
Só se você prometer
de Mirian Portela
ilustrações Glair Arruda
34 pags
4X4
Vitória é uma menina muito esperta, que se esforça para entender a lógica dos adultos, que nem sempre lhe parece tão lógica assim. Porém, seus esforços serão bem sucedidos, muito embora até que isso ocorra, ela passe por algumas dificuldades...
Assunto: o relacionamento entre criança e adultos.
Interdisciplinaridade: linguagem oral e escrita, Estudos Sociais, identidade e autonomia, corpo e movimento.
Transversalidade: afetividade, pluralidade cultural, ética e cidadania.
Proposta: estimular as crianças a expressarem oralmente das dificuldades que encontram no relacionamento com os adultos. Depois de discutir com elas estratégias para superar essas dificuldades, que podem ser de linguagem, afetivas e sociais, produzir desenhos ou histórias em quadrinhos sobre o tema.
Indicação: Educação Infantil e séries iniciais do Ensino Fundamental
MIRIAN PORTELA POR ELA MESMO
Nasci em Florianópolis, SC, e comecei a escrever ainda criança, ao descobrir que eu também podia criar mundos e inventar personagens. Embora fosse uma brincadeira, acabei levando-me a sério e nunca mais parei. Sou jornalista. Trabalhei em jornais, revistas e televisão. Fiz de tudo um pouco: fui repórter, pauteira, editora, apresentadora. Escrevi quatro livros de poesia, mas percebi que queria mesmo era contar histórias para crianças. Desde então, várias personagens passaram a me visitar, contando-me suas aventuras. Trago-as para o mundo real e procuro apresentá-las a vocês. Tenho alguns livros publicados: Alguém muito especial, Onde andará Alegria, Histórias do encantado, pela Editora Moderna; Alice passou por aqui, pela Editora Terceiro Nome e diversos pela Noovha América Editora.
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terça-feira, 4 de outubro de 2011
Lançamento - Só se você prometer
Lançamento - Dicionário Yoruba-Português

Dicionário Yoruba-Português
Autor: José Beniste
Páginas: 820
Formato: 16x23
O Yorubá é uma língua viva, falada na Nigéria, no Sul da República do Benin, nas repúblicas do Togo e de Gana por cerca de 30 milhões de pessoas. Aqui no Brasil conseguiu ser mantido de forma expressiva, por meio da liturgia dos candomblés procedentes daquelas regiões, tornando-se um dos depositários mais fiéis dessas tradições.
• Mais de 18.000 verbetes;
• Mais de 15.000 exemplos de frases traduzidas;
• Explicações claras das palavras fundamentais;
• Categoria gramatical das palavras para orientação na formação de frases.
• Regras gramaticais;
• Uma seção com introdução básica ao aprendizado e à pronúncia do idioma yorubá;
• Orientações básicas sobre a estrutura do idioma.
O AUTOR
José Beniste
Conferencista e autor de ensaios sobre os problemas dos diversos cultos de raízes africanistas, José Beniste foi iniciado em 1984 no Candomblé Ketu, pela Iyalorisa Cantu de Aira Tola do Ilê Axé Opó Afonjá. Em 1982, fundou o curso Brasil-Nigéria de língua yorubá, sob os auspícios do cônsul da Nigéria, Alhaji Muhammadu Fufore, ministrando aulas de língua yorubá e cultura religiosa. Historiador e pesquisador, é integrante de movimentos que visam à restauração da dignidade religiosa Afro-Brasileira e mantém uma vasta documentação sobre a história do candomblé no Brasil e demais segmentos religiosos, com literatura especializada e centenas de gravações e depoimentos. Em 1970, criou um modelo de radiodifusão educativa, com o programa cultural Afro-Brasileiro, colocado a serviço das religiões Afro-Brasileiras em seus variados aspectos. Com isto, foi construído um acervo gravado das mais legítimas expressões ligadas à religiosidade, que constantemente é consultado pro estudiosos do assunto.
Livros
As águas de Oxalá - Áwon omi Òsàlá, Editora Bertrand Brasil - ISBN 85-286-0965-0 Òrun Áiyé - O encontro de dois mundos, Editora Bertrand Brasil - ISBN 85-286-0614-7 Jogo de Búzios - Um encontro com o desconhecido, Editora Bertrand Brasil - ISBN 85-286-0614-7 Mitos Yorubás - O Outro Lado do Conhecimento, Editora Bertrand Brasil - ISBN 85-286-0918-9
um lançamento
segunda-feira, 3 de outubro de 2011
Notícia -Projeto social entrega Biblioteca com mais de 400 livros a entidade assistencial
Livros com Esperança, em sua primeira edição, proporcionou alegria e carinho às crianças carentes acolhidas pela Casa Barão do Rio Branco
Um dos dias mais esperados pela criançada, o Dia das Crianças, se aproxima, mas para as crianças da Casa de Acolhimento Barão do Rio Branco, em Santo André, o presente veio mais cedo. Na tarde da última quinta-feira, 29, a PlugIdeias, agência de Marketing Digital, entregou a 1ª Biblioteca Infantil, como parte do projeto Livros com Esperança. A iniciativa foi realizada por meio do WorkShop do ABC e de doações de empresários e de empresas parceiras. Foram arrecadados cerca de 400 livros, que vão do infantil como A Turma da Mônica, de Mauricio de Souza, até obras como o romance O Cortiço, de Aluísio Azevedo. Além das obras, foram doadas mesas, cadeiras, estantes e um puff para acomodar as crianças.
Para a coordenadora da entidade, Cecília de Melo Viegas, 45, a biblioteca contribuirá com a formação das crianças. “Não tínhamos um espaço específico para a interação das crianças. Agora poderemos fazer rodas de bate-papo, conversar mais, estudar etc.”, disse. Segundo Cecília, a televisão e a internet nunca substituirão o valor e o benefício que o livro traz para os jovens. “A leitura aumenta o conhecimento e a curiosidade, e isso é muito bom”, explica.
Durante a iniciativa, foi possível evidenciar a alegria, por meio do sorriso estampado no rosto das aproximadamente 15 crianças, adolescentes e jovens presentes – a Casa de Acolhimento Barão do Rio Branco atende um público de 0 a 18 anos.
“É uma ação importante que proporciona carinho e assistência às crianças. Tenho certeza que esse dia ficará marcado na história dessa entidade e do projeto”, disse o professor e pesquisador da área de Neurociência do Comportamento, dr. Jô Furlan, padrinho do projeto.
“Com a leitura, a criança abre um mundo de oportunidades, e é isso que queremos”, afirma a diretora da PlugIdeias – empresa do Grupo Webp@an – e uma das idealizadoras do projeto, Norma David. “Com certeza os livros podem transformar vidas”, termina. Também participaram da solenidade a coordenadora do Livros com Esperança, Lucilia Gouveia, e a psicóloga e palestrante da PlugIdeias, Keyla Ramos.
Durante a cerimônia de inauguração da biblioteca, as crianças ouviram histórias infantis contadas pela atriz Lize Nascimento. Após a apresentação, elas fizeram desenhos sobre o que entenderam do conto. A programação também contou com doces e pipoca à vontade.
Para saber mais sobre o projeto, efetuar doações ou se tornar um parceiro, acesse www.livroscomesperanca.com.br.
artigo - MUSEU, MEMÓRIA E PATRIMÔNIO
Originário do ato de colecionar e preservar, os museus chegaram ao século XXI como instituições indispensáveis à vida e à memória das comunidades, pelo menos em teoria. Inseridos na vida das cidades e amparados por políticas públicas de cultura, muito bem argumentadas no papel, mas sem atrativos para atrair o grande público que prefere o espetáculo dos shoppings ou o paraíso dos templos evangélicos, que oferecem muito mais em troca de um pequeno dízimo: a memória do futuro, a esperança de vida eterna.
Precisamos do bom humor para falar de museu, como no personagem do romance “O Nome da Rosa”. Hoje em dia, no Brasil, em particular na Bahia, falar de museu, e nunca se falou tanto, corre-se o risco de cair no discurso da reserva de mercado. Museus para que e para quem? Fala-se em democratização e facilidade de acesso, mas campanhas publicitárias são dirigidas para a divulgação de atividades reservadas aos profissionais da área em detrimento de programas educativos para formação de público. Como patrimônio público, qualquer cidadão tem direito de entrar no museu e ver o que tem dentro dele. Mas é preciso despertar o desejo de ver, de conhecer, de mergulhar na memória nele depositada.
Precisa-se que alguma coisa seja previamente dada para provocar o olhar, o pensar e produzir conhecimento. Poucos são seduzidos pelo desconhecido, nem se produz conhecimento sem olhar o passado. “Não se inventa idéias sem retificar o passado”, (Bacherlard). Museu e Memória, um tema para se pensar a reafirmação e a transformação da cultura e da arte. É um direito da comunidade, conhecer e refletir sobre o passado, o presente e o futuro, e decidir sobre a memória que deseja preservar.
Perdemos as referências do absoluto, e estamos às voltas com a pluralidade. A memória como a realidade é construída em função de interesses, paixões e desejos, e o que resulta, não é absoluto ou universal. Cada um vê o que está no museu como lhe convém, da mesma forma que coisas, objetos e linguagens chegaram ao museu por interesses e critérios que não são absolutos nem indiscutíveis. Mas nem por isso deixam de ser um patrimônio à espera do olhar clínico e crítico.
Os museus se modernizaram conceitualmente, ressaltando sua importância para a sociedade e o direito à memória. Os de arte, a partir da década de 1960, foram ideologicamente questionados pelas vanguardas artísticas, como o Minimalismo, a Arte Conceitual e a arte contemporânea, mas sua estrutura não foi abalada, ao contrário; foi reforçada. A autenticidade das experiências artísticas depende da legitimação do museu.
Falar de museu de arte no Brasil é difícil não lembrar Mário Pedrosa. Vejam a atualidade de seu pensamento, no texto “Arte Experimental e Museus”, publicado em 1960: “Diferente do antigo museu, do museu tradicional que guarda, em suas salas as obras primas do passado, o de hoje é, sobretudo, uma casa de experiências. É um paralaboratório. É dentro dele que se pode compreender o que se chama de arte experimental, de invenção.” Esse lugar de experiências é também ocupado por um acervo, é um lugar privilegiado do pensamento, da crítica e do lazer criativo para uma apropriação consciente do patrimônio.
Um museu não é uma instituição de eventos culturais, o que nele é exposto não deve ser uma experiência isolada de uma política pública de cultura, sem a responsabilidade de um conselho curador, formado por especialistas da área. O gestor deve ser uma espécie de maestro que rege uma orquestra de intelectuais, críticos e técnicos especializados, para desenvolver enunciados para ser praticados e estabelecer relações mais estreitas com a comunidade.
Dentro de uma cidade existem várias cidades, habitam várias culturas e várias linguagens artísticas, algumas até contraditórias. O museu, em particular o de arte, no seu acervo e na sua programação, deve refletir essa pluralidade, porque ele não é o lugar da exclusão, e sim; do confronto, do diálogo com diferentes manifestações, compatível com a sua função e sua especificidade. Ele guarda uma história, e sem o conhecimento da história, a experiência vira entretenimento.
Almandrade
(artista plástico, poeta e arquiteto)
O AUTOR
Almandrade
(Antônio Luiz M. Andrade)
Artista plástico, arquiteto, mestre em desenho urbano, poeta e professor de teoria da arte das oficinas de arte do Museu de Arte Moderna da Bahia .. Participou de várias mostras coletivas, entre elas: XII, XIII e XVI Bienal de São Paulo; "Em Busca da Essência" - mostra especial da XIX Bienal de São Paulo; IV Salão Nacional; Universo do Futebol (MAM/Rio); Feira Nacional (S.Paulo); II Salão Paulista, I Exposição Internacional de Escultura Efêmeras (Fortaleza); I Salão Baiano; II Salão Nacional; Menção honrosa no I Salão Estudantil em 1972. Integrou coletivas de poemas visuais, multimeios e projetos de instalações no Brasil e exterior. Um dos criadores do Grupo de Estudos de Linguagem da Bahia que editou a revista "Semiótica" em 1974. Realizou cerca de trinta exposições individuais em Salvador, Recife, Rio de Janeiro, Brasília e São Paulo entre 1975 e 2005; escreveu em vários jornais e revistas especializados sobre arte, arquitetura e urbanismo. Prêmios nos concursos de projetos para obras de artes plásticas do Museu de Arte Moderna da Bahia, 1981/82. Prêmio Fundarte no XXXIX Salão de Artes Plásticas de Pernambuco em 1986. Publicou os livros de poesias e/ou trabalhos visuais: "O Sacrifício do Sentido", "Obscuridades do Riso", "Poemas", "Suor Noturno" e Arquitetura de Algodão". Prêmio Copene de cultura e arte, 1997. Tem trabalhos em vários acervos particulares e públicos, como: Museu de Arte Moderna da Bahia, Museu Nacional de Belas Artes (Rio de Janeiro), Museu da Cidade (Salvador) e Pinacoteca Municipal de São Paulo. Retrospectiva Museu de Arte Moderna da Bahia, 2000. Exposição “pensamentos” no Museu Nacional de Belas Artes, Rio de Janeiro, participa de mostra de poesia visual brasileira no Mexic-Art Museum em Austin. exposição individual “Pequenos Formatos” na galeria ACBEU em Salvador, 2002. Esculturas, Instituto Goethe, Salvador, 2003. Pinturas, Hotel Sofitel, Costa do Sauípe – Ba., 2004. Instalação, Conjunto Cultural da Caixa , Arte Erótica , Escola de Belas Artes da UFBA., Coordena Oficina Arte Cidade no Instituto Goethe, Salvador. Curadoria da mostra SSA 456 Galeria da Cidade, Salvador, 2005. Participa das exposições coletivas “Ode ao Dois de Julho”, Galeria da Cidade, “Modos de Ver e de Entender a Arte”, Museu de Arte da Bahia, Salvador, 2006. A ARTE DE ALMANDRADE , Centro Cultural da Caixa, Salvador 2010.
Tem post novo no Blog do Le-Heitor.
Heitor foi ao Condephaat asssistir à apresentação do projeto que quer acabar com a sua biblioteca e todo um quarteirão do seu bairro: http://blogdoleheitor.sintaxe.com.br
Notícia - COMPANHIA DE ACTORES ARRANCA COM PLANO FORMATIVO 2011/2012
A primeira formação deste ano lectivo é a Oficina Teatral “O Actor Compositor”, ministrado pela actriz, encenadora e co-fundadora da Companhia de Actores, Valéria Carvalho.
Ao longo da Oficina Teatral “O Actor Compositor” serão trabalhadas técnicas teatrais, com enfoque na expressão corporal, vocal e improviso que permitirão aos formandos montar e estrear um espectáculo final, com apresentação pública deste trabalho original.
As inscrições já estão abertas para esta formação que se inicia em Algés, a 25 de Outubro e que se prolongará até Julho de 2012. Os contactos deverão ser feitos através do mail cda.nilzasousa@gmail.com, ou do telemóvel 917 750 085.
Link blog Companhia de Actores:
http://companhiadeactores.
sexta-feira, 30 de setembro de 2011
AGENDA - PROGRAMAÇÃO CLP - Outubro
Outubro’11
:: Dia 1 | sábado
Piano bar, 14h00-16h00
Comemorações do Dia Mundial da Música
Workshop de canto para jovens
Piano bar, 17h00-19h00
Comemorações do Dia Mundial da Música
Workshop de voz e canto para adultos
Galeria da Cave, 17h30
Inauguração
Exposição de fotografia “Home sweet, empty home”, de Edoardo Gatti-Pessegatti
(Até ao dia 15)
Piano bar, 22h00
Ciclo de recitais “Conservatório de Música do Porto”
| Recital 10/12
Catarina Ferreira, flauta tranversal
João Queirós, piano
Piano bar, 23h00
"Eros e Psique: Palavras à Meia-Noite"
"Excursões às portas da Meia-Noite pelas palavras e pelos silêncios que Eros e Psique dizem e não dizem entre si. Eros e Psique, ou seja, o Fogo e a Borboleta, matérias mutuamente contrárias e atractivas que se tocam com e se transformam. A esta relação chama-se Vida e às suas expressões chama-se Arte. Com a intenção de apreender a unidade entre Eros e Psique, assim como entre Vida e Arte, estas excursões recorrem, em particular, ao transporte de Poiesis e à sua proximidade essencial com gestos musicais e dramáticos. Metodologicamente, este acontecimento visa estimular leituras, escritas e expressões originais, partindo de Criações contemporâneas e outras ainda sem forma bem definida, pós-contemporâneas, ainda no processo de viagem do Futuro para Agora - e vice-versa."
Os intervenientes serão sobretudo estudantes criativos de Psicologia e outras ciências leves.
Org.: Paulo Jesus
:: Dia 2 | domingo
Auditório, 10h00-12h00
Comemorações do Dia Mundial da Música
Workshop “Música, Corpo e Movimento” (adultos)
Piano bar, 10h30-12h30
Comemorações do Dia Mundial da Música
Workshop de Canto e Improvisação para Crianças
Auditório, 14h00-16h00
Comemoração do Dia Mundial da Música
Workshop “Brincar aos Sons” (crianças dos 10 aos 13 anos)
Galeria piso 2
10h30-11h15 – sessão 1
11h30-12h15 – sessão 2
Comemorações do Dia Mundial da Música
Música com Bebés e Papás
Galeria piso 2, 15h00-18h00
Comemorações do Dia Mundial da Música
Workshop de Coro
Auditório, 17h30-19h30
Cooltiva-te
Para saber a programação, mais detalhes e informações sobre esta e futuras sessões, visite o site: http://cooltivate.wordpress.
Galeria piso 2, 18h00
Inauguração
Exposição de fotografia “Paisagens Invisíveis”, de Luís Bravo Pereira
(Até ao dia 15)
Sobre o autor: Luís Bravo Pereira desenvolve a sua actividade enquanto fotógrafo e docente de fotografia aplicada (fotografia científica), leccionando actualmente na Universidade Católica Portuguesa – Escola das Artes – e, por convite, em cursos das áreas de fotografia, museografia e restauro no estrangeiro.
Das suas áreas de interesse constam a fotografia documental e de investigação científica. Através do recurso a aplicações de técnicas inovadoras, como a fotografia por infravermelhos, ultravioleta, radiografia ou multiespectral, realiza trabalhos de documentação e análise de Obras de Arte e de aplicação à Biologia. Por outro lado, explora estas técnicas na procura de uma nova abordagem artística à fotografia de paisagem e retrato.
Expõe regularmente deste 1990. De entre as mostras colectivas destacam-se a Exposição Colectiva de Fotografia de Natureza, Parque Biológico de Vila Nova de Gaia (2005), distinguido com o 1º Prémio; a Exposição Colectiva de Trabalhos de Docentes da Universidade Católica do Porto (2003); e a Exposição colectiva de Fotografia da Reserva Natural das Dunas de S. Jacinto (1990), igualmente premiado com 1º Prémio. Destaca-se ainda como exemplo de mostra individual a Exposição “Low Light”, que levou a cabo na Universidade Católica do Porto, em 2005.
Sobre a exposição: Paisagens Invisíveis “... uma paisagem invisível condiciona a paisagem visível...”(*)
O desenvolvimento e expansão da fotografia digital, mais acessível e permissiva à exploração de novas técnicas, abriu portas a uma nova realidade de “paisagens invisíveis” que a fotografia do visível não revelava.
As câmaras fotográficas digitais, quando dotadas de lentes e filtros particulares, são agora capazes de captar fotões que não são de luz, mas sim de radiação ultravioleta e/ou infravermelha. A realidade multiespectral (resultante da conjugação de diferentes comprimentos de onda numa única imagem, que não o habitual RGB), apresenta crescentes e diversas aplicações, que passam pela fotografia médica, forense, de documentação e análise não invasiva de obras de arte, fotografia aplicada à biologia, astronomia, entre outras.
Nesta exposição o autor apresenta o outro lado do visível numa viagem por diferentes paisagens, naturais e urbanas, em que a técnica se alia à invenção e se convida o visitante a redescobrir o mundo já conhecido através de um novo olhar.
(*) CALVINO, Italo; “As Cidades Invisíveis, Teorema (2008)
Piano bar, 21h00
Musik Rainbow
Made in USA
Selecção musical DJ Martin’s
:: Dia 5 | quarta-feira
Piano bar 22h00
Quartas Mal’Didas
Tema: Poesia & Pintura
Convidado especial: Fernando Gaspar
Participação musical de Rui Paulino David
:: Dia 7 | sexta-feira
Piano bar, 22h30
Concurso de Música CLP // 2011
Concerto 2/10
A Canção e a Ópera
Marina Pacheco, soprano
Olga Amaro, piano
:: Dia 8 | sábado
Piano bar, 16h00-18h00
Palestra “Reflexões sobre a Doutrina do Quinto Império”
Orador: Jacinto Alves
"Reflexões sobre a Doutrina do Quinto Império" pretende apresentar uma nova doutrina espiritista e espiritualista, racional e científica de base cristã que na História da Humanidade e pela primeira vez se apresenta como única, sendo completamente diferente de quaisquer correntes ou movimentos filosóficos ou religiosos então surgidos ou existentes estando naturalmente vocacionada para vir a ser um novo movimento idealista fundamentado nos princípios científicos do Evolucionismo e mobilizador de uma nova missão dos Portugueses no mundo".
Piano bar, 21h30
Lançamento do livro “As linhas não existem”, de Joana Espain
Apresentação: Ana Luísa Amaral e Luísa Marinho
Leitura dos textos: Valdemar Santos
Sobre a autora: Joana Espain nasceu no Porto em 1977. É doutorada em Física pela Faculdade de Ciências e lecciona na Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto. Frequenta actualmente o mestrado em Estudos Literários, Culturais e Interartes da Faculdade de Letras da mesma universidade.
As linhas não existem é o seu primeiro livro de poesia.
:: Dia 11 | domingo
Piano bar, 21h00
Musik Rainbow
Brisas do Caribe
Selecção musical DJ Martin’s
:: Dia 13 | quinta-feira
Piano bar, 22h00
Quinta Essência
Tema: “Música, Poesia e Adriano”
Tozéguitarras
Cristina Pessoa
Raquel Pinto
:: Dia 14 | sexta-feira
Auditório, 14h30
Projecção do filme “Desencontros”, de Pedro Neves
Um filme sobre uma demonstração de estereótipos sociais.
Participantes:
Pedro Neves, realizador
Dr. Hélder Ferreira, moderador e coordenador do Núcleo Distrital da EAPN
Participação de 3 testemunhos:
António Lapa Mota, Isabel Sousa e Maria Conceição Silva
Org: EAPN
Entrada Livre
Piano bar, 22h00
Daniel Kessner, flauta transversal
Dolly Eugenio Kessner, piano
:: Dia 15 | sábado
Piano bar, 22h00
“Lembrar Adriano"
Carlos Andrade
José Silva
João Teixeira
http://www.youtube.com/watch?
Adriano Correia de Oliveira
:: Dia 16 | domingo
Auditório, 09h30-12h30 / 13h30-16h30
Curso Qigong (Chi-Kung) nível iniciado
Formador: Paulo Fernandes
Formação teórico/prática:(6h)
Pagamentos até ao dia 9.10.2011
NIB: 0035 0196 0000 6980 900 84
ou na Recepção do Clube Literário do Porto
MÓDULO I (3horas)
Conteúdos programáticos
Teoria
História do QIGONG (CHI-KUNG)
Conceitos na prática e benefícios da prática
Reacções derivadas da prática do QIGONG
Outras reacções
Aspectos a ter em atenção no corpo e contra-indicações
Os 3 tesouros – Sanbao
Yin e Yang
Os Dantiens
As portas da energia (chi)
Efeitos da regulação da energia vital
O QIGONG como medicina preventiva
Meridianos DUMAI e RENMAI (vaso governador,vaso concepção)
MÓDULO II
Prática
Qi Gong das 18 terapias anterior
O Chi Kung (Qi Gong) 18 Terapias (exercícios terapêuticos e preventivos) foi criado pelo famoso médico ortopedista, especialista em Tui-ná, Dr. Zhuang Yuan Ming. O método, desde que foi lançado em 1974, obteve uma grande aceitação dos pacientes e praticantes de exercícios, devido à sua objectividade, natureza científica e simplicidade. Os exercícios são de fácil aprendizagem, tratam os sintomas, vai de encontro às necessidades dos praticantes e o resultado de sua prática é eficaz.
18 Terapias Anterior – previnem e tratam de dores no pescoço, nos ombros, nas costas, na região lombar, nos glúteos e nas pernas
- Exercício nº1 movimento do pescoço
- Exercício nº2 arquear as mãos
- Exercício nº3 estender as palmas para cima
- Exercício nº4 expandir o peito
- Exercício nº5 despregar as asas
- Exercício nº6 levantar o braço de ferro
- Exercício nº7 empurrar o céu e inclinar para o lado
- Exercício nº8 girar a cintura e projectar as palmas
- Exercício nº9 rodar os rins
- Exercício nº10 abrir os braços e flexionar o tronco
- Exercício nº11 espetar com a palma para o lado
- Exercício nº12 tocar os pés com as mãos
- Exercício nº13 rodar os joelhos
- Exercício nº14 flexionar a perna e girar o tronco
- Exercício nº15 flexionar e esticar as pernas
- Exercício nº16 tocar o joelho e levantar a palma
- Exercício nº17 abraçar joelho contra o peito
- Exercício nº18 passos marciail
MÓDULO III
Prática
Luohan Qi Gong
“Abrir a porta do Céu”
“Abrir a porta do Chi”
“Exercitar a porta da Vitalidade”
MÓDULO IV
Prática
MEDITAÇÃO
Meditação Guiada (Buda no Templo)
Será fornecido manual aos formandos
Galeria da Cave, 17h00
Inauguração
Exposição “Desenho e Pintura” de Catarina Vieira
(Até ao dia 31)
O que é a arte? O que é o belo? O conceito de arte muda com os tempos, com as vontades, com o ser… assim como a ideia do belo. Assim, entre tantas outras coisas, podemos dizer que a arte é um grande processo de auto-redescoberta da Humanidade, um monumento que é como um ser vivo: sempre deslumbrante, sempre fascinante, mas sempre inacabado… Esta exposição, modestamente intitulada “Desenho e Pintura”, é uma amostra do trabalho de uma jovem e promissora artista que se começa a descobrir a si mesma e à arte; uma viagem inocentemente desconexa em busca daquilo a que chamamos beleza…
Catarina Vieira, nascida em Rio Tinto em 1994, tem vindo a explorar o mundo das telas e dos pincéis desde os seus dez anos. Frequenta actualmente o 12.º ano de escolaridade, no curso de artes visuais. Já participou por várias vezes em exposições colectivas, de que se destacam três participações na exposição internacional “GóisArte”. Esta é a sua primeira exposição individual.
José Vieira
Auditório, 17h30-19h30
Cooltiva-te
Para saber a programação, mais detalhes e informações sobre esta e futuras sessões, visite o site: http://cooltivate.wordpress.
Galeria piso 2
Inauguração
17h00
Exposição de pintura “Circus” de Alexandre Rola
(Até ao dia 31)
«Os artistas de circo são superiores a mim
Porque sabem fazer pinos e saltos mortais a cavalo
E dão os saltos só por os dar
E se eu desse um salto havia de querer saber por que o dava
E não os dando entristecia-me
Eles não são capazes de dizer como é que os dão
Mas saltam como só eles sabem saltar
E nunca perguntaram a si mesmos se realmente saltam
Porque eu quando vejo alguma coisa
Não sei se ela se dá ou não nem posso sabê-lo
Só sei que para mim é como se ela acontecesse porque a vejo
Mas não posso saber se vejo coisas que não aconteçam
E se as visse também podia supor que elas sucediam...»
(Fernando Pessoa)
No dia 27 de Outubro de 1978, nasceu, no Porto, Alexandre Rola.
Ingressou, após o secundário, no curso de economia no ano de 1997, que veio a concluir em 2002. Em 2003 tirou o curso de fotografia que lhe forneceu o apoio necessário para alguns experimentalismos fotográficos pelo País e pela Europa. Em 2004 ingressou no curso superior de Design e Comunicação que veio a finalizar em 2008. Em 2010 concluiu uma tese de mestrado sobre Intervenções Urbanas na ESAD.
Paralelamente, desde 2001, pinta exaustiva e diariamente. Desde 2003 que expõe regularmente.
Piano bar, 21h00
Musik Rainbow
Poetry Singers
Selecção musical DJ Martin’s
:: Dia 19 | quarta-feira
Auditório, 14h30
Projecção de filme: “Desencontros”, de Pedro Neves
Um filme sobre uma demonstração de estereótipos sociais.
Org: EAPN
Entrada Livre
:: Dia 20 | quinta-feira
Piano bar, 21h30
Poesia de Choque
A. Pedro Ribeiro e Luís Carvalho
:: Dia 21 | sexta-feira
Auditório, 21h30
Apresentação do livro “Amar a vida inteira”, de Casimiro Brito, por Maria João Reynaud
Casimiro de Brito nasceu em 1938, em Loulé e tem sido um viajante infatigável. Publica desde 1958, e vão mais de 40 títulos: poesia, ficção, ensaio, aforismos, diário, traduções. Está incluído em 197 antologias, um pouco por todo o mundo e está traduzido para 26 línguas. Está a escrever: o Livro das Quedas (poesia), o Livro do Eros, o Livro das Obsessões (fragmentos), o Livro dos Haiku, o Livro do Desejo (ficção), o Livro das Pequenas Coisas (quotidianos). A obra anterior será reunida noutros “livros”. Ganhou vários prémios nacionais e internacionais: o Versília, pela obra reunida; o Leopold Senghor, pela carreira; o Europeu de Poesia, pela tradução italiana do Livro das Quedas (Libro delle Cadute). Conselheiro da Associação Mundial de Haiku (Tóquio); nomeado recentemente Embaixador Mundial da Paz (Genebra). Quatro dos seus livros: Labyrinthus (Prémio da APE), Opus Affettuoso (Prémio do PEN), Na Via do Mestre, Da Frágil Sabedoria.
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evento - Curitiba recebe a turnê literária do terceiro livro do escritor e roqueiro Leonardo Panço

Nesta terça feira, 04/10, o coletivo Fora do Eixo - Curitiba recebe a turnê literária do terceiro livro do escritor e roqueiro Leonardo Panço, 'Esporro'.
Segundo o autor, para escrever seu terceiro livro foi preciso um carnaval sem dinheiro, nem nada pra fazer, colocou o 486 na penteadeira da mãe, tostou sem ar condicionado com os 40 graus do verão carioca, e durante quatro dias praticamente escreveu um livro. Foi colocando na telinha as histórias que viveu intensamente no começo dos anos 90 no rock underground do Rio de Janeiro como guitarrista do Soutien Xiita. Tempos de guitarras altas, pessoas peladas, loucuras e muito barulho. 'Esporro' é sobre as esperanças da juventude, cair na estrada, tocar, compor e viver o sonho do rock com alguns amigos.
As fotos foram surgindo das gavetas de várias casas, os flyers e cartazes perderam a poeira e os ácaros, e foi todo mundo para o vidro do scanner. De lá para as páginas do livro, sob a diagramação e capa de Flávio Flock - que viveu com a mesma intensidade os palcos toscos da cidade como baixista do Poindexter. Ansiedades simples como ver que o cabelo cresceu mais um pouco, que a primeira nota do seu conjunto saiu num fanzine ou, pasmem, no Globo ou na Bizz (ou seria Showbizz?).
Quem viveu o sonho do rock vai se ver nas roubadas do livro, outros vão se lembrar de shows que foram. Você pode estar em qualquer cidade do mundo, mas o rock, os palcos imundos, o equipamento ruim, a cerveja, e sentar na calçada de madrugada para esperar o primeiro ônibus, serão sempre iguais.
Sobre Leonardo Panço:
Começou a tocar em 88, teve algumas bandas até 91. E foi em 92, com a Soutien Xiita, que começou a ter uma vaga noção do que estava fazendo. Gravou demos e um disco. Depois com o Jason, de 97 a 2011, fez quase 100 shows no nordeste, mais de 100 na Europa divididos em três turnês gringas, gravou quatro discos, vários lados b, faixas saíram em coletâneas, lançou três discos no exterior, sendo um em LP (uau). Vários clipes, centenas de outros shows pelo Brasil até sua saída em janeiro.
Publica fanzines desde 91, colaborou em revistas e jornais mesmo antes de entrar para a faculdade. Oficialmente é jornalista desde 98, mas já o era. Fundou a Tamborete Entertainment em 97, CDs de vários artistas, três livros, e mais um DVD por aí vai.
Em 2008 lançou o segundo livro 'Caras dessa idade já não leem manuais'.
A segunda turnê, para o lançamento de 'Esporro', inicia em outubro e vai até dezembro. O livro leva os selos Subfolk, de João Pessoa, e o Bons Costumes da Editora Jovens Escribas, de Natal.
Links:
www.facebook.com/esporro
www.vimeo/esporro90rj
SERVIÇO: Data: 04 de outubro de 2011 Local: 92Graus Rock Snack Endereço: Rua Trajano Reis, 335 - São Francisco - Curitiba/PR Informações.: 3039-3645




