sábado, 30 de novembro de 2013
The Mission: novo disco é lançado no Brasil
A lendária banda inglesa The Mission acaba de lançar no Brasil, “The Brightest Light”, 13° registro fonográfico de estúdio do grupo. Este é primeiro trabalho do trio Wayne Hussey, Simon Hinkler e Craig Adams juntos, desde “Grains Of Sand” (1990). Mais informações abaixo.
“THE BRIGHTEST LIGHT” chega ao mercado brasileiro via Blast Stage Records - foto: divulgação
O The Mission, um dos pilares do rock alternativo mundial, está de volta com um tão aguardado novo álbum de inéditas! Os britânicos apresentam “The Brightest Light”, disco que marca não só o 13° registro fonográfico em estúdio, mas o primeiro trabalho do trio Wayne Hussey, Simon Hinkler e Craig Adams juntos, desde “Grains Of Sand” (1990). As gravações de “Carved In Sand” aconteceram em 1989 e, depois disso, o trio nunca mais se reuniu. Portanto, lá se vão 24 anos.
“The Brightest Light”, que traz 12 interessantes composições, foi produzido por David M. Allen, que curiosamente no ano passado, produziu os novos trabalhos de The Cure, Sisters of Mercy e Depeche Mode. O disco acaba de ser lançado digitalmente no Brasil via BLAST STAGE RECORDS, sob a direção artística de André Kostta.
O álbum tem lançamento previsto para 19 de Dezembro na América Latina. A versão de luxo chega ao mercado brasileiro, em janeiro de 2014, contendo um CD bônus com faixas extras e um encarte especial.
A banda acredita que, após terem praticamente se reinventado, celebrado mais de 25 anos na estrada e ser uma das atrações principais da última edição do Download festival, o The Mission deva retomar o seu devido posto. “Este é o meu disco de rock! Minha esposa disse que é o meu ‘disco de testosterona’. Eu queria capturar o mais próximo possível do som que fazemos quando tocamos ao vivo e acredito que, pela primeira vez, fomos bem-sucedidos nesta ideia”, declarou o frontman Wayne Hussey.
Recentemente, o The Mission anunciou o videoclipe para “Swan Song”, segundo single que também será título de um EP que traz algumas versões alternativas para “Swan Song”, além da música inédita “More Than The Truth”.
“Escolhemos ‘Swan Song’ como single por conta de sua impressionante popularidade com nosso público, tanto ao vivo, como no álbum. Certamente é a mais ‘The Mission’ do novo trabalho, é épica. Como se o vídeo tivesse sido feito para essa música”, comentou Wayne Hussey.
Dirigido por Rhory Danniells, o vídeo foi captado com câmeras MOVI M10 com multi-rotor estabilizado. Esse é o primeiro videoclipe feito na Europa com a utilização desse moderno equipamento, que permite maior estabilidade com captação em três eixos.
A banda segue em turnê de divulgação de seu último trabalho, com datas agendadas na Europa até o final de dezembro. A atual formação conta com Wayne Hussey, Craig Adams (ex-Sisters of Mercy), Simon Hinkler e o novo baterista Mike Kelly.
Nos anos 80, o The Mission fazia parte do movimento gótico britânico e eram uma das bandas mais apreciadas, lado a lado com os Sisters of Mercy. Quem não se recorda de temas como “Wasteland”, “Severina”, “Beyond the Pale”, “Tower of Strength”, “Kingdom Come”, “Into the Blue”, “Butterfly on a Wheel”.
Videoclipe Swan Song: http://www.youtube.com/watch?v=goT8e4KOhVU
Link One RPM: https://onerpm.com/#/disco/album&album_number=668006752
iTunes: https://itunes.apple.com/br/album/swan-song-ep/id768204826
Links relacionados:
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07/12 PALHAÇARIA PAULISTA COM ROTEIRO COMPLETO
Espetáculos só com Palhaças
encerram a Palhaçaria Paulistana
Grande encontro de cultura circense irá acontecer em lona montada no Vale do Anhangabaú,
com 10 espetáculos entre 7 a 10 de dezembro, com entrada franca.
Último espetáculo, dia 10, às 18h, reunirá somente palhaças. Abaixo a programação completa.
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A Palhaçaria Paulistana, evento realizado pela Cooperativa Brasileira de Circo, com correalização da Secretaria Municipal de Cultura, chega a sua 7ª edição e presta uma homenagem “As Mulheres Palhaças”. Cada um dos 10 espetáculos terá como mestre de cerimônia algumas das palhaças mais lindas e divertidas do Brasil. Entre elas: a Lorieta, a Pororoca, a Guadalupe, a Manela, a Spirulina, a Dupla Cia e a Rubra, que se reunirão para o espetáculo 100% feminino que fará o encerramento do evento, no dia 10 de dezembro, terça-feira, às 18h.
Elas serão comandadas pela palhaça Xaveco Fritza, criação de Val de Carvalho, atriz, diretora artística e uma das pioneiras da palhaçaria feminina no Brasil. Pesquisadora da palhaçaria clássica, estudou e trabalhou no Circo Escola Picadeiro e na Oz Academia Aérea de Circo. Atualmente é uma das integrantes dos Doutores da Alegria e faz assessoria clownesca na escola Galpão do Circo em São Paulo.
Além das Palhaças, vários artistas tradicionais e contemporâneos incluindo nomes da Abracirco- Associação Brasileira de Circo, se apresentarão em números de malabarismos, pernas de pau, contorção e números aéreos, estes apresentados ao ar livre, após os espetáculos em trapézio montado na parte de fora da lona.
A Palhaçaria Paulistana tem como objetivo dar sequência ao grande encontro de cultura circense que vem sendo realizado ano após ano e que dá a possibilidade para os artistas locais se apresentarem, aumentarem seu publico e trocarem experiências, num evento que consolida o circo como atividade cultural, geradora de trabalho e renda.
As apresentações acontecerão na lona montada no Vale da Anhangabaú, em frente ao edifício dos Correios, retornando ao espaço tradicional para o circo. Os espetáculos acontecem de 7 a 10 de dezembro, em diversos horários e com entrada franca. Os ingressos começam a ser distribuídos uma hora antes de cada espetáculo.
Serviço
7ª Palhaçaria Paulistana
De 7 a 10 de dezembro de 2013
Sábado e domingo, em dois horários: às 15h e às 17h
Segunda e terça-feira, em 3 horários: às 12h , 14h e 18h
Duração: 1h20
Capacidade: 300 lugares
Grátis
Os ingressos começam a ser distribuídos uma hora antes do espetáculo
Local: Lona montada no Vale da Anhangabaú, em frente ao edifício dos Correios (Avenida São João, s/n - Centro - São Paulo)
Para maiores informações: 3868. 4172
Programação Completa
Sábado dia 7 de dezembro
15 horas – Recepção –
Banda Musical palhaço Bacalhau, Ale thomazini e Vilson Malaquias
Mestre de cerimônia: Val de carvalho- xaveco fritza
Palhaças: Thelma Luz - palhaça Lorieta
Monique Franco - palhaça Nina Rosa
Thiago Cintra - Malabares facas e contato de bolas
Juliana Stevanovich – bambolê
Anderson Esteves – monociclo
Nadia Funes – Manipulação de chapéus
Aéreos
Lira Neryssa Sayure
Trapézio Juliana kaseka
17 horas
Mrstra: Val de Carvalho - palhaça Xaveco Fritza
Palhaças: Glauce Carvalho - palhaça Rodapé
Karina Muller - palhaça Gardênia Flores
Caio Stevanovich - malabares
Jeisel Bonfim /Michele Rebulho - duo acrobático
Montanha ( Andre Carvalho) - Quebrando a Bacia
Rafe Cardoso- beat box
Aéreos
Tecido Daniele Ribeiro
Faixa Tom Ramos
DOMINGO 15 horas
MESTRA Juliana Ferreira - palhaça Katrina
Palhaças: Aline Olmos - palhaça Madame Poatrine
Fernanda Jannuzzelli - palhaça Begônia
Simone Adriano /Grazi Silva contorção
Báscula Alfredo Muñoz /Vitor Dias
Alessandra Fleury – contorção
Lucas Gurbanov - Magico
Aéreos
Jessica Jaqueline ébanos voadoras/ Double lira
Guilherme Ambrosio Cubo
Simone /Grazi Corda Indiana
Domingo 17 horas
Mestra: Juliana Ferreira - palhaça Katrina
Palhaças: Luciana Viacava - palhaça Lola Brígida
Val de Carvalho - palhaça Xaveco Fritza
Fabiana Oliveira contorção
Natalia Furlan Paulo Maeda – mão a mão
Daniela Siqueira -bolas de rebote
Aéreo
Cesar Rossi – Trapézio Solo
Fabiana de Oliveira /Tom Santos bambu aéreo
Segunda feira
12 hs. Cabaret Circense da ABRACIRCO.
Apresentador - Claudio Siqueira
Palhaços Corchito e Condorito
Magia Dançante - Armando Klenque e sua Partner
Malabares - Caio Stevanovich
Palhaço Mimico - Rodrigo Garcia
Bambolê - Talissa Fabri
15 hs. Cabaret Circense da ABRACIRCO
Apresentador : Camilo Torres - Palhaço Pirulitus
Malabares - Tiago Gelli
Ventriloquia - Gelatina e Biju.
Magia - Mágico Jef
Bambolê - Thainá Gelli.
Palhaços - Pepin e Florzita
18hs. Cabaret Circense da ABRACIRCO
Apresentador - Camilo Torres (Palhaço Pirulitus)
Malabares - Fabio Stevanovich
Cubo Aéreo - Jennifer Baeta (Gat Women)
Palhaços ´Putch e Pitucha
Magia - Mágico King
Os cabarés que a ABRACIRCO estará apresentando, visa enaltecer os artistas clássicos das gerações familiares circenses, com a nova geração de artistas, que mesclam esta tradição com uma nova concepção cênica dos números artísticos
Terça Feira 12 horas
12hs ás 18hs - PRE ENCONTRO NACIONAL DE MULHERES PALHAÇAS – NO CENTRO DE MEMÓRIA
PRODUÇÃO TEATRO DA MAFALDA
Mestra: Célia Borges
Tatilene dos santos souza- palhaça Jujuba
Juliana Ferreira - palhaça Katrina
Flora Matsumori - palhaça Cereja
Barbara Francisquine - bambolê
Viviane Rabelo Muñoz - Tranca
Bruno Edson Pratos bailarinos
Micheli Rebulho/Jeisel Bonfim - acrobalance
Rokan e Rany – Mágico dos dedos de Ouro
Andre Becker – manipulação de chapéus
Aéreos
Percha Viviane e Alfredo Muñoz
tecido Maria Seckler
14hs
Mestra: Paola Musatti - palhaça Manela
Sueli Andrade - palhaça Greta Garboreta
Thelma Luz - palhaça Lorieta
Mão a mão- Marina e Cosmai
Monociclo- Alfredo munoz
Parada de mão- Paulo Maeda
Aéreo
Micheli Rebulho/Jeisel Bonfim - acrobalance
15:15 hs sampalhaças
Mestra: Tereza Gontijo - palhaça Guadalupe
Palhaças: Layla Ruiz - palhaça Pororoca
Vera Abud - palhaça Emily
Bete Dorgam - palhaça Madame Elizabeth The Queen
Silvia Leblon - palhaça Spirulina
17 hs - Cortejo Cênico de Palhaças (todas)
17hs 45 trapezio cômico- palhaça Maria
18hs
Lú Lopes - palhaça Rubra
Lily Curcio - palhaça Jasmim
Paola Musatti - palhaça Manela
Vera Abud - palhaça Emily
Luciana Viacava - palhaça Lola Brígida
Juliana Ferreira - palhaça Katrina
Thelma Luz - palhaça Lorieta
Juliana Gontijo - palhaça Dona Juca Pinduca
Andrea Macera - palhaça Mafalda Mafalda
Flora Matsumori - palhaça Cereja
Val de Carvalho - palhaça Xaveco Fritza
Crônica da Urda - Roubaram-lhe o mar!
Roubaram-lhe o mar!
Daí, deve fazer uma ou duas décadas, algumas famílias que devem ser de classe média alta se encantaram com um bonito outeiro da Ilha de Santa Catarina, bem às vistas da Ponte Hercílio Luz, e lá construíram suas confortáveis casas, para poderem passar o resto das suas vidas a olhar para aquele cenário infinitamente encantador, coisa assim que a gente só vê mais bonito no Caribe. Houve um probleminha, na ocasião: aquelas famílias se esqueceram de comprar os terrenos da frente, aqueles que faziam a descida do outeiro, e adivinhem o que aconteceu: construtores de grandes prédios acabaram descobrindo aqueles terreninhos ainda não vendidos, e o que fizeram? Compraram-nos, e construíram neles toda uma altíssima barreira de edifícios onde também moram pessoas de classe média alta.
Às vezes a gente demora um bocado para dar-se conta da amargura que está do outro lado da rua. Temos na nossa cabeça que, a princípio, as amarguras vivem em favelas, e não em casas bonitas como aquelas, e quando pessoas conhecidas foram morar num daqueles edifícios altos, com aquela maravilhosa vista da ponte Hercílio Luz, nem me passou pela cabeça que algum tempo depois eu ia ver bem de perto o que era a amargura de se perder ... o mar!
Foi no último final de semana. Fui visitar amigos, e estacionei o carro entre os portões de duas garagens daquelas casas bonitas. Lembro de ter olhado bem para ver que as duas garagens ficavam livres. Só que quando desço para pegar o carro, lá está uma multa por eu estar estacionada diante de uma garagem. E a multa não era nada, meus senhores: o pior era uma senhora que estava totalmente transtornada, a me agredir verbalmente, a me dizer coisas desconexas (como eu ter trancado a garagem dela, quando era visível o carro que ela botara na garagem!), por se incomodar 24 horas do dia com aquele problema (eu estava ali bem menos tempo, o que queria dizer que não era comigo), e eu fiquei a olhá-la e a desculpar-me, mas seu estado de angústia e revolta era tão grande, que passei a temer por ela: e se tivesse uma síncope, o que eu faria? Ligaria para o 193? Ela teria um plano de saúde com ambulância particular? Fiquei a tentar acalmá-la, a dizer “Desculpe, minha senhora, veja, já fui punida, olhe aqui a minha multa”, e ela a dizer que fora ela quem chamara a polícia para me multar, e eu dizendo “Desculpe” e com medo da síncope, e nada da senhora se acalmar, e a dizer que iria embora dali para o mato, que nunca mais queria ver gente por perto, estas coisas que a gente diz quando não está em si. Só me restou sair dali. Minha sorte era que eu estava num dia de imensa calma. Mas recordava-me de algumas ocasiões da minha vida em que estivera assim nervosa também, e sabia que quando a gente fica assim é bem brabo.
Mais tarde passei por ali de novo e revi a senhora. Pedi-lhe desculpas mais uma vez (o que é uma multa quando alguém está a ponto de ter uma síncope?), e como ela se acalmara um pouco, falei-lhe de coisas de saúde, de como ela estava se auto-prejudicando. Conversamos – penso que mais uma meia hora e a gente acabaria tomando um chazinho juntas e contado uma para a outra nossas recíprocas aventuras e desventuras. Eu sabia que a raiva dela, o descontrole dela eram grandes demais para terem a ver comigo – o que a fazia tão agressiva? Havia algo mais, algo que eu ainda não estava entendendo. E então veio a luzinha, e eu disse: “Pôxa, quando vocês fizeram esta casa, não pensaram que poderiam subir estes prédios aqui na frente, não? Perderam a vista!” Eu tocara na ferida. Era aquilo, sim. Aqueles prédios tinham vindo para lhe tirar a Ponte Hercílio Luz, o canal, o mar lá adiante. Como é que alguém poderia abdicar de tal vista sem ficar altamente traumatizada? E então eu entendi a senhora. Roubaram-lhe o mar. Ficar sem o mar é uma dor muito profunda para um ilhéu. Era uma dor que distribuía multas para quem avançasse um palmo na sua entrada de garagem, como eu recebi, e que botava em jogo a saúde daquela senhora sujeita à síncope. Também, roubaram-lhe o mar! Como se pode viver sem o mar?
Blumenau, 02 de Julho de 2003.
Urda Alice Klueger
Escritora, historiadora e doutoranda em Geografia pela UFPR.
"Eu me dei conta de que cada vez que um dos meus cachorros parte, ele leva um pedaço do meu coração com ele. Cada vez que um cachorro novo entra na minha vida, ele me abençoa com um pedaço de seu coração. Se eu viver uma vida bem longa, com sorte, todas as partes do meu coração serão de cachorro, então eu me tornarei tão generoso e cheio de amor como eles." (Autor desconhecido)
Videobrasil tem sessões ao ar livre
Open Air - Vídeos no Deck
Programas de vídeo da mostra do 18º Festival são exibidos à noite, em sessões ao ar livre, no Deck do Sesc Pompeia
Três vídeos premiados na mostra competitiva Panoramas do Sul voltam a ser exibidos ao público, junto a outros 15 trabalhos de 12 países, selecionados pela curadoria da 18ª edição do Festival de Arte Contemporânea Sesc_Videobrasil. Desta vez, ao invés da sala escura de cinema do CineSesc, onde foram exibidas de 07 a 14 de novembro, as obras são apresentadas ao ar livre, no Deck do Sesc Pompeia, de 27 de novembro a 21 de dezembro de 2013, sempre às 20h.
Os vídeos da mostra competitiva Panoramas do Sul foram agrupados em oito programas por aproximações, estratégias ou temáticas. Ao todo, são 8 obras produzidas por artistas de países como Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Hungria, Israel, Líbano, Lituânia, Mali, México, Nova Zelândia e Peru. As obras selecionadas constroem narrativas que relacionam assuntos referentes à contemporaneidade, sugerindo o rompimento entre fronteiras, a partir do momento em que as obras, de uma grande diversidade de nacionalidades, alcançam e constroem relações com discursos presentes em outros territórios.
Três destas obras foram premiadas nesta 18ª edição. São elas: Doméstica, 2012, assinada pelo brasileiro Gabriel Mascaro (Prêmio de residência Wexner, no Wexner Center for the Arts , em Columbus, EUA); Journey to a Land Otherwise Known, 2011 (Prêmio de residência Resartis, na Arquetopia, em Oaxaca, México), da artista colombiana Laura Huertas Millan; e The Sun Glows Over the Mountains, 2012 (Prêmio de residência China Art Foundation, na Red Gate Gallery, em Beijing, China), da artista israelense Nurit Sharett. Também receberam menções honrosas duas obras dos programas de vídeo: Rabeca, 2013, do artista brasileiro Caetano Dias, e Brisas, 2008, do chileno Enrique Ramirez.
AGENDA
OPEN AIR | PROGRAMAS DE VIDEO | PANORAMAS DO SUL
NOVEMBRO
29 NOV, sexta
20h, Sesc Pompéia: : Programas 5 e 6 OPEN AIR / Panoramas do Sul / Programas de vídeo
30 NOV, sábado
20h, Sesc Pompéia: : Programas 7 e 8 OPEN AIR / Panoramas do Sul / Programas de vídeo
DEZEMBRO
4 DEZ, quarta
20h, Sesc Pompéia: : Programas 1 e 2 OPEN AIR / Panoramas do Sul / Programas de vídeo
5 DEZ, quinta
20h, Sesc Pompéia: : Programas 3 e 4 OPEN AIR / Panoramas do Sul / Programas de vídeo
6 DEZ, sexta
20h, Sesc Pompéia: : Programas 5 e 6 OPEN AIR / Panoramas do Sul / Programas de vídeo
7 DEZ, sábado
20h, Sesc Pompéia: : Programas 7 e 8 OPEN AIR / Panoramas do Sul / Programas de vídeo
11 DEZ, quarta
20h, Sesc Pompéia: : Programas 1 e 2 OPEN AIR / Panoramas do Sul / Programas de vídeo
12 DEZ, quinta
20h, Sesc Pompéia: : Programas 3 e 4 OPEN AIR / Panoramas do Sul / Programas de vídeo
13 DEZ, sexta
20h, Sesc Pompéia: : Programas 5 e 6 OPEN AIR / Panoramas do Sul / Programas de vídeo
14 DEZ, sábado
20h, Sesc Pompéia: : Programas 7 e 8 OPEN AIR / Panoramas do Sul / Programas de vídeo
18 DEZ, quarta
20h, Sesc Pompéia: : Programas 1 e 2 OPEN AIR / Panoramas do Sul / Programas de vídeo
19 DEZ, quinta
20h, Sesc Pompéia: : Programas 3 e 4 OPEN AIR / Panoramas do Sul / Programas de vídeo
20 DEZ, sexta
20h, Sesc Pompéia: : Programas 5 e 6 OPEN AIR / Panoramas do Sul / Programas de vídeo
21 DEZ, sábado
20h, Sesc Pompéia: : Programas 7 e 8 OPEN AIR / Panoramas do Sul / Programas de vídeo
Confira abaixo os vídeos que integram os programas e consulte a agenda do Festival para organizar suas sessões.
PROGRAMA 1 | História, regresso e pertencimento
Father’s Footsteps, Vygandas Simbelis, 4’54’’
The Sun Glows over the Mountains, Nurit Sharett, 53’08’’ [obra premiada]
São constantes e dinâmicas as formas como a arte aborda a história, tecendo novas costuras e promovendo leituras sincrônicas dos fatos sociais. Por meio de um exercício de caráter político, os artistas constroem percepções intimistas e afetivas das narrativas instituídas a partir das mais diversas micro-histórias. Os filmes deste conjunto subvertem cânones religiosos e étnicos alinhados ao controle político e ideológico das maneiras de contar a história. É por meio do regresso físico ou simbólico e da noção de pertença que essas narrativas cinematográficas se formam.
PROGRAMA 2 | A experiência do espaço humano
Des deux côtes, Andrew de Freitas, 3’58”
Cuculí, Daniel Jacoby, 11’32”
Hidden Cities, Gusztáv Hámos, 27’
Reorientar a percepção do espaço sem recorrer à exatidão das convenções de medição e registro coloca-se como argumento na produção audiovisual contemporânea. Valendo-se de recursos literários, visuais e cognitivos, esses artistas se apropriam de figuras de linguagem nas representações de suas vivências espaciais, remetendo-se aos mais diversos contextos urbanos. Essas novas narrativas nos entregam cidades particulares, que só ganham existência na experiência do outro, daquele que relata.
PROGRAMA 3 | Consciência política e experiência sensível
Brisas, Enrique Ramírez, 13’ [menção honrosa]
The Night of the Moon Has Many Hours, Mauricio Arango 12’
Cordis, Roberto Bellini, 15’
A apreensão de paisagens específicas e a compreensão simbólica de determinados contextos sociais perpassam a tessitura de leituras – tanto afetivas quanto políticas – de realidades históricas e geográficas constituídas. De observações no campo da experiência sensível surgem ficções que deixam transparecer olhares agudos sobre temas característicos da cultura latino-americana, seja urbana ou interiorana. O que diferencia esses trabalhos é a forma como abordam o tempo, tanto pela reflexão histórica quanto pela ação da câmera, levando em conta as especificidades de cada lugar ou situação para os quais voltam o olhar.
PROGRAMA 4 | Imersões no espaço sociocultural brasileiro
Rabeca, Caetano Dias, 71’ [menção honrosa]
Por meio de processos distintos, é perceptível o interesse dos artistas contemporâneos em desenvolver estratégias documentais que nos revelem aspectos dos mais sensíveis de nossa realidade sociocultural. Ao dissolver e retrabalhar questões como autoria, realidade e ficção, elas subvertem a natureza do documentário. São também investigações agudas de nossos processos históricos de formação socioeconômica, na dualidade entre o interior e as cidades. Nessa imersão, realidade e ficção se condensam numa leitura quase fantástica de tradições interioranas brasileiras. Resgata-se a memória de uma cultura imaterial em que a música, seus instrumentos (como a rabeca) e as formas de interpretação são mecanismos que a mantêm viva.
PROGRAMA 5 | Dispositivos e as construções identitárias
Mirror, Tiécoura N’Daou, 5’01’’
WYSIWYG – What You See Is What You Guess, Lucas Bambozzi, 20’
The Day You Arrived in Buenos Aires, Iván Marino / Aya Eliav, 18’
É da ordem do dia uma permanente e inquietante reinvenção dos dispositivos de produção e exibição de imagens, potencializados nos espaços urbanos. As experiências de uso desses recursos colocam o indivíduo em contato consigo mesmo, permitindo que ele responda a seu ambiente, manifestando-se a ideia de alteridade. Reconhecer-se no outro e nos seus espaços de vivência materiais e virtuais faz com que novas experiências midiáticas sejam concebidas pelos artistas. A observação imediata do que se encontra ao redor do indivíduo e das coisas cotidianas mais triviais parece ser um ponto de partida para a amplitude narrativa e midiática desses trabalhos.
PROGRAMA 6 | Ambivalências dos espaços arquitetônicos
Into Thin Air into the Ground, Haig Aivazian, 30’45’’
Lago Onega N.8, Jacinto Astiazarán, 22’30”
O espaço arquitetônico contemporâneo é de natureza ambivalente. Tal condição é aguçada pelo contexto em que se insere e, especialmente, em situações nas quais a tradição moderna ocidental reverbera de forma ambígua, por vezes tardia, por vezes precária. Observando as arquiteturas enquanto personagens, a produção em vídeo tem abordado essas figuras urbanas com intuito de nos revelar a força da mídia de massa, o domínio dos subterfúgios tecnológicos sob a racionalidade projetual e os problemas mais urgentes das cidades de hoje – espaços em que a arquitetura se apresenta como elemento de distinção e poder.
PROGRAMA 7 | Imersões no espaço sociocultural brasileiro
Doméstica, Gabriel Mascaro, 75’ [obra premiada]
Também representativa das novas estratégias documentais usadas pelos artistas para compor investigações agudas sobre nossa realidade socioeconômica, a obra tece um olhar ambíguo sobre as relações de trabalho doméstico que se consolidaram no espaço da casa brasileira, remetendo a uma cultura secular e patriarcal.
PROGRAMA 8 | Desconstrução das narrativas
Journey to a Land Otherwise Known, Laura Huertas Millán, 22’17” [obra premiada]
Vive le capital, Orit Ben-Shitrit, 15’05’’
Malleable Tracks, Gregg Smith, 22’52’’
A tradição narrativa do cinema tornou-se elemento de experimentação para as mais diversas práticas audiovisuais. Nesse programa, três maneiras distintas de construir uma narrativa põem o dado temporal em tensão e apropriam-se das referências do documentário, da dança e do cinema norte-americano e francês, respectivamente. Nos dois primeiros casos, desconstroem-se narrativas da história social, adaptando-as ao cinema. O último filme nos leva a uma história em suspenso, uma interrupção de tempo, o que metaforicamente remete ao primeiro grande tema dos programas de vídeo, estabelecendo uma leitura aberta da cultura contemporânea.
LOCAIS & COMO CHEGAR
Sesc Pompeia: Rua Clélia, 93 – Pompeia, São Paulo SP
Tel: +11 3871-7700 | facebook.com/sescpompeia
Visitação: de terça a sábado, das 9 às 22h | Domingos e feriado, das 9 às 20 h
Metrô: Linha 3 (Vermelha) - Barra Funda
CPTM: Linha 7 - Água Branca
Ônibus: Terminal Lapa (8000-10) | Terminal Lapa (875H-10) | Jd. Pery Alto (177X-10)
Veja a localização no Google Maps
Cinesesc | Rua Augusta, 2075 - Cerqueira César, São Paulo SP
Tel.: +11 3087-0500 | facebook.com/cinesescsaopaulo
Metrô: Linha 2 (Verde) - Consolação
Veja a localização no Google Maps
Vencedores do Prêmio Portugal Telecom de Literatura serão anunciados em 4 de dezembro
São Paulo, 29 de novembro de 2013 – O Prêmio Portugal Telecom de Literatura em Língua Portuguesa anuncia no dia 4 de dezembro (quarta-feira) os vencedores da 11ª edição, no Auditório Ibirapuera. Na cerimônia serão conhecidos os escolhidos nas categorias poesia, romance e conto/crônica. Os vencedores do Prêmio Portugal Telecom foram definidos entre 12 finalistas – com quatro obras em cada categoria – a partir de 63 semifinalistas que representam um painel da melhor literatura em língua portuguesa produzida atualmente em todo o mundo.
O grande vencedor do Prêmio Portugal Telecom 2012 foi o português Valter Hugo Mãe, escolhido entre os ganhadores das três categorias, pelo romance “A máquina de fazer espanhóis” (Companhia das Letras). Na categoria poesia, o escolhido foi “Junco”, de Nuno Ramos (Iluminuras). O vencedor da categoria Conto/Crônica foi “O anão e a ninfeta”, de Dalton Trevisan (Record)
CONVITE CCBB - REFLEXÃO SOBRE A DITADURA
O CCBB convida você para uma
reflexão sobre os anos da ditadura,
no dia 6 de dezembro,
sexta-feira, partir das 18h,
na rua Álvares Penteado, 112 – Centro
Cenário de uma reflexão sobre a violência dos
regimes autoritários, com a montagem da peça
“Pedro e o Capitão” e a exposição “Resistir é Preciso”
o CCBB convida para um debate, com José Carlos Dias,
Coordenador da Comissão da Verdade- Nacional
Adriano Diogo, Presidente da Comissão da Verdade do
Estado de São Paulo, batizada de Rubens Paiva,
e Maria Amélia Teles, ex-presa política e integrante da
Comissão Estadual da Verdade de SP *,
no dia 6 de dezembro, sexta-feira, das 18h às 19h.
A peça “Pedro e o Capitão” mostra sessões
de interrogatório de um preso político (Pedro)
por um oficial da inteligência militar (O Capitão).
Em que pese a situação extremada na qual
os personagens se encontram, a peça não é
construída como confronto entre um monstro e um santo,
mas entre dois homens de carne e osso,
que compartilham zonas de vulnerabilidade e de resistência.
Com Kiko Vianello e Fernando Belo.
A direção é de Marcos Loureiro.
Após o debate, que tem entrada gratuita, com retirada de senha
uma hora antes do evento, o público
poderá fazer uma visita à exposição “Resistir é Preciso”,
uma iniciativa do Instituto Vladimir Herzog,
que vem resgatando fragmentos da história do Brasil,
a partir das publicações e das pessoas que resistiram
à ditadura militar brasileira através da palavra impressa,
e assistir ao espetáculo “Pedro e o Capitão”, que começa às 20h.
*A Comissão Nacional da Verdade, criada pela Presidente do Brasil Dilma Rousseff em 2011 visa investigar violações de direitos humanos ocorridas entre 1946 e 1988 e hoje é coordenada pelo advogado José Carlos Dias, que durante a Ditadura advogou em defesa de presos políticos, atuando diretamente na Justiça Militar. Dias foi Secretário da Justiça de São Paulo, entre 83 e 86, durante o governo Franco Montoro, e Ministro da Justiça, no governo Fernando Henrique Cardoso, entre 99 e 2000.
Criada e presidida pelo Deputado Adriano Diogo, a Comissão da Verdade do Estado de São Paulo leva o nome do ex-deputado santista Rubens Paiva, desaparecido desde 1971. A Comissão da Verdade de SP tem como finalidade colaborar com a Comissão Nacional da Verdade o direito à memória e à verdade histórica e promover a consolidação do Estado de Direito Democrático, em relação às graves violações de direitos humanos ocorridas no território do estado de São Paulo ou praticadas por agentes públicos estaduais durante o período de 1964 a 1982.
Adriano Diogo desempenhou papel importante no movimento estudantil paulista durante a ditadura militar na década de 70. Atualmente exerce seu 3º mandato de Deputado Estadual na Assembléia Legislativa.
Maria Amélia Teles é uma referência nacional na luta pela Memória, A Verdade e, principalmente, A Justiça. Amelinha foi militante durante os duros anos da ditadura militar no Brasil e foi presa junto com seu marido, irmã grávida e os filhos pequenos – Janaína e Edson Teles, com 5 e 4 anos na época –, pela Operação Bandeirantes em São Paulo.
Fundadora da Comissão de Familiares de Mortos e Desaparecidos Políticos e, recentemente, integrante da Comissão Estadual da Verdade de SP, Amelinha se dedica há mais de 30 anos à luta pela apuração das atrocidades da ditadura e pela responsabilização dos agentes do Estado pelos crimes cometidos.
Em agosto, a Justiça condenou em segunda instância como torturador o coronel reformado Carlos Alberto Brilhante Ustra em uma ação movida pela família Teles, uma condenação inédita e histórica.
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A peça Pedro e o Capitão, escrita em 1979, oferece ao público brasileiro a oportunidade de apreciar uma obra inédita de Mario Benedetti, consagrado escritor latino–americano. A direção é de Marcos Loureiro, com Kiko Vianello e Fernando Belo no elenco.
Pedro e o Capitão reproduz, em cada um de seus 4 atos, as sessões de interrogatório de um preso político (Pedro) por um oficial da inteligência militar (O Capitão). A violência é retratada de forma indireta – em nenhum momento a tortura física é mostrada, mas Pedro, de uma sessão para outra, aparece cada vez mais machucado.
Em que pese a situação extremada na qual os personagens se encontram, a peça não é construída como confronto entre um monstro e um santo, mas entre dois homens de carne e osso, que compartilham zonas de vulnerabilidade e de resistência.
Nas palavras do próprio Benedetti, Pedro e o Capitão é “uma indagação dramática sobre a psique de um torturador”, onde se cruzam a coragem e a covardia, a capacidade de sacrifício, a moral, o ânimo e a sensibilidade face ao sofrimento, na complexa teia de razões que embasam o comportamento humano.
O diálogo entre Pedro e o Capitão postula, por meio de um vasto arco de emoções, o que resulta, em nossa condição de mortais, das escolhas de cada um –pessoais e intransferíveis.
“Resistir é Preciso”
A temporada de Pedro e o Capitão coincide com a exibição da exposição “Resistir é Preciso”, idealizada pelo Instituto Vladimir Herzog, que será aberta no dia 12 de outubro, e que traz à tona a resistência dos meios de comunicação durante a ditadura.
Com este paralelo entre Artes Visuais e Teatro, o CCBB contribui para fomentar o debate sobre a memória da ditadura.
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Sobre o autor: Mario Benedetti (1920-2009) é considerado um dos principais autores uruguaios. Benedetti escreveu mais de 80 livros de poesia, romances, contos e ensaios, assim como roteiros para cinema.O romance “A Trégua” lhe deu projeção internacional e foi traduzida em mais de 19 países.
O escritor soube mostrar, em sua única peça que tem autorização para ser montada, que para chegarmos num futuro mais feliz é preciso não termos medo de encarar o passado. Ao contrário, podemos extrair da dor do passado a força necessária para a construção do futuro.
“Não pratico uma literatura – e menos ainda um teatro- derrotista e choramingas, destinado a inspirar pena e comiseração. Precisamos recuperar a objetividade, como um dos meios de recuperar a verdade, e temos que recuperar a verdade como uma das formas de merecer a vitória”.
PEDRO E O CAPITÃO
FICHA TÉCNICA
Texto Mario Benedetti
Direção Marcos Loureiro
Tradução Marcos Rivera
Elenco Fernando Belo
Kiko Vianello
Figurino Cassio Brasil
Cenário Omar Salomão
Iluminação Fran Barros
Trilha Sonora Dr. Morris
Programação Visual Marcelo Cordeiro
Fotos Alexandre Catan
Assessoria de Imprensa Flavia Fusco
Assistente de Direção Regis Trovão
Produção Executiva Daniel Palmeira
Coordenação Financeira Cleo Chaves
Direção de Produção Carlos Mamberti
Idealização Fernanda Couto
Produtora Associada VGI
Realização CD4 Produções e Ananda Produções
Serviço
Estreou dia 31 de outubro. Temporada 2013 até 13 de dezembro, de quarta a sexta-feira, às 20 h.
Temporada 2014: de 8 a 19 de janeiro, com sessões as segundas, terças,quartas,quintas, sextas e sábados às 20h e domingos às 19h
CCBB
Rua Álvares Penteado, 112 – Centro – SP
Próximo às estações Sé e São Bento do Metrô
Informações (11) 3113-3651 / 3113-3652
bb.com.br/cultura / twitter.com/ccbb_sp / facebook.com/ccbbsp
SAC 0800 729 0722 / ouvidoria BB 0800 7295678
Deficiente Auditivo ou de Fala 0800 729 0088
Classificação etária: 16 anos. Duração: 75 min. Gênero: Drama
Capacidade: 130 lugares. Bilheteria: quarta a segunda – 9h às 21h.
Valor Ingresso – R$ 10,00 – inteira – R$ 5,00 – meia.
Estacionamento conveniado
Rua da Consolação, 228 – Ed. Zarvos (R$ 15,00), com transporte gratuito até as proximidades do CCBB
MARCOS LOUREIRO – Diretor
Formado em artes cênicas pela Escola de Teatro Macunaíma, fez vários cursos de aprimoramento tanto na área teatral quanto na área cinematográfica. Desde 2000 vem atuando como diretor e em 2002 criou o GRUPO KURINGA que se dedica a pesquisa cênica sobre dramaturgia brasileira contemporânea. Dentre seus trabalhos como diretor, destacam-se: Hotel Lancaster (2002) de Mário Bortolotto; O Colecionador (2004) de John Fowles; A Louca de Chaillot (2006) de Jean Giraduax com Cleide Yáconis; Assassinos e Suínos da Praça Roosevelt (2007) de Jarbas Capusso Filho; Delicadeza (2007) de João Fábio Cabral; Chorinho (2007 à 2012) de Fauzi Arap, com Caio Blat e Claudia Mello e posteriormente com Denise Fraga. No Festival de Teatro de 1 Minuto dos Parlapatões (2008) assinou a direção de nove textos de diversos autores, dentre os quais: Fernando Bonassi, Otávio Frias Filho, Rodolfo Garcia Vasquez e Leilah Assumpção.
Na TV destaca-se o trabalho desenvolvido no seriado Aline-TV Globo.
FERNANDO BELO
Ator, diretor e coreógrafo paulistano. Diretor artístico da companhia norte-americana The Moving Art Collective, teve seus trabalhos apresentados nos EUA e em diversos países da Europa. Como ator, atuou internacionalmente com diretores como Travis Preston, Oleg Glushkov, Stefan Novinsky, John Gould Roubin e Zé Renato. Seu último trabalho na TV foi como o prefeito Lua Vianna no remake de Saramandaia da Rede Globo. É mestre em interpretação pela Califórnia Institute of the Arts (EUA).
KIKO VIANELLO
Ator formado em 1994 pela EAD (Escola de Arte Dramática da USP), trabalhou com Gianni Ratto, Antunes Filho, Miroel Silveira, Naum Alves de Souza, Luiz Damasceno , dentre outros diretores. Na televisão atuou em Malhação, além de ter feito participações no seriado Força Tarefa e na novela Insensato Coração. Recentemente integrou o elenco do seriado PSI há ser exibido em 2014 pela HBO. No cinema trabalhou no filme Os Boleiros, A Performance e Deus Jr. Dentre seus últimos trabalhos no teatro destacam-se: A Festa de Abgaiu e Os Penetras, de Mike Leigh com direção de Mauro Baptista Vedia; Pessoas Absurdas, de Alan Ayckbourn com direção de Otávio Martins; Brincando Com A Morte, texto de Joe Orton e direção de Alex Tenório.
Sonata Arctica: mais infos sobre show em SP
A banda finlandesa Sonata Arctica recentemente confirmou retorno ao Brasil. A apresentação, em São Paulo, acontece no dia 19 de março, no Carioca Club. O grupo segue a turnê promocional do álbum “Stones Grow Her Name”, que já ganhou disco de ouro em sua terra natal e se mantêm em diversos charts da Europa.
Sonata Arctica: mais infos sobre show em SP
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“Stones Grow Her Name” ganhou disco de ouro na semana de lançamento - foto: divulgação
A banda finlandesa Sonata Arctica, um dos nomes mais comentados no atual cenário do heavy metal mundial, recentemente confirmou que retornará ao Brasil para novas apresentações. O show, em São Paulo, acontece, no próximo dia 19 de março de 2014, no Carioca Club, em mais uma produção da Rádio & TV Corsário.
Com praticamente 15 anos de carreira, Tony Kakko (vocal), Elias Viljanen (guitarrista), Pasi Kauppinen (baixo), Henrik Klingenberg (teclado) e Tommy Portimo (bateria) tornaram-se um dos mais influentes nomes da proeminente cena finlandesa. Após lançar 11 álbuns, colecionar diversos discos de ouro, o grupo segue excursionando pelo Mundo e conquistando novos fãs. O exemplo do sucesso está bem exemplificado no novo “Stones Grow Her Name”, que recebeu disco de ouro logo na semana de lançamento. Esta é a nona vez que eles conquistam um disco de ouro. Nos EUA, o CD entrou direto na 9ª posição na Billboard Heatseekers Chart.
Com um set list bem elaborado e a execução de diversos clássicos, a “Stones Grow Her Name Tour” tem atraído grande público. Os ingressos para a exibição na capital paulista já está à venda. Mais informações no serviço abaixo.
Em recente entrevista, o frontman Tony Kakko declarou que já compôs aproximadamente 50 músicas para um álbum de inéditas. O que se sabe, até o momento, é que o grupo entrou em estúdio para gravar este novo trabalho em Outubro.
Videoclipe "Alone in Heaven": http://www.youtube.com/watch?v=U1RxUyzSLvs#t=15
Videoclipe "I Have A Right": http://youtu.be/sue_ufnvqcs
Videoclipe “Shitload Of Money”: http://youtu.be/pQY3jalQSk4
Links relacionados:
http://www.sonataarctica.info
http://www.facebook.com/sonataarctica
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http://www.youtube.com/user/SonataArctica
http://www.radiocorsario.com.br
http://theultimatepress.blogspot.com.br
Serviço São Paulo
Rádio & TV Corsário orgulhosamente apresenta Sonata Arctica
Data: 19/03/2014
Local: Carioca Club
End: Rua Cardeal Arcoverde, 2899, Pinheiros – ao lado do Metrô Faria Lima
Hora: 19h30 – open doors
Ingressos - 1° lote:
Pista Meia: 90,00
Pista Inteira: 180,00
Pista Promo Antecipada: 95,00
Camarote Meia: 190,00
Camarote Inteira: 380,00
Camarote Promo Antecipado: 195,00
Pontos de venda:
Hole - Galeria do Rock
Av. São João, 439 - 1º andar loja 275 - São Paulo - SP
Horário: Segunda à sábado das 10h às 19h.
Formas de pagamento: Dinheiro, Débito e Crédito à vista nos cartões Visa, MasterCard, American Express, Diners Club International, Elo.
Shopping Oriente 500
Rua Oriente, 500 2º andar - Brás - São Paulo - SP
Horário: Segunda à sexta das 9h às 17h, sábados das 9h às 13h30.
Formas de pagamento: Dinheiro, Débito e Crédito à vista nos cartões Visa, MasterCard, American Express, Diners Club International, Elo.
CadaQual
Rua Augusta, 2171 - Jardim Paulista - São Paulo - SP
Horário: Segunda à sábado das 11h às 20h.
Formas de pagamento: Dinheiro, Débito e Crédito à vista nos cartões Visa, MasterCard, American Express, Diners Club International, Elo.
Metal Music - Santo André
Rua Dona Elisa Fláquer, 184 - Centro - Santo André - SP
Horário: Segunda à sexta das 10h às 18h30, sábado das 10h às 17h30.
Formas de pagamento: Dinheiro, Débito e Crédito à vista nos cartões Visa, MasterCard, American Express, Diners Club International, Elo.
Age Of Dreams - São Bernardo
Av. Marechal Deodoro, 1754 - 2º Andar loja 33/36 - Centro - São Bernardo do Campo - SP
Horário: Segunda à sábado das 9h às 19h.
Formas de pagamento: somente dinheiro
Carioca Club
Rua Cardeal Arcoverde, 2899, Pinheiros - São Paulo - SP
Horário: Terça à Sexta das 10h às 20h e aos sábados das 11h às 20h.
Fechado para almoço das 14h às 15h (Não funciona na segunda-feira e feriados)
Formas de pagamento: somente Dinheiro.
Venda online: www.ticketbrasil.com.br
sábado, 23 de novembro de 2013
Ernest Miller Hemingway
JÁ ESTA NO AR O SITE DEDICADO A
Ernest Miller Hemingway
http://suplementoculturalespecial.weebly.com/
CONFIRAM
Ernest Miller Hemingway (Oak Park, 21 de Julho 1899 — Ketchum, 2 de Julho 1961) foi um escritor norte-americano.
Trabalhou como correspondente de guerra em Madrid durante a Guerra Civil Espanhola e a experiência inspirou uma de suas maiores obras, Por Quem os Sinos Dobram. Ao fim da Segunda Guerra Mundial se instalou em Cuba.
Hemingway era parte da comunidade de escritores expatriados em Paris, conhecida como "geração perdida", nome inventado e popularizado porGertrude Stein. Levando uma vida turbulenta, Hemingway casou-se quatro vezes, além de vários relacionamentos românticos. Em 1952 publicou "O Velho e o Mar", com o qual ganhou o prêmio Pulitzer (1953).Foi laureado com o Nobel de Literatura de 1954.
A vida e a obra de Hemingway tem intensa relação com a Espanha, país onde viveu por quatro anos. Uma breve passagem, mas marcante para um escritor americano que estabeleceu uma relação emotiva e ideológica com os espanhóis. Em Pamplona, meados do século XX, fascinado pelas touradas, a ponto de tornar-se um toureiro amador, transporta essa experiência para o livro O Sol Também Se Levanta (1926). Ao cobrir a Guerra Civil Espanhola (1936), como jornalista do North American Newspaper Alliance, não hesitou em se aliar às forças republicanas contra o fascismo, tema do livro Por Quem os Sinos Dobram (1940), considerada sua obra-prima.[carece de fontes]
Ainda muito jovem, decidiu ir à Europa pela primeira vez, quando a Grande Guerra assombrava o mundo (1918). Hemingway havia terminado osegundo grau em Oak Park e trabalhado como jornalista no Kansas City Star. Tentou alistar-se, mas foi preterido por ter um problema na visão. Decidido a ir à guerra, conseguiu uma vaga de motorista de ambulância na Cruz Vermelha. Na Itália, apaixonou-se pela enfermeira Agnes Von Kurowsky, sua inspiração na criação da heroína de Adeus às Armas (1929) – a inglesa Catherine Barkley. Atingido por uma bomba, retornou para Oak Park que, depois do que viu na Itália, tornou-se monótona demais.
Volta à Europa (Paris), em 1921, recém-casado com Elizabeth Hadley Richardson, seu primeiro casamento, com quem teve um filho. Na ocasião, trabalhava para o Toronto Star Weeky e, em início de carreira, se aproximou de outros principiantes: Ezra Pound (1885 – 1972), Scott Fitzgerald (1896 – 1940) e Gertrude Stein(1874 – 1940).
O seu segundo casamento (1927) foi com a jornalista de moda Pauline Pfeiffer. Com ela teve dois filhos. Em 1928, o casal decidiu morar em Key West, naFlórida. O escritor sentiu falta da vida de jornalista e correspondente internacional. O casamento com Pauline era instável. Nessa época conhece Joe Russell, dono do Sloppy Joe’s Bar e companheiro de farra. Já na década de 1930, resolveu partir com o amigo para uma pescaria. Dois dias em alto-mar que terminaram em Havana, capital cubana, para onde voltava anualmente na época da corrida do agulhão (entre os meses de maio e julho). Hospedava-se no hotel Ambos Mundos, em plena Habana Vieja, bairro mais antigo da cidade que se tornava o lar do escritor, e os cenários que comporiam sua história e a da própria ilha pelos próximos 23 anos. Duas décadas de turbulências que teriam como desfecho a revolução socialista e o suicídio do escritor.
Em Cuba, o escritor se apaixonou por Jane Mason, casada com o diretor de operações da Pan American Airways e se tornaram amantes. Em 1936, novamente se apaixona, desta feita pela destemida jornalista Martha Gellhorn, motivo do segundo divórcio, confirmando o que predisse seu amigo, Scott Fitzgerald, quando eles se conheceram em Paris: “Você vai precisar de uma mulher a cada livro”. Assim, Hemingway partiu para a Espanha, onde Martha já estava e, em meio à guerra, os dois viveram um romance que resultou no seu terceiro casamento . Quando a república caiu e a Europa vivia o prenúncio de um conflito generalizado, Hemingway retornou para Cuba com Martha.
Em 1946, o escritor casa-se pela quarta e última vez com Mary Welsh, também jornalista, mas tímida e disposta a viver ao lado de um Hemingway cada vez mais instável emocionalmente.
Ao longo da vida do escritor, o tema suicídio aparece em escritos, cartas e conversas com muita frequência. Seu pai suicidou-se em 1929 por problemas de saúde e financeiros. Sua mãe, Grace, dona de casa e professora de canto e ópera, o atormentava com a sua personalidade dominadora. Ela enviou-lhe pelo correio a pistola com a qual o seu pai havia se matado . O escritor, atônito, não sabia se ela queria que ele repetisse o ato do pai ou que guardasse a arma como lembrança.
Aos 61 anos e enfrentando problemas de hipertensão, diabetes, depressão e perda de memória, Hemingway decidiu-se pela primeira alternativa.
Todas as personagens deste escritor se defrontaram com o problema da "evidência trágica" do fim. Hemingway não pôde aceitá-la. A vida inteira jogou com a morte, até que, na manhã de 2 de julho de 1961, em Ketchum, Idaho, tomou um fuzil de caça e disparou contra si mesmo.
Encontra-se sepultado em Ketchum Cemetery, Ketchum, Condado de Blaine, Idaho nos Estados Unidos.
BIBLIOGRAFIA
Romances
1925 - The Torrents of Spring (br:; pt: As Torrentes da Primavera)
1926 - The Sun Also Rises (br: O Sol Também Se Levanta; pt: O Sol Nasce Sempre (Fiesta))
1929 - A Farewell to Arms (br: Adeus às Armas; pt: O Adeus às Armas)
1937 - To Have and Have Not (br/pt: Ter e Não Ter)
1940 - For Whom the Bell Tolls (br/pt: Por Quem os Sinos Dobram)
1950 - Across the River and Into the Trees (br: Do Outro Lado do Rio e Entre as Árvores; pt: Na Outra Margem, Entre as Árvores)
1952 - The Old Man and the Sea (br/pt: O Velho e o Mar)
1962 - Adventures of a Young Man (br: Aventuras de um Homem Jovem; pt)
1970 - Islands in the Stream (br: As Ilhas da Corrente; pt: Ilhas na Corrente)
1986 - The Garden of Eden (br/pt: O Jardim do Éden)
Não-ficção
1932 Death in the Afternoon
1935 Green Hills of Africa
1960 The Dangerous Summer (O Verão Perigoso)
1964 A Moveable Feast (Paris é uma Festa)
1999 True at First Light (Verdade ao Amanhecer)
2003 Ernest Hemingway Selected Letters 1917-1961
2005 Under Kilimanjaro (As Neves do Kilimanjaro)
Contos e pequenas histórias
1923 Three Stories and Ten Poems
1925 In Our Time
1927 Men Without Women
1932 The Snows of Kilimanjaro
1933 Winner Take Nothing
1938 The Fifth Column and the First Forty-Nine Stories
1947 The Essential Hemingway
1953 The Hemingway Reader
1972 The Nick Adams Stories
1976 The Complete Short Stories of Ernest Hemingway
1995 Collected Stories







