terça-feira, 5 de junho de 2012

7/6 TRIXMIX - PROGRAMAÇÃO DA NOITE

TRIXMIX comemora 5 anos
em cartaz e apresenta o australiano
Mark Bromilow
como novo diretor artístico



O Trixmix  completa 5 anos em cartaz

no dia 7 de junho  contando com o reconhecimentotanto do meio artítico como do público e  agora se vê pronto para vôos mais altos.



Para comemorar, acaba de ser

anunciada a  contratação do

australiano Mark Bromilow,

ex-diretor artístico do espetáculo

"Varekai", do Cirque du Soleil,

para assumir a mesma função .


A escolha de Bromilow foi pautada pela

grande afinidade entre

as propostas e  objetivos tanto  do Trixmix

como do trabalho que realiza

este produtor independente,

diretor, escritor, tradutor, educador e ator,

com experiência de trinta e cinco anos

de artes cênicas em todo o mundo.



“Meu trabalho tenta transcender as divisões

dos vários ambientes culturais,

linguísticos e sociais e se esforça para quebrar a tradicional separação que acontece

entre as disciplinas artísticas”,

fala Bromilow.



Ele desenvolve novos programas,

eventos e co-produções internacionais

dividindo seu tempo entre a

Austrália, Canadá e  Brasil,

onde mora atualmente.



Uma das novidades propostas

pelo novo Diretor Artístico do Trixmix

é a introdução de modernos recursos multimídia

ao formato de show de variedades.

O Trixmix já reuniu

consagrados artistas  nacionais e internacionais

para apresentações autorais

 onde a surpresa, o humor, a beleza e o inusitado

fazem de cada noite uma celebração única.



Entre os que já se apresentaram no projeto

estão os atores Domingos Montagner,

Luis Miranda,  Marcelo Mansfield,

Marco Luque, Marcio Ballas, Angela Dip,

Marcio Ribeiro, Grace Gianoukas,

Carol Zocolli e Claudio Carneiro,

além de destaques da cena circense

e  burlesca nacional e internacional.



O primeiro Trixmix sob a direção

de Mark Bromilow

será a edição de aniversário de 5 anos,

no dia 7 de junho, no Estúdio Emme,

que terá o ator e diretor Hugo Possolo,

um dos criadores do grupo Parlapatões,

como mestre de cerimônia.




TRIXMIX 5 ANOS
Edição de aniversário
Data: dia 7 de junho
Abertura da casa:  20h30 com DJ e drinks
Início do show: 21h30
Duração do espetáculo: 70 minutos
Festa depois do show com DJ Kefing
Local: Estúdio Emme
Av. Pedroso de Morais, 1036
Recomendação: 18 anos
Ingresso:  R$ 25 ,oo
Vendas antecipadas: na bilheteria do local
Horário de funcionamento:
segunda a sábado, das 13h às 19h.
Entrada e assentos para deficientes
Serviço de bar e restaurante
Estacionamento:
Valet - R$ 20,00.
Informações: 3774-0415

Agenda Trixmix
até dezembro de 2012
07 de junho de 2012
21 de junho de 2012
05 de julho de 2012
19 de julho de 2012
02 de agosto de 2012
16 de agosto de 2012
06 de setembro de 2012
20 de setembro de 2012
04 de outubro de 2012
18 de outubro de 2012
1 de novembro de 2012
15 de novembro de 2012
6 de dezembro de 2012

Júlio Mota assume consultoria de dança da Fundação Cultural



O coreógrafo e bailarino Júlio Mota é o novo consultor de dança da Fundação Cultural de Curitiba. Ele assume a função para dar continuidade ao trabalho de Eleonora Greca, que deixa a Fundação Cultural para assumir projetos na área de dança a convite do Grupo Boticário.
Bailarino do Teatro Guaíra há quase 30 anos (17 anos no Balé Teatro Guaíra e 12 anos no Grupo G2), professor de Expressão Corporal do Curso de Teatro da Universidade Católica do Paraná e diretor do grupo Yesbody Teatro Físico, Júlio Mota tem uma carreira voltada à pesquisa do movimento. Fez doutorado no Laban Center (2004-2005), de Londres, um dos centros de excelência no estudo do movimento e da dança expressionista, e durante um ano e meio (2007-2008) atuou como professor convidado da Academia de Artes Cênicas de Hong Kong.
Júlio Mota disse que pretende dar continuidade à política da Fundação Cultural para o setor e ao planejamento feito por Eleonora Greca, inclusive com vistas à consolidação da Bienal Internacional de Dança de Curitiba. “Esse é um evento que veio para ficar. Sua importância extrapola os limites do município, é um projeto cultural para o Brasil”, afirmou.
O coreógrafo avalia que a dança tem conquistado lugares e condições melhores de difusão e de desenvolvimento, mas as necessidades da classe ainda não foram plenamente atendidas. Segundo ele, sua missão será estabelecer a interface entre as demandas do mercado e a política cultural da FCC.
          Convidada para atuar no Grupo Boticário, Eleonora Greca considerou “um aprendizado” o período em que esteve à frente da coordenação de dança da Fundação Cultural. Foram dois anos e meio que coincidiram com a sua despedida da companhia Balé Teatro Guaíra, depois de 35 anos de carreira.  Eleonora destacou a realização da Bienal Internacional de Dança como a coroação de um trabalho voltado à democratização dessa arte. “Aproximar o público dos bairros, contemplar todos os estilos e vertentes, e fazer com que a dança se tornasse visível em toda a cidade. Essa foi a minha proposta”, disse.

Jovens querem intervir nas decisões da Rio + 20



Há um desafio posto aos jovens do Brasil e do mundo frente ao futuro do planeta: construir hoje um futuro melhor! Os temas da Rio + 20 afetam diretamente essa juventude, protagonista das lutas do presente e também futuros impactados com as decisões a serem tomadas.

O protagonismo da juventude, lutando por justiça ambiental e social, torna-se decisivo para garantir que sejam efetivados os compromissos e acordos firmados pelos governos e povos em junho, durante a Rio+20.

A ação Juventudes na Rio+20 vem para promover esse protagonismo, dos jovens que passam de espectadores das decisões tomadas pelos governos a participantes ativos de uma construção política que pertence a todos.

Também consideramos estratégica a inclusão da juventude no movimento da ONU de criação dos ODS (Objetivos do Desenvolvimento Sustentável), um avanço em relação aos Objetivos do Milênio.

Esta ação, em rede e com as redes, é uma realização da Secretaria Nacional da Juventude (SNJ), Conselho Nacional da Juventude (Conjuve) e Escola de Comunicação da UFRJ.

Participam desta ação de mobilização redes parceiras dos mais diferentes movimentos sociais e movimentos culturais de juventude: Fora do Eixo, Viração, Viva Favela, Agência de Redes para a Juventude, Escola Popular de Comunicação Crítica da Maré, Agência Lupa e Pontão de Cultura Digital da ECO/UFRJ, além das redes e movimentos que compõem o Conselho Nacional da Juventude (Conjuve)

Uma ação em rede, colaborativa, horizontal e aberta a participação de todos os jovens do Brasil.
Participam diretamente da ação Juventudes na Rio + 20 cerca de 100 jovens das redes parceiras que farão a cobertura colaborativa dos debates, presencialmente e pelas redes sociais, e participarão ativamente das discussões sobre meio ambiente, justiça social, bens comuns, durante a Rio+20 e seus eventos preparatórios.

Os jovens participarão também do YouthBlast, o Congresso Mundial da Juventude, e nos debates da Cúpula dos Povos. Também irão participar das atividades do “Enlace da Juventude”, o acampamento da juventude que acontece no campus da UFRJ na Praia Vermelha e em dezenas de atividades culturais pela cidade.


A ser realizada entre os dias 13 e 22 de junho, a Conferência das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento Sustentável terá entre seus temas principais:

1) A economia verde o contexto do desenvolvimento sustentável e do combate à pobreza e 2) Estrutura de governança institucional para o desenvolvimento sustentável. Paralelo a isto, a sociedade civil de todo o mundo reúne-se em encontros paralelos para refletir criticamente sobre estas questões e cobrar de seus governos ações que apontem para uma transição para outro tipo de envolvimento social e ambiental, que tenha como pilares o bem estar comum e a construção de relações harmônicas com a natureza.

As dificuldades de implementação das deliberações firmadas nos últimos anos mostra como a participação da juventude é decisiva para o sucesso dos acordos e compromissos a serem firmados.

A participação das "novas gerações" não deve se restringir a um olhar apenas para o futuro. É sobre os jovens de hoje que recai a tarefa inadiável de transformar a dívida que receberam em benefícios para a
atual e as futuras gerações.


Programação
Onde encontrar os jovens:


04 a 12/06 - Congresso da Juventude
07 a 12/06 - Youth Blast
13/06 - Semana do Meio Ambiente (Ministério do Meio Ambiente)
13, 14 e 15/06 - Encontro de Juventude e Educação pela Sustentabilidade
17/06 - Arena Social
18/06 - Programa de Voluntários Jovens na Rio+20

Acompanhe:
Acompanhe e interaja com a Juventudes na Rio+20 por meio da página oficial e redes sociais, através da hashtag #JuventudeRio20.

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Damas-da-noite

 

   
Damas-da-noite
Título Original:     The moonflower vine

de Jetta Carleton

Tradutor:     Regina Lyra

Páginas:     490
Formato:     16 x 23 cm




50 anos após sua publicação original, chega ao Brasil o romance histórico que marcou uma geração nos Estados Unidos. Damas-da-Noite, livro autobiográfico de Jetta Carleton, mostra o cenário rural americano em uma época conturbada depois da Segunda Guerra Mundial. Com National Book Award recebido em 1963, tornou-se um clássico da literatura norte-americana.

Durante a primeira metade do século XX, os recém-casados Matthew e Callie Soames se mudam para uma fazenda no oeste do Missouri. Lá, tocam a vida enquanto criam filhas teimosas, de personalidade forte, que conquistarão o coração do leitor. Apesar de amarem seus pais, todas, a seu modo, tentarão fugir deles e de suas expectativas. Jessica, a mais velha, nunca corresponde ao que o pai deseja para ela. Leonie, a mais bela e obediente das filhas, se interessa pelo único homem que nunca teria a aprovação de seu pai. Mary Jo é um mistério para a família e para o leitor. Mathy, a mais jovem e problemática das filhas do casal, levará desgraça à família e mudará seus destinos para sempre.

Jetta Carleton é mestra na arte da elaboração dos personagens, conseguindo desenvolver cada um separadamente para, em seguida, uni-los na formação do quebra-cabeça da vida da família Soames ao longo de 50 anos. A autora mantém o interesse e a surpresa a cada capítulo.

Damas-da-Noite capta o humor e os tempos da vida rural do Meio-Oeste americano e os trazem à tona. Mentiras, verdades, medos, segredos e angústias brotarão de tal forma que ficará claro porque se trata de um clássico eterno. Um livro para ser lido mais de uma vez.




A CRITICA
“Uma saga familiar norte-americana profundamente tocante... Dramática... Eternamente viva.” - Harper’s

“Damas-da-Noite é um livro encantador. Tem o mesmo sabor de O Sol É para Todos, de Harper Lee.” - Denver Post

“Um feito notável.” - Chicago Tribune

Jane Smiley, Pulitzer autor premiado de A Thousand Acres, The Age of Grief, Moo, e sua estréia no próximo para os jovens leitores, O Georges e as Jóias, fala sobre um livro favorito de seu estado natal - Missouri, JettaCarleton The Vine Moonflower . Smiley falou na BookExpo America, em Nova York em 30 de maio de 2009.




LANÇAMENTO




A dádiva do corvo



A dádiva do corvo
Título Original:     The raven's gift
Jon Turk
Tradutor:     Anna Maria Capovilla

Páginas:     434
Formato:     16 x 23 cm

Um cientista, uma xamã e sua viagem singular pelo deserto siberiano

Jon Turk contornou de caiaque o cabo Horn, atravessou a passagem do Noroeste e remou toda a costa do Pacífico. Mesmo assim, a viagem mais estranha que já fez se deu quando ele, um cientista, decidiu conhecer o mundo espiritual e enfrentar todos os seus preconceitos. Essa é a surpreendente história contada em A dádiva do corvo, seu primeiro livro publicado no Brasil.

Em 2000, na remota aldeia siberiana de Vyvenka, Jon Turk conheceu a idosa chamada Moolynaut, uma xamã koryak — povo indígena do extremo leste da Rússia —, e aprendeu sobre suas viagens ao mundo espiritual.

Um ano depois, o espírito de Moolynaut rogou a um corvo que a ajudasse a curar a pélvis de Jon, que sofrera uma fratura em um acidente de alpinismo, do qual nunca se curara. Turk, que não havia encontrado uma explicação racional, procurou o entendimento atravessando a tundra congelada onde a xamã havia nascido.

Com seu estilo íntimo e sincero, o autor compartilha com os leitores seus momentos mais pessoais, como quando lida com uma intensa dor e quando reflete sobre o significado da vida e do ser humano.

Umas poucas linhas

Misha e eu remamos nossos caiaques em 
direção à costa e, em seguida, fizemos uma 
pausa quando sentimos as ondas tornarem-se
 íngremes à medida que tocou o fundo do mar.  
Densas, em forma de pires, nuvens corriam pelo 
céu do Ártico, acumulando-se uma contra a outra 
como se não houvesse espaço suficiente 
para dissipar toda a vasta tundra.




Moolynaut 
Moolynaut nasceu em uma tenda de pele na tundra siberiana, durante o reinado do Czar Nicolau II. Ela não apenas sobreviveu, mas manteve sua espiritualidade através da revolução bolchevique, a ascensão e queda de todo o império soviético e do capitalismo bandito da Perestroika. Ela me pediu para contar a sua história, que é a história de todos os povos indígenas, das selvas da Amazônia e Melanésia para o Ártico.


 A CRITICA
“Uma história inesquecível.”  - Publishers Weekly

“Com A Dádiva do Corvo, Turk uniu magistralmente emoção e aventura.” - Vancouver Sun






LANÇAMENTO






 



Sempre a mesma neve e sempre o mesmo tio de Herta Müller



Sempre a mesma neve e sempre o mesmo tio

de Herta Müller


Páginas: 248
Formato: 14 cm x 21 cm




A relação entre a literatura e a vida sob a opressão política é o fio condutor dos ensaios de Sempre a mesma neve e sempre o mesmo tio (Immer derselbe Schnee und immer derselbe Onkel, 2011), de Herta Müller, escritora alemã vencedora do Prêmio Nobel de Literatura de 2009. Com o volume, o selo Biblioteca Azul da Globo Livros – casa editorial da escritora no Brasil – dá continuidade à publicação das obras da escritora, que já conta com o romance O compromisso, lançado em 2004, e os contos de Depressões, seu livro de estreia, que ganhou edição brasileira em 2010.

Os ensaios dão conta da ligação entre criação artística e experiência pessoal, marcada pelos efeitos do terror e da repressão impostos pelo ditador Nicolau na Romênia, onde Herta Müller viveu antes de partir para a Alemanha. Em Cristina e seu simulacro, ela relata como, durante a época em que trabalha como tradutora em uma fábrica, é intimada a converter-se em espiã da polícia secreta romena. Numa reviravolta irônica e trágica, após recusar a proposta mesmo sob ameaças, passa a ser vista pelos colegas como colaboradora e é isolada: os mecanismos de difamação da ditadura impõem a punição velada.

Em Um corpo tão grande e um motor tão pequeno, a escritora apresenta a figura do pai, motorista de caminhão e alcoólatra que ingressara voluntariamente na SS durante o regime de Hitler. Depois de sua morte é que Herta Müller começa a escrever. A mãe, que foi deportada pelo regime comunista e passou cinco anos num campo de trabalhos forçados, é apresentada no ensaio que dá título ao livro.

É por esse caminho, entremeando memórias da infância e da juventude e relatos vívidos do cotidiano sob a vigilância da política secreta, que a escritora chega às reflexões sobre a importância da literatura, “que pode inventar, por meio da língua, uma verdade que mostra o que acontece ao nosso redor quando os valores descarrilam”. Sempre a mesma neve e sempre o mesmo tio traz também o discurso de agradecimento de Herta Müller por ocasião da entrega do prêmio Nobel de Literatura.

Os próximos livros da autora publicados pelo selo Biblioteca Azul serão Herztier (A terra das ameixas verdes, título provisório), Der König Verneigt Sich Und Tötet (O rei faz uma reverência e mata, título provisório) e Der Fuchs War Damals Schon Der Jäger (Naquela época, o lobo já era o caçador, título provisório).

A autora
Herta Müller nasceu em Nitzkdorf, no Banato, região de minoria alemã na Romênia, em 1953. Seu pai foi soldado da SS nazista e sua mãe foi deportada pelo regime comunista para a ex-URSS, onde passou cinco anos num campo de trabalhos forçados. Poeta e romancista, Herta Müller estudou literatura romena e alemã. Depressões, seu primeiro livro, de 1982, e os seguintes foram censurados pelo regime do ditador comunista Nicolau Ceausescu. Em 1987, emigrou com seu marido, o também escritor Richard Wagner, para a Alemanha, onde passou a lecionar em universidades. Por sua carreira literária, na qual publicou mais de 20 obras, recebeu dezenas de premiações, entre elas o Nobel de Literatura de 2009 e a Grã-Cruz de Mérito com Estrela da Ordem do Mérito da República Federal da Alemanha, em 2010, dada como recompensa por serviços extraordinários nas áreas da política, da economia, da cultura, da arte ou do trabalho voluntário.

Outras obras de Herta Müller publicadas pela Biblioteca Azul


O compromisso

Depressões



Este excerto de vídeo apresenta uma rara entrevista e sincero com Herta Müller, Prêmio Nobel de Literatura de 2009, onde ela fala sobre sua vida crescendo como parte de uma minoria de língua alemã na Romênia rural, seus anos de perseguição nas mãos da polícia secreta Ceasescu, a deserção e sua fuga subseqüente para a Alemanha Ocidental em 1987. Para ver o documentário completo, http://nobelprize.org/mediaplayer/index.php?id=1553




UM LANÇAMENTO

5/6 ANTIQUADOS RECEBE GIOVANNA VELASCO

Antiquados

Todas as terças-feiras na OFF SET


Convidada do dia 5 de junho: Giovanna Velasco


Antiquados é um

projeto de humor de personagens,

voltou em cartaz no dia 15 de maio,

no clube Off Set,

com um elenco fixo

formado pelos humoristas

Fábio Silvestre, Rapha Veles e

Guilhereme Uzeda.

 

Eles irão se revezar no palco

Apresentando quadros e esquetes

com duração de aproximadamente

15 minutos cada um.

 

A cada terça-feira se apresenta um

convidado especial. No dia  5 de junho,

Antiquados recebe a atriz Giovanna Velasco.

 

 

O Projeto
Alguém poderia se perguntar por que
um show de humor se chama Antiquados.
E a resposta seria: e por que não?
Atualmente a cena de humor tem sido alvo
de uma série de questionamentos éticos
que se tornaram uma verdadeira provação
para os autores de comédia que resolvem
mostrar o seu trabalho. Como ser engraçado e autêntico
hoje em dia sem virar alvo de polêmicas gratuitas?
É preciso pensar duas vezes antes de fazer piada?
Ser humorista se tornou uma questão de coragem mais do que de graça?
É neste ponto que surge Os Antiquados.
Um projeto de comédia teatral que pretende
resgatar a espontaneidade do humor.
Morrer de rir é retrô!
E, vamos combinar, pois pisar em ovos é desperdício de comida,
uma atitude não sustentável. Tendo como inspiração clássicos como
Viva o Gordo, Chico Anysio Show, Os Trapalhões
e TV Pirata, Os Antiquados quer levar adiante
a tradição de desafiar o politicamente correto de forma original e irreverente.
Colocando no palco grandes talentos da atualidade
e convidados especiais que fizeram a história
do humor brasileiro. Sem tempo de soar blasé nem medo de cometer gafes.
Afinal, gafe também não é um tipo de humor?
 
 
 

Serviço

Antiquados

Concepção e direção artística: Danilo Pinoti

Elenco: Fábio Silvestre, Rapha Véles e

Guilhereme Uzeda.

Reestreia da temporada: dia 15 de maio

Sessões todas às terças-feiras por tempo indeterminado

Horário: 21h

Gênero: Humor

Duração: 90 minutos.

Recomendação: 16 anos

Capacidade: 150 Lugares
Ingresso: R$ 30,00

Camarote: R$ 80,00 com R$ 40,00 de consumação

Jantar e show R$ 70,00

Abertura da casa: 20h30

Local: OFF SET

http://www.espacooffset.com.br/

R. Ferreira de Araújo, 589 – Pinheiros

Telefone: 3097-9396.
Aceita os cartões Amex, Diners, Hipercard, MasterCard, Visa.
Tem área para fumantes. Aceita cheques. Aceita reservas.

Tem ar-condicionado. Tem acesso para deficiente.

Tem música ao vivo. Não tem mesas ao ar livre. Valet (R$ 20)

Heitor leu dois livros da Luciana Savaget



Tem post novo no Blog do Le-Heitor.

Heitor ganhou dois livros autografados da sua amiga Luciana Savaget, leu e conta tudo no seu blog: http://blogdoleheitor.sintaxe.com.br

Espaço-tempo mensal na galeria LOGO dedicado aos músicos que abstraíram a canção, ou souberam escondê-la muito bem



Neste sábado (02), acontece a segunda edição do projeto periódico de música da galeria LOGO, com curadoria do artista e músico Carlos Issa. Intitulado Tarde Abstrata, o evento lida com um panorama de práticas e estéticas sonoras bastante amplo, mas conectado. São músicos que estão fazendo uso de sintetizadores, efeitos, tablets, mesas de edição e mixagem com liberdade e um desprendimento de regras que remete ao desmonte que a cultura punk operou na música.
 
O acesso a esses equipamentos e o seu uso, combinado com softwares de áudio e instrumentos tradicionais, amplia as sonoridades e as possibilidades de composição, fazendo surgir uma paisagem musical inclassificável.
 
Na segunda edição da Tarde Abstrata o público é convidado a testemunhar o derretimento da musicalidade ortodoxa em seis atos: A lenda do punk atonal, Vermes do Limbo; a natureza oculta do mundo na raríssima apresentação do Bebe do Abismo; a desconstrução radical da partitura hardcore por Luzia Kame;  a música eletrônica de invenção com o Response Pirituba; e o caos em transe sonoro da dupla Maurício Takara e Jonathan Gall, pela primeira vez no hemisfério sul do planeta. Nos entreatos, a discotecagem abstracionista de Akin Dekard, da rádio on-line Metanol.
 
A segunda edição da Tarde Abstrata acontece em meio ao metagrafismo de Bruno 9li na última chance de ver sua exposição individual na LOGO, Lux Tenebris.

Tarde Abstrata – Junho
>na galeria LOGO
>sábado, 2 de junho
16h30  Response Pirituba
17h15  Jonathan Gall & Mauricio Takara
18h00  Vermes do Limbo
18h45  Luiza Kame
19h30  Bebe do Abismo

Entrada franca
Rua Artur de Azevedo, 401
São Paulo - SP

www.galerialogo.com
www.tardeabstrata.tumblr.com


Sobre a LOGO:
A galeria LOGO, inaugurada em julho de 2011, é porta de entrada para conhecer uma rede de artistas que emerge de um plano paralelo ao mainstream da arte, com nomes ligados a subculturas urbanas e ao cenário underground. Nesse sentido, surge um novo conceito de "outsider": artistas desconectados de uma formação acadêmica linear, que seguem suas pesquisas de ordem artística, filosófica e cultural de maneira independente. Mesmo fora do circuito oficial, eles construíram trajetórias e um público sólidos, aparecendo em exposições, livros e revistas internacionais. Na LOGO, o trabalho desses artistas é apoiado pela pesquisa de um grupo de curadores que entende esses movimentos, de onde desponta um novo interesse pela pintura, pelo desenho e pela colagem, entre outras manifestações, como a música experimental e a performance. Esse conjunto de expressões é então, pela primeira vez, exibido em um espaço reconhecido pela arte contemporânea, pois pelo endereço da LOGO já passaram duas galerias emblemáticas de São Paulo, a Raquel Arnaud e a pioneira Subdistrito. Quanto ao nome LOGO, ele simboliza a consciência de que o mundo hoje é movido pela comunicação visual. Uma analogia para a produção artística que, como uma boa logomarca, atrai olhares e comunica sem palavras, para então estimular a interpretação de diferentes camadas de significado.

Sobre o curador:
Carlos Issa, também conhecido por seu projeto de música Objeto Amarelo, foi convidado para criar a Tarde Abstrata na LOGO por sua influência e acesso a todo um panorama musical ainda pouco divulgado. Não por acaso, no final dos anos 90 era ele quem organizava os seminais eventos Draga, onde a música e arte independentes se encontravam com a arte contemporânea em espaços do underground paulistano. Hoje, o Draga é celebrado pela experimentação de seus cartazes, de suas exposições e de seus shows e está tendo sua história resgatada pela mídia especializada e até por exposições em museus.

Artistas do Bolsa Produção mostram trabalhos nos museus da Gravura e da Fotografia



Artistas do Bolsa Produção mostram trabalhos nos museus da Gravura e da Fotografia



O resultado da quinta edição do edital Bolsa Produção, do Fundo Municipal da Cultura, poderá ser conferido a partir das 19h desta terça-feira (5), nas 14 exposições de 15 artistas que tomam conta do Museu da Gravura de Curitiba e do Museu da Fotografia de Curitiba, instalados no Solar do Barão. As mostras, que permanecem em cartaz até 18 de agosto, revelam a proposta do edital, que é incentivar a experimentação no campo das artes visuais de artistas domiciliados em Curitiba.  
As salas dos museus abrigam as exposições MEDIATO, de Iriana Vezzani; ODRADEK, de Eliana Borges; A MEMÓRIA DA MATÉRIA, de Juan Parada; MOVENTES, de Bernadete Amorim; HOJE, SÓ EMERGÊNCIAS, de Luana Navarro; TERRA HÍBRIDA, de Lidia Ueta; LUGAR ALGUM: CARTOGRAFIAS SOBRE A AUSÊNCIA, de Ângelo Luz; INDI.O.GENTE; de Daniel Chaves; TOPOS, de Rodrigo Dulcio; VÉSPERA, de Thalita Sejanes;  ERRANTE, de Patrícia Tristão; NOITE, de Amanda Calluf; in_permanências, de Cristina Piedade; e ANDRÉ RIGATTI E FERNANDO BURJATO, de André Rigatti e Fernando Burjato.
Durante um ano, os artistas desenvolveram seus projetos, tendo como interlocutores os curadores Márcio Doctors, do Rio de Janeiro e Artur Freitas, de Curitiba, mais a artista gaúcha Vera Chaves Barcellos. O acompanhamento por profissionais da área teórica e por artistas provenientes de outras partes do país favorece diálogos saudáveis, com a intenção de reafirmar talentos artísticos e abrir espaço a novas potencialidades, favorecendo sua inserção na sociedade. 
Para falar sobre a experiência, os interlocutores dos artistas, juntamente com Ana González, coordenadora do programa Bolsa Produção e do Museu da Gravura, realizam no Solar do Barão uma mesa-redonda, às 19h de quarta-feira (6), com entrada franca.

Objetivos – Desde a sua primeira edição, em finais de 2005, os principais objetivos do Edital Bolsa Produção para Artes Visuais foram incentivar a produção artística de Curitiba e oferecer ao público efetivos mecanismos de acesso a essas manifestações. Além das exposições, constam na programação ações educativas, encontros entre artistas e público, mesas-redondas e publicação de livro impresso. 
“A apresentação do que resulta do desenvolvimento dos projetos é sempre desafiadora”, ressalta Ana González. “O Edital Bolsa Produção disparou a formação de uma rede que veio se ampliando a partir da confluência dos artistas e profissionais envolvidos desde a sua primeira edição, alterando favoravelmente o ambiente artístico da cidade, contribuindo para o alargamento de espaços mais favoráveis à troca de experiências e colaborações e para que o pensamento poético continue a se infiltrar continuamente na sociedade”, explica a coordenadora do programa e do Museu da Gravura. 
Conheça um pouco sobre os artistas expositores e seus respectivos trabalhos:

MEDIATO – Iriana Vezzani, que acumula participações em exposições no Paraná, além de ter realizado palestras sobre artes plásticas e obtido o primeiro prêmio na 2ª Mostra de Artes Visuais da UTP – Universidade Tuiuti do Paraná, apresenta um trabalho que desperta a atenção para questões como a invisibilidade gerada pelo hábito da vida prática no cotidiano. Utilizando madeira e obra de carpintaria, a artista tem por objetivo perturbar e reduzir as noções espaciais do espectador sobre a arquitetura, superando a fronteira do seguro e do estável para criar uma zona de tensão e ambiguidade.

TERRA HÍBRIDA – Com diversos projetos individuais no campo das artes visuais, Lídia Ueta já respondeu por intervenções urbanas, performances, trabalhos em vídeo e fotografia. Desta vez, a artista mostra um projeto elaborado a partir das relações de um imigrante agricultor com o Brasil, a terra que escolheu para viver. Desde 1959, o personagem cultiva, além de plantações, as relações familiares de afeto com o país. O trabalho fotográfico tem representações simbólicas que também levantam questões sobre a passagem do tempo, a identidade e a finitude humana.

ANDRÉ RIGATTI E FERNANDO BURJATO – Pinturas e instalações revelam o talento de dois artistas que possuem extensos currículos. Fernando Burjato é mestre em Artes pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (UNESP) e realizou exposições em várias cidades brasileiras, além de ter publicado os livros “Cabeça, corpo, caveira e alma” e “Arte Brasileira nos Acervos de Curitiba”, esse último escrito junto com Daniela Vicentini.
André Rigatti é mestrando em Artes Visuais pela Udesc – Universidade do Estado de Santa Catarina e atuou como professor colaborador da FAP – Faculdade de Artes do Paraná. Participou de exposições coletivas e individuais em importantes espaços paranaenses e tem seu nome citado em publicações renomadas na área de artes plásticas.

MOVENTES – Formada em Educação Artística pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em História da Arte do Século XX pela Embap – Escola de Música e Belas Artes do Paraná, Bernadete Amorim mostra objetos que classifica como “estofados interativos”. A artista realizou exposições no Paraná, Santa Catarina e Brasília, figurando em importantes publicações de artes plásticas. Também respondeu pela cenografia da peça “Um dia fora do tempo”, encenada no Teatro Guaíra, em 2006.

ERRANTE – A instalação de Patrícia Tristão usa madeira, espuma, microfone e som para se apropriar da sala, articulando tempo, espaço, práticas e condutas como forças dinâmicas de relações e enfrentamentos. A artista é graduada em Artes Visuais pela FAP – Faculdade de Artes do Paraná e aperfeiçoou conhecimentos em cerâmica no Instituto Condorhuasi, na Argentina. Integrou diversas exposições coletivas e teve o conjunto de obras premiado no 1º Salão Nacional de Cerâmica da Casa Andrade Muricy, em 2008.

TOPOS – Rodrigo Dulcio preparou uma surpresa para o público, com a instalação “Topos”, que somente será revelada na abertura da exposição. O jovem artista, que já participou de mostras coletivas, formou-se pela Embap – Escola de Música e Belas Artes do Paraná, complementando conhecimentos no ateliê de escultura do Centro de Criatividade de Curitiba e nos ateliês de gravura do Museu da Gravura de Curitiba.

in_permanências – A exposição de Cristina Piedade reúne quatro pinturas em grandes formatos, executadas em tinta acrílica sobre tela, com acabamento de verniz de cera e esticadas em chassis de madeira. Formada desde 2009 em Pintura pela Escola de Música e Belas Artes do Paraná, mesma instituição na qual realiza pós-graduação em História da Arte Moderna e Contemporânea, a artista já participou de várias exposições coletivas, em Curitiba.

NOITE – O ensaio fotográfico de Amanda Calluf reúne imagens em preto e branco de paisagens noturnas que remetem ao silêncio, à solidão, à penumbra e a um estado de espírito que leva a sonhos, lembranças e devaneios. Amanda Calluf começou a fotografar em 1998, enquanto cursava Jornalismo. Desde 2003 se dedica a projetos autorais, expressando-se por meio da fotografia. Em 2006 e 2007 fez mestrado em Fotografia e Cultura Urbana no Goldsmiths College, em Londres. Suas fotos foram publicadas em revistas, livros e catálogos na Inglaterra, Alemanha e Itália.

INDIO.O.GENTE – Videoinstalações de Daniel Chaves (Dach) mostram um personagem que aparece e desaparece, conforme seu corpo vai sendo “enterrado” por objetos, tijolos, madeiras, coisas comuns do cotidiano do homem urbano, fazendo com que a paisagem se transforme num caos absoluto, onde predomina o excesso de informações visuais. Formado em Artes Visuais pela Universidade Tuiuti do Paraná (2002-2005), com pós-graduação em História da Arte Contemporânea pela Escola de Música e Belas Artes do Paraná (Embap), Daniel Chaves participou de diversas exposições coletivas. Este ano expôs no Museu Oscar Niemeyer e na Galeria Ibakatu.

A MEMÓRIA DA MATÉRIA – Juan Parada tem como proposta uma instalação e inserções espaciais de uma série de trabalhos numa das salas de exposições do Solar do Barão. Os trabalhos agrupados formam um ambiente, sem limite claro entre as partes que o constitui. Também faz parte da exposição uma grande escultura instalada no pátio do Museu da Fotografia. Os trabalhos dialogam e se relacionam entre si.  O primeiro deles refere-se ao espaço arquitetônico como expansão do trabalho de arte. Graduado em escultura pela Escola de Música e Belas Artes do Paraná, Juan Parada integra o coletivo de artistas Interluxartelivre, com o qual realizou diversas exposições. O artista também atua em projetos de arte urbana.

ODRADEK – Apropriando-se do nome de um personagem de Franz Kafka (Odradek, do conto “As preocupações de um pai de família”), Eliana Borges propõe a reflexão sobre as relações e interações entre as diversas linguagens de arte – neste trabalho, em particular, as que se utilizam dos elementos som, palavras, corpo e imagem. Artista plástica e performer, graduada em Artes Plásticas pela Faculdade de Belas Artes de São Paulo (1986), mudou-se para Curitiba em 1989 e desde então atua como arte-educadora, faz cenários e direção de arte para vídeo e cinema, e desenvolve vários projetos de design gráfico para revistas e livros.

HOJE, SÓ EMERGÊNCIAS – A exposição de Luana Navarro foi desenvolvida no contexto do fotojornalismo sensacionalista, a partir de fotografias publicadas na editoria de polícia do jornal Tribuna do Paraná. A obra é apresentada em forma de instalação fotográfica, que se utiliza de textos, fotografias recortadas, espelhos quebrados, como forma de induzir à reflexão sobre os signos que envolvem as notícias sobre violência. Luana Navarro é artista visual, formada em Jornalismo, com especialização em História da Arte Moderna e Contemporânea. Seu trabalho em fotografia autoral recebeu premiações, entre elas o Prêmio Funarte de Fotografia Marc Ferrez (2010).

VÉSPERA – O trabalho de Thalita Sejanes é resultado de um cruzamento entre a ação de desenhar e a ação de tecer. Após a pesquisa, foi escolhida uma técnica de tricô, na qual os dedos cumprem o papel que seria das agulhas, gerando uma trama que se apresenta como uma espécie de linha. A performance consiste em levar a ação repetida deste processo ao espaço expositivo, em ações de aproximadamente duas horas, três ou quatro vezes por semana, ao longo da mostra. Thalita formou-se pela Faculdade de Artes do Paraná e desenvolve sua pesquisa artística desde 2008, tendo realizado exposições em museus e galerias de arte de Curitiba.

LUGAR ALGUM: CARTOGRAFIAS SOBRE A AUSÊNCIA – Artista visual, performer e coreógrafo, Ângelo Luz apresenta uma instalação com diversas técnicas. Graduado em Artes Visuais pela Universidade Federal do Paraná (2011), foi aluno intercambista na SHBK Städelchule, em Frankfurt (Alemanha), participou de grupos de estudos em dança e atualmente desenvolve o projeto Descontrole Remoto, integrante da Rede Nacional Funarte – Artes Visuais, 8ª Edição.

Serviço:
Exposições da 5ª Edição do Bolsa Produção.
Locais: Museu da Fotografia Cidade de Curitiba e Museu da Gravura Cidade de Curitiba (Solar do Barão – Rua Carlos Cavalcanti, 533 – Centro).
Data: de 5 de junho (abertura às 19h) a 18 de agosto de 2012.
Horário de visitas: de terça-feira a sexta-feira, das 9h às 12h e das 13h às 18h; sábados e domingos, das 12h às 18h.
Entrada franca.

Mesa-redonda com a participação de Márcio Doctors (RJ), Artur Freitas (PR), Vera Chaves Barcellos (RS) e Ana González, coordenadora do programa Bolsa Produção e do Museu da Gravura.
Local: Solar do Barão (Rua Carlos Cavalcanti, 533 – Centro).
Data e horário: dia 6 de junho de 2012 (quarta-feira), às 19h
Entrada franca.