sábado, 23 de novembro de 2013

01/12 MANDRÁGORA COMPLETO TAPA NO ARENA






TAPA no ARENA traz de volta aos palcos
um dos espetáculos de maior sucesso da história do grupo
A Mandrágora
de Nicolau Maquiavel

a partir de 1º de dezembro, sessões de sexta a domingo, às 21h



O projeto TAPA no ARENA traz de volta a São Paulo
um dos espetáculos de maior sucesso da história do grupo:
a peça  A Mandrágora, de Maquiavel.

A Montagem, que estreou em 2004 e
rendeu a Guilherme Sant`Anna o
premio APCA de melhor ator e uma indicação
ao prêmio Shell, na mesma categoria,
fica em cartaz de  1º  até 22 de dezembro,
com espetáculos de sexta a domingo, às 21h.

A Mandrágora peça conta a história de um jovem e rico italiano
que se faz passar por médico para conquistar o amor de
uma mulher casada, que sofre por não conseguir engravidar.
Com o consentimento do marido, do padre e da mãe da moça,
o falso doutor receita um suspeito tratamento à base de mandrágora,
uma raiz conhecida por suas propriedades afrodisíacas.

Escrita em 1503 por Nicolau Maquiavel – o mestre da ciência política -  A Mandrágora,
é considerada um marco do teatro ocidental:  é a primeira
comédia moderna que atinge a dimensão de grande peça.

Nela a engrenagem da inteligência e da astúcia humana vem para primeiro plano e se exibem com todo vigor,
com a liberdade e o brilho do homem do Renascimento.

“Os fins justificam os meios”, dizia Maquiavel, que constrói um texto
em que a conquista amorosa, com suas urgências e exaltações, serve como pretexto
para desenvolver um tratado prático e saboroso sobre estratégia política, sobre a arte de envolver, manipular,
convencer e, por fim, conquistar um objetivo.

Serviço:
A Mandrágora, de Nicolau Maquiavel
Direção: Eduardo Tolentino
Elenco: Guilherme Sant`Anna , Brian Penido, Flavio Tolezani
Paulo Marcos, Bruno Barchesi, Cinthya Hussey e
Maria do Carmo Soares
Estreia: dia 1º de dezembro
Temporada: até 22 de dezembro,
com sessões de sexta a domingo,  às 21h.
Classificação: 14 anos
Duração: 1h15 minutos
Capacidade: 98 lugares
Ingressos: R$ 20,00 / R$ 10,00 meia
Bilheteria abre uma hora antes do espetáculo
Vendas só em dinheiro
Teatro de Arena Eugênio Kusnet
Rua Dr. Teodoro Baima, 94 – República
Tel: 11. 3256.9463

Naldo lança álbum duplo digital


Maior artista pop do Brasil no momento, depois de emplacar hits como “Exagerado”, “Amor de Chocolate” e “Se Joga”, entre outros, o fenômeno Naldo lançou em novembro o seu segundo DVD “Multishow Ao Vivo Naldo Benny”, gravado no Credicard Hall (SP) em julho de 2013. O repertório desse trabalho, que contempla vários momentos de sua carreira, foi dividido em dois álbuns já disponíveis nos maiores sites de venda digital.

Cada álbum é composto por 13 faixas, entre inéditas e sucessos, com ritmos que mostram a influência do hip hop, funk, samba, eletrônico e o pop. 
No primeiro disco, estão músicas como as já populares “Se Joga” e “Deixa eu te Pegar” e os novos hits “Caipifruta" e “Sol da Minha Vida” com Ivete Sangalo. A dupla Zezé di Camargo & Luciano participa no potpourri “Pior É te Perder/O Porre Nosso de Cada Dia”. Fechando, está a bônus track “Faz Sentir”. No segundo disco, estão músicas como os megahits “Exagerado”, “Meu Corpo Quer Você”, “Amor de Chocolate” e “Chantilly”, e as novíssimas "Vem Delícia", “Gol (Faz a Massa Delirar)”, “Faz Carinha” e “Maluquinha”.

Os álbuns também estarão disponíveis juntos, numa versão Deluxe, com duas faixas a mais: “Amor de Chocolate” com a participação do rapper Fat Joe e o remix do hit “Caipifruta”.

Sons de violão e acordeom no Domingo Onze e Meia




O  Conservatório de MPB de Curitiba abriga neste fim de semana mais uma edição do programa Domingo Onze e Meia, com um espetáculo que une importantes instrumentistas paranaenses. A atração do domingo (24), às 11h30, é o Duo Teixeira-Egashira, formado pelos músicos João Egashira (violão) e João Pedro Teixeira (acordeom). No repertório instrumental estão composições próprias e de autores brasileiros, como Hermeto Pascoal, Dominguinhos e Waltel Branco. A entrada é franca.
O público irá conferir o resultado da parceria entre dois grandes talentos. Desde 2001, o violonista e bandolinista João Egashira responde pela direção artística da Orquestra À Base de Corda – OABC, grupo mantido pela Fundação Cultural de Curitiba, que se dedica à pesquisa e à divulgação da música brasileira. A formação instrumental ímpar – com violino, bandolim, cavaquinho, viola caipira, violão, violão 7 cordas, piano e percussão – confere ao grupo sonoridade bastante particular.  
O repertório da orquestra abrange diversos períodos da história da música brasileira e inclui composições de seus integrantes. Em 2008, a OABC lançou seu primeiro CD, intitulado Antiqüera, ao lado do violeiro Roberto Corrêa, tendo sido indicado para o Prêmio Rival. A OABC tem recebido como convidados alguns dos principais cantores do país, como Mônica Salmaso, Ná Ozzeti, Paulinho da Viola e Zeca Baleiro, entre outros.
Ao longo de sua carreira, Egashira tem sido requisitado para trabalhar ao lado de conhecidos cantores, em shows e gravações. É compositor de música instrumental, com ênfase no choro, trabalho iniciado e desenvolvido no Clube do Choro de Curitiba.
O acordeonista João Pedro Teixeira, premiado instrumentista curitibano, passa pelos diversos estilos da música brasileira e mostra sua versatilidade integrando grupos musicais variados. Ainda criança, começou a tocar acordeom de forma autodidata, em companhia do pai, e já se apresentava publicamente, acompanhando artistas regionais e grupos folclóricos. Aos 13 anos de idade, viajou para Portugal como acompanhante do grupo de Folclore Português de Curitiba, apresentando-se em festivais folclóricos pelo país.
O instrumentista participou e conquistou prêmios em muitos festivais brasileiros de acordeom. Tocou e gravou com vários artistas, entre eles Oswaldinho do Acordeom, Hermeto Pascoal, Dominguinhos, Sérgio Reis, Christian e Ralf, Gilberto e Gilmar, Julião Bohêmio, Cris Julian, Lu Pasinato, Vina Lacerda, João Egashira e Daniel Miranda, além de ter lançado dois CDs – Eclético (2010) e Novas Cores (2013).

Serviço:
Programa Domingo Onze e Meia com show do Duo Teixeira-Egashira, formado pelos músicos João Egashira (violão) e João Pedro Teixeira (acordeom).
Data e horário: dia 24 de novembro de 2013 (domingo), às 11h30,
Local: Conservatório de MPB de Curitiba (Rua Mateus Leme, 66 – Setor Histórico).
Entrada franca
Informações: (41) 3321-2855

Músicas:
1 - Princesinha do choro (Dominguinhos)
2 - Chimarrita (Waltel Branco)
3 - Fuga para o nordeste (Dominguinhos)
4 - Rebuliço/Chorinho pra ele (Hermeto Pascoal)
5 - Arrastando as alpargatas (Dominguinhos)
6 - Chimarrão (Hermeto Pascoal)
7 - O sorriso da Victoria (João Egashira)
8 - Pietra (João Pedro)
9 - Noites sergipanas (Dominguinhos)
10 – Nilopolitano / Guada e Liv no forró (Dominguinhos)
11 - De volta para o aconchego (Dominguinhos e Nando Cordel)

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

LUA VERMELHA de Benjamin Percy

LUA VERMELHA

Lua vermelha

Lua vermelha

de Benjamin Percy

Título Original Red Moon
Tradução Fernanda Abreu
Páginas 432
Formato 16 x 23 cm
Peso 600 g
Acabamento brochura

Eles vivem entre nós.


São os seus vizinhos, a sua mãe, o seu namorado.


Eles mudam do dia para a noite.




Como toda adolescente, Claire Forrester se acha meio deslocada. Quando agentes do governo invadem sua casa e matam seus pais, ela percebe o quanto é diferente. Claire pode se transformar em uma criatura semelhante a um lobo. Ela é uma licana.

Patrick Gamble entra em um avião e, horas depois, desembarca como o único sobrevivente de um ataque terrorista promovido pelos licanos. Da noite para o dia, ele vira um herói nacional: o Menino-Milagre.

O governador Chase Williams jura que, se for eleito presidente, protegerá o país da ameaça que aterroriza a população. Em meio ao acirramento dos conflitos entre humanos e licanos, seu discurso intensifica a discriminação. No entanto, ele vai se tornar exatamente aquilo que prometeu destruir.

Cada um a seu modo, os três estão envolvidos em uma guerra que tem sido controlada com leis, violência e drogas. Mas uma rebelião está prestes a estourar, provocando mortes e destruição e entrelaçando seus destinos para sempre.

Com a chegada da noite da lua vermelha, o mundo se tornará irreconhecível. A batalha pela sobrevivência da humanidade irá começar.



Os licanos existem desde os primeiros séculos da história, infectados por um agente que ataca o cérebro e provoca mutações anormais. Eles podem conter seus impulsos selvagens e viver entre os homens. Porém, quando a discriminação contra eles se intensifica, um grupo que se intitula Resistência decide se insurgir.

Patrick Gamble nunca viu nenhum desses seres e só sabe que seu pai foi convocado para a missão de ocupação da República Lupina, um país inóspito criado para abrigar licanos. Por isso, o garoto é obrigado a pegar um avião para ir morar com a mãe e, nessa viagem, vai testemunhar o primeiro atentado da Resistência.

Como represália aos ataques, o governo inicia uma caça velada aos licanos, na qual os pais de Claire Forrester são mortos. A menina consegue escapar e vai se refugiar com a tia.

A população se exalta, exigindo medidas mais duras, e Chase Williams resolve tirar vantagem da situação. A princípio um azarão na disputa pela Casa Branca, ele desponta como grande favorito e nada parece detê-lo. Mas a Resistência não permitirá que sua vida seja assim tão fácil.

Benjamin Percy constrói um thriller inteligente e alucinante, que nos leva a refletir sobre os medos, preconceitos e paranoias do mundo contemporâneo. Diante de um futuro apocalíptico retratado com tanta vivacidade, o leitor percebe que a ficção pode não ser tão diferente assim da realidade.





O AUTOR

Benjamin Percy é autor de duas coletâneas de contos, The Language of Elk e Refresh, Refresh, e do romance The Wilding, os dois últimos em fase de adaptação para o cinema. Ganhou os prêmios Whiting Writers, Pushcart e George Plimpton, além de uma bolsa da National Endowment for the Arts. Seus textos já foram publicados no The Wall Street Journal e nas revistas Time, Esquire, GQ, Men’s Journal e Outside. Os direitos de Lua vermelha foram vendidos para dez países. Atualmente, Percy mora em Minnesota com a família. -

Benjamin Percy discusses Red Moon









UM LANÇAMENTO

 

O INOCENTE de Harlan Coben

 

O INOCENTE

de Harlan Coben

Título Original The Innocent
Tradução Therezinha Monteiro Deutsch e Sylvio Monteiro Deutsch
Páginas 336
Formato 16 x 23 cm
Peso 460 g
Acabamento brochura
“A especialidade de Harlan Coben é introduzir o leitor nos corações e mentes de seus personagens. Seus protagonistas são pessoas comuns, vivendo suas vidas, quando de repente são sugados para dentro de um aterrorizante mundo de crimes sórdidos e destruição.” – USA Today
Aos 20 anos, Matt Hunter vive uma noite de horror que ficará para sempre gravada em sua memória. Durante uma festa, ao tentar apartar uma briga, ele mata uma pessoa acidentalmente e é considerado culpado pelo júri.
Agora, nove anos depois de ser libertado da prisão, tudo parece ter entrado nos eixos: Olivia, sua esposa, está grávida e os dois estão prestes a comprar uma casa na cidade natal dele. Mas a ilusão acaba quando Matt recebe um vídeo chocante e inexplicável que começa a despedaçar sua vida pela segunda vez.
Para piorar, ele começa a ser seguido por um homem misterioso. Em pouco tempo, o perseguidor é encontrado morto e uma freira querida por todos também é assassinada. Quando as pistas apontam para Matt, ele e Olivia são forçados a desafiar a lei em uma tentativa desesperada de salvar seu futuro juntos.
O inocente é um thriller vertiginoso, carregado de emoções. Além disso, é um relato contundente sobre as escolhas que às vezes somos obrigados a fazer e as dramáticas repercussões que teimam em não nos abandonar.
****
“Harlan Coben faz em seus livros o que Alfred Hitchcock fazia em seus filmes.” - South Florida Sun-Sentinel
“Adivinhe o que estou fazendo com sua mulher neste instante.” A voz sinistra que diz isso pertence ao sujeito que protagoniza a foto e o vídeo que Matt Hunter acabou de receber em seu celular. Nas imagens, a esposa de Matt, Olivia, aparece com uma peruca loura em atitude suspeita.
Nove anos depois de um trágico acidente que o fez passar quatro anos encarcerado, Matt julgava que o destino poderia lhe sorrir. Afinal, tinha um bom emprego, uma mulher amorosa e, em breve, seu primeiro filho nasceria. Agora, porém, tudo estava virando de cabeça para baixo. Mais uma vez.
A situação piora quando o sujeito do vídeo é assassinado e uma freira é encontrada morta em um convento, com marcas de tortura. Tudo indica que há uma conexão macabra entre esses crimes e o passado de Matt e o de Olivia.
Com as autoridades locais e federais convictas de que os dois estão envolvidos em toda essa sujeira, eles precisam chegar rapidamente à verdade por seus próprios meios. Antes que sejam presos. Ou mortos.
Saltando dos subúrbios de Nova Jersey para os letreiros luminosos que ocultam a ciranda de crimes e prostituição de Las Vegas, O inocente é um romance policial recheado de surpresas, que aborda os dilemas morais vividos pelos personagens e deixa o leitor sem fôlego da primeira à última página.
- See more at: http://www.editoraarqueiro.com.br/livros/ver/234#sthash.z18kKy69.dpuf
“A especialidade de Harlan Coben é introduzir o leitor nos corações e mentes de seus personagens. Seus protagonistas são pessoas comuns, vivendo suas vidas, quando de repente são sugados para dentro de um aterrorizante mundo de crimes sórdidos e destruição.” – USA Today
Aos 20 anos, Matt Hunter vive uma noite de horror que ficará para sempre gravada em sua memória. Durante uma festa, ao tentar apartar uma briga, ele mata uma pessoa acidentalmente e é considerado culpado pelo júri.
Agora, nove anos depois de ser libertado da prisão, tudo parece ter entrado nos eixos: Olivia, sua esposa, está grávida e os dois estão prestes a comprar uma casa na cidade natal dele. Mas a ilusão acaba quando Matt recebe um vídeo chocante e inexplicável que começa a despedaçar sua vida pela segunda vez.
Para piorar, ele começa a ser seguido por um homem misterioso. Em pouco tempo, o perseguidor é encontrado morto e uma freira querida por todos também é assassinada. Quando as pistas apontam para Matt, ele e Olivia são forçados a desafiar a lei em uma tentativa desesperada de salvar seu futuro juntos.
O inocente é um thriller vertiginoso, carregado de emoções. Além disso, é um relato contundente sobre as escolhas que às vezes somos obrigados a fazer e as dramáticas repercussões que teimam em não nos abandonar.
****
“Harlan Coben faz em seus livros o que Alfred Hitchcock fazia em seus filmes.” - South Florida Sun-Sentinel
“Adivinhe o que estou fazendo com sua mulher neste instante.” A voz sinistra que diz isso pertence ao sujeito que protagoniza a foto e o vídeo que Matt Hunter acabou de receber em seu celular. Nas imagens, a esposa de Matt, Olivia, aparece com uma peruca loura em atitude suspeita.
Nove anos depois de um trágico acidente que o fez passar quatro anos encarcerado, Matt julgava que o destino poderia lhe sorrir. Afinal, tinha um bom emprego, uma mulher amorosa e, em breve, seu primeiro filho nasceria. Agora, porém, tudo estava virando de cabeça para baixo. Mais uma vez.
A situação piora quando o sujeito do vídeo é assassinado e uma freira é encontrada morta em um convento, com marcas de tortura. Tudo indica que há uma conexão macabra entre esses crimes e o passado de Matt e o de Olivia.
Com as autoridades locais e federais convictas de que os dois estão envolvidos em toda essa sujeira, eles precisam chegar rapidamente à verdade por seus próprios meios. Antes que sejam presos. Ou mortos.
Saltando dos subúrbios de Nova Jersey para os letreiros luminosos que ocultam a ciranda de crimes e prostituição de Las Vegas, O inocente é um romance policial recheado de surpresas, que aborda os dilemas morais vividos pelos personagens e deixa o leitor sem fôlego da primeira à última página.
- See more at: http://www.editoraarqueiro.com.br/livros/ver/234#sthash.z18kKy69.dpuf
“A especialidade de Harlan Coben é introduzir o leitor nos corações e mentes de seus personagens. Seus protagonistas são pessoas comuns, vivendo suas vidas, quando de repente são sugados para dentro de um aterrorizante mundo de crimes sórdidos e destruição.” – USA Today
Aos 20 anos, Matt Hunter vive uma noite de horror que ficará para sempre gravada em sua memória. Durante uma festa, ao tentar apartar uma briga, ele mata uma pessoa acidentalmente e é considerado culpado pelo júri.
Agora, nove anos depois de ser libertado da prisão, tudo parece ter entrado nos eixos: Olivia, sua esposa, está grávida e os dois estão prestes a comprar uma casa na cidade natal dele. Mas a ilusão acaba quando Matt recebe um vídeo chocante e inexplicável que começa a despedaçar sua vida pela segunda vez.
Para piorar, ele começa a ser seguido por um homem misterioso. Em pouco tempo, o perseguidor é encontrado morto e uma freira querida por todos também é assassinada. Quando as pistas apontam para Matt, ele e Olivia são forçados a desafiar a lei em uma tentativa desesperada de salvar seu futuro juntos.
O inocente é um thriller vertiginoso, carregado de emoções. Além disso, é um relato contundente sobre as escolhas que às vezes somos obrigados a fazer e as dramáticas repercussões que teimam em não nos abandonar.
****
“Harlan Coben faz em seus livros o que Alfred Hitchcock fazia em seus filmes.” - South Florida Sun-Sentinel
“Adivinhe o que estou fazendo com sua mulher neste instante.” A voz sinistra que diz isso pertence ao sujeito que protagoniza a foto e o vídeo que Matt Hunter acabou de receber em seu celular. Nas imagens, a esposa de Matt, Olivia, aparece com uma peruca loura em atitude suspeita.
Nove anos depois de um trágico acidente que o fez passar quatro anos encarcerado, Matt julgava que o destino poderia lhe sorrir. Afinal, tinha um bom emprego, uma mulher amorosa e, em breve, seu primeiro filho nasceria. Agora, porém, tudo estava virando de cabeça para baixo. Mais uma vez.
A situação piora quando o sujeito do vídeo é assassinado e uma freira é encontrada morta em um convento, com marcas de tortura. Tudo indica que há uma conexão macabra entre esses crimes e o passado de Matt e o de Olivia.
Com as autoridades locais e federais convictas de que os dois estão envolvidos em toda essa sujeira, eles precisam chegar rapidamente à verdade por seus próprios meios. Antes que sejam presos. Ou mortos.
Saltando dos subúrbios de Nova Jersey para os letreiros luminosos que ocultam a ciranda de crimes e prostituição de Las Vegas, O inocente é um romance policial recheado de surpresas, que aborda os dilemas morais vividos pelos personagens e deixa o leitor sem fôlego da primeira à última página.
- See more at: http://www.editoraarqueiro.com.br/livros/ver/234#sthash.z18kKy69.dpuf


Aos 20 anos, Matt Hunter vive uma noite de horror que ficará para sempre gravada em sua memória. Durante uma festa, ao tentar apartar uma briga, ele mata uma pessoa acidentalmente e é considerado culpado pelo júri.

Agora, nove anos depois de ser libertado da prisão, tudo parece ter entrado nos eixos: Olivia, sua esposa, está grávida e os dois estão prestes a comprar uma casa na cidade natal dele. Mas a ilusão acaba quando Matt recebe um vídeo chocante e inexplicável que começa a despedaçar sua vida pela segunda vez.

Para piorar, ele começa a ser seguido por um homem misterioso. Em pouco tempo, o perseguidor é encontrado morto e uma freira querida por todos também é assassinada. Quando as pistas apontam para Matt, ele e Olivia são forçados a desafiar a lei em uma tentativa desesperada de salvar seu futuro juntos.

O inocente é um thriller vertiginoso, carregado de emoções. Além disso, é um relato contundente sobre as escolhas que às vezes somos obrigados a fazer e as dramáticas repercussões que teimam em não nos abandonar.


A CRITICA
 “A especialidade de Harlan Coben é introduzir o leitor nos corações e mentes de seus personagens. Seus protagonistas são pessoas comuns, vivendo suas vidas, quando de repente são sugados para dentro de um aterrorizante mundo de crimes sórdidos e destruição.” – USA Today

“Harlan Coben faz em seus livros o que Alfred Hitchcock fazia em seus filmes.” - South Florida Sun-Sentinel





“Adivinhe o que estou fazendo com sua mulher neste instante.” A voz sinistra que diz isso pertence ao sujeito que protagoniza a foto e o vídeo que Matt Hunter acabou de receber em seu celular. Nas imagens, a esposa de Matt, Olivia, aparece com uma peruca loura em atitude suspeita.

Nove anos depois de um trágico acidente que o fez passar quatro anos encarcerado, Matt julgava que o destino poderia lhe sorrir. Afinal, tinha um bom emprego, uma mulher amorosa e, em breve, seu primeiro filho nasceria. Agora, porém, tudo estava virando de cabeça para baixo. Mais uma vez.

A situação piora quando o sujeito do vídeo é assassinado e uma freira é encontrada morta em um convento, com marcas de tortura. Tudo indica que há uma conexão macabra entre esses crimes e o passado de Matt e o de Olivia.

Com as autoridades locais e federais convictas de que os dois estão envolvidos em toda essa sujeira, eles precisam chegar rapidamente à verdade por seus próprios meios. Antes que sejam presos. Ou mortos.

Saltando dos subúrbios de Nova Jersey para os letreiros luminosos que ocultam a ciranda de crimes e prostituição de Las Vegas, O inocente é um romance policial recheado de surpresas, que aborda os dilemas morais vividos pelos personagens e deixa o leitor sem fôlego da primeira à última página.




O AUTOR

Harlan Coben é autor de Refúgio e Uma questão de segundos, da série de Mickey Bolitar, Fique comigo, Confie em mim, Não conte a ninguém, Desaparecido para sempre e Cilada e dos livros protagonizados por Myron Bolitar – Quebra de confiança, Jogada mortal, Sem deixar rastros, O preço da vitória, Quando ela se foi e Alta tensão (Arqueiro) –, além de A promessa, Silêncio na floresta, Não há segunda chance e O inocente (Arx). Esses dois últimos serão relançados pela Arqueiro.

Vencedor de diversos prêmios, é o único escritor a ter recebido a trinca de ases da literatura policial americana: o Anthony, o Shamus e o Edgar Allan Poe, todos por livros da série de Myron Bolitar. Suas obras já foram traduzidas para 41 idiomas.

Aclamado na França, Coben é conhecido como “o mestre das noites em claro”. Seu livro Não conte a ninguém foi transformado no premiado filme homônimo estrelado por Kristin Scott Thomas e François Cluzet, disponível no Brasil em DVD.

Harlan nasceu em Newark, Nova Jersey. Depois de se formar em ciência política, trabalhou no setor de turismo. Hoje mora em Nova Jersey com os quatro filhos e a esposa.

www.harlancoben.com



Harlan Coben é autor de Refúgio e Uma questão de segundos, da série de Mickey Bolitar, Fique comigo, Confie em mim, Não conte a ninguém, Desaparecido para sempre e Cilada e dos livros protagonizados por Myron Bolitar – Quebra de confiança, Jogada mortal, Sem deixar rastros, O preço da vitória, Quando ela se foi e Alta tensão (Arqueiro) –, além de A promessa, Silêncio na floresta, Não há segunda chance e O inocente (Arx). Esses dois últimos serão relançados pela Arqueiro.
Vencedor de diversos prêmios, é o único escritor a ter recebido a trinca de ases da literatura policial americana: o Anthony, o Shamus e o Edgar Allan Poe, todos por livros da série de Myron Bolitar. Suas obras já foram traduzidas para 41 idiomas.
Aclamado na França, Coben é conhecido como “o mestre das noites em claro”. Seu livro Não conte a ninguém foi transformado no premiado filme homônimo estrelado por Kristin Scott Thomas e François Cluzet, disponível no Brasil em DVD.
Harlan nasceu em Newark, Nova Jersey. Depois de se formar em ciência política, trabalhou no setor de turismo. Hoje mora em Nova Jersey com os quatro filhos e a esposa.
www.harlancoben.com
- See more at: http://www.editoraarqueiro.com.br/autores/ver/11#sthash.hkATEQlX.dpuf




“A especialidade de Harlan Coben é introduzir o leitor nos corações e mentes de seus personagens. Seus protagonistas são pessoas comuns, vivendo suas vidas, quando de repente são sugados para dentro de um aterrorizante mundo de crimes sórdidos e destruição.” – USA Today
Aos 20 anos, Matt Hunter vive uma noite de horror que ficará para sempre gravada em sua memória. Durante uma festa, ao tentar apartar uma briga, ele mata uma pessoa acidentalmente e é considerado culpado pelo júri.
Agora, nove anos depois de ser libertado da prisão, tudo parece ter entrado nos eixos: Olivia, sua esposa, está grávida e os dois estão prestes a comprar uma casa na cidade natal dele. Mas a ilusão acaba quando Matt recebe um vídeo chocante e inexplicável que começa a despedaçar sua vida pela segunda vez.
Para piorar, ele começa a ser seguido por um homem misterioso. Em pouco tempo, o perseguidor é encontrado morto e uma freira querida por todos também é assassinada. Quando as pistas apontam para Matt, ele e Olivia são forçados a desafiar a lei em uma tentativa desesperada de salvar seu futuro juntos.
O inocente é um thriller vertiginoso, carregado de emoções. Além disso, é um relato contundente sobre as escolhas que às vezes somos obrigados a fazer e as dramáticas repercussões que teimam em não nos abandonar.
****
“Harlan Coben faz em seus livros o que Alfred Hitchcock fazia em seus filmes.” - South Florida Sun-Sentinel
“Adivinhe o que estou fazendo com sua mulher neste instante.” A voz sinistra que diz isso pertence ao sujeito que protagoniza a foto e o vídeo que Matt Hunter acabou de receber em seu celular. Nas imagens, a esposa de Matt, Olivia, aparece com uma peruca loura em atitude suspeita.
Nove anos depois de um trágico acidente que o fez passar quatro anos encarcerado, Matt julgava que o destino poderia lhe sorrir. Afinal, tinha um bom emprego, uma mulher amorosa e, em breve, seu primeiro filho nasceria. Agora, porém, tudo estava virando de cabeça para baixo. Mais uma vez.
A situação piora quando o sujeito do vídeo é assassinado e uma freira é encontrada morta em um convento, com marcas de tortura. Tudo indica que há uma conexão macabra entre esses crimes e o passado de Matt e o de Olivia.
Com as autoridades locais e federais convictas de que os dois estão envolvidos em toda essa sujeira, eles precisam chegar rapidamente à verdade por seus próprios meios. Antes que sejam presos. Ou mortos.
Saltando dos subúrbios de Nova Jersey para os letreiros luminosos que ocultam a ciranda de crimes e prostituição de Las Vegas, O inocente é um romance policial recheado de surpresas, que aborda os dilemas morais vividos pelos personagens e deixa o leitor sem fôlego da primeira à última página.
- See more at: http://www.editoraarqueiro.com.br/livros/ver/234#sthash.z18kKy69.dpuf
Leia aqui um trecho do livro
http://www.editoraarqueiro.com.br/upload/pdf/Inocente_O_Trecho.pdf


 UM LANÇAMENTO

 

O Brinquedo Raivoso de Roberto Arlt

O Brinquedo Raivoso

de  Roberto Arlt

Tradução:Maria Paula Gurgel Ribeiro

No de Paginas:160



“Quem manteve Arlt vigente e o salvou do esquecimento foram os leitores. Foi lido sempre e se lê hoje e, há cinquenta anos, é um escritor atual.”

“Os romances de Arlt parecem alimentar-se do presente, quero dizer, de nossa atualidade.

Se há um escritor profético na Argentina, esse é Arlt. Não trabalha com elementos conjunturais, e sim com as leis de funcionamento da sociedade. Arlt parte de certos núcleos básicos, como as relações entre poder e ficção, entre dinheiro e loucura, entre verdade e complô, e os converte em forma e estratégia narrativa, converte-os no fundamento da ficção.”

Ricardo Pigliap



Quando o jovem Roberto Arlt (1900-1942) estava escrevendo este que seria seu romance de estreia, planejou chamá-lo de A vida porca. O título provocativo deu lugar a outro mais sugestivo, quase infantil, que o tornaria célebre: O brinquedo raivoso (1926).

Ambos os títulos dizem muito sobre como se pode ler este romance: o relato autobiográfico de Sílvio Astier, rememorando a própria adolescência com seus rituais de iniciação e suas escolhas, a falsificação da figurinha mais difícil do álbum, a necessidade de procurar o primeiro emprego e a formação da sociedade criminosa — que se sustenta à base de pequenos furtos e gigantescos projetos nunca realizados.

Entre desejo e necessidade, Sílvio caminha com a cesta de compras para ajudar o patrão, cuja loja depois tentará incendiar: “E eu era aquele que havia sonhado em ser um bandido grande como Rocambole e um poeta genial como Baudelaire!”.

Para o leitor brasileiro de hoje, o livro traz também a possibilidade de revisitar a Buenos Aires dos anos 1910, que surge em cores extravagantes, através da imaginação delirante do protagonista, alimentada pelos folhetins de aventuras, pela imagem da diva do cinema italiano Lyda Borelli e por cada promessa de aventura que parece encerrar uma nova invenção ou projeto criminoso. Essa Buenos Aires feérica faz lembrar certa São Paulo do modernismo brasileiro, aquela de linguagem oral viva — de Alcântara Machado e Oswald de Andrade —, mas já plena de uma sujeira que, em nossas letras, teria de esperar até os passeios de Roberto Piva pelo centro, nos poemas de sua Paranoia (1963). O narrador deRoberto Arlt nos mostra que entre a porcaria dessa vida e a violência do brinquedo novo e incompreensível, caberá ao jovem protagonista fazer uma escolha que, como cicatriz, carregará por toda a vida.

Escreveu Wilson Alves-Bezerra


Assista aqui EL JUGUETE RABIOSO - Pelicula Completa baseada no livro

 

 

UM LANÇAMENTO




 

 

Arte e mercado de Xavier Greffe


Arte e mercado
    



Arte e mercado

de Xavier Greffe

Tradução:Ana Goldberger

No de Paginas:364


A partir do século XVI, a arte passou por mudanças notáveis ao se emancipar, aos poucos,de seu grande cliente, a Igreja. No século XIX, também o Estado sai de cena: os artistas criam o que querem, sem esperar por encomendas e vendendo no mercado que surge. A autonomia total da arte parece alcançada.

O mercado, porém, logo revela seus problemas e outra vez se pensa no Estado como solução, numa outra chave, aquela que pede à arte para ocupar-se menos com suas questões próprias e mais com seus aspectos extrínsecos (a arte pelo social, a arte pelo turismo, a arte pelo desenvolvimento econômico). Esses novos “mercados sociais” pautados pelo Estado estão longe de resolver a questão: os artistas ainda ganham mal e continuam tendo de curvar-se à política ou ao marketing econômico.

Os meios artísticos não gostam da economia, escreve Xavier Greffe no início deste livro. Poderia ter dito também que os meios artísticos (e culturais) recusam a ideia de que a arte (ou a cultura) seja pensada em termos de economia e, menos ainda, submetida ao sistema econômico.

Não aceitam tampouco que a lógica econômica esclareça aspectos centrais das atividades artísticas. O grande medo por trás dessas recusas é que a economia, disciplina imperialista como ele diz, possa impor à arte seus valores e princípios.O problema, porém, é que a arte não escapa da dimensão econômica. Não só hoje como, para não ir mais longe, na Renascença, quando o preço mais alto de certos pigmentos, como o azul, determinava a combinação de cores de uma pintura muito mais e para muito além de considerações estritamente estéticas.

A arte buscou durante muito tempo sua autonomia – diante da religião e, depois, do Estado. O mercado foi a grande alternativa, sobretudo depois que, graças a ele, os artistas puderam dispensar até mesmo as encomendas específicas que recebiam dos compradores particulares e passar a criar o que bem entendessem, cabendo ao mercado, num segundo momento, comprar ou não o que haviam feito.

Cada uma dessas etapas de liberação tem seu valor e seu preço econômicos. Neste estudo, Xavier Greffe põe em evidência os encantos e desencantos do artista diante das diferentes esferas das quais dependeu e depende. Uma parte importante de seu livro é dedicada às relações da arte com a economia de mercado e outra, às tendências observadas hoje de levar a arte a ocupar-se mais de seus efeitos sociais e econômicos – manifestados em temas como a inclusão social, o atendimento das exigências do turismo e as necessidades do desenvolvimento econômico em geral – do que de suas questões intrínsecas. Se a arte esteve antes subjugada aos interesses dos outros – Igreja, Estado, política –, sua situação atual, pelo menos nos países subdesenvolvidos, não é muito melhor. Conhecer o sistema econômico da arte é o primeiro passo para colocá-la em condição de atender realmente não apenas aos direitos culturais, que hoje se reconhecem, como a seus próprios direitos específicos. Escreveu TEIXEIRA COELHO.


O AUTOR
Xavier Greffe é professor da Université de Paris I – Sorbonne, economista da cultura e colaborador frequente da Unesco e da União Europeia, além de docente convidado pelo Observatório Itaú Cultural para o curso de especialização em gestão e política cultural.





"Desdobramentos recentes da gestão das instituições e empresas culturais"

Com Xavier Greffe (França) - professor da Universidad de Paris I Sorbonne (França).

Turma 1. Módulo 2. Aula 6.


Xavier Greffe fala sobre a sustentabilidade econômica na gestão de empresas e instituições culturais, partindo da noção de que a gestão cultural é, por necessidade, utilitarista e, portanto, precisa legitimar a verba recebida ou encontrar um modo de monetizar os projetos. Greffe fala também da questão da gratuidade na cultura e sua viabilidade na conversa das instituições com o setor público e privado, abordando a questão da internet e as possíveis soluções para a indústria musical em sua luta por sobreviver nesta nova realidade.

Ao final da aula, há um debate entre Xavier Greffe, Teixeira Coelho, Enrique Bustamante e Enrique Saravia, em que discutem estratégias gerais e específicas de sustentabilidade econômica na cultura.

Aula do Curso de Especialização em Gestão Cultural, realizada pelo Instituto Itaú Cultural em parceria com a Universidade de Girona (Espanha), por meio da Cátedra Unesco de Políticas Culturais e Cooperação, e com apoio da OEI (Organização dos Estados Ibero-Americanos). Gravada em 28 de novembro de 2009, no Itaú Cultural, em São Paulo/SP.

Créditos:
Vídeo: Inpacto Produções
Edição: Menina dos Olhos do Brasil


UM LANÇAMENTO




 

Origem mortal (vol. 21) de J. D. Robb



Origem mortal (vol. 21)

de   J. D. Robb

Título Original:     Origin in Death
Tradutor:     Renato Motta

Coleção:     Série Mortal
Páginas:     490
Formato:     16 x 23 cm



Um suspense que pode colocar em risco até mesmo o futuro da raça humana Com vinte títulos já publicados da série no Brasil, chega às livrarias o novo sucesso de Nora Roberts sob o pseudônimo de J.D. Robb: Origem Mortal. Segundo a própria autora, este novo capítulo apresenta uma das tramas com maior dose de ação e mistério até agora. A tenente Eve Dallas recebeu um chamado do Centro para Reconstrução Corporal e Cirurgia Estética: uma popular estrela de cinema foi espancada até seu rosto virar uma massa disforme de sangue. Para sorte da polícia, a vítima acabou matando seu agressor ao tentar se defender. No interrogatório, a tenente confirma se tratar de um caso inconfundível de assassinato em legítima defesa. Tudo se complica, porém, quando, antes de sair do prédio, outro caso macabro surge das mais sinistras sombras: o dono da clínica acabou de ser encontrado morto em seu consultório. Foi assassinado com um estilete cravado em seu coração. Qual será a relação das duas mortes? Será que o assassino da artista foi realmente morto no ataque? Com a tenacidade de sempre, Dallas segue seus instintos mais obscuros e mergulha no passado das duas vítimas, descobrindo os segredos de um mundo, até então, desconhecido para ela. Com muita ação e um desfecho surpreendente, Origem Mortal é a leitura ideal para os fãs dos clássicos da literatura policial – e, é claro, para os fieis leitores da vasta e fantástica bibliografia de Nora Roberts, que prova mais uma vez a sua versatilidade. 




A CRITICA

 “Um suspense impressionante.” (Kirkus Reviews)
 “Robb aliou diálogos cativantes e misteriosos a uma trama que deixará o leitor nervoso até o fim.” (Publishers Weekly)



Lançamento



Maestria de Robert Greene










Maestria

de Robert Greene

 

368 páginas

16 x 23 cm

Brochura






Além de serem considerados mestres no que faziam, o que Mozart, Leonardo da Vinci e Thomas Edison têm em comum? Como foi que alcançaram a excelência? Que escolhas fizeram com que se destacassem tanto de seus contemporâneos?

Após realizar um grande estudo de várias personalidades fascinantes e bem-sucedidas – entre políticos, estrategistas, artistas, cientistas e inventores –, Robert Greene percebeu que todas essas pessoas, independentemente de sua área, da cultura a que pertenciam ou do momento histórico, seguiram um padrão similar em suas conquistas. E concluiu que o caminho para a maestria pode ser percorrido por qualquer um de nós.

Neste livro, Greene examina pesquisas recentes sobre cognição e criatividade, e derruba os mitos da sorte e da genialidade inata, propondo uma maneira radical de examinar a inteligência humana. Ele explica o que é necessário para uma pessoa comum se tornar um mestre: a capacidade de se dedicar totalmente a um tema de seu interesse, a insistência em um aprendizado contínuo e focado, a liberdade criativa adquirida com o domínio da habilidade e a coragem de ser diferente e enfrentar desafios.

Se outras obras descreveram o que acontece com o cérebro depois de 10 mil horas de estudo e prática, Maestria revela o que sucede depois de 20 mil horas – o ápice atingido por Einstein, Darwin e por nove mestres contemporâneos entrevistados para este livro.

O potencial para alcançar a maestria é intrínseco à espécie humana e resulta de milhões de anos de evolução. Aprenda quais são as três fases decisivas para a sua preparação, identifique sua verdadeira vocação, libere a paixão dentro de você e torne-se também um mestre.


A CRITICA


“Os pontos fortes de Greene são sua pesquisa e em seu dom para contar histórias. Da mesma forma que os mestres que menciona, ele combina essas habilidades para alcançar a maestria com a palavra escrita.” — Yahoo Voices


“Categórico.” — Forbes

Depois de uma vida dedicada ao estudo do poder, Robert Greene concluiu que existe um só caminho para se tornar um mestre, percorrido pelas pessoas mais poderosas do passado e do presente. Neste livro, ele revela ao mundo suas descobertas, desbancando de uma vez por todas muitos mitos de nossa cultura sobre os gênios da história e mostrando que cada um de nós traz dentro de si o que é preciso para se tornar um mestre.

Como Greene constatou ao longo de anos de pesquisa, muitas das pessoas mais bem-sucedidas do mundo não foram predestinadas a grandes realizações. Quando criança, Charles Darwin foi um aluno medíocre, na melhor das hipóteses. O que ele fez para se tornar um dos cientistas mais influentes de todos os tempos? Seguiu o mesmo trajeto que levou Leonardo da Vinci, filho ilegítimo e pária social, a se tornar um mestre das artes e das invenções.

Primeiro, ambos se dedicaram com afinco às suas áreas de interesse. Como Benjamin Franklin, Henry Ford e outros mestres aqui descritos, eles se engajaram no aprendizado rigoroso, contando com mentores que foram capazes de iniciá-los no conhecimento que deriva de anos de experiência.

Em seguida, eles absorveram o poder de seu mestre. Com base na análise da vida de Michael Faraday e Carl Jung, entre outros, Greene mostra como eles internalizaram o conhecimento de seus mentores, ultrapassando-os em brilhantismo, e, depois, dominaram a arte da inteligência emocional, transitando com habilidade pelos círculos sociais para fazer aliados e evitar batalhas desnecessárias.

No entanto, depois de conquistarem suas áreas, os mestres não se acomodaram. Em vez disso, expandiram o próprio conhecimento por temas correlatos, enriquecendo a mente com a capacidade de fazer novas associações de ideias. Como nos casos de Mozart e dos irmãos Wright, essa busca os capacitou a revogar as regras de seus campos de atuação, revolucionando-os de maneira radical e profunda.

Para demonstrar como essa forma de inteligência pode ser aplicada ao mundo moderno, o autor entrevistou nove mestres contemporâneos. As histórias dessas personalidades, que representam as mais diferentes origens, classes sociais e etnias, refutam a noção de que a maestria é algo ultrapassado ou elitista. A excelência alcançada por esses indivíduos é, sem dúvida, consequência de esforço e persistência, não de genética ou de privilégio. Suas trajetórias também mostram como a maestria pode ser adaptada aos nossos tempos e deixam claro o poder que tem a nos oferecer.



Clique aqui para ler um trecho do livro em PDF. 


UM LANÇAMENTO





CAIXA CULTURAL CURITIBA TESTA MAIS UM CAMPEÃO DE AUDIÊNCIA



Teste de Audiência traz filmes nacionais, ainda em processo de finalização, exibidos gratuitamente em sessão surpresa

A CAIXA Cultural Curitiba apresenta, na próxima terça-feira (26), às 20h, mais uma sessão do projeto cinematográfico Teste de Audiência. Idealizado pelos cineastas Márcio Curi e Renato Barbieri, o projeto traz, todos os meses, um filme nacional, ainda em processo de finalização, apresentado gratuitamente em sessão surpresa. O espectador só fica sabendo ao que vai assistir momentos antes do início da exibição. O Teste de Audiência tem patrocínio da Caixa Econômica Federal e do Governo Federal.

Em sua sétima temporada na CAIXA Cultural Curitiba, o Teste de Audiência oferece ao público a oportunidade de, na presença do diretor, opinar sobre um filme ainda em processo de finalização, interferindo em seu resultado final. Além de contribuir para a formação do público, e para o desenvolvimento de uma metodologia científica de aprimoramento das obras audiovisuais, o projeto se mostra como uma preciosa ferramenta de trabalho para os cineastas. A escolha dos longas-metragens, que serão exibidos, se dá por meio de uma ampla pesquisa sobre os estágios de filmagem e montagem dos novos filmes brasileiros.

Serviço:
Cinema: Teste de Audiência
Local: CAIXA Cultural Curitiba – Rua Conselheiro Laurindo, 280 – Curitiba (PR)
Data: 26 de novembro de 2013 (terça-feira)
Horário: 20h
Ingressos: Entrada franca. Os ingressos devem ser retirados na bilheteria do teatro, no dia do evento, a partir das 19h
Capacidade: 125 lugares (2 para cadeirantes)
Bilheteria: (41) 2118-5111 (de terça a sexta-feira, das 12h às 20h; sábado, das 16h às 20h; domingo, das 16h às 19h)
Classificação indicativa: Não recomendado para menores de 16 anos