terça-feira, 20 de novembro de 2012

Marcia Castro lança seu novo albúm de ‘’Pés no Chão’’ nesta quinta 22/11 no projeto RADAR



''A nova música brasileira nos 40 anos do Teatro Paiol''

A setima edição do projeto Radar “A nova música brasileira nos 40 anos do Teatro Paiol” traz para Curitiba, a baiana Marcia Castro, para o lançamento no seu albúm De Pés no Chão.
O Teatro Paiol é um dos espaços de circulação em destaque no cenário musical brasileiro. Com uma programação musical de qualidade, o teatro possui um público fiel na capital paranaense e é relevante na trajetória de artistas consagrados no cenário musical nacional. O projeto “Radar - A nova música brasileira nos 40 anos do Teatro Paiol’’ traz a Curitiba artistas relacionados à música contemporânea brasileira que integrão a programação dos 40 anos do Teatro Paiol.
No dia 22 de Novembro o Projeto “Radar- a nova brasileira nos 40 anos do Teatro Paiol” recebe a cantora baiana Márcia Castro.
Pés no Chão
Marcia já começou sua carreira coroada. Seu primeiro album Pecadinho, foi resultado da conquista do Prêmio Braskem de Cultura e Arte 2006, premiação de maior relevância no cenário independente da música baiana. Embora perceptíveis as influências do jazz e do pop, o CD se guia mesmo pelos gêneros brasileiros passeando pelo samba, frevos e batuques baianos, sem esquecer dos recursos eletrônicos sempre muito bem colocados.
Agora a cantora baiana lança o segundo álbum de sua carreira marcada por importantes realizações em um curto espaço de tempo. Em seu novo CD, De pés no chão, ela mistura um repertório ousado e inusitado que vai do clássico “Preta pretinha" a raridades garimpadas em suas pesquisas sonoras. O CD, produzido em conjunto por Guilherme Kastrup, Rovilson Pascoal e a própria Marcia, ainda apresenta composições de Tom Zé, Gilberto Gil, Gonzaguinha, Rita Lee e dos contemporâneos Otto e Luciano Salvador Bahia, entre outros.


Serviço:

O que?
Radar - A nova música brasileira nos 40 anos do teatro Paiol convida Marcia Castro.
Data: 22 de novembro (Quinta-feira)
Onde: Teatro Paiol
Endereço: Praça Guido Viaro S/N
Horario: 20:30h
Telefone: 3213-1340
Ingressos: R$ 20,00 Estudantes, Professores, Idosos, Doadores de 1Kg de Alimento, Doadores de Sangue e Deficientes fisicos.
R$ 40,00 inteira.

O projeto “Radar - A nova música brasileira nos 40 anos doTeatro Paiol” conta com o apoio que traz mensalmente para Curitiba artistas relacionados à música contemporânea brasileira, que integrarão a programação dos 40 anos do Teatro Paiol. No total serão realizadas 09 edições de Radar, o projeto teve sua estreia em maio com a cantora Anelis Assumpção e já marcaram presença nomes como Lira, Pélico, Bruno Morais, Siba e Cicero.
O projeto é idealizado e realizado pela Verdura Produções Culturais e tem como principal objetivo a formação de público e o intercâmbio musical entre os artistas.

Seminário aborda a cultura afro-brasileira


A proposta para a realização do Seminário “Patrimônio e Cultura Afro-brasileira”, que acontece no Memorial de Curitiba, Casa Hoffmann Centro de Estudos do Movimento e Palacete Wolf, de 20 a 23 de novembro, surgiu a partir de demandas relacionadas a ações relativas ao patrimônio imaterial e à articulação da cultura afro-brasileira no Paraná. O encontro é resultado de um trabalho conjunto da Fundação Cultural de Curitiba, Superintendência do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) e Secretaria de Estado de Relações com a Comunidade (SERC).
Para concretizar o evento, estabeleceu-se um diálogo com representantes de clubes sociais negros, religiões de matriz africana, quilombolas e associações e escolas de capoeira, com o objetivo de difundir conceitos e informações, diagnosticar e identificar demandas na área de patrimônio imaterial que possam gerar ações específicas a esses segmentos, tanto em Curitiba como em todo o Paraná, tendo como horizontes as políticas públicas municipais, estaduais e federais. As inscrições são gratuitas e devem ser feitas pelo e-mail seminariodepatrimonio@fcc.curitiba.pr.gov.br .
Confira a programação:
Local: Memorial de Curitiba (Rua Claudino dos Santos, 79 – Setor Histórico)
Dia 20:
18h – Coffee-Break
18h30 – Abertura
18h50 – “Clubes sociais negros: memória e ações para o reconhecimento como Patrimônio Cultural Afro-brasileiro”, com Giane Vargas Escobar.
19h50 – “Negros, libertos e associados: identidade cultural e território étnico na trajetória da Sociedade 13 de Maio (1888-2011)”, com Thiago de Azevedo Pinheiro Hoshino.
20h30 – “Sob a Estrela de Salomão: a Sociedade 13 de Maio como lugar de construção da memória e identidade negras em Curitiba”, com Otávio Zucon.
21h10 – Políticas e Instrumentos: A experiência do Iphan - O registro da Cultura Afro-brasileira e dos Clubes Sociais Negros, a cargo do IPHAN – DPI.
21h40 – Debate: As experiências de Registro dos Clubes Sociais Negros como exemplo de ações de políticas de patrimônio imaterial focadas na cultura afro-brasileira, reunindo IPHAN, SEEC, FCC, Federação das Comunidades Quilombolas do Paraná – FECOQ e Fórum das Religiões de Matriz Africana – FPRMA.
Dia 21:
Local: Casa Hoffmann Centro de Estudos do Movimento (Rua Claudino dos Santos, 58 – Setor Histórico)
9h às 12h – “Conversas de Patrimônio: Conceitos, políticas e instrumentos – casos de Identificação, Registro, Salvaguarda e outras ações possíveis (Educação Patrimonial)”, a cargo do IPHAN e Fundação Cultural de Curitiba.
14h às 17h – Oficinas “Comunidades Quilombolas - levantamentos de manifestações e lugares vinculados à cultura como patrimônio imaterial”, a cargo do IPHAN e Fundação Cultural de Curitiba.
Local: Palacete Wolf (Praça Garibaldi, 7 – Setor Histórico)
14h às 17h – Oficinas “Religiões de Matriz Africana - levantamentos de manifestações e lugares vinculados às religiões de matriz africana como patrimônio imaterial”, a cargo do IPHAN, Fundação Cultural de Curitiba, Fórum Paranaense das Religiões de Matriz Africana - FPRMA.
Local: Memorial de Curitiba (Rua Claudino dos Santos, 79 – Setor Histórico)
18h - Coffee-Break
Lançamento do Afoxé com o Fórum Paranaense das Religiões de Matriz Africana - FPRMA.
18h30 – Quilombos no Paraná: experiências e demandas na área do patrimônio, com a Federação das Comunidades Quilombolas do Paraná – FECOQ.
19h10 - Religiões de Matriz Africana no Paraná: Experiências e demandas na área do Patrimônio, com o Fórum Paranaense das Religiões de Matrizes Africanas – FPRMA.
20h30 – Políticas e Instrumentos – A experiência do Iphan.
21h10 – O edital de Patrimônio Imaterial – Experiências de Identificação, pela Fundação Cultural de Curitiba.
21h40 - Política e instrumentos na área do patrimônio, a cargo da Secretaria de Estado da Cultura do Paraná – SEEC.
22h10 - Debate
22h30’ – Apresentação da “Romaria de São Gonçalo”.
Dia 22:
Local: Casa Hoffmann Centro de Estudos do Movimento (Rua Claudino dos Santos, 58 – Setor Histórico)
9h às 12h e das 14h às 17h – Oficinas – GTs – “Capoeira como Patrimônio Imaterial – Caminhos da identificação à salvaguarda: organização social e políticas públicas”, com IPHAN, Fundação Cultural de Curitiba, Mestres, Contra-Mestres, Capoeiristas.
18h - Roda de Capoeira
Dia 23:
Local: Casa Hoffmann Centro de Estudos do Movimento (Rua Claudino dos Santos, 58 – Setor Histórico)
9h às 12h - Oficinas – Grupos de Trabalho: “Capoeira - principios e estratégias para constituição do Comitê Gestor Estadual para Salvaguarda da Capoeira no Paraná”, a cargo do IPHAN, Fundação Cultural de Curitiba, Mestres, Contra-Mestres, Capoeiristas.
14h às 17h - Oficinas - Grupos de Trabalho: “Capoeira como Patrimônio Imaterial - Caminhos da identificação à salvaguarda: organização social e políticas públicas”, a cargo do IPHAN, Fundação Cultural de Curitiba, Mestres, Contra-Mestres, Capoeiristas.
18h - Samba de Roda

Lançamento do livro Passagem do Aqueronte 2

Entre a linguagem
do sonho e do pesadelo

Bosques míticos, cidades em ruínas, calabouços infernais, praias de areias brancas, catedrais, cemitérios à beira mar, bunkers, sol da Galileia, jardins metafísicos... Nos contos reunidos em Passagem do Aqueronte, que será lançado no dia 22 de novembro, às 20h no Jokers, o escritor, dramaturgo, diretor teatral e coordenador de teatro da Fundação Cultural de Curitiba, Clovis Severo Brudzinski, apresenta paisagens mentais que convidam ao passeio por universos oníricos e a reflexão sobre o que é essencial e transitório na vida. Durante o lançamento, haverá intervenções artísticas com o Estábulo de Luxo - Selvática Ações Artísticas, a partir das 21h.
Ao falar dos onze contos que beiram o surrealismo, Severo gosta de lembrar das referências e influências, presentes no livro, mas nem sempre de maneira direta. A linguagem musical marca seu universo criativo. “Escrevo ouvindo música, sempre”, revela o escritor, que vai buscar no ethereal wave de bandas como Dead Can Dance e Cocteau Twins e nas imagens do filmes de Luís Buñuel e Andrei Tarkovsky a fonte de sua inspiração.  “Gosto de citar as referências por que dão um horizonte mental para quem lê”, afirma. Quanto à influência do teatro, em vez de citar nomes ele prefere dizer que é o tempo teatral o que influencia seus textos.
Severo graduou-se em Artes Cênicas pela Faculdade de Artes do Paraná e especializou-se em Gestão Pública pela PUC-PR. Desde 2005, atua na Coordenação de Teatro da Fundação Cultural de Curitiba. É autor dos livros Os amores e mortes de Gustavo Carbel (2005) e Líricas (2008), ambos pelo selo independente Stultifera Navis. Passagem do Aqueronte (2012) será lançado pela Kafka Edições.
“É um livro mais maduro, com voz mais autoral, em que assumo um compromisso mais real com a forma”, diz Severo.  As cartas de amor são os primeiros textos que ele lembra ter escrito.  Severo tem muito presente as imagens do tempo de escola e do então professor de literatura, o escritor Paulo Venturelli. “Faço uma espécie de homenagem a ele no livro. Espero que ele perceba”, comenta o autor de Passagem do Aqueronte.
Embora a narrativa não tenha começo, meio e fim, não seja realista e tome a linguagem dos sonhos como inspiração, Severo avisa: “é um universo de sonho, mas não tem a ver com leveza. Fica mais entre o sonho e o pesadelo... Uma literatura pesada”. Com o vocábulo mitológico Aqueronte no título, não poderia ser diferente. O nome do rio localizado na região noroeste da Grécia pode ser traduzido como  "rio do infortúnio".  Acreditava-se que fosse um afluente do rio Styx, localizado no mundo dos mortos.  E no Inferno de Dante, o rio Aqueronte é o que forma fronteira com o Inferno...

Lançamento do livro Passagem do Aqueronte
Data e horário: 22 de novembro, às 20h
Local: Jokers – Rua São Francisco, 164, Centro
Ingresso: gratuito

LANÇAMENTO | "PASSAGEM DO AQUERONTE" DE SEVERO BRUDZINSKI

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segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Mais Nancy Ventura com ilustrações de Bruno Gomes

Algum tempo atrás recomendei o livro - As Iamuricumãs e o Jakuí de Nancy Ventura com ilustrações de Bruno Gomes. Uma bela história que contava sobre um tempo um em que as índias Iamuricumãs tocavam uma flauta – o jakuí – todos os dias. Embaladas pelo delicioso som que o instrumento soprava, elas se divertiam bastante, sempre dançando e cantando. Mas, nessa época, nenhum homem podia vê-las nessa grande festa. Um dia, o Sol e a Lua perceberam alguma coisa errada e resolveram interferir ... Uma tocante história com fortes  traços de antropologia com destaque na questão do gênero. Pois bem, a prosa de Nancy Caruso Ventura volta a se encontrar com o inspirado e delicado traço e vigoroso pincel de Bruno Gomes e aqui está o resultado -


VANIVANÍ O DONO DAS ARARAS VERMELHAS
Nancy Ventura
Formato (cm): 21x28
Ilustrador: Bruno Gomes


Número de páginas: 32

Os índios da aldeia próxima ao Morená gostavam de se reunir, à tarde, para conversar. Um dia, apareceu entre eles uma linda ave vermelha. Era uma arara! Ela gostou tanto de mostrar sua beleza entre aqueles índios que acabou voltando muitas vezes.

O Sol, encantado com a arara, perguntou ao seu irmão, Lua, se ele a conhecia. Lua depois afirmou que aquela ave pertencia a Vanivaní. Então, os dois foram até ele e lhe pediram uma de suas araras de presente. Vanivaní tenderia ao pedido mediante algumas condições. Essa é uma das famosas lendas que são contadas na aldeia do povo Kamayurá.




e ainda

A ANTA , OS TRACAJÁS E AS ESTRELAS
Nancy Ventura
Formato (cm): 21x28
Ilustrador: Bruno Gomes


Número de páginas: 32


Os meninos de uma aldeia, lá no Morená, adoravam jeni-papo, que é um fruto bem gostoso mesmo. Era sempre uma festa subir na árvore e comer todos os que estavam maduros. Mas não eram só os meninos que gostavam de jenipapo. Uma velha anta também era fã do fruto.

Só que nunca sobrava nada para ela. Um dia, a anta ficou furiosa e aí começou o mistério e a aventura desta história, que é muito contada nas aldeias dos Kamayurá.


A AUTORA

NANCY CARUSO VENTURA
Nasci em São Paulo, em 26 de agosto de 1944.
Graduei-me em Pedagogia e trabalhei no Ensino Municipal de São Paulo por 33 anos.
Hoje trabalho em projetos pedagógicos na Noovha América Editora.
Como autora, publiquei dois livros de referência sobre as etnias negra (Negro: reconstruindo nossa história) e indígena (Índio: recontando nossa história).
Junto à Aldeia Kamayurá, resgatei alguns contos e deles foram publicados Yrajang: a canoa encantada, A conquista do dia e As Iamuricumãs e o Jakuí.
Agora, como Vovó Nana, estou publicando a série infantil Geometria com Poesia, onde harmonizo geometria e rima poética.


O ILUSTRADOR

BRUNO GOMES
Nasceu em 1983, na cidade de Arapiraca, Alagoas. Desenha desde criança, incentivado pelo meu pai, e atualmente trabalha com ilustração, arte conceitual e 3D. É professor em um curso especializado em arte digital e criação de personagens para animação, games e cinema, na Escola Saga.
Sua paixão está em imaginar mundos exóticos, personagens cativantes e criar histórias fantásticas. Tem alguns projetos pessoais em andamento para livros e animações. Para ele, tem sido um prazer enorme ilustrar contos indígenas, cultura que, segundo ele, sempre admirou e que lhe serve de inspiração para tudo o que faz.









Crescendo com os Sex Pistols - Precisa-se de Sangue Novo de Alan G. Parker e Mick O’Shea


Crescendo com os Sex Pistols - Precisa-se de Sangue Novo
de Alan G. Parker e Mick O’Shea


Páginas: 360



O LIVRO
Você pensa que sabe a história dos Sex Pistols? Pense melhor... Crescendo com os Sex Pistols mapeia não apenas a formação da banda, os primeiros shows e a ruptura, mas trata dos seus inúmeros reencontros e da atual situação dos seus membros. Há muitas fotos raras e inéditas até agora, além de objetos ligados ao grupo difíceis de se encontrar. Tudo isso torna este livro único e fascinante. Os Sex Pistols eram o “sangue novo” que Malcolm McLaren precisava para satisfazer suas ambições artísticas e financeiras. Aqui você encontra a história real deles. Nesta obra, os autores Alan G. Parker e Mick O’Shea, autênticos seguidores dos Sex Pistols, reúnem uma pesquisa minuciosa, entrevistas exclusivas e reflexões pessoais para contar as histórias por trás das man¬chetes e chegar à essência da banda.


OS AUTORES
Alan G. Parker e Mick O’Shea passaram boa parte da vida adulta seguindo os Sex Pistols e são quase uma só coisa com eles. Ambos já escreveram livros de sucesso sobre a banda, e Alan dirigiu o filme louvado pela crítica Who Killed Nancy? As agendas de Alan e Mick mais parecem uma enciclopédia do punk e, graças a esses contatos, você poderá ler aqui relatos pessoais de Glen Matlock e Malcolm McLaren, episódios de bastidores narrados por Roadent (que abandonou o Clash para ser roadie dos Sex Pistols) e entrevistas com músicos da mesma época, como Captain Sensible, os Buzzcocks e outros.

A CRITICA
 Eis alguns depoimentos sobre esta obra: “Crescendo com os Sex Pistols narra a história dos Pistols desde o começo até os dias de hoje. Com depoimentos de roqueiros que conheceram a banda pessoalmente, é um livro empolgante, provocador, claro e controverso. Como todo livro sobre os Sex Pistols deveria ser.” (Phil Singleton, site God Save The Sex Pistols) “A pesquisa de Parker é incrível. É isso que chamo de conhecer o assunto.” Resenha do Daily Star para o livro Sid Vicious: No One Is Innocent


SEX PISTOLS CHANNEL RARE FOOTAGE LIVE + INTERVIEW








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Encurralados - Os Stones no Banco dos Réus de Simon Wells


Encurralados - Os Stones no Banco dos Réus
de Simon Wells


Páginas: 352




O LIVRO

A festa regada a drogas que Keith Richards ofereceu em sua casa em West Sussex, no início de 1967, com certeza, não passaria despercebida. Mick Jagger e Marianne Faithfull eram os convidados de honra, mas a polícia também resolveu comparecer, criando, assim, um lendário em¬bate. A batida policial gerou um frenesi na mídia, sempre sedenta por detalhes sórdidos, e deu ensejo a um confronto entre os jovens hedonistas representantes da contracultura e o establishment britânico, que tinha como intuito mostrar a força daqueles no poder. No entanto, o resultado foi bem diferente do esperado. Valendo-se de documentos da polícia e do julgamento dos Stones nunca antes publicados, Simon Wells revela o que, de fato, aconteceu na noite da emboscada policial, bem como a extraordinária conspiração forjada para destruir a carreira de Jagger e Richards, além dos artifícios do establishment para tentar abarcar os Beatles e outros astros do rock em sua rede. Com entrevistas recentes realizadas com alguns dos presentes à festa, advogados, agentes de polícia e testemunhas oculares do caso, Wells mostra que o suposto confronto moral foi, na realidade, um escândalo que envolveu traficantes que forneciam seus serviços a celebridades, gângsteres londrinos, policiais a serviço do sistema e políticos de caráter duvidoso. Esta é uma história realmente eletrizante!
Release: Simon Wells é um jornalista conceituado e autor de vários best-sellers, que tem escrito sobre filmes e música para diversos jornais e revistas, incluindo o The Guardian e The Times. Ele é o autor de The Beatles: 365 Days, Your Face Here: British Cult Movies Since the Sixties (com Ali Catterall) e Charles Manson: A Chilling Biography: Coming Down Fast (em coautoria com a Getty Images). Também é colaborador regular das revistas Record Collector, Hotdog e Total Film. Wells mora em Sussex, na Inglaterra. Nesta obra, ele fala especialmente sobre um fato que marcou o mundo da música nos anos 1960: o julgamento de Mick Jagger e Keith Richards, da banda Rolling Stones, acusados de consumo e porte de drogas. O juiz Leslie Block, um verdadeiro baluarte do establishment inglês foi designado para o caso. O julgamento dos músicos estendeu-se por alguns dias ensolarados do verão inglês, em junho de 1967, durante os quais a mídia mundial testemunhou um momento decisivo da história: a imagem de duas jovens celebridades no banco dos réus. A sentença de prisão decretada contra os dois Stones provocou uma série de protestos em toda a sociedade inglesa, e a redação dos jornais foi inundada por cartas de pessoas que eram a favor e outras que eram contra a decisão da justiça.

O AUTOR
Em "Encurralados - Os Stones No Banco Dos Réus” (Editora Madras), Simon Wells fala sobre o julgamento de Mick Jagger e Keith Richards, acusados de consumo e porte de drogas.
A festa regada a drogas que Keith Richards ofereceu em sua casa em West Sussex, no início de 1967, com certeza, não passaria despercebida. Mick Jagger e Marianne Faithfull eram os convidados de honra, mas a polícia também resolveu comparecer, criando, assim, um lendário embate. A batida policial gerou um frenesi na mídia, sempre sedenta por detalhes sórdidos, e deu ensejo a um confronto entre os jovens hedonistas representantes da contracultura e o establishment britânico, que tinha como intuito mostrar a força daqueles no poder. No entanto, o resultado foi bem diferente do esperado.

Com entrevistas recentes realizadas com alguns dos presentes à festa, advogados, agentes de polícia e testemunhas oculares do caso, Wells mostra que o suposto confronto moral foi, na realidade, um escândalo que envolveu traficantes que forneciam seus serviços a celebridades, gângsteres londrinos, policiais a serviço do sistema e políticos de caráter duvidoso.
Valendo-se de documentos da polícia e do julgamento dos Stones nunca antes publicados, Simon Wells revela o que, de fato, aconteceu na noite da emboscada policial, bem como se sucedeu a conspiração forjada para destruir a carreira de Jagger e Richards, além dos artifícios do establishment para tentar abarcar os Beatles e outros astros do rock em sua rede. O autor é um jornalista conceituado e autor de vários best-sellers, que tem escrito sobre filmes e música para diversos jornais e revistas, incluindo o The Guardian e The Times.




Simon Wells é entrevistado por Tony Peters de Iconfetch.com sobre seu livro "Butterfly on a Wheel - The Great Pedras Busto Drogas". O livro aborda o ataque infame sobre a casa de Keith Richards em Sussex  durante fevereiro de 1967.



A (Italian) T.V. show of The Stones backstage, recording studio footage, Brian's Courtfield Rd. flat & Royal Albert Hall '66 footage.




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Um pouco de Donatien Alphonse François de Sade pela Iluminuras




Donatien Alphonse François de Sade, o Marquês de Sade, (Paris, 2 de junho de 1740 — Saint-Maurice, 2 de dezembro de 1814) foi um aristocrata francês e escritor libertino. Muitas das suas obras foram escritas enquanto estava na Prisão da Bastilha, encarcerado diversas vezes, inclusive por Napoleão Bonaparte. De seu nome surge o termo médico sadismo, que define a perversão sexual de ter prazer na dor física ou moral do parceiro ou parceiros. Foi perseguido tanto pela monarquia (Antigo Regime) como pelos revolucionários vitoriosos de 1789 e depois por Napoleão.

Num mundo destinado à corrupção, o autor de Filosofia da Alcova propõe uma pedagogia, um processo educacional capaz de conduzir o homem a um estado apático. Como todos os males nos atingem por meio dos sentidos, Sade pensa num laboratório onde se possa dia-a-dia exercitar esse estado de apatia. Submete-se o homem a toda sorte de dores e perturbações libidinosas em orgias e agressões físicas que, em seus escritos, chegam ao assassinato.

Além de escritor e dramaturgo, foi também filósofo de ideias originais, baseadas no materialismo do século das luzes e dos enciclopedistas. Lido enquanto teoria filosófica, "o romance de Sade oferece um sistema de pensamento que desafia a concepção de mundo proposta pelos dois principais campos filosóficos no contexto da França pré-republicana: o religioso e o racionalista".[4] Sade era adepto do ateísmo e era caracterizado por fazer apologia ao crime (já que enfrentar a religião na época era um crime) e a afrontas à religião dominante, sendo, por isso, um dos principais autores libertinos - na concepção moderna do termo.


O primeiro escândalo na vida do marquês ocorreu cinco meses após o casamento. Em outubro de 1763, foi acusado pela prostituta Jeanne Testard de obrigá-la a renegar Deus e a realizar “atos de sacrilégio” com imagens cristãs enquanto mantinham relações sexuais. Acabou preso, mas, graças à influência da sogra, ficou na cadeia menos de um mês

Em suas obras, Sade, como livre pensador, usava-se do grotesco para tecer suas críticas morais à sociedade urbana. Evidenciava, ao contrário de várias obras acerca da moralidade - como por exemplo o "Princípios da Moral e Legislação" de Jeremy Bentham- uma moralidade baseada em princípios contrários ao que os "bons costumes" da época aceitavam; moralidade essa que mostrava homens que sentiam prazer na dor dos demais e outras cenas, por vezes bizarras, que não estavam distantes da realidade. Em seu romance 120 Dias de Sodoma, por exemplo, nobres devassos abusam de crianças raptadas encerrados num castelo de luxo, num clima de crescente violência, com coprofagia, mutilações e assassinatos - verdadeiro mergulho nos infernos.

Várias vezes preso, sempre conseguia evadir-se, até ser preso definitivamente em Vincennes (1777), de onde foi transferido para a prisão da Bastilha (1784). Esteve internado no hospício de Charenton (1789-1790, 1801-1814), onde finalmente encontrou a morte. Foi neste hospício e tendo os próprios loucos como atores que ele conseguiu montar suas muitas peças, entre elas Les 120 journées de Sodome (1785), Justine ou les malheurs de la vertu (1791), La Philosophie dans le boudoir (1795), seu romance mais famoso, Pauline et Belval (1796) e Juliette ou les Prospérités du vice (1798). Sua obra foi marcada pelo toque sentimental que retratando os costumes vigentes na França da sua época, deformadas pelas descrições patológicas das perversões sexuais, e até hoje gera, no mínimo, curiosidade.

Apesar de produzir uma obra extensa – da qual apenas um terço foi publicado –, Sade foi um escritor pouco lido em sua época. “Ele sabia que o que escrevia não seria vendido na esquina livremente. Sempre foi um autor clandestino”, afirma Eliane Moraes. Assim ele permaneceu durante todo o século 19. Em 1834, uma edição do Dicionário Universal inaugura o termo “sadismo”, com o significado de “aberração horrível do deboche; sistema monstruoso e anti-social que revolta a natureza”. O nome só se torna famoso, porém, quando usado pelo psiquiatra alemão Richard Freiherr von Krafft-Ebing, num catálogo de psicopatias sexuais, em 1886.

Sade morreu aos 74 anos, amado por duas mulheres, com quem planejava produzir peças teatrais pornográficas quando um dia saísse do hospício.

BIBLIOGRAFIA

    Justine
    Juliette de Sade
    Zoloe e suas Amantes
    O Estratagema do Amor
    Os Crimes do Amor
    A Filosofia na Alcova
    Contos Libertinos
    Diálogo entre um Padre e um Moribundo
    Os 120 Dias de Sodoma
    A Crueldade Fraternal
    Os Infortúnios da Virtude

OS LIVROS

Os Infortúnios da virtude
de MARQUÊS DE SADE


No de Paginas:
192

Em 1787, às vésperas da Revolução Francesa, Sade, sofrendo de uma infecção nos olhos, escreve em apenas duas semanas Os infortúnios da virtude, obra inaugural da grande saga das irmãs Justine e Juliette, a heroína virtuosa e a libertina perversa, uma trilhando as veredas do bem, a outra as do vício e da crueldade, enfim, as personagens-síntese da simetria perfeita do sistema sadiano. Uma não existe sem a outra, assim como um libertino não faz sentido neste universo radical e assustador sem a vítima que lhe serve de objeto de deboche e contraponto tipológico no exercício da perversidade.

Justine e Juliette representam os dois extremos complementares dessa narrativa dialógica na qual os poderes do vício triunfam e as fraquezas da virtude sucumbem inexoravelmente, como se a natureza, a grande-Mãe, inspirasse toda a narrativa, de forma retumbante, arrebatando das mãos os raios da Divina Providência para atirá-los contra os pobres infortunados. Eis a tônica: todo virtuoso é infeliz. Assim, a pobre heroína peregrina pela França, de cantão em cantão, sem renunciar a sua fé,sem descrer nos poderes absolutos e salvadores da religião, seus asseclas e santos.

Ela cai e se levanta, inabalável, a cada ultraje, a cada infâmia, encarnando a última das heroínas virtuosas. Justine, dir-se-ia, só existe para ser aviltada, molestada, profanada. Por isso tem “vida longa”, por isso resiste, resiste... eterna sobrevivente dos dispositivos de destruição da literatura sadiana.

No entanto, são esses “tropeços”, essas “ciladas”, cartas marcadas de uma estratégia romanesca originalíssima: há que se importunar e espezinhar a virtude, pois, caso ela triunfe sempre, o romance perde o interesse. A vida tem de ser mostrada como ela é: dura e cruel.

A tese que Sade sustenta é que a virtude exprime melhor seu sentido se for “atormentada pelo vício”.

No entanto, tal subterfúgio serve de tacape para uma empreitada maior: a paródia do gênero sentimental que faz detonar os poderes da corrupção e do vício, os únicos que, segundo seu autor, estão de acordo com as “verdadeiras intenções da natureza”.

Nessa medida (ou desmedida), Justine pode ser considerada a última das heroínas virtuosas do século XVIII, que, com efeito, decreta a morte do gênero sentimental, tão difundido nesta época por autores como Richardson, Prévost e Rousseau.

Sade escreve à contracorrente ou à contraluz desses autores, atirando no fundo do poço e sepultando de vez as esperanças do homem no homem.



A FILOSOFIA NA ALCOVA
de MARQUES DE SADE


REEDIÇÃO
No de Paginas:
256

A obra em forma de diálogos trata da educação sexual de uma jovem, apresentando, além do erotismo, posições ideológicas que discutem os ideais republicanos e as submissões de uma maneira geral. O romance se passa no quarto, num cenário de coxins, divãs, almofadas e lençóis, onde a jovem Eugénie aprende as artes da libertinagem através do experiente Dolmancé e da senhora de Saint-Ange.

NO PREFÁCIO À EDIÇÃO ORIGINAL de (La Philosophia. dans le boudoir) le-se -

Habent sua fata libelli. Os maus livros também têm seu destino. A obra que estamos em vias de entregar ao público chocará, sem dúvida, aos leitores menos avisados. A crueza das cenas de deboche e a violência dos ataques a todos os princípios da moral consagrada abalam mesmo ao espírito mais habituado a leitura fortes. A depravada orgia da imaginação do famigerado Marquês é tamanha que ninguém o superou até agora e sua obra é, ainda hoje, o melhor documento dos desvarios a que pode atingir a mente humana Nada ele respeita. A religião, a moral, os costumes, os mais puros sentimentos de família a amizade, os nobres impulsos do coração humano são vilipendiados por este espírito doentio e degenerado.
Aqueles que tiveram oportunidade de se informar sobre a patologia do espírito humano, os que se interessam pelo estudo das anormalidades sexuais, não estranharão, evidentemente, este pesadelo monstruoso. Para estes, a presente obra valerá como um texto para estudo. Nenhum sexólogo, nenhum psiquiatra, poderá ignorar este documento. Aí está nossa justificação, ao publicá-lo.
Ainda mais. Para os leitores e mesmo para os inexperientes, esta leitura, estamos certos, jamais será perniciosa. O espírito são repelirá sua brutal pornografia e sua álgida libidinagem. Quem dispuser de um sólido patrimônio moral repudiará, automaticamente, as elucubrações extravagantes e infantis do autor e, certamente, robustecerá suas crenças e seus princípios ante a insanidade de seus cínicos argumentos. Aliás, para invocar ainda uma verdade consagrada: é preciso conhecer o mal para saber evitá-lo.

"A Filosofia na Alcova" (La Philosophie dans le boudoir) apareceu pela primeira vez em 1795 como "obra póstuma do autor de Justina", em dois volumes ilustrados. Constitui o mais expressivo dos escritos do Marquês nas práticas do vício. É uma antologia da libertinagem.
.....................................................................................................................................

No ensaio Faut-il Brûler Sade? (1951) [Devemos Queimar Sade?], Simone de Beauvoir identifica aspectos vanguardistas nos textos do marquês, antecedendo alguns conceitos freudianos da psicanálise. -

A libido está em todo lugar, e ela é sempre maior do que si própria.
Sade certamente antecipou uma grande verdade. Ele sabia que as
“perversões” que são vulgarmente consideradas como
monstruosidades morais ou defeitos psicológicos na verdade
concernem o que agora seria considerado intencionalidade. Ele
entendeu, também, que nossos gostos são motivados não pelas
qualidades intrínsecas, mas da relação do último com o objeto. Em
uma passagem da La Nouvelle Justine ele tenta explicar coprofilia. Sua
resposta é inadequada, mas de modo desengonçado, usando a noção
de imaginação, ele aponta que a verdade de uma coisa não se encontra
no que ela é, mas no significado que adquiriu no percurso da nossa
experiência individual. Intuições como essa nos permitem saudar
Sade como o precursor da psicanálise. (Beauvoir, 1972, p.74).


Um pouco mais de SADE

Titulo:
120 DIAS DE SODOMA,OS 
Autor:
MARQUES DE SADE 
Categoria:
Literatura Estrangeira 

Sinopse:
Cento e vinte dias, seiscentas paixões. Quatro meses de libertinagem, quatro classes de vícios. A cada dia, cinco modalidades, somando cento e cinquenta por mês. Para dar conta dessas cifras, uma comitiva formada por quarenta e seis pessoas, distribuídas em oito categorias distintas, das quais sete ...





Titulo:
DIALOGO ENTRE UM PADRE..... 
Autor:
MARQUES DE SADE

Categoria:
Literatura Estrangeira 

Sinopse:
O livro concentra os principais textos do Marquês de Sade em que ele refuta violentamente Deus e as religiões monoteístas....






Titulo:
LIÇÕES DE SADE 
Autor:
ELIANE ROBERT MORAES
Categoria:
Crítica e Teoria Literária 

Sinopse:
Dotados de rara clareza, os ensaios de Eliane Robert Moraes configuram um olhar que privilegia a força imaginativa de Sade....




LANÇAMENTO


Otto lança “The Moon 1111” dias 21 e 22 de novembro no SESC Vila Mariana



 
Conhecido pela inquietude musical, Otto gravou um álbum inspirado em Guy Montag, personagem de "Farenheit 451" (1966), filme de François Truffaut. “The Moon 1111”, que chega às lojas nesta semana pela gravadora Deck, traz 11 faixas com acento psicodélico e sabor pop.

Otto já está na estrada. Ele se apresenta dias 21 e 22 de novembro no SESC Vila Mariana e vai mostrar novas composições como “Selvagens Olhos, Nego!” (feita há quase 10 anos em homenagem ao rapper Sabotage), "The Moon 1111", "Miss Apple e Zé Pilantra" e "Ela Falava” (está disponível para download gratuito no site http://www.naturamusical.com.br), entre outras. Sucessos como “Crua”, “Seis Minutos”, “Janaina” e “Dias de Janeiro” também estarão no set list.

Otto será acompanhado por sua Jambroband; Fernando Catatau (guitarra), Junio Boca (guitarra), Rian Bezerra (baixo), Carranca (bateria), Toca Ogan (percussão), Marcos Axé (percussão) e Male (percussão).

Nesse show especialmente, em 4 músicas, Otto conta com o auxilio luxuoso de um trio de cordas: 2 violinos e 1 violoncelo.

“The Moon 1111” tem o patrocínio do Programa Natura Musical, selecionado no Edital Nacional 2011.

Serviço
Show: Otto - The Moon 1111
Local: SESC Vila Mariana
Data: 21 e 22 de novembro (quarta e quinta)
Endereço: Rua Pelotas, 141 - Vila Mariana - SP
Horário: 21h
Preço: R$32

Carta de Abrahan Lincoln ao professor do seu filho




Caro professor, ele terá de aprender que nem todos os homens são justos, nem todos são verdadeiros, mas por favor diga-lhe que, para cada vilão há um  herói, para cada egoísta, há um líder dedicado.

Ensine-lhe por favor que para cada inimigo haverá também um amigo, ensine-lhe que mais vale uma moeda ganha que uma moeda encontrada.

Ensine-o a perder, mas também a saber gozar da vitória, afaste-o da inveja e dê-lhe a conhecer a alegria profunda do sorriso silencioso.

Faça-o maravilhar-se com os livros, mas deixe-o também perder-se com os pássaros no céu, as flores no campo, os montes e os vales.



Nas brincadeiras com os amigos, explique-lhe que a derrota honrosa vale mais que a vitória vergonhosa, ensine-o a acreditar em si, mesmo se sozinho contra todos.

Ensine-o a ser gentil com os gentis e duro com os duros, ensine-o a nunca entrar no comboio simplesmente porque os outros também entraram.

Ensine-o a ouvir todos, mas, na hora da verdade, a decidir sozinho, ensine-o a rir quando estiver triste e explique-lhe que por vezes os homens também choram.

Ensine-o a ignorar as multidões que reclamam sangue e a lutar só contra todos, se ele achar que tem razão.

Trate-o bem, mas não o mime, pois só o teste do fogo faz o verdadeiro aço, deixe-o ter a coragem de ser impaciente e a paciência de ser corajoso.

Transmita-lhe uma fé sublime no Criador e fé também em si, pois só assim poderá ter fé nos homens.

Eu sei que estou pedindo muito, mas veja o que pode fazer, caro professor."

Abraham Lincoln, 1830