quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Teatro JUCA CHAVES apresenta o espetáculo “Peter Pan – No Reino Encantado das Cores”

Teatro JUCA CHAVES apresenta o espetáculo “Peter Pan – No Reino Encantado das Cores” todos os domingos do mês de março





O Teatro Juca Chaves (Hipermercado Extra Itaim Bibi) apresenta o espetáculo infantil “Peter Pan – No Reino Encantado das Cores” pela primeira vez em São Paulo, sob a direção de Tiago Barony. Os espetáculos acontecem todos os domingos do mês de março, às 16h. A peça fala sobre um garoto aventureiro que vive momentos emocionantes ao lado de seus amigos e de sua companheira fiel, a pequena Sininho.



Peter Pan é um garoto que não quer crescer e enfrenta a tudo e a todos. Seu principal inimigo trata-se de um malvado vilão, o pirata Capitão James Gancho. Mas é no quarto de uma jovem, chamada Wendy, que ele fica escutando emocionantes histórias para poder contar aos amigos. Um dia Peter Pan acaba se apresentando a Wendy e seus dois irmãos, João e Miguel, e assim eles voam pela janela deixando para trás o senhor e senhora Darling e sua cachorrinha Naná em busca de grandes aventuras e embarcam em um lindo passeio ao REINO ENCANTADO DAS CORES, onde conhecem personagens ilustres, inclusive as belas sereias.






Nesta aventura, as crianças passam a ser perseguidas pelo Capitão Gancho e seus piratas, mas contam com a ajuda dos índios de uma aldeia liderada por um valente Cacique que se juntam a Peter Pan por ter salvado a linda índia, Tigrinha, das garras do terrível capitão Gancho. Mais uma grande batalha está preste a acontecer, em uma grande aventura e uma janela a esperar pelas crianças... será que eles voltam são e salvos dessa aventura? Embarque nesta longa jornada e viva as grandes emoções dessa inesquecível produção, porque o começo de tudo é acreditar!



Elenco: José Douglas (Peter Pan), Gabriela Costa (Wendy), Kyee Markez (João), Bruno Castelly (Mighel), Eduardo Sanches (Capitão James Gancho), Tamara Lunardi (Sininho), Jeferson Pinheli (Smee), Jessica Arrais (Tigrinha, pierrot, pirata), Roseli Dias (Sra. Darling, pirata, índio), Ordálio Barbosa (Sr. Jorge Darling, cacique, pirata).



Ficha Técnica:



Texto e Direção: Tiago Barony

Produção Executiva: Núcleo Cultural Realeza Brasil

Designer Gráfico: Jhony Diego de Jesus

Cenografia: Wilson Cândido

Músicas: Tiago Barony

Melodias: Maestro Hanilton Messias

Coreografias: Káka Pinheiro

Sonoplastia: Tiago Barony

Iluminação: Vânia Francisco

Confecção e figurinos: Solange Thomaz

Assessoria de imprensa: Vantom Comunicações – Silvana Santana



Serviço
Teatro Juca Chaves – Peter Pan – No Reino Encantado das Cores

Domingos, 4,11,18 e 25 de Março as 16h00

Gênero: Infantil

Classificação: Livre

Duração: 80 min.

Capacidade: 350 lugares

Local: Teatro Juca Chaves (Dentro do Hipermercado Extra Itaim Bibi)

Rua João Cachoeira, 899 – Itaim Bibi - SP

Ingresso: R$ 40,00 INTEIRA

MEIA ENTRADA: R$ 20,00 – (válida para Estudantes, professores, aposentados e classe artística)

Acesso a portadores de deficiência física.

Estão abertas as inscrições para o Curso Infantil do Teatro Escola Macunaíma






Início: dia 11 de fevereiro de 2012



infantil



A aventura é companheira de todas as aulas.



Ministrado por professores especializados em dar aulas para alunos entre 6 e 13 anos,

esse curso tem como foco a transformação da sala em um espaço lúdico,

repleto de magia e de aventuras. Em meio a exercícios que mais parecem brincadeiras,

é oferecida uma experiência única, em que os alunos aprendem a se socializar,

a exercer seu poder de comunicação, enfrentam seus medos e, invariavelmente,

acabam por vencer a timidez. Mais acima de tudo, é no meio do mundo mágico do teatro,

que os alunos descobrem a importância das palavras cooperação e responsabilidade,

pois elas são a base de qualquer espetáculo. Estímulos que certamente

vão ajudar a formar mais que alunos: vão formar cidadãos.







Início: dia 11 de fevereiro de 2012

Vários dias e horários

Idade: dos 6 aos 13 anos

Duração: 5 meses

Aulas semanais

Preço: 1ª parcela de R$ 111,50
mais 4 x R$ 223,00

Referente ao figurino e produção

+ 2 x R$ 109,50



Local: Teatro Escola Macunaíma

Informações e reservas :

www.macunaima.com.br

11. 3667.0807

Orquestra Sinfônica do Paraná é atração da Oficina de Música

Composições de Ludwig van Beethoven (1770 – 1827) e Francis Poulenc (1899 – 1963) integram o repertório que a Orquestra Sinfônica do Paraná executa nesta quarta-feira (11), às 20h30, no grande auditório do Teatro Guaíra. Sob a regência do maestro Osvaldo Ferreira, o concerto é uma das atrações da fase erudita da 30ª Oficina de Música de Curitiba, e tem como solistas os pianistas Olga Kiun (Rússia) e Piotr Banasik (Polônia), que também atuam como professores da Oficina de Música.

A liberdade de criação defendida por Beethoven e a graciosidade melódica de Poulenc permeiam o espetáculo conduzido por Osvaldo Ferreira, que responde pela direção artista da fase erudita da 30ª Oficina de Música de Curitiba. O maestro português, que acumula trabalhos em toda a Europa e atualmente é regente titular da Orquestra Sinfônica do Paraná, leva ao público um programa brilhante, de sonoridade inesquecível.

Na “Abertura Egmont Op. 84”, Beethoven mais uma vez demonstra que sua música expandiu formas, harmonias e instrumentação. A música foi feita sob encomenda para a peça “Egmont”, de Goethe, escritor que merecia profunda admiração do compositor. A obra incorpora a convicção de Beethoven de que a morte não é um fim, quando esperanças e ideais permanecem intactos. Na outra peça selecionada para o concerto, “Sinfonia nº 7 em Lá maior Op. 92”, Beethoven comprova que fazia música para despertar as emoções dos ouvintes.

De Francis Poulenc o espetáculo conta com o ”Concerto para dois pianos e orquestra em Ré menor, FP 61”, inspirado no encontro do compositor com tocadores de gamelões (instrumentos tradicionais da ilha de Bali), na Exposição Colonial de Paris, em 1931. Além disso, a instrumentação da obra tem efeitos jazzisticos e exige habilidades de conjunto dos pianistas solistas. Durante todo o concerto, os pianistas tocam quase de forma contínua, por vezes sem o acompanhamento da orquestra. Com isso, Poulenc cria um diálogo dramático, mas também encantador entre os dois pianos e a orquestra.



Os solistas – Junto com a Orquestra Sinfônica do Paraná, o palco do Guairão também recebe o talento de dois pianistas de renome internacional, que transmitem seus conhecimentos como professores da Oficina de Música de Curitiba. Olga Kiun, que descende de uma tradicional família de músicos soviéticos, estudou no Conservatório Tchaikovsky e doutorou-se pelo Conservatório de Leningrado, atual Conservatório de São Petersburgo. Realizou apresentações por toda a Europa, além do Uruguai e Peru e, no Brasil, foi solista dos mais conceituados grupos sinfônicos, tendo trabalhado com os regentes Alceo Bocchino, Benito Juarez, Paulo Torres, Lutero Rodrigues, Osvaldo Colarusso e Roberto Minczuck. Atualmente vive em Curitiba e desenvolve intensa atividade artística e pedagógica, em todo o país.

O polonês Piotr Banasik estudou na Academia de Música de Katowice e recebeu vários prêmios e menções honrosas em concursos e festivais, na Polônia e em outros países. O instrumentista tem se apresentado como solista em concertos sinfônicos na República Checa, França, Alemanha, Itália, México, África do Sul, Suíça e Ucrânia, bem como em muitas salas de concerto importantes na Polônia. Para participar da Oficina de Música, Banasik recebeu o apoio cultural do Consulado Geral da República da Polônia em Curitiba.



Patrocínio e apoios – Para realizar a Oficina de Música, a Prefeitura e a Fundação Cultural de Curitiba contam com patrocínio do Ministério da Cultura, Petrobras, Sanepar e Copel. Além disso, têm os seguintes apoios: Air France, Centro Cultural Teatro Guaíra, Consulado Geral da República da Polônia em Curitiba, Consulado Geral dos Estados Unidos em São Paulo, Escola de Música e Belas Artes do Paraná, Escritório do Quebec, FAP – Faculdade de Artes do Paraná, Família Farinha, Goethe-Institut Curitiba, ICAC – Instituto Curitiba de Arte e Cultura, Paróquia Senhor Bom Jesus dos Perdões, Pró-Reitoria de Extensão e Cultura da UFPR, Rádio e Televisão Educativa do Paraná E-Paraná, Polloshop, SEEC –Secretaria de Estado da Cultura, SESC da Esquina, SESC Paraná, SESC Paço da Liberdade, UTFPR – Universidade Tecnológica Federal do Paraná. Também contam com o apoio do Projeto Conta Cultura e do Governo do Estado do Paraná.



Serviço:

30ª Oficina de Música de Curitiba

Concerto da Orquestra Sinfônica do Paraná, sob a regência do maestro Osvaldo Ferreira, tendo como solistas os pianistas Olga Kiun (Rússia) e Piotr Banasik (Polônia).

Data e horário: 11 de janeiro de 2012 (quarta-feira), às 20h30

Local: Teatro Guaíra – Auditório Bento Munhoz da Rocha Neto (Rua Conselheiro Laurindo, s/n – Centro)

Ingressos: R$ 20 e R$ 10. Venda de ingressos diretamente na bilheteria do teatro, uma hora antes do espetáculo.



Mais informações sobre a 30ª Oficina de Música de Curitiba nos sites:

www.oficinademusica.org.br

www.fundacaoculturaldecuritiba.com.br

Fotografias estão disponíveis no endereço:

http://www.flickr.com/photos/fundacaoculturaldecuritiba

Convocatoria de Audiciones para Instrumentistas en Huelva (España)

Convocatoria de Audiciones para Instrumentistas en Huelva (España):

La Orquesta Sinfónica Nacional de Paraguay convoca Pruebas Internacionales para la contratación de Músicos de diferentes especialidades instrumentales.
Las pruebas tendrán lugar en Huelva (España) los días 6, 7 y 8 de Febrero de 2012.
Para más información visitar el Tablón de Anuncios (margen inferior derecho) de la web http://www.orchestraconducting.com


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Auditions in Huelva (Spain):

The National Symphony Orchestra of Paraguay International announces International Auditions for several Instruments.
Auditions take place in Huelva (Spain) on 6, 7 and 8 February 2012.
For more information, please visit the "Tablón de Anuncios" (botton right) in the web: http://www.orchestraconducting.com

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Os detetives e Harry Bosch, criação de Michael Connelly

LITERATURA POLICIAL
e os livros de Michael Connelly
UM TIRO NO PEDANTISMO INTELECTUAL


Antes que alguém já saia torcendo o nariz para o tema, mais nos compensa repensar o quanto esse crime compensa. Se para alguns de nossos intelectuais os romances policiais estariam fadados a carregar eternamente o rótulo de subliteratura, para a maioria de intelectuais e escritores, tal colocação não passa de claro preconceito criado a partir de uma outra grande distorção - a de que toda a literatura que envolve crime e mistério é de baixa qualidade. A verdade é que tais intelectuais vivem de dar tiros no próprio pé, e esquecem que muitos de nossos autores clássicos produziram seus contos e romances de mistério, de inconteste qualidade e importância. São livros recheados com todos os elementos execrados pelos tão exigentes detratores. Nas tramas, o crime, os processos, as deduções e as investigações.

Não é preciso ter tanta acuidade de detetive para lembrar de Emile Zola que nos brindou com obras como "Tereza Raquim", "Germinal" e a "Besta Humana" que, certa feita, escreveu que "toda a obra de arte é um pedaço da natureza, visto através de um temperamento". Dessa forma, os elementos policialescos e os crimes em si, fazem parte de nosso dia-a-dia, uma realidade que, nem por ser trágica e incluir muitas vezes elementos repugnantes, deve ser ignorada pelo artista. Talvez seja por isso mesmo que no início do século passado, Enrico Ferri, psicólogo e criminalista, professor da Universidade de Roma e de Bruxelas, afirmou que "Besta Humana" e ainda "Crime e Castigo", de Dostoievsky eram, para a psicopatologia e para a antropologia criminal, "um meio de propaganda, mil vezes mas rápido que a observação estritamente erudita".

Citando aqui Dostoievsky, lembramos que no universo da literatura russa, temos Leon Tolstoi que além de romances perfeitos como Anna Karenina e Guerra e Paz, escreveu contos de fina ironia e sátira onde a figura da lei era colocada em cheque. Basta conferir "O Custo Da Justiça".

LITERATURA POLICIAL
ONDE ENCONTRAR

Nas boas casas e livros do ramo, e mais aqui e ali e vez por outra tanta no acolá. Pode ser encontrada de diversas formas e, dificilmente, um leitor pode correr o risco de dizer que nunca leu esse tipo de livro. Segundo o escritor Ignácio de Loyola Brandão, o gênero policial pode ser encontrado até na Bíblia. Basta ler Caim e Abel. "Gosto e leio muitas histórias policiais e acho que, como todo o gênero, tem produções boas e más. Mas é um estilo extremamente fascinante e muito importante na formação de um escritor, pois com os bons policiais você aprende muito em relação à arte da narrativa. Na verdade, o que existe é um grande preconceito por parte dos falsos intelectuais que se postam contra a literatura policial." Seus autores prediletos no gênero são George Simenon, Raymond Chandler, Patrícia Highsmith e Agatha Christie”.

Segundo o gaúcho Flávio Moreira da Costa que foi crítico de cinema, música e literatura e tem hoje cerca de 30 livros publicados incluindo o por ele organizado , uma coletanea de contos policiais "o homem é o único animal que mata seu semelhante por razões que não sejam sua própria sobrevivência".

Temos aqui uma ficção que beira a realidade, tratando de um assunto por demais comentado em nossos dias, sobretudo devido à crescente globalização do crime. Os textos (contos policiais) registram uma faceta da humanidade sempre presente e cada vez mais visível e ameaçadora. A antologia, organizada com brilhantismo, pode ser considerada a mais completa da literatura de crime e mistério até hoje publicada no país. A primeira história escolhida por ele é do Antigo Testamento - A história de Sansão, depois podemos facilmente passar por Sófocles - Édipo Rei. Mil e uma noites, Perrault, Voltaire, Honoré de Balzac, Robert Louis Stevenson, Apollinaire, Guy de Maupassant, Kafka, Dickens, Edgard Allan Poe...e claro Michael Connelly, antes de um longo etc.



CIDADE DOS OSSOS (Coleção Negra)
de Michael Connelly


Páginas: 368




Premiado em 1997 com o Anthony Award por melhor romance de mistério, Connely já é considerado um dos mais inteligentes e vívidos escritores da literatura noir. Seu detetive-herói Hieronymous Bosch, ou Harry Bosch, é conhecido nos Estados Unidos até por quem nunca leu os romances do escritor. CIDADE DOS OSSOS, mais recente aventura deste detetive cínico e durão, freqüentou as listas de mais vendidos e é o novo título da Coleção Negra, dedicada aos maiores mestres da literatura policial.




LUZ PERDIDA (Coleção Negra)
de Michael Connelly


Páginas: 352


Em meio a viradas sensacionais, o leitor assiste a outra brilhante investigação conduzida por Bosch. Connelly acerta em cheio mais uma vez, com uma obra à altura dos clássicos de Raymond Chandler.

O AUTOR
Michael Connelly (Filadélfia, 21 de julho de 1956) é um escritor norte-americano. Escreveu vários romances policiais, sendo os mais famosos aqueles protagonizados pelo detetive do Departamento de Polícia de Los Angeles - Hieronymus "Harry" Bosch. Seus livros já foram traduzidos para 35 línguas diferentes e suas obras lhe renderam várias premiações.
O autor ganhou diversos prêmios por sua obra, incluindo o Bancarella (Itália), o Calibre 38 (França) e o Falcão Maltês (Japão). Do mesmo autor, a Editora Record já publicou Mais escuro que a noite, Luz perdida e Correntezas da maldade.

Saiba mais
www.michaelconnelly.com



BIBLIOGRAFIA
Série de Harry Bosch

The Black Echo (1992)
The Black Ice (1993)
The Concrete Blonde (1994)
The Last Coyote (1995)
Trunk Music (1997, lançado no Brasil como O Último blefe)
Angels Flight (1999)
A Darkness More Than Night (2001)
City Of Bones (2002)
Lost Light (2003)
The Narrows (2004, lançado no Brasil como Correntezas da maldade)
The Closers (2005)
Echo Park (2006)
The Overlook (2007, lançado no Brasil como O Mirante)
The Brass Verdict (2008)
9 Dragons (2009)
The Reversal (2010)

Série de Mickey Haller

The Lincoln Lawyer (2005) (Lançado no Brasil como "Advogado de Porta de Cadeia" e depois como "O Poder e a Lei", nome dado ao filme baseado no livro)
The Brass Verdict (2008)
The Reversal (2010)
The Fifth Witness

Outros romances

The Poet (1996)
Blood Work (1998)
Void Moon (2000
Chasing the Dime (2002)
The Scarecrow (2009)

Editor

The Best American Mystery Stories 2003 (2003)
Murder In Vegas (2005)
In the Shadow of the Master (2009)

Contos

"Two-Bagger" – em Murderers' Row (2001) e The Best American Mystery Stories 2002 (2002).
"Cahoots" – em Measures of Poison (2002)
"After Midnight" – em Men from Boys (2003)
"Christmas Even" – em Murder...and All That Jazz (2004)
"Cielo Azul" – em Dangerous Women (2005)
Uma história publicada anonimamente em The Secret Society Of Demolition Writers (2005)[2]
"Angle of Investigation" – em Plots with Guns (2005) e The Penguin Book Of Crime Stories (2007)
"Mulholland Dive" – em Los Angeles Noir (2007) e Prisoner of Memory (2008)
"Suicide Run" – em Hollywood and Crime (2007)
"One Dollar Jackpot" – em Dead Man's Hand (2007)
"Father's Day" – em The Blue Religion (2008)

Não Ficção

Crime Beat (2006), coleção de jornalismo do Sun-Sentinel e Los Angeles Times

Videografia

Level 9 (2001) – co-criador e co-produtor executivo




um lançamento






segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

NOS PASSOS DE CASCAES



NOS PASSSOS DE CASCAES
Bruxas, lobisomens e outros seres encantados
de Juliana Dalla e
Ilustrações de Sergio Magno


42 páginas

Não sou muito amigo de resenhar livros infantis , quiçá juvenís. São tantas as obras emburrecedoras e de preço tão alto que entendo o porque poucos foram brindados em
sua infância e préadolescência com uma farta biblioteca. Mas quando chega as nossas mãos oma perola como essa - NOS PASSSOS DE CASCAES, não posso me indispor com a consciência e não rabiscar loas a tal lançamento. Vamos dizer assim embruxou-se e assumiu a objetiva beleza de um personagem que devia ser melhor conhecido - Franklin Cascaes.
Sergio Magno de forma bela praticamente psicografou cada traço do artista. Num coreto e colorido projeto "viriatocorreram" um Cazuza criador de criaturas.
Não acreditam? deem só uma olhada no Boitatá de Franklin Cascaes, 1960


Nanquim sobre papel e colagem
38,5 X 44,6cm
Acervo: Museu Universitário Professor Oswaldo Rodrigues Cabral / Secretaria de Cultura e Arte / Universidade Federal de Santa Catarina



e agora



delicie-se com a obra do Magno




O Museu Histórico de Santa Catarina abrigou a exposição Franklin Cascaes: desenhos e esculturas, com curadoria de Fernando Lindote. Franklin Cascaes (1908-1983) foi pesquisador da cultura açoriana, folclorista, ceramista, gravurista e escritor. Ele dedicou a vida ao estudo da cultura açoriana na Ilha de Santa Catarina e região.

Vale conferir

Um lançamento





A Festa do Século de Niccolò Ammaniti



A Festa do Século
de Niccolò Ammaniti

336 páginas

Em A Festa do Século, Ammaniti faz uma ode à futilidade da sociedade atual. Para isso, reúne celebridades, como falsos intelectuais, jogadores de futebol, escritores ganhadores do prêmio Nobel, políticos desonestos e atrizes pornôs, numa celebração ao lado de criaturas enviadas pelo próprio demônio. Tudo ocorrerá na casa do magnata imobiliário Salvatore Chiatti.

Segundo o autor, ele tenta, por meio de uma trama engraçada e criativa, fazer uma sátira da vulgaridade berlusconiana. A consequência foi um romance impressionante e impiedoso.

Leia trecho em http://bit.ly/sTLdIR

O AUTOR
Niccolò Ammaniti é conhecido por sua escrita corajosa. Em seu romance anterior, Como Deus Manda, expôs o mundo dos excluídos, dos marginalizados e dos brutalizados italianos em uma sociedade consumista. Agora, em seu ótimo e mais recente livro, A Festa do Século, o autor apresenta a sociedade da vaidade que as importantes personalidades irão desfrutar. Com apenas uma ressalva: não da maneira que elas esperavam.

Niccolò Ammaniti (nascido em 25 de setembro de 1966 em Roma ) é um escritor italiano. Como um jovem italiano romancista , Ammaniti fazia parte do grupo canibal, a partir da antologia Gioventù Cannibale (1996), para a qual escreveu um romance curto, juntamente com Ricardo Shorts .

Tornou-se conhecido em 2001 com a publicação de Io non ho paura , uma novela que mais tarde foi transformado em um filme dirigido por Gabriele Salvatores .



Em 2006, ele publicou Venha Dio comanda , um romance em que nada deve ser tomado pelo valor de face. Um romance policial, que também é um diálogo incansável entre o homem e Deus. Uma visão profunda da Itália de subclasses e desempregados onde a pobreza e sonhos, nobreza e crueldade, o humor e a tristeza estão entrelaçados à noção espetacular da própria vida.


Niccolò Ammaniti apresenta no Caffeina WebTvo seu mais recente romance, "Che la festa cominci"



UM LANÇAMENTO


CAIXA CULTURAL ABRE TEMPORADA COM A PERCUSSÃO MÁGICA DO UAKTI




Grupo mineiro realiza três shows na capital paranaense





A Caixa Cultural apresenta o grupo Uakti, de 13 a 15 de janeiro, abrindo a programação do teatro em 2012. Um dos principais grupos de percussão do mundo, o Uakti - formado por Artur Andrés, Paulo Santos e Décio Ramos – comemora 33 anos de atividade com o show “Uakti 4 Tempos”, uma síntese dos últimos trabalhos do grupo. Haverá também um workshop gratuito com os músicos no sábado (14), às 15h.



A proposta radical de fazer música com instrumentos não convencionais rendeu fama mundo afora, com uma orquestra de instrumentos inusitados construídos com materiais como vidro e pedras, além da criação de linguagens e sonoridades absolutamente originais, que são hoje a marca do grupo.



Serão executadas músicas dos álbuns “Uakti – Águas da Amazônia”, com música feita por Philip Glass tendo como tema as águas do Rio Amazonas; “OIAPOK XUI”, baseado em ritmos brasileiros e nas obras de Tom Jobim, Ary Barroso e Milton Nascimento; “Clássicos“, transposição de temas da música erudita para o universo sonoro do Uakti e “Trilobita”, que mescla a música de Elomar e Milton Nascimento com temas de inspiração oriental feitos pelo grupo.



Capitaneado por instrumentos já tradicionais, como o trilobita, a marimba de vidro e a torre, o show é uma incursão pela música inclassificável do Uakti, com as presenças da pianista Regina Amaral e da percussionista Josefina Cerqueira. As duas dão mais peso e ampliam as possibilidades de uso dos mais de 50 instrumentos criados pelo grupo, a partir do trabalho original e de vanguarda desenvolvido por Marco Antônio Guimarães.



O grupo:

O Uakti leva ao palco os instrumentos criados por Marco Antônio Guimarães. Aluno do suíço Walter Smetak, na Universidade Federal da Bahia, Marco Antônio desenvolveu uma técnica de criar instrumentos a partir de materiais do cotidiano, como tubos de PVC, cabaças, borrachas, apitos, placas de vidro e metais, rodas de bicicleta e uma gama cada vez maior de elementos que, aos poucos foram se transformando num som plural, original e mágico como a lenda indígena que deu origem ao nome.



Diz a história dos índios tukano, da região do Alto Rio Negro, que Uakti era um monstro de forma humana, com o corpo aberto em buracos, por onde o vento passava e produzia música. Ele seduzia e maltratava as mulheres e, por isso, foi morto. No lugar onde seu corpo foi sepultado cresceram três palmeiras. Da madeira destas palmeiras foram feitos instrumentos que reproduzem o som que o vento fazia ao passar pelos buracos do corpo do herói Uakti.



Desde o primeiro show, que aconteceu em 1980, o grupo já se apresentou em todo o Brasil, no Japão, na Europa e nos Estados Unidos, onde é contratado do selo Point Music, do compositor Philip Glass. Milton Nascimento, Paul Simon, Ney Matogrosso, Maria Bethânia, Manhattan Transfer, Mônica Salmaso, Grupo Corpo e Skank são alguns dos artistas que já fizeram parcerias com o Uakti.



Serviço: Música: Grupo UAKTI Local: CAIXA Cultural – Rua Conselheiro Laurindo, 280 – Curitiba (PR) Data: de 13 a 15 de janeiro de 2012 Hora: sexta e sábado às 21h e domingo às 19h Ingressos: R$ 20 e R$ 10 (meia – conforme legislação e correntista CAIXA) Bilheteria: (41) 2118-5111 (de terça a sexta, das 12h às 19h, sábado e domingo, das 16h às 19h) Classificação etária: Livre para todos os públicos Lotação máxima: 125 lugares (02 para cadeirantes) Workshop com o Grupo UAKTI Local: CAIXA Cultural – Rua Conselheiro Laurindo, 280 – Curitiba (PR) Data: 14 de janeiro de 2012 Hora: sábado às 15h Ingressos: Entrada franca. As inscrições devem ser encaminhadas para caixacultural08.pr@caixa.gov.br Informações: (41) 2118-5111 (de terça a sexta, das 12h às 19h, sábado e domingo, das 16h às 19h)

As glórias de Srila Prabhupada - “Está vendo esta cicatriz?”


As glórias de Srila Prabhupada “Está vendo esta cicatriz?”

27 de dezembro de 1972, Apartamento de Mahadevia, Mumbai, Índia

Um dia, enquanto eu massageava Srila Prabhupada, ele apontou para uma cicatriz na sua perna.

“Está vendo esta cicatriz?”, ele perguntou...Leia mais em ******

O Espaço Veredas-SP abre a exposição INCUBADORA#1



O Espaço Veredas-SP abre a exposição INCUBADORA#1 dia 29 de fevereiro, às 19h



Mostra é resultante de um ano de trabalho do grupo

de pesquisa “Incubadora”, sob orientação e curadoria de Regina Johas.

Estarão expostos os trabalhos de

Eide Feldon, Elaine Pessoa, Gláucia Martelli e Juliana D Chohfi.



O ESPAÇO VEREDAS-SP apresenta a exposição INCUBADORA#1, que reúne os desdobramentos recentes da produção de Eide Feldon, Elaine Pessoa, Gláucia Martelli e Juliana D Chohfi. Esta mostra é resultante de um ano de trabalho do grupo de pesquisa Incubadora, sob orientação e curadoria de Regina Johas. A exposição abre, com vernissage, dia 29 de fevereiro e fica até o dia 17 de março no local.



Inaugurada em setembro de 2010, VEREDAS-SP propõe novos vetores e idéias em arte contemporânea. Conectada com o espírito de seu tempo, uma de suas principais propostas é promover artistas emergentes, trabalhando com mídias diversas e promovendo uma arte de ponta.



Dirigida por Elaine Pessoa e coordenada por Regina Johas, VEREDAS-SP possui um programa que inclui exposições, edições e projetos de intervenção em seu espaço, além de promover o diálogo crítico entre artistas, público e colecionadores abertos ao mercado da arte brasileira.



"A galeria abriga cursos e palestras e encontros com artistas, além de promover a produção jovem em seu projeto de intervenção no espaço chamado PAREDÃO VEREDAS".




“Paredão Veredas” por Vivian Kass. Obra ficou exposta no final de 2011 VEREDAS - SP Rua Lisboa 328 Pinheiros – São Paulo SP CEP – Brasil + 55 11 3081-3505 www.atelierveredas.com.br Horário de funcionamento: Seg – Sex, das 14h30 às 18h