
Genética: escolhas que nossos avós não faziam
de Mayana Zatz
Páginas: 202
O que você faria se pudesse escolher o sexo do seu filho? Impedir que ele tenha uma doença grave selecionando seus genes – mesmo que seja depois de adulto? O que os avanços da engenharia genética nos reserva para o futuro? Até onde podemos – ou queremos ir – com a escolha de embriões, células-tronco, testes de DNA, clonagem? São questões modernas que mais cedo ou mais tarde baterão à nossa porta, e que a bióloga e geneticista brasileira Mayana Zatz procura levantar nesse livro original e humano – "GenÉtica: escolhas que nossos avós não faziam" (assim mesmo, com “e” maiúsculo, para chamar a atenção para a outra face da evolução da ciência).
Mayana, que é uma pesquisadora da USP conhecida internacionalmente, e participou ativamente da aprovação pelo Congresso Nacional das pesquisas com células-tronco embrionárias, traz um pouco de sua experiência para o cotidiano das pessoas. As histórias por ela relatadas poderiam ocorrer com qualquer um de nós – porém, no estágio atual do nosso conhecimento, nossas respostas nem sempre serão as mesmas.
“Este livro é uma bomba em todas as certezas acomodadas, ele coloca problemas, página a página, frente aos quais nossa bulas de bem viver entram em parafuso.A Genética está para o século XXI assim como a Física esteve para o século XX. Os avanços da Genética deixam para trás uma forma de viver e geram problemas de ordem ética que não podem, curiosamente, ser resolvidos geneticamente.” É o que diz o médico e psiquiatra Jorge Forbe no prefácio.
Como observa a especialista em Biodireito, Adriana Diaféria, que também comenta a publicação: “O livro nos mostra claramente diversas questões não só da relação do ser humano consigo mesmo, mas principalmente na ruptura de dogmas - como o caso da reprodução a partir de células somáticas e a manipulação, congelamento e o descarte de embriões, dentre tantos outros -, retomando a necessidade de se revitalizar as mais tradicionais questões filosóficas. Questões como: O que é a vida? O que somos? O que desejamos ser? estão presentes nessa discussão. “
A importância de "GenÉtica: escolhas que nossos avós não faziam" é diretamente proporcional à relevância e às implicações dos assuntos que o livro aborda, e ao impacto potencial de suas consequências para nossas vidas, tanto em termos práticos quanto de visão de mundo. Da lista de seus capítulos emerge um quadro sinótico, senão de um admirável mundo novo, de uma parte tão admirável quanto nova de nosso próprio mundo: paternidade ou o direito de não saber; confidencialidade; diagnóstico pré-natal; gêmeos, trigêmeos e mais; menino, menina e o que você faria se pudesse escolher; embriões salvadores; projeto Genoma; loira ou morena, alta ou baixa, atleta ou cientista; pesquisas com células-tronco; bancos de cordão umbilical; testes de DNA na farmácia; clonagem e o que nos reserva o futuro. E já nos envolve o presente, numa discussão que implica, acima de tudo, em escolhas. Escolhas culturais, escolhas políticas, escolhas jurídicas, escolhas familiares, escolhas pessoais. Em todo caso, escolhas obrigatórias. De um tipo que nossos avós não podiam fazer, e que nós não poderemos evitar. Melhor começar a se informar.
Com capítulos curtos em linguagem clara e até mesmo divertida (pois as questões já são complexas o suficiente), o livro oferece ainda duas preciosas ferramentas adicionais: um verdadeiro minidicionário com os principais termos e expressões envolvidos (“Para entender melhor”) e uma lista de sites úteis (além de bibliografia especializada). E conta com uma apresentação de Dráuzio Varela, que não esconde seu entusiasmo com a leitura: "A noite em que comecei a ler o livro, quase perdi a hora de levantar.As histórias que ele conta são tão instigantes que fica difícil parar de pensar nelas."
A AUTORA
Naturalizada brasileira, Mayana Zatz, nasceu no dia 16 de julho de 1947, em Tel Aviv, Israel. Bióloga molecular, ela é professora do Departamento de Biologia do Instituto de Biociências da Universidade de São Paulo. Desde 2005, exerce o cargo de pró-reitora de pesquisa da USP.
Pesquisadora renomada em genética humana, com contribuições principalmente no campo de doenças neuromusculares em que é pioneira, atualmente seu laboratório no Centro de Estudos do Genoma Humano da USP também realiza relevantes pesquisas no campo de células-tronco. Mayana já publicou mais de 280 trabalhos científicos.
Provocações - Mayana Zatz
UM LANÇAMENTO
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
Lançamento - Genética: escolhas que nossos avós não faziam de Mayana Zatz
Artigo - Correspondência Bhaktivedanta: Dr. Mohapatra
Nesta segunda de oito correspondências de Prabhupada selecionadas para publicação no Amigos de Krishna, lemos um excerto da carta de Srila Prabhupada datada de 21 de março de 1976, endereçada ao Sr. Chittaranjan Mohapatra, Mayapur. Nesta carta, Srila Prabhupada enfatiza a importância de sanarmos nossas dúvidas sobre a nossa posição e a posição de Krsna com base na autoridade das escrituras reveladas. Exemplarmente tendo as escrituras por base, Prabhupada responde às perguntas: “Por que devemos sacrificar tudo por Krsna? O que é sacrifício?” e “Como podemos abandonar a atração pelo sexo oposto?”.
leia em
*****
Lançamento - Os últimos passos de um vencedor de José Roberto Burnier

Os últimos passos de um vencedor
de José Roberto Burnier
Páginas: 256
Para quem gosta de nossa história recente e de jornalismo com alma!
O experiente repórter José Roberto Burnier acompanhou de perto os cinco últimos anos do ex-vice-presidente da República. Nesse período, estabeleceu uma relação de amizade e confiança com José Alencar, convivendo mais com ele, seus familiares e médicos que com a própria família — no momento de sua morte, Burnier era o único jornalista dentro do Hospital Sírio-Libanês e foi o primeiro a anunciar seu falecimento, em rede nacional, quando a emoção precisou ser controlada, e o repórter então prevaleceu sobre o amigo e admirador.
Burnier reconstrói, a partir de depoimentos do próprio Alencar e de vasta pesquisa, o vitorioso caminho percorrido pelo garoto pobre que se tornou empresário bem-sucedido e vice-presidente da República. Além disso, traz informações inéditas e exclusivas sobre a doença e a morte do vice-presidente, confirmando que, além de um inesquecível exemplo de amor à vida, José Alencar foi um vencedor.
O AUTOR
José Roberto Burnier - O jornalista trabalha há 27 anos na TV Globo e, quando era correspondente na Argentina, ajudou a desenvolver, com Marcos Losekann e Caco Barcelos, um "kit" que dispensa a presença de cinegrafista. Começou na retransmissora da Globo em Campinas.
Jô Soares entrevista José Roberto Burnier 13/09/2010
UM LANÇAMENTOquinta-feira, 8 de setembro de 2011
evento - Marcia Camargos discute literatura infantil e anuncia livro sobre o Teatro Municipal de São Paulo
Marcia Camargos discute literatura infantil e anuncia livro
sobre o Teatro Municipal de São Paulo
Evento no próximo dia 9 de setembro discute literatura infantil no Itaú Cultural e festa no dia 12 comemora 100 anos do Teatro Municipal de São Paulo e anuncia o seu livro Theatro Municipal cem anos, palco e plateia da sociedade paulistana
No Próximo dia 9 de setembro, sexta-feira, às 18h00, durante a sexta edição dos “Encontros de Interrogação” do Itaú Cultural, Marcia Camargos participa da mesa “A Literatura Infantil e Seus Passos de Gigante: A Quantas Anda o Gênero no Brasil? Ao lado de Eva Furnari, Leo Cunha, Marisa Lajolo e sob a mediação de Suzana Vargas, a autora vai contar como fica a leitura de Monteiro Lobato depois de três ou quatro gerações de escritores do gênero. Também serão levantadas algumas questões para a mesa como, “Há critérios claros que separam a ficção adulta da ficção infantil?” Como a literatura infantil no Brasil se renova a partir de sua tradição?” “Existe uma tendência internacional seguida por autores nacionais?” Biógrafa de Monteiro Lobato, Marcia Camargos adianta parte da sua fala desse encontro.
“No princípio, éramos todos nós, filhos de Lobato. Leitores e escritores inspiravam-se diretamente no criador da literatura infanto-juvenil brasileira. Agora, já na terceira ou quarta geração de autores do gênero, vamos diversificando. As fontes multiplicaram-se, o mundo transformou-se e nos defrontamos com a necessidade de renovar na tradição, com o desafio de falar com a contemporaneidade sem perder as raízes, conseguir o frescor do atual, do moderno, mantendo uma ligação com os clássicos fundadores. Tornar-se, enfim, universal e cosmopolita, em um planeta todo conectado pelas redes sociais, sem abrir mão da individualidade, das referências locais e nacionais. Algo que já no início do século XX o mesmo Monteiro Lobato fazia com maestria, ao ambientar os personagens das suas histórias no espaço do Sítio de um Brasil agrário e, ao mesmo tempo, fazê-los dialogar com os filósofos da Grécia antiga e os cientistas europeus, mandá-los em viagens espaciais, ao passado e ao futuro, sempre mantendo uma conexão com as origens rurais e saborosas da roça. Como já disse Leon Tolstoi: "Canta a tua aldeia e serás universal". Creio que este é o caminho para a literatura infantil. O diferencia de hoje é a preocupação com a inclusão e a alteridade. Como os livros infantis e juvenis sempre carregam um caráter didático, já que falam com um público em formação, ele assumem esta dupla função, a de divertir e de educar. Portanto, precisam manter alguma preocupação com o politicamente correto sem ser moralista. Ao contrário, têm o papel de abordar questões que afetam a sociedade atual em constante transformação. Famílias ampliadas com vários pais e irmãos, perfis étnicos, necessidades especiais, características regionais, populações de risco e comportamento como o de pais homossexuais, por exemplo, acabam entrando no escopo estes livros para atenderem as crianças do terceiro milênio. E o escritor precisa estar atento a estas questões para falar com o jovem em formação e conseguir atraí-lo para a leitura.”
100 anos do Teatro Municipal de São Paulo
No próximo dia 12 de setembro o Teatro Municipal de São Paulo vai completar 100 anos e Marcia Camargos prepara o lançamento do livro, Theatro Municipal cem anos, palco e platéia da sociedade paulistana, que já está no prelo, e conta a história do teatro centenário. Na noite da festa será apresentado para convidados um programa clássico do repertório lírico: Rigoletto, conhecida e estimada obra de Verdi, em montagem inconvencional e inédita de Felipe Hirsch e Daniela Thomas. Nesta ópera o compositor nos alerta para a nobreza de sentimento, que pode se ocultar numa aparência monstruosa. O corcunda implacável cantará mais uma vez: “tutto al mondo è tal figlia per me”.
A seguir trechos do folheto que será entregue no evento e que adianta um pouco do que será o livro:
"Quando começaram a chegar a São Paulo artistas da cena internacional como as divas Eleonora Duse e Sarah Bernhardt, tornava-se clara a necessidade de um teatro de porte, bancado pela municipalidade. Já por volta de 1890, os aficionados da música ressentiam-se da falta de uma casa à altura das companhias que nem sempre dispunham de palco apropriado, vendo-se obrigadas a seguir do Rio de Janeiro direto para Buenos Aires.
Inúmeras propostas tramitaram na Câmara Legislativa, até que, na gestão de Antônio da Silva Prado, de 1899 a 1911, a ideia deslanchou. Em 10 de maio, o prefeito assinava com a Fazenda do Estado a cessão dos terrenos desapropriados entre as ruas Barão de Itapetininga, Formosa, Conselheiro Crispiniano, além do futuro prolongamento da rua 24 de maio.
O teatro foi pensado de modo a aproveitar as características do terreno, com a frente para a rua Barão de Itapetininga, e a lateral para a esplanada, que já prenunciava os planos de ajardinamento do vale como previstos pelo paisagista francês Joseph Bouvard. Assim o Municipal e o teatro São José, cujos telhados se complementavam, imprimiam um uso urbano refletido, específico e nobre ao morro do Chá, em contraste com a área mais antiga, caótica e desorganizada. As plantas e o orçamento eram de autoria de Francisco de Paula Ramos de Azevedo, Domiziano Rossi e Cláudio Rossi.
(.....)
Na terça-feira, 11 de setembro de 1911, a cidade acordou em suspense. Não durou muito a expectativa. É que o navio vindo de Buenos Aires com os cenários e figurinos atrasara-se. Por isso, ao atracar no porto de Santos, não tinha mais chance de cumprir o cronograma, obrigando ao adiamento. Retocaram-se as maquiagens e refizeram-se os figurinos.
Na noite seguinte, ao cair da tarde, um desfile infindável de carruagens e tílburis formou um inédito engarrafamento na cidade. Dos trezentos veículos existentes, mais de cem dirigiram-se para a região do teatro. Os carros chegavam ao Municipal por todas as direções. Vinham pelo viaduto do Chá, pela rua Conselheiro Crispiniano, na direção do largo do Paissandu, pela rua 24 de maio. Como não era de bom tom procurar o próprio carro pelas redondezas, os convidados aguardavam na porta do Theatro até os motoristas aparecerem, fazendo com que o congestionamento se repetisse na saída."
Marcia Camargos é escritora e jornalista, com pós-doutorado pela USP. É biógrafa de Monteiro Lobato e autora de Villa Kyrial: crônica da Belle Époque paulistana, A Semana de 22: entre vaias e aplausos, Micróbios na cruz, Pinacoteca do Estado: a história de um Museu e O Irã sob o chador- os dois últimos, em co-autoria.
evento - dança - MARIANA MUNIZ ESTREIA 2MUNDOS
Cia Mariana Muniz de Teatro e Dança apresenta
2MUNDOS
Dia 9 de outubro, no Teatro Adamastor, em Guarulhos
Apresentação Gratuita
A bailarina e atriz Mariana Muniz volta aos palcos com um espetáculo
inédito, inspirado na relação entre a Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS)
e o silêncio e os sentidos simbólicos das linguagens da dança e do teatro.
A supervisão geral é de Eduardo Tolentino de Araújo.
Mariana ministrará uma oficina gratuita, onde os interessados
poderão vivenciar o processo de criação do espetáculo,
o trabalho de base, o aprendizado de LIBRAS (Língua Brasileira de Sinais),
o roteiro e a encenação, das 14 às 17h, no mesmo dia e local.
Foto: Cláudio Gimenez
“Mesmo no silêncio e com o silêncio
Dialogamos”
Carlos Drummond de Andrade
2MUNDOS é um projeto de Dança-Teatro inspirado no universo da cultura surda. Ele foi concebido e realizado pela criadora e intérprete Mariana Muniz sob a supervisão geral do diretor Eduardo Tolentino de Araújo. O espetáculo fará apresentação única em Guarulhos, no dia 9 de outubro, às 19h, no Teatro Adamastor.
A dramaturgia do espetáculo é baseada na construção de cenas elaboradas no corpo da bailarina e atriz, que comunicam o universo imaginário, produzido pela pesquisa da relação entre o silêncio e os sentidos simbólicos das linguagens da dança e do teatro, em diálogo com a Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS).
No contexto social dos surdos, o gesto corporal é a mais importante maneira de comunicação e o espetáculo faz convergir a LIBRAS com a dança e o teatro, pelos dois aspectos essenciais na elaboração cênica: comunicação e arte.
2MUNDOS é também um projeto que surge do desejo de dialogar artisticamente, ouvindo gestos e movimentos para criar imagens e apreender sons onde o silêncio nos convida a considerar o ato de ler como um modo de ouvir.
“Olho do mesmo modo com que poderia escutar.
Meus olhos são meus ouvidos.
Escrevo do mesmo modo com que me exprimo por sinais.
Minhas mãos são bilíngües.
Ofereço-lhes minha diferença.
Meu coração não é surdo a nada neste duplo mundo. (...)”
Emmanuelle Laborit
“Pensar as artes cênicas nessa intersecção Dança - Teatro nos permitiu olhar para a potência expressiva do gesto. Podemos nos comunicar tranquilamente através da palavra falada, mas quando diante de uma situação limite, de grande tensão ou emoção, as palavras não bastam e gesticulamos; e, assim nos comunicarmos com mais sinceridade em relação ao que pretendemos expressar”, fala Mariana Muniz sobre o espetáculo que dá continuidade à pesquisa da Cia. que leva seu nome sobre as intersecções entre dança e teatro, movimento e palavra, poesia e dança, numa exploração radical da comunicação através do corpo/voz.
Para a Cia. Mariana Muniz pesquisar uma língua complexa e estruturada como é a LIBRAS, subvertê-la e explorá-la artisticamente em suas possibilidades lexicais e em sua sintaxe, é fazer poesia no espaço e no tempo, buscando algo que sirva como ponte entre o universo de ouvintes e de não ouvintes.
Oficina
Mariana Muniz irá ministrar uma Oficina gratuita sobre 2Mundos onde bailarinos, atores e leigos poderão vivenciar algumas etapas do processo de criação do espetáculo: trabalho de base, aprendizado de LIBRAS (Língua Brasileira de Sinais), roteiro da encenação. A Oficina 2Mundos – Um Processo de Criação acontece no dia 9 de outubro, das 14h às 17h. Inscrições pelo e-mail: teatroadamastor@gmail.com .
Serviço:
2Mundos
Supervisão Geral: Eduardo Tolentino de Araújo
Concepção, interpretação e dramaturgia: Mariana Muniz
Direção: Cláudio Gimenez
Data: Dia 9 de Outubro, às 19h
Duração: 50 minutos
Classificação etária: livre
Entrada Franca
Local: Teatro Adamastor
End.: Av. Monteiro Lobato, 734 – Macedo Guarulhos/SP
Tel.: (11) 2087-4175
Retirada de ingressos 1 hora antes do espetáculo
Lotação: 689 lugares – sendo 20 para cadeirantes
Oficina sobre o processo de criação do espetáculo 2Mundos
Horário: das 14 às 17h – 3 horas
20 Vagas
Grátis
Público alvo: bailarinos, atores e leigos
Inscrições para Oficina: teatroadamastor@gmail.com
Ficha Técnica
Supervisão Geral:
Eduardo Tolentino de Araújo
Concepção, interpretação e dramaturgia:
Mariana Muniz
Direção:
Cláudio Gimenez
Assessoria Técnica em LIBRAS e imagens projetadas:
Carlos Avelino de Arruda Sampaio
Música Original:
Ricardo Severo
Figurino:
Tânia Marcondes
Iluminação:
Ricardo Bueno
Projeto Gráfico:
Paula Viana
Registro Videográfico:
Osmar Zampieri
Fotos:
Cláudio Gimenez
Assessoria de Imprensa:
Flavia Fusco
Produção:
Cria da Casa Gestão Cultural (Cybelle Young e Priscila Wille)
Assistente de Produção:
Michelle Karine
Agradecimentos Especiais:
Maria Lúcia Lee, Alexandre de Freitas Guimarães e Carlos Martins e às Estagiárias: Tatiana Saltini e Luzia Bugno.Notícia - Aparecimento de Sri Vamana Deva , Ekadasi e Bhaktivinoda Thakura
Dia 8 – Aparecimento de Sri Vamana Deva e Ekadasi
Dia 9 – Aparecimento de Srila Bhaktivinoda Thakura
*no dia 8 segue a dieta de Ekadasi com jejum até o meio-dia
O avatara anão de Deus – Sri Vamana Deva
Leia em
*********
evento - Antologia da literatura fantástica produzida no Ceará será debatida

Antologia da literatura fantástica produzida no Ceará será debatida no programa Troca de Ideias
Uma antologia da Literatura Fantástica produzida no Ceará, entre os séculos XIX e XXI, será apresentada e debatida no programa Troca de Idéias, no Centro Cultural Banco do Nordeste-Fortaleza (rua Floriano Peixoto, 941 - Centro - fone: (85) 3464.3108), próximo dia 15 (quinta-feira), às 18h30.
Intitulada "O cravo roxo do diabo: o conto fantástico no Ceará", a coletânea é composta por 172 contos, 60 poemas e 17 capítulos de romance, em 674 páginas de livro, compondo, assim, um amplo panorama do texto fantástico cearense produzido entre os séculos XIX e XXI. Organizada pelo escritor Pedro Salgueiro, a obra desafia a coragem dos leitores com narrativa de horror, lendas sertanejas e causos e mistério.
A pesquisa para a antologia durou três anos e resultou num rico acervo do gênero, revelando a prodigiosa criação dos escritores cearenses, desde o século XIX, quando vieram a público as primeiras publicações de textos literários no Ceará.
O título foi tomado de empréstimo de um conto de Álvaro Martins, infelizmente não localizado. A capa criada pelo escritor, designer e quadrinista Raymundo Netto confere ao vultoso acervo o aspecto de obra definitiva. Esta edição do programa Troca de Ideias terá como debatedores convidados Pedro Salgueiro e Raymundo Netto, com a mediação de Carlos Vazconcelos.
Programação de cinema - Fundação Cultural de Curitiba 9 a 15/09/11
PROGRAMAÇÃO CINEMATECA | 09 a 15 DE SETEMBRO 2011
9 a 15
SESSÃO VITRINE – 2ª EDIÇÃO
ADORMECIDOS (BR, 2011 – 6min – documentário experimental - DVD). Direção de Clarissa Campolina.
Por toda a parte, quando anoitece, luzes e cartazes publicitários tornam-se os únicos seres com vida entre as ruas inertes. Seres que nunca se encontram, desconhecidos quase exatamente iguais.
OS MONSTROS (BR, 2011 – 81min – ficção - DVD). Direção de Guto Parente, Luiz Pretti, Pedro Diógenes e Ricardo Pretti.
Nenhum homem é um fracasso quando tem amigos.
Total do programa 87 minutos.
De 9 a 11 – 14h
Dia 12 – 15h45, 18h e 20h
De 13 a 15 – 15h45
Classificação 12 anos
Ingresso pago: R$5,00 (inteira) – R$2,50(meia) – R$1,00 (aos domingos)
9 a 11
MOSTRA ANDRZEJ WAJDA
Programação final
Evento em parceria com o Consulado Geral da República da Polônia.
Filmes com legendas em português.
Dia 09/09, 16h
O MAESTRO | Dyrygent (Polônia,1979 - 102 min, cores - DVD)
19h30
O HOMEM DE MÁRMORE | Człowiek z Marmuru (Polônia,1976 - 153 min, cores - DVD)
Dia 10/09, 16h
TUDO À VENDA | Wszystko na Sprzedaż (Polônia,1968 - 94 min, cores - DVD)
19h30
OS MAGOS INOCENTES | Niewinni Czarodzieje (Polônia, 2002 - 100 min, cores - DVD)
Dia 11/09, 16h
CÁLAMO / Tatarak (Polônia,2009 - 83 min., cores – ficção - DVD)
O MESCLADO / Przekładaniec(Polônia,1968 - 35 min, p&b – ficção - DVD)
19h30
OS MAGOS INOCENTES / Niewinni Czarodzieje (Polônia, 2002 - 100 min, cores - DVD)
Classificação 14 anos para todos os filmes.
Ingresso gratuito
13 e 14, às 19h
CICLE CINE 2011 – Mostra de Cinema e Mobilidade
Mostra de filmes selecionados que integra a programação no mês de setembro, da Arte Bicicleta e Mobilidade, evento que chega na sexta edição em 2011. A idéia é reunir a produção cultural que aborda a temática da Bicicleta.
Classificação livre
Ingresso gratuito
Dia 15, 19h30
MOSTRAVÍDEO ITAÚ CULTURAL
Evento do projeto Mostravídeo Itaú Cultural com produção do Paço da Liberdade Sesc Paraná e apoio da Cinemateca de Curitiba.
Antologias
Exibição dos filmes de um dos mais importantes diretores de fotografia do cinema brasileiro, Aloysio Raulino que também construiu uma carreira marcante na direção de filmes, boa parte deles tematizando as condições de vida de trabalhadores, migrantes e excluídos sociais.
JARDIM NOVA BAHIA (Brasil, 1971, 15 min, 35 mm).
Depoimento prestado por Deutrudes Carlos da Rocha, baiano de 24 anos, lavador de automóveis, que vive em São Paulo.
O TIGRE E A GAZELA (Brasil, 1976, 14 min, 35 mm).
As fisionomias, os gestos e as falas de mendigos, pedintes, loucos e foliões que passam pelas ruas de São Paulo. Os sons e as imagens são ilustrados com extratos de Frantz Fanon.
PORTO DE SANTOS (Brasil, 1978, 19 min, 35 mm).
Descrição poética do Porto de Santos e seus trabalhadores – doqueiros, prostitutas, marinheiros, um capoeirista –, provavelmente envolvidos numa paralisação grevista.
CELESTE (Brasil, 2009, 5 min, DVD).
Contra um céu adverso, Celeste alça seu voo. Se subiu, ninguém sabe, ninguém viu.
Após a sessão, haverá debate com o realizador Aloysio Raulino e o curador João Dumans.
Classificação 14 anos
Ingresso gratuito
Cinemateca
Rua Carlos Cavalcanti, 1174, São Francisco
Horário de funcionamento: segunda a sexta-feira, das 9h às 12h e das 14h às 22h30. Sábados e domingos, das 14h30 às 22h30.
Informações: (41) 3321-3252
evento - musica - jazz no clube literário do porto
Público Público em geral (não é necessária formação musical)
Datas De Outubro de 2011 a Março de 2012
Horário Todas as sextas-feiras, das 18h00 às 19h30
Local Clube Literário do Porto
O curso livre Jazz: audição comentada com José Duarte no CLP consiste numa formação semanal, em que será abordado o Jazz à semelhança do programa de José Duarte na Antena 1. Destinado ao público em geral (não é necessário possuir qualquer habilitação musical), o curso, com a duração de seis meses, também contará com a participação de músicos de jazz convidados, que actuarão ao vivo em determinadas sessões.
As 24 sessões, de 1h30 cada, incluem a audição de CD e visionamento de DVD, com alguns exemplos deste género musical, de acordo com o plano proposto pelo formador, José Duarte, que fará comentários explicativos, tanto dos subgéneros, como dos intérpretes, ou até dos instrumentos e com referência às suas experiências e histórias pessoais.
Semanalmente, via e-mail ou disponibilizadas no blogue oficial das sessões e na livraria do CLP, os participantes do curso receberão os sumários com nomes de composições, de instrumentistas e outras informações igualmente importantes para as sessões.
No final do curso, será atribuído um certificado de frequência do Jazz: audição comentada, assinado pela direcção do CLP e por José Duarte, que prova que o respectivo assistente frequentou o curso.
Programa da formação aqui.
Inscrições aqui.
Clube Literário do Porto
Rua Nova da Alfândega, nº 22
4050-430 Porto
Tel. 222 089 228
Fax. 222 089 230
Email: clubeliterario@fla.pt
segunda-feira, 5 de setembro de 2011
Lançamento - Linguagem e formação de conceitos no ensino de ciências
Linguagem e formação de conceitos no ensino de ciências
Eduardo Fleury Mortimer
Coleção: Aprender
373 p.
Mostra a evolução das concepções na área de ciências e seu uso na explicação dos estados físicos dos materiais. Indicado para estudantes da 8ª série do Ensino Fundamental, baseia-se na análise de testes e em transcrições da gravação do processo de ensino, numa perspectiva construtivista. Oferece um enfoque teórico alternativo à mudança conceitual e sugere formas de análise do processo de ensino em sala de aula.
O AUTOR POR ELE MESMO -
Eu me formei em bacharelado e licenciatura em Química, na UFMG, em 1980. Sou também Técnico em Química, formado pelo Colégio Técnico da UFMG. Antes de ingressar na Faculdade de Educação da UFMG em 1983, como professor de Prática de Ensino de Química, trabalhei por 3 anos como químico em indústrias e lecionei química no ensino médio por 5 anos, em escolas de Belo Horizonte. Já como professor da UFMG fiz meu mestrado em educação na casa, defendendo, em 1988, a dissertação intitulada 'O ensino de teoria atômica e de ligação química no segundo grau: drama, tragédia ou comédia?' Em 1994 eu defendi a tese de doutorado na USP intitulada 'Evolução do atomismo em sala de aula: mudança de perfis conceituais.' Essa tese foi posteriormente ampliada e publicada pela Editora da UFMG, em 2000, sob o título de 'Linguagem e formação de conceitos no Ensino de Ciências'.
LANÇAMENTO DA


