quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Mulheres em cursos tradicionalmente masculinos, migração de professores, cotas... Novos olhares sobre diferenças e desigualdades



Marília Pinto de Carvalho reúne estudos sobre esse tema em Diferenças e desigualdades na escola, lançamento da Papirus Editora que acontece nesta sexta-feira, 7, na Livraria da Vila, em São Paulo



Tema recorrente do currículo escolar em diversas disciplinas, as discrepâncias e contrastes em todos os âmbitos da nossa sociedade também são assuntos que intrigam a pesquisa científica. Diferenças e desigualdades na escola (Papirus Editora), será lançado no dia 7 de dezembro, a partir das 19h30, na Livraria da Vila, na Vila Madalena, em São Paulo, que contará com bate-papo e sessão de autógrafos com a organizadora da obra, Marília Pinto de Carvalho e algumas das coautoras – Andréia Botelho de Rezende, Luciana Alves e Maria Clara Lopes Saboya.

A Obra reúne resultados de estudos, sobre essa temática, promovidos pelo intercâmbio estabelecido entre os programas de pós-graduação em Educação da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), da Universidade Federal Fluminense (UFF) e da Universidade de São Paulo (USP), por meio do Programa Nacional de Cooperação Acadêmica (Procad), da Capes. “Embora não seja exatamente inovadora a temática geral tratada no livro – frequentemente nomeada como ‘diversidade’ nos meios educacionais –, ousamos qualificar nossa abordagem como ‘novos olhares’, presentes nos resultados de pesquisas apresentados em cada capítulo”, conta Marília Pinto de Carvalho, organizadora da obra.

“Não se trata apenas de diversidade ou multiplicidade cultural, mas de acesso diferenciado aos bens materiais e simbólicos. Reconhecemos também a indiscutível relevância das desigualdades socioeconômicas: elas estão presentes como pano de fundo em praticamente todos os capítulos”, completa.

A coletânea é dividida em uma apresentação e mais sete capítulos independentes, porém complementares. Ao todo, nove coautoras dividem os créditos do livro e abordam assuntos como a literatura como meio de inclusão de conteúdo de história e cultura afro-brasileira e africana, articulação entre gênero, raça e educação escolar, os cotistas das universidades, alunas em cursos que são tradicionalmente masculinos, migração de professores, entre outros.

“Dessa forma esperamos apresentar ao leitor um conjunto de resultados de pesquisa instigante, que leve a novas indagações e produza inquietações em cada educador ou cidadão interessado numa escola e numa sociedade mais justas e igualitárias”, finaliza Marília.

Sobre a organizadora:

Marília Pinto de Carvalho (org.) é professora livre-docente na Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP). Publicou, entre outros, os livros No coração da sala de aula: Gênero e trabalhos docentes nas séries iniciais (Xamã, 1999) e Avaliação escolar, gênero e raça (Papirus, 2009).

Serviço:

Lançamento do livro Diferenças e desigualdades na escola
 Quando: 7 de dezembro de 2012, sexta-feira
 Horário: 19h30
 Onde: Livraria da Vila – Rua Fradique Coutinho, 915 – Vila Madalena – São Paulo, SP
 Tel.: (11) 3814-5811

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

A (in)segurança pública em São Paulo

A (in)segurança pública em São Paulo

Ausência de política pública para a área, herança jurídica da ditadura militar e promiscuidade de agentes estatais com a bandidagem são alguns dos fatores da crise no estado.

Leia e comente as opiniões de Guaracy Mingardi, Marco Aurélio de Souza, Rildo Marques de Oliveira e Vanderlei Siraque.

Os Sentidos do Lulismo, de André Singer


Estantes | Livros

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Os Sentidos do Lulismo, de André Singer

O livro de André Singer é a reflexão mais sistemática e com perspectivas de totalidade sobre a história recente do Brasil, centrada em um fenômeno político novo.
Novembro 2012 | Resenha | Juarez Guimarães

MuBE e Aliança Francesa apresentam "Harcourt, Escultor de Luz"



MuBE e Aliança Francesa apresentam “Harcourt, Escultor de Luz”


Brigitte Bardot, John Malkovich, Kenzo e Edith Piaf são alguns dos 99 clicados, cujas imagens estarão expostas

A partir do dia 08 de janeiro de 2013 o MuBE, em parceria com a Aliança Francesa de São Paulo, recebe a mostra “Harcourt, Escultor de Luz”, com uma seleção de 99 retratos de personalidades da política, artes, cinema e esportes do mundo inteiro. A exposição é gratuita e fica em cartaz até 28 de janeiro.

O lendário Estúdio Harcourt é o sobrevivente de uma época de grandes estúdios de fotografia e, desde 1934, registra personalidades em branco e preto, todas com o mesmo efeito de luz. Além da luz, a maquiagem é um fator fundamental do estilo Harcourt. “Ela começa a vestir o rosto ao brincar com a sombra e com a luz. A iluminação permite sublinhar a intimidade para criar uma emoção, já que a Luz com “L” maiúsculo é a marca inconfundível de Harcourt”, diz Yann Lorvo, Diretor Geral da Aliança Francesa no Brasil e integrante da curadoria da exposição.

A primeira cidade a receber a mostra itinerante no país foi o Rio de Janeiro. De lá seguiu para Fortaleza e agora é a vez de São Paulo. Ainda em 2013, a exposição “Harcourt, Escultor de Luz” passa por Belo Horizonte, Curitiba, Porto Alegre e Brasília.

O Estúdio Harcourt, em parceria com a L´Oréal Cabeleireiros contra a Aids, desenvolveu um calendário com 12 fotos de personalidades clicadas pelo fotógrafo parisiense Didier Bizous, integrante do Estúdio Harcourt. A Aliança Francesa foi a responsável por trazer o projeto para o Brasil e recriar o estúdio em um hotel no Rio de Janeiro para ilustrar as páginas do calendário Cabeleireiros Contra Aids 2013. A renda arrecada foi doada para a Sociedade Viva Cazuza. A exposição em São Paulo terá três das doze fotos do calendário L´Oréal:estarão no MuBE os retratos dos atores José Mayer e Cássia Kiss e do cantor Ney Matogrosso.

Personagens icônicos, como Brigitte Bardot, Salvador Dali, Serge Gainsbourg, John Malkovich, Marlène Dietrich, Catherine Deneuve, Dita Von Teese e Edith Piaf, integram a mostra. Na área do esporte, o brasileiro Gustavo Kuerten, o tenista Rafael Nadal, Zinedine Zidane e ainda os pilotos Alain Prost e Michael Schumacher foram fotografados. Os estilistas Jean-Paul Gaultier, Karl Lagerfeld, John Galiano, Pierre Cardin e Kenzo representam a moda mundial. A única mulher brasileira contemplada na exposição é a atriz Glória Pires. Para saber mais, acesse http://mube.art.br/.

Cosette Harcourt, fundadora e inspiradora do Estúdio

O mítico Estúdio Harcourt é indissociável de uma de suas personalidades fundadoras: Germaine Hirschfeld, chamada Cosette Harcourt. Uma mulher distinta, estilo Coco Chanel, que fuma, gosta de carros e aproveita a independência que o trabalho lhe propicia. Cosette Harcourt vive envolta em mistério a tal ponto que em 1976, depois de sua morte, muitas incertezas sobre sua biografia permanecerão.

Sobre a Aliança Francesa:

Criada em 21 de julho de 1883 por um comitê de personalidades como  Paul Cambon, Ferdinand de Lesseps, Louis Pasteur, Ernest Renan, Jules Verne e Armand Colin, a Aliança Francesa é uma instituição sem fins lucrativos cujo principal objetivo é a difusão da língua e da cultura francesa fora da França. Para tanto, promove o ensino do francês como língua estrangeira e concede certificados específicos de proficiência e conhecimento linguísticos. A rede da Aliança Francesa compreende escolas na França para a recepção de estudantes estrangeiros e cerca de 1000 estabelecimentos instalados em 130 países, onde estudam cerca de 500 mil pessoas.

Um dos mais importantes vínculos entre a  Aliança Francesa de Paris e os centros locais diz respeito à expedição dos diplomas DELF (Diploma de estudos em língua francesa) e DALF (Diploma aprofundado de língua francesa). Ambos os exames são reconhecidos pelo Ministério da Educação da França e expedidos com exclusividade pela Aliança Francesa.

Sobre o MuBE:

O Museu Brasileiro da Escultura (MuBE) desenvolve extensa e diversificada programação cultural, com exposições, cursos, seminários, palestras, recitais de piano, cinema e teatro. São realizadas, em média, 25 exposições por ano, com mostras de artistas renomados, nacionais e internacionais, com espaço para novos talentos. O museu recebe, aproximadamente, 150 mil visitantes por ano. As exposições contam com visitas educativas para crianças, estudantes, grupos de terceira idade e o público em geral. O MuBE conta com apoio institucional de 3M, Stella Artois, Kettel One e BMW, viabilizado via ProAC / Governo do Estado de São Paulo.

Histórico da Campanha Cabeleireiros contra Aids

Cabeleireiros contra Aids é um projeto mundial da L’Oréal em parceria com a UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura). No Brasil, tem apoio do Ministério da Saúde, por meio do programa Nacional de DST/Aids. A ideia surgiu em 2001 na África do Sul, e tornou-se mundial em 2005, com a assinatura em Paris de um acordo entre a presidência da L’Oréal Divisão de Produtos Profissionais e a direção da UNESCO. Hoje a campanha está presente em 40 países e no Brasil foi lançada em 2006 e conta com cerca de 4 mil cabeleireiros. Acesse: www.cabeleireiroscontraaids.com.br



“Harcourt, Escultor de luz” - MuBE - Museu Brasileiro da Escultura
Abertura: Dia 08 de janeiro de 2013, às 19h
Período expositivo: de 09 a 28 de janeiro de 2013
Entrada gratuita
Endereço: Av. Europa, 218. São Paulo
Informações: 11 2594-2601, mube@mube.art.br
Horário de funcionamento: Terça-feira a domingo, das 10h às 19h

TRIXMIX Última Edição do Ano

TRIXMIX

Última Edição do Ano

preço único: R$ 25.00

6 de Dezembro de 2012

no Estúdio Emme


TRIXMIX

Edição de 6 de Dezembro

Abertura da casa:  20h30 com DJ e drinks

Início do show: 21h30

Duração do espetáculo: 70 minutos

Local: Estúdio Emme
Av. Pedroso de Morais, 1036

Recomendação: 18 anos

Ingresso R$ 25.00 – preço único

Vendas antecipadas: na bilheteria do local

Horário de funcionamento:

segunda a sábado, das 13h às 19h.

Entrada e assentos para deficientes

Serviço de bar e restaurante
Estacionamento:
Valet - R$ 20,00.

Informações: 3774-0415

VILA REAL de João Ubaldo Ribeiro




VILA REAL

de João Ubaldo Ribeiro




Lançamento: 01/11/2012

Formato: 16 x 23

168 páginas

Este é um livro agreste, duro, que não busca gracejos, envolve e por isso nos inquieta.É quando o escritor genial de faz presente e atanos a um livro que quer ser lido. Angustiante cada página nos remete a uma inexoravel vingança da morte tão anunciada como a de morrer sentado e ser enterrado assim. Em 1979 João Ubaldo estava febril e nos ministrando angustias. (E.C)

Em seu Estudo das Representações Sociopoliticas sobre João Ubaldo Ribeiro e Mia Couto, tendo em mente principalmente o romance Vila Real , Ângela Cristina Antunes Conceição (Departamento de Letras Clássicas e Vernáculas, USP, Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas) apropriadamente diz que "de várias formas, João Ubaldo e Mia Couto assumem com maestria a sua função de intelectual não só pela construção ficcional das suas narrativas que nos interrogam, e ao mesmo tempo, respondem sobre as nossas indagações, mas também, por tornar a nossa leitura, uma leitura de vida, de sentimentos: de dor, de angústia, de tristeza, de lembranças, de esperanças, enfim até de alegria."


O LIVRO
Vila Real é um romance dotado de tensão e violência. Publicado originalmente em 1979, este livro de João Ubaldo Ribeiro é uma complexa metáfora dos conflitos rurais que respingam de sangue a história do Brasil. Ambientada nas imediações de uma pequena cidade fictícia do sertão nordestino, a narrativa descreve a luta de camponeses contra a “Caravana Misteriosa”, como apelidam uma empresa mineradora que lhes tomara as terras.

Argemiro é o líder dos posseiros expulsos da pequena Vila Real por uma companhia mineradora estrangeira. Ele enfrenta os homens chefiados por Genebaldo, defensor dos interesses da empresa e da ordem que está sendo ameaçada pelos camponeses. Sem as terras que lhes dão sustento para a vida e leito para a morte, os habitantes da cidade lutam para reconquistar o pouco que têm.

Aliando-se ao temido Filho de Lourival, ao feroz Alarico e aos incendiários padres Bartolomeu e Benedito, Argemiro trava um sangrento embate no acampamento atacado pelo inimigo. Apesar das perdas, eles vencem a batalha – mas não a guerra. Argemiro acaba por se refugiar com seu povo junto ao rio Japiau. Lá, reúnem forças para seguir com a luta, ainda que a vitória lhes pareça cada vez mais incerta.

Entre fugir e morrer, os sem-terra decidem resistir, mesmo que a vitória lhes pareça impossível. Mesmo diante da dureza do sertão nordestino, implacável por sua natureza agreste e suas injustiças sociais, Argemiro e a população de Vila Real resistem e fazem o máximo para saírem vitoriosos do trágico embate. Através das próprias reflexões dos personagens, vida, morte e a condição humana são abordadas com um olhar profundo.

João Ubaldo Ribeiro faz em Vila Real um retrato da rústica imposição dos poderosos sobre os despossuídos, questão tão presente nos conflitos rurais. Ao mesmo tempo em que representa uma denúncia da perpétua injustiça social no campo e no sertão, o romance vai além. O autor mostra um olhar agudo sobre a miséria humana – e a esperança de superá-la.

O AUTOR
João Ubaldo Osório Pimentel Ribeiro (Itaparica, 23 de janeiro de 1941) é um escritor, jornalista, roteiristae professor brasileiro, formado em direito e membro da Academia Brasileira de Letras. É ganhador do Prêmio Camões de 2008, maior premiação para autores de língua portuguesa Ubaldo Ribeiro teve algumas obras adaptadas para a televisão e para o cinema, além de ter sido distinguido em outros países, como a Alemanha. É autor de romances como Sargento Getúlio, O Sorriso do Lagarto, A Casa dos Budas Ditosos, que causou polêmica e ficou proibido em alguns estabelecimentos, e Viva o Povo Brasileiro, tendo sido, esse último, destacado como samba-enredo pela escola de samba Império da Tijuca, no Carnaval de 1987.É pai do ator e VJ da MTV Bento Ribeiro.

SUAS OBRAS

Romances

    Setembro não tem sentido - 1968
    Sargento Getúlio - 1971
    Vila Real - 1979
    Viva o povo brasileiro - 1984
    O sorriso do lagarto - 1989
    O feitiço da Ilha do Pavão - 1997
    A Casa dos Budas Ditosos - 1999
    Miséria e grandeza do amor de Benedita (primeiro livro virtual lançado no Brasil) - 2000
    Diário do Farol - 2002
    O Albatroz Azul[10] - 2009

Contos

    Vencecavalo e o outro povo - 1974
    Livro de histórias - 1981. Reeditado em 1991, incluindo os contos "Patrocinando a arte" e "O estouro da boiada", sob o título de Já podeis da pátria filhos

Crônicas

    Sempre aos domingos - 1988
    Um brasileiro em Berlim - 1995
    Arte e ciência de roubar galinhas - 1999
    O Conselheiro Come - 2000
    A gente se acostuma a tudo - 2006
    O Rei da Noite - 2008

Ensaios

    Política: quem manda, por que manda, como manda - 1981

Literatura infanto-juvenil

    Vida e paixão de Pandonar, o cruel - 1983
    A vingança de Charles Tiburone - 1990
    Dez bons conselhos de meu pai - 2011



UM LANÇAMENTO



Frio do Além de Charlaine Harris



Frio do Além

de Charlaine Harris



Altura: 23 cm.

Largura: 16 cm.

Profundidade: 1 cm.

Acabamento : Brochura

Número de Paginas : 248


O LIVRO

No terceiro volume da série de mistérios de Harper Connelly, o maior caso da vida de Harper e Tolliver.

Depois de ser atingida por um raio, Harper Connelly se tornou uma especialista em encontrar cadáveres. Desde que aprendeu a controlar seus novos instintos, ela e seu meio irmão, Tolliver, partem em busca de trabalhos para solucionar casos macabros em diversas cidades.

Para eles, a ida a Doraville seria apenas mais uma viagem a trabalho em busca de um adolescente desaparecido. Contratada pelos moradores daquela pequena comunidade na Carolina do Norte, ela chega à cidade para encontrar o corpo, pegar o dinheiro e partir para o próximo destino.

Pelo menos era o que ela tinha em mente, até encontrar oito cadáveres de uma só vez. Desta vez, teria de lidar com algo inédito para ela: um assassino em série, que torturava e abusava de suas vítimas.

Disposta a deixar a cidade o quanto antes, Harper é atacada por um estranho e se vê forçada a permanecer por mais alguns dias em Doraville. Mais envolvida do que gostaria nessa enigmática investigação, sua vida agora está em risco, e uma tempestade de neve se aproxima da cidade deixando as coisas bem mais complicadas e frias do que ela poderia imaginar.


A AUTORA
CHARLAINE HARRIS é autora de diversos best-sellers do The New York Times e foi a 4ª autora no mundo a alcançar 1 milhão de livros vendidos para o Kindle. Detentora de inúmeros prêmios, sua série Sookie Stackhouse inspirou o aclamado seriado da HBO True Blood, que estreou em setembro de 2008. Harper Connelly também começa a ser produzida para a TV, tendo Ridley Scott (de Gladiador, Hannibal e Blade Runner) à frente da direção. Charlaine é casada e mãe de três filhos. Ela mora em uma pequena cidade no sul do Arkansas e, quando não está escrevendo seus livros, lê compulsivamente, rodeada por cães que resgatou das ruas.



SUAS OBRAS
Série The Southern Vampire Mysteries

    Dead Until Dark(2001)
        Morto até o anoitecer (Brasil, Ediouro 2009)
        Sangue Fresco (Portugal, Saída de Emergência 2009)
    Living dead in Dallas (2002)
        Vampiros em Dallas(Brasil, Benvirá 2009)
        Dívida de Sangue (Portugal, Saída de Emergência, 2009)
    Club dead (2003)
        Clude de Sangue (Portugal, Saída de Emergência 2009)
        Clube dos Vampiros. (Brasil, Benvirá 2010)
    Dead to the world (2004)
        Sangue Oculto (Portugal, Saída de Emergência 2010)
        Procura-se um Vampiro (Brasil, Benvirá 2011)
    Dead as a doornail (2005)        Sangue Furtivo (Portugal, Saída de Emergência 2010)
        Olhos de Pantera(Benvirá,2011)
    Definitely dead (2006)
        Traição de Sangue (Portugal, Saída de Emergência 2010)
        Vampiros para Sempre (Brasil, Benvirá 2011)
    All together dead (2007)        Sangue Felino (Portugal, Saída de Emergência 2010)
    From dead to worse (2008)
        Laços de Sangue (Portugal, Saída de Emergência 2011)
    Dead and gone (2009)
        Sangue Mortífero (Portugal, Saída de Emergência 2011)
    Dead in the family (2010)
        Segredos de Sangue (Portugal, Saída de Emergencia 2011)
    Dead Reckoning (2011) 978-0441020317
    "Deadlocked" (2012)

Contos

    Death's Excellent Vacation (Agosto, 2010)
        Conto “Two Blondes” com Sookie
    Crimes by Moonlight
        Conto “Dahlia Underground” no universo de Sookie, porém ela não participa da história
    Between the Dark and Daylight
        Reimpressão do conto "Lucky", com Amelia e Sookie
    A Touch of Dead
        Coleção de contos da Sookie
    Must Love Hellhounds
        Conto “The Britlingens Go To Hell" no universo de Sookie, porém ela não participa da história
    Strange Brew
        Conto “Bacon" com Dahlia, no universo de Sookie, porém ela não participa da história
    Unusual suspects
        Conto “Lucky”, com Amelia e Soookie
    Wolfsbane and Mistletoe
        Conto “Gift Wrap", com Soookie e Niall
    Many Bloody Returns
        Conto “Dracula Night”, com Sookie, Eric e Pam
    My Big Fat Supernatural Wedding
        Conto "Tacky", com Dahlia, no universo de Sookie, porém ela não participa da história
    Bite
        Conto “One Word Answer, uma história da Sookie que explica Hadley
    Night's Edge
        Conto “Dancers in the Dark" com Sean e Layla, no universo de Sookie, porém ela não participa da história
    Powers of detection
        Conto “Fairy Dust”, com Sookie, Claudine e Claude

Série Aurora Teagarden

    Real Murders
    A bone to pick   
    Three bedrooms, one corpse
    The Julius house
    Dead over heels
    A fool and his honey
    Last scene alive
    Poppy done to death

Contos

    Deeply dead

Série Lily Bard "Shakespeare"

    Shakespeare's landlord
    Shakespeare's champion
    Shakespeare's christmas
    Shakespeare's trollop
    Shakespeare's counselor

Contos

    Dead giveaway[41]

Série Harper Connelly

    Grave sight
        Visão do Além (Brasil, Lua de Papel 2011)
    Grave surprise/Surpresa do além(Brsil, Lua de Papel 2012)
    An ice cold grave
    Grave secret

Não-série

    Delta blues (Maio, 2010)
        Conto "Crossroads Bargain"
    Blood lite
        Conto "An Evening with Al Gore"
    A secret rage
    Sweet and deadly


Charlaine Harris: Por que eu criei "True Blood" 


Entrevista com Charlaine Harris
Charlaine Harris é entrevista por Barbara Peters do Poisoned Pen Press and Bookstore, Arizona



Confira também estes volumes

Visão do além
Charlaine Harris

Páginas: 232
ISBN: 9788563066541
1.ª edição: 2011-06-01

Surpresa do Além
Charlaine Harris

Páginas: 256
ISBN: 9788563066848
1.ª edição: 2012-02-01 



LANÇAMENTO DA









Sem tabus: Sexualidade se aprende em casa e na escola

No dia 5 de dezembro, Cláudia Bonfim, autora do livro Desnudando a educação sexual, ministrará palestra e lançará livro na Unicamp, em Campinas

Cláudia Bonfim, autora de Desnudando a educação sexual, ministrará palestra e lançará livro na Unicamp, no próximo dia 5 de dezembro, no “I Simpósio de Epistemologia e Teoria da Educação” (Episted). A sessão de autógrafo começa às 19h e será no Salão Nobre da Faculdade de Educação da Universidade Estadual de Campinas.

Como abordar o tema sexualidade com seu filho? E em que idade? Qual é o papel da escola nessa situação? Essas e outras perguntas rondam a cabeça de pais e de educadores que, de maneira equivocada, seja por timidez, por achar o assunto delicado ou até mesmo por desconhecimento, muitas vezes consideram a educação sexual apenas uma forma de evitar a gravidez não planejada ou na adolescência, a Aids e outras DSTs. A autora Cláudia Bonfim, em Desnudando a educação sexual, lançamento da Papirus Editora, defende que a sexualidade deve ser tratada de forma mais ampla no ambiente familiar e escolar, abordando questões culturais, sociais e psicológicas.

A obra busca orientar pais, educadores, agentes sociais, pesquisadores da sexualidade e todos aqueles que buscam compreender e vivenciar de maneira bonita, prazerosa, afetiva e qualitativa essa dimensão essencial de nossa vida. “A sexualidade ainda é um tema restrito porque as pessoas não foram educadas a conhecê-la. Aprendem que é feia, errada, suja, perigosa, se sentem envergonhadas ou tímidas, desconhecem seu próprio corpo, tratam a sexualidade de forma superficial e não sabem como abordá-la. Para que ela deixe de ser vista dessa maneira acredito que necessitamos superar essa fragmentação e essa visão reduzida do que é sexualidade, por isso a necessidade de esclarecer aos pais, educadores e gestores o que ela é”, diz Cláudia. Ela acrescenta que esse esclarecimento deve ser feito da maneira mais ampla possível. “Deve-se levar em conta a dimensão da sexualidade, a amplitude, a importância na formação do ser humano, tanto para sua humanização e autoestima quanto para as relações afetivas e sexuais. A partir dessa compreensão é possível começar a pensar na superação dos preconceitos e tabus relacionados à sexualidade”, explica a autora.

Cláudia Bonfim dividiu o livro em duas vertentes: a família e a escola. “Penso que as duas são instituições primordiais para tratar a educação sexual de maneira significativa, entendendo a sexualidade como uma construção sócio-histórica-cultural, que perpassa especialmente pelas nossas experiências e vivências afetivas e sexuais. A sexualidade só pode ser compreendida a partir de nossa totalidade, e essa totalidade se desenvolve principalmente no ambiente familiar e escolar”, diz. A autora destaca que, segundo Freud, experiências vividas na infância marcam a personalidade e a forma como as pessoas irão se relacionar com elas mesmas, com as demais e com o mundo para toda a vida. “Por isso é essencial que os pais e docentes compreendam como a sexualidade se desenvolve para poder contribuir de maneira significativa e positiva no desenvolvimento da sexualidade das crianças e dos adolescentes”, ressalta Cláudia.

Ainda de acordo com ela, o livro é uma tentativa de esclarecer a educação sexual, abordando didaticamente conceitos que são fundamentais ao entendimento da sexualidade humana. “Baseei o livro em estudiosos conceituados do campo da sexualidade e educação sexual, nos quais busquei subsídios teóricos e orientações pedagógicas práticas que pudessem ser desenvolvidas na práxis, para proporcionar reflexões sobre a vivência da sexualidade na escola”, conta.

No livro, Cláudia mostra a importância da educação sexual na família e no ambiente escolar, apontando questões que precisam ser superadas e potencializadas para que as pessoas possam pensar a sexualidade numa perspectiva emancipatória. “Mostro também a importância e as fases do desenvolvimento psicossexual da criança a partir de Freud. Faço ainda uma crítica aos fatores que influenciam negativamente a vivência da sexualidade”, enfatiza.

Ela acrescenta que a capa do livro Desnudando a educação sexual (um fio de linha se desenrolando) retrata a intenção do seu conteúdo. “É uma síntese do livro, que é desnudar, desenrolar, esclarecer a sexualidade, usando a linha como metáfora, o fio de uma roupa sendo desfeita, e dentro, as palavras tentando desfazer os (pré)conceitos que carregamos em cada um de nós, passando a enxergar a sexualidade em sua essência humanizadora, prazerosa e afetiva”, finaliza Cláudia Bonfim.

Sobre a autora:

Cláudia Bonfim é licenciada em Biologia, especialista em Metodologia e Didática do Ensino, ambos pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Cornélio Procópio, campus da Universidade Estadual do Norte do Paraná (Faficop/Uenp). Mestre em Educação pela Uenp, doutorou-se em Educação na área de história, filosofia e educação na Unicamp, onde é membro do Grupo de Estudos e Pesquisa Paideia. Professora universitária na Faculdade de Ensino Superior Dom Bosco (FDB), em Cornélio Procópio, é ainda coordenadora/tutora do Grupo de Estudos e Pesquisa em Educação e Sexualidade (Gepes), financiado pelo Programa de Educação Tutorial (PET) do Ministério da Educação (MEC) e pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). Ocupa a vice-presidência nacional da Associação Brasileira para a Educação Sexual (Abrades) e atua principalmente com os temas: educação sexual, educação e diversidade, ética e educação, história da educação e filosofia da educação. Conta com diversos artigos publicados e apresentações de trabalhos em congressos, além de ser autora do livro Educação sexual e formação de professores: Da educação sexual que temos à educação que queremos.

Serviço:
Lançamento do livro Desnudando a educação sexual (Papirus Editora)
Autora: Cláudia Bonfim
Data: 5 de dezembro, quarta-feira, 19 horas
Onde: Salão Nobre da Faculdade de Educação da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) - Cidade Universitária "Zeferino Vaz", Distrito de Barão Geraldo – CEP 13083-970 - Campinas - SP
Pabx da Unicamp: (19) 3521-2121

Márcia Strazzacappa lança livro com bate-papo

Márcia Strazzacappa, autora de Educação somática e artes cênicas: Princípios e aplicações, Papirus Editora, lança livro com bate-papo e performance na Livraria Cultura do Iguatemi Campinas dia 5 de dezembro

Livro da Papirus Editora traz pensadores pouco estudados no Brasil e revela que autores criaram técnicas para resolver os próprios problemas de saúde

No próximo dia 5 de dezembro, Márcia Strazzacappa lançará seu novo livro Educação somática e artes cênicas: Princípios e aplicações, no Auditório da Livraria Cultura do Shopping Iguatemi de Campinas, a partir das 19h30. O evento contará com uma performance da autora, bate-papo com o público e sessão de autógrafos.

Diz o ditado que a necessidade é a mãe da invenção. Quando começou a escrever uma tese de doutorado sobre as técnicas de educação somática aplicadas às artes cênicas, que acaba de ser transformada em livro pela Papirus Editora, a pesquisadora Márcia Strazzacappa não poderia imaginar que ela iria confirmar esse ditado de maneira inusitada. Afinal, ela descobriu que, não fossem problemas de saúde enfrentados pelos criadores dessas técnicas, muitas delas nem teriam sido desenvolvidas.

“Minha busca era para entender as técnicas, como elas chegaram ao Brasil e por que algumas deram certo por aqui e outras não. O que pude observar é que elas surgiram quando os próprios criadores buscavam soluções para os seus problemas de saúde. Por exemplo, Feldenkrais era físico e judoca, mas machucou o joelho jogando futebol, e com os seus conhecimentos de física aliados ao judô, criou uma técnica para reabilitação e consciência corporal para solucionar seu problema”, conta a autora de Educação somática e artes cênicas: Princípios e aplicações.

Frederick Matthias Alexander é outro caso citado por Márcia: “Ele era um ator que estava perdendo a voz e desenvolveu um trabalho técnico que o curou por meio da correção de sua postura”.

O livro é uma adaptação da tese e ressalta a importância da educação somática na formação de artistas cênicos. Simplificadamente, a educação somática aplicada nas artes cênicas é um conjunto de técnicas de consciência corporal que nos anos de 1970 e 1980 passaram a influenciar o pensamento sobre a dança e o corpo, assim como a produção artística.

Para a autora, a introdução da educação somática e das técnicas de consciência corporal no currículo das artes cênicas (teatro, dança e música), aliada às disciplinas tradicionais, contribuiu positivamente para a formação dos artistas cênicos. “Essas técnicas são um antes e não um depois. Quer dizer, primeiro conhecemos nosso corpo, conhecemos nossos limites e as formas de nos movimentar no espaço, de entonação de voz, de posturas para poder praticar sem nos machucarmos”, esclarece.

O principal público da obra são pessoas que têm o corpo como objeto de estudo, pesquisa e atuação. “Ao escrever o livro, pensei em trazer uma temática pouco trabalhada no Brasil, assim como autores pouco traduzidos. Acredito que meus leitores serão artistas cênicos, tais como atores, bailarinos e músicos, mas também atletas, terapeutas corporais, fisioterapeutas e educadores físicos”, aponta a autora.

Diferentes formações, diferentes relações com o corpo

Márcia Strazzacappa dividiu o livro em duas partes, assim como fez em sua tese. Na primeira parte, ela contextualiza e explica o processo de formação dos artistas cênicos no Brasil. “Como minha tese foi desenvolvida e defendida na França, resolvi mostrar para os franceses como se dava a formação artística aqui no Brasil. E para o espanto deles, as diferenças eram tremendas”, afirma.

“No Brasil, a formação artística é muito mais informal do que na França. Aqui a formação é feita em escolas livres, academias, estúdios e mais recentemente em ONGs, para depois, no ensino superior, ser concluída – na teoria e na prática. Os franceses começam desde cedo em conservatórios públicos sua formação, e quase todos os bairros têm um. Para exemplificar, é praticamente um equivalente à formação no ensino fundamental e no médio, só que na linguagem artística escolhida pelo aluno. Ao final dessa formação, ele recebe um diploma que é exigido em cursos superiores, ou seja, ao ingressar no ensino superior, o aluno francês já tem uma formação teórica e prática prévia e pode escolher dois tipos de formação superior: a faculdade superior, onde ele poderá teorizar o aprendizado e que geralmente forma os críticos de arte, os dramaturgos, os pesquisadores; e o conservatório superior, que é basicamente a prática e que forma os grandes bailarinos, os músicos de orquestras, artistas plásticos, os atores etc.”, ressalta Strazzacappa.

Durante a pesquisa, Márcia pôde observar a diferença da relação com o corpo entre profissionais brasileiros e estrangeiros. Com base nessa observação ela constatou que as diferenças culturais são determinantes na maneira como lidamos com o nosso corpo e com o corpo do outro. “O brasileiro é um povo que se toca, que se abraça, que gosta de cumprimentar com beijo, que pensa com o corpo, assim como o italiano e o espanhol. Já os franceses, os japoneses, os americanos, os ingleses e muitos outros pensam antes de agir. Tive alguns exemplos concretos que me mostraram essa diferença. Certa vez, quando propus um exercício em que os alunos tinham que se tocar, os brasileiros e italianos saíram fazendo o que eu havia proposto, já os franceses e os outros grupos de outras nacionalidades não se sentiram à vontade. Eles tocavam na outra pessoa, mas sempre pedindo permissão e com certo incômodo.”

No que diz respeito à formação superior atual nas artes cênicas, a autora enfatiza que a tecnologia ajudou muito, assim como os crescentes incentivos. “A internet permitiu o acesso a vídeos que antes eram raridades, a informações que antes levavam muito tempo para chegar aqui. Além disso, os incentivos no campo das artes só vêm aumentando com a abertura de diversos e variados editais municipais, estaduais e federais, todos eles com contrapartidas sociais, em que os vencedores têm que se apresentar em lugares públicos e oferecer oficinas e workshops, possibilitando ao público leigo contato com os profissionais das artes cênicas e com as técnicas”, comenta.

A autora fala também da importância da pluralidade na educação artística. “Temos que diversificar, mesclar disciplinas tradicionais com as somáticas, mas sem esbarrar na superficialidade”, finaliza.

Sobre a autora:

Márcia Strazzacappa é graduada em Pedagogia e em Dança, mestre em Educação (Unicamp) e doutora em Artes: Estudos Teatrais e Coreográficos (Universidade Paris 8). Foi pesquisadora do Lume e atualmente é professora da Faculdade de Educação da Unicamp, onde coordena o Laboratório de Estudos sobre Arte, Corpo e Educação (Laborarte). Escreveu, em parceria com Carla Morandi, Entre a arte e a docência: A formação do artista da dança (Papirus, 2006), além de ser autora de vários capítulos de livros.

Serviço:
Lançamento do livro Educação somática e artes cênicas: Princípios e aplicações
Quando: 5 de dezembro, quarta-feira
Horário: 19h30
Onde: Auditório da Livraria Cultura do Shopping Iguatemi de Campinas
Av. Iguatemi, 777 – Campinas, SP -  (19) 3751-4033

CAIXA Cultural / SOLO MÚSICA 2012 TRAZ GERMÁN DIAZ PARA A ÚLTIMA APRESENTAÇÃO DO ANO





A série, que se consagrou na CAIXA Cultural Curitiba, chega também à Brasília em 2013





A Caixa Cultural Curitiba encerra a temporada 2012 da Série Solo Música, no dia 11 de dezembro, com um show solo de Germán Diaz. O espanhol apresenta seu espetáculo “Pi”, no qual toca instrumentos a manivela: caixa de música e viela de roda, uma proposta original e rara no mundo.



A caixinha de música é um objeto tradicional, conhecido por todos. Já a viela de roda, é um instrumento medieval, em que o arco é substituído por uma roda que fricciona as cordas sob a ação de uma manivela. As cordas são encurtadas não diretamente pelos dedos,  mas sim através de um teclado. Diaz utiliza o instrumento de forma contemporânea, incluindo loops e efeitos eletrônicos ao instrumento medieval.



A série Solo Música está chegando ao fim de sua quarta temporada e é um projeto único no cenário curitibano, caracterizado pela diversidade de instrumentos, artistas e estilos musicais. Em 2012, trouxe concertos de música antiga, música indiana, jazz, música regional e de improvisação.



O público fiel à série pode contar com a exclusividade dos concertos no ano de 2013, pois o projeto foi aprovado no edital de ocupação dos espaços da CAIXA para o ano que vem. Agora, além de Curitiba, os amantes da música em Brasília também poderão conferir os shows raros oferecidos pela série.



Germán Diaz:

Nascido em 1978, o espanhol estudou percussão com Pedro Estevan e Dimitri Psonis. Atualmente faz parte dos projetos “Oh trio”, “Project Miño”, “Marisco Fresco”, “Brigada Bravo e Diaz” e “Tasto Solo”, tendo participado das formações Viellistic Orchestra, UXIA e LAIO. Em 1999, recebeu o prêmio “Racimo de Ouro” pela difusão da música tradicional espanhola. Em 2004, criou seu próprio selo discográfico: “Producciones efímeras”, junto a Fernando Fuentes.



Serviço:

Série Solo Música – Germán Diaz (caixinha de música e viela de roda)

Local: CAIXA Cultural Curitiba – Rua Conselheiro Laurindo, 280 – Curitiba (PR)

Data: 11 de dezembro de 2012 (terça-feira)

Hora: 20h

Ingressos: R$ 10 e R$ 5 (meia – conforme legislação e correntista CAIXA)

Bilheteria: (41) 2118-5111 (de terça a sexta-feira das 12h às 20h, sábado das 16h às 20h e domingo das 16h às 19h)

Classificação etária: Livre para todos os públicos

Lotação máxima: 125 lugares (2 para cadeirantes)

www.caixa.gov.br/caixacultural