Pelo quarto ano consecutivo, a Oficina de Música de Curitiba incorpora à programação uma mostra de filmes e documentários. A novidade da 31ª edição é a ampliação das salas de cinema. Além da Cinemateca de Curitiba, o Cine Guarani, no Portão Cultural, e o Sesc Paço Liberdade também estarão realizando, de hoje até o dia 29 de janeiro, sessões de cinema com entrada gratuita ou preços populares, sendo algumas delas com a participação de diretores para um bate-papo com o público.
No total, a mostra reúne oito filmes cujos enredos se relacionam com o universo da música e que são produções mais recentes do cinema nacional. Na Cinemateca a programação inicia logo mais, às 16h, com a apresentação do documentário “Palavra (En) Cantada”, de Helena Solberg, até o dia 14. No mesmo período, também pode ser conferido o documentário “Daquele Instante em Diante”, do diretor Rogério Velloso, nas sessões das 18h e 20h, filme que integra a série “Iconoclássicos”, realizada pelo Itaú Cultural - e gentilmente cedido pela instituição para a programação especial do evento.
No próximo sábado (12), a Cinemateca exibe o documentário “Meu Avô, o Fagote”, documentário dirigido por Tatiana Devos Gentile, neta do personagem do filme, o fagotista francês radicado no Brasil, Nöel Devos. No final da sessão, haverá um debate com a neta/diretora e o avô. Ainda na Cinemateca, o público poderá conferir “Vou Rifar meu Coração”, de Ana Rieper, documentário sobre a música brega e que foi muito bem recebido pela crítica nacional. As sessões acontecem entre os dias 15 e 29.
No dia 22, às 20h, a Cinemateca promove uma sessão única do DVD “Fato – Da Tamancalha ao Sampler”, uma homenagem aos 18 anos do grupo paranaense.
Guarani – O Cine Guarani participa da mostra de cinema da Oficina de Música apresentando dois documentários. Entre os dias 11 e 24, fica em cartaz “Cantoras do Rádio”, de Ricardo Cravo Albin, sempre às 18h e 20h. A partir do dia 25 até 7 de fevereiro, será exibido “O Futuro do Pretérito –Tropicalismo Now”, de Ninho Morais. No dia 25, aliás, às 18h, terá uma sessão comentada com o diretor do documentário. No Guarani, a entrada custa R$5,00, R$2,50 e R$ 1,00 (domingo).
Praça – O Sesc Paço Liberdade vai tornar a Praça Generoso Marques uma grande sala de cinema ao ar livre. No lugar será montado um telão de 350 polegadas para exibição de três documentários: “Vou Rifar meu Coração”, “Futuro do Pretérito – Tropicalismo Now” e “As Canções” (Eduardo Coutinho) nos dias 23, 24 e 25 de janeiro, respectivamente, às 20h. O Paço também disponibilizará 150 cadeiras para o público.
A 31ª Oficina de Música de Curitiba é uma realização do Instituto Curitiba de Arte e Cultura, Fundação Cultural e Prefeitura de Curitiba, Governo do Estado do Paraná, Ministério da Cultura e Governo Federal, com o patrocínio da Petrobras e da Sanepar, por meio da Lei de Incentivo à Cultura. A 31ª edição conta ainda com o apoio cultural das seguintes instituições: Ano Brasil Portugal, Casa da Música de Portugal, Centro Cultural Teatro Guaíra, Conservatório de Lyon, Consulado Geral da República da Polônia Em Curitiba, Escola de Música e Belas Artes do Paraná, Faculdade de Artes do Paraná, Família Farinha, Goethe-Institut Curitiba, Jasmine Alimentos, Musicamera Produções, Orquestra Filarmônica de São Petesburgo, Pró-Reitoria de Extensão e Cultura da Universidade Federal do Paraná, Rádio e Televisão Educativa do Paraná – É-Paraná, Sistema Fecomércio Sesc Senac Paraná e Universidade Tecnológica Federal do Paraná.
sexta-feira, 11 de janeiro de 2013
Música nas telonas da Cinemateca, Cine Guarani e Sesc Paço Liberdade
quarta-feira, 9 de janeiro de 2013
Mônica Filgueiras & Eduardo Machado Galeria convida para a abertura da exposição “Layers, Camadas, Sobreposições Interativas” da artista Magy Imoberdorf
Vernissage dia 22 janeiro de 2013, a partir das 19h.
A Mônica Filgueiras & Eduardo Machado Galeria convida para a abertura da exposição “Layers, Camadas, Sobreposições interativas”, da artista plástica Magy Imoberdorf, no dia 22janeiro de 2013, com vernissage a partir das 19h.
Serão exibidos 25 desenhos, em 3 tamanhos: 29x42 cm, 42x60 e 60x88 cm. Cada obra consiste em várias folhas de polyester, transparentes sobrepostas, que podem ser rearranjadas em ordens diferentes, mudando o foco da ação proposta pela artista.
Magy Imoberdorf desenha, desde que se conhece por gente, tudo que a cerca, recriando assim o universo das pessoas sob o seu ângulo.
Neste novo trabalho, ela discute o vai e vem das pessoas, cada vez mais anônimas e cada vez mais indo e vindo sem saber de onde ou para aonde. O desfocado criado pelas várias sobreposições de transparências reproduz a falta de foco que acontece na nossa atenção para com o mundo e os outros.
Cada um caminhando sozinho, vivendo e se movimentando em meio a uma massa de gente que o torna mais um anônimo no meio de tantos.
Esta difícil ser reparado no meio de tantos iguais. Roupas parecidas, conversas com alguém outro que não esta presente ou ouvem coisas de maneira particular e privada no meio do publico e coletivo. Vão aonde? Vão fazer o quê? Que pressa. Essa é a pergunta de Caetano Veloso: o que vão fazer? Vão fazer nada em outro lugar.
Nesta exposição a superposição de desenhos de pessoas em movimento permite a exploração de mais de um caminho a ser percorrido.
“Esta exploração e atenção de meu olhar para as atitudes físicas das pessoas me permitiu chegar a conclusão de que, em geral, elas não ultrapassam 5 movimentos. Percebi que, se a pessoa que estou desenhando mudou de posição é só esperar que ela volta para à posição anterior” revela a suíça Magy Imoberdorf, que hoje divide seu tempo entre o Brasil e seu ateliê em Berlim.
Serviço
“Layers, Camadas, Sobreposições interativas”, da artista plástica Magy Imoberdorf
Abertura: dia 22 de Janeiro de 2013, terça-feira, às 19h
Exposição: de 22 de Janeiro a 16 de fevereiro de 2013
25 desenhos, em 3 tamanhos: 29x42 cm, 42x60 e 60x88 cm
Local: Mônica Filgueiras & Eduardo Machado Galeria
Rua Bela Cintra, 1533
Tel (11) 3082-5292
Horário: 2a a 6ª feira, das 10h às 19h
Sábado, das 10h às 14h30
Site: www.filgueirasemachadogaleria.com.br
Sobre a artista
Magy Imoberdorf nasceu na Suíça, onde cursou a ECAL em Lausanne com formação em artes gráficas. Aos 23 anos emigrou para o Brasil.
Sua primeira exposição foi na Galeria São Paulo em 1984. A maioria de suas obras passa pelo desenho, mesmo que, depois ele seja colado em madeiras ou em outros materiais. Quase sempre são retratos ou reflexões sobre as pessoas em sua volta ou os fatos do momento.
Acredita ainda na estética. Que a obra tem que ter beleza. Mesmo que o assunto seja, por vezes dramático, ele contem um lado bonito de se ver. Hoje a artista divide seu tempo entre o Brasil e a cidade de Berlin, na Alemanha.
Sua próxima exposição acontece na Monica Filgueiras/ Eduardo Machado Galeria de Arte, em 22 de Janeiro 2013.
Exposições individuais / Individual Exhibitions
2011 Camadas / Leyers Galerie Interaction (Berlin, Germany)
2010 Memorias da artista (São Paulo, Brasil)
2007 Desenhos, esculturas, assemblages Fondation Florence / Espace Commines (Paris, France)
2007 Desenhos, esculturas, assemblages Brasilea Fondation (Basel, Switzerland)
2006 Esculturas e assemblages Galeria Fundação Stickel (São Paulo, Brasil)
2005 Ar-T-shirts 600 camisetas diferentes em prol da fundação Dorina Novill. Galeria Mônica Filgueiras (São Paulo, Brasil)
1997 Cortes da vida Galeria Mônica Filgueiras (São Paulo, Brasil)
1994 Resultados da Maratona de desenho em NYC at the New York Studio School (NYSS) Galeria Mônica Filgueiras (São Paulo, Brasil)
1992 Desenhos e assemblages VAL Galeria (São Paulo, Brasil)
1988 Desenhos com lapis de cera Galeria Mônica Filgueiras (São Paulo, Brasil)
1984 Retratos em Patchwork Galeria São Paulo (São Paulo, Brasil)
Exposições em Grupos / Group Shows
2012 Galerie Belvedere em Paraty Brasil
2011 Galeria Ímpar (São Paulo, Brasil)
2011 Galleria Belvedere (Paraty, Brasil)
2011 Art Basel at the Brasilea Foundation (Basel, Switzerland)
2011 Sejam bem-vindos Galeria Ímpar São Paulo, Brasil)
2011 Roupa de Domingo Casa das Rosas (São Paulo, Brasil)
2011 Mube (São Paulo, Brasil)
2010 Galeria Olido A paralelo a Bienal International de São Paulo (São Paulo, Brasil)
2010 Galeria da Daslu com curadoria de Mônica Filgueiras (São Paulo, Brasil)
2010 Roupa de Domingo Galeria Pontes (São Paulo, Brasil)
2009 Roupa de Domingo Galeria Olido (São Paulo, Brasil)
2009 Mulheres das Artes Associação de Medicina de São Paulo (São Paulo, Brasil)
2008 Tuppyexx Galeria Mônica Filgueiras (São Paulo, Brasil)
O CCBB apresenta entre os dias 12 e 27 de janeiro série de shows concebidos para crianças de todas as idades.
O
Centro Cultural Branco do Brasil de Brasilia sedia, entre os dias 12 e
27 de janeiro, a primeira edição do projeto Pequenos Contemporâneos, que
prevê a realização de uma série de shows, com diferentes artistas e
estilos, dedicados às crianças. Shows inteligentes que agradam aos
pequenos pela ludicidade e sagacidade; música de qualidade que apetece
também aos adultos que partilham com os pequenos suas vidas. Trabalhos
que versam direta ou indiretamente sobre as relações entre o universo
adulto e infantil, que fomentam trocas entre pessoas em diferentes fases
da vida, fases essas que se retroalimentam, se complementam e carentes
de iniciativas culturais capazes de uni-las em um mesmo ato
fruitivo-afetivo. Trabalhos artísticos infantis de gente grande:
infantis, mas não infantiloides.
Esta primeira edição, que será realizada no CCBB de Brasília, contará com seis shows: três deles já existentes e três concebidos especialmente para o Pequenos Contemporâneos. As atrações são: Tum Pá (Barbatuques), Pequeno Cidadão (Edgard Scandurra, Antonio Pinto e Taciana Barros) e Kleiton e Kledir e o Grupo Thorll com o show Par ou Impar. Os shows interpretados e rearranjados serão os clássicos Saltimbancos (Chico Buarque), Arca de Noé (Vinicius de Morais) e Quero Passear (Grupo Rumo). O primeiro pelo grupo Bixiga 70 e cantores convidados como Anelis Assumpção, Alzira Espindola, Mauricio Pereira e Skowa, o segundo por André Abujanra e músicos convidados como Kiko Dinucci, Melina Mulazani, Theo Werneck, metais e vocal da banda Móveis Coloniais de Acajú e o terceiro pela cantora Tulipa Ruiz |
Não
é novidade que estamos em um mundo onde a facilidade de produção e
circulação de trabalhos musicais é tão maior que no mundo de outrora,
tendo em vista as nossas novas possibilidades tecnológicas. Também
sabemos que temos cada vez mais estilos musicais convivendo
simultaneamente e maiores possibilidades de fruição de músicas de
diferentes lugares, tendo em vista a translocalidade contemporânea do
mercado musical (afinal de contas podemos conhecer novos produtores,
artistas e estilos musicais de diferentes lugares a partir de nossos
computadores, celulares, tablets conectados à internet, e assim
diversificar nosso consumo e pluralizar nossas referências).
Frente a isso, chega a ser no mínimo estranha a constatação da dificuldade em encontrar produções musicais diversas e de qualidade voltadas para as crianças (também ou exclusivamente) e em circulação no mercado musical nacional. Adultos com vozes infantilizadas e arranjos musicais simplistas, nada audazes ou criativos, ainda integram um modus operandi de fazer música para crianças, como se estas pessoas, as crianças, subestimadas, fossem seres humanos incompletos e, portanto, fadados a ouvir uma música “menor”. E, pobres dos pais que, por vezes com poucas opções, acabam por vivenciar as experiências musicais infantiloides de seus filhos, que mais os distanciam destes que promovem situações onde pais e filhos podem compartilhar um mesmo trabalho artístico, cada um ao seu modo. |
É
claro que, ao longo dos tempos, várias exceções à indústria musical
massiva despontaram, escapando de diferentes formas e graus de suas
práticas predominantes. Alguns acabam descambando para uma ditadura do
“didatismo” sobre o lúdico e o poético, como se os primeiros fossem
prioridade sobre os demais e como se a brincadeira e a poesia não
propiciassem formas de experienciar o mundo e, consequentemente,
levassem ao aprendizado – aprendizado este que, muitas vezes, nenhum
processo didático poderia substituir.
O projeto Pequenos Contemporâneos em Brasília tem por objetivo levar ao público do CCBB da cidade parte da nova produção cultural brasileira, pesquisas musicais de qualidade, de artistas brasileiros “de peso”, relacionadas ao universo infantil. Shows que podem ser apreciados tanto por adultos quanto por crianças, propiciando momentos de compartilhamentos entre estes e atendendo seus diferentes interesses. A intenção é incluir o público infantil e seus responsáveis – carentes de ações culturais que os atendam – na grade programática de um dos principais centros culturais brasileiros (o CCBB Brasília) comprometidos e preocupados com a qualidade artística dos projetos que incentivam, democratizando assim o acesso à cultura para estes pequenos cidadãos. E, em última instância, incentivar novas pesquisas e produções relacionadas aos “pequenos brasileiros”, tendo em vista a carência destes no mercado musical brasileiro. |
Programação: |
O projeto Pequeno Cidadão
nasceu em 2009 da iniciativa de um antigo grupo de amigos da década de
1980, que se conheceram justamente através da música e que se
reencontraram pelo fato de seus filhos frequentarem a mesma escola. São
eles:Edgard Scandurra (ex-Ira!), Taciana Barros (ex-Gang 90) e Antônio
Pinto(compositor de trilhas sonoras de filmes como Central do Brasil). O
gênero do trabalho é, segundo seus próprios autores, música psicodélica
para crianças. Suas letras versam sobre os primeiros problemas
existenciais do ser humano. O myspace do grupo afirma: “as músicas são
inspiradas nos nossos filhos, na nossa experiência como pais e também
nas nossas lembranças de infância. Os temas são: sapo-boi, lagartixa,
chupeta, uirapuru, futezinho na escola, leitinho... e aí vai.... Os
shows estão muito divertidos!”. E são divertidos de fato: playground,
malabares, fantasias e desenhos animados projetados em telões o compõe.
Em Pequeno Cidadão, temas infantis são realizados através de ritmos
adultos que vão do pop rock ao forró. É música popular brasileira
contemporânea para os pequenos contemporâneos do mundo em que vivemos.
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Kleiton & Kledir
tiraram um coelho da cartola. Os irmãos K&K tinham uma carta na
manga e acabam de alegrar o mercado fonográfico brasileiro com um
delicioso disco feito especialmente para crianças. Depois de vários anos
fazendo sucesso entre os adultos, K&K fizeram uma viagem ao país da
garotada e criaram uma dezena de canções inspiradas nesse universo
cheio de fantasia e imaginação. São músicas que falam de bichos,
mágicos, bruxas, pirulitos estranhos, pum perfumado, brincadeiras de rua
e, no meio disso tudo, surge até uma versão infantil da eterna guerra
dos sexos: um desafio, onde um guri e uma guria se enfrentam em forma de
versos rimados. “Par ou Ímpar” resgata um tempo em que nossos grandes
autores escreviam canções para crianças. Kleiton & Kledir criaram
temas como “O Mágico Estrambólico”, “Pirulito Esquisito”, “Formiga
Atômica” e “Bicho Gente” que certamente irão povoar de histórias e
personagens o imaginário de toda uma nova geração. Com letras inspiradas
e um vocabulário rico e diversificado, o disco é uma ótima diversão
para crianças de todas as idades, em especial para as que estão em fase
de alfabetização. Ao mesmo tempo, deve funcionar como uma boa ferramenta
para professores em sala de aula, nesse momento em que o ensino de
música nas escolas passa a ser obrigatório.
|
Fundado em 1996, o grupo Barbatuques
é referência no trabalho musical com percussão corporal, ou seja, na
produção de música orgânica utilizando os corpos dos músicos como
instrumento (voz, palmas, estalos, batidas de mãos e pés...). Neste ano
de 2012, o Barbatuques criou seu primeiro CD e show dedicado ao público
infantil: Tum Pá. O trabalho já circulou pelos estados de São Paulo, Rio
de Janeiro e Minas Gerais. Tum Pá traz sons cotidianos (da natureza, da
cidade, do mundo) em uma grande viagem musical através dos corpos dos
músicos e do público.
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A Arca de Noé interpretadas e rearranjadas pelo irreverente cantor, compositor, multi-instrumentista Andre Abujamra e convidados como Kiko Dinucci, Melina Mulazani, Theo Werneck, metais e vocal da banda Móveis Coloniais de Acajú.
A Arca de Noé é um clássico infantil de Vinícius de Moraes criado na década de 1980. O álbum fez parte da infância de grande parte dos pais de hoje e ainda “faz a cabeça” da criançada. A proposta aqui é levar ao público de Pequenos Contemporâneos as músicas de |
Tulipa Ruiz
é cantora, compositora e ilustradora da nova safra artistica
brasilira. Gravou seu primeiro disco ”Efemêra”, em 2010, o album foi
recebido com grande entusiasmo pela mídia e público – eleito o melhor
do ano pelo jornal Folha de São Paulo, Revista Rolling Stone e Prêmio
MultiShow. Em julho de 2012, lançou “Tudo Tanto” o album que listado
como melhor do ano nas maiores listas de melhores discos do pais.
O disco escolhido pela cantora para a participação no projeto Pequenos Contemporâneos foi ''Quero Passear'' do grupo Rumo, grupo musical brasileiro surgido em 1974 e dissolvido em 1991. O Rumo foi constituído em 1974 por um grupo de alunos da Escola de Comunicação e Artes da USP liderados por Luiz Tatit e com nomes com Ná Ozzetti, Paulo Tatit, Ciça Tuccori, Gal Oppido, Fábio Tagliaferri, na sua trajetoria. Em ''Quero Passear'' o grupo canta canções para crianças. Com destaque para a primeira faixa, 'canção do carro', que é uma adaptação de 'car song' do Woodie Guthrie, e para a nona faixa 'noite no castelo' que ganhou um Prêmio Sharp de melhor música infantil. |
Já
o musical Saltimbancos ganhou projeção a partir da versão brasileira de
Chico Buarque e sua montagem no Canecão no final da década de 1970.
Nosso intuito é produzir uma versão show do musical com músicas
interpretadas e rearranjadas pelo grupo Bixiga 70
e cantores convidados como Anelis Assumpção, Alzira Espindola, Mauricio
Pereira e Skowa. A ascensão deste conjunto instrumental paulistano foi
meteórica. No final de 2010 o grupo fez sua primeira apresentação, tendo
como inspiração máxima a obra do nigeriano Fela Kuti (1938-1997), o
afrobeat, no entanto, foi apenas o ponto de partida de um repertório que
ganhou temas próprios rapidamente. “Luz Vermelha” e “Tema di Malaika”
(ambas do pianista Mauricio Fleury) e “Mancaleone” (do baixista Marcelo
Dworecki) estão entre as gemas próprias que fidelizaram uma platéia
animada e participativa.
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Serviço:
12/01 - Pequeno Cidadão às 16h
13/01 - ‘’Par ou Ímpar’’ - Klayton e Kledir e Grupo Throll às 16h
17 e 18 /01 - ‘’Tum Pá’’ - Barbaturques às 19h
19 e 20/01 - ‘’Arca de Noe’’ com Andre Abujamra e convidados às 16h
24/01 - ‘’Quero Passear’’ com Tulipa Ruiz as 19h
26 e 27/01 - Saltimbancos com Bixiga 70 e convidados - às 16h
Consulte todos os locais e horários de saída no site e no facebook.
Aberto de terça-feira a domingo das 9h às 21h
SCES Trecho 2 – Brasília/DF Tel: 61 3108-7600
e-mail: ccbbdf@bb.com.br site: bb.com.br/cultura
redes sociais: facebook.com/ccbb.brasilia e twitter.com/CCBB_DF
Reunião define últimos detalhes da 31ª Oficina de Música de Curitiba
Agora falta pouco para começar a 31ª Oficina de Música de Curitiba. Amanhã (9) acontece a cerimônia de abertura no grande auditório doTeatro Guaíra, a partir das 20h30. Por isso, ontem (7), a Fundação Cultural de Curitiba convocou todos os profissionais e parceiros envolvidos na realização do evento para participarem de uma reunião, na Capela Santa Maria Espaço Cultural, com o objetivo de fazer ajustes, afinar o trabalho e planejamento da produção e definir os últimos detalhes.
A reunião foi liderada pela diretora geral da 31ª Oficina de Música, Janete Andrade, e contou com a presença do presidente da Fundação Cultural de Curitiba, Marcos Cordiolli. “Um evento deste porte e natureza mobiliza um conjunto de expertises fundamental para sua realização. Agradeço o esforço de toda a equipe que irá trabalhar na Oficina de Música. Nosso desejo é somar com todos e que todos somem conosco”, disse.
Os quatro diretores artísticos da Oficina de Música também prestigiaram o encontro: Osvaldo Ferreira (Direção Artística da Oficina de Música Erudita), Rodolfo Ritcher (Direção Artística da Oficina de Música Antiga) e Sérgio Albach, responsável, ao lado de Glauco Sölter, pela Direção Artística da Oficina de Música Popular Brasileira e Música Latino-americana. Na ocasião, foi apresentada toda a equipe de trabalho e esclarecidas as dúvidas de logística, organização, infraestrutura, segurança dos instrumentos e espaços culturais.
“Foi uma reunião de praxe nos bastidores do evento, para sintonizar a equipe e passar orientações. A Oficina é um evento de grande porte, então temos algumas preocupações, como a circulação de pessoas nos camarins e a segurança dos espaços culturais”, explicou Janete Andrade. “As expectativas não podiam ser melhores. Estamos preparados para a o evento e está tudo caminhando dentro do que foi programado”, concluiu. A equipe básica da produção da 31ª Oficina de Música de Curitiba é formada por cerca de 150 pessoas, entre profissionais da Fundação Cultural de Curitiba, terceirizados e voluntários.
A 31ª Oficina de Música de Curitiba é uma realização do Instituto Curitiba de Arte e Cultura, Fundação Cultural e Prefeitura de Curitiba, Governo do Estado do Paraná, Ministério da Cultura e Governo Federal, com o patrocínio da Petrobras e da Sanepar, por meio da Lei de Incentivo à Cultura. A 31ª edição conta ainda com o apoio cultural das seguintes instituições: Ano Brasil Portugal, Casa da Música de Portugal, Centro Cultural Teatro Guaíra, Conservatório de Lyon, Consulado Geral da República da Polônia em Curitiba, Escola de Música e Belas Artes do Paraná, Faculdade de Artes do Paraná, Família Farinha, Goethe-Institut Curitiba, Jasmine Alimentos, Musicamera Produções, Orquestra Filarmônica de São Petesburgo, Pró-Reitoria de Extensão e Cultura da Universidade Federal do Paraná, Rádio e Televisão Educativa do Paraná – É-Paraná, Sistema FecomércioSesc Senac Paraná e Universidade Tecnológica Federal do Paraná.
Mais informações sobre a 31ª Oficina de Música de Curitiba nos sites:
www.oficinademusica.org.br
www.fundacaoculturaldecuritiba.com.br
www.facebook.com/fundacaoculturaldecuritiba
www.twitter.com/fccuritiba
A arte do nu feminino no Museu da Fotografia
Exposição “Tales of Talena”, de Jean Rodrigues
Data: 12 de janeiro a 11 de fevereiro de 2013
Horário: 9h às 12h e 14h às 18h (3ª a 6ª feira) e 12h às 18h (sábado e domingo)
Entrada franca

Suicidal Angels: show poderoso e estridente à caminho do Brasil

Banda toca em São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba e Porto Alegre
A banda Suicidal Angels, uma das sensações do heavy metal europeu, já está viajando rumo ao Brasil. O grupo recentemente se apresentou na Cidade do México e, segundo a imprensa especializada, a performance dos gregos foi devastadora.
“Desde o início, o público não deu trégua com muito slam, mosh e bate-cabeça, e após 15 minutos de show, mostraram como uma banda foi surpreendida pela resposta dos fãs, deixando cada gota de suor possível acima do piso. (...) Um bom começo para o ano, com poder e muito thrash estridente suicida”, declarou Andre Dulché, repórter do site Polvora. Leia a matéria completa e fotos em http://polvora.com.mx/2013/01/la-noche-de-suicidal-angels/.
Com 11 anos de estrada e participação em grandes festivais da Europa, Nick Melissourgos (vocal/guitarra), Chris Tsitsis (guitarra), Angel Kritsotakis (baixo) e Orfeas Tzortzopoulos (bateria) tocam em Porto Alegre (09/01 – Beco), Curitiba (10/01 – Espaço Cult Arte), São Paulo (12/01– Hangar 110) e Rio de Janeiro (13/01 - Rio Rock & Blues Music Club). Os ingressos em todas as cidades continuam à venda.
Recentemente, Nick Melissourgos (vocal/guitarra) concedeu entrevista exclusiva à The Ultimate Music - Press. Confira em http://theultimatepress.blogspot.com.br/2013/01/suicidal-angels-agressividade-que-vem.html. Além disso, eles mandaram uma mensagem em video http://www.youtube.com/watch?v=Fp6Lf7KU53A&f.
Mais fotos do show no México estão disponíveis em http://theultimatepress.blogspot.com.br/2013/01/suicidal-angels-show-poderoso-e.html.
Serviço Porto Alegre
Abstratti Produtora apresenta Suicidal Angels no RS
Data: 09/01
Local: Beco
End: Av. Independência, 936
Hora: 18h - abertura da casa | 19h – Wishcraftt | 20h – Leviaethan | 21h – Suicidal Angels
Ingressos: R$ 60,00 (1° lote) | R$ 70,00 (2° lote) | R$ 80,00 (3° lote)
Pontos de venda:
Lojas:
A Place (Centro Shopping - Rua Voluntários da Pátria, 294, loja 150)
Zeppelin (Galeria Luza - Rua Marechal Floriano, 185, loja 209)
Short Fuse (Galeria Malcom e Shopping Total)
Online: www.ticketbrasil.com.br (em até 12x no cartão)
Serviço Curitiba - Furia Metal Festival
CP Management e Metal Music orgulhosamente apresentam Suicidal Angels
Data: 10/01
Local: Espaço Cult Arte
End: Rua Doutor Claudino dos Santos, 72 - Largo da Ordem
Tel: 41 3323.2381 - http://www.espacocultart.com.br
Hora: 20h (Abertura da casa) | 20h30 (bandas convidadas) | 23h (Suicidal Angels)
Bandas: Poison Beer, Necropsya, Jailor
Ingressos: Pista: R$ 40,00 (1° lote – estudante/promocional)
Pontos de Venda: Lets Rock (41 3324.2676), Tunel do Rock (41) 3322.4077
Venda online: www.ticketbrasil.com.br (à vista ou parcelado)
Serviço São Paulo - Furia Metal Festival
CP Management e Metal Music orgulhosamente apresentam Suicidal Angels
Bandas convidadas: Leviæthan, Guillotine, ByWar
Data: 12/01
Local: Hangar 110 – Rua Rodolfo Miranda, 110 (próximo do Metrô Armênia)
Hora: 19h (Abertura da casa) | 20h (bandas convidadas) | 22h30 (Suicidal Angeles)
Ingressos: Pista promocional R$ 80,00 (1° lote)
Pontos de Venda: Die Hard (11 3331.3978), Consulado do Rock (11) 3221.7933, Mutilation (11) 3222.8253 e Paranoid (11) 3221.5297
Santo André: Metal CDs (11) 4994.7665
Venda online: www.ticketbrasil.com.br (à vista ou parcelado)
Serviço Rio de Janeiro - Furia Metal Festival
CP Management, Metal Music e SCELZA Produções orgulhosamente apresentam Suicidal Angels
Bandas convidadas: Prophecy, Sodomizer
Data: 13/01 - Domingo
Local: Rio Rock & Blues Music Club
End: Rua Riachuelo, 20 (próximo dos Arcos da Lapa)
Tel. 21 2222.2334 - www.riorockebluesclub.com.br
Hora: 20h (Abertura da casa) | 20:30h (bandas convidadas) | 23h00 (Suicidal Angeles)
Ingressos:
Pista promocional R$ 50,00 (1° lote promocional, meia entrada inclusa) | R$70,00 (no dia)
Pontos de Venda: Sempre Música (Ipanema) - 21 2523-9405 | Sempre Música (Catete) - 21 2265-6910 | Scheherazade (Tijuca) - 21 2569-1250 | Hard n Heavy (Flamengo) - 21 2552-2449 | Niterói e São Gonçalo - Rodrigo: 21 9742-5991.
Informações: (21) 9858-1699 - Scelza
Venda online: www.ticketbrasil.com.br (à vista ou parcelado)
Blog das Editoras Biruta e Gaivota
As Editoras Biruta e Gaivota têm uma novidade muito legal!
Lançamos o blog Biruta Gaivota; um espaço destinado à interação com os nossos
leitores. Procuramos apresentar um conteúdo diferenciado e interessante, com o
objetivo de agradar e aproximar o nosso público! Confira as nossas seções e
deixe seu comentário, em www.blogbirutagaivota.com.br
Stryper envia mensagem aos fãs brasileiros
O Stryper, primeiro e maior grupo de heavy metal cristão do mundo, faz única apresentação no Brasil, no próximo dia 17 de fevereiro, no Carioca Club, em São Paulo. A banda, que tem 29 anos de carreira e mais de 10 milhões de álbuns vendidos, aproveitou a oportunidade para enviar mensagem aos fãs brasileiros
Prestes a desembarcar no Brasil, o lendário Stryper enviou uma descontraída mensagem aos fãs brasileiros através de um vídeo publicado no YouTube. Após uma sessão de fotos, Michael Sweet (vocal/guitarra), Oz Fox (guitarra), Tim Gaines (baixo) e Robert Sweet (bateria) evidenciaram grande a expectativa para o show do próximo dia 17 de fevereiro, no Carioca Club, em São Paulo. Esta será a única apresentação no país.
Com 29 anos de carreira e mais de 10 milhões de álbuns vendidos, o Stryper ficou mundialmente conhecido por ser o primeiro grupo de heavy metal cristão. Formada em 1983, o grupo fez um enorme sucesso e conquistou uma legião de fãs em todo mundo mesmo fora do segmento gospel. Esta será a segunda vez que o grupo vem ao Brasil com a sua formação original. Confira o recado em http://www.youtube.com/watch?v=9pnscQYgoOM&f.
No repertório não vão faltar hits como "Calling on You", "Free", "Honestly", "Always there for you", "To Hell with the Devil", além das versões lançadas no álbum "The Covering", que traz apenas covers de bandas como Iron Maiden, KISS, Ozzy, Judas Priest, Led Zeppelin, Van Halen, Scorpions e Ufo.
Os ingressos continuam à venda no site www.ingressosparashows.com.br, na Galeria do Rock (loja Lady Snake) e, nas bilheterias do Carioca Club, no valor de R$ 70,00 (pista estudantes) e R$ 90,00 (pista promocional antecipada).
O Stryper passou por um hiato na década de 1990, parando as atividades em 1992, mas voltou às atividades nos anos 2000. A première aconteceu em 2006 e, em 2011, a turnê sul-americana foi cancelada por motivos desconhecidos.
Recentemente, eles foram uma das principais atrações do renomado Monsters of Rock Cruise. O show foi tão empolgante, que a banda foi confirmada para integrar o cast da edição do evento em 2013. Confira algumas fotos desta apresentação deste ano em http://www.rockexpress.net.br/2012/03/10/stryper/.
Serviço São Paulo
Data: 17 de Fevereiro 2013
Local: Carioca Club
End: Rua Cardeal Arcoverde, 2899 - Pinheiros (próximo ao Metrô Faria Lima)
Hora: Abertura da casa: 18h | Show: 20h
Preços: R$ 70,00 (pista estudante), R$ 90,00 (pista promocional antecipada) e R$ 140,00 (porta)
Pontos de venda: Galeria do Rock (loja Lady Snake – somente dinheiro) | Carioca Club
Venda online: www.ingressosparashows.com.br
Camerata Antiqua abre a 31ª Oficina de Música de Curitiba
O concerto da Camerata Antiqua de Curitiba abre nesta quarta-feira (09), às 20h30, no Teatro Guaíra, a 31ª edição da Oficina de Música de Curitiba. Mais de 80 atrações, entre concertos, palestras, lançamentos de livros e workshops, compõem a programação artística do evento, além dos 92 cursos com professores de 17 países. Serão 20 dias de atividades intensas e inúmeras apresentações que fazem do festival curitibano um dos maiores da América Latina.
O prefeito de Curitiba Gustavo Fruet e o presidente da Fundação Cultural, Marcos Cordiolli, estarão na cerimônia de abertura. Cordiolli acaba de assumir a presidência da Fundação Cultural de Curitiba e manifestou sua satisfação em iniciar a gestão com um evento tão importante para a cidade e para o país.
Para Marcos Cordiolli, a Oficina de Música é um patrimônio da cidade e um presente para o mundo, em sua diversidade de eventos e gêneros musicais que convivem há três décadas em Curitiba. “Sou um recorrente ouvinte da música antiga, que aprendi a apreciar nas Oficinas de Música durante minha juventude, nos anos 1980. Assim como aconteceu comigo, muitos outros tiveram e terão o primeiro contato com diferentes gêneros musicais na Oficina, abrindo horizontes e apreciando a arte com mais plenitude”, disse.
O concerto - Após a cerimônia oficial, a Camerata Antiqua de Curitiba, sob a regência do maestro argentino Juan Quintana, apresenta um repertório escolhido especialmente para a ocasião. Serão apresentadas duas obras de Mozart, uma do compositor brasileiro Radamés Gnatalli e a “Coronation Anthems”, de Haendel, que traduz a festividade de inauguração da 31ª Oficina. Esta peça, marcada pela exuberância e vigor, foi escrita em 1727 para a coroação do Rei George II e da rainha Caroline, da Inglaterra, e desde então passou a ser interpretada em todas as cerimônias de coroação dos monarcas ingleses.
Na primeira parte, o concerto terá a participação especial de dois solistas, o esloveno Boštjan Lipovšek, que faz o solo de trompa numa das composições de Wolfgang Amadeus Mozart (Concerto para trompa e orquestra nº 1 em Ré maior), e o violonista brasileiro Fábio Zanon, que atua no “Concerto à brasileira para violão e orquestra de cordas”, de Radamés Gnatalli. Boštjan Lipovšek é membro da Orquestra Sinfônica da Eslovênia, mas também se apresenta com a Orquestra Sinfônica de Berlim e a Filarmônica de Israel. É professor da Academia de Música de Zagreb, na Croácia, e vem para dar aulas na Oficina de Música.
O outro solista, o brasileiro Fábio Zanon, é um dos nomes mais respeitados no cenário internacional do violão clássico. Fábio tem se apresentado por toda a Europa, América do Norte, América do Sul, Austrália e Oriente Médio. Foi vencedor de dois dos maiores concursos internacionais: o 30º Concurso “Francisco Tarrega”, na Espanha, e o 14º Concurso da Fundação Americana de Violão, nos Estados Unidos. A essas vitórias seguiu-se uma turnê de 56 concertos nos Estados Unidos e Canadá e o lançamento de seus primeiros CDs. Sua gravação da obra completa de Villa-Lobos, pelo selo americano Music Masters, é considerada uma referência. Desde 2008 é professor visitante da Royal Academy of Music de Londres.
Para reger o concerto, o maestro convidado é o argentino Juan Manuel Quintana, que também fez carreira na Europa, onde se especializou em música antiga. Estudou na Schola Cantorum Basiliensis, na Suíça, e no Conservatório Superior de Paris. Apresentou-se em diversos países nos cinco continentes, com grupos europeus. Participou da montagem e dirigiu óperas na Argentina e no exterior. Atualmente é professor de viola da gamba no Conservatório Manuel de Falla de Buenos Aires e é convidado para ministrar cursos na Espanha, Chile e Brasil.
Tradicionalmente, a Camerata Antiqua de Curitiba, um dos símbolos da cultura curitibana, tem feito os espetáculos de abertura da Oficina da Música. Prestes a completar 40 anos de existência, é considerada um dos mais importantes e também mais antigos conjuntos de câmara do país. Formada por coro e orquestra, a Camerata já fez várias apresentações no Brasil e exterior. Em Curitiba, mantém um calendário anual de concertos realizados em sua sede, a Capela Santa Maria Espaço Cultural, e também em igrejas e outros espaços culturais. A Camerata, que iniciou suas atividades em 1974, dedicando-se à música barroca e da renascença, hoje tem um repertório diversificado, onde figura a execução de obras dos grandes nomes da música erudita universal. Nos últimos anos, obteve sucesso e reconhecimento em diversas estreias nacionais e mundiais, inclusive de obras comissionadas especialmente para o grupo.
Muitos outros concertos estão programados já a partir de quinta-feira (10). A apresentação do Quarteto de Cordas Lopes Graça, de Portugal, e o recital de piano da polonesa Magdalena Lisak são as próximas atrações. A programação completa está disponível no site www.oficinademusica.org.br.
A 31ª Oficina de Música de Curitiba é uma realização do Instituto Curitiba de Arte e Cultura, Fundação Cultural e Prefeitura de Curitiba, Governo do Estado do Paraná, Ministério da Cultura e Governo Federal, com o patrocínio da Petrobras e da Sanepar, por meio da Lei de Incentivo à Cultura. A 31ª edição conta ainda com o apoio cultural das seguintes instituições: Ano Brasil Portugal, Casa da Música de Portugal, Centro Cultural Teatro Guaíra, Conservatório de Lyon, Consulado Geral da República da Polônia em Curitiba, Escola de Música e Belas Artes do Paraná, Faculdade de Artes do Paraná, Família Farinha, Goethe-Institut Curitiba, Jasmine Alimentos, Musicamera Produções, Orquestra Filarmônica de São Petesburgo, Pró-Reitoria de Extensão e Cultura da Universidade Federal do Paraná, Rádio e Televisão Educativa do Paraná – É-Paraná, Sistema Fecomércio Sesc Senac Paraná e Universidade Tecnológica Federal do Paraná.
Serviço:
31ª Oficina de Música de Curitiba
Concerto de abertura – Camerata Antiqua de Curitiba, com regência do maestro argentino Juan Quintana e participação especial dos solistas Boštjan Lipovšek (trompa) e Fábio Zanon (violão).
Local: Auditório Bento Munhoz da Rocha Netto – Teatro Guaíra (R. Conselheiro Laurindo, s/n – Centro)
Data e horário: 9 de janeiro de 2012 (quarta-feira), às 20h30
Ingressos: R$ 30 e R$ 15
sexta-feira, 4 de janeiro de 2013
Cinquenta tons do Sr. Darcy: Uma paródia
Cinquenta tons do Sr. Darcy: Uma paródia
Título Original: Fifty shades of. Mr. Darcy: a parody
de Emma Thomas
Tradutor: Natalie V. Gerhardt
Páginas: 304
Formato: 14 x 21 cm
O LIVRO
Imagine Elizabeth Bennet e o sr. Fitzwilliam Darcy, protagonistas de Orgulho e preconceito, deixando de lado a moral e o recato e dando vazão a seus desejos mais ocultos de forma mais pervertida que Christian Grey e Anastasia Steele, personagens de Cinquenta tons de cinza. O resultado: Cinquenta tons do sr. Darcy, a incrível e hilária paródia escrita por um famoso inglês sob o pseudônimo de Emma Thomas.
É interessante notar como a autora aliou duas linguagens tão distintas: uma clássica e recatada e outra moderna e coloquial. Além disso, é notório que Thomas estudou minuciosamente os dois romances, mesclando as melhores passagens e situações das histórias. Contudo, obviamente, a ironia é a principal característica de Cinquenta tons do sr. Darcy:
“Se pudesse lhe mostrar (...) como uma partida de gamão poderia se equiparar à excitação de grampos de mamilos e como adornar um chapéu poderia proporcionar tanto prazer aos sentidos quanto a inserção de um plugue anal extragrande.”
Leitura obrigatória para aqueles que amaram o livro de Jane Austen e/ou o de E L James. No fim, uma certeza: todos vão querer ler outros romances clássicos também em versões apimentadas.
A CRITICA
“Os leitores poderão ler as cenas que sempre quiseram e não puderam.” (The Guardian)
“Uma paródia de sucesso!” (Marie Claire)
“Agradará a todos os leitores.” (The Sun)
A AUTORA ?
Emma Thomas é um codinome. Na verdade, um inglês mundialmente famoso escreveu este livro. Talvez seja o David Beckham, vai ver foi alguém do Palácio de Buckingham ou um dos Rolling Stones (a julgar pelo nível de loucura, deve ter sido última opção). Mas pode ter sido qualquer um. Não importa: alguém fugiu do manicômio e teve a ideia de unir Orgulho e preconceito e Cinquenta tons de cinza. O resultado é Cinquenta tons do sr. Darcy, uma das maiores loucuras postas em papel.
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