possível, todavia isto foi rejeitado pelo governo interino iraquiano a "pedido" dos oficiais do governo dos Estados Unidos.

O LIVRO

PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO
- Uma história de guerra

Philip Gourevitch
Errol Morris


Páginas - 336

As fotografias das torturas e humilhações impostas a prisioneiros iraquianos por soldados dos Estados Unidos na prisão de Abu Ghraib, no Iraque, estão entre as mais famosas cenas de guerra da história, comparáveis às dos campos de concentração nazistas.

Elas vieram a público pela primeira vez na última semana de abril de 2004, na revista The New Yorker e no programa de tevê 60 Minutes da rede CBS. Imediatamente, foram reproduzidas por meios de comunicação em todo o mundo e se tornaram tema de debate na opinião pública por vários meses.

A gênese do comportamento degradante registrado naquelas imagens é relatada neste livro por meio da história das vidas de seus principais personagens.

Sabrina Harman, Lynndie England, Megan Ambuhl, Charles Graner, Javal Davis eram jovens americanos, aparentemente normais. Responsáveis por milhares de prisioneiros num país que desconheciam por completo, sem nenhum tipo de orientação, controle ou restrições, deram vazão a um sadismo a tal ponto irresponsável que não viram problema em documentar as atrocidades que cometiam nem de aparecer como personagens das cenas de horror, invariavelmente com expressões de alegria, como se tudo não passasse da encenação de um espetáculo.

As imagens de Abu Ghraib são a síntese da Guerra do Iraque. Este livro explica como foi possível chegar a elas. Mais do que a prova de crimes cometidos e da degeneração humana que os permitiu, elas revelam como toda essa operação militar foi marcada por negligência, incapacidade, ignorância, descaso com princípios básicos de procedimento.
De cima a baixo na cadeia de comando - da Casa Branca aos soldados rasos - Gourevitch revela as características da intervenção americana no Iraque, tão bem representadas pelo circo selvagem de Abu Ghraib.

"Este livro realiza o admirável trabalho de situar aquelas fotos (que curiosamente não aparecem no volume) num contexto mais amplo, mostrando que as raízes dessas imagens repulsivas estavam nas decisões tomadas nos mais altos níveis do governo Bush, que deu início à avalanche de torturas ao decidir que não iria seguir as Convenções de Genebra em sua guerra ao terrorismo". - Michiko Kakutani, New York Times

A CRÍTICA

"Precisa ser lido." - Newsweek

"Um dos livros mais devastadores sobre o Iraque." - New York Times Book Review

"Fascinante." - The Economist


UM LANÇAMENTO
Justificar




I Encontro Luso-Brasileiro de Terapia Cognitivo-Comportamental em Lisboa

Noite da Índia no Templo


No próximo dia 14/02 teremos uma Noite da Índia no Templo, um evento
para experimentar cores e sabores da Índia.

Horário: 19hs
Atrações: Música, Dança e Jantar indiano típico.

Convites antecipados a R$ 25.

Informações: 9964-6028 (Jay)