domingo, 15 de junho de 2008

Brancos e Negros em São Paulo


REEDIÇÃO IMPERDÍVEL

Florestan Fernandes


Edição: 4ª

Nº de Páginas: 304

Após a Segunda Guerra Mundial, a Unesco financiou uma série de pesquisas no Brasil a respeito das relações raciais no país. Tal iniciativa tinha como fulcro a crença de que o Brasil representava um cenário singular no tocante às relações raciais, onde os contatos entre brancos e negros tenderiam para a harmonização, visão que teria sido consagrada pelos trabalhos de Gilberto Freyre. A pedido do órgão mundial, foram realizadas pesquisas no Recife, em Salvador, no Rio de Janeiro e em São Paulo, este último um dos espaços que reservaria enorme riqueza de contrastes para o problema a ser enfrentado. A porção paulistana da pesquisa ficou a cargo de Roger Bastide e de seu pupilo Florestan Fernandes e resultaria no livro Relações raciais entre brancos e negros em São Paulo, publicado pela Anhembi, em 1955. Anos mais tarde, o trabalho seria modificado e republicado com o título Brancos e negros em São Paulo, pela Companhia Editora Nacional, em sua célebre Coleção Brasiliana.
Brancos e negros em São Paulo apresenta-se até os dias de hoje como um texto-chave para a compreensão dos meandros que constituíram as formas de discriminação racial no país. O estudo de Bastide e de Fernandes inova ao adotar instrumentos teórico-metodológicos da sociologia crítica para o enfrentamento de uma questão premente do desenvolvimento do país: a inserção do negro na ordem social capitalista brasileira. Representações coletivas sobre o negro, bem como pesquisas de campo a respeito das posições que eles assumiram na sociedade paulistana, são minuciosamente interpretadas pelos dois estudiosos.
No atual estágio acalorado de debates sobre as cotas raciais, onde os argumentos anti-racistas universalista e diferencialista se contrapõem, Brancos e negros em São Paulo reaparece oferecendo uma análise criteriosa e desafiadora a respeito de um dos principais nós históricos da formação brasileira.

Um lançamento da




Curador do Masp faz palestra no programa Hora da Prosa

O professor José Teixeira Coelho, curador-coordenador do Museu de Arte de São Paulo, faz palestra na próxima quarta-feira (18), no Paiol.



José Teixeira Coelho, professor de Política Cultural da Universidade de São Paulo e curador-coordenador do MASP – Museu de Arte de São Paulo, é o convidado da próxima edição do programa Hora da Prosa Especial, promovido pela Fundação Cultural de Curitiba. O tema da palestra, que acontece na próxima quarta-feira (18), às 19h, no Teatro do Paiol, é Patrimônio e Cultura Viva.

Teixeira Coelho é professor titular de Política Cultural da USP, com mestrado em Ciências da Comunicação, doutorado em Teoria Literária e Literatura Comparada, ambos pela USP, e pós-doutoramento pela Universidade de Maryland, nos Estados Unidos. Ex-diretor do Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo e do Centro de Informação e Documentação Artística da Secretaria de Cultura de São Paulo, Teixeira Coelho é, atualmente, curador-coordenador do MASP.

O professor é autor, entre outros, do Dicionário Crítico de Política Cultura, Usos da Cultura, O que é ação cultural, Arte e Utopia. Publicou também as obras de ficção Fliperama sem creme, Niemeyer: um romance e História Natural da Ditadura (Prêmio Portugal Telecom de Literatura, 2007).

O programa “Hora da Prosa – Conversas sobre Patrimônio Cultural”, que tem por objetivo incentivar debates e discussões sobre temas que envolvem o patrimônio cultural de Curitiba, é coordenado pela Diretoria do Patrimônio Cultural da Fundação Cultural de Curitiba. Acontece periodicamente na Casa Romário Martins com a participação de palestrantes relacionados ao tema e, ocasionalmente, em espaços maiores, quando são realizadas edições especiais, abordando questões patrimoniais de relevância nacional e internacional.

O evento, filmado em formato digital e incorporado ao Centro de Documentação da Casa da Memória/DPC, tem o apoio do IPHAN, do ICOMOS (Conselho Internacional de Monumentos e Sítios) e do Instituto Municipal de Administração Pública – IMAP, sendo considerado curso de capacitação para os funcionários da Prefeitura Municipal de Curitiba.



Serviço:

Hora da Prosa Especial

Patrimônio e Cultura Viva com José Teixeira Coelho

Data: 18 de junho de 2008 (quarta-feira), às 19h

Local: Teatro Paiol – Praça Guido Viaro, s/n – Prado Velho

Entrada franca

Imigração japonesa em mostra na Cinemateca

O centenário da imigração japonesa no Brasil é lembrado com exibições gratuitas de filmes, de 18 a 24 de junho, numa iniciativa conjunta da Prefeitura Municipal e Consulado Geral do Japão em Curitiba.



A Cinemateca, espaço da Fundação Cultural de Curitiba, coloca em cartaz, de 18 a 24 de junho, a Mostra Imigração Japonesa 100 Anos, com exibição de filmes produzidos a partir da década de 1980. As sessões acontecem em horários variados e o evento é resultado de uma parceria entre a Prefeitura Municipal e o Consulado Geral do Japão em Curitiba. A entrada é franca. Confira a programação:



Dia 18 (quarta-feira) – sessões às 15h30 e às 20h:

GAIJIN – CAMINHOS DA LIBERDADE (Brasil/1980). Duração 112’. Direção de Tizuka Yamasaki – No início do século XX, um grupo de japoneses emigra para o Brasil, onde passa a trabalhar em uma fazenda cafeeira. Lá eles precisam se adaptar às novas condições de vida e enfrentar a exploração dos donos da fazenda.



Dia 19 (quinta-feira)

Às 15h30: DEPOIS DA CHUVA / Ame Aguru (Japão/1999). Duração 87’, colorido, drama. Direção de Takashi Koizumi – Baseado no último roteiro escrito por Akira Kurosawa e dirigido por um de seus discípulos, Depois da Chuva é a história do ronin (um samurai sem mestre) Misawa, que não consegue encontrar um emprego. Ao lado de sua mulher, Tayo, ele perambula em busca de emprego. Numa de suas viagens, os dois são surpreendidos por uma enchente que os obriga a ficar confinados numa pequena hospedaria, ao lado de hóspedes esfomeados. Decidido a alimentar aquelas pessoas, ele sai e volta com muita comida e bebida. Como ele conseguiu a comida e a bebida?



Às 17h30: VERÃO NEGRO – FALSA ACUSAÇÃO / Nihon no Kuroi Natsu-Enzai (Japão/2000). Duração de 119’, colorido, drama. Direção de Kei Kumai – Baseado numa história verídica, que ocorreu na cidade de Matsumoto, província de Nagano, no verão de 1994. Um ano após o crime com o gás Sarin que provocou mortes, um grupo de estudantes da escola local resolve fazer um vídeo-documentário sobre o caso, quando descobre injustiças com Toshio, considerado o responsável pelo ocorrido. Em março do ano seguinte, acontece um grande atentado no metrô de Tokyo, no qual o mesmo gás Sarin mata várias pessoas e então surge um novo suspeito do atentado...



Às 20h: DORAHEITA (Japão/2000). Duração 111’, colorido, ação. Direção de Kon Ichikawa – Após uma série de problemas com uma gangue, que espalha o pânico entre a população de uma cidade, as autoridades locais decidem contratar um novo comissário: o samurai Doraheita, que está preparado para aplicar novas leis e restaurar a ordem social.



Dia 20 (sexta-feira)

Às 15h30: DORAHEITA. (Japão/2000). Duração 111’, colorido, ação. Direção de Kon Ichikawa.



Às 17h45: O ÁLBUM DA VILA / Mura no Shashinshu (Japão/2003). Duração 111’, colorido, drama. Direção de Mitsuhiro Mihara – Uma pequena vila no meio das montanhas está prestes a desaparecer. Um funcionário da vila pede a um antigo fotógrafo, que também é morador da vila, e a seu filho que façam um álbum de cada família da vila. Pai e filho têm um relacionamento difícil, mas resolvem aceitar o trabalho.



Às 20h: DEPOIS DA CHUVA / Ame Aguru (Japão/1999). Duração 87’, colorido, drama. Direção de Takashi Koizumi.



Dia 21 (sábado)

Às 15h30: VERÃO NEGRO – FALSA ACUSAÇÃO / Nihon no Kuroi Natsu-Enzai (Japão/2000). Duração de 119’, colorida, drama. Direção de Kei Kumai.



Às 17h45: HINOKIO (Japão/2004). Duração 111’, colorido, drama. Direção de Takahiko Akiyama – Satoru, um menino na série primária, fecha-se para o mundo e vê a vida através do robô desenvolvido por seu pai. Ele é apelidado de “Hinokio” por se parecer com Pinóquio e o material utilizado para a confecção ser de madeira Hinoki (cipreste japonês). Com a ajuda do robô, Satoru conhece o mundo, faz novas amizades e aparentemente parece estar se recuperando...



Às 20h: O ÁLBUM DA VILA / Mura no Shashinshu. (Japão/2003). Duração 111’, colorido, drama. Direção de Mitsuhiro Mihara.



Dia 22 (domingo)

Às 15h30 – O ÁLBUM DA VILA / Mura no Shashinshu. (Japão/2003). Duração 111’, colorido, drama. Direção de Mitsuhiro Mihara.



Às 17h45 – A FACE DE JIZO / Titi to Kuraseba (Japão/2004). Duração 99’, colorido, drama. Direção de Kazuo Kuroki – Hiroshima, dia 6 de agosto de 1945. É lançada a bomba atômica que muda a vida da humanidade e a vida de pai e filha. Três anos depois, Mitsue, a filha, tem sua vida retomada como bibliotecária, mas vive com a consciência pesada por ter sobrevivido. Aparece um rapaz em sua vida, mas ela não se acha digna de ser feliz...



Às 20h – VERÃO NEGRO – FALSA ACUSAÇÃO/ Nihon no Kuroi Natsu-Enzai. (Japão/2000). Duração de 119’, colorido, drama. Direção de Kei Kumai.



Dia 23 (segunda-feira)

Às 15h30: A FACE DE JIZO / Titi to Kuraseba (Japão/2004). Duração 99’, colorido, drama. Direção de Kazuo Kuroki.



Às 17h30: DORAHEITA. (Japão/2000). Duração 111’, colorido, ação. Direção de Kon Ichikawa.



Às 20h: HINOKIO. (Japão/2004). Duração 111’, colorido, drama. Direção de Takahiko Akiyama.



Dia 24 (terça-feira)

Às 15h30: HINOKIO. (Japão/2004). Duração 111’, colorido, drama. Direção de Takahiko Akiyama.



Às 17h45: DEPOIS DA CHUVA / Ame Aguru (Japão/1999). Duração 87, colorido, drama’ Direção de Takashi Koizumi.



Às 20h: A FACE DE JIZO / Titi to Kuraseba (Japão/2004). Duração 99’, colorido, drama. Direção de Kazuo Kuroki.



Serviço:

Mostra Imigração Japonesa 100 Anos, promoção conjunta da Fundação Cultural de Curitiba, Prefeitura Municipal e o Consulado Geral do Japão em Curitiba

Local: Cinemateca de Curitiba (Rua Carlos Cavalcanti, 1.174)

Data: de 18 a 24 de junho de 2008, com sessões em horários variados

Entrada franca

quinta-feira, 12 de junho de 2008

2012 – A Profecia Maia




Edição, revista e ampliada, é acompanhada de CD-ROM com o verdadeiro Calendário Sagrado Maia, confeccionado pelos estudiosos dos calendários da Mesoamérica, Thiago Cavalcanti e Luís Gonçalves.

“Toda profecia tem cunho esotérico, certo? Errado. A profecia maia é um ciclo astronômico e matemático de 5.125 anos” –afirma Alberto Beuttenmüller, que estuda os maias há 38 anos.

O autor preferiu a via do romance para revelar a forma de pensar dos extraordinários maias. Pesquisou o rigor da matemática que usavam com apenas três signos: o ponto, o traço e o zero (uma sofisticação que nem egípcios, gregos ou romanos conseguiram) e da astronomia maia, embora tivessem vivido na chamada era da pedra polida – além de incríveis princípios próprios de sua civilização, como transformar os crânios das crianças, desde a infância, para que melhor pensassem e, assim, houvesse comunicação entre os dois hemisférios cerebrais. Os maias foram sempre guardiões de segredos perdidos nas dobras de tempos imemoriais, por isso, talvez, fundaram uma civilização que tinha como missão harmonizar todo o sistema solar.

Certamente, um dos livros mais deliciosos dos últimos anos, pela fluência, limpidez, intriga, sabor. Quem não ler, não saberá o que perdeu. Profecias? Vocês ainda não conhecem nada. Vão ter calafrios!

Ignácio Loyola Brandão


Alberto Beuttenmüller é poeta, jornalista, ensaísta e crítico de arte. É membro da Associação Internacional de Críticos de Arte, com cinco livros de arte editados, da Associação Brasileira de Críticos de Arte e da União Brasileira de Escritores. Trabalhou em diversos órgãos de imprensa: A Gazeta, O Estado de São Paulo, Jornal do Brasil, Fatos, além de ter colaborado por 13 anos na revista Visão, como colunista de Artes Visuais. Foi professor convidado da Universidade de Campinas (Unicamp), onde deu aulas de História da Arte Brasileira e Estética.


um Lançamento

da Editora Ground

SABORES INCONSCIENTES RECEITAS SEM CULPA


UM LIVRO, NO MÍNIMO INUSITADO, MISTURANDO MEMÓRIAS E SENSAÇÕES. AS LEMBRANÇAS GUSTATIVAS EM ALTO NÍVEL. É IMPOSSÍVEL NÃO COMETERUM TROCADILHO - UM LIVRO DELICIOSO !


Org.: Cybelle Weinberg

208 páginas

Reunião de contos e relatos escritos por psicólogos e psicanalistas, na qual o tema é a culinária, ou seja, os pratos que ficaram na lembrança de cada um, em etapas diferentes da vida.Os relatos se dividem entre os sabores ternos da infância; os intensos, da adolescência; os picantes, da maturidade; e, ainda, os sabores transmitidos de geração a geração.

Cada autor fornece a receita de seu prato, num convite ao leitor para participar do "banquete de letras".O livro forma um painel da memória sensorial, abrindo portas para outros conhecimentos e descobertas acerca de nós mesmos.

A enóloga Jane Senna e o jornalista Renato Machado comparecem com harmonizações de vinhos preciosas... Tim, tim!

Os autores:
Alessandra Sapoznik – Armando Colognese Junior – Claudia Figaro-Garcia – Cybelle Weinberg – David Levisky – Edith Rubinstein – Esio Reis Filho – Ester Schomer – Francy Ribeiro – Filomena Russo – José Carlos Garcia – Luis Marcelo Inaco Cirino – Maria Helena Fernandes – Maria Helena Masquetti – Maria Teresa S. Rocco – Mauro Hegenberg – Nena Hessel Pipponzi –Pasquale Nigro – Sylvia Maria Piva Camargo – Táki Athanássios Cordás – Tatiana Moya – Valter Lellis Siqueira – Vicente Sarubbi Júnior – Vivian Schindler Behar – Waldo Hoffmann

Algumas receitas:
- Charlotte light de chocolate
- Tortelle de abóbora
- Pão de cará
- Puchero
- Spaghetti ao alho e óleo com atum
- Latkes de batatas
- Rosbife abafado
- Tortelle de abóbora
- Bolinhos de matzá
- Bolachinhas da Vó Ruth
- Ovos nevados
- Filé em croûte
- Risoto à milanesa da Nona Antonia
- Bacalhoada

um lançamento da

SEMANA DO CINEMA PORTUGUÊS

Na Cinemateca de Curitiba

Entrada Franca


Realização

Consulado de Portugal em Curitiba

Câmara Portuguesa do Comercio do Sul do Brasil

Instituto do Cinema e Audiovisual de Portugal

Sociedade Portuguesa 1º de Dezembro

Fundação Cultural de Curitiba

Cinemateca de Curitiba

Dia 13 – Sexta:

Sessão às 16h

O Fascínio, 2003. Duração 107’. Direção de José Fonseca e Costa, com Vítor Norte, Sylvie Rocha, José Fidalgo.

Um dia como os outros. Lino Paes Rodrigues chega ao seu escritório de empresário imobiliário sabendo que nada de bom o espera. Mas quando abre uma carta pessoal, dá-se conta de que afinal a sua vida pode ter mudado completamente nesse dia: um tio-avô, com quem há longos anos se zangara, acabou de morrer deixando-lhe em herança uma enorme herdade no Alentejo, junto a Elvas.

Classificação 12 anos

Sessão às 19h

A Canção de Lisboa, 1933. Duração 91’. Direção de Cottinelli Telmo, com Vasco Santana ,Beatriz Costa, Antonio Silva.

Vasco Leitão é um 'bon vivant', supostamente estudante de medicina e sustentado pela mesada das tias de Trás-os-Montes, que acreditam que ele é um rapaz cumpridor de seus deveres, longe de imaginarem que os livros são apenas um estorvo.

Amante das festanças, da boa comida e de mulheres bonitas, Vasco tem um especial carinho para com Alice, uma costureira do Bairro dos Castelinhos, fato indesejado pelo pai desta, o alfaiate Caetano, que não vê nele o homem ideal para a sua filha.

Mas, tudo se complica, quando recebe uma carta das tias a comunicar-lhe que o irão visitar à capital.

Primeiro filme sonoro português, que inaugura o seu principal gênero cinematográfico: a comédia portuguesa.

Sessão às 21h

O Milagre Segundo Salomé, 2004. Duração 96’. Direção de Mário Barroso, com Ana Bandeira, Nicolau Breyner, Ricardo Pereira. Portugal, 1917.

Dia 14 – sábado:

Sessão às 16h

A Canção de Lisboa, 1933. Duração 91’. Direção de Cottinelli Telmo, com Vasco Santana ,Beatriz Costa, Antonio Silva.

Sessão às19h

O Fascínio, 2003. Duração 107’. Direção de José Fonseca e Costa, com Vítor Norte, Sylvie Rocha, José Fidalgo.


Sessão às 21h

O Delfim, 2002. Duração 83’. Direção de Fernando Lopes, com Rogério Samora, Alexandra Lencastre, Ruy Morrison.

Dia 15 – domingo:

Sessão às 16h

A Canção de Lisboa, 1933. Duração 91’. Direção de Cottinelli Telmo, com Vasco Santana ,Beatriz Costa, Antonio Silva.

Sessão às 20h

Palavra e Utopia, 2000. Duração 130’. Direção de Manoel de Oliveira, com Lima Duarte, Luís Miguel Cintra, Ricardo Trepa.


Orquestra À Base de Sopro no show Afro Bossa Nova

Neste sábado (14), no Parque São Lourenço, a orquestra curitibana abre espetáculo promovido pelo Grupo Votorantim, em homenagem a Tom Jobim e aos 50 anos da Bossa Nova.

A edição paranaense do projeto Afro Bossa Nova, em homenagem a Tom Jobim e aos 50 anos da Bossa Nova, acontece às 16h deste sábado (14), no Parque São Lourenço, com abertura a cargo da Orquestra À Base de Sopro. O grupo, mantido pela Prefeitura de Curitiba, sobe ao palco antecedendo o time musical comandado pelos instrumentistas Paulo Moura (clarinete) e Armandinho (bandolim e guitarra baiana), que conta com o violonista Gabriel Improta e os percussionistas Giba Conceição, Gabi Guedes e Nei Sacramento. A entrada é franca.

O show, que nos meses de maio e junho percorre o país com apresentações em 16 capitais brasileiras, marca os 90 anos do Grupo Votorantim. No repertório estão composições de Tom Jobim, em arranjos assinados por Armandinho e Paulo Moura, que fazem uma releitura da Bossa Nova tradicional com instrumentos de percussão. O objetivo do projeto é difundir a música instrumental brasileira, com a abertura de novos mercados e a possibilidade de alcançar um público maior, por meio de espetáculos gratuitos.

Paulo Moura acompanhou o surgimento da Bossa Nova, no fim da década de 1950, e esteve junto a Tom Jobim e Sérgio Mendes, na noite de Bossa Nova no Carnegie Hall, em 1962. O projeto Afro Bossa Nova, que já foi apresentado nos Estados Unidos e Europa, sob aplausos do público e da crítica internacional, também tem a proposta de valorizar a música regional e, por isso, convida um grupo local para a abertura de cada espetáculo.

A orquestra - A Orquestra À Base de Sopro surgiu em janeiro de 1998, sob a direção do maestro Roberto Gnattali. No repertório da orquestra, além de mais de 40 arranjos de diversos compositores – Chico Buarque, João Bosco, Paulinho da Viola, Jacob do Bandolim, Egberto Gismonti, entre outros – estão composições dos próprios integrantes, incentivando e valorizando a produção local.

Dirigida por Sérgio Albach, a orquestra tem projetos de intercâmbio de maestros, arranjadores e solistas, além da produção de bailes de gafieira. Convidados ilustres já se apresentaram com a orquestra, entre eles Léa Freire, Roberto Sion, Mauro Senise, Toninho Ferragutti, Laércio de Freitas, Proveta e Itiberê Zwarg. A orquestra – que conquistou em 2002 o prêmio Saul Trumpet de melhor grupo instrumental – tem como objetivo a divulgação da música brasileira, desde as bandinhas de coreto à música instrumental contemporânea, passando pelas orquestras de gafieira, de rádio e de frevo.

Serviço:

Show do Projeto Afro Bossa Nova – Homenagem a Tom Jobim e aos 50 Anos da Bossa Nova, com abertura a cargo da Orquestra À Base de Sopro

Data: dia 14 de junho de 2008 (sábado), às 16h

Local: Parque São Lourenço (Rua Mateus Leme)

Entrada franca

Contação de histórias como instrumento pedagógico

Casa da Leitura promove neste sábado (14) uma oficina de

contação de histórias dirigida a professores

A Fundação Cultural de Curitiba promove neste sábado (14), na Casa da Leitura, a oficina A Contação de Histórias como Instrumento Pedagógico, sob a orientação de Ana Fhernandes. A oficina é voltada a professores e educadores. O encontro acontece das 9h às 13h e das 14h30 às 18h30. As inscrições são gratuitas.

Serviço:

Oficina A contação de histórias como instrumento pedagógico, com orientação de Ana Fhernandes.

Data: 14 de junho de 2008 (sábado), das 9h às 13h e das 14h30 às 18h30

Local: Casa da Leitura (Rua Batista Ganz, 453 – Parque Barigüi)

Vagas limitadas

Inscrições gratuitas

Informações: (41) 3240-1101 e (41) 3336-2073

Projeto Com Fusão promove encontro inusitado de artistas

Uma bailarina, um artista plástico, um diretor teatral e dois músicos criam um espetáculo inusitado, que será apresentado nesta sexta-feira (13), às 21h, no Teatro Paiol

O Teatro Paiol apresenta nesta sexta-feira (13), às 21h, o espetáculo Com Fusão – Uma perturbação mental, que resulta de um processo de criação coletiva de vários artistas. O projeto, coordenado pela produtora cultural Bina Zanette e pelo cantor e ator Alexandre Nero, reuniu dois músicos, uma bailarina-coreógrafa, um artista plástico-poeta e um diretor teatral-videomarker, com o objetivo de montar um espetáculo único, de linguagens artísticas distintas, mas tendo a música como fio condutor.

Participam do projeto os artistas André Abujamra, Gilson Fukushima, Paulo Biscaia Filho, Carmen Jorge e Rettamozo. Durante dez dias, num período de quatro horas diárias, os cinco criadores se reuniram para montar o espetáculo. No processo de criação, os artistas envolvidos trocaram idéias, textos, referências, possibilidades midiáticas, linguagens e experiências. Esse encontro foi supervisionado e contou com a intervenção do diretor artístico Alexandre Nero. "O resultado final deve ter o mote musical sem, necessariamente, ser um show de música", diz.

A produtora cultural Bina Zanette explica que o projeto nasceu de um incômodo pessoal que ela compartilhava com Nero em relação aos espetáculos musicais. "Nós chegamos à conclusão que é tudo sempre igual. O público entra, assiste ao show, os músicos tocam e não trazem novidades, fazem o “bis”, e depois todo mundo vai embora. Ou seja, o formato é sempre o mesmo. Por isso chamamos profissionais de outras áreas para buscar algo incomum dentro da música", diz. A produtora afirma que, assim como muitos estudos contemporâneos discutem na teoria a relação entre música e tecnologia, o projeto Com Fusão pensa essa e outras questões de forma prática.

Serviço:

Projeto Com Fusão – Uma perturbação mental

Data: 13 de junho de 2008 (sexta-feira), às 21h

Local: Teatro Paiol – Praça Guido Viaro, s/n – Prado Velho

Ingressos: R$ 15 e R$ 7,50 (estudantes)


quarta-feira, 11 de junho de 2008

ESPECIAL JORGE LUIS BORGES

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confira em