domingo, 27 de setembro de 2009

O CAMINHO DA DEUSA



Você já a conhece. É ela que conduz você na dança. Ela é a música da sua vida. Você precisa perguntar o nome dela?

Se você nunca encontrou a deusa fora do seu coração, O Caminho da Deusa o
despertará para os vários nomes e faces dela. Este livro lhe oferece uma abordagem
criativa e individualizada à descoberta e devoção espiritual, que desenvolverá os seus
recursos interiores e desafiará delicadamente a sua disposição para mudar.

Use-o para invocar vinte diferentes aspectos da deusa, para criar rituais
expressivos que homenageiam os dias das festividades dela e para promover o
crescimento em áreas negligenciadas ou bloqueadas da sua vida. Onde quer que você
se encontre no caminho da deusa, este livro lhe reserva tesouros espirituais.

O LIVRO

O CAMINHO DA DEUSA –
Mitos, Invocações e Rituais
de Patricia Monaghan


Tema - espiritualidade feminina/
desenvolvimento espiritual

Páginas: 264 págs





A autora: PATRICIA MONAGHAN, Ph.D., é uma das pioneiras do movimento da espiritualidade feminina e autora de vários livros sobre espiritualidade, entre eles a clássica enciclopédia de mitologia The New Book of Goddesses & Heroines. Patricia moraatualmente em Chicago e faz parte do corpo docente da School for New Learning da DePaul University, onde leciona ciências e literatura.

UM LANÇAMENTO


Educação Corporativa e Aprendizagem

Educação Corporativa e Aprendizagem
As Práticas Pedagógicas na Era do Conhecimento
de Eleonora Jorge Ricardo

N de páginas:120


Vivemos em uma sociedade na qual os relacionamentos de poder básico se deslocaram dos produtores para os controladores da informação. Nela, é o conhecimento que gera valor. Portanto, se os indivíduos não compartilham saberes e as organizações não possuem práticas de registro, retenção e intercâmbio de experiências, não há crescimento e inovação corporativa.

Foi com base nesse pensamento, que Eleonora Jorge escreveu Educação Corporativa e Aprendizagem: As Práticas Pedagógicas na Era do Conhecimento. Na obra, ela afirma que os profissionais da sociedade necessitam de novas competências. Já não basta se especializar, é preciso ter criatividade, proatividade, trabalhar e produzir coletivamente. Para isso, a autora descreve um modelo que associa teoria e prática, conjugando uma série de exercícios pedagógicos de renomadas instituições do cenário nacional aos ensinamentos de grandes educadores brasileiros. Ações que ampliarão as possibilidades de aprendizagem e favorecerão a inclusão social e a atuação de colaboradores como cidadãos inseridos nos processos produtivos da corporação, desde a gestão à operação. Todas com potencial de trazer ao alcance os objetivos requeridos pela organização.

Com isso, Eleonora Jorge nos apresenta um movimento em prol de uma aprendizagem renovada, amorosa e criativa, que remete à "educação da sensibilidade" (Herbert Read). Ensinamentos que derrubam barreiras e invadem todos os territórios de assimilação, construção de conhecimento, busca de consciência e exercício da cidadania. Assim, Educação Corporativa e Aprendizagem: As Práticas Pedagógicas na Era do Conhecimento se torna essencial para a comunidade que se dedica a compreender os processos de capacitação no ambiente empresarial.

Conteúdo:

1- Educação Corporativa: Novos Rumos na Educação do Trabalhador
2- A Prática Pedagógica na Era do Conhecimento e o Projeto Pedagógico Empresarial
3- Educação a Distância: A Autoria e a Construção do Conhecimento
4- Certificação: Desafios das Universidades Corporativas
5- Conclusões

Livros do mesmo autor Eleonora Jorge Ricardo -Educação Corporativa - Fundamentos e Práticas -Educação Corporativa e Educação a Distância -Educação Corporativa e Aprendizagem

UM LANÇAMENTO

Funarte e Garamond lançam livro inédito de Augusto Boal

A Estética do Oprimido, escrito pouco antes do falecimentodo dramaturgo, já é considerado o testamento estético do autor.

A ESTÉTICA DO OPRIMIDO
Augusto Boal
256p.

O último livro escrito por Augusto Boal, A Estética do Oprimido, será lançado no dia 29 de setembro no Centro de Teatro do Oprimido (19h), no Rio de Janeiro, instituição que Boal criou em 1986 e onde trabalhou nos últimos 23 anos. Em São Paulo, o lançamento acontece no dia 1° de outubro no Teatro de Arena Eugênio Kusnet (18h). O livro, publicado em parceria pela editora Garamond e pela Funarte/MinC, é considerado por muitos como o testamento estético do autor.

O evento de lançamento será produzido pela editora Garamond e pela Funarte, em parceria com o Centro de Teatro do Oprimido, que apresentará a intervenção "Viva Boal!", com cenas representativas da dramaturgia de Boal, exposição de produtos da Estética do Oprimido, fotos, livros etc.

Fruto de experimentações práticas em laboratórios teatrais no Centro de Teatro do Oprimido, e da sistematização teórica de seminários, A Estética do Oprimido ganhou forma ao longo de oito anos de trabalho de pesquisa coletiva, sendo finalizado pelo autor em janeiro de 2009.

Fundador do Teatro de Arena e precursor do Teatro do Oprimido, Augusto Boal foi um dos principais teatrólogos dos últimos tempos, considerado por muitos tão importante quanto Brecht e Stanislawisk. Pouco antes de falecer, chegou a ser condecorado Embaixador Mundial do Teatro pela Unesco e em 2008 foi indicado ao Prêmio Nobel da Paz. A obra reflete o engajamento político de Boal. Através da arte, ele propõe uma teoria do pensamento sensível para o uso prático, isto é: como instrumento transformador da realidade. O livro convida todos a apostarem na potência mais radical do pensamento: a potência criadora de realidades possíveis.

Trata-se da sedimentação de mais de 50 anos de prática e reflexão sobre arte, indivíduo e sociedade. Uma visão ideológica – e inevitavelmente filosófica – de um artista que soube, como ninguém, conjugar o verbo mudar em todos os tempos e em todas as pessoas. Um obra fundamental para a continuidade e o desenvolvimento das ideias defendidas por Boal no campo da arte, que tem uma marca especialíssima: a coerência política de quem dedicou sua arte à transformação da vida.


Lançamento
Terça-feira, 29 de setembro de 2009, às 19h
Centro de Teatro do Oprimido
Av. Mem de Sá, 31 Lapa
Rio de Janeiro RJ (21) 2232-5826

Quinta-feira, 1º de outubro de 2009, às 18h
Teatro de Arena Eugênio Kusnet
R. Teodoro Baima, 94 Centro
São Paulo SP (11) 3259-6409

A PRÁTICA DA MEDITAÇÃO TIBETANA


" O budismo foi levado ao Tibet por volta do século VII, com o apoio do rei Songtsen Gampo (tib. srong btsan sgam po). Posteriormente, o tibetano Rinchen Zangpo (tib. rin chen bzang po, 980-1055), monge e tradutor que estudou em Kashmir, na Índia, retornou ao Tibet com uma grande quantidade de textos religiosos e trinta e dois artesões. Começa aqui a história da arte budista no Tibet.

As pinturas tibetanas (tib. thang ka) passaram a ser usadas como suporte para as práticas meditativas com visualizações. Elas representam iconograficamente a filosofia budista, o caminho do despertar e a meta da iluminação. As imagens, proporções e simbolismo são derivados de antigos textos budistas. Tradicionalmente, as pinturas são executadas sobre telas de algodão e montadas sobre brocados de seda. As tintas são feitas com pigmentos minerais e vegetais, e às vezes com ouro e prata. Os pintores tibetanos também se especializaram em pinturas com um número de cores reduzido — pinturas prateadas, douradas, vermelhas e negras são muito comuns.

O principal estilo que conhecemos hoje, o Menri (tib. sman ris), surgiu apenas no século XV, combinando a iconografia da Índia, as ilustrações e simetria do Nepal, e as paisagens e cores da China. Os artistas tibetanos representam buddhas, bodhisattvas, divindades meditacionais pacíficas e iradas, lamas e diagramas sagrados. Cada divindade é representada de acordo com as proporções tradicionais e com as descrições de liturgias tântricas (sânsc. sadhana, tib. sgrub thabs/ drubthab). Como objetos sagrados, essas pinturas são consideradas como o receptáculo das próprias divindades que são representadas — são chamadas de kusün thugten (tib. sku gsun thugs rten), suporte aos três corpos [búddhicos], ou simplesmente de kuten (tib. sku rten), suporte ao corpo [búddhico].

O primeiro passo na execução de uma thangka é preparar a tela de algodão e colocá-la em uma estrutura retangular, feita com varas de bambu e de madeira. Após definir o tamanho da pintura, são desenhados os eixos principais e o rascunho das imagens. Finalmente, realiza-se a aplicação das cores, sombras, contornos e detalhes, começando pela paisagem e então as divindades, deixando os olhos por último. Dependendo do tamanho e da complexidade da pintura, o processo pode demorar de um a quatro meses para ser completado.

Após a finalização, a pintura é montada sobre brocados de seda e consagrada com cerimônias especiais. Geralmente, são nestas cerimônias que os olhos das divindades são pintados, para que elas se tornem realmente "vivas". "

mais detalhes em http://www.dharmanet.com.br

O LIVRO

DOZE IMAGENS DE MEDITAÇÃO DO BUDISMO TIBETANO

A PRÁTICA DA MEDITAÇÃO
TIBETANA – Imagens que estimulam a
compaixão, a decoberta e a sabedoria


de Nick Dudka e Sylvia Luetjohann

Páginas: 144 págs + 12 cartas coloridas

A maravilhosa arte da pintura tibetana é parte da doutrina budista. Seus temas poderosos são inspiração para imagens interiores nas quais o praticante de meditação se concentra com o objetivo de se unir a essas qualidades, em geral positivas, e alcançar a libertação.

A prática da meditação a partir de imagens inicia-se com as representações básicas das doze pranchas coloridas que acompanham este livro, e que o contemporâneo pintor de Thangkas, Nick Dudka, elaborou artisticamente segundo diretrizes tradicionais. Todas têm algo em comum: são claras, intensas e dotadas de uma força de expressão infinita.

Os textos de Sylvia Luetjohann nos ensinam a deslindar a linguagem das imagens, a reconhecer os segredos do budismo e aprender a viver com sabedoria e compaixão.

UM LANÇAMENTO





sábado, 26 de setembro de 2009

A VIAGEM DE FILOMENA


CLIQUE PARA AMPLIAR

Documentário Hemuth Wagner - Alma da Imagem


Dia 5 de Outubro será lançado o Documentário Hemuth Wagner - Alma da Imagem, com direção de Ingrid Wagner e Fernando Severo. O evento será durante o 4º. Festival do Paraná de Cinema Brasileiro e Latino, a exibição encerra a sessão da Mostra Paranaense, que terá início às 16 horas.
O documentário narra a trajetória artística e pessoal do fotógrafo Helmuth Wagner (1924•1988), nascido em Canoinhas - SC e radicado em Curitiba desde a infância.

Ao longo de quatro décadas produziu imagens de inestimável valor para a história da fotografia brasileira deixando um extraordinário legado fotográfico sobre a natureza, a cultura e o povo do Paraná.

Hábil na transmissão da expressão estética associada a uma técnica apurada, se torna um dos grandes nomes do fotoclubismo, recompensado com inúmeras premiações. Buscando originalidade em seu trabalho, investe na pesquisa de diferentes técnicas, se tornando referência para várias gerações de fotógrafos, especialmente a geração dos anos 60 e 70.

Editou importantes livros fotográficos como: Serra do Mar, Sete Quedas e Ilha do Mel.

Em 2009 tem seu nome e fotografias selecionadas para a 17ª edição da Coleção Masp-Pirelli de Fotografia. As obras passam a integrar o acervo do Museu de Arte de São Paulo.


Saber Ouvir


Saber Ouvir

Curso Livre de História da Música


Quintas-feiras das 18.00h às 19.30h

De Outubro de 2009 a Janeiro de 2010





Transmitir o entusiasmo e a paixão pela chamada “Música Erudita”, divulgando-a junto de quem a não conhece, ou junto daqueles que já a conhecendo pretendam enriquecer um pouco mais os seus conhecimentos musicais, nomeadamente no que se refere à sua evolução ao longo dos séculos, eis o que move Miguel Leite a orientar este Curso Livre de História da Música.

No fundo, trata-se de transpor para uma actividade semanal, lúdica e pedagógica, o formato de concerto comentado, no qual se complementa a audição dos exemplos musicais apresentados com explicações breves e pequenos comentários informais.

Aqui fica o desafio de realizarem uma viagem ao “Mundo dos Sons”, às Quintas-Feiras entre as 18.00h e as 19.30h, de Outubro de 2009 a Janeiro de 2010, no Clube Literário do Porto.

Serão fins de tarde musicais previamente planificados, em sessões de audição musical comentada, nas quais se procurará enriquecer a literacia musical dos formandos, ao mesmo tempo que se dará a conhecer a evolução musical ao longo dos séculos numa viagem musical que partirá do presente para o passado...

INICIATIVA: 16 Sessões de Audição Musical Comentada: (Música Erudita do Período Contemporâneo até ao Período Barroco), com início no dia 1 de Outubro de 2009 (Dia Mundial da Música).

CALENDARIZAÇÃO/HORÁRIO: Sessões de 90 Minutos – Quintas-Feiras das 18.00H às 19.30H – De Outubro de 2009 a Janeiro de 2010.

LOCAL: Clube Literário do Porto, sito à Rua Nova da Alfândega, Nº 22.

CONDIÇÕES E DESCONTOS: Pagamento Mensal 40€ (Quarenta Euros/Aluno/Mês); 30€ (Euros/Aluno/Mês) para Estudantes e Aposentados ou Maiores de 65 Anos

PLANIFICAÇÃO:

Módulo 1: Música Contemporânea/Música do Século XX

Módulo 2: Romantismo

Módulo 3: Classicismo

Módulo 4: Introdução à Música no Período Barroco



PÚBLICO-ALVO:

1 – Público frequentador habitual do Clube Literário do Porto;

2 – Quadros Médios/Superiores Aposentados (Professores. Médicos, Advogados, etc.);

3 – Pessoas interessadas em actividades de cariz cultural/musical;

4 – Alunos do Ensino Superior, do 3º Ciclo do Ensino Básico e do Ensino Secundário da região;

5 – Alunos de Música dos Estabelecimentos de Ensino Particular e Cooperativo da região;

6 - Público Portuense que habitualmente frequenta Concertos de Música Erudita;

7 – Público em geral.




Miguel Leite nasceu em Braga em 1970. Iniciou os seus estudos musicais aos seis anos de idade com sua avó paterna Laura Estrela de Lima Castro, discípula de Luís Costa. Posteriormente, ingressou no Conservatório de Música Calouste Gulbenkian de Braga, onde mais tarde concluiu o Curso Geral de Formação Musical.

Frequentou os Cursos de Ciências Musicais na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa e o de Relações Internacionais – Culturais e Políticas na Universidade do Minho em Braga.

Tem-se dedicado ao ensino em diversas Escolas do 2º Ciclo do Ensino Básico nas quais leccionou a disciplina de Educação Musical e em Escolas do Ensino Especializado onde orientou Classes de Formação Musical e Classes de Conjunto Instrumentais.

Entre 1991 e 1997 foi professor na Academia de Música Valentim Moreira de Sá em Guimarães, tendo exercido, cumulativamente, as funções de Assessor da Direcção Pedagógica e Administrativa.

Ideólogo e co-autor do projecto de criação de uma Academia de Música Oficial que paralelamente à sua actividade pedagógica usual transpusesse regularmente em palco as melhores perspectivas de interpretação vocal e instrumental, fundou, em 1998, em parceria com o maestro José Atalaya e a Câmara Municipal de Fafe, a denominada Academia de Música José Atalaya, instituição na qual exerceu funções docentes e onde ocupou o lugar de Director Adjunto. No âmbito do mesmo projecto integrou também a Direcção da Associação Cultural de Educação pelas Artes.

No ano 2000, na qualidade de colaborador da Nova Era/Actividades Musicais implementou o I Festival e Concurso Internacional de Guitarra da Trofa, evento sob a organização da então Comissão Instaladora do Município da Trofa – patrocinado pelo IPAE – Ministério da Cultura, no qual exerceu as funções de Adjunto do Director Artístico. No mesmo ano e no decurso do exercício destas funções, colaborou na concepção do I Ciclo Nacional de Música Nova Era em parceria com a Câmara Municipal de Serpa.

Actualmente está a desenvolver um projecto de concertos comentados em parceria com o Pianista João Lima, iniciativa que teve a sua estreia no Teatro Municipal Sá da Bandeira em Santarém, prosseguiu no Museu Nogueira da Silva/Universidade do Minho e no Museu de Arqueologia

D. Diogo de Sousa em Braga projecto que, em 2008, foi escolhido para o Concerto Inaugural da VIII Temporada de Concertos do Ateneu Comercial do Porto, ao qual se têm vindo a associar outros conceituados instrumentistas como é o caso do Violinista Bruno Monteiro, dos Pianistas João Paulo Santos e Joana Gama, da Soprano Maria João Matos e, mais recentemente, do Maestro António Victorino D’Almeida, a propósito da audição moderna da sua Sonatina Op. 10 para Piano. No âmbito do mesmo projecto realizou em Janeiro de 2009 a Audição Moderna do Ciclo Anteriano, constituído por 13 Sonetos de Antero de Quental para Canto e Piano de Alberto Toscano [1896-1989] num Concerto/Conferência a que também se associou o Prof. Dr. Cândido Oliveira Martins (Universidade Católica Portuguesa), espectáculo estreado em Braga no Auditório Adelina Caravana do Conservatório de Música Calouste Gulbenkian, repetido no Teatro Diogo Bernardes em Ponte de Lima e que se encontra neste momento em digressão nacional.

Com o Pianista João Lima e com o Maestro António Victorino d’Almeida protagonizou 3 Concertos no FAN (Festival de Ano Novo/2009) em Chaves, Vila Real e Bragança naquilo que foi um Concerto Comentado a 2 Vozes.

No ano lectivo 2008/2009 orientou 2ª Edição da iniciativa “SABER OUVIR” – Curso Livre de História da Música, no Museu Nogueira da Silva/Universidade do Minho em Braga e o evento “PERCURSOS MUSICAIS” – Curso Livre de História da Música, comissariando 3 Concertos Comentados, integrados no Festival de Música Foz do Cavado, em Esposende – iniciativa da Câmara Municipal de Esposende e da Escola de Música de Esposende.

A sua acção no âmbito da divulgação musical estendeu-se entretanto à Rádio, onde aos microfones da RUM – Rádio Universitária do Minho (97.5Mhz) é autor e apresentador do programa semanal “À DESCOBERTA DOS SONS” – Programa de Música Erudita emitido aos Domingos entre as 21.00H e as 22.00H, disponível para audição on-line em www.rum.pt

As suas actividades de divulgação musical podem acompanhar-se a par e passo no Blogue: http://descobertadossons.blogspot.com/

Bienal Internacional do Livro de Pernambuco

Bienal Internacional do Livro de Pernambuco começa dia 2

Evento reúne escritores de todo o mundo e promove jogos
literários interativos com leitores

A 7ª Bienal Internacional do Livro de Pernambuco começa no dia 2
de outubro, no Centro de Convenções do Estado, entre Recife e
Olinda, com programação que inclui oficinas literárias,
apresentações teatrais, interpretação textual, palestras, debates,
entrevistas e novidades como uma inversão de papéis entre
escritores e público. No último dia do evento, 12, os convidados
ficarão na platéia, enquanto os leitores estarão na mesa como
palestrantes. Entre os ouvintes, nomes consagrados da literatura:
Pedro Juan Gutiérrez (Cuba), Tayari Jones (Estados Unidos),
Federico Andahazi (Argentina), Itala Vivan (Itália), Alberto Fuguet
(Chile) e Raimundo Carrero, Eglê Malheiros, Alberto Mussa, Xico
Sá, Fernando Gabeira, Luis Costa Lima, Marçal Aquino, Geneton
Morais Neto, Marcelino Freire (Brasil).

A Bienal de Pernambuco já é a terceira do País, atrás apenas das
do Rio e São Paulo. Para os 11 dias de feira, a expectativa é
superar os números das últimas edições e congregar um público
acima dos 550 mil registrados na bienal passada. O evento deve
movimentar R$ 24 milhões em seus 280 estandes e mais de 700
editoras já confirmaram participação.

Com curadoria do jornalista e escritor Homero Fonseca e do poeta,
tradutor e ensaísta Delmo Montenegro, o grande objetivo da Bienal
Internacional do Livro de Pernambuco é fazer uma grande
celebração em torno de um produto nobre como é o livro, que
sempre agrega valor e estimula a capacidade criativa das pessoas.
Por isso, existe uma preocupação da organização em sempre abrir
espaço para editoras ainda de pouca visibilidade, possibilitando
uma maior diversidade na oferta de títulos. A idéia é apresentar
livros que não são achados na maioria das livrarias. E sempre com
o cuidado de viabilizar estas ofertas com preços acessíveis.

Promoção Termine Essa História - Outra inovação da Bienal
pernambucana: os leitores poderão terminar de escrever um conto
do escritor Raimundo Carrero, ver sua história veiculada na TV e
ainda concorrer a um computador portátil, uma impressora ou uma
Pen TV. Trata-se da promoção “Termine essa história”, que está
aberta até o dia 28 de setembro. Para participar, basta assistir ao
vídeo que está no site www.bienalpernambuco.com e depois
terminar a história com até 240 caracteres. As três histórias mais
criativas serão premiadas.

Marqueteiro de Obama confirma contrato com PT para eleição de 2010

Ben Self, responsável pela estratégia da campanha de Barack Obama na Internet, vai trabalhar para o Partido dos Trabalhadores na eleição do ano que vem. A informação foi confirmada em entrevista ao Portal Terra.

“Sim, estamos trabalhando com o partido”, afirmou Self ao ser questionado se ele teria sido contratado pelo PT.

Self e sua empresa, a Blue State Digital, são responsáveis pela revolução que a campanha do então candidato democrata à Presidência dos Estados Unidos promoveu ao utilizar a Internet. Com as ações na web, foram arrecadados mais de US$ 500 milhões em doações, o que representa 66% de toda a arrecadação.

Apesar de não dar detalhes sobre a estratégia de campanha porque “não seria inteligente fazer isso neste momento”, Self ressaltou a importância da Internet para os candidatos.

“Não existe um candidato que pense em lançar uma campanha sem usar a internet. É a marca de um candidato sério, bem como uma ferramenta importante. Sem ela, é como participar de uma batalha sem ter uma arma. Como você poderia fazer isso?”, afirmou.

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

RAUL GALALITE DE VOLTA À PRAIA