quarta-feira, 27 de agosto de 2008

Camerata apresenta-se com regência de maestro francês e solo de Marília Vargas


O concerto da Camerata Antiqua de Curitiba, neste fim de semana, conta com a participação especial do maestro Martin Gester e da soprano Marília Vargas.



Um dos concertos mais interessantes da temporada 2008 da Camerata Antiqua de Curitiba, sob o patrocínio da Volvo, acontece neste fim de semana, tendo dois convidados especiais – o maestro francês Martin Gester e a soprano Marília Vargas. Serão duas apresentações: sexta-feira (29), às 20h, na Paróquia Bom Pastor, com entrada franca, e sábado (30), às 18h30, na Capela Santa Maria. O concerto também traz um repertório raro, com obras pouco executadas de três compositores do século XVIII – Domenico Cimarosa (1749-1801), Johann Christian Bach (1735-1782) e Baldassare Galuppi (1706-1785). O contratenor Paulo Mestre também atuará como solista.

O maestro Martin Gester, que pela primeira vez vem reger uma orquestra no Brasil, atua também como solista de cravo e órgão. Tem apresentado recitais e concertos na maioria dos países europeus, bem como nos Estados Unidos e países da Ásia. É chefe do departamento de música antiga do Conservatório de Strasbourg e dirigente do grupo Le Parlement de Musique. Como solista e como maestro desse grupo, Martin Gester gravou perto de 40 discos, muitos deles premiados e aclamados pela crítica. Pelo seu trabalho musical, o maestro tornou-se, em 2001, Cavaleiro das Artes e Letras pelo Ministério da Cultura da França.

Outra convidada especial da apresentação é a soprano Marília Vargas, artista curitibana que vem desenvolvendo uma brilhante carreira no exterior. A artista iniciou seus estudos de canto aos 12 anos com Neyde Thomas, mas atualmente estuda fora do Brasil. Em 2001 obteve o diploma de solista de um dos mais conceituados conservatórios da Europa, a Schola Cantorum Basiliensis, e em 2005 diplomou-se pela Escola de Música de Zurique. Também participou de concursos e recebeu vários prêmios.

Professora convidada para cursos e festivais, Marília Vargas colabora regularmente com diversos grupos de música antiga, com os quais se apresenta por toda a Europa, pelo Brasil e Japão, além de realizar diversas gravações para rádio, televisão e CDs. Desde o ano de 2000, canta com La Capella Real de Catalunya, sob a direção de Jordi Savall, com a qual gravou o CD Homenatge al Misteri D'Elx. Também tem atuado como solista do Ensemble Le Parlement de Musique, sob a direção de Martin Gester. Tem sido solista convidada de diversas orquestras, entre elas Aargauer Symphonie Orchester, Orchestra of the Age of Enlightenment, Zürcher Kammerorchester, Orquestra Sinfônica do Paraná, Orquestra Sinfônica de Londrina, Orquestra Petrobras Sinfônica.

Em junho de 2005, Marília Vargas apresentou-se no concerto de abertura do Ano Brasil-França, em Versalhes, e na oportunidade interpretou, ao lado de Antonio Menezes, a Bachiana n.º 5 de Villa Lobos. Sob a regência de Ricardo Kanji, realizou em 2005 uma série de concertos com Música Colonial Brasileira em importantes teatros franceses, tais como o Auditorium de Dijon e o Arsenal de Metz. Durante o mês de julho de 2006, cantou pela primeira vez no Teatro Municipal do Rio de Janeiro, solista da Missa em Dó menor de Mozart, com a Orquestra Petrobras Sinfônica. Este ano, além de vários recitais e concertos no Brasil e na Europa, a cantora iniciou a gravação de um CD de canções da compositora italiana Barbara Strozzi.



O repertório – O concerto tem início com a Missa Pro Defunctis em Sol menor, do italiano Domenico Cimarosa. Trata-se de uma música majestosa, porém serena, escrita para ser executada por um conjunto de coro e corda, com destaque para as vozes de soprano, alto, tenor, baixo, além de órgão e duas trompas. Foi composta para o funeral da Duquesa de Serra Capriola e mais tarde foi executada em seu próprio funeral, em 1801. Considerado um dos mais importantes compositores da Ópera Cômica Italiana no último quarto do século XVIII, Cimarosa permaneceu quatro anos na corte de São Petersburgo, a convite da imperatriz da Rússia Catarina II. Quando voltou a Nápoles, participou da revolução contra os Bourbon e chegou a ser preso e condenado à morte, mas foi libertado por pressão diplomática da Rússia.

Outra peça do programa é o Moteto Si Nocte Tenebrosa, do compositor Johann Christian Bach, filho mais jovem de Johann Sebastian Bach. Christian Bach nasceu na Alemanha, mas passou boa parte de sua vida na Inglaterra, o que fez com que sua obra, composta de numerosos trabalhos orquestrais e de câmara, músicas sacras, além de várias óperas, tivesse características diferentes das de seu pai. Conhecido como o “Bach Londrino”, escreveu este moteto quando estava em Londres. A obra, em tom vibrante e melodia atrativa, mostra o seu talento na utilização de contrastes. É possível que ela tenha sido escrita para Anton Raaff, um dos famosos tenores daquele século.

Baldasare Galuppi é outro compositor italiano escolhido para o concerto da Camerata com Marília Vargas, que executa o solo da peça Magnificat. Galuppi escreveu quase 100 óperas, sendo um dos mestres mais admirados da ópera bufa. Escreveu também mais de 20 oratórios, composições religiosas e obras instrumentais. O Magnificat é um exemplo das habilidades de Galuppi para escrever no verdadeiro estilo eclesiático, com boas harmonias, modulações e fugas bem trabalhadas.



Serviço:

Concertos da Camerata Antiqua de Curitiba com o maestro francês Martin Gester e a soprano Marília Vargas

Data: 29 de agosto de 2008 (sexta-feira), às 20h

Local: Paróquia Bom Pastor (R. Victório Viezzer, 810 – Vista Alegre)

Entrada franca

Data: 30 de agosto de 2008 (sábado), às 18h30

Local: Capela Santa Maria – Espaço Cultural (Rua Conselheiro Laurindo, 273 – Centro)

Ingressos: R$ 10 ou R$ 5 (mais um quilo de alimento não perecível)

O SEGREDO DE SHAKESPEARE



de J. L. Carrell

Páginas - 416

Faltavam apenas três semanas para a estréia de Hamlet no Globe Theatre, em Londres, quando Kate Stanley recebeu uma inesperada e misteriosa visita nas galerias do teatro mais famoso da Inglaterra. Escolhida para dirigir a mais bela jóia da coroa teatral britânica, a jovem americana jamais poderia imaginar que Rosalind Howard, uma exuberante e excêntrica professora de Shakespeare em Harvard, fosse ao seu encontro. O relacionamento entre as duas havia se desgastado depois que Kate decidira trocar a carreira acadêmica pelo teatro três anos antes. Mas a visita de Ros escondia outras surpresas. Em poucas palavras, ela confiaria a sua ex-discípula uma pequena caixa envolta em papel dourado com laço de fita. Kate ainda não sabia, mas um cobiçado e valioso segredo de Shakespeare mudaria para sempre a sua vida.

Recebido com entusiasmo pela crítica e pelo público dos EUA, o romance de estréia da professora de literatura inglesa e americana Jennifer Lee Carrell, O segredo de Shakespeare, passeia com maestria pelas minúcias da obra do bardo inglês e pelos mistérios que cercam a sua identidade. Em uma trama repleta de suspense, perseguições e assassinatos, a autora norte-americana vai construindo um enigmático quebra-cabeça que pode apontar para uma obra até então desconhecida de Shakespeare.

Ainda aturdida com a visita de sua ex-professora em Harvard, Kate Stanley começa a suspeitar do conteúdo do seu presente quando o Globe Theatre misteriosamente pega fogo e Rosalind Howard é encontrada morta nas dependências do teatro. Ao contrário do que se poderia imaginar, a Rainha do Bardo não fora uma vítima do incêndio que assombrou Londres naquela noite. Exatamente como o pai de Hamlet, na peça de Shakespeare, Ros morreu com uma marca de agulha na grande veia atrás da orelha direita. E as coincidências com a obra e a vida do dramaturgo inglês não param por aí.

Estudiosa dos mitos que cercam a trajetória de Shakespeare, Kate se lembra dos tempos de faculdade quando percebe que o incêndio que quase destruiu o Globe Theatre aconteceu em uma terça-feira, 29 de junho. Em 1613, chamas criminosas haviam queimado o teatro pela primeira vez exatamente nesta data. Desconfiada de que Ros lhe confiou um segredo extremamente perigoso, a jovem diretora precisa seguir as pistas deixadas por sua ex-mestra a fim de desvendar este mistério. Em cinco atos, como uma própria personagem da dramaturgia de Shakespeare, Kate Stanley se lança em uma aventura que pode culminar no achado de uma relíquia até então oculta do autor de Macbeth.

Em sua frenética investigação nos Estados Unidos e na Inglaterra, Kate contará com a ajuda de Sir Henry, um consagrado ator em fim de carreira, e de Ben, um desconhecido sobrinho de Rosalind Howard. Sempre no seu encalço, o determinado inspetor britânico Francis Sinclair também se torna uma figura onipresente em sua arriscada missão de encontrar o segredo do bardo inglês. Se não quiser se tornar outra vítima de uma tragédia shakesperiana, Kate vai ter de correr contra o tempo.

Um lançamento da

Antologia da Alimentação no Brasil

de Luís da Câmara Cascudo
Nº de Páginas - 304


A cultura brasileira se desenvolveu sobre muitas bases, e uma delas é inegável: os sabores e cheiros que vêm da cozinha. É esse o ambiente da casa que desperta grande parte da memória afetiva de todos nós. É nesse pequeno espaço que aprendemos os primeiros prazeres, que desenvolvemos as primeiras regras de sociabilidade. É ali que mais nos reconhecemos como brasileiros.
Esta é uma reedição da coletânea de artigos, depoimentos e textos históricos dos séculos XVII a XX, reunidos por Luís da Câmara Cascudo na década de 1970. Em Antologia da alimentação no Brasil, conhecemos histórias saborosas da vida cotidiana brasileira: da introdução do sorvete no Brasil ao cotidiano de bares e cozinhas de negros e brancos, escravos e livres, baianos e mineiros.
A partir dos estudos desse historiador e antropólogo pioneiro nos estudos sobre a alimentação no Brasil é que a comida passou a ser considerada um bem cultural. E um patrimônio cultural extraordinário, cujo propósito é causar deleite e se modificar, dando origens a novos reflexos de quem somos e de como vivemos.
Com História da alimentação no Brasil (também reeditada pela Global) e esta Antologia da alimentação no Brasil, Câmara Cascudo traçou uma fascinante história do povo brasileiro através do que entra por sua boca.

Um lançamento da

Primeiro FONTES DA FICÇÃO

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segunda-feira, 25 de agosto de 2008

Na Capela, obra integral de Beethoven para violoncelo e piano


Dois recitais oferecem ao público a oportunidade de ouvir a obra integral de Beethoven para dois instrumentos



Na quarta e quinta-feira, dias 27 e 28 de agosto, serão levados dois recitais na Capela Santa Maria – Espaço Cultural, que, juntos, estarão perfazendo toda a obra de Beethoven para violoncelo e piano, composta de seis sonatas e três variações. A empreitada acontece muito raramente e não há registros de que em Curitiba as peças, em sua totalidade, tenham sido executadas. Assumiram o desafio a violoncelista Maria Alice Brandão e o pianista Ney Fialkow.

Uma curiosidade é que estas são obras seminais na história do violoncelo – ao escrevê-las ao longo da vida, Beethoven colocou o instrumento no mesmo patamar de importância dado ao piano. Elas diferem das sonatas para violino e piano, e mesmo para piano-solo, pois o compositor sentiu-se atraído pelo violoncelo devido ao som assemelhar-se ao do tenor. Daí resulta o fato de ele ter feito variações sobre obras cantadas e utilizado frases mais lentas, como se o instrumento “cantasse”. A Sonata n.º 3 representa um marco, pois traz a ruptura de Beethoven com o classicismo.



Programa – Dia 27 serão executadas a Sonata n.º 1, em Fá Maior, Opus 5, a Sonata n.º 2 em sol menor, Opus 5, a Sonata, Op.17, escrita originalmente para trompa e as Doze variações em Sol maior, sobre tema de Judas Maccabeus, de Händel.

Dia 28, serão apresentadas a Sonata n.º 3 em Lá Maior, Op. 69, a Sonata n.º 4 em Dó Maior, opus 102, n.º 1, a Sonata n.º 5 em Ré Maior, opus 102 n.º 2, as Sete variações sobre tema da Flauta Mágica, de Mozart, WoO 46, e as Doze variações sobre tema da Flauta Mágica de Mozart, WoO 60.



Artistas – Maria Alice Brandão e Ney Fialkow são dois músicos de carreira internacional. Maria Alice, pertencente a uma das mais tradicionais famílias de musicistas do Paraná, é professora da Escola de Música e Belas Artes, sendo requisitada constantemente para apresentações com orquestras.

Aluna e assistente de Zygmunt Kubala, formou-se na Escola Superior de Música de Franfurt am Main, na Alemanha, especializando-se em Violoncelo Barroco na Schola Cantorum Basiliensis, na Suíça. Exerce intensa atividade como solista e camerista.

Ney Fialkow é graduado em piano pelo Instituto de Artes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, tendo mestrado no New England Conservatory, de Boston, com Patrícia Zander. É doutor em Música pelo Peabody Conservatory, da Johns Hopkins University, em Baltimore, onde foi assistente da célebre pianista Ann Schein, discípula de Artur Rubinstein. Entre os prêmios recebidos destacam-se o VII Prêmio Eldorado de Música, de São Paulo, e o Prêmio Frances Turner, por destaque em performance de piano, concedido pelo Peabody Conservatory.



Serviço: Recital de violoncelo e piano com obras de Beethoven. Com Maria Alice Brandão (violoncelo) e Ney Fialkow (piano). Data: 27 e 28 de agosto (quarta e quinta-feira), às 20h30 Local: Capela Santa Maria – Espaço Cultural (R. Conselheiro Laurindo, 273, fone 3321-2840) Ingressos: R$ 10 e R$ 5

Roberto Schwarz e Milton Hatoum abrem simpósio sobre Machado de Assis no MASP





Na noite desta segunda-feira, 25 de agosto, tem início em
São Paulo o Simpósio Internacional Caminhos Cruzados:
Machado de Assis pela Crítica Mundial, promovido pela
Unesp e Editora Unesp, com apoio do MinC. O evento,
aberto ao público, traz os nomes mais consagrados da
crítica nacional e internacional machadiana e prossegue
até a próxima sexta-feira, 29 de agosto.

Na abertura, o escritor Milton Hatoum dará um
depoimento pessoal sobre a importância de Machado de
Assis na sua obra. Já o professor de Literatura
Brasileira da Unicamp, Roberto Schwarz fará conferência
intitulada: Machado de Assis: local ou universal?

Para encerrrar a solenidade, as sopranos Martha Herr e
Juliana Starlig, o tenor Adriano Pinheiro, e o barítono
Carlos Eduardo Vieria, acompanhados ao piano por Ricardo
Ballestero, interpretam Coração Triste, de Alberto
Nepomuceno, Lágrimas de Cera, de Francisco Bragas,
Tríptico de Machado de Assis, de Achille Picchi e duas
cenas da ópera Dom Casmurro, de Ronaldo Miranda, com
Libreto de Orlando Codá.



O programa completo está disponível no site do evento:
www.machadodeassis.unesp.br/simposio e será transmitido
ao vivo pela Faac WebTV, projeto do câmpus de Bauru da
Unesp, no endereço www.faac.unesp.br/webtv.

Em uma ação integrada ao simpósio, a Unesp e a Editora
Unesp promovem a distribuição de 50 mil exemplares de
Machado de Assis, dois contos na região da Avenida
Paulista, em São Paulo. A entrega do livro, que traz os
consagrados contos Missa do Galo e Uns braços, acontece a
partir de terça-feira pela manhã, no vão livre do Masp e
nas saídas das estações do metrô Brigadeiro, Trianon-Masp
e Consolação.

Documentário e educação em debate na Cinemateca

Marilia Franco é a convidada do encontro desta quarta-feira (27), às 19h, dentro do ciclo de debates “O Documentário em Foco”, com entrada franca.



A professora da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo, Marilia Franco, participa do Ciclo de Debates – O Documentário em Foco, na edição desta quarta-feira (27), às 19h, na Cinemateca de Curitiba. O encontro tem como tema Cinema Documentário e Educação, e conta com a mediação de Solange Straube Stecz, professora da Universidade Positivo e do curso de Cinema da Faculdade de Artes do Paraná. A entrada é franca.

Na ocasião, Marilia Franco fala sobre a questão das terras indígenas, a partir do assassinato de Ângelo Cretã, cacique Guarani morto em 1980, na reserva paranaense de Mangueirinha. A professora analisará o documentário no cinema e na televisão, por meio de uma abordagem comparativa de dois documentários produzidos naquela época: Póstuma Cretã, dirigido por Ronaldo Duque, e Globo Repórter, da Rede Globo.

A palestrante Marilia Franco é graduada em Cinema e concluiu o mestrado e o doutorado em Artes pela Universidade de São Paulo – USP. Atualmente, leciona no Departamento de Cinema, Rádio e TV da Escola de Comunicações e Artes da USP. Tem 13 livros lançados e 14 artigos publicados em periódicos especializados. Com intensa participação em eventos de arte e educação, ministrou cursos no Brasil e em Portugal, Espanha, Cuba e Venezuela. Foi diretora docente da Escuela Internacional de Cine y TV, em Cuba.

Atuando nas áreas de Artes e Comunicação Social, Marilia Franco já interagiu com 64 colaboradores, em co-autoria de trabalhos científicos. Coordenadora do Projeto EDUCOM.TV (2002), hoje desenvolve o projeto de pesquisa ARUANDA.lab.doc.





Serviço:

Ciclo de Debates – O Documentário em Foco, com o tema Cinema Documentário e Educação, a cargo de Marilia Franco e mediação de Solange Stecz

Data: 27 de agosto de 2008 (quarta-feira), às 19h

Local: Cinemateca de Curitiba (Rua Carlos Cavalcanti, 1.174)

Entrada franca

domingo, 24 de agosto de 2008

Simpósio Internacional sobre Machado de Assis tem início com transmissão via web





Promovido pela Unesp e Editora Unesp, com apoio do MinC,
o Simpósio Internacional Caminhos Cruzados: Machado de
Assis pela Crítica Mundial reunirá, em evento
gratuito aberto ao público, os grandes nomes da crítica
machadiana nacional e internacional, entre os dias 25 a
29 de agosto de 2008, no auditório do MASP, em São Paulo.
O evento, que marca o centenário da morte de um dos
maiores nomes da literatura brasileira, será transmitido
ao vivo pela Faac WebTV, projeto do câmpus de Bauru da
Unesp, no endereço www.faac.unesp.br/webtv.

Este ciclo de conferências e debates tem a função de
construir as bases para um contato mais amplo, sólido e
constante entre os diversos pesquisadores da obra de
Machado de Assis. Dessa maneira, o simpósio viabilizará
novos ângulos de abordagem até então inexplorados nos
estudos sobre o maior escritor brasileiro. Além de evocar
temas fundamentais na agenda dos especialistas ao longo
dos próximos anos, cumprirá a missão de difundir a obra
de Machado de Assis no Brasil e no exterior.

O evento contará com a presença de pesquisadores
internacionais de primeira grandeza, tais como Abel
Barros Baptista (Universidade Nova de Lisboa), Amina di
Munno (Universidade de Gênova), Dain Borges (Universidade
de Chicago), Daphne Patai (Universidade de
Massachusetts), Elide Valarini Oliver (Universidade da
Califórnia), Jean Michel Massa (Universidade de Rénnes
2), Jorge Edwards (Chile - Prêmio Cervantes), Kenneth
David Jackson (Universidade de Yale), Paul Dixon (Purdue
University), Thomas Straeter (Universidade de
Heidelberg), Todd Garth (US Naval Academy) e Victor K.
Mendes (Universidade de Massachussets).

Expoentes do cenário brasileiro, como Roberto Schwarz,
Alberto Costa e Silva, Antonio Carlos Secchin, Carlos
Alberto Vogt, Gilberto Pinheiro Passos, Hélio de Seixas
Guimarães, Lúcia Granja, Luiz Roncari, Sérgio Paulo
Rouanet e Valentim Facioli também participarão dos
debates. O escritor Milton Hatoum fará uma saudação em
nome dos escritores brasileiros.

Informações completas sobre o programa, palestrantes e
inscrições estão disponíveis no site do Simpósio Caminhos
Cruzados: Machado de Assis pela Crítica Mundial:
www.machadodeassis.unesp.br/simposio, pelo e-mail
simposio@machadodeassis.unesp.br e
telefone (11) 3871-2339 (secretaria do evento).

Editora UNESP

Amigos da Filosofia de Brasília/DF


Participem da Palestra
com o Prof. Dr. Silvio Wonsovicz
NESTA QUINTA-FEIRA, 28/08!



Horário: Matutino - 9h às 11h
ou Vespertino - 14h às 16h

Local: SINEPE – Auditório
Ed. Porto Alegre 712/713 Sul

Apoio: SINEPE e Editora Sophos Ltda.

(Inscrições: liapapelaria@liapapelaria.com.br
ou fax (61) 3201.1013)

Dia 25 – Aparecimento de Srila Prabhupada!


Todas as glórias a Sua Divina Graça A.C. Bhaktivedanta Swami Prabhupada!

Fundador-Acharya da Sociedade Internacional para Consciência de Krishna

Eis a extraordinária pessoa que dedicou sua vida a ensinar o mundo sobre a consciência de Krishna, a mensagem de sabedoria espiritual mais nobre da Índia antiga.

Srila Prabhupada escreveu mais de quarenta volumes de tradução e comentários sobre tais clássicos como o Srimad Bhagavatam, o Caitanya Caritamrita e o Bhagavad-gita. Ele escreveu não unicamente como um erudito, mas como um praticante perfeito. Ele ensinou não apenas através de seus escritos, mas também por meio de seu exemplo de vida.

Ao longo de sua obra, a intenção de Srila Prabhupada foi transmitir o sentido natural das escrituras sem se desviar com interpretações especuladoras, propiciando-nos uma versão autêntica das conclusões védicas sobre tópicos tão importantes como o propósito da vida humana, a natureza da alma, a consciência e Deus.

Em 1965, representando uma nobre linhagem de mestres, que data desde milhares de anos, Srila Prabhupada navegou da Índia até Nova York, com a idade de 69 anos, para compartilhar a mensagem do Senhor Krishna. Trazia com ele nada mais que a roupa do corpo, uma caixa de livros e US$7 de troco. Nos anos que se seguiram, ele viajou e pregou em todo o mundo, abriu 108 templos e fundou a Sociedade Internacional para a Consciência de Krishna (ISKCON).

Apesar de não estar mais presente fisicamente no mundo, ele vive para sempre em seus livros, e nos corações daqueles cujas vidas ele tocou.


Não deixem de ler a biografia completa de Srila Prabhupada – “Srila Prabhupada Lilamrta”!