terça-feira, 29 de dezembro de 2009
26º Prêmio Angelo Agostini 2009
A votação encerra em 05/01/2010.
VOTE! Basta preencher a cédula com seus indicados e enviar para votacao@aqc-esp.com.br ou angeloagostini@bigorna.net
Quem não souber ou não quiser, não precisa votar em todas as opções!
CÉDULA 26º Prêmio Angelo Agostini 2009 AQC-ESP
MELHOR DESENHISTA DE 2009
MELHOR ROTEIRISTA DE 2009
MELHOR LANÇAMENTO DE 2009
MELHOR FANZINE DE 2009
PRÊMIO JAYME CORTEZ - Michelle Ramos - Zine Brasil (indicação do Suplemento Cultural)
MELHOR CARTUNISTA DE 2009
MESTRES DO QUADRINHO NACIONAL
segunda-feira, 28 de dezembro de 2009
Roteiro da Poesia Brasileira - Anos 2000
Roteiro da Poesia Brasileira - Anos 2000
Seleção e Prefácio - Marco Lucchesi
Nº de Páginas: 184
Não bastassem essas razões, o abismo do presente, com paisagens que não param de crescer, exigem uma escuta que se apoie em melodias apenas esboçadas, em vozes corais que, aos poucos, adquirem virtudes próprias dos solistas. A presente antologia foi elaborada com vistas a aumentar o volume desse processo, abrir diálogo com o presente e apresentar possíveis caminhos que se entrelaçam na poesia contemporânea do Brasil.
Trata-se de obra aberta, a ser revisitada e modificada, porque a década ainda não terminou. Vale ressaltar que esta seleção apresenta uma agenda de compromissos, como promover um diálogo entre regiões intransitivas (grupos, cidades, movimentos) e permitir a inserção de cada poeta num espectro de voz mais amplo, relativo e aberto.
Como disse Drummond, era importante que não nos perdêssemos do presente, todos de mãos dadas, com a admissão das diferenças que nos constituem - é bem verdade - e que ao mesmo tempo nos ultrapassam.
Apresentando
Autora - Adriana Montenegro
Autor - Alexandre Bonafim
Autor - Amador Ribeiro Neto
Autora - Ana Rüsche
Autora - Annita Costa Malufe
Autor - Carlos Manes
Autora - Cláudia Fraga
Autor - Cleberton Santos
Autor - Daniel Bueno
Autor - Danilo Monteiro
Autor - Delmo Montenegro
Autor - Diego Vinhas
Autora - Elisa Andrade Buzzo
Autora - Estrela Ruiz Leminsky
Autor - Fábio Andrade
Autor - Fábio Rocha
Autor - Flávio Corrêa de Mello
Autor - Henrique Marques Samyn
Autor - Igor Fagundes
Autor - Inaldo Cavalcante
Autora - Joana Maria Guimarães
Autor - José Inácio Vieira de Melo
Autora - Kátia Borges
Autora - Lígia Dabul
Autor - Luis Maffei
Autor - Luiz Felipe Leprevost
Autor - Marcelo Sandmann
Autor - Marco Vasques
Autor - Marcus Vinícius Rodrigues
Autor - Maurício Chamarelli Gutierriz
Autora - Micheliny Verunschk
Autora - Mônica de Aquino
Autora - Mônica Montone
Autor - Omar Salomão
Autor - Paulo Scott
Autor - Paulo Vieira
Autor - Ricardo Domeneck
Autor - Ricardo Jacomo
Autor - Roberto S. Kahlmeyer-Mertens
Autor - Rodrigo Petrônio
Autora - Simone Homem de Mello
Autora - Vanessa Buffone
Autora - Viviane de Santana Paulo
Autor - Eduardo Sterzi
Autor - Leonardo Martinelli
LANÇAMENTO DA
Melhores Crônicas Humberto de Campos
Melhores Crônicas Humberto de Camposde Humberto de Campos
Seleção e Prefácio - Gilberto Araújo
Nº de Páginas: 352
"Na crônica, um dos gêneros mais ingratos em nosso país, conseguiu (...) fazer-se lido por muita gente que nunca havia passado os olhos por tal espécie de Literatura. Machado de Assis, Olavo Bilac e o próprio João do Rio - mestres da crônica - não lograram impô-la senão a um círculo relativamente restrito de lei to res. Humberto de Campos, embora com certas concessões, mas se colocando sempre num nível puramente literário, fê-la chegar ao grande público." Brito Broca
"A crônica seria a mais alta expressão da sua atividade literária. Pode-se afirmar hoje, sem exageros indefensáveis, que ele deu nova dimensão ao gênero, eliminando as últimas reservas dos que negam a essa forma de expressão foros de literatura e de arte. (...) Havia nas suas páginas um clamor de criaturas judiadas pela sorte, gritos angustiantes de tristes e desprezados. (...) Preso ao cotidiano, olhos desmesuradamente abertos para a vida, é Humberto de Campos um escritor da sua terra e do seu tempo. Escrevendo diretamente para o povo, sua linguagem simples, acessível, direta torna-o entendido e admirado no país inteiro." João Clímaco Barbosa
O AUTOR

Humberto de Campos
Terceiro ocupante da Cadeira 20, eleito em 30 de outubro de 1919, na sucessão de Emílio de Menezes e recebido pelo Acadêmico Luís Murat em 8 de maio de 1920.
Humberto de Campos (H. de C. Veras), jornalista, crítico, contista e memorialista, nasceu em Miritiba, hoje Humberto de Campos, MA, em 25 de outubro de 1886, e faleceu no Rio de Janeiro, RJ, em 5 de dezembro de 1934.
Foram seus pais Joaquim Gomes de Faria Veras, pequeno comerciante, e Ana de Campos Veras. Perdendo o pai aos seis anos, Humberto de Campos deixou a cidade natal e foi levado para São Luís. De infância pobre, desde cedo começou a trabalhar no comércio como meio de subsistência. Dali, aos 17 anos, passou a residir no Pará, onde conseguiu um lugar de colaborador e redator na Folha do Norte e, pouco depois, na Província do Pará. Em 1910 publicou seu primeiro livro, a coletânea de versos intitulada Poeira, primeira série. Em 1912 transferiu-se para o Rio. Entrou para O Imparcial, na fase em que ali trabalhava um grupo de escritores ilustres, como redatores ou colaboradores, entre os quais Goulart de Andrade, Rui Barbosa, José Veríssimo, Júlia Lopes de Almeida, Salvador de Mendonça e Vicente de Carvalho. João Ribeiro era o crítico literário. O diretor José Eduardo de Macedo Soares participava da segunda campanha civilista. Humberto de Campos ingressou no movimento. Mas logo depois o jornalista militante deu lugar ao intelectual. Fez essa transição com o pseudônimo de Conselheiro XX com que assinava contos e crônicas, hoje reunidos em vários volumes. Assinava também com os pseudônimos Almirante Justino Ribas, Luís Phoca, João Caetano, Giovani Morelli, Batu-Allah, Micromegas e Hélios. Em 1923, substituiu Múcio Leão na coluna de crítica do Correio da Manhã.
Em 1920, já acadêmico, foi eleito deputado federal pelo Maranhão. A revolução de 1930 dissolveu o Congresso e perdeu o mandato. O presidente Getúlio Vargas, que era admirador do talento de Humberto de Campos, procurou minorar as dificuldades do autor de Poeira, dando-lhe os lugares de inspetor de ensino e de diretor da Casa de Rui Barbosa. Em 1931, viajou ao Prata em missão cultural. Em 1933 publicou o livro que se tornou o mais célebre de sua obra, Memórias, crônica dos começos de sua vida. O seu Diário secreto, de publicação póstuma, provocou grande escândalo pela irreverência e malícia em relação a contemporâneos.
Autodidata, grande leitor, acumulou erudição, que utilizava nas crônicas. Poeta neoparnasiano, fez parte do grupo da fase de transição anterior a 1922. Poeira é um dos últimos livros da escola parnasiana no Brasil. Fez também crítica literária de natureza impressionista. É uma crítica de afirmações pessoais, que não se fundamentam em critérios e, por isso, não podem ser endossadas nem verificadas. Na crônica, seu recurso mais corrente era tomar conhecidas narrativas e dar-lhes uma forma nova, fazendo comentários e digressões sobre o assunto, tecendo comparações com outras obras. No fundo ou na essência, não era uma crítica profunda, que não resiste ao tempo.
BIBLIOGRAFIA
Além do Conselheiro XX, Campos usou os pseudônimos de Almirante Justino Ribas, Luís Phoca, João Caetano, Giovani Morelli, Batu-Allah, Micromegas e Hélios. Deixou Humberto de Campos um diário secreto, publicado postumamente, causou enorme polêmica, destilando o autor críticas e comentários mordazes aos seus contemporâneos.
Além de Poeira, publicou:
* Da seara de Booz - crônicas - 1918
* Vale de Josaphat - contos - 1918
* Tonel de Diógenes - contos - 1920
* A serpente de bronze - contos - 1921
* Mealheiro de Agripa - 1921
* Carvalhos e roseiras - crítica - 1923
* A bacia de Pilatos - contos - 1924
* Pombos de Maomé - contos - 1925
* Antologia dos humoristas galantes - 1926
* Grãos de mostarda - contos - 1926
* Alcova e salão - contos - 1927
* O Brasil anedótico - anedotas - 1927
* Antologia da Academia Brasileira de Letras - participação - 1928
* O monstro e outros contos - 1932
* Memórias 1886-1900 - 1933
* Crítica (4 séries) - 1933, 1935, 1936
* Os países - 1933
* Poesias completas - reedição poética - 1933
* À sombra das tamareiras - contos -1934
* Sombras que sofrem - crônicas - 1934
* Um sonho de pobre - memórias - 1935
* Destinos - 1935
* Lagartas e libélulas - 1935
* Memórias inacabadas - 1935
* Notas de um diarista - séries 1935 e 1936
* Reminiscências - memórias -1935
* Sepultando os meus mortos - memórias - 1935
* Últimas crônicas - 1936
* Contrastes - 1936
* O arco de Esopo - contos - 1943
* A funda de Davi - contos - 1943
* Gansos do capitólio - contos - 1943
* Fatos e feitos - 1949
* Diário secreto (2 vols.) - memórias - 1954
LANÇAMENTO DA
Negociação: Técnica e Arte
Negociação: Técnica e Arte
de Sebastião de Almeida Júnior
Número de Páginas: 240
Ideal para quem quer se aprimorar nas técnicas de negociação ou ainda está ingressando na arte.
Negociar é uma arte e hoje todos os tipos de acordos profissionais passam por ela. Seja para fechar uma grande parceria, estabelecer prazos de entrega de produtos e serviços ou até mesmo para resolver situações ínfimas de nosso dia-a-dia. Não importa, as técnicas de negociação estão sempre presentes.
Com o pensamento de facilitar a vida de quem está o tempo todo diante desse desafio, Sebastião Almeida Júnior nos apresenta Negociação: Técnica e Arte. Na obra, o autor destaca diversos tipos de ferramentas e observações sobre a arte de negociar, baseado em sua experiência em mais de 20 anos como profissional da área de consultoria empresarial.
De forma cautelosa e desprendida, Sebastião apresenta todos os arquétipos que compõem uma negociação e suas peculiaridades. Por meio de recursos da fábula, da música popular brasileira e ainda de filmes que ilustram perfeitamente as situações vividas por negociadores no seu dia-a-dia, o autor nos fornece o conhecimento necessário para o domínio e a execução dessa arte que move o mundo atual.
O Autor
Sebastião de Almeida Júnior é Pós-Graduado na área de Psicologia da Linguagem e Mestre em Comunicação Empresarial. Atuou como consultor interno da Xerox do Brasil S.A., nas áreas de Qualidade e Logística. Desenvolve serviços de consultoria nas áreas de Desenvolvimento Gerencial & Organizacional, junto a mais de 50 empresas. Entre elas, se encontram a IBM do Brasil, Mercedes-Benz e Tetra Pak. É autor do livros O naipe do negociador (1997), Profissional de Vendas (1999), Gerenciar no limite (2000),Tecnol, empresa notável (2000) e Sucesso & fracasso (2002).
UM LANÇAMENTO
Fundação Cultural lança edital do Mecenato 2009-2010
Este ano foram lançados dois editais, um para iniciantes e outro para não-iniciantes, estabelecendo critérios diferentes para garantir oportunidade a todos os artistas.
A Fundação Cultural de Curitiba lançou nesta quarta-feira (23) o edital do Mecenato Subsidiado 2009-2010, uma das modalidades do Programa de Apoio e Incentivo à Cultura da Prefeitura de Curitiba. A novidade este ano fica por conta do estabelecimento de critérios diferenciados para artistas iniciantes e não-iniciantes, como forma de garantir oportunidade a todos os concorrentes. As inscrições estarão abertas a partir de 5 de janeiro. Para os iniciantes o prazo encerra no dia 27 de fevereiro e para os não-iniciantes, no dia 6 de março de 2010. O edital encontra-se disponível no site da Fundação Cultural (www.fundacaoculturaldecuritiba.com.br), menu “Lei de Incentivo/Editais de inscrições”. Os projetos devem ser postados pelos Correios, via Sedex.
A distinção entre proponentes iniciantes e não-iniciantes tem o objetivo de promover a identificação e o desenvolvimento de agentes culturais locais, permitindo o conhecimento e o estímulo do seu trabalho. São considerados “iniciantes” todos aqueles que não tenham apresentado projetos no âmbito do Programa de Apoio e Incentivo à Cultura e que ainda não detenham reconhecimento público, caracterizado pela existência de divulgação ou de crítica especializada do trabalho em qualquer formato de mídia (exceto internet, quando em caráter exclusivo).
São contempladas no edital do Mecenato Subsidiado as áreas de música, artes cênicas, audiovisual, literatura, artes visuais, patrimônio histórico, artístico e cultural, folclore, artesanato e demais manifestações culturais tradicionais. O valor máximo dos projetos aprovados pelo Mecenato é de R$ 80 mil para os não-iniciantes e de R$ 40 mil para os iniciantes. Ambos têm o compromisso de apresentar uma contrapartida social.
Para esclarecer as dúvidas, a Diretoria de Incentivo à Cultura da Fundação Cultural de Curitiba deverá promover seminários, a exemplo dos que aconteceram após o lançamento do último edital do Mecenato. As datas ainda não foram definidas, mas serão divulgadas oportunamente.
A Comissão de Análise do Mecenato Subsidiado tem 44 membros, entre titulares e suplentes. Ela é subdivida em sete subcomissões, responsáveis pela elaboração dos critérios que embasarão a avaliação de mérito dos projetos inscritos. Os membros foram indicados pela Fundação Cultural de Curitiba, pela comunidade artística e cultural organizada, pelos incentivadores e alguns diretamente pelo prefeito Beto Richa.
Mais informações sobre o edital do Mecenato Subsidiado podem ser obtidas pelo e-mail: paic.atendimento@fcc.curitiba.pr.gov.br .
PREPARANDO-SE PARA OS DESAFIOS DE 2010

Oh, Mundo Cãoporativo!
de Jerônimo Mendes
Número de Páginas: 196
Ideal para aqueles que estão interessados em melhorar seus relacionamentos dentro do ambiente corporativo.
Em Oh, Mundo Cãoporativo!, Jerônimo Mendes fala sobre as relações humanas e a ética no trabalho em 40 crônicas e artigos curtos e concisos, que despertam para uma relação de amor e ódio no ambiente empresarial. São descrições, recordações e testemunhos do cotidiano profissional vivenciado pelo autor nas corporações onde atuou, descritas num estilo informal e, ao mesmo tempo, descontraído.
No livro, Jerônimo coloca as relações interpessoais e ética profissional à prova as analisa em função das peculiaridades do ambiente organizacional, considerando a vocação natural do ser humano para o trabalho e a quase impossibilidade de separação deste de suas convicções pessoais. Como resultado, o autor apresenta uma obra capaz de ajudar o leitor a entender e lidar melhor com os meandros que permeiam a boa convivência no mundo empresarial.
Oh, Mundo Cãoporativo! oscila entre o humor e a indignação, a fantasia e a realidade, a dor e a disciplina. É uma obra feita para rir, chorar e refletir!
O AUTOR Jerônimo Mendes é Professor Universitário, palestrante e administrador de empresas formado pela FAE – Faculdade Católica de Administração e Economia. É especialista em empreendedorismo, plano de negócios e gestão de empresas. Possui mais de vinte e cinco anos de carreira e trabalhou em empresas como Kablin, Bamerindus, Brahma, Texaco, Vovlo e CSN. Além disso, publicou vários artigos em jornais, revistas e sites especializados na Internet.
UM LANÇAMENTO
José Rodrigues dos Santos recebe Prémio Clube Literário do Porto 2009
clique para ampliar
José Rodrigues dos Santos é o vencedor da edição de 2009 do Prémio Clube Literário do Porto 2009. O prémio, no valor de €25.000,00 (vinte e cinco mil euros), visa galardoar o autor que mais criatividade teve no domínio da ficção no ano em que é atribuído.
A cerimónia pública de entrega do galardão decorre na terça-feira, dia 29, às 22h00, nas instalações do Clube Literário do Porto, à qual se seguirá uma sessão de autógrafos. A apresentação do galardoado estará a cargo do Professor Doutor Salvato Trigo, Reitor da Universidade Fernando Pessoa.
O autor da Gradiva atingiu na semana passada a marca de um milhão de livros vendidos em Portugal com a nova edição (150 000 exemplares) do seu mais recente romance Fúria Divina, que ocupa o primeiro lugar dos principais tops de venda do País.
As obras de José Rodrigues dos Santos estão publicadas em 15 línguas.
Fundação Cultural com horários diferenciados no feriado de Ano Novo
Confira o que abre e fecha:
MUSEU DA FOTOGRAFIA CIDADE DE CURITIBA (Centro Cultural Solar do Barão – Rua Carlos Cavalcanti, 533 – Centro) – Fechado de 24 a 27/12 e de 31/12 a 03/01.
MUSEU DA GRAVURA CIDADE DE CURITIBA (Centro Cultural Solar do Barão – Rua Carlos Cavalcanti, 533 – Centro) – Fechado de 24 a 27/12 e de 31/12 a 03/01.
CINEMATECA (Rua Carlos Cavalcanti, 1.174 – São Francisco) –Fechada nos dias 25/12, 31/12 e 01/01. Nos outros dias, sala de exibição aberta para as sessões dos filmes em cartaz.
ÓPERA DE ARAME (Rua João Gava, s/n – Pilarzinho) – Aberta para visitação das 8h às 22h, inclusive sábados, domingos e feriados.
PEDREIRA PAULO LEMINSKI (Rua João Gava, s/n – Pilarzinho) –. Aberta para visitação das 8h às 22h, inclusive sábados, domingos e feriados.
CASA DA LEITURA (–Rua Batista Ganz, 477 – Parque Barigüi) – Fechada de 24 a 27/12 e de 31/12 a 03/01.
ESPAÇO CULTURAL FRANS KRAJCBERG (Jardim Botânico – Rua Eng°. Ostoja Roguski, s/n) – Fechado para obras de climatização.
CASA CULPI – MEMORIAL DA IMIGRAÇÃO ITALIANA (Avenida Manoel Ribas, 8.450) – Fechada para manutenção.
CASA HOFFMANN (Rua Claudino dos Santos, 58 – Setor Histórico) – Fechada de 24 a 27/12 e de 31/12 a 03/01.
MEMORIAL DE CURITIBA (Rua Claudino dos Santos, 79 – Setor Histórico). Aberto dia 24/12 das 9h às 12h; fechado dia 25/12. Aberto dias 26 e 27/12 das 9h às 15h. Aberto dia 31/12 das 9h às 12h; fechado dia 01/01. Aberto dias 02 e 03/01 das 9h às 15h.
MUSEU DE ARTE SACRA DE CURITIBA – MASAC (Largo da Ordem, anexo à Igreja da Ordem) – Aberto dia 24/12 das 9h às 12h. Fechado dia 25/12. Aberto dias 26 e 27/12(sábado e domingo) das 9h às 14h. Aberto dia 31/12 das 9h às 12h; fechado dia 01/01. Aberto dias 02 e 03/01(sábado e domingo) das 9h às 14h.
CASA DA LEITURA MANOEL CARLOS KARAM (Rua Batista Ganz, 477 – Parque Barigui) – Fechada de 24 a 27/12 e de 31/12 a 03/01.
TEATRO CLEON JACQUES - (Centro de Criatividade de Curitiba – Parque São Lourenço) – Fechado de 24/12 a 03/01.
MEMORIAL POLONÊS (Bosque do Papa – Rua Mateus Leme) – Aberto dia 24/12 das 9h às 18h. Fechado dia 25/12. Aberto dias 26 e 27/12(sábado e domingo) das 9h às 18h e dia 31/12 (quinta-feira) das 9h às 18h. Fechado dia 01/01. Aberto dias 02 e 03/01(sábado e domingo) das 9h às 18h.
MEMORIAL UCRANIANO (Parque Tingüi) – Aberto dia 24/12 das 9h às 18h. Fechado dia 25/12. Aberto dias 26 e 27/12 das 9h às 18h. Aberto dia 31/12 das 9h às 18h. Fechado dia 01/01. Aberto dias 02 e 03/01 das 9h às 18h.
TEATRO PAIOL (Praça Guido Viaro, s/n – Prado Velho) – Fechado dia 24 a 27/12 e de 31/12 a 03/01.
TEATRO NOVELAS CURITIBANAS (Rua Carlos Cavalcanti, 1.222 – São Francisco) – Fechado de 24 a 27/12 e de 31/12 a 03/01.
GIBITECA DE CURITIBA (Centro Cultural Solar do Barão – Rua Carlos Cavalcanti, 533 – Centro) – Fechada de 24 a 27/12 e de 31/12 a 03/01.
PALACETE WOLF (Praça Garibaldi, 7 – Setor Histórico – endereço que abriga a FEIRA DO POETA, a LIVRARIA DARIO VELLOZO e o TEATRO DO PIÁ) – Fechado de 24 a 27/12 e de 31/12 a 03/01.
CENTRO DE CRIATIVIDADE DE CURITIBA (Rua Mateus Leme, 4.700 – Parque São Lourenço) – Fechado de 24 a 27/12 e de 31 a 03/01.
CASA DA LEITURA AUGUSTO STRESSER (Rua Mateus Leme, 4.700 – Parque São Lourenço) – Fechada de 24 a 27/12 e de 31 a 03/01.
CONSERVATÓRIO DE MPB DE CURITIBA (Rua Mateus Leme, 66 – Setor Histórico) – Fechado de 24 a 27/12 e de 31/12 a 03/01.
TUC (Galeria Julio Moreira – Setor Histórico) – Fechado de 24 a 27/12 e de 31/12 a 03/01.
SOLAR DOS GUIMARÃES (Rua Mateus Leme, 66 – Setor Histórico) – Fechado de 24 a 27/12 e de 31/12 a 03/01.PROGRAMAÇÃO CINEMA CURITIBA
De 1º a 7 de janeiro de 2010
Domingo, dia 3 de janeiro – Ingresso a R$1,00
CINEMATECA - Sala Groff – Rua Carlos Cavalcanti, nº 1.174 – fone (41) 3321-3252 (diariamente, das 9h às 12h e das 13h30 às 22h30 – sábados e domingos, das 14h30 às 22h30) www.fccdigital.com.br
NOEL - O POETA DA VILA (BR/2007). Duração 100’. Direção de Ricardo Van Steen, com Rafael Raposo, Camila Pitanga, Paulo César Pereio. A trajetória de Noel Rosa, um dos maiores compositores da história da MPB, que trocou a faculdade de Medicina pelo samba e pela boemia carioca, na década de 20. O compositor tornou-se ídolo do rádio, aos 19 anos, com o enorme sucesso alcançado pela canção Com Que Roupa. O filme acompanha não apenas a carreira musical de Noel, como também sua vida afetiva que, até morrer prematuramente de tuberculose, dividiu-se entre dois grandes amores: Lindaura, jovem operária com quem se casou, e Ceci, dançarina com quem manteve um caso tempestuoso. Classificação: 14 anos
Exibição em homenagem ao ano do centenário de nascimento de Noel Rosa.
Sessões às 16h e às 20h
Ingresso pago: R$5,00 (inteira)
R$2,50 (meia)
R$1,00 (aos domingos)
Atenção: dia 1º de janeiro não haverá sessões




