segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015
Bob Esponja chega de boia
CLUBINHO DA CRIANÇA REALIZA FESTA DE CARNAVAL NO GRACIOSA
Programação semanal James de 04 a 07 de Fevereiro
Av. Vicente Machado, 894. Curitiba/PR. (41) 3222-1426. Formas de pagamento: Todos os cartões de débito e crédito Amex, Diners, Master, Visa e Visa Vale-Refeição.
PALESTRAS COM EDITH DERDYK NA CAIXA CULTURAL CURITIBA
Mais de 40 mil pessoas para curtir o Carnaval Eletrônico na Marechal
Estrutura
O Carnaval de Curitiba 2015 é uma realização da Fundação Cultural de Curitiba (FCC) e do Instituto Curitiba de Arte e Cultura (ICAC). Tem patrocínio da Fusion e apoio cultural da RPCTV, Club Vibe, AIMEC, Paleteria Mexicana, Rádio Banda B e Jornal Batucada.
A programação do Carnaval 2015 está sujeita a alterações. Acompanhe o site da FCC (www.
Programação (todos os eventos têm entrada franca)
07 de fevereiro – Sítio Cercado – a partir das 15h
08 de fevereiro – Com Orquestra Contemporânea de Olinda na Marechal Deodoro – a partir das 15h
10 de fevereiro – Salão Azul do Clube Curitibano – 14h
14 de fevereiro – Marechal Deodoro – a partir das 18h
Sábado, 14 de Fevereiro – a partir das 13h
Movie Star Trash (Curitiba)
99Noizagain (Curitiba)
A Carne (Curitiba)
Motorama (Argentina)
Sugar Kane (Curitiba)
Goddamn Gallows (USA)
Man Or Astro Man? (USA)
Phantom Powers (RS)
Interceptor (SP)
Aloha Haole (PI)
The Brown Vampire Catz (Londrina)
The Anomalys (Holanda)
Ovos Presley (Curitiba)
Relespública (Curitiba)
15 de fevereiro – saída da Boca Maldita até a Praça 19 de Dezembro – 12h
15 de fevereiro – Memorial de Curitiba – a partir das 15h
17 de fevereiro – TUC Galeria Júlio Moreira, Largo da Ordem
16 e 17 de fevereiro – das 15h às 19h (infantil) e das 20h às 24h (adulto)
FABIANA COZZA CANTA CLARA NUNES NA CAIXA CULTURAL CURITIBA
sábado, 31 de janeiro de 2015
Casa de Rui Barbosa | Agenda 01-28.02 2015
03.02 a 29.03
A Casa de Rui Barbosa recebe uma exposição com registros da festividade. Serão expostos na sala de visitas de Rui Barbosa itens como convites para bailes carnavalescos, fotos da folia, exemplares da revista O Malho (1935), manuscritos, letra de samba-enredo, croquis de carros alegóricos e fantasias. Estarão nas vitrines 26 documentos desde 1887 até 1999, ano em que Rui Barbosa foi homenageado pela Escola de Samba G. R. E. S São Clemente. No Museu.
INFANTOJUVENIL
01.02
domingo, 14h30
Um domingo na Casa de Rui Barbosa
Esta edição tem como tema “Carnaval". A programação infantil inclui contação de história e oficina de confecção de colares e pulseiras. Para os jovens e adultos, visita dramatizada ao Museu Casa de Rui Barbosa. Museu e Jardim. Entrada franca.
IDEIAS
até 19.03
quintas e sábados, 15h Programação de verão no Museu
Atividade especial composta por visitas temáticas conduzidas pela equipe de turismólogos bolsistas do Museu. Museu e Jardim.
MÚSICA
26.02
quinta, 12h30
Música no museu
Em sua edição de fevereiro, a série Música no Museu promove a apresentação Boris Marques (piano) com peças de Bach, Beethoven, Brahms e Schubert no programa. Auditório. Entrada franca.
CHAMADA DE TRABALHOS
01.02 a 01.03
VI Seminário Internacional de Políticas Culturais
O setor de Pesquisa de Políticas Culturais da Fundação Casa de Rui Barbosa comunica que estará recebendo, entre os dias 1 de fevereiro e 1 de março de 2015, propostas para apresentação de trabalhos no VI Seminário Internacional de Políticas Culturais. Serão aceitos somente trabalhos que tenham como foco a área de políticas culturais. O objetivo é a apresentação e a discussão de estudos que promovam a reflexão e o debate entre estudantes, pesquisadores, professores e demais profissionais que atuem ou tenham interesse na área de políticas culturais.
até 09.03
VII Encontro de Arquivos Científicos
A Fundação Casa de Rui Barbosa (FCRB) e o Museu de Astronomia e Ciências Afins (Mast/MCTI) promovem,
de 24 a 26 de junho, o VII Encontro de Arquivos Científicos.
O encontro tem como tema central "Gestão de documentos
e acesso à informação: desafios e diretrizes para as instituições de ensino e pesquisa". Legislação e acesso
aos arquivos de ciência e tecnologia e Atividade de pesquisa e a gestão de documentos. Os interessados em participar devem se inscrever de 2 de março a 15 de maio.
Serão aceitos trabalhos submetidos até o dia 9 de março. Certificados concedidos para os participantes com 75% de presença. Auditório. Entrada franca.
EMILIANO QUEIROZ AUTOBIOGRÁFICO NA CAIXA CULTURAL CURITIBA
sexta-feira, 30 de janeiro de 2015
O Direito de voto A controversa história da democracia nos Estados Unidos de Alexander Keyssar
O Direito de voto
A controversa história da democracia nos Estados Unidos
de Alexander Keyssar
Do Programa de Pós-Graduação em Relações Internacionais
unesp - unicamp - puc/sp
Formato: 16 x 23
Páginas: 618
Edição: 1ª
Ano: 2014
Acabamento: Brochura com orelhas
Peso: 940g
Por que os donos do poder político passam a compartilhar esse poder com os outros, milhões de outros, na história moderna, por meio da ampliação do direito de voto? Como isto aconteceu nos Estados Unidos? Por que, no país, esse direito expandiu-se em certas épocas e certos lugares, enquanto se restringiu em outros? Qual é o papel das guerras na ampliação do direito de votar? Estas são algumas das questões que Alexander Keyssar busca responder neste livro, uma crônica da história do direito ao voto nos Estados Unidos do fim do século 18 aos anos 2000.
Registro da evolução das leis que definiram e circunscreveram o eleitorado americano, a obra faz uma narrativa minuciosa acerca dos diferentes modos pelos quais as mulheres, os afro-americanos, os trabalhadores da indústria, os imigrantes e muitos outros grupos adquiriram e, às vezes, perderam o direito de voto. E mostra que as questões que permeiam esse direito caminham juntas às indagações sobre as origens da democracia e os obstáculos ou ameaças à existência desse regime: “A evolução da democracia, assim como a do direito de voto, raramente seguiu um caminho reto e sempre foi acompanhada de profundas contracorrentes antidemocráticas”, escreve Keyssar. “A história do sufrágio nos Estados Unidos é uma história de expansão e contração, de inclusão e exclusão”.
No caso da expansão do sufrágio nos Estados Unidos, o autor mostra que ela foi lenta, e gerada por diversas forças e fatores chave, alguns dos quais celebrados há muito tempo por estudiosos e jornalistas, como a dinâmica de acordos fronteiriços, a emergência de partidos políticos concorrentes, o crescimento das cidades e da indústria, o florescimento dos ideais e convicções democráticas e a campanha efetiva de mobilização por parte dos próprios grupos sem direito ao voto.
As principais expansões do sufrágio na história americana, no entanto, aconteceram durante ou como consequência de guerras. Os exércitos deviam ser recrutados quase sempre das chamadas classes inferiores da sociedade, mas não se podia obrigá-las a pegar em armas enquanto lhes era negado o direito ao voto. Ao lado disso, guerras demandavam mobilizar o apoio popular, ou seja, tornar politicamente influente qualquer grupo social excluído do sistema político.
Os Estados Unidos chegaram aos anos 1960, quando a maioria dos afro-americanos não podia votar no Sul,com grandes restrições ao direito de voto. Até 1920 as mulheres eram impedidas de votar na maior parte das jurisdições. E, por muitos anos, os imigrantes asiáticos foram privados do direito de voto porque não podiam tornar-se cidadãos, ao mesmo tempo que mesmo entre nativos americanos era muito mais frequente a ausência do que a existência desse direito. “Apesar de seu papel pioneiro na promoção dos valores democráticos, os Estados Unidos foram um dos últimos países no mundo desenvolvido aatingir o sufrágio universal”, escreve Keyssar.

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