segunda-feira, 14 de julho de 2014

Julio Navas se apresenta no Clash Club dia 18 de julho



Na próxima sexta, 18 de julho, quem comanda a festa Hot Hands é o DJ e produtor espanhol Julio Navas. Com mais de 20 anos de carreira, Navas é uma das principais referências da música eletrônica europeia da atualidade. Proprietário do famoso selo Fresco Records, já trabalhou em diversas produções e remixes para artistas como David Guetta, Tocadisco e Victor Ruiz, entre outros.

Se apresentam na mesma noite: Alex Stein b2b Lucas Magalhães, DODX e Marotto.

Mulheres com nome na lista não pagam entrada até 00h30.

Serviço
Festa: Hot Hands Apresenta Fresco Showcase com Julio Navas
Line up: ​Julio Navas (Espanha), Alex Stein b2b Lucas Magalhães, DODX e Marotto
Local: Clash Club - Rua Barra Funda, 969 - Barra Funda - São Paulo/SP
Data: 18 de julho (sexta)
Horário: 23h
Preço:
- PISTA
Mulheres:
Com lista: VIP até 00h30
Sem lista: R$ ​25​,00​ entrada ou R$50​,00​ consumação
Homens:
Com lista: R$ ​40​,00​ entrada ou R$ ​90​,00​ consumação
Sem lista: R$ ​50​,00​ entrada ou R$ ​100​,00​ consumação
​CAMAROTES:
​​Palco 10 pessoas - R$ 6.000,00
Lateral 10 pessoas - R$ 3.500,00
Mezanino 10 pessoas - R$ 2.500,00
Mesa 4 pessoas Lateral - R$ 1.400,00
Mesa 4 pessoas Mezanino - R$ 1000,00
Avulso Feminino Pista - R$ 150,00
Avulso Masculino Pista - R$ 350,00
Avulso Feminino Mezanino - R$ 120,00
Avulso Masculino Mezanino - R$ 250,00
Avulso Masculino Palco - R$ 600,00
Informações e lista: http://www.clashclub.com.br/
Reservas de camarotes pelo e-mail: camarote@clashclub.com.br
Aceita os cartões: AE, D, E, M e V
Capacidade: 500 pessoas
Censura: 18 anos
Tel: (11) 3661-1500
Estacionamento: R$20

Sobre o Clash Club:
Localizado na Barra Funda em um antigo galpão da década de 30, o Clash Club foi inaugurado em março de 2007 e, ao longo dos anos, se firmou como uma das principais casas noturnas de São Paulo, com espaço para shows dos mais variados estilos de grandes artistas nacionais e internacionais. Já passaram pelo clube mais de 1.500 artistas, tocando para mais de 1 milhão de pessoas nas festas e shows realizados. Recém reformado, o Clash ganhou ar de reinauguração, desde a remodelação da entrada e saída, do mezanino, novos sistema de ar condicionado, camarotes com banheiros exclusivos e outros bares internos.

EXPOSIÇÃO PASSAGENS E CONEXÕES DO ARTISTA GIZÉ NA VERVE GALERIA


HOT STAMPING CERÂMICA PRETA
Placa de argila Dark Brown Clay e engobe preto, queima a cone 6,
com desenho aplicado em “esgrafito”.
Tamanho 50 cm x 50 cm




A VERVE GALERIA convida para a abertura da exposição
PASSAGENS & CONEXÕES
do artista GIZÉ

“Além da figura que se vê no conjunto, existe,
para o observador mais atento, um desafiador enigma...”
Oscar D’Ambrosio
Curador da exposição






A VERVE GALERIA convida para a abertura da exposição PASSAGENS & CONEXÕES,  primeira individual do artista GIZÉ, no dia 31 de julho, a partir das 20h.

Com talento nato para o desenho, aliado à técnica precisa e a criatividade, Gizé entrou para o meio editorial nos anos 70, onde encontrou a sua vocação. Por mais de vinte e cinco anos ele assinou  ilustrações em revistas e livros publicados pelas  grandes editoras brasileiras, tendo participado de várias coletivas, onde foi  premiado diversas vezes.

Durante estes anos foi criando um estilo próprio, percorrendo o desenho,  a pintura,  a aerografia e a computação gráfica.

As séries que compõem esta primeira individual de Gizé, PASSAGENS & CONEXÕES,  vêm sendo desenvolvidas pelo artista desde 2004, o aproximando das artes plásticas propriamente dita.

Estarão expostos desenhos em bico de pena impressos em Fine Art, pinturas em acrílico sobre tela  e a sua série mais recente, as “Hot Stamping”,  gravuras em cerâmica de alta temperatura.




A curadoria da exposição é assinada por Oscar D’Ambrosio, doutor em Educação, Arte e História da Cultura pela Universidade Mackenzie e mestre em Artes pelo Instituto de Artes da Unesp. Ele assina  o texto abaixo, onde fala sobre o trabalho do artista.

Gizé
Dinâmica plena de mistério

Os trabalhos do artista plástico Gizé têm como elemento unificador a intensidade visceral de sua criação, a forte influência da atmosfera psicodélica dos anos 1970, a temática marcada por imagens e divindades do Oriente e um gestual que se diferencia pela habilidade na arte do desenho, expressa no rebuscamento das formas e no exímio resultado e acabamento, conseguido muitas vezes com ferramentas que adapta ou inventa de acordo com a necessidade de sua criação.
Seus trabalhos, caracterizados por construções circulares e geralmente feitas ao som de bandas de rock progressivo de todo o planeta, numa sonoridade que atua como coadjuvante do coerente resultado final, estão, de maneira mais ou menos consciente, dependendo da obra, vinculados a uma de suas recentes paixões de pesquisa: a geometria sagrada, com uma ampla riqueza de caminhos a ser paulatinamente desvendada.
Sua técnica, que vai dos desenhos com bico de pena de diversas cores e nanquim às mais recentes placas de cerâmica, as suas “hot stamping”,em que as espirais ganham espaço na concepção de rostos em diversas cores, incluem, ainda, quando necessário, interferências no computador. Assim ele ergue uma poética em que se destaca a elaboração detalhada de figuras, num movimento constante que torna cada trabalho minucioso e prazeroso de ser longamente contemplado.
O resultado final oferece um grande lirismo. Além da figura que se vê no conjunto, existe, para o observador mais atento, um desafiador enigma, já que cada obra tem como traço distintivo uma dinâmica muito própria, plena de mistério e de destacada habilidade no processo de composição visual.


 
Exposição
PASSAGENS & CONEXÕES
do artista GIZÉ
Abertura: dia 31 de julho de 2014, às 20h
Exposição: de  31 de julho a 21 de agosto de 2014
Local: Verve Galeria
Rua Lisboa 285 - Jd. América – São Paulo
Tel.: +55 11 2737-1249
Horário de funcionamento:
De seg a sáb: das 10h às 20h

Documentário Um sonho Intenso será apresentado na FPA



O cineasta José Mariani já havia provado que é possível falar sobre economia por meio do cinema. O documentário "O longo amanhecer - cine biografia de Celso Furtado" recebeu menção honrosa no festival É tudo verdade, de 2007.
Mariani, em 2014, oferece novo documentário, "Um sonho intenso", que retoma por um outro viés a temática do desenvolvimentismo, tônica do primeiro trabalho. A economia brasileira sob o olhar do cinema documental será exibido no dia 17 de julho, às 16 horas, no auditório da FPA. Na sequência diretor participa de debate com os professores Marcio Pochmann e Reginaldo Moraes.

"Um sonho intenso" foi selecionado para o Festival É tudo verdade de 2014, e exibido, com grande sucesso, em São Paulo, Rio e Brasília. O filme inicia, partir do mês de julho, uma turnê por universidades e centros culturais do país.
"Este documentário de certa forma é um desdobramento daquele sobre o Celso Furtado. Só que desta vez o protagonista é o processo, uma visão de história que inclui a história social, cultural, econômica, uma forma de ver a economia de modo orgânico" explica o diretor José Mariani.
Para realizar “Um sonho intenso” Mariani recorreu a vários intelectuais do país: à nata dos pensadores da economia brasileira, mas também a historiadores e sociólogos, que nos oferecem uma história comentada do desenvolvimento socioeconômico de 1930 até os dias atuais.

Maria da Conceição Tavares, presente no documentário de Mariani
Com depoimentos de Adalberto Cardoso, Carlos Lessa, Celso Amorim, Francisco de Oliveira, João Manuel Cardoso de Melo, José Augusto Ribeiro, José Murilo de Carvalho, Lena Lavinas, Luiz Gonzaga Belluzzo e Maria da Conceição Tavares.
No decorrer dos inúmeros depoimentos e análises, todos estes  "personagens” vão tecendo interpretações sobre a persistência do subdesenvolvimento brasileiro ao lado dos avanços alcançados. O cineasta viaja pelos períodos históricos do Brasil mostrando as ações, planos, caminhos e descaminhos do desenvolvimento econômico do país.

Serviço
Dia 17 de julho, 16 horas
Exibição do documentário Um sonho intenso, de José Mariani.
Fundação Perseu Abramo, rua Francisco Cruz, 234, Vila Mariana, São Paulo, SP
Após a exibição o cineasta José Mariani participa de debate com os professores Marcio Pochmann e Reginaldo Moraes

Programação semanal James de 16 a 19 de Julho

PROGRAMAÇÃO DA SEMANA
DE 16 A 19 DE JULHO
QUARTA 16.jul: 22h
DJs residentes Ale Dantas, Claudinha Bukowski e Pablo Busetti.
DJs convidados João Davi (Esperanza).
VENHAM POR NOSSA CONTA, sorteio promocional a partir das 13h,na fanpage da festa no Facebook.
DOUBLE DRINK de destilados nacionais até 0h.
R$ 15.
QUINTA 17.jul: 22h
DJs residentes William Araújo, Celso Ferreira e Duda Rezende (Funkzomba).
Apresentação Guga Azevedo.
Juiz Denis Pedroso.
DISTRIBUIÇÃO de placas de torcida.
PROMOS e VIPs via evento no Facebook.
R$ 20.
   
SEXTA 18.jul: 22h
DJs residentes Ale Dantas, Anaum e Claudinha Bukowski.
LISTA FIDELIDADE, a partir das 13h, na fanpage da festa no Facebook.
SHOTS DE TEQUILA, no balcão, ao longo da noite.     
R$ 20.
SÁBADO 19.jul: 22h
DJs residentes Ale Dantas, Denis Pedroso e Celso Ferreira.
DEGUSTAÇÃO DE DRINKS ao longo de toda a noite.
PROMOÇÃO ESPECIAL "You Da One" ao longo da semana, na fanpage da festa.
R$ 25.
* Todas as infos e releases sobre nossa programação estão disponíveis em nosso site www.barjames.com.br.
*PROGRAMAÇÃO SUJEITA A ALTERAÇÃO SEM AVISO PRÉVIO.
Av. Vicente Machado, 894. Curitiba/PR. (41) 3222-1426. Formas de pagamento: Todos os cartões de débito e crédito Amex, Diners, Master, Visa e Visa Vale-Refeição.

Exposição de Ivan Zuateg no Centro de Criatividade de Curitiba



Documentar o acaso é a proposta do fotógrafo e desenhista Ivan Zuateg, artista reconhecido pela rapidez e espontaneidade com que realiza seus trabalhos. Algumas de suas obras podem ser conferidas na exposição IV[AN] ZUATEG[UI], que acontece do Centro de Criatividade de Curitiba (CCC) até o dia 21 de julho de 2014, sob a curadoria do ator e professor Pedro Moreira.
Nascido em Arapoti (PR), mas radicado em Curitiba, Zuateg vem pesquisando a interferência da luz e do movimento na ação performática imediata. Os estudos e a vivência na área visual levaram Zuateg a participar de encontros fotográficos, nos quais buscou realizar modificações no eixo de imagem, provocando distorções de foco, mantendo, porém, as fronteiras que possibilitam a percepção do objeto.  
O artista notou que os espaços inusitados também provocam indefinições ao olhar, transportando com rapidez essa interferência na realização da imagem. A partir da fotografia, Zuateg cria o desenho como plano de ação, surgindo trabalhos espontâneos, caricaturais e estilizados, tendo como suportes papel de embrulho, chapas de Raio-X, jornal e demais rebordos do cotidiano. “O laboratório pessoal com grafites e carvão acabou por levar Zuateg ao universo do acaso. Repentinamente o desfeito, inútil, e insignificante começa a participar de suas projeções pessoais”, destaca o curador Pedro Moreira.
O artista oferece, ainda, workshops previamente agendados pelos telefones (41) 3313-7192 / 3313-7193, permitindo a todos os interessados uma imersão no processo criativo. O ateliê continua montado no espaço da exposição, fazendo com que o espectador interaja. Na sequência, o artista retoma os temas desenvolvidos com o público e reaplica a ação no desenho, num trabalho compartilhado.
O evento completa-se com o “Livro de Registro da Exposição”, composto por papéis recortados que Zuateg elaborou para a manifestação dos visitantes. Essas interferências solidificam-se na documentação fotográfica do artista sobre o processo criativo.


Serviço:
Exposição IV[AN] ZUATEG[UI], com obras do fotógrafo e desenhista Ivan Zuateg. A curadoria está a cargo do ator e professor Pedro Moreira.
Local: Centro de Criatividade de Curitiba – CCC (Rua Mateus Leme, 4.700 – Parque São Lourenço).
Período da mostra: até 21 de julho de 2014.
Horário de visitação: de segunda a sexta-feira, das 9h às 21h; sábados e domingos, das 9h às 12h e das 13h às 16h.
Entrada franca.
Workshops previamente agendados pelos telefones (41) 3313-7192 / 3313-7193, abertos a todos os interessados no processo criativo.

Banda Callangazoo lança EP Surpresa




SURPRESA (2014) - CALLANGAZOO

1. SUA MANEIRA (Cebola Pessoa)

2. TEREZA SURPRESA (Cebola Pessoa/Matheus Leite)

3. LIÇÕES DO SLACKLINE (Cebola Pessoa)

ESCUTE : https://soundcloud.com/callangazoo/sets/surpresa-2014



BAIXE: http://migre.me/jfhoF



SURPRESA - Em seu novo EP a banda Callangazoo apresenta canções sobre o cotidiano que agregam à sonoridade rock elementos litorâneos, como o galope em Tereza Surpresa e as guitarras lânguidas de Sua Maneira. O novo trabalho conta com a produção de Irmão Carlos, mixagem de Eric Pimenta e a participação especial do percussionista Herverton Didoné.

A Callangazoo é integrada por Cebola Pessoa (vocal e guitarra), Bob Nunes (baixo e vocal), Andel Falcão (guitarra) e Leo Abreu (bateria), e atua no circuito musical desde 2011, tendo circulado em turnê no nordeste brasileiro no primeiro semestre deste ano e se apresentado em  festivais (Rock Cordel, Grito Rock e Habemus Rock).

Ficha Técnica:

Gravado por Irmão Carlos nos estúdios Caverna do Som no Verão 2013/2014.

Produzido pela banda Callangazoo e Irmão Carlos

Participação Especial: Heverton Didoné, percussão na faixa 2; Monique Meirelles, ligação telefônica na faixa 2

Callangazoo é Andel Falcão nas guitarras, Bob Nunes no baixo e coros, Leo Abreu na bateria e Cebola Pessoa nas guitarras e vocais.

Mixagem e Masterização: Eric Pimenta (Pimenta Studios)

Capa: Marceleza de Castilho

BANDACALLANGAZOO@GMAIL.COM

Clipes: https://www.youtube.com/user/callangazoo

Bixiga 70 toca no “Circuito São Paulo de Cultura”


O grupo faz shows gratuitos nos dias 18, 19 e 20 de julho
A banda paulistana Bixiga 70 é uma das atrações do “Circuito São Paulo de Cultura”. Nos dias 18 (Teatro João Caetano), 19 (Teatro Zanoni Ferrite) e 20 (Teatro Cacilda Becker) de julho, o grupo apresenta as suas músicas, em shows gratuitos.
 Representante da nova cena musical, o grupo explora o território de fusão da música instrumental africana, latina e brasileira em composições próprias e versões de artistas brasileiros, como Luiz Gonzaga, Pedro Santos e Os Tincoãs.
No palco, Décio7 (bateria), Marcelo Dworecki (baixo), Maurício Fleury (teclado e guitarra), Cris Scabello (guitarra), Rômulo Nardes (percussão), Gustavo Cék (percussão), Cuca Ferreira ( sax baritono), Daniel Nogueira (sax tenor), Douglas Antunes ( trombone) e Daniel Gralha (trompete) irão tocar músicas do novo “Bixiga 70”, como “Deixa a Gira Girá”, “Ocupai”, “Kalimba”, “5 Esquinas”, “Kriptonita”, “Tigre’, “Tangará”, “Retirantes” e “Isa”.

Bixiga 70 toca no “Circuito São Paulo de Cultura”

18 de julho – Teatro João Caetano – 21h
19 de julho – Teatro Zanoni Ferrite – 20h
20 de julho – Teatro Cacilda Becker – 18h
Ingressos: Grátis
Endereços:
Teatro João Caetano
Rua Borges Lagoa, 650, Vila Clementino
Teatro Zanoni Ferrite
Av. Renata, 163 – Vila Formosa
Teatro Cacilda Becker
Rua Tito, 295, Lapa

Banco do Nordeste lança edital de seleção de projetos culturais com dotação orçamentária de 4,5 milhões, via Lei Rouanet



Fortaleza, 7 de julho de 2014 – O Banco do Nordeste do Brasil (BNB)  acaba de lançar o seu edital de seleção de projetos culturais 2014/2015, com dotação orçamentária de R$ 4,5 milhões, oriundos de incentivos previstos na Lei nº 8313 (Lei Federal de Incentivo à Cultura, denominada Lei Rouanet).
Gratuitas, as inscrições poderão ser realizadas até 31 de agosto de 2014. Serão aceitas, exclusivamente, inscrições pela internet, no endereço www.bnb.gov.br/edital/programasccbnb.
A análise e seleção dos projetos acontecerão de 1º de setembro a 04 de outubro de 2014. A divulgação acontecerá até o dia 05 de outubro, no portal do Banco do Nordeste (www.bnb.gov.br/cultura).
O edital contempla os seguintes segmentos: artes cênicas (teatro, dança, performance, circo); artes visuais (exposição); humanidades (apresentações literárias, publicação de livros de arte e ações de incentivo à leitura); música (erudita e instrumental); e cinema (mostras e festivais).
Serão selecionados somente projetos realizados nos municípios da área de atuação do Banco do Nordeste (Nordeste, Norte de Minas Gerais e do Espírito Santo) e para a programação dos três Centros Culturais Banco do Nordeste (Fortaleza; Cariri, em Juazeiro do Norte, no sul do Ceará; e Sousa, no alto sertão paraibano).
Os critérios de seleção dos projetos inscritos são: a) relevância e qualidade conceitual e temática: concepção e argumentação que evidenciem importância histórica, cultural e artística para o Nordeste, em consonância com o eixo curatorial; b) contribuição ao fortalecimento da diversidade cultural brasileira: diálogo com as diversas manifestações e/ou expressões das culturas populares; c) impacto social: características socioeconômicas da população envolvida, além de duração e profundidade das ações de fruição, sensibilização, capacitação ou formação; d) viabilidade técnica: demonstração de capacidade de realização e do envolvimento de profissionais com notória especialização; e) adequação financeira: compatibilidade com parâmetros de preços praticados no mercado cultural; f) no caso de projetos para a programação dos Centros Culturais Banco do Nordeste, será necessária a adequação física, ou seja, adaptabilidade aos espaços (dependências dos Centros Culturais Banco do Nordeste e de outros locais de sua área de atuação).
Os projetos serão avaliados por uma comissão interna do BNB, composta por técnicos dos Centros Culturais Banco do Nordeste, dos Ambientes de Marketing e de Comunicação, e serão homologados pelo comitê de patrocínios do Banco do Nordeste e da Secretaria de Comunicação da Presidência da República (SECOM/PR).
Poderão participar do edital dois tipos de proponentes: a) proponentes pessoas jurídicas, necessariamente de natureza cultural, com ou sem fins lucrativos – instituições, empresas, fundações ou associações sob controle acionário, estatutário ou majoritário de brasileiros natos, naturalizados ou de estrangeiros residentes no Brasil há mais de três anos, ser legítimo detentor ou representante dos direitos de realização do projeto a ser inscrito; e b) proponentes pessoas físicas, que sejam brasileiros natos, naturalizados ou estrangeiros residentes no Brasil há mais de três anos.
O prazo de vigência do edital será de dois anos a partir de sua publicação. Os projetos serão selecionados para realização no período de novembro/2014 a dezembro de 2016.

De infância e de saudades da terra


Nei Alberto Pies
“Minha mãe achava estudo a coisa mais fina do mundo. Não é. A coisa mais fina do mundo é o sentimento. Aquele dia de noite, o pai fazendo serão, ela falou comigo: “Coitado, até essa hora no serviço pesado”. Arrumou pão e café, deixou tacho no fogo com água quente. Não me falou em amor. Essa palavra de luxo”.
(Poema Ensinamento, Adélia Prado)
            Muitos, como eu, nasceram e viveram a infância na roça. Eu sinto orgulho de ser um filho da roça, porque a vida no “interior” me ensinou valores muitíssimo finos e refinados. Na companhia de árvores frutíferas, animais, nascentes, riachos e lavouras, as pessoas que lá residem formam verdadeira comunidade. Comunidade quer dizer comunhão, integração, relação. Esta comunhão se perdeu na vida urbana atribulada e estressante. Todo o tempo na cidade tem que ser um tempo ocupado. Não temos mais tempo para curtir o próprio ritmo (do tempo).
Roça é um lugar de fartura, mas também de muito trabalho. Iludem-se aqueles que pensam que uma “chácara” é um lugar maravilhoso sem dar muito trabalho. Para quem não pode oferecer seu trabalho, terá de ofertar dinheiro para que alguém cuide, zele e organize o ambiente, para poder desfrutá-lo lindo, aconchegante e organizado. Neste sentido, não podemos romantizar o trabalho de quem cuida da terra; é preciso reconhecê-lo e valorizá-lo com a grandeza que ele merece.
            Quantos, como eu, matam saudades de sua terra visitando propriedades que ainda resistem em levar adiante um estilo de vida interiorano! Colhem, no inverno abundante das frutas, o sabor de suas saudades e recordações. Visitam matas, riachos, casas, salões comunitários, em busca de algo que um dia deixaram para trás: a simplicidade e a compaixão pela terra.
            Como ilustram os versos acima, os valores da roça confundem-se com as necessidades mais imediatas de quem lá reside e faz de seu trabalho e suor o próprio modo de vida. Os pequenos agricultores ou camponeses ainda preservam os valores da gratuidade e da reciprocidade que aprenderam na relação com os outros, com a natureza e com o mundo. Nem tudo na roça tem preço, mas tudo na roça tem o seu valor.
            As relações com a natureza, particularmente através das semeaduras, reservam ao homem e à mulher do campo a noção do tempo, que é a mesma noção da paciência. Quem espera colher, precisa saber esperar. Quem espera colher, precisa pacientemente acompanhar a renovação da vida em cada amanhecer e em cada anoitecer. Quem deseja recuperar a terra, precisa investir insumos, cuidados e tempo.
            Só podem sentir saudades aqueles e aquelas que já experimentaram a vida da roça. Para estes, são necessárias brechas em sua conturbada agenda urbana para cultivar flores, frutas, hortaliças, chás, verduras. Não há nada mais contagiante e gratificante do que o alvorecer de vidas que dependem de terra, de ar, de água e de cuidados pacientes e permanentes.
A natureza nos permite a compreensão da própria existência. A vida na roça nos fornece importantes aprendizagens sobre os próprios desafios do ser humano. Valorizando a terra, estaremos sempre valorizando a nossa dimensão de humanidade e dignidade.
 
Nei Alberto Pies, professor e ativista de direitos humanos

Cá estou eu de volta

Cá estou eu de volta a estrada. Foram "dias de luta" muitas inglórias. Cego, segui sozinho.Mas o caminho está aí.
Amigos e amigas,
neste aninho aziago mais que nunca preciso de todos voces.



Eu...
queria ter aceitado
A vida como ela é
A cada um cabe alegrias
E a tristeza que vier

That's it folks!