quarta-feira, 16 de julho de 2014

Supercombo faz show no Clash Club dia 19 de julho




No próximo sábado (19), o Clash recebe pela primeira vez o Supercombo, um dos grupos de maior destaque do novo rock brasileiro. Leonardo Ramos (voz e guitarra), Carol Navarro (baixo), Paulo Vaz (teclados e efeitos), Raul de Paula (bateria) e Pedro Ramos (guitarra e voz) vão tocar músicas de seu novo álbum, "Amianto", lançado no começo de 2014.
O show conta ainda com a abertura da banda No Ducky e a discotecagem de Luka e Thiago DJ, locutores da 89FM.

Serviço
Show: Supercombo
Abertura: No Ducky
DJs: Luka e Thiago DJ (89FM)
Local: Clash Club - Rua Barra Funda, 969 - Barra Funda - São Paulo/SP
Data: 19 de julho (sábado)
Horário: 18h
Ingressos Antecipados:
- Pista
1º lote R$25,00 (estudante/meia entrada e promocional)
2º lote R$35,00 (estudante/meia entrada e promocional)
- Camarote
1º lote R$50,00 (estudante/meia entrada e promocional)
2º lote R$70,00 (estudante/meia entrada e promocional)
Pontos de venda:
Galeria do Rock - Rua 24 de Maio, 62 - Loja 255 - Centro - São Paulo/SP - Telefone (11) 3361 6951
Rock'n'Roll Burger - Rua Augusta, 538 - São Paulo/SP - Telefone (11) 3255 0351
Venda online: http://bit.ly/supercombo1907
Capacidade: 500 pessoas
Censura: 16 anos
Informações: http://www.clashclub.com.br/ / Tel: (11) 3661-1500
Estacionamento: R$20

Memórias poéticas nas obras em exposição no Masac



A artista plástica Akiko Miléo mergulhou em um universo povoado por memórias para criar as obras reunidas na exposição “Catedrais”, cartaz do Masac – Museu de Arte Sacra da Arquidiocese de Curitiba, a partir das 9h desta sexta-feira (18). Utilizando técnica mista sobre tela (acrílica, pastel, bastão oleoso, entre outros elementos), Akiko Miléo pesquisa e apropria-se de construções e fachadas antigas, ricas em ornamentos, deixando-se fascinar pelos arabescos. A mostra permanece aberta à visitação até o dia 19 de outubro de 2014, com entrada franca.  
A composição poética, cuja beleza revela mistérios, percorre uma trajetória revisitada num túnel do tempo. A integração das obras é obtida pela harmonia entre os diferentes estilos que dialogam e desvendam o mundo da artista em relação ao público. “Os resgates do passado são acoplados a uma contemporaneidade que ora são momentos dramáticos, mas se invertem a um programa iconográfico global”, destaca no texto de apresentação o artista plástico Edilson Viriato, orientador e curador da exposição.
Natural de Cafelândia (SP), mas atualmente vivendo e trabalhando em Curitiba, Akiko Miléo é graduada em Educação Artística, com habilitação em Artes Plásticas, pela Faculdade de Educação Musical do Paraná (FEMP), hoje Faculdade de Artes do Paraná (FAP). Aperfeiçoou técnicas em diferentes áreas artísticas, frequentando cursos, oficinas e workshops.
A artista acumula diversas mostras coletivas pelo Brasil, além de ter conquistado prêmios em salões de artes. Suas obras integram acervos de instituições com sedes em Curitiba, entre eles os do Centro Cultural Brasil Espanha, Inter Americano Galeria de Arte, SESC Centro e Caixa Econômica Federal.

Serviço:
Exposição “Catedrais”, reunindo obras em técnica mista da artista plástica Akiko Miléo.
Período expositivo: de 18 de julho (abertura às 9h) a 19 de outubro de 2014.
Local: Masac – Museu de Arte Sacra da Arquidiocese de Curitiba (Largo da Ordem – anexo à Igreja da Ordem – Setor Histórico).
Horário de visitas: de terça a sexta-feira, das 9h às 12h e das 13h às 18h; sábados e domingos, das 9h às 14h.
Entrada franca.

Show no Paiol mistura cultura árabe e ritmos brasileiros




A cantora Thamires Tannous lança seu primeiro álbum “Canto para Aldebarã” no Teatro do Paiol, dia 18 de julho (sexta-feira), às 21h. Com proposta singular dentro do cenário musical do país, o show mistura elementos da cultura árabe - como melodias, letras e percussão - com ritmos brasileiros. O disco conta com 11 músicas que retratam a história da cantora sul mato-grossense, desde sua descendência libanesa até a influência da música de seu estado.  
As canções do CD possuem letras que falam de amor, natureza e vida moderna e as composições passeiam por pandeiros e derbaks, violões e violinos, acordeons e guitarras, djembes e daffs. Nove são de autoria de Thamires em parceria com importantes letristas, como Luiz Tatit, Kleber Albuquerque, Estrela Leminski e Tiago Torres da Silva. A produção e os arranjos do trabalho ficaram nas mãos do músico Dante Ozzetti, que já trabalhou com nomes como Itamar Assumpção, Duofel, Ceumar e Ná Ozzetti, entre outros.
Essas misturas fazem do show algo inédito. O espetáculo conta com a participação de grandes músicos, como Ivan Vilela, Toninho Ferragutti, Sérgio Reze, Ricardo Herz, William Bordokan e do próprio Dante Ozzetti, que acompanham a cantora nos espetáculos e dão sua contribuição no disco.

A artista – Nascida em Campo Grande (MS), Thamires Tannous teve seu primeiro registro musical aos dois anos, em um vídeo onde se apresentava com uma vassoura na mão e pede silêncio da plateia. O primeiro contato com algum instrumento foi aos 4 anos, no piano da mãe.
Pouco tempo depois, Cristina Neivock a iniciou nos estudos e ensinamentos. Nessa época participou de pequenos festivais. Paralelamente a isso, foi regida, por cinco anos, pelo maestro português Victor Diniz, com quem teve aulas de violino e fez parte da Orquestra Jovem e Clássica, onde descobriu sua vocação para cantar.
Junto com suas primeiras músicas gravadas, veio a decisão de estudar em um colégio de São Paulo. Optou pela publicidade e atuou em uma grande empresa. Porém, em 2008, Thamires conheceu o produtor Nikk Gutierrez e o baixista Peter Mesquita. O incentivo que ambos deram a seu talento e as oportunidades que surgiram, fizeram a artista tomar a decisão de sair do escritório e prestar faculdade de música. Outra pessoa importante nessa trajetória foi Ruriá Duprat (filho do maestro e compositor Rogério Duprat), que a indicou para ter aulas de canto com Tutti Baê, preparadora vocal do programa Ídolos e autora de três livros sobre o assunto.
Em 2010 resolveu viajar pela Europa, onde aflorou novamente a vontade de fazer música. Thamires então ingressou na faculdade Souza Lima & Berklee. Participou do festival Botucanto, interpretando a música “Baião de Um”, de Peter Mesquita, Daniel Conti e Cris Affalo. A música deu aos compositores o troféu de Aclamação Popular e a Thamires o prêmio de melhor intérprete do evento. Já 2012 foi o ano da música “Rio-Coração”, canção de sua autoria com parceria de Peter Mesquita e Edson Penha. Com ela ganhou o terceiro lugar no Botucanto e o prêmio de Melhor Arranjo no Festival de Música de Sorocaba.

Serviço:
Show e lançamento do CD “Canto de Aldebarã”, da cantora Thamires Tannous
Local: Teatro do Paiol
(Praça Guido Viaro, s/n – Prado Velho)

Data: 18 de junho de 2014 (sexta-feira), às 21h.
Ingressos: R$ 25

terça-feira, 15 de julho de 2014

CHEGOU O SEGUNDO VOLUME DA TRILOGIA DO ESCRITOR FRANCÊS MAIS VENDIDO NO PLANETA

       

O sopro dos Deuses (Vol. 2 - Trilogia O Ciclo dos Deuses)

de  Bernard Werber

Título Original:     Le Souffle des Dieux

Tradutor:     Jorge Bastos

Gênero:     Romance estrangeiro
Coleção:     O Ciclo dos Deuses
Páginas:     588
Formato:     16 x 23 cm

  



No início, quando chegaram à cidade de Olímpia e foram aprovados na categoria de anjos da guarda, os alunos-deuses eram 144. Agora, esse número está reduzido quase pela metade. Ao longo do jogo em que precisam fazer evoluir seus próprios humanos – e ao fim do qual somente um aluno sairá vencedor –, muitos já foram eliminados e transformados em seres mitológicos. Diante desses perigos, Michael Pinson tenta sobreviver e impedir a extinção de seu povo.

Uma história onde se aprende de forma divertida sobre mitologia e sobre história geral através de uma releitura de importantes episódios da humanidade. O sopro dos Deuses apresenta um mundo divino de fantasia, repleto de suspense e imaginação, com uma emocionante reflexão filosófica sobre a história humana e o significado da vida.

 O AUTOR


·     Bernard Weber é conhecido mundialmente pela série best-seller O Império das Formigas, que vendeu mais de um milhão de cópias somente na França.

·     Escritor francês mais lido em todo o mundo, com todos os seus livros elogiados pela imprensa do seu país. Traduzido para mais de 25 idiomas e com mais de 20 milhões de exemplares vendidos no planeta.





Lançamento





O Mito da Escassez




A.C. Bhaktivedanta Swami Prabhupada

Ao contrário da crença popular, as estatísticas atuais demonstram que a Terra produz alimento o bastante para suprir facilmente toda a sua população. Contudo, a ganância e a exploração forçam vinte e cinco por cento da população global a ficar subnutrida. Śrīla Prabhupāda condena a desnecessária industrialização por contribuir para o problema da fome e por criar desemprego, poluição e uma hoste de outros problemas. Neste discurso, proferido em 2 de maio de 1973, em Los Angeles, advoga por um estilo de vida mais simples, mais natural e centrado em Deus.

ime jana-padāḥ svṛddhāḥ
supakvauṣadhi-vīrudhaḥ
vanādri-nady-udanvanto
hy edhante tava vīkṣitaiḥ

A rainha Kuntī disse: “Todas essas cidades e vilas estão prosperando sob todos os aspectos porque abundam ervas e grãos, as árvores estão cheias de frutas, os rios estão fluindo, as colinas estão repletas de minerais e os oceanos estão cheios de riquezas. E tudo isso se deve ao Teu olhar sobre tudo”. (Śrīmad-Bhāgavatam 1.8.40)

A prosperidade humana viceja pelas dádivas naturais, e não pelas gigantescas iniciativas industriais. As gigantescas iniciativas industriais são produto de uma civilização sem Deus e causam a destruição das nobres metas da vida humana. Quanto mais ampliamos essas indústrias problemáticas para sugarem a energia vital do ser humano, mais haverá insatisfação da massa geral de pessoas, embora alguns poucos possam viver de maneira esbanjadora através da exploração.

As dádivas naturais, como os grãos, legumes, frutas, rios, colinas de pedras preciosas e minerais e mares cheios de pérolas, são fornecidas pela ordem do Supremo, e, segundo Ele deseje, a natureza material as produz em abundância ou as restringe de tempos em tempos. A lei natural é que o ser humano pode se beneficiar com essas dádivas divinas da natureza e, deste modo, prosperar satisfatoriamente, sem ser cativado pela motivação exploradora de assenhorear-se da natureza material.

Quanto mais tentamos explorar a natureza material de acordo com os nossos caprichos, mais ficamos presos pela reação de tais esforços exploradores. Se temos grãos, frutas, legumes e vegetais o bastante, qual é a necessidade de administrar um abatedouro e matar pobres animais?

O homem não necessita matar um animal se ele tem grãos, legumes e verduras o suficiente para comer. O fluir de um rio fertiliza os campos, e há mais do que necessitamos. Os minerais são produzidos nas colinas, e as pérolas, no oceano. Se a civilização humana tem grãos, minerais, pérolas, água, leite etc. o suficiente, por que deveria ansiar por iniciativas industriais terríveis a custo da labuta de alguns homens desafortunados?

Entretanto, todas essas dádivas naturais dependem da misericórdia do Senhor. Do que precisamos, portanto, é sermos obedientes às leis do Senhor e obter a perfeição da vida humana através do serviço devocional. As indicações de Kuntī-devī vão diretamente ao ponto. Ela deseja que a misericórdia de Deus seja conferida a ela e a seus filhos a fim de que a prosperidade natural seja mantida pela graça dEle.

Kuntī-devī menciona que os grãos são abundantes, as árvores são cheias de frutas, os rios fluem perfeitamente, as colinas estão cheias de minerais e o oceano está cheio de riquezas, mas ela em momento algum menciona que há abundância de indústrias e abatedouros, pois isso são coisas sem sentido que os homens desenvolveram para criar problemas.

Se dependermos da criação de Deus, não haverá escassez, mas simplesmente ānanda, bem-aventurança. A criação de Deus provê grãos e grama o bastante, e, enquanto comemos os grãos e as frutas, os animais, como as vacas, comerão a grama. Os touros nos ajudarão a produzir grãos e comerão apenas um pouco, ficando satisfeitos com o que joguemos fora. Se comermos as frutas e jogarmos fora a casca, os animais ficarão satisfeitos com a casca. Deste modo, com Kṛṣṇa no centro, pode haver completa cooperação entre árvores, animais, seres humanos e todas as entidades vivas. Isso é a civilização védica, uma civilização de consciência de Kṛṣṇa.

Kuntī-devī ora ao Senhor: “Esta prosperidade se deve ao Teu olhar”. Quando nos sentamos no templo de Kṛṣṇa, Kṛṣṇa olha para nós e tudo fica bem. Quando almas sinceras tentam se tornar devotos de Kṛṣṇa, Kṛṣṇa muito amavelmente Se coloca perante elas em Sua opulência plena e lança-lhes o Seu olhar, momento no qual se tornam felizes e belas.

Similarmente, toda a criação material se deve ao olhar de Kṛṣṇa (sa aikṣata). Nos Vedas, é dito que Ele lançou Seu olhar sobre a matéria, agitando-a assim. Uma mulher em contato com um homem se agita e engravida e, então, pare filhos. Toda a criação segue um processo similar. Simplesmente pelo olhar de Kṛṣṇa, a matéria se agita e, então, engravida e dá a luz às entidades vivas. É simplesmente por Seu olhar que as plantas, árvores, animais e todas as outras entidades vivas surgem. Como isso é possível? Nenhum de nós pode dizer: “Simplesmente por olhar para minha esposa, posso engravidá-la”. Contudo, embora isso nos seja impossível, não é impossível para Kṛṣṇa. A Brahma-saṁhitā (5.32) diz, aṅgāni yasya sakalendriya-vṛttimanti: “Toda parte do corpo de Kṛṣṇa tem todas as capacidades das outras partes”. Com nossos olhos, podemos ver, mas Kṛṣṇa pode engravidar simplesmente por lançar Seu olhar. Não há necessidade de sexo, porque, simplesmente por olhar, Kṛṣṇa pode engravidar.

No Bhagavad-gītā (9.10), o Senhor Kṛṣṇa diz, mayādhyakṣeṇa prakṛtiḥ sūyate sa-carācaram: “Por meio de Minha supervisão, a natureza material faz nascerem todos os seres móveis e inertes”. A palavra akṣa significa “olhos”, então akṣeṇa indica que todas as entidades vivas nascem por causa do olhar do Senhor. Há dois tipos de entidades vivas – os seres móveis, como insetos, animais e seres humanos, e os seres inertes, como árvores e plantas. Em sânscrito, esses dois tipos de entidades vivas se chamam sthāvara-jaṅgama e ambos se originam na natureza material.

É claro que o que vem da natureza material não é a vida, mas o corpo. As entidades vivas aceitam tipos particulares de corpo a partir da natureza material, assim como uma criança obtém seu corpo a partir de sua mãe. Por dez meses, o corpo da criança se desenvolve a partir do sangue e dos nutrientes do corpo da mãe, mas a criança é uma entidade viva; não matéria. É a entidade viva que se refugia no ventre da mãe, que então fornece os ingredientes para o corpo dessa entidade viva. Esse é o proceder da natureza. A mãe pode não saber como, de seu corpo, outro corpo é criado, mas, quando o corpo da criança está pronto, ela nasce.

Não é o caso que a entidade viva nasce. Como declarado no Bhagavad-gītā (2.20), na jāyate mriyate vā: a entidade viva não nasce e não morre. Aquilo que não nasce não morre; a morte cabe àquilo que foi criado, e o que não foi criado não morre. O Gītā diz, na jāyate mriyate vā kadācit. A palavra kadācit significa “a qualquer momento”. Em tempo algum, a entidade viva de fato nasce. Apesar de talvez vermos que uma criança nasce, não nasce de fato. Nityaḥ śāśvato ’yaṁ purāṇaḥ. A entidade viva é eterna (śāśvata), sempre existente e muitíssimo antiga (purāṇa). Na hanyate hanyamāne śarīre (Bhagavad-gītā 2.20): não pensemos que, quando o corpo é destruído, a entidade será destruída. Não. A entidade viva continuará a existir.

Kuntī-devī diz, ime jana-padāḥ svṛddhāḥ supakvauṣadhi-vīrudhaḥ: “Os grãos abundam, as árvores estão cheias de frutas, os rios estão fluindo, as colinas estão repletas de minerais, e os oceanos estão cheios de riquezas”. (SB 1.8.40) O que mais alguém poderia desejar? A ostra produz pérolas, e, antigamente, as pessoas decoravam o corpo com pérolas, pedras preciosas, seda, ouro e prata. No entanto, onde estão essas coisas agora? Atualmente, com o avanço da civilização, há muitíssimas belas moças que não têm ornamentos de ouro, pérolas ou pedras preciosas, mas apenas pulseiras de plástico. Então, qual é o valor de indústrias e matadouros?

Pelo arranjo de Deus, o sujeito pode ter grãos o bastante, leite o bastante, frutas o bastante e legumes o bastante, bem como a água de um rio límpido. Agora, entretanto, como vejo enquanto viajo pela Europa, todos os rios lá se tornaram asquerosos. Esse é o proceder da natureza, e o proceder da natureza é o proceder de Kṛṣṇa. Então, qual é a utilidade de construir imensos sistemas hidráulicos para fornecer água?

A natureza já nos deu tudo. Se queremos riquezas, podemos pegar pérolas e nos tornarmos ricos; não há necessidade de ficar rico mediante a abertura de uma imensa fábrica para produzir peças de automóveis. Por meio de tais iniciativas industriais, tudo o que criamos foram problemas. De outro modo, temos apenas que depender de Kṛṣṇa e da misericórdia de Kṛṣṇa, porque, pelo olhar de Kṛṣṇa (tava vīkṣitaiḥ), tudo fica bem. Então, se simplesmente rogarmos pelo olhar de Kṛṣṇa, não haverá questão de escassez ou necessidade. Tudo estará completo. A ideia do movimento da consciência de Kṛṣṇa, portanto, é depender das dádivas da natureza e da graça de Kṛṣṇa.

As pessoas dizem que a população está crescendo, em virtude do que estão detendo isso através de meios artificiais. Por quê? Os pássaros e bestas estão ampliando sua população e não têm nenhum contraceptivo, mas carecem de alimentos? Alguma vez vimos pássaros ou animais terrestres morrendo por falta de comida? Talvez na cidade, mas com pouca frequência. Se formos à selva, contudo, veremos que todos os elefantes, leões, tigres e outros animais estão muito fortes e robustos. Quem está fornecendo alimento a eles? Alguns deles são vegetarianos e alguns deles não o são, mas a nenhum deles falta comida.

É claro que, pelo proceder da natureza, o tigre, não sendo vegetariano, não obtém comida todos os dias. Afinal, quem se colocará diante de um tigre para se tornar seu alimento? Quem dirá ao tigre: “Senhor, sou um altruísta e vim lhe alimentar. Então, pegue meu corpo”? Ninguém. Diante disso, o tigre tem dificuldade em encontrar alimento. E tão logo o tigre sai para caçar, um animal o segue e emite um som de modo que os outros animais saibam: “O tigre está caçando”. Então, pelo proceder da natureza, o tigre tem dificuldades. Ainda assim, porém, Kṛṣṇa fornece o alimento. Após cerca de uma semana, o tigre obterá a chance de vitimar um animal e, porque não obtém alimento fresco diariamente, manterá a carcaça em algum arbusto e comerá um pouco cada dia. Visto que o tigre é muito poderoso, as pessoas querem se tornar como um leão ou um tigre. Contudo, essa não é uma proposta muito boa, pois, se alguém de fato se torna como um tigre, não obtém comida diariamente, senão que terá de buscar por comida com muito esforço. Se alguém se torna vegetariano, porém, conseguirá alimento todos os dias. O alimento de um vegetariano está disponível em todo lugar.

Agora, em toda cidade há abatedouros, mas isso significa que os abatedouros podem fornecer o suficiente para que alguém viva comendo somente carne? Não. Não haverá um suprimento adequado. Até mesmo comedores de carne têm que comer grãos, frutas e legumes junto de seu pedaço de carne. Ainda assim, por esse pedaço diário de carne, matarão muitíssimos pobres animais. Como isso é pecaminoso! Se as pessoas cometem atividades assim tão pecaminosas, como podem ser felizes? Essa matança não deveria acontecer, mas, porque está acontecendo, as pessoas estão infelizes. Entretanto, se alguém se torna consciente de Kṛṣṇa e simplesmente depende do olhar de Kṛṣṇa (tava vīkṣitaiḥ), Kṛṣṇa fornecerá tudo e não haverá mais questão de escassez.

Ora parece haver escassez, ora vemos que grãos e frutas são produzidos em tamanha quantidade que as pessoas não conseguem comer tudo. Trata-se, portanto, de uma questão do olhar de Kṛṣṇa. Se Kṛṣṇa quer, Ele pode produzir uma grande quantia de grãos, frutas e legumes, mas, se Kṛṣṇa deseja restringir o fornecimento, que bem haverá na carne? Vocês podem me comer ou eu posso comer vocês, mas isso não solucionará o problema.

Para verdadeira paz e tranquilidade e um fornecimento suficiente de leite, água e tudo mais, temos simplesmente que depender de Kṛṣṇa. É isso que Bhaktivinoda Ṭhākura nos ensina quando diz, mārabi rākhabi-yo icchā tohārā: “Meu querido Senhor, eu simplesmente me rendo a Ti e dependo de Ti. Agora, se quiseres, podes matar-me ou podes proteger-me”. E Kṛṣṇa diz em resposta: “Sim. Sarva-dharmān parityajya mām ekaṁ śaraṇaṁ vraja: simplesmente rende-te a Mim exclusivamente”. (Bg. 18.66) Ele não diz: “Sim, depende de Mim e também depende de teus abatedouros e fábricas”. Não. Ele diz: “Depende unicamente de Mim. Ahaṁ tvāṁ sarva-pāpebhyo mokṣayiṣyāmi: resgatar-te-ei dos resultados de tuas atividades pecaminosas”.

Porque vivemos muitíssimos anos sem sermos conscientes de Kṛṣṇa, vivemos nada além de uma vida pecaminosa, mas Kṛṣṇa nos garante que, tão logo alguém se renda a Ele, imediatamente Ele liquida todos os débitos e finda todas as atividades pecaminosas do indivíduo a fim de que ele possa começar uma vida nova. Quando iniciamos discípulos, nós, portanto, dizemos a eles: “Agora, o débito está quitado. Agora, não cometa mais atividades pecaminosas”.

Não se deve pensar que, como o santo nome de Kṛṣṇa pode anular as atividades pecaminosas, pode-se cometer uma pequena atividade pecaminosa e cantar Hare Kṛṣṇa para anulá-la. Essa é a maior das ofensas (nāmno balād yasya hi pāpa-buddhiḥ). Os membros de algumas ordens religiosas vão à igreja e confessam seus pecados, mas, em seguida, cometem novamente as mesmas atividades pecaminosas. Qual, então, é o valor da confissão? A pessoa pode confessar: “Meu Senhor, por ignorância, cometi tal pecado”. Porém, não se deve planejar: “Cometerei pecados e, depois, irei à igreja confessá-los. Com os pecados anulados, posso começar um novo capítulo de vida pecaminosa”. De modo similar, não se deve deliberadamente tirar proveito do cantar do mantra Hare Kṛṣṇa para neutralizar as atividades pecaminosas e, então, recomeçar os atos pecaminosos. Devemos ser muito cautelosos. Antes da iniciação, promete-se não fazer sexo ilícito, não usar intoxicantes, não se envolver com jogos de azar e não comer carne, e tais votos a pessoa tem que seguir estritamente. A pessoa, então, estará limpa. Se o indivíduo se mantém limpo dessa maneira e sempre se ocupa em serviço devocional, sua vida será bem-sucedida e não haverá escassez de nada que ele queira.

 

segunda-feira, 14 de julho de 2014

MOSTRA MACUNAÍMA DE TEATRO - Contos de Bruxas

80ª MOSTRA MACUNAÍMA DE TEATRO



apresenta a peça infanto-juvenil



Contos de Bruxas



Dias 19, 20 e 21 de julho, com sessões às 19h e 21h





A 80ª Mostra Macunaíma de Teatro

apresenta a peça Contos de Bruxas,

com direção de Zédú Neves.

Sinopse

Uma comédia infanto-juvenil onde A Bruxa da Branca de Neve,

a Bruxa da Rapunzel, a Bruxa da Bela Adormecida, a Bruxa do Mágico de Oz e a

Madrasta da Cinderela, resolvem zoar o barraco fazendo

o bem nas suas respectivas histórias...

Lógico que vai dar muita Me...leca, né.





Sobre a Mostra

Começou no dia 6 de junho a 80ª Mostra Macunaíma de Teatro.

As apresentações acontecem nos 5 teatros do Macunaíma,

que ficam na rua Adolfo Gordo, 238.



O Macunaíma é a única escola que possui cinco teatros completos,

para que os alunos possam exercitar, desde cedo, a interpretação em um palco de verdade.

Uma vivência única, com técnicos especializados,

iluminação e cenários de nível profissional.

Cada turma funciona como uma unidade independente,

onde o professor tem a possibilidade de escolher

o texto e a interpretação de sua preferência.



Serviço

• Nome da peça:

Contos de Bruxas

• Datas e Horários:

19, 20 e 21 de julho, às 19h e 21h

• Gênero:

Comédia Infanto - Juvenil

• Duração:

75  minutos

• Recomendação:

08 anos

• Direção:

Zédú Neves

• Assistência de Direção:

Lais Ameirelles

• Autor:

Ronaldo Ciambroni

• Elenco:

Alinny Zawaskky

Brenda Hanna

Caio Gonçalves

Gabriela Costa

Hugo Henrique

Juliana Abeid

Karina Zig

Letícia Assis

Luiza Moitinho

Lynne Campos

Marcos Paz

Mário Vinicius

Paulo Cabral

Paloma Martins

Raíssa Granziol

Raphael Pacheco

Regislaine Piveta

Thainá Rodrigues

Thiago Abeid


Vitória Sarkis

Vivian Paparoto

Capacidade: 76 lugares

Ingressos: R$ 16,00 (R$ 8,00 meia)

Bilheteria: na sede do Macunaima, das 9h às 21h

• Ingressos Online:

www.macunaima.art.br

Teatros do Macunaíma 1, 2, 3, 4 e 5

Rua Adolpho Gordo, 238 – Barra Funda
(11) 3217.3400

Shadowside é atração do Coletivation MTV no especial “Dia Internacional do Rock”

A banda brasileira Shadowside será a representante do heavy metal durante o programa especial “Dia Internacional do Rock”, do Coletivation MTV. Além da entrevista, o grupo protagonizou performance acústica em homenagem à Ronnie James Dio. Na ocasião, apresentaram versão para a clássica composição “Rainbow in the Dark”. O Coletivation MTV vai ao ar, nesta segunda-feira (14/07), às 20h; com reprise, no dia seguinte, às 11h. Mais informações abaixo.



Fabio Carito, Dani Nolden e Raphael Mattos durante divertida entrevista – foto: MTV Brasil/divulgação
Músicos apresentaram inédita performance acústica na TV
 
Não é de hoje que a Shadowside vem se destacando apenas em razão de turnês internacionais acompanhando importantes artistas ou pelo excelente feedback de “Inner Monster Out”, considerado um dos discos mais importantes da história do metal nacional.
 
O grupo reconhecido como um dos principais nomes da nova safra do heavy metal, nos últimos anos, tem conquistado mundialmente o seu espaço com muita determinação, trabalho e perseverança.
 
O fruto destes três fatores foi ratificado durante o Coletivation, programa da MTV, que vai ao ar, nesta segunda-feira, às 20h, exibindo edição especial “Dia Internacional do Rock”, celebrado anualmente no dia 13 de julho.
 
Em entrevista concedida aos apresentadores Kéfera Buchmann e Paulo Chun, Dani Nolden (vocal), Raphael Mattos (guitarra) e Fabio Carito (baixo) foram os representantes do heavy metal brasileiro, falaram sobre o segmento musical em si, suas influências, a carreira da banda, entre outros assuntos pertinentes.
 
Além disso, os músicos também protagonizaram performance acústica em homenagem à Ronnie James Dio, que completaria 72 anos de idade, no último dia 10 de julho. Na ocasião, o trio apresentou versão para a clássica composição “Rainbow in the Dark”.
 
O Coletivation MTV tem reprise, no dia seguinte, às 11h. O especial “Dia Internacional do Rock” também contou com a participação das bandas Vanguart, Sugar Kane e Vivendo do Ócio.
 

 
Neste momento, a Shadowside está encerrando a turnê promocional do álbum "Inner Monster Out" e começando a compor um novo disco de inéditas. Produtores interessados em contratar a exibição do grupo que já passou por mais de 20 países da Europa, quatro turnês pelos EUA e vários Estados do Brasil, devem entrar em contato através do e-mail contato@furiamusic.com.br.
 
Links relacionados:
https://www.facebook.com/shadowsideband
http://www.shadowside.ws
https://twitter.com/shadowsideband
http://coletivation.mtv.com.br/
http://www.facebook.com/ColetivationMTV
http://twitter.com/ColetivationMTV
https://www.facebook.com/UltimateMusicPR
 
Próximas divulgações THE ULTIMATE MUSIC – PR:
20/07 – Krisiun + Confronto – Plaza Hall – Sorocaba/SP
20/08 – The Mission – Carioca Club – SP/SP
26/08 - 07/09 – CJ Ramone (ex-baixista dos Ramones)
07/09 – DEATH: DTA – Via Marquês - SP/SP
13/09 – Peter Murphy e Wayne Hussey – Carioca Club – SP/SP
17-28/09 – Dave Evans (1º vocalista do AC/DC)
27/09 – Angra – Plaza Hall – Sorocaba/SP
28/09 – Gloria + Strike – Plaza Hall – Sorocaba/SP
04/10 – Exodus – Carioca Club – SP/SP
05/10 – Toxic Holocaust – Clash Club – SP/SP
08/11 – Behemoth – Carioca Club – SP/SP
Mais infos sobre os shows acima, acesse https://www.facebook.com/UltimateMusicPR.

Meu nome é Elvira. ELVIRA LATA



 

CAPA72.jpg
Elvira Lata é uma sensível história

sobre uma cachorra vira-lata

que acha numa fábrica de ovos de páscoa

o ambiente ideal

para iniciar uma nova carreira.

Não sem antes passar por poucas e boas,

por falta de entendimento entre colegas,

preconceito e rejeição.

O livro discute temas como amizade,

amor, trabalho,  bullying e injustiças sociais,

como a fome,   e ensina a crianças e adultos que,

às vezes,  um simples voto de confiança

pode mudar a vida de todos.



Livro de estreia de Cecília D´Antino,

com ilustrações e projeto gráfico do Dorinho Bastos,

ele é pautado por uma preocupação educacional,

mas sem abusar de questões didáticas que possam

prejudicar a linguagem teatral.

“A ideia e sensibilizar o público infantil

com a história de ELVIRA,

utilizando o mundo lúdico para abordar questões sérias

de nossa contemporaneidade”,

fala Cecília D’Antino sobre a obra,

indicada para crianças a partir de 4 anos.

Uma tarde de autógrafos

 aconteceu em abril na Livraria da Vila,

da rua Fradique Coutinho,

 com a presença de amigas da autora, como as atrizes

Clarisse Abujamra e Walderez de Barros.

A autora


CECÍLIA D’ANTINO é formada em arte educação. Atuou como educadora/diretora durante  anos em sua oficina pedagógica “Vivendo”. Participou  do livro “Do Pré Escola a Universidade”, assinando o capítulo “O Barro como expressão do Deficiente Mental”, editora Nobel (1980). Trabalha há quase 3 décadas com agenciamento artístico, representando renomados atores brasileiros.



Autora: Cecília D’Antino
Ilustrações e Projeto Gráfico: Dorinho Bastos



O menino que flutuava

Em solidariedade ao povo palestino, de novo sendo barbaramente castigado




                                O menino que flutuava


 Era julho de 2014 e um pequeno menino tão lindinho quanto uma pintura de anjo flutuava como que no espaço, liberado que estava da força da gravidade. Ao seu redor havia uma mãe. Decerto que ela era ainda bastante jovem; decerto que o menino tinha traços de anjo porque se parecia com ela. Imagino como essa mãe estava desassossegada, assim cheia de ansiedades, mas sem saber direito quando aquele menino que flutuava irromperia de dentro dela para ocupar os seus braços. No desassossego que a dominava, decerto que ela já passara a ferro o enxovalzinho recém lavado que fizera para aquela criança; decerto que não conseguia parar quieta. Ouvi dizer que todas as mães, um pouco antes de darem à luz, ficam ansiosas e expectantes. Na sua ansiedade o instinto lhe falava, e lhe dizia que logo teria nos braços um menino (ou uma menina?) que faria diferença no mundo. Coração de mãe não se engana, e o instinto lhe dava a certeza sobre o ser especial que abrigava. E ela também sabia o quanto aquela sua criança seria amada na vida. Ansiosa, desassossegada, ela esperava. Alguma dor incerta, algum prenúncio de dor devia lhe dizer que o tempo de ter seu menino nos braços chegara. 
E, flutuante, o pequeno menino com traços de pintura de anjo também esperava. Já no outro dia estaria à mercê da força da gravidade; já no outro dia estaria sem aquele abrigo onde agora estava, mas teria arranjado outro: o dos braços da sua mãe. Tudo ainda era confuso e indistinto para ele: um menino assim pequenino ainda não sabe decidir, programar, tomar decisões.Um menino ainda tão pequeno só sabe de si que é tempo de nascer e de aprender a respirar e a sobreviver - ainda é o instinto que o comanda. Mas, no mundo líquido onde flutua, seus macios cabelos, que também estão flutuando, já cobrem a semente do cérebro privilegiado que terá; no seu peito, que é delicado quase como o peito de um passarinho, um pequenino coração que muito pulsará pela humanidade já bate violentamente. E, como todas as crianças do universo, no dia anterior ao seu nascimento, o instinto lhe diz que será muito amado. E ele terá a sorte de ser do grupo privilegiado, que terá amor, carinho, comida, mãos protetoras e amparo até tomar o rumo do seu caminho. Muitas e muitas outras crianças que nascerão no dia seguinte não terão a mesma sorte.  
Isto, acima, é o que era para ser, e foi escrito faz bastante tempo para um menino de verdade que nasceu de verdade e tornou-se grandioso de verdade, e faz gente muito feliz de verdade. Vamos ver agora o que aconteceu de verdade em julho de 2014 na Palestina:

O menino que flutuava II

Julho de 2006, e a loucura tomava conta do mundo, mas mesmo assim aquela mãe carregava dentro de si o tesouro que era aquele menino com frêmitos de esperança no Futuro dele. Ela vivia n Palestina, mas a mesma história poderia ter sido igual em diversos pontos do mundo. Sua terra estava sendo duramente castigada por mísseis invasores, mas sabe como é, sempre existe a Esperança - até que um dos mísseis derrubou a parede de sua casa e tirou-lhe, dentre tantas outras coisas, a vida. Vizinhos e  amigos sobreviventes acudiram-na, socorreram-na, mas ela já tinha morrido. Então era mister salvar o menino que ainda estava dentro dela, e todos se apressaram a fazê-lo. Alguém bateu a foto daquele salvamento, mas já era tarde. Estilhaços haviam entrado na sua barriga que abrigava o menino, e ele também estava morto, com profundo corte nas costas que nunca se agasalhariam nos braços da mãe que também já não existia, que nunca se encostaria numa carteira de escola, que nunca seria o Ser Especial do qual era promessa. Está aí acima a foto, ela diz tudo. O menino que flutuava agora está enterrado debaixo da terra. 
Por quanto tempo vamos ficar indiferentes?

                Blumenau, 24 de Julho de 2006.


                Urda Alice Klueger
                Escritora

CARAVANA BRASIL INSTRUMENTAL EM BOTUCATU


Ministério da Cultura, Setal, Prefeitura de Botucatu e Pôr do Som apresentam

CARAVANA BRASIL INSTRUMENTAL EM BOTUCATU

A circulação da música instrumental brasileira é o foco do projeto Caravana Brasil Instrumental, que está ocupando espaços públicos como praças e teatros de 5 cidades do interior e litoral do estado de São Paulo.

Após apresentações em Ilhabela, São Luiz do Paraitinga, Caraguatatuba e Mogi das Cruzes a Caravana segue para seu encerramento em Botucatu, transformando a cidade em um dos grandes palcos da música instrumental.

20 artistas | 5 cidades | 100 músicos | Democratização do Acesso | Formação de público | Acessibilidade | Circulação da música Instrumental
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Botucatu - Teatro Camillo Fernandez Dinucci - Entrada Franca
Dia 17 de Julho | 20h30 | Panorama do Choro
panoramadochoro

Considerado o primeiro gênero musical urbano genuinamente brasileiro, o Choro continua vivo e atravessando gerações. Com o objetivo de registrar e divulgar a expressão atual do gênero, os percussionistas e pesquisadores Yves Finzetto e Roberta Valente criaram o PANORAMA DO CHORO PAULISTANO CONTEMPORÂNEO. Reunindo instrumentistas de diferentes gerações, o projeto representa a produção atual do Choro paulistano com músicas compostas ou selecionadas especialmente para o disco de mesmo nome, interpretadas por seus compositores e pelo Sexteto Panorama – Alexandre Ribeiro, João Poleto, Gian Corrêa, Henrique Araújo, Roberta Valente e Yves Finzetto.

Dia 18 de Julho | 20h30 | Marquinho Mendonça e Banda em Órbita
marquinhomendonca

Compositor, multi-instrumentista e arranjador. Com dois Cds solos lançados “Tempo Templo” e “Filosofolia”, trabalhou em shows e gravações ao lado de artistas como Zé Menezes, Renato Anesi, Celso Viáfora, Dominguinhos, Roberto Mendes, Tião Carvalho, Luis Melodia, Tom Zé e Orquestra Popular do Recife. Formou a “Banda do Beco” e “Banda Mafuá”. O espetáculo realiza um passeio por ritmos brasileiros como choro, samba, baião, frevo, jongo e outras expressões tradicionais.
Clique e assista o vídeo com Marquinho Mendonça e Banda
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Dia 19 de Julho | 20h30 | Gian Correa
PDS CBI-BOTUCATU - Gian Correa-01

Com a proposta de levar o violão de sete cordas de aço para uma inusitada situação musical, Gian Correa lança pela YB Music seu primeiro disco “Mistura7”. Ao invés de cavaquinhos, flautas e bandolins, o sete cordas divide o palco com um quarteto de saxofones e pandeiro. Com composições e arranjos ousados este projeto leva ao choro influências do jazz e da música erudita. Serão apresentadas peças do próprio violonista e também de outros músicos como André Mehmari, Luca Raele, Enrique Menezes, Rogério Caetano, Zé Barbeiro e Edmilson Capelupi. Gian se apresenta ao lado dos músicos Josué dos Santos no sax-soprano, Jefferson Rodrigues no sax-alto, Jota P. Barbosa no sax-tenor, Cesar Roversi no Sax-Barítono e Rafael Toledo no pandeiro.

Dia 19 de Julho | 19h | Duo Guinga e Marcelo Coelho
PDS CBI-BOTUCATU - Marcelo e Guinga-01

Contemporaneidade é a palavra que melhor define o encontro do consagrado violonista e compositor Guinga com o talentoso saxofonista de vanguarda Marcelo Coelho. Os músicos tocaram juntos pela primeira vez no concerto ‘David Liebman & Guinga convidam Marcelo Coelho’, realizado no Centro Cultural São Paulo em 2011, porém, a ideia do duo surgiu durante a participação do trio no 7o- Festival Amazonas Jazz, Manaus, em 2012. A contemporaneidade do duo está no frescor e no lirismo da sonoridade de Coelho, aliado às improvisações sobre as magníficas melodias e harmonais das composições de Guinga. A crítica é unânime em afirmar que Guinga tem impulsionado a música brasileira ao levar adiante o legado deixado por Villa Lobos e Tom Jobim, e o duo com Marcelo Coelho confirma a atemporalidade e contemporaneidade da sua obra.
Clique e assista ao vídeo com o Duo
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A Caravana Brasil Instrumental é uma realização da Pôr do Som Produções Culturais,e o projeto contou com o patrocínio da SETAL Óleo e Gás, através da lei Rouanet, Ministério da Cultura e apois das Prefeituras de Ilhabela, Mogi das Cruzes, São Luis do Paraitinga, Caraguatatuba e Botucatu.


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