terça-feira, 4 de outubro de 2011

evento - musica - A percussão de Marcos Suzano na CAIXA Cultural






Músico carioca se apresenta na Série Solo Música





A CAIXA Cultural apresenta o percussionista Marcos Suzano, na Série Solo Música, no dia 11 de outubro. O músico, percussionista de destaque no Brasil e no exterior, mostra um show solo com destaques de sua carreira.



Não é a primeira vez que o músico se aventura em um trabalho solo. Sua primeira experiência foi em 1996, com “Sambatown”, em que fez usos inovadores com o pandeiro e intensificou a batida samba-funk, além da utilização de sons mais graves. Em 2000, lançou “Flash”, seu segundo trabalho solo, com uso da música eletrônica.



Suzano desenvolveu uma técnica específica para tocar o pandeiro, em que o princípio é tocar o instrumento "ao contrário", isto é, tomando como tempo forte não a batida do polegar, mas a das pontas dos dedos contra a pele do pandeiro. O músico afirma facilitar a execução de ritmos fora do padrão do pandeiro, como compassos ímpares, por exemplo.



Marcos Suzano tem mais de duas décadas atuando na música e se consagrou como um dos grandes percussionistas brasileiros. Iniciou na música tocando surdo e cuíca, aderindo posteriormente ao pandeiro, inspirado por Jorginho do Pandeiro do grupo Época de Ouro. O músico, que se destaca pelo trabalho autoral, estudou ritmos africanos com Paulo Moura, tocou com Zizi Possi, Água de Moringa, Marisa Monte, Gilberto Gil, Lenine, Benjamin Taubkin (que também se apresentou na Série Solo Música), entre outros. Participou ainda do grupo Aquarela Carioca e integra o Pife Muderno, de Carlos Malta.



Sua discografia se completa com os álbuns “Satolep Samba Town” (2007), com Vitor Ramil, “Atarashii” (2008) e “Trio 3-63” (2009), com Paulo Braga e Andrea Ernst Dias.



Série Solo Música



Em seu terceiro ano de existência, a Série Solo Música se consolidou como realizadora de grandes shows na CAIXA Cultural. Os aspectos que consagraram o projeto vão da diversidade cultural e qualidade musical a ousadia em apresentar recitais raros e em formação solo.



Somente nesta temporada já se apresentaram Roberto de Regina (cravo), Moacyr Luz (samba), Edith de Camargo (cantora e pianista), Rodolfo Richter (violinista), Oleg Fateev (bayan), entre outros. A Série vai apresentar ainda este ano Daniel Migliavacca (bandolim) e Artus Andrés (flautas e marimba de vidro).



A Série Solo Música também inova ao se definir, de forma proposital, como uma série sem gênero definido, mesclando diversas tendências. Passa pela música erudita, pela música popular e pela world music, sem se esquecer do uso de novas tecnologias. O projeto oferece ainda masterclasses com alguns dos seus artistas, o que amplia seu caráter cultural e educativo.



Serviço:



Música: Série Solo Música – Marcos Suzano (Percussão)

Local: CAIXA Cultural – Rua Conselheiro Laurindo, 280 – Curitiba (PR)

Data: 11 de outubro – terça-feira

Horário: 20h30

Ingressos: R$ 10 e R$ 5 (meia – conforme legislação e correntista CAIXA)

Bilheteria: (41) 2118-5111(de terça a sexta, das 12h às 19h, sábado e domingo, das 16h às 19h)

Classificação etária: Livre para todos os públicos

Lotação máxima: 125 lugares (02 para cadeirantes)

www.caixa.gov.br/caixacultural

Notícia - Frente Parlamentar do Livro e Leitura já tem 200 parlamentares

A Câmara dos Deputados relançou na quarta-feira (28/09) a Frente Parlamentar Mista do Livro e Leitura. Mais de 200 parlamentares já aderiram, com o compromisso de apoiar a tramitação de projetos de lei e emendas orçamentárias em favor das políticas públicas do livro e leitura. A ministra da Cultura, Ana de Hollanda, pediu o apoio dos parlamentares para aprovar os projetos de interesse da pasta no Congresso. O presidente da Fundação Biblioteca Nacional, Galeno Amorim, agradeceu a emenda de R$ 36 milhões aprovada para o orçamento de 2011 e fez uma prestação de contas de seu uso, e antecipou os principais pontos do Programa do Livro Popular, que será lançado pelo governo federal.

artigo - O poder da associação com um devoto PURO!

Srila Prabhupada estava viajando para a América do Sul com dois devotos ajudantes e o templo em que estiveram deu a eles almoço embalado, para comer no avião. Srutakirti abre o pacote para Srila Prabhupada e serve para ele a prasadam de arroz com amendoim. Prabhupada comeu e passou o resto para Srutakirti que começou a comer quando, de repente, a aeromoça chega perto e diz que a comida parece gostosa, pega um punhado, põe na boca e come! Prabhupada sorriu e Srutakirti ficou chocado.



Então ela pergunta porque eles trouxeram sua própria comida. Srukakirti explica que eles são vegetarianos, etc. Ela imediatamente pergunta se havia algo mais que ela pudesse servir, como frutas ou leite.



Prabhupada pediu leite quente. Cinco minutos depois ela volta com 3 copos de leite que ela pegou da primeira classe. Prabhupada agradeceu e os devotos conversaram sobre o fato. Prabhupada comentou que servir é um gesto natural de uma mulher piedosa. Por anos essa foi uma dos fatos preferidos que Srutakirti gostava de contar.

leia a continuação em *****

evento - teatro Medéia Zero


Circuito Macu de Teatro apresenta

Medéia Zero

Estreia dia 15 de outubro, no Teatro Macunaíma






Medéia Zero, baseado na obra de Eurípedes, faz curta temporada no Macunaíma. A montagem é assinada pelo grupo Ethos Teatro e Pesquisa e a direção é de Lucia de Léllis.

Com uma proposta inovadora, o clássico grego ganha uma roupagem global, com ritos e símbolos de diferentes povos e culturas. Para dar uma nova roupagem ao espetáculo, a diretora usou elementos do Tao, como o Yin e o Yang, que podem ser reconhecidos claramente na presença das duas atrizes que interpretam a mesma personagem, Medéia. Enquanto uma aborda o lado mais guerreiro da personagem, a outra tenta lidar com seus conflitos interiores. O coro, elemento fundamental em tragédias gregas, tem presença marcante neste espetáculo” O coro em Medéia é importante sempre, como o era em todo o teatro grego, mas no caso de Eurípedes, ele não só sustenta a ressonância dramática da peça, como também interpreta situações mínimas que saem do embate entre razão e loucura” conta a diretora sobre o espetáculo



Sobre a história

Jasão líder dos Argonautas parte para a Cólquida em busca do velocino de ouro, missão que lhe é imposta para que consiga retomar o trono de Iolco. Chegando ao seu destino, conhece Medéia, que torna-se o principal instrumento de sua conquista. Embora filha do rei, ela usa seus poderes de feiticeira e ajuda Jasão a vencer todos os obstáculos impostos por seu pai. Vitoriosos seguem para o reino de Tessália, cometem uma série de atrocidades pelo caminho e se casam. Alguns anos depois, Medéia é traída por seu marido, que a abandona com os dois filhos para se casar com a filha de Creonte, rei de Corinto. Injustiçada e furiosa, Medéia não poupará esforços para vingar-se de Jasão. Ela mata a sua nova mulher e também o Rei de Creonte. Já enlouquecida pelo sentimento de vingança, mata os próprios filhos e foge, deixando Jassão prostado.





Serviço:

Medéia Zero

Autor: Eurípedes

Diretora: Lucia de Léllis

Montagem: Ethos Teatro e Pesquisa

Datas: 15, 16, 22 e 23 de outubro

Horários: sábados às 21h e domingos às 20h

Classificação: 14 anos

Duração: 60 minutos

Gênero: tragédia

Local: Teatro Macunaíma / sala 2

Rua Adolfo Gordo, 238 – Barra Funda

(11) 3217.3400

Capacidade: 86 lugares

Ingressos: R$ 20 (inteira) / R$ 10 (meia)

Os ingressos podem ser adquiridos

na sede do Macunaíma, das 8h30 às 21h

ou pelo site www.ingresso.com tel: 4003.2320

evento - Cinemateca exibe a estética do cineasta japonês Masumura


O estilo fluído e a sátira mordaz da obra do cineasta japonês Yasuzo Masumura (1924 – 1986) podem ser conferidos na Cinemateca de Curitiba, de 4 a 9 de outubro, com sessões à tarde e à noite. A seleção de 13 filmes legendados abre a Mostra de Cinema Japonês, realizada em parceria com o Consulado Geral do Japão em Curitiba. Numa segunda fase, de 10 a 16 de outubro, serão exibidas produções de outros diretores que foram sucessos de bilheteria no Japão e hoje integram a Filmoteca do Consulado do Japão, no Rio de Janeiro. Toda a programação tem entrada franca.

Embora pouco conhecido no Brasil, Yasuzo Masumura tem a estética de sua obra apreciada aqui de forma indireta, por meio de produções assinadas por diretores como Quentin Tarantino e Steven Spielberg. Acontece que o caráter transgressor – por vezes permeado pelo erotismo – dos filmes de Masumura influenciou o cinema ocidental. Tarantino, por exemplo, mostra referências ao trabalho do diretor japonês no filme Kill Bill (2003).

Contemporâneo de cineastas como os norte-americanos Samuel Fuller e Nicholas Ray e o alemão Douglas Sirk, Masumura exagerou na estética e nos temas que esses diretores utilizaram com sutileza. Nascido em 1924, na província rural de Yamanashi, iniciou a carreira cinematográfica em 1947, tendo aprofundado estudos na Itália, a partir de 1952. Apesar dessa vivência, negou-se a desenvolver um cinema próximo do realismo italiano, preferindo trabalhar uma estética oposta. Como costumava dizer, seu objetivo era “criar uma realidade exagerada, contendo apenas as ideias e paixões humanas, nada mais”.

Os 13 filmes de Masumura exibidos pela Cinemateca de Curitiba estão percorrendo a América Latina, numa iniciativa da Fundação Japão, que fica em São Paulo. As produções – entre elas “O Beijo” (1957), filme de estreia do diretor – fornecem um panorama da obra do cineasta que deixou 57 filmes como legado cultural, abordando em muitos deles dramas familiares, além de conflitos entre bandidos, gênero que o notabilizou. Nas lutas entre seus personagens, Masumura utilizou tomadas sangrentas sob uma estética inovadora, envolta por uma beleza plástica que permite uma leitura poética da violência.

Serviço:

Mostra de Cinema Japonês, realizada em parceria com o Consulado Geral do Japão em Curitiba.

Filmes (legendados) do diretor Yasuzo Masumura

Data: de 4 a 9 de outubro de 2011

Local: Cinemateca de Curitiba (Rua Carlos Cavalcanti, 1.174 – São Francisco)

Entrada franca

Programação:

Dia 4 (terça-feira) – às 15h45: “O Anjo Vermelho” (1966), às 17h35: “Brincando com Fogo” (1971), às 19h15: “ O Beijo” (1957).

Dia 5 (quarta-feira) – às 15h45: “A Esposa de Seisaku” (1965); às 17h30: “Manji “ (1964); às 19h10: “Escola de Espiões Nakano” (1966).

Dia 6 (quinta-feira) – às 15h45: “O Homem do Vento Cortante” (1960); às 17h35: “Gigantes e Brinquedos” (1958); às 19h20: “Meu Querido” (1964).

Dia 7 (sexta-feira) – às 15h45: “Cega Obsessão” (1969); às 17h20: “Danryu” (1957); às 19h10: “A Esposa do Dr. Hanaoka” (1967).

Dia 8 (sábado) – às 15h45: “A Dama do Céu Azul” (1957); às 17h30: “O Anjo Vermelho” (1966); às 19h15: “Brincando Com Fogo” (1971).

Dia 9 (domingo) – às 15h45: “O Beijo”; às 17h20: “A Esposa de Seisaku” (1965); às 19h10: “Manji” (1964)

Lançamento - 2003-2010: "O papel do estado e das empresas públicas" é tema do novo livro da coleção


O volume 7 da coleção Brasil 2003-2010 O Brasil em transformação traz estudos sobre o papel do estado e das empresas públicas, com artigos de Marcio Pochmann, Maria Fernanda Ramos Coelho, Sérgio Gabrielli, Eduardo Scaletsky, Miriam Belchior, Inês Magalhães, Aldemir Bendine, Maurício Tolmasquim, Antônio Carlos Spis, José Augusto Valente, Valter Luiz Cardeal, José Geraldo Eugênio, Murillo Barella, e Ricardo Berzoini.

O livro estará à venda nas livrarias e na loja virtual da EFPA ainda nesta primeira quinzena de outubro.

Conheça a coleção clicando aqui.


UM LANÇAMENTO











Lançamento - O Vale do Silêncio - Nora Roberts




O vale do silêncio
Título Original: Valley of silence
de Nora Roberts
Tradutor: Ana Beatriz Manier


Coleção: Trilogia do círculo
Páginas: 350
Formato: 16x23


Com elementos mágicos e toques fascinantes de suspense e sedução, Nora Roberts, autora número 1 da lista de bestsellers do New York Times, apresenta O Vale do Silêncio, último volume da Trilogia do Círculo.

No reino de Geall, a erudita Moira ergue a espada em nome de seu povo. Agora, como rainha, deve preparar os súditos para a maior batalha de suas vidas contra um inimigo mais pérfido do que qualquer outro que jamais conheceram. Afinal, Lilith, a vampira mais poderosa do mundo, seguiu o círculo de seis através do tempo, rumo a Geall.

Com um cenário descrito com extrema habilidade, Nora Roberts une cenas de ação a intervalos de paixão, desejo e magia. Os personagens são bem-desenvolvidos e, apesar de mágicos, possuem sentimentos bastante humanos e reais. Uma trilogia de fantasia com forte apelo para os fãs de todos os gêneros.




Leia aqui um trecho do livro final

Sobre a Trilogia do Círculo
A Trilogia do Círculo é a primeira incursão de Nora Roberts no gênero sobrenatural. E O baile dos deuses, um épico romance que rompe as barreiras entre a realidade e o sobrenatural, ao mesmo tempo em que forja paixões entre homens e mulheres envolvidos numa batalha pelo destino da humanidade.

No primeiro volume da trilogia, A Cruz de Morrigan, uma batalha é tramada entre as forças do bem e do mal enquanto Lilith, a vampira mais poderosa do Universo, reúne seu exército sombrio. Já no terceiro, O Vale do Silêncio, o combate final se aproxima. A vampira mais poderosa de todos os tempos seguiu o círculo dos seis através do tempo e pretende colocar a humanidade aos seus pés.

um lançamento


Lançamento - OS OUTROS SCHINDLERS






OS OUTROS SCHINDLERS
de Agnes Grunwald-Spier

Número de Páginas: 304


Graças ao filme "A Lista de Schindler", baseado no livro de Thomas Keneally, Schindler´s Art, ficamos mais conscientes de que, em meio ao extermínio do povo judeu promovido por Hitler, a coragem e a humanidade foram capazes de minimizar o mal perpetrado pela política racista de Hitler e seus comparsas. Enquanto seis milhões de judeus eram assassinados pelo regime nazista, alguns eram salvos graças à solidariedade de não judeus, cujas consciências não lhes permitiam olhar com indiferença para seus semelhantes. Por seus atos, muitos foram homenageados pelo Yad Vashem como "Justos entre as Nações". Quando bebê, a própria autora deste livro foi salva dos horrores de Auschwitz por um homem desconhecido e hoje é curadora do Holocaust Memorial Day Trust. Ela reuniu as histórias de trinta pessoas que resgataram judeus, trazendo uma nova visão do motivo de essas pessoas estarem dispostas a colocarem suas vidas em risco por seus semelhantes. Com prefácio de Sir Martin Gilbert, um dos maiores especialistas no assunto, este é sem sombra de dúvida um relato enaltecedor de como algumas ações generosas podem realmente fazer diferença num mundo de verdadeiros horrores como os criados por Adolf Hitler e o seu Terceiro Reich.

A AUTORA
Agnes Grunwald-Spier nasceu em Budapeste, em julho de 1944. Ela e a mãe foram mandadas para o gueto da cidade em novembro de 1944 e libertadas em janeiro de 1945. Ex-funcionária pública, ela possui diploma em História e Política e formação em estudos do holocausto, sendo também curadora do Holocaust Memorial Day Trust, membro da Junta de Representantes de Judeus Britânicos, membro do Archítects' Registratíon Board e juiza de paz. Divide seu tempo entre Sheffíeld e Londres.




Agnes Grunwald-Spier discussed and signed copies of her book "The Other Schindlers: Why Some People Chose to Save Jews in the Holocaust" at the Bookshop of the United Nations in New York.

UM LANÇAMENTO

Lançamento - Os 100 maiores visionários do século XX




Os 100 maiores visionários do século XX
Título Original: Visionaries of the 20th Century: A Resurgence Anthology
de Satish Kumar e Freddie Whitefield (org.)
Tradutor: Milton Chaves de Almeida


Páginas: 452
Formato: 16x23



O século XX foi marcado por guerras, ditaduras e destruição ambiental. Muitas pessoas, porém, mantiveram viva a esperança de um futuro saudável e sustentável por meio de suas ideias e visão. Esses exemplos estão em Os 100 Maiores Visionários do Século XX, organizado por Satish Kumar e Freddie Whitefield.

A escolha dos pensadores presentes neste livro é extremamente eclética, abrangendo visionários do Oriente ao Ocidente, incluindo a África e a Oceania. Figuras como Gandhi e Martin Luther King estão lado a lado com Bob Dylan e D. H. Lawrence. Os assuntos foram separados em três pilares: Visionários Ecológicos, Sociais e Espirituais.

Os Ecológicos apresentam, por exemplo, Jacques Cousteau, Vandana Shiva e o Príncipe de Gales; os Sociais, Albert Schweitzer, E. F. Schumacher e Frank Lloyd Wright; os Espirituais, Dalai-Lama, Deepak Chopra e Desmond Tutu.

A intenção dos organizadores ao reunir essas diversas presonalidades foi trazer à tona temas comuns do pensamento sistêmico, da vida sustentável, do antropocentrismo, do não consumismo, da “antiantiglobalização”, além de outros.

Este livro apresenta a visão de uma sociedade articulada por grandes pensadores e ativistas que acreditam que toda guerra é, em última análise, fútil; que defendem que outro mundo é possível; que um mundo de sustentabilidade, espiritualidade e temperança faz mais sentido do que um mundo de consumismo, materialismo e militarismo.

Os 100 Maiores Visionários do Século XX reúne a vida e a obra de 100 homens e mulheres que ofereceram inspiração, esperança e cura para a humanidade.

OS AUTORES

Satish Kumar é indiano, já foi monge jainista e atualmente é editor da revista Resurgence e diretor do Schumacher College.

Freddie Whitefield é artesão e editor.



um lançamento da



Lançamento - Livro da alma Ibn Sina (Avicena)

Livro da alma
de Ibn Sina (Avicena)

Tradutor: Miguel Attie Filho
Páginas: 360
Formato: 16 x 23 cm





O Livro da alma, do filósofo persa Ibn Sina (ou Abu Ali al-Hussein ibn Abd-Allah ibn Sina) conhecido no Ocidente pelo nome latinizado de “Avicena”, é um dos maiores clássicos da filosofia medieval, agora publicado em português em tradução direta do árabe pelo professor e especialista nesse autor, Miguel Attie Filho, também responsável pela introdução, notas e glossário, e contando ainda com prefácio de Carlos Arthur Ribeiro do Nascimento. Como se sabe, enquanto a Europa medieval perdera contato com o antigo mundo clássico, os árabes, a partir de sua expansão para além da Península Arábica, iniciada no século VII, depararam-se, no Mediterrâneo Oriental, então dominado pelo Império Bizantino, de língua grega e herdeiro da cultura greco-romana, com parte dessa cultura ainda preservada. O contato da cultura árabe com a herança greco-romana fez nascer, entre outros, a filosofia em árabe (Falsafa), que teve no diálogo com a obra de Aristóteles e nas pessoas de Ibn Rushid (Averróis) e Ibn Sina (Avicena) seus marcos principais. Dos dois autores, Ibn Sina é considerado o mais original. Erudito e poliglota, médico, político e filósofo, é autor de uma obra extensa, em que se destaca a verdadeira suma filosófica que é Al Sifa (A cura). Seguindo a tradição aristotélica, ela contém partes relativas à lógica, à física, à matemática e à metafísica. O Livro da alma pertence à parte dedicada à física. Porque a física, para os antigos, englobava o conjunto das ciências naturais. E porque a alma, aqui, é a psiquê dos gregos, ou seja, a ânima latina: trata-se, em suma, de tentar descrever a natureza da condição humana a partir de sua animação (movimento), percepção e consciência, o que inclui o estudo dos cinco sentidos e a natureza do próprio conhecimento, ou seja, a interação entre os sentidos (incluindo seus aspectos fisiológicos), o pensamento e o mundo. O Livro da alma é, portanto, um vasto apanhado do conhecimento acumulado desde os gregos até o tempo do próprio Ibn Sina pelas culturas do Mediterrâneo acerca da natureza humana. Em termos mais propriamente filosóficos, Ibn Sina faz uma síntese entre Aristóteles e Platão, este a partir do neoplatonismo de Plotino. Como o neoplatonismo é a mais antiga (e quase exclusiva) influência grega no pensamento cristão dos primeiros séculos, esta síntese tornará a obra de Avicena particularmente influente no papel de trazer Aristóteles de volta à cena filosófica e cultural ocidental, em torno do século XIII, através dos Pirineus (que dividia, então, a Espanha muçulmana da França cristã), o que por sua vez servirá de porta de (re)entrada para o renascimento da cultura clássica no Ocidente, um dos elementos principais da transição da Idade Média para a modernidade.

Avicenna
(Husay
n ibn Abd al-Allah ibn Sina Abu'Ali, Bukhara, agora o Irã, 980-Hamadan, id., 1037) médico e filósofo persa. Sua obra cobriu todos os campos das ciências e das artes de seu tempo, e influenciou o pensamento escolástico medieval na Europa, especialmente os franciscanos.



Educado por seu pai em Bukhara (passou toda sua vida nas regiões do centro e leste do Irã), 10 anos e tinham memorizado o Alcorão poemas e muitos árabes. Ele estudou medicina em sua adolescência, para receber, com apenas 18 anos, a proteção Nuh ibn Mansur Prince, permitindo-lhe entrar em contato com a biblioteca tribunal Samanid.

Sua vida sofreu uma mudança repentina na morte de seu pai e da Queda da Casa Samanid pelo trabalho do líder turco Mahmud de Ghazna. Necessários para desenhar em seus grandes poderes de concentração e sua enorme força intelectual para continuar seu trabalho extenso com uma consistência admirável e continuidade.

Durante o próximo período de sua vida, ele praticou a medicina em várias cidades na região de Khorasan, até chegar na corte dos príncipes Buyid em Qazvin. Nesses lugares não encontrou apoio social e económico necessário para realizar o seu trabalho, então ele mudou-se para Hamadan, uma cidade governada por um príncipe Buyid, Shams ad-Dawlah, sob cuja proteção ele se tornou o vizir, o que ganhou alguns inimigos, que o obrigou a deixar a cidade após a morte do príncipe.

Foi nessa época que ele escreveu sua melhor duas obras mais conhecidas. O Kitab al-Shifa "é uma obra abrangente que lida com a lógica, ciências naturais (incluindo a psicologia), o quadrivium (geometria, astronomia, aritmética e música) e da metafísica, que se reflectem na aristotélica e neoplatônica influências profundas. El Al-Qanun fi at-Tibb (Canon of Medicine), o mais famoso livro de medicina do seu tempo, é uma compilação sistemática dos conhecimentos adquiridos pelos médicos fisiologia da Grécia e de Roma, ao qual foram adicionados aos fornecidos pelo ex- estudiosos árabes e, em menor medida, por suas próprias inovações. Finalmente, ele foi ao tribunal Ala do príncipe 'ad-Dawlah, sob cuja tutela ele trabalhou o resto de seus dias.

UM LANÇAMENTO