terça-feira, 27 de abril de 2010

Ana Mae Barbosa e Dennis de Oliveira em encontro sobre a diversidade cultural brasileira



“Negros, Índios e o Brasil: Diálogos na Cultura” na teoria e na prática no Teatro da CAIXA

A CAIXA Cultural Curitiba patrocina o encontro “Negros, Índios e o Brasil – Diálogos na Cultura”, de 04 a 06 de maio. O evento consiste em uma série de três encontros e aborda a diversidade cultural brasileira. O encontro tem a curadoria e mediação de Ana Mae Barbosa e Dennis de Oliveira, professores da Universidade de São Paulo e a participação de outros profissionais convidados.

O projeto é voltado para professores do ensino médio e fundamental. A programação conta com três palestras de profissionais da área educacional que irão abordar os aspectos teóricos da temática e gerenciar dinâmicas com o público. O tema da discussão é a obrigatoriedade do ensino das culturas afro-brasileira e indígena (Leis 10.639/03 e 11.645/08, respectivamente) na grade curricular das escolas, conforme a legislação.

O que fazer e como abordar o assunto dentro da sala de aula para crianças e adolescentes, criando atmosferas em que reconheçam a influência destas culturas na vida diária? Tendo esta questão em mente, os curadores desenvolvem o trabalho tendo a cultura visual como foco, extrapolando a sala de aula e colaborando para um maior entendimento da diversidade, trabalhando a tolerância às diferenças e contribuindo para o conhecimento e o desenvolvimento de uma identidade brasileira.

O foco deste projeto é disseminar o conhecimento dos especialistas e apresentar práticas pedagógicas com atividades em que o professor estabeleça uma relação direta com o tema, com abordagens práticas para a aplicação em sala de aula. A condução das atividades será feita com um especialista em cada uma dos temas, seguida de uma dinâmica de grupo.

O objetivo do ciclo não é apenas socializar informações a respeito destas temáticas, mas contribuir para a discussão de uma ação pedagógica que dê conta dos objetivos desta legislação. O evento conta com o apoio institucional do Celacc – Centro de Estudos Latino Americano de Cultura e Comunicação da ECA/USP.

Outras informações podem ser encontradas no site www.negroindiobras.com.br e no blog www.negroindiobras.blogspot.com

Curadores/mediadores

Ana Mae Barbosa - Possui graduação em Direito pela Universidade Federal de Pernambuco, mestrado em Art Education - Southern Connecticut State College e doutorado em Humanistic Education - Boston University. Atualmente é professora titular aposentada da USP e professora da Universidade Anhembi Morumbi. Tem experiência na área de Artes, com ênfase em Educação Artística, atuando principalmente nos seguintes temas: Arte-Educação, Artes Visuais, História do Ensino da Arte, Ensino da Arte, Ensino do Design, Administração de Arte e Multiculturalidade.

Dennis de Oliveira - Graduado em Jornalismo, mestrado e doutorado em Ciências da Comunicação pela USP. Atua na área de Comunicação, com ênfase em Comunicação Popular com os temas: comunicação e cultura, processos midiáticos e culturais, comunicação e recepção, processos midiáticos e jornalismo, mídia e racismo e integração na América Latina. É coordenador do CELACC (Centro de Estudos Latino Americanos de Cultura e Comunicação) e membro do Neinb/USP (Núcleo de Estudos Interdisciplinares do Negro Brasileiro). Consultor na área de comunicação, educação e cultura para empresas e instituições governamentais e ONG.

Palestrantes

Dirléia Mathias - Pedagoga, licenciada em Supervisão Escolar e nas disciplinas pedagógicas do Ensino Médio pela UFPR, Especialista em Metodologia do Ensino Superior pelo Instituto Brasileiro de Pós Graduação, Integrante do GEAA - Grupo de Estudos e Trabalho Africanidades Araucária, Diretora Pedagógica do Sindicato Municipal dos Professores de Araucária, Pedagoga do Colégio Estadual Brasílio Vicente de Castro e Coordenadora Geral do Fórum Municipal em Defesa da Escola Pública Gratuita e Universal.

Lisy Salum - Possui graduação em Educação Artística pela Fundação Armando Álvares Penteado, mestrado e doutorado em Antropologia Social pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP. É docente do Museu de Arqueologia e Etnologia (MAE) da USP, com ênfase em estudos africanistas. Atua nas áreas de arte africana, cultura material, coleções em museus, arte e religiosidade afro-brasileira, imaginário, imagens e fotografia. Pesquisadora de arqueologia histórica, historiografia da arte e antropologia com estudos sobre àquilo que, na cultura material, envolve problemas de território relevantes aos problemas do Negro no Brasil e nas Américas.

Rosimary de Araujo (Rosi Kariri) - Professora indígena com formação em Meio Ambiente pela Escola Técnica ETEVAV em Jundiaí. Estudante de Ciências Sociais da PUC-SP. É presidente da Associação Indígena Kariri e Coordenadora do Encontro Kariri. Também é conselheira do CEPISP - Conselho Estadual dos Povos Indígenas de São Paulo e Diretora do Ponto de Cultura: Casa da Cultura Indígena, em Cotia, um convênio entre o Ministério da Cultura e a Secretaria Estadual da Cultura.

Programação do evento em Curitiba

Terça-feira (04 de maio) das 13h às 17h

Arte e Cultura Afro-brasileira

Mediação: Dennis de Oliveira

Especialista: Dirléia Mathias

Quarta-feira (05 de maio) das 13h às 17h

Arte e Cultura indígena

Mediação: Dennis de Oliveira

Especialista: Rose Kariri

Quinta-feira (06 de maio) das 13h às 17h

Cultura Visual no Brasil influenciado pelas culturas indígena e afro-brasileira

Mediação: Ana Mae Barbosa

Especialista: Lisy Salum

Serviço:


Encontro: “Negros, Índios e o Brasil: Diálogos na Cultura”

Local: Teatro da CAIXA

Endereço: Rua Conselheiro Laurindo, 280, Centro – Curitiba

Data: de 04 a 06 de maio, com uma temática diferente a cada dia

Horários: de terça a quinta, das 13h às 17h

Inscrições: Entrada franca - As inscrições estão encerradas.

Informações: (41) 2118-5114 (de terça a sexta das 10h às 18h)

Público: Professores do Ensino Médio e Fundamental

Lotação: 60 vagas por dia

www.caixa.gov.br/caixacultural

RETOMANDO O "DISCUTIR O BRASIL"

- Voces se lembram dessa charge?



Vamos lá -
Para Marco Aurélio Garcia, o livro "Brasil, entre o pass
ado e o futuro" não tem a pretensão de preencher um vazio que “só se preenche a partir de um movimento mais intenso da sociedade” mas tem o objetivo de chamar a atenção sobre o Brasil atual: “Grande parte da chamada intelectualidade progressista, na qual incluo a mim e ao Emir, estamos, senão calados, um pouco tímidos. O lugar de debate atual foi ocupado por sub-intelectuais de direita que resolveram fazer de sua atividade intelectual medíocre uma forma, inclusive, de construir carreira nos grandes órgãos de comunicação do país".

Pois bem, não é este o mome
nto certo de reacendermos nossas chamas da indignação e acabarmos com o sedentarismo de nossas mentes que estavam temporariamente empapadas de langor termal (ou seria mornal, digo normal)?

Chegou a hora dessa "gente bronzeada mostrar seu valor" contra esse ser des-humano raquítico e branquelo que se esconde nas
"soubornáveis" prateleiras do neo-liberalismo. "Arreda capeta", vamos aos livros ! (EC)

Brasil, entre o Passado e o Futuro
Marco Aurélio Garcia
Emir Sader
(orgs.)

Este livro reúne reflexões sobre o Brasil da primeira década do novo século, revelando o caminho de um país que era dos mais injustos do mundo a outro, menos desigual, que se projeta como a quinta economia do planeta. Os textos de Brasil, entre o passado e o futuro não apenas mostram a herança recebida do passado e as transformações realizadas como também apontam o caminho a trilhar para fazer deste um país realmente democrático, solidário e soberano.
Esta obra reúne ensaios de atores da cena política e intelectual brasileira que buscam assimilar e analisar as intensas transformações ocorridas no Brasil nos últimos sete anos. Os textos se debruçam sobre o passado recente do país na tentativa de desvendar diversos aspectos da realidade brasileira, como sua dinâmica econômica, social, política e cultural. Em uma coedição da Editora Fundação Perseu Abramo e Boitempo Editorial, Brasil: entre o passado e o futuro busca contribuir com o debate sobre o que virá após o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Para tanto, contou com a colaboração de importantes intelectuais - integrantes do governo ou não - que nunca deixaram de pensar e sistematizar ideias sobre o processo em curso no país: Marco Aurélio Garcia, Emir Sader, Marcio Pochmann, Guilherme Dias, Luiz Dulci, Nelson Barbosa, José Antonio Pereira de Souza e Jorge Mattoso. Além dos artigos, completa o volume uma entrevista com Dilma Rousseff, feita por Garcia, Sader e Mattoso.
O livro apresenta um conjunto de dados, análises e propostas de intelectuais comprometidos com um projeto de país que será o centro do debate nas disputas eleitorais de 2010. Busca, assim, trazer uma contribuição interpretativa sobre o momento atual, vislumbrando sempre poder transformar o futuro.

Ensaios e autores

Brasil, de Getúlio a Lula - Emir Sader
O Brasil herdado - Jorge Mattoso
A inflexão do governo Lula: política econômica, crescimento e distribuição de renda - Nelson Barbosa e José Antonio Pereira de Souza
A sociedade pela qual se luta - Guilherme Dias e Marcio Pochmann
Participação e mudança social no governo Lula - Luiz Soares Dulci
O lugar do Brasil no mundo - Marco Aurélio Garcia
A política externa em um momento de transição - Marco Aurélio Garcia
Um país para 190 milhões de brasileiros - Entrevista com Dilma Rousseff


A Nova Política Econômica

Vol. 01 -A Sustentabilidade Ambiental


O objetivo desta coleção é registrar as mudanças ocorridas no Brasil nestes oito anos do governo dirigido pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Os livros que a compõem resultam de um trabalho coletivo, que colaboraram ministros, altos dirigentes do governo federal, além de intelectuais e lideranças sociais. Este primeiro volume traz dois temas de grande relevância: a política econômica e a sustentabilidade ambiental. São dezenas de contribuições que se concentram na identificação dos avanços obtidos, dos desafios vencidos, das dificuldades e do que, embora desejado para o presente, restou para o futuro. Constituem estudos valiosos para a história brasileira, por registrarem as características políticas, econômicas, sociais, administrativas e culturais do período 2003-2010.


Introdução à Economia Solidária
Paul Singe
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O professor e economista Paul Singer descreve as origens históricas e os princípios da economia solidária – em que a solidariedade se sobrepõe à competição – e defende a idéia de que ela poderá ser
uma alternativa superior ao capitalismo por proporcionar às pessoas uma vida melhor, com solidariedade e igualdade.

Apresentação de Luiz Inácio Lula da Silva.


Nas páginas deste livro se encontram sólidos argumentos reafirmando
a necessidade de buscarmos uma forma de organização social e econômica que ultrapasse as potencialidades oferecidas à humanidade pelo capitalismo, superando as desigualdades que lhe são inerentes. Economista, professor universitário, intelectual reconhecido nacionalmente há muitas décadas, militante metalúrgico nos anos 50, há mais de meio século Paul Singer se dedica com paixão – talvez a paixão maior de sua vida – a uma defesa das idéias socialistas que não faz qualquer concessão ao dogmatismo. Ele é provavelmente o pesquisador brasileiro que vem se dedicando com mais persistência, nos últimos anos, ao trabalho de repensar a utopia socialista a partir das duras lições oferecidas pelas distorções e pelos rumos ditatoriais assumidos na experiência do chamado socialismo real. Para pessoas como eu, que nunca acreditaram na viabilidade de um socialismo em que o Estado tudo decide, nem conseguem imaginar uma sociedade baseada no igualitarismo absoluto, que anestesia o impulso que cada um de nós tem de crescimento, este estudo de Singer vale como um bálsamo e como verdadeira fonte de luz. Para pessoas como eu, adversárias de um certo discurso que aponta que os problemas do trabalhador só serão resolvidos no dia da grande transformação, o livro mostra de maneira convincente que a sociedade justa por que lutamos precisa ser construída desde já, na barriga do atual sistema. Nesse processo, trata-se de ocupar “interstícios” e multiplicar “implantes” de uma convivência solidária no interior da sociedade injusta em que nascemos e lutamos. Este livro sustenta que foi assim no passado e deve ser assim no presente. Solidariedade é uma palavra saborosa que vale como aposta radical na generosidade do ser humano e em sua capacidade de ver o semelhante, o outro, como parceiro e amigo – não como rival e competidor. Os exemplos discutidos por Singer no final – Mondragon na Espanha, Emilia Romana na Itália, usina Catende em Pernambuco, as cooperativas do MST e vários outros – são uma prova contundente de que é possível construir circuitos eficientes de economia não-capitalista no transcurso da prolongada marcha histórica que permitirá ao ser humano – no tempo e no ritmo que se mostrarem adequados – depositar a mentalidade possessiva que é própria do capitalismo na mesma prateleira em que já estão arquivados o feudalismo e a escravidão.
Luiz Inácio Lula da Silva


Brasil: Mito Fundador e Sociedade Autoritária
Marilena Chaui


Como foi construído o mito fundador do Brasil, de 1500 aos nossos dias? Que papel essa idéia desempenha como fator de coesão e de coerção social? No momento em que o país é incitado a festejar os seus 500 anos, há realmente o que comemorar? Essas são algumas questões apresentadas p
or Marilena Chaui neste livro. Indicado para o Prêmio Jabuti 2001.



um lançamento da



UMA VIRADA CULTURAL ESPECIAL - A UNIVERSIDADE FALADA PARTICIPA

Sala de Ensaio, de Daisy Justus


SALA DE ENSAIO
assinado pela psicanalista
Daisy Justus será lançado no hoje
terça-feira, dia 27, às 19h,
no bar restaurante Market, em Ipanema

Sala de Ensaio, de Daisy Justus, não é apenas um livro para quem gosta de poesia. É para quem gosta da boa poesia mesclada à psicanálise. A autora – amante de Clarice Lispector e pesquisadora da literatura da América Latina – transparece em seus poemas um amadurecimento visível desde a sua primeira publicação, “O Vestido Grená”, lançado em 2006.

Confiram: Nações em Jogo no Kindle!



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A Apicuri já está no Kindle com três títulos disponíveis:

- Minha Pátria é a Língua Portuguesa: A Construção da Ideia da Lusofonia em Portugal de Adriano de Freixo;

- Pedalando na Modernidade: A bicicleta e o ciclismo na transição dos séculos XIX para o XX de Andre Schetino;

- Nações em Jogo: Esporte e propaganda política em Vargas e Perón de Mauricio Drummond;

A Apicuri é uma das únicas editoras brasileiras na Kindle Store!

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segunda-feira, 26 de abril de 2010

Os mistérios de Enola Holmes

Os mistérios de Enola Holmes continuam a intrigar os leitores e o primeiro livro da série, O Caso do Marquês Desaparecido, ganhou muitos elogios da crítica, incluindo algumas que lhe deram quatro estrelas.


O CASO DO MARQUÊS DESAPARECIDO
de NANCY SPRINGER

Páginas: 192

“Eu gostaria muito de saber por que minha mãe me deu o nome de Enola, que, de trás para a frente, lê-se alone, que é a palavra inglesa para solitária (...) – Você vai se sair muito bem sozinha, Enola – dizia-me, quase todos os dias enquanto eu crescia. De fato, essa sempre foi sua ma¬neira de dizer adeus inconscientemente.” Quando Enola Holmes, irmã do grande detetive Sherlock Holmes, descobre que sua mãe desapareceu, ela rapidamente sai a sua procura. Disfarçando-se de viúva, Enola embarca em uma jornada para Londres, sem saber o que poderá acontecer. Ao chegar na cidade ela adota uma série de disfarces, mas acaba se envolvendo no caso de um jovem marquês desaparecido. Em uma época em que as mulheres eram subestimadas, a solitária adolescente inglesa é ameaçada por vilões que procuravam pelo tal nobre, e, além de ter que fugir desses malfeitores, ela precisa também despistar seus espertos irmãos. Em meio a tantos perigos e mistérios, será que Enola conseguirá descobrir as pistas necessárias para encontrar sua mãe?

O CASO DA SENHORITA CANHOTA
de NANCY SPRINGER


Páginas: 208

Os mistérios de Enola Holmes continuam a intrigar os leitores mais uma vez nesta aventura incrível e perigosa. A jovem inglesa permanece solitária, vivendo sozinha na maior, mais sinistra e suja cidade do mundo. Sua mãe ainda é uma incógnita, e para dificultar essa busca, Enola está sendo procurada pelo detetive mais famoso do mundo – seu próprio irmão, Sherlock Holmes. Para que possa continuar livre, ela precisa enganá-lo. Ao encontrar um esconderijo cheio de brilhantes desenhos feito a carvão, ela sente como se fosse uma alma gêmea da garota que fez aquelas obras de arte – mas a garota, a jovem Srta. Cecily desapareceu sem deixar rastros. Desbravando as ruas sombrias onde os assassinos espreitam, Enola deve descobrir como as pistas – uma escada inclinada, um balconista vesgo e alguns panfletos de política – podem levá-la a encontrar a moça canhota. Mas para salvar Srta. Cecily de um poderoso vilão, Enola se arriscará a revelar mais do que ela pode. Será que seu próprio coração solitário a trairá?

A AUTORA
Nancy Springer
é a autora da adorada série Tales of Rowan Hood, estrelando a filha de Robin Hood, assim como das novelas Arthurianas, Am Mordred e I Am Morgan le Fay. Ela recebeu duas vezes o Edgar Award por Melhor Mistério para Jovens e Adultos e foi nomeada para o prestigiado Mythopoeic Fantasy Award. Nancy Springer vive em East Berlin , Pennsylvania.



UM LANÇAMENTO

A SOCIEDADE DO S de SUSAN HUBBARD



A SOCIEDADE DO S
de
SUSAN HUBBARD


Páginas: 280

Ariella Montero está buscando a verdadeira identidade de seu pai, de sua mãe – e de si mesma. Através de um enredo rico em suspense Susan Hubbard, como descreveu a escritora Carolyn Parkhurst, com um estilo gótico de se contar histórias revela em A Sociedade do S, a história mais incomum sobre como se tornar adulto.

“A premiada escritora Susan Hubbard explora um mundo estranho e sombrio.” - LARRY COX, The Tucson Citizen

“Hubbard nos oferece uma reviravolta surpreendente... um conto vampiresco que pode ser lido como um sutil drama familiar.” - THE ARIZONA REPUBLIC

“Este romance lindamente escrito age como a história de uma criança que se torna adulta enquanto busca pela mãe desaparecida.” - ALLEN PIERLEONI, The Sacramento Bee


A AUTORA
Susan Hubbard é autora de duas aclamadas coletâneas de contos, Walking on Ice e Blue Money, pela qual ela recebeu o Prêmio Janet Heidinger Kafka. Leciona na University of Central Florida e vive em Orlando em Cape Canaveral.

Saiba mais em hhttp://anamcarawritersandartistsretreat.blogspot.com/://anamcarawritersandartistsretreat.blogspot.com/


UM LANÇAMENTO

Histórias dos gerais


Histórias dos gerais
Eduardo Magalhães Ribeiro (org.)


Coleção: Humanitas
Apoio: CNPq e Fapemig
329 p.



O livro "Histórias dos gerais", organizado pelo professor Eduardo Magalhães Ribeiro, apresenta pesquisas que abordam a relação estabelecida pelo homem da região do Alto-Médio São Francisco com a ocupação do solo e sua luta constante para praticar agricultura em uma região com grande escassez de água.


Os capítulos são resultado de pesquisas realizadas entre 2007 e 2010. Os autores traçam o perfil dos sujeitos que compõem esse universo e eles trazem grande similaridade com personagens da literatura mineira.

A arte da capa foi inspirada no trabalho de bordadeiras de Montes Claros. A ilustração mostra elementos regionais como o carro de boi e o buriti.


Foi Pedro Nava quem nos lembrou que a Capitania foi chamada, em certo tempo, de Minas dos Matos Gerais, que gerais nela não eram apenas as minas, mas os matos, e ainda mais as paisagens, as águas, os bichos, as gentes, daí que se falar em “mosaico mineiro” seja adequado, sobretudo se se pensá-lo em suas dimensões econômicas, sociais, políticas, culturais e ambientais.

O livro é também um significativo exemplar de pesquisa, que sem abrir mão do rigor e do melhor das exigências acadêmicas, não hesita em dar voz aos verdadeiros sujeitos sobre os quais a pesquisa se debruça, e buscou compreender “as técnicas de manejo das águas e dos recursos naturais, e a relação entre conservação de recursos e produção numa situação de escassez”.

Histórias dos gerais é, ainda, confirmação da relevância da universidade, quando, abrindo-se para a interação e o diálogo, para o compartilhamento e a cooperação, é capaz, efetivamente, não só de descrever a sua realidade, mas, sobretudo, de buscar contribuir para a sua transformação.


Os autores

1) Eduardo Magalhães Ribeiro é economista, professor associado da Universidade Federal de Lavras e professor do Instituto de Ciências Agrárias da Universidade Federal de Minas Gerais; pesquisador CNPq do Núcleo de Pesquisa e Apoio à Agricultura Familiar.

2) Alini Bicalho Noronha: agrônoma, mestre em Administração, é técnica da Emater de Minas Gerais, do Núcleo de Pesquisa e Apoio à Agricultura Familiar.

3) Ana Paula Gomes de Melo: administradora, mestre em Administração, é professora do Instituto de Ciências Agrárias da UFMG, do Núcleo de Pesquisa e Apoio à Agricultura Familiar.

4) Carlos Alexandre de Lima Fiorillo: estudante de biologia do Instituto Federal do Sul de Minas, em Inconfidentes.Delacyr da Silva Brandão Júnior: agrônomo, doutor em Fitotecnia, professor do ICA/UFMG.

5) Eduardo Barbosa Ayres: agrônomo, mestre em Administração, trabalhou no Centro de Agricultura Alternativa Vicente Nica – CAV, do Núcleo de Pesquisa e Apoio à Agricultura Familiar.

6) Flávia Maria Galizoni: antropóloga, é professora adjunta do Instituto de Ciências Agrárias da UFMG, do Núcleo de Pesquisa e Apoio à Agricultura Familiar.

7) Giliarde de Souza Brito: graduado em serviço social, mestrando em Agroecologia no ICA/UFMG, participante do Núcleo de Pesquisa e Apoio à Agricultura Familiar.

8) Hélida Mara Magalhães: agrônoma, mestranda em Agroecologia – ICA/UFMG, do Grupo de Estudos em Frutíferas Nativas e Exóticas, GEFEN/UFMG.

9) Luiz Carlos Dias Rocha: agrônomo, doutor em Entomologia, professor do IFSM/Inconfidentes, participa do Núcleo de Pesquisa e Apoio à Agricultura Familiar.

10) Luiz Henrique Silvestre: administrador, mestre em Administração, professor da Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri, participa do Núcleo de Pesquisa e Apoio à Agricultura Familiar.

11) Paulo Sérgio Nascimento Lopes: agrônomo, professor de fruticultura do ICA/UFMG, do Grupo de Estudos em Frutíferas Nativas e Exóticas, GEFEN/UFMG.

12) Rafael Eduardo Chiodi: engenheiro florestal, mestre em Agro-ecologia, participa do Núcleo de Pesquisa e Apoio à Agricultura Familiar.

13) Ricardo Pereira Reis: agrônomo, professor titular da Universidade Federal de Lavras, participa do Núcleo de Pesquisa e Apoio à Agricultura Familiar.

14) Roberto Cardoso de Moura: agrônomo, mestre em Agroecologia, participa do Grupo de Estudos em Frutíferas Nativas e Exóticas, GEFEN/UFMG.

15) Teddy Marques Faria: químico, mestrando em Engenharia Química/UFMG, trabalha no ICA/UFMG e participa do Grupo de Estudos em Frutíferas Nativas e Exóticas, GEFEN/UFMG.

16) Wellington Carneiro Figueiredo: pedagogo e técnico agrícola, assessor da Cáritas Diocesana de Januária.

LANÇAMENTO DA

Escritos sobre a Instrução Pública: Condorcet

Escritos sobre a Instrução Pública: Condorcet
Reflexões e Notas sobre a Educação

de Condorcet


Nº de Páginas: 144 pgs

Neste livro estão reunidos dois textos clássicos de Condorcet ainda praticamente desconhecidos no Brasil. O primeiro é o Rapport et projet de décret sur lórganisation générale de línstruction publique, o mais importante documento político sobre instrução pública da Revolução Francesa. A presente versão reproduz o texto organizado por Ferdinand Buisson, que escoimou o documento de seus aspectos dispensáveis e de menor importância. Quanto a Réflexions et notes sur l´éducation, manuscrito praticamente desconhecido até o início da década de 1980, por um desses acontecimentos raros que brindam a investigação rigorosa, caiu nas mãos de uma pesquisadora italiana, Manuela Albertone, entusiasta dos estudos setecentistas. Em seguida, com a autorização da Bibliothèque de l´Institut de France, de Paris, que conserva o manuscrito, organizou sua publicação, viabilizada pelo Instituto Italiano per gli Studi Filosofici.

É alvissareiro para a pesquisa e para o ensino na área de educação no Brasil que, ao reunir os dois textos referidos, a presente publicação complete o conjunto dos escritos essenciais ao entendimento das ideias sobre instrução pública deste que os pósteros passaram a considerar o último filósofo iluminista da França. Antecederam-lhe as traduções de Esquice dún tableau historique des progès de l'esprit humain e de Cinq mémoires sur l'instruction publique.

O AUTOR

“Sob a mais livre das constituições, um povo ignorante é sempre escravo”, escreveu o inspirado francês Marie-Jean-Antoine-Nicolas Caritas Condorcet.

Literato, filósofo, economista, matemático e político, ele sucumbiu numa prisão parisiense no ano de 1794 nas mãos dos terríveis jacobinos liderados por Robespierre, depois de ter colaborado ativamente naquele movimento revolucionário que pretendia acabar com os desmandos de uma monarquia abusiva, mas acabou tornando-se o primeiro grande movimento terrorista de que se tem noticia.



CONTEÚDO

Apresentação

Gilberto Luiz Alves

Relatório e Projeto de Decreto sobre a Organização Geral da Instrução Pública, Apresentados à Assembléia Nacional em Nome do Comitê de Instrução Pública em 20 e 21 de Abril de 1792

Reflexões e Notas sobre a Educação

Introdução

Fani Goldfarb Figueira

MS 884, FF. 33-48 - Reflexões e Notas sobre a Educação

Capítulo 1

MS 884, FF. 3-12 - Fragmento sobre a Educação das Crianças

Capítulo 2

MS 884, FF. 13-32 - Série de Pequenos Resumos sobre a História da Educação; Provavelmente Modelo de Livros Infantis que C. Voulait Publicou

Capítulo 3

MS 884, FF. 54-58 - Sobre a Instituição (sobre a emulação e os prêmios a instituir)

Capítulo 4

MS 884, F. 312 - Plano

Capítulo 5

MS 884, 60-62 - (2ª parte) Sobre a Instrução - Estudos Superiores

Capítulo 6

MS 884, FF. 150-151 - Fragmento de uma Carta sobre a Opinião - Reflexões sobre a Consciência e a Educação Moral

Capítulo 7

MS 884, FF. 153-154 - Relatório sobre um Concurso (tema: Melhor Livro de Moral para as Crianças)

um lançamento






101 LIÇÕES QUE APRENDI NA ESCOLA DE ARQUITETURA


101 LIÇÕES QUE APRENDI NA ESCOLA DE ARQUITETURA
de Matthew Frederick


Páginas : 216

Uma das várias gratificações de ser bem-sucedido na profissão é poder compartilhar as lições aprendidas ao longo da carreira. Em 101 lições que aprendi na escola de arquitetura, Matthew Frederick fornece diretrizes valiosas capazes de desmistifcar o aspecto nebuloso e complexo dos projetos arquitetônicos, tornando-os mais concretos e acessíveis. Os problemas mais recorrentes do universo da arquitetura são apresentados aqui de forma descontraída e simplifcada - algo distante das explicações por vezes obtusas dos professores de arquitetura e próximo da realidade dos estudantes e profissionais recém-formados.Como administrar elementos não harmoniosos em uma estrutura já existente? Como desenvolver ideias para ter um projeto bem-sucedido? Essas são algumas das questões que Frederick procura elucidar com este manual. Por meio de lições concisas - do básico "Como desenhar uma linha" até a complexa teoria das cores -, não só os jovens estudantes, como também profissionais experientes poderão usufruir deste guia feito por um arquiteto que gostaria de ter possuído um exemplar como este em sua época de faculdade.

O autor
Arquiteto e designer, Matthew Frederick é especialista em projetos de casas para famílias pequenas. Ele também é professor na Massachusetts College of Art. Matthew começou sua carreira de escritor como crítico no jornal The Harrisburg Patriot-News, na Pensilvânia.

Saiba mais em http://www.frederickdesignstudio.com/

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