quarta-feira, 22 de julho de 2009

TERCEIRO VOLUME DE MOZART


Mozart - O irmão do fogo
de Christian Jacq


Páginas: 420


Em Mozart – O irmão do fogo, Christian Jacq, autor do incrível sucesso Ramsés, narra com detalhes a intrigante e misteriosa vida de uma das mais importantes personalidades da História.

No volume 3, o autor mergulha nos ritos maçônicos e mostra o nascimento da inspiração para compor duas grandes óperas: As Bodas de Fígaro e Don Giovanni.

Feliz no amor e pai de um menino, Mozart tem uma carreira em ascensão. As encomendas não cessam e cantoras famosas batem à sua porta. Contudo, novas ameaças lançam sombras sobre o futuro do compositor. Ameaças de músicos invejosos, como Salieri, que faz de tudo para impedir a apresentação das obras do compositor austríaco.

Além disso, representantes do poder vigente, com medo de sua influência na sociedade, policiam as lojas maçônicas. Mozart resiste, luta, mas será que vai conseguir sobreviver na Áustria, um país que se prepara para lutar contra os turcos?

UM LANÇAMENTO



Angústia dos ex-funcionários da Bloch Editores está perto do fim

A angústia e o sofrimento de quem trabalhava na falida Bloch Editores estão perto do fim. Ao menos é essa a expectativa de José Carlos Jesus, presidente da Comissão de Ex-Funcionários. Após a venda da sede da empresa por R$ 64,5 milhões para a CredCheque, faltam apenas a publicação do resultado no Diário Oficial e a definição da logística para a distribuição dos pagamentos.

“Nós, os ex-empregados, estamos rezando para que no máximo dentro de um mês consigamos receber o que nos é de direito”, diz Jesus.

Do valor total da venda, R$ 25 milhões ficam retidos até que sejam julgados todos os recursos contra a decisão que dá prioridade à Fazenda no recebimento. O restante será utilizado para o pagamento dos 2,5 mil funcionários que já estão habilitados.

“R$ 35 milhões vão pagar os 2,5 mil créditos trabalhistas habilitados. Ficam faltando 500 processos, mas que devem ser pagos com os R$ 5 milhões que sobram, mais o dinheiro dos leilões do acervo fotográfico e de uma fazenda em Resende, que vão acontecer em breve”, explica Jesus.

Os pagamentos serão integrais para todos os ex-funcionários habilitados, já que existe verba suficiente. A previsão é que o dinheiro que sobrar do leilão do prédio cubra aproximadamente 90% dos outros 500 processos ainda em julgamento.

“Foram nove anos de expectativa. Uma coisa boa é saber que está realmente no fim”, diz Jesus.

Editora Barsa lança dicionário da língua adaptado ao Acordo Ortográfico com maior número de verbetes

EDITORA BARSA PLANETA LANÇA DICIONÁRIO DA LÍNGUA PORTUGUESA ADAPTADO AO ACORDO ORTOGRÁFICO

CONSTITUÍDO DE 34.483 VERBETES, INCLUINDO GÍRIAS, VOCÁBULOS RAROS E TERMOS NOVOS PERTINENTES AO UNIVERSO CULTURAL DO ESTUDANTE BRASILEIRO


É O DICIONÁRIO MINI COM MAIOR NÚMERO DE VERBETES E PÁGINAS

A Editora Barsa Planeta, conhecida por democratizar informação no segmento de enciclopédias, acaba de lançar o Dicionário Barsa da Língua Portuguesa, moderno e já completamente adaptado às regras do Acordo Ortográfico da língua.
A obra foi editada com base em uma seleção dos verbetes e vocábulos relacionados ao universo dos estudantes e oferece também variadas formas de ajudá-los a ampliarem o conhecimento através da consulta aos vocábulos. A seleção tem por base o conhecimento enciclopédico que é a marca da editora e inclui numerosos verbetes criados ou atualizados para esta edição, tais como aquecimento global, etanol, nanotecnologia e tsunami, que não constam nos demais dicionários da língua.
Se você ainda está confuso acerca das novas regras instituídas internacionalmente pelo Acordo Ortográfico, o Dicionário Barsa oferece uma explicação clara e objetiva das mudanças que ele traz para os brasileiros. O dicionário é composto por mais de 34 mil verbetes dispostos segundo sua separação silábica e com a grafia atualizada, incluindo expressões e locuções idiomáticas, indicações da pronúncia correta, além de verbetes para prefixos com exemplos de palavras compostas que tenham ou não o hífen de acordo com as novas regras.
Para ajudar o estudante a compreender o uso dos vocábulos, o Dicionário Barsa traz indicações para a conjugação dos verbos, ensina as formas de uso do particípio, indica as acepções em que o uso de maiúscula corresponde a outro sentido da palavra, e traz ainda indicações a respeito do feminino e/ou do plural de alguns substantivos e adjetivos.
Para completar, a Editora incluiu no Dicionário Barsa aquelas palavras de origem estrangeira que recebem uma grafia diferenciada no contexto da língua portuguesa, e disponibiliza junto a elas as indicações da língua de origem. Os verbetes foram classificados segundo a Nomenclatura Gramatical Brasileira, trazendo indicação da transitividade completa dos verbos.

DICIONÁRIO BARSA DA LÍNGUA PORTUGUESA
EDIÇÃO COMPLETAMENTE ADAPTADA AO ACORDO ORTOGRÁFICO
34.483 vocábulos; 1.204 páginas; 12,7 X 16,5 cm
Lexicógrafa responsável: Thereza Christina Pozzoli

Paulo Freire lança novo CD com show no Paiol


O espetáculo de lançamento do álbum “NUÁ – as músicas dos mitos brasileiros” traz a Curitiba o conhecido violeiro e escritor paulista.



O cartaz do Teatro Paiol, às 21h desta sexta-feira (24), é o show de lançamento do CD “NUÁ – as músicas dos mitos brasileiros”, do violeiro paulista Paulo Freire. Para executar os temas instrumentais, Paulo Freire recorre às violas caipira e de cocho, além de contar “causos”. Também sobem ao palco os instrumentistas Alexandre Ribeiro (clarinete), Tuco Freire (baixo) e Adriano Busko (bateria e percussão).

O novo trabalho do músico e escritor Paulo Freire reúne 12 temas instrumentais, inspirados nos encontros do autor com os seres que povoam nossas matas e o imaginário brasileiro. As músicas foram criadas com base na região onde ocorreram esses encontros. Assim, surgiu a ciranda dos tangarás, o coco da serpente emplumada, o caboclinho do curupira, a milonga do teiú do Jarau, o lundu do capeta, a guarânia do lobisomem, a toada das veredas e a música indígena da cabeça voadora.

“NUÁ – as músicas dos mitos brasileiros” tem arranjos de Léa Freire, Nailor Proveta, Bocato, Paulo Braga, Nenê, Ronaldo Saggiorato, Toninho Ferragutti, Valéria Bittar e Luiz Fiaminghi (grupo Ânima), Tuco Freire e do próprio Paulo Freire, além de apresentar a música experimental feita com esculturas sonoras e instrumentos inusitados do grupo Sonax.

Na gravação, Paulo Freire – com as violas caipira e de cocho – contou com a participação dos músicos Toninho Carrasqueira, Walmir Gil, André Mehmari, Teco Cardoso, Adriano Busko, Mané Silveira, Adriana Holz, Guello, Tibô Delor, François de Lima, Alexandre Ribeiro, entre outros. Para complementar, o álbum traz um encarte-livreto, no qual o violeiro conta os 12 “causos” envolvendo os mitos brasileiros, com comentário da antropóloga Betty Mindlin e ilustrações de Kiko Farkas, também responsável pelo projeto gráfico.

Autor de trilhas sonoras, canções, romances, biografias, livros de causos, livros infantis e CDs de viola, Paulo Freire já recebeu diversos prêmios em suas atividades ligadas à cultura brasileira. Tem participação em trabalhos de diferentes linguagens, incluindo filmes, documentários e séries de televisão, e é considerado um dos mais importantes violeiros da atualidade.



Serviço:

Espetáculo de lançamento do CD “NUÁ – as músicas dos mitos brasileiros”, do violeiro Paulo Freire

Data e horário: 24 de julho de 2009 (sexta-feira), às 21h

Local: Teatro Paiol (Praça Guido Viaro, s/n – Prado Velho)

Ingressos: R$ 10 e R$ 5

Licenciatura em Artes Performativas

A Licenciatura em Artes Performativas visa formar actores criadores capazes de, a partir de um ponto de vista especificamente teatral, dialogarem com as demais áreas de criação e produção artística, intrínsecas às artes cénicas, transformando, assim, o panorama da formação artística em Lisboa e em Portugal.

Única licenciatura em Artes Performativas da região de Lisboa sustenta-se na geração de novas estruturas académicas que formarão profissionais capazes de intervir de forma directa na criação de outros campos de actividade, outras áreas de intervenção, perspectivas diferentes e novas formas de encarar o papel da arte e do artista na sociedade.

As inscrições já estão abertas.

Para mais informações 21 396 40 86.

Escola Superior de Tecnologias e Artes de Lisboa

www.estal.pt

estal@estal.pt

terça-feira, 21 de julho de 2009

A HISTÓRIA DA CRIAÇÃO



SAIBA MAIS EM

O Guardião do Templo


SAIBA MAIS EM

El Caudillo


El Caudillo
Leonel Brizola - um perfil biográfico
FC Leite Filho

páginas: 544


El Caudillo – termo usado na acepção original e vigente na América Espanhola de chefe guerreiro e estadista.


Por mais de 50 anos, Leonel Brizola sacudiu a política brasileira com um feitio ousado e desafiador.

Aos 37 anos, surpreende os Estados Unidos desapropriando uma de suas empresas, em Porto Alegre, e, aos 39, enfrenta e vence o Exército, que vetara a posse do Vice-Presidente João Goulart. Tudo a partir de sua mensagem incandescente e uma noção de estratégia só comparável aos grandes generais da história. Foi também um político de grande votação e um gestor arguto que introduziu o moderno planejamento na administração pública brasileira, quando revolucionou a educação.

Por que ele não se elegeu Presidente, em 1989, quando já tinha dado a volta por cima da cassação e do exílio de 15 anos? É o que se propõe a relatar e avaliar, nestas páginas, o repórter e analista político FC Leite Filho, que conheceu Brizola em Lisboa, dias antes da anistia, em 1979, quando com ele entabulou uma longa convivência que, nos últimos tempos, se tornou quase diária. É desta aproximação e da farta documentação que reuniu, que o autor tenta enfocar os altos e baixos do último dos grandes caudilhos sul-americanos.

Seus memoráveis confrontos com os americanos, a grande mídia, os generais e os grandes embates com Carlos Lacerda, são narrados com um sabor especial de uma época em que o debate se fazia pelas causas e não em torno dos escândalos ou dos mexericos. Igualmente, seus reveses retumbantes, como a cassação em 1964, as agruras e o frio do exílio, o desbaratamento das guerrilhas que patrocinou, a expulsão do Uruguai e as derrotas eleitorais para Presidente e depois para Vice de Lula.

Por fim, FC Leite Filho se detém na ampla escolarização que seu personagem empreendeu no Rio Grande do Sul, com a construção de mais de seis mil escolas, e no Rio de Janeiro, com a implantação dos CIEPs, as escolas integrais, de onde o aluno pobre saía de banho tomado, depois de lá passar o dia estudando, se alimentando e tendo assistência médica e dentária.

Diz o prefácio do jornalista e ex-deputado Neiva Moreira, de 90 anos, secretário-geral da Frente Parlamentar Nacionalista (1964) e um dos braços-direitos de Brizola:
“Aqui se retrata a longa e acidentada ação política e social e os pequenos e grandes fatos da vida deste brasileiro, com quem convivi por mais de 40 anos, tanto nos momentos de glória como nos de opróbrio.”

O AUTOR
Francisco das Chagas Leite Filho, (Sobral – Ceará, 1947) reside em Brasília desde 1968. Começou no rádio, em sua cidade, aos 14 anos, e na capital, militou nos principais jornais: Correio Braziliense, Diário Popular, Estado de Minas, Jornal do Brasil, Correio do Povo, O Globo e Folha de S. Paulo. Em 1977-78, atuou como correspondente do Correio, em Londres. Conheceu Leonel Brizola quando este ainda era exilado, em Lisboa, em 1979, como enviado especial do CB. A partir daí desenvolveu intensa amizade com o líder trabalhista, tornando-se membro do Diretório Nacional e assessor na Liderança do PDT, em 1989. No final de 2007, lançou o cafenapolitica.blog.br

UM LANÇAMENTO

Foto famosa de Robert Capa é uma fraude?


“Se as suas fotografias não estão boas é porque você não está perto o suficiente”. Essa frase foi dita por Robert Capa, um dos fotojornalistas mais respeitados da história e fundador da famosa agência Magnum. Entretanto, segundo um jornal espanhol, Capa não seguiu sua cartilha e pode ter fraudado uma das imagens de maior repercussão da sua carreira.

“A partir de 1936, a cobertura de Capa da Guerra Civil Espanhola apareceu com regularidade. Sua fotografia de um soldado sendo atingido fatalmente garantiu sua reputação internacional e se tornou um forte símbolo da guerra”, informa a biografia do fotógrafo no site da Magnum.

É essa mesma imagem que o jornal El Periódico de Catalúnia afirma ter sido montada. Tirada em 05/09/1936, a fotografia mostra o miliciano Federico Borrell sendo atingido por um tiro em Cerro Muriano, na cidade de Córdoba.

Porém, dados levantados pelo historiador Francisco Moreno mostram que, naquele dia, não houve combates e só existem registros de mortos na região a partir do final de setembro. Além disso, os conflitos na região foram urbanos, o que contrasta com a paisagem rural da imagem.

De acordo com o jornal, até mesmo o local é uma fraude. Características da série de 40 imagens mostram que a foto em questão não pode ter sido tirada em Cerro Muriano. Além disso, um dos moradores mais antigos da região, Francisco Castro, que tinha nove anos em 1936, conta que não aconteceram trocas de tiros, apenas bombardeios aéreos.

“Desde que vieram no fim de setembro, não houve um tiro por aqui, só alguns bombardeios de aviação. Os milicianos passeavam pelas ruas, comendo os melhores presuntos do povo”, contou Castro.

“Capa pode ter chegado ao local sem encontrar ação real para fotografar (em Cerro Muriano só tinha refugiados), mas sim milicianos desocupados dispostos a posar”, afirmou o jornal.

MSN nas redações: facilidade ou problema?



Clarice Passos e Svendla Chaves, de Porto Alegre do COMUNIQUE-SE

O MSN é utilizado por 74% dos internautas residenciais ativos no Brasil, segundo dados do Ibope/NetRatings de 2008, somando cerca de 17,1 milhões de pessoas por mês. Embora tenha se popularizado como lazer, a ferramenta também já serve ao trabalho. No meio jornalístico, virou um canal para buscar informações, localizar cases e facilitar a comunicação entre equipes.

Para quem trabalha com notícia e depende da rapidez, estar conectado chega a ser um imperativo. “Não há como se trabalhar desconectado, seja do messenger, do e-mail corporativo, do comunicador interno. Não é possível estar fora desse ambiente de contato”, afirma André Fagundes Pase, professor do curso de jornalismo da PUCRS. O importante é saber dosar essa ferramenta e aproveitar os benefícios que ela pode trazer para o trabalho jornalístico.

Contatos mais rápidos
Na BandNews RS, o mecanismo é utilizado principalmente na busca de fontes para as reportagens, para a interação com o ouvinte e na comunicação interna. “Nós usamos para nos comunicar entre colegas, muito no caso do produtor dos programas com os apresentadores, ainda mais quando os programas são de fora do estúdio”, conta Natália Pianegonda, repórter da emissora. Já no Correio do Povo, apesar de não ser feito uso cotidiano, de acordo com Telmo Flor, diretor de redação do jornal, a ferramenta é principalmente utilizada pela editoria de variedades e no contato com os correspondentes do interior do Rio Grande do Sul.

Renata Giacobone, sócia da Própria Comunicação, diz que o principal uso do MSN na empresa de jornalismo empresarial é para o contato entre a equipe. O instrumento também ajuda, em alguns casos, quando a agenda das fontes está cheia: “É uma ferramenta que auxilia quando os entrevistados não têm tempo – e quando é conhecida para eles”. A rapidez do contato serve ainda para a procura de cases entre colegas, amigos e conhecidos.

Embora possa servir de aproximação com algumas fontes, um aspecto que deve ser levado em conta é a perda que esse tipo de comunicação pode trazer à entrevista.”Não se tem a expressão da pessoa, não se pode contar com a entonação da voz. É mais complicado usar nesse sentido”, afirma Renata. “O jornalista precisa saber que dentro do MSN existe outro tipo linguagem, outro tipo de resposta. Não se tem, por exemplo, a resposta facial ou vocal, para saber se a fonte está sendo irônica ou não. É outro código de linguagem”, lembra Pase. Para o especialista, a falta desses elementos não-verbais pode trazer problemas de interpretação e de comunicação que podem comprometer a entrevista: “É preciso usar com muita calma, para compreender os sentidos. O mesmo tom que eu estou usando agora pode parecer muito frio no comunicador. Eu não tenho como observar uma ironia, uma malandragem”.

Segundo o editor-chefe da Zero Hora, Altair Nobre, “toda ferramenta de comunicação que seja utilizada dentro da lei e com o propósito de qualificar o trabalho jornalístico é bem-vinda na Redação de ZH”. Já no Jornal O Sul, conforme Carmem Gamba, editora de Fotografia e Arte, a utilização de comunicadores era restrita, só mais recentemente seu uso foi liberado para toda a equipe. Carmem avalia que a experiência é muito nova e ainda não se pode afirmar se é benéfica ou não; entretanto, acredita que para os repórteres é algo interessante, pois através do comunicador instantâneo estão tendo contato com os acontecimentos em tempos real e recebem várias sugestões de pautas.

Quando vira dor de cabeça
Apesar dos benefícios que o uso do MSN pode trazer (como maior agilidade nas entrevistas, no contato interno e até mesmo para encontrar cases) sua utilização ainda é bastante controversa – já que muitas pessoas fazem uso pessoal do mecanismo dentro do ambiente de trabalho, em qualquer tipo de empresa. André Pase, da PUCRS, acredita que é preciso aprender a trabalhar com o programa ligado. “O uso indevido é feito por aquelas pessoas que não estão acostumadas a trabalhar todo o tempo online. Com a prática do trabalho conectado, o MSN pode até estar aberto, mas o profissional sabe que está ocupado. Essa educação às vezes não é algo muito natural, infelizmente, mas é um hábito que está sendo adquirido”. Renata Giacobone acredita que uma solução para evitar esses deslizes é a criação de uma identidade corporativa, na qual apenas estão adicionados contatos profissionais. Assim, não existe a tentação de puxar conversa com o namorado ou o amigo.

Na BandNews esse controle parte dos próprios repórteres. ”Não podemos ficar usando por qualquer motivo dentro da empresa. Não temos mecanismos de bloqueio, mas existe orientação no sentido de que o uso deve ser estritamente profissional e quando necessário”, destaca Natália. Na Zero Hora a postura é parecida: “Uso pessoal de ferramentas de comunicação, no trabalho, é desaconselhado, pois distrai do foco e caracteriza mau uso dos recursos. Em ZH, não há guardas de trânsito para conferir se os computadores estão sendo usados adequadamente, mas os critérios são bem claros para toda a equipe”, afirma Altair Nobre.