quinta-feira, 23 de julho de 2009

ORÁCULO 2013

ORÁCULO 2013

SAIBA MAIS EM



UM LANÇAMENTO


O EXÉRCITO PERDIDO

O EXÉRCITO PERDIDO
de Valerio Massimo Manfredi


Páginas:320

No ano 401 a.C., uma guerra fratricida dividiu o império persa: Ciro, irmão do rei Artaxerxes II, reuniu um exército de mais de 100 mil homens para atacar o monarca e tomar para si o trono. Entre suas tropas, havia cerca de dez mil mercenários gregos, veteranos da Guerra do Peloponeso – que opôs as duas principais cidades gregas, Atenas e Esparta. Ciro, porém, é morto em combate próximo a Babilônia (atual Iraque) e os mercenários, isolados, são obrigados a marchar de volta para casa por terrenos hostis, acossados por inimigos. Seus líderes são mortos e os soldados elegem novos comandantes, entre os quais o ateniense Xenofonte, que manteve, ao longo de toda a expedição, um diário descrevendo os acontecimentos intintulado Anábase.

Tomando como base o texto de Xenofonte, o historiador, arqueólogo e escritor Valerio Massimo Manfredi recria este episódio em O exército perdido, preenchendo as lacunas do diário com ação, romance e o conhecimento da história e do terreno de quem percorreu pessoalmente, como pesquisador, os mais de seis mil quilômetros trilhados pelos 'Dez Mil', como ficaram conhecidos os mercenários gregos.

O livro de Manfredi também lança luz sobre o papel desempenhado no conflito por Esparta, vencedora da Guerra do Peloponeso. Por meio de análises da conjuntura política do período, da participação persa na guerra entre Atenas e Esparta e da investigação dos antecedentes de alguns comandantes gregos entre os Dez Mil, o autor demonstra que a cidade foi mais do que uma mera observadora.

Narrado pela personagem fictícia Abira, uma mulher que acompanha Xenofonte na expedição, a obra retrata as intrigas e conflitos da família real persa – Ciro, Artaxerxes e a mãe de ambos, a rainha Parisátis; descreve a geografia e as rixas políticas do período; recria alguns dos comandantes das tropas gregas, como os espartanos Clearco e Kheirisophos, o beócio Proxeno e Menon, da Tessália; os confrontos com persas, armênios e curdos (Cardacos); e relata os efeitos da tensão constante sobre os soldados, dos quais apenas seis mil conseguem retornar à Grécia.

Um dos mais importantes textos históricos da antiguidade, a Anábase serviu como roteiro, anos mais tarde, para as conquistas de Alexandre, o Grande. Sabe-se que Alexandre foi não apenas inspirado pela façanha dos Dez Mil, que penetraram no coração do império persa e regressaram, mas também seguiu exatamente o trajeto dos mercenários durante boa parte de sua jornada para o Oriente.

UM LANÇAMENTO






quarta-feira, 22 de julho de 2009

PROGRAMAÇÃO CINEMA CURITIBA

PROGRAMAÇÃO

De 24 a 30 de julho de 2009

Domingo, 26 de julho – ingresso a R$1,00

CINEMATECA - Sala Groff – Rua Carlos Cavalcanti nº 1.174 / fone (41) 3321-3270 (De segunda a sexta-feira, das 9h às 12h e das 14h às 18h30) e (41) 3321-3252 (diariamente, das 14h30 às 21h) – Ingressos a R$ 5 e R$ 2,50 (estudantes). Gratuito para pessoas com idade a partir de 60 anos. www.fccdigital.com.br


O HOMEM NU (BR/RJ, 1997, FIC, COR, 75’). Direção de Hugo Carvana. Com Cláudio Marzo, Lúcia Veríssimo, Daniel Dantas. Sílvio Proença precisa embarcar a contragosto para São Paulo, a fim de divulgar seu novo livro. No aeroporto, encontra um grupo de velhos companheiros. Com o embarque cancelado devido a uma forte tempestade, o grupo segue para o apartamento de Marinalva, sobrinha de um dos amigos de Proença, onde o grupo dá continuidade à reunião. Seduzido pela música e pelos encantos de Marinalva, Proença passa a noite ali mesmo, despertando no dia seguinte, completamente nu. Ainda zonzo da ressaca, vai apanhar o pão deixado à porta do apartamento. É quando o vento fecha a porta e o deixa completamente nu do lado de fora. Classificação 14 anos

Dia 24, sessão às 16h – entrada franca


A MORTE INVENTADA – Alienação Parental (BR, 2009, documentário – 80’). Direção e roteiro de Alan Minas. Produção Daniela Vitorino. Realização Caraminhola Produções. O filme revela o drama de pais e filhos que tiveram seus elos rompidos por uma separação conjugal mal conduzida, vítimas da Alienação Parental. Os pais testemunham seus sentimentos diante da distância, de anos de afastamento de seus filhos. Os filhos que na infância sofreram com esse tipo de abuso, revelam de forma contundente como a Alienação Parental interferiu em suas formações, em seus relacionamentos sociais e, sobretudo, na relação com o genitor alienado. O filme também apresenta profissionais de direito, psicologia e serviço social que discorrem sobre as causas, condições e soluções da questão. Classificação 12 anos

De 24 a 27, sessão às 19h30 – entrada franca


PROGRAMAÇÃO

De 24 a 30 de julho de 2009

Domingo, 26 de julho – ingresso a R$1,00

CINE LUZ – Rua XV de Novembro, nº 822 / fone (41) 3321-3270 (De segunda a sexta-feira, das 9h às 12h e das 14h às 18h30) e (41) 3321-3261 (diariamente, das 14h30 às 21h). Ingressos a R$ 5 e R$ 2,50 (estudantes). Gratuito para pessoas com idade a partir de 60 anos. www.fccdigital.com.br



CHE (The Argentine, EUA/FRA/ESP, 2009 – 131’). Direção de Steven Soderbergh. Com Benicio Del Toro, Demián Bichir, Santiago Cabrera. No dia 26 de novembro de 1956, Fidel Castro navega até Cuba com oito rebeldes. Um deles era Ernesto "Che" Guevara, um médico argentino que dividia com Castro um objetivo comum - derrubar o governo do corrupto Fulgencio Batista. Che prova ser indispensável na batalha, e rapidamente aprende a arte de guerrilha.

Ao mesmo tempo que retrata as batalhas rumo à revolução, Che demonstra, através de imagens da famosa viagem de Guevara às Nações Unidas, a repercussão que a vitória socialista cubana teve nos EUA e no mundo. O poder das idéias e ações de um homem que mudou o curso da história como a conhecemos. Classificação 12 anos

Sessões às 15h, 17h30 e 20h

Domingo, dia 26 – sessões somente às 17h30 e 20h

A OITAVA COR DO ARCO-ÍRIS (BR, 2004 – 80’). Direção de Amauri Tangará, com Diego Borges, Izabel Serra, Waldir Bertúlio. Na pequena vila de Nossa Senhora da Guia, vive o menino Joãzinho, criado pela avó Dona Dindinha que muito doente sustenta o neto com a mísera aposentadoria que recebe. Quando Joãzinho flagra a avó rezando a Deus, pedindo para que ele a leve logo, pois não suporta as dores da saúde fragilizada por conta da idade, o menino resolve vender “Mocinha”, sua cabrita de estimação. Com o dinheiro arrecadado, Joãozinho pretende comprar os remédios da avó. Começa aí a jornada do pequeno protagonista, que percorre as vilas ao redor de sua moradia a fim de conseguir vender a cabrita. Classificação livre.

Domingo, dia 26 – sessões às 10h30 e 15h30








AIKIDO - EVOLUÇÃO PASSO A PASSO


AIKIDO - EVOLUÇÃO PASSO A PASSO
de Moriteru Ueshiba


Número de Páginas: 208

Depois de muitos anos dedicados ao treinamento das artes clássicas de luta, Morihei Ueshiba desenvolveu o Aikido, inspirado na rica história das tradições marciais do Japão, e aperfeiçoou-as num sistema inteiramente novo. Em­bora tenha surgido há pouco tempo, o Aikido tornou-se uma das artes mar­ciais de maior renome no mundo, en­sinando a seus seguidores a harmonia como um caminho espiritual.

Moriteru Ueshiba, neto de Morihei, apresenta neste livro uma abordagem sistematizada para o domínio elemen­tar do Aikido. Primeiramente, ele es­boça o elemento mais básico - o movimento adequado - e explica que seu domínio lhe dará condições de iniciar a prática das técnicas usando a sequência correta. Em seguida, ele passa a enfatizar a abordagem lógica e gradual para o domínio das técni­cas. Assim, o aluno poderá progredir em direção à meta final do Aikido ­forjar o espírito individual e cultivar a harmonia entre si e a Natureza, entre o corpo e a mente.

Com Aikido - Evolução passo a pas­so, Ueshiba oferece um guia altamente acessível e informativo sobre os prin­cípios do Aikido, por meio de fotos e explicações meticulosamente deta­lhadas. Trata-se de um valioso recurso tanto para o novato como para o alu­no avançado. Embora este livro seja voltado principalmente para os ini­ciantes, é desejo do autor que, além de ajudar a motivar os iniciantes a absorverem o máximo possível de seus mestres, ele também inspire os praticantes mais avançados a manter o desejo de melhorar, como demons­trado nas palavras do próprio funda­dor, Morihei: "Nunca deixem de forjar sua mente e seu corpo a fim de aper­feiçoar seu caráter através do treina­mento - este é o primeiro princípio."

O AUTOR
MORITERU UESHIBA, o atual Doshu do Aikido, nasceu em Tóquio, em 1951. Neto de Morihei Ueshiba, o fundador do Aikido, e filho do falecido Kisshomaru Ueshiba, formou-se pela Universidade Meiji Gakuin em 1976. Tornou-se mestre da central mundial do Aikido em 1986, sendo nomeado presidente da Fundação Aikikai. Em 1999, após o falecimento do pai, ele se tornou o Doshu do Aikido e presidente vitalício da Federação Internacional de Aikido. Moriteru ocupa cargos importantes relacionados às artes marciais e é um dos acionistas do Nippon Budokan, o "Grande Ginásio das Artes Marciais'; localizado na área central de Tóquio. Ele é coautor de O Melhor do Aikido e de Curso para Mestre de Aikido.



UM LANÇAMENTO



MOSTRA EM HOMENAGEM AO DIA DO ESCRITOR

De 25 a 28 de julho de 2009


Local: Cinemateca de Curitiba


Entrada franca


Dias 25, 27 e 28, às 16h:

Programa 1 (Programadora Brasil - duração 91’) – Classificação 16 anos


A JOÃO GUIMARÃES ROSA (BR/SP, 1968, exp., 13’). Direção de Roberto Santos e Marcelo G. Tassara. Imagens do sertão mineiro (tipos humanos, aspectos geográficos, afazeres domésticos) e trechos narrados do romance “Grande Sertão: Veredas”.

A MOÇA QUE DANÇOU DEPOIS DE MORTA (BR/DF, 2003, ani., 11’). Direção de Ítalo Cajueiro. Baseado em uma história de cordel de J. Borges, renomado artista popular e produzido inteiramente com xilogravuras originais do próprio autor, esse curta metragem em animação conta a história de um rapaz que se apaixona por uma misteriosa moça num baile de carnaval do interior, sem saber que esse encontro iria mudar a sua vida para sempre.

BIOGRAFIA DO TEMPO (BR/MG-CUBA, 2004, doc., 8’). Direção de Joana Oliveira e Marcos Pimentel. Uma reflexão sobre a memória, construída pelo encontro das obras do brasileiro Pedro Nava e do cubano Santiago Alvarez.

FRANÇOISE (BR/MG, 2001, fic., 22’). Direção de Rafael Conde. Com Débora Falabella, Fernando Ernesto e Rogério Falabella. Uma garota chamada Françoise. Um viajante esperando a partida. Dois solitários numa estação rodoviária. Adaptação do conto homônimo de Luiz Villela.

IMENSIDADE (BR/SP, 2003, fic/exp., 15). Direção de Amílcar M. Claro. Com Débora Duboc. O curta tem como fio condutor "O Navio Negreiro", poema épico abolicionista de Castro Alves. A exemplo de outras obras do período romântico, "O Navio Negreiro" foi concebido para ser lido em praça pública. Idalina, único personagem ficcional do filme, o faz agora pelas ruas da cidade.

MEU NOME É PAULO LEMINSKI (BR/RJ, 2004, doc. 5’). Direção Cezar Migliorin. Embate entre pai e filho em torno de poesia de Paulo Leminski. “Tudo o que eu faço, alguém em mim que eu desprezo sempre acha o máximo; mal rabisco, não dá mais para mudar nada, já é um clássico”.

TRANSUBSTANCIAL (BR/PB, 2003, fic., 17’). Direção de Torquato Joel. Com Walmar Pessoa, Fernando Teixeira, Luiz Carlos Vasconcelos e Carlos Gregório. Uma visão existencialista da obra do poeta Augusto dos Anjos a partir de fragmentos de seus poemas.


Dia 26, às 16h e

Dia 28 às 20h:

Programa 2 (Curtas Paranaenses – duração 59’) Classificação 16 anos

O CORVO(BR/PR, 1983 – 12’). Direção de Valêncio Xavier. Livre adaptação do poema de Edgar Allan Poe, com base em livre tradução de Reynaldo Jardim.


EM BUSCA DE CURITIBA PERDIDA (BR/PR, 2008 – 14’). Direção de Estevan Silveira. Com Alexandre da Silveira, Alzemiro Amaral, Anna Lajes Pinheiro. Adaptação do conto de Dalton Trevisan, do livro Mistérios de Curitiba. Trata-se de uma releitura de Curitiba dos anos 70.

BALADA DO VAMPIRO (BR/PR, 2007 – 13’). Direção de Beto Carminatti e Estevan Silveira. Com João Luiz Fiani.História de Nelsinho, famoso personagem dos contos do escritor curitibano Dalton Trevisan.

BORGES O HOMEM DOS OLHOS MORTOS (BR/PR, 2006 – 20’). Direção de Nivaldo Lopes. Com Anselmo Orani, Anderson Fagnello e Emílio Pitta. Relata encontro entre Jorge Borges (escritor já recluso) e o jornalista brasileiro Álvaro Alves Faria, em Buenos Aires, na década de 80, pouco antes da morte do escritor argentino.

Kléber Albuquerque é a atração de sábado, no Teatro Paiol


O cantor e compositor paulista apresenta canções do CD “Só o Amor Constrói”, com músicas de sua autoria e feitas em parceria com Chico César, Zeca Baleiro e outros músicos.



O cantor e compositor paulista Kléber Albuquerque vem a Curitiba para apresentar seu novo CD, Só o Amor Contrói. O show de lançamento acontece neste sábado (25), às 21h, no Teatro Paiol, com a participação de músicos curitibanos – o Trio Quintina, a dupla Téo Ruiz e Estrela Leminski, e o tecladista Ary Giordani. O novo disco de Kléber Albuquerque traz composições próprias, como o bolero que dá nome ao CD, e também músicas feitas em parcerias com Adolar Marin, Chico César, Isac Ruiz e Zeca Baleiro.

Nascido em Santo André, Kléber Albuquerque iniciou sua carreira apresentando-se em festivais. Seu primeiro CD “17.777.700” foi lançado em 1997. Depois vieram outras gravações, marcadas por um estilo que trafega entre o pop, o rock e a MPB tradicional. Seu trabalho tornou-se mais conhecido quando chegou à fase final do Festival da Música Brasileira, realizado em 2000, pela Rede Globo, com a música "Xi! De Pirituba a Santo André", parceria com Rafael Altério.

O músico foi também finalista de muitos outros festivais. Um dos mais importantes aconteceu em 2001, quando a música "Logradouro" (parceria com Rafael Altério), conquistou o primeiro lugar no Festival de Avaré. Com a mesma composição, obteve também o segundo lugar no Circuito dos Festivais, realizado pela Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo e TV Cultura. Participou ainda do projeto Novos Nomes, realizado pelo SESC São Paulo e foi o cantor convidado para a abertura do show de comemoração à centésima apresentação de Zeca Baleiro.

Outros trabalhos marcaram a carreira de Kléber Albuquerque, como o álbum “UmdoUmdoUm”, gravado com os compositores Élio Camalle, Luiz Gayotto e Madan. Em 2003, começou o ano com temporada do show Amanhã Vai Virar Hoje, no Teatro Crowne Plaza, que teve participação especial de Ceumar, Vanusa, Mirian Maria e Gero Camilo. O músico também compôs trilhas para espetáculos teatrais.


Serviço: Show do compositor paulista Kléber Albuquerque Local: Teatro Paiol – Praça Guido Viaro, s/n – Prado Velho Data e horário: 25 de julho de 2009 (sábado), às 21h Ingressos: R$ 16 e R$ 8

A Chama que não se Apaga

A Chama que não se Apaga
de Armando Nogueira


N de páginas:184


A obra é recheada de inúmeras crônicas sobre as olimpíadas. Armando Nogueira, o poeta do esporte, nos conta tudo que envolve as diversidades modalidades olímpicas, inclusive os bastidores.

Através dos textos desta obra, vocês irão conhecer fatos curiosos como o ocorrido na maratona das olimpíadas de 1904, quando o americano Fred Lordz, que ganhara a prova, foi desclassificado por ter pego carona num automóvel. Ainda nesta prova o africano Lentauw foi atacado por dois cachorros irados, fazendo com que gastasse em 500 metros o fôlego que vinha economizando.

O AUTOR
Armando Nogueira . Jornalista, apresentador do programa Esporte Real, na Globosat. Sua coluna Na Grande Área é publicada em mais de 60 jornais do Brasil, dentre eles, O Estado de S.Paulo e Jornal do Brasil.

# Autor de vários livros.Apresentador da Sportv, cronista das Rádio Bandeirantes (SP) e Colunista de 67 jornais no Brasil.
# Foi diretor da Central Globo de Jornalismo.

Contato com o autor - xapuri@armandonogueira.com.br

Livros publicados pela Dunya

-O Canto dos Meus Amores
-A Chama que não se Apaga




um lançamento da






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Solar do Rosário oferece facilidades para jornalistas e publicitários

Além da inclusão de novos cursos no segundo semestre, o Solar do Rosário agora oferece descontos e facilidades para jornalistas, estudantes de jornalismo e associados ao Sindicato dos Publicitários do Paraná. Com o ensino voltado ao audiovisual, o curso de Cinema Documentário está com 10% de desconto para jornalistas e estudantes de Jornalismo. E ainda serão sorteadas duas bolsas parciais (metade do valor) na turma, mediante a um número mínimo de alunos. E os publicitários sindicalizados ganharão 10% de desconto em qualquer curso de fotografia, que são quatro neste semestre. Para informações e inscrições ligue (41) 3225-6232 ou acesse: www.solardorosario.com.br. Aproveite para consultar os outros cursos e oficinas!



Serviço

Solar do Rosário – segundo semestre

Aulas a partir de 1 de agosto

Fone: (41) 3225-6232

Rua Duque de Caxias, 04 – Centro Histórico de Curitiba / PR

E-mail: info@solardorosario.com.br

Melhores Contos Salim Miguel

Melhores Contos Salim Miguel
de Salim Miguel
Seleção - Regina Dalcastagnè

Nº de Páginas: 224

SOBRE O LIVRO

"A memória é em Salim Miguel, sobretudo nos contos, o seu fio de Ariadne com que entra no Labirinto ao encontro do Minotauro, Ele quer encontrar o Minotauro, precisa defrontar o monstro. Vai com a resignação obstinada dos que sabem que o touro existe e certamente sacrificará o intruso. Mas vão. Erram, se desencontram e desencantam, e eis que, de repente, ao entrarem num anfiteatro, dão com ele, o touro, e há que enfrentá-lo, como dizia o poeta Lorca: 'Al toro tengo que ir, aunque vaya de prestado.' Sim, tenha-se ou não indumentária de toureador." Hélio Pólvora
"Exercício de memória, exercício de escritura, a reconstituição de experiências vividas não se dissocia do ato de pôr em questão de modo permanente uma suposta versão definitiva. Na vida, como na literatura, a realidade permaneceria em parte uma interrogação, constrangidos que seríamos a reescrever constantemente nossa versão das coisas sobre as páginas do verossímil." Luciana Wrege Rassier

O AUTOR
Salim Miguel nasceu no Líbano, em 1924, chegando ao Brasil aos três anos de idade. Escritor, jornalista, crítico literário, roteirista de cinema, foi um dos líderes do "Grupo Sul", movimento artístico e literário que agitou Santa Catarina nas décadas de 1940 e 1950, e um dos editores da revista literária carioca Ficção, no fim dos anos 1970. Dirigiu a Editora da Universidade Federal de Santa Catarina (1983-1991) e a Fundação de Cultura de Florianópolis (1993-1996).

Seu livro de estreia, Velhice e outros contos, foi lançado em 1951. Entre os títulos posteriores, destacam-se os romances A voz submersa (São Paulo: Global, 1984), Primeiro de abril: narrativa da cadeia (Rio de Janeiro: José Olympio, 1994) e Nur na escuridão (Rio de Janeiro: Topbooks, 1999), este último escolhido melhor romance do ano pela Associação Paulista de Críticos de Arte e pela Jornada Nacional de Literatura de Passo Fundo; a novela As confissões prematuras (Florianópolis: Letras Contemporâneas, 1996); e os volumes de contos O primeiro gosto (Porto Alegre: Movimento, 1973), A morte do tenente e outras mortes (Rio de Janeiro: Antares, 1979), As areias do tempo (São Paulo: Global, 1988) e O sabor da fome (Rio de Janeiro: Record, 2007).

Em 2002, Salim Miguel recebeu o título de doutor honoris causa, da UFSC, e o Troféu Juca Pato, da União Brasileira de Escritores e Folha de S.Paulo, como intelectual do ano


lançamentos da


Coisas ocultas desde a fundação do mundo

Coisas ocultas desde a fundação do mundo

de René Girard


Tradução: Martha Gambini


512 páginas

Neste livro, René Girard aprofunda as teorias apresentadas em A violência e o sagrado (Paz e Terra, 2008, 3ª edição). Na forma de conversações com os psiquiatras franceses Guy Lefort e Jean-Michel Oughourlian, o autor retoma os principais temas de sua obra: o papel fundador da violência, a função reguladora do sagrado, a potência constitutiva da mimésis. Polêmico, Girard elabora seu pensamento a respeito da violência na Humanidade e sua perpetuação cultural, atribuindo suma importância aos textos evangélicos do Antigo Testamento e apresentando-nos uma leitura crítica da Bíblia.

O AUTOR
René Girard (Avignon, 25 de dezembro de 1923) é um filósofo, historiador e filólogo francês.

Atualmente, Girard é professor de literatura comparada na Universidade de Palo Alto, Califórnia, EUA.


René Girard é conhecido por suas teorias que consideram o mimetismo a origem da violência humana que desestrutura e reestrutura as sociedades, fundando o sentimento religioso arcaico. Girard se auto-define como um antropólogo da violência e do simbolismo religioso. Alguns o consideram o "Darwin das ciências humanas".

Por meio de seus trabalhos de antropologia, ele teorizou o que é considerado uma de suas grandes descobertas: o mecanismo da vítima expiatória, segundo ele um mecanismo fundador de qualquer comunidade humana e de qualquer ordem cultural: quando o objeto de desejo é apropriável, a convergência dos desejos conflitantes em sua direção engendra a rivalidade mimética que é a fonte da violência. No grupo primitivo, esta violência, por paroxismo, se focaliza numa vítima arbitrária cuja eliminação reconcilia o grupo. Esta vítima é, para Girard, sagrada e constitui a gênese do sentimento religioso primitivo, do sacrifício ritual como repetição do evento originário, do mito e dos interditos.

A obra de Girard desafia manifestamente a de Sigmund Freud no campo do desejo, bem como a de Claude Lévi-Strauss no que se refere à interpretação dos mitos e a de Karl Marx quanto ao determinismo econômico.

BIBLIOOGRAFIA

* Mensonge romantique et vérité romanesque (1961) ISBN 2012789773
* Dostoïevski : du double à l'unité (1963)
* La Violence et le sacré (1972) ISBN 2012788971
* Critiques dans un souterrain (1976) ISBN 2253032980
* Des choses cachées depuis la fondation du monde (1978) ISBN 2253032441
* Le Bouc émissaire (1982) ISBN 2253037389
* La Route antique des hommes pervers (1985) ISBN 2253045918
* Shakespeare : les feux de l'envie (1990)
* Quand ces choses commenceront (1994)
* Je vois Satan tomber comme l'éclair (1999)
* Celui par qui le scandale arrive (2001) ISBN 2220050114, comprenant trois courts essais et un entretien avec Maria Stella Barberi
* La voix méconnue du réel (2002) ISBN 2253130699
* Le sacrifice (2003) ISBN 2717722637
* Les origines de la culture (2004) ISBN 2220053555
* Mimesis and Theory: Essays on Literature and Criticism, 1953-2005. Ed. by Robert Doran. Stanford: Stanford University Press, 2008.





Outros livros deste autor na Paz e Terra

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