quarta-feira, 24 de setembro de 2008

Livro sobre artesãos do século XVIII desvenda a cidade onde desembarcou a Corte portuguesa de D. JOÃO




Artífices do Rio de Janeiro (1790-1808)
de Carlos A. M. Lima


332 páginas

Na correria dos carros, entre um e outro sinal fechado, quem percorre as ruas centrais do Rio de Janeiro já deve ter perguntando o que a Corte portuguesa encontrou ao desembarcar em terras brasileiras. Em outras palavras, quais eram as condições da sociedade colonial na passagem do século XVIII para o XIX, na cidade do Rio de Janeiro?

Segundo Carlos A. M. Lima – professor do departamento de História da Universidade Federal do Paraná – pode-se entender o cotidiano da cidade observando os artífices (ferreiros, marceneiros, calceteiros, barbeiros, entre outros) que ali viviam. O resultado dessa observação tomou forma de livro – Artífices do Rio de Janeiro (1790-1808).


A CIDADE E OS SEUS ARTÍFICES

Era entre os artesãos, em meio à variedade de ricos, pobres, legais, ilegais, imigrantes portugueses, escravos (alforriados ou não) e migrantes internos que e muitos dos artistas coloniais se identificavam.

A posição na hierarquia desses artífices, escravos ou não, e a mobilidade social que alguns deles conquistavam, também é abordada no texto – produto de pesquisa minuciosa –, que é recheado de análises, gráficos e tabelas. Além disso, discorre sobre o que ocorria com as corporações de ofício em virtude da escravidão e a tensão que havia entre a regulação da atividade pelo Estado e pelo restrito mercado da cidade. Embora a sociedade fosse escravista, a maioria da população era livre e muitos dos artistas coloniais se identificavam como artesãos.

Nas palavras de Hebe Mattos, professora Titular de História do BrasiL da Universidade Federal Fluminense, que apresenta o livro, “Especialmente evocativa é a imagem utilizada [pelo autor] da pirâmide torta, pois os mais bem sucedidos tendiam a aproximar-se da situação de rentistas e homens de negócio, afastando-se do artesanato”.

Através dos artesãos, cuja atividade estava exatamente na fronteira entre cidade e campo, também pode ser vista a preponderância da cidade do Rio de Janeiro. Manifestada antes da chegada da Corte e mantida a partir da Independência do Brasil, tal preeminência pode ser identificada na observação de muitas edificações das ruas centrais da cidade, onde constatamos um patrimônio histórico construído por artesãos, algumas vezes para suas próprias instituições. É o caso, por exemplo, da igreja de São José, que tem sua origem nas Irmandades. Mas isso é assunto para um próximo livro.

SOBRE O AUTOR
Carlos Lima é doutor em História Social pela Universidade Federal do Rio de Janeiro e professor do Departamento de História da Universidade Federal do Paraná, desde 1996. Autor de outros textos já publicados sobre irmandades negras, escravidão no Brasil, libertos e negros livres na época da escravidão, imigração no período colonial, entre outros, direcionou sua pesquisa para as concepções acerca dos escravos africanos e ocupação da região Sul.

Um lançamento da




segunda-feira, 22 de setembro de 2008

MACHADO IMPERDÍVEL

CONVITE
























no Stand 33
estão nossos amigos da Sá Editora

Reynaldo Jardim e Sergio Moura revivem ARTSHOW no Hora da Prosa

Os artistas analisam o evento multimídia que agitou o TUC em 1978


Um encontro artístico marcado para quarta-feira, dia 24, no TUC, às 19 horas, deverá reunir na platéia boa parte da arte curitibana. No palco, como palestrantes, estarão o artista gráfico e poeta Reynaldo Jardim e o artista plástico Sergio Moura, mas a noite contará também com participações especiais de Rogério Dias, Solda, Rettamozzo, Geraldo Leão e Rossana Guimarães.

O ARTSHOW – 30 anos depois, marca mais uma edição do programa Hora da Prosa, que tem por objetivo incentivar debates e discussões sobre temas que envolvem o patrimônio cultural de Curitiba. Na oportunidade será feita uma análise do evento multimídia que, em 1978, agitou a Galeria Julio Moreira - TUC, reunindo artistas, produtores culturais e transeuntes numa ação coletiva de arte social. A idéia é avaliar a importância do acontecimento e sua ressonância na produção cultural nas gerações seguintes.

O local não poderia ser outro. Foi ali no TUC, em 1978, que aconteceu o primeiro encontro – batizado de ARTSHOW: projeto alternativo –, como uma grande festa, criada e coordenada por Sérgio Moura, que durou uma semana. “Foi um acontecimento multimídia”, diz Moura. Para ali foram não só artistas e produtores culturais, mas também o público em geral, transformando a efervescência “numa ação coletiva de arte social”, conforme as palavras do artista.

A Galeria Júlio Moreira e o TUC transformaram-se naqueles dias em palco de uma explosão de criatividades: ao mesmo tempo em que alguns desenhavam, outros pintavam, filmavam, fotografavam, produziam serigrafias, projetavam imagens, declamavam, cantavam, dançavam.

Lá estiveram, entre outros, além dos artistas já citados, os irmãos Wagner, Geraldo Leão, Aparecido Marques, Lucília Guimarães, Roberto Pitella, Priscila Sanson, Eduardo Nascimento, Alberto Viana, João Urban, Claude Urban, Alice Ruiz, Nivaldo Lopes, Caco Machado, Marcos Bento, Telma Serur, Oscar Betio, Roberval Santos.



Sergio e Reynaldo – Sergio Moura iniciou-se nas artes plásticas no final da década de 1960, em Manaus, quando pintava abstratos. Deixou a terra natal e passou por Brasília, Rio de Janeiro, Ouro Preto, Salvador. Nessa época trabalhava com arte ambiental, conhecida atualmente como instalação. Fixou-se em Curitiba, onde cursou a Escola de Música e Belas Artes do Paraná. É membro fundador da Associação Profissional dos Artistas Plásticos do Paraná, membro da Associação Nacional de Pesquisadores em Artes Plásticas, além de autor de vários projetos e ações coletivas de arte na rua. Também realiza palestras sempre enfocando a arte como essencial ao aprimoramento humano

Reynaldo Jardim, aos 81 anos, mantém-se ligado à poesia e à imprensa com a mesma vitalidade de décadas passadas. Foi ele o criador e editor do Caderno B, do Jornal do Brasil, e do jornal-escola O Sol, considerado marco na história da imprensa brasileira. A publicação foi citada na música Alegria, alegria de Caetano Veloso (O Sol nas bancas de revistas, me enche de alegria e preguiça) e rendeu um documentário de Tetê Moraes e Martha Alencar: Sol: caminhando contra o vento. Autor de uma dezena de livros, Jardim lançou recentemente A Lagartixa Escorregante na Parede de Domingo.



Serviço:

Hora da Prosa – Conversas sobre patrimônio cultural

ARTSHOW – 30 anos depois - com Sergio Moura e Reynaldo Jardim, participações especiais de Rogério Dias, Solda, Rossana Guimarães, Rettamozzo e Geraldo Leão.

Local: TUC – Teatro Universitário de Curitiba (Galeria Julio Moreira, s/n – Setor Histórico)

Data e horário: dia 24 de setembro (quarta-feira), às 19h

Entrada franca

CARLOTA JOAQUINA, A RAINHA DEVASSA



CARLOTA JOAQUINA, A RAINHA DEVASSA de João Felício dos Santos

Páginas : 432


Carlota Joaquina – A rainha devassa, de João Felício dos Santos, que retrata de forma literária os anos em que a Família Real permaneceu no Brasil. Centrado na figura da esposa de D. João VI, a obra revela, através de uma linguagem saborosa, todas as particularidades de uma das mais controversas personagens da história nacional.

Carlota era dotada de profunda personalidade: inteligente e culta, corajosa e sagaz, conhecedora de diversas línguas e influente nas decisões de D. João. Por outro lado, era uma mulher terrivelmente infiel (tendo aventuras tanto com homens da nobreza quanto com criados), injusta, inescrupulosa, feia e pouquíssimo asseada. De 1908 a 1821, João Felício narra o curioso dia-a-dia, coberto de intrigas e traições, mas também diversão e alguma política, da idiossincrática rotina brasileira da rainha que, ao voltar a Portugal, para não contaminar o solo da metrópole com a poeira daquela colônia, atirou suas sandálias ao mar.

Um Lançamento

A CASA DO MORRO BRANCO

A CASA DO MORRO BRANCO
de Rachel de Queiroz

Páginas - 144
Formato : 14X21

Rachel de Queiroz se consagrou como um dos grandes nomes na narrativa longa brasileira a partir da publicação do romance O Quinze, em 1930. A antologia de textos curtos A casa do Morro Branco, no entanto, vem provar que a autora também dominava perfeitamente a arte dos contos e crônicas. São 14 histórias na qual a autora expõe todas as características que marcaram obras renomadas como João Miguel, Caminho de pedras, As três Marias e Memorial de Maria Moura: análises literárias da existência humana, em seus aspectos políticos e pessoais. É um relançamento que dá continuidade ao resgate pela Editora José Olympio da obra de Rachel e de outros autores.

UM LANÇAMENTO

domingo, 21 de setembro de 2008

Lançamento do livro "Invenções de Si em História de Amor: Lota & Bishop"

O lançamento do livro "Invenções de Si em História de Amor: Lota & Bishop", de Nadia Nogueira será realizado em Campinas – SP, na Livraria Cultura, no dia 03/10/2008 e no Rio de Janeiro – RJ, na Livraria Argumento, no dia 09/10/2008, em Copacabana.

No Lançamento do Rio de Janeiro haverá um debate sobre "Lota e Elizabeth: a reinvenção de si".
sendo os debatedores:
Paulo Henriques Britto, tradutor de Elizabeth Bishop, Nadia Nogueira, autora do livro e um representante do Grupo Arco Íris e da Parada Gay para falar sobre a “Parada do Orgulho GLBT-Rio 2008, que será realizada no dia 12 de outubro e a importância do livro para a visibilidade lésbica.

DOIS INFANTO JUVENÍS

Dois lançamentos da






confira aqui

André Malinski questiona o divino no Memorial de Curitiba


Humor e ironia permeiam os trabalhos reunidos na mostra “Deus mora nos detalhes”, que será aberta às 19h desta terça-feira (23).


No Salão Paraná do Memorial de Curitiba acontece, a partir das 19h desta terça-feira (23), a exposição Deus mora nos detalhes, que reúne trabalhos do artista plástico André Malinski. São nove telas com recortes de imagens de santos impressas em tecido e complementadas com bordados, além de livro de fotografias e um vídeo que integram o projeto desenvolvido pelo artista, desde o último mês de junho. A mostra pode ser vista até o dia 23 de novembro, com entrada franca.
A exposição fecha o roteiro de ações que André Malinski comandou ao longo de quatro meses. Durante esse período, o artista espalhou pela cidade trabalhos que tinham como suportes outdoors em áreas de grande circulação da população. As obras, com recortes de imagens de santos populares, criavam um contraste com o caos visual dos anúncios comerciais. A intenção do artista era intrigar o espectador e levá-lo a resgatar memórias de outros lugares e tempos. A interação inusitada a céu aberto, entre obras de arte e transeuntes, foi registrada em vídeo que agora será exibido no Memorial de Curitiba, ao lado dos trabalhos reproduzidos em painéis bordados.

As telas receberam os nomes de Asas de Jorge, Riqueza da Cabeça, Entrega de Jesus, Amor de Sebastião, Gesto de Cosme, Penitência de Catarina, Afeto de Benedito, Urgência de Expedito e Domínio das Graças.
A série de outdoors teve início na Rua Ubaldino do Amaral, esquina com Rua XV de Novembro, de 7 a 20 de junho. Depois, esteve em cartaz, de 21 de junho a 4 de julho, na Rua Martim Afonso, próximo à Rua Brigadeiro Franco. O terceiro outdoor foi instalado na Rua Alferes Poli, próximo à Avenida Iguaçu, de 19 de julho a 1º de agosto. No período de 13 a 26 de setembro, as obras podem ser vistas na Rua 24 de Maio, nas proximidades da Avenida Visconde de Guarapuava, e na Rua Martim Afonso, perto do Supermercado Condor. Finalmente, de 27 de setembro a 10 de outubro, intervenção na Rua Almirante Tamandaré, esquina com a Rua Itupava.

Na mostra o público ainda terá a oportunidade de conferir um livro de fotografias dos outdoors nas ruas, ao lado de trabalhos imaginários, criados a partir de fotomontagens. “A intenção é transportar a pessoa para o ambiente urbano da exposição”, explica André Malinski.


Sagrado e profano – André Malinski trabalha com o conceito do sagrado no limiar do profano e seus trabalhos podem ser vistos como grandes “retalhos espirituais”, que fazem parte de uma colcha a ser costurada. As obras-retalhos alteram a divindade atribuída às imagens, provocam novas leituras e destacam o lúdico.

Fernando Bini, professor e crítico de arte, diz da criação de Malinski: “Como herdeiro da pop-art, Malinski utiliza do humor e da ironia, mas também do kitsch que vem com ela. A comunicação de massa, os quadrinhos e figurinhas, ou mesmo os “santinhos”, são transformadas em figuras políticas e religiosas, signos plásticos de dimensão narrativa. Nas figuras de Malinski, estas figuras de caráter barroco/kitsch se associam ao espetáculo para mostrar as contradições cultuais e, entre mitologia e religião, facilmente chega-se a uma forma de erotismo kitsch.”
O curador do evento, Marco Antonio Teobaldo, destaca que o projeto gera questionamentos sobre a sociedade de consumo, quando “André Malinski recorta cirurgicamente determinados elementos das imagens de santos populares e os converte em novas cenas, que são ampliadas e dispostas como que estivessem em um templo. Do lado de fora, o artista envolve a multidão do caos urbano com o seu humor, onde substitui os anúncios de propagandas por suas obras.” Ainda, segundo o curador, “o que era imperceptível se tornou importante e é por esta razão que o artista nos faz crer que, se o divino existe, certamente ele mora nos detalhes”.



O artista – Aluno do curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal do Paraná, de 1984 a 1987, André Malinski integrou o Ateliê Livre Edílson Viariato, nos períodos de 1999 a 2002 e de 2005 a 2006. Em 2002, freqüentou o Seminário de História da Arte Contemporânea, comandado por Rodrigo Naves. No ano seguinte, participou do projeto 8 Semanas de Arte, da Fundação Cultural de Curitiba, sendo selecionado por Ivo Mesquita, Moacir dos Anjos e Paulo Herkenhoff para visita em seu ateliê.

Na relação das principais exposições individuais estão Céu de Anil (2007). Desaparecidas (2005), Sagrados Corações (2002), Grato Maria Bueno (2001) e Anilina (2000). Das participações internacionais de André Malinski, destaque para Arte Contemporânea Brasileira Emergente Espacio Menosuno (Madri/Espanha – 2008), Muestra Internacional de Arte Postal – Prêmio Convivência (Celta/Espanha – 2006/07) e Artistas Paranaenses na Casa do Brasil (Madri/Espanha – 2005).

Entre as diversas premiações do artista destacam-se o Prêmio Aquisição 38° Salão de Arte Contemporânea (2006 – Piracicaba/SP – obras em acervo), Grande Prêmio Viagem a Paris (França) do VI Salão Graciosa de Artes Plásticas (2003 – Curitiba/PR), Prêmio Aquisição 5º Salão de Arte Religiosa - PUC (2001 – Curitiba/PR – obras em acervo), Grande Prêmio Viagem a Nova Iorque (EUA) do II Salão Graciosa de Artes Plásticas (2000 – Curitiba/PR – obras em acervo), Acervo Geral de Artes Plásticas do Centro Cultural Brasil – Espanha (2000 – Madri/Espanha) e Prêmio Aquisição 28º Salão de Arte Contemporânea (2000 – Santo André/SP – obras em acervo).



Serviço: Exposição do Projeto Deus mora nos detalhes, do artista plástico André Malinski Local: Salão Paraná do Memorial de Curitiba (Rua Claudino dos Santos, 79 – Setor Histórico) Data: de 23 de setembro (abertura às 19h) a 23 de novembro de 2008 Horário de visitas: Horário: de terça a sexta, das 9h às 12h e das 13h às 18h; sábados e domingos, das 9h às 15h Entrada franca

Livro Falante lança audiolivros de Machado de Assis na Livraria da Vila e promove bate-papo com Rafael Cortez



No próximo dia 30 de setembro, terça-feira, às 19h00, na Livraria da Vila da alameda Lorena, em São Paulo, a editora Livro Falante lança três obras de Machado de Assis em audiolivros: O Alienista, Dom Casmurro e Memórias Póstumas de Brás Cubas. Na ocasião o ator e jornalista Rafael Cortez, repórter do programa CQC da TV Bandeirantes, que fez a leitura destas três obras do mestre da literatura, vai participar de um bate-papo sobre esse seu trabalho, sua experiência em gravar estes audiolivros e explicar porque é tão "louco por Machado", como ele mesmo diz. A Livraria da Vila fica na alameda Lorena, 1731 - Jardins, em São Paulo, telefone: (11) 3062-1063.

Três Machados falados

O Alienista, Memórias Póstumas de Brás Cubas e Dom Casmurro narrados por Rafael Cortez


Considerado por muitos como o maior escritor brasileiro de todos os tempos, Machado de Assis sempre ganha novas edições impressas e versões para os mais diferentes meios de expressão artística. Faltava apenas um Machado em áudio, em MP3, lido por um ator jovem e talentoso. Ator, violonista clássico e jornalista, Rafael Cortez atuou em peças infantis e adultas. Na televisão, iniciou sua carreira fazendo sucesso no programa CQC, da TV Bandeirantes.

No audiolivro O Alienista, a leitura de Rafael Cortez, que se diz "louco por Machado", é fluida, como se as palavras tivessem vivido dentro dele desde as primeiras leituras na escola, as releituras de adulto, desde sempre. Nos momentos decisivos da obra, Rafael Cortez encontra o melhor timbre e a entonação perfeita para deixar tudo bem claro para o ouvinte.

Em O Alienista, Machado de Assis ironiza o conceito de loucura e o poder do conhecimento científico. No conto, o médico Simão Bacamarte funda um hospício e passa a internar nele todos aqueles que julga loucos. O procedimento leva a um desfecho inesperado.

Já Dom Casmurro tem como matéria-prima os meandros mais profundos da mente de um homem apaixonado, onde nasceu a dúvida com relação à traição da esposa. Trata-se de um dos mais importantes romances da literatura mundial. Neste audiolivro, Rafael Cortez deixa-se sentir o amor de Bentinho, entrega-se a sua paixão e mergulha totalmente nas suas dúvidas, amando e odiando Capitu e Escobar, conforme lhe passam idéias pela mente.

No romance Memórias Póstumas de Brás Cubas o defunto Brás Cubas conta a história da sua vida a partir do túmulo. O livro é marcado pelo humor, pela ironia e pela ousadia em termos de forma e linguagem. A obra no formato de audiolivro propõe-se a respeitar e a reproduzir as "travessuras" da obra escrita. Para isso, Rafael Cortez, além das ferramentas de ator, empunhou seu violão e resolveu com música e com ritmo todas as inovações formais propostas pelo mestre da literatura. O ator volta desse mergulho com a obra completa, ora doce, ora angustiada, para o ouvinte. Quem escuta entende o que ele quer dizer quando afirma ser "louco por Machado". O ator volta desse mergulho com a obra completa, ora doce, ora angustiada, para o ouvinte. Quem escuta entende o que ele quer dizer quando afirma ser "louco por Machado".


LANÇAMENTOS DA