quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Primeira manhã de Jean-Claude Kaufmann


   

Primeira manhã

de Jean-Claude Kaufmann

Título Original:     Premier matin: comment naît une histoire d’amour
Tradutor:     Giseli Unti
  
Páginas:     256
Formato:     14 x 21 cm

  

Um olhar sociológico sobre o início da vida a dois

Antes dos anos 70, a primeira noite era, frequentemente, o desenlace de uma história de amor, já hoje é apenas mais uma etapa da vida das pessoas. Em Primeira Manhã: Como Nasce uma História de Amor, o sociólogo Jean-Claude Kaufmann revela como os detalhes matinais decidem os rumos de uma relação amorosa.

Na sociedade ocidental, o amor ocupa lugar de destaque. A temática do típico casal que se apaixona e descobre a felicidade está na literatura, no cinema, nas artes, no imaginário. Nesta obra, o autor retira o amor de sua posição de conforto, joga-o sob o olhar da sociologia e o analisa em suas cores mais obscuras, mostrando sem máscaras alguns dos detalhes mais particulares desse sentimento no início de uma história a dois.

O livro não analisa uma manhã calma e, menos ainda, a promessa de uma longa história de amor. Do despertar ao café da manhã, passando pela toalete matinal, os protagonistas são expostos a múltiplos questionamentos. Questionamentos que o sociólogo leva a sério, ainda que ultrapasse as fronteiras do escatológico.

O autor não questiona o encontro, mas os mitos e as representações usuais que surgem com intensidade. Entre as entrevistas que Kaufmann realizou, muitas histórias começaram sem grandes expectativas e tornaram-se grandes histórias de amor.

Segundo Jean-Claude Kaufmann, “as pessoas não devem hesitar em mergulhar a fundo, viver plenamente os momentos. A primeira manhã é um dos momentos raros onde o amanhã está em aberto, onde não estamos a reproduzir esquemas. É necessário se comportar como se não houvesse problemas, mesmo que, é claro, eles existam. É aí que reside toda a dificuldade”.

A CRITICA
“Em Primeira Manhã, Jean-Claude Kaufmann mostra, sob seu olhar de sociólogo, quanto pode se revelar por trás daqueles eventos das nossas vidas que nem sempre consideramos importantes.” (The New York Times)

O AUTOR
Jean-Claude Kaufmann
é sociólogo, diretor de pesquisa no Centre de recherche sur les liens sociaux (Centro de Pesquisa de Relações Sociais) na Universidade de Paris Sorbonne-V. Primeira Manhã é seu livro de estreia na Bertrand Brasil.

Dialogues, 5 questions à Jean-Claude Kaufmann


Lançamento





 

Água na boca de Andrea Camilleri, Carlo Lucarelli


Água na boca

de  Andrea Camilleri, Carlo Lucarelli

Título Original:     Acqua in bocca
Tradutor:     Joana Angélica d Avila Melo

Páginas:     108
Formato:     16 x 23 cm

  

Um jogo, um experimento, uma colaboração literária sem precedentes

Que leitor nunca imaginou um livro que unisse Hercule Poirot e Miss Marple, detetives protagonistas de Agatha Christie? Ou Sherlock Holmes, de Arthur Conan Doyle, e Nero Wolfe, de Rex Stout? É uma união inesperada como estas que Água na Boca apresenta: Salvo Montalbano, de Andrea Camilleri, e Grazia Negro, de Carlo Lucarelli, dois gênios italianos do romance noir. 

Após um encontro entre os dois escritores para a gravação de um documentário, eles aceitam o desafio proposto por seu editor: escrever um livro a quatro mãos, em que cada um fosse criando, alternadamente, as partes da trama.

O que começou apenas como uma obra colaborativa, se tornou, ao longo dos meses, uma partida de xadrez – palavras do próprio editor. Camilleri e Lucarelli enviavam o texto ao parceiro sempre num momento em que dificultasse a continuação por parte do adversário. A comunicação entre eles ocorria por meio de cartas e faxes – em que utilizavam fotos, colagens, textos escritos à mão e datilografados. Em determinados momentos, segundo eles próprios, foi extremamente complicado sair da situação criada pelo outro.

Água na boca é, portanto, o resultado de um duelo travado entre dois mestres detentores de técnicas distintas de escrita e que conquistaram milhões de leitores ao redor do mundo.

O que põe Montalbano e Grazia em contato é um insólito homicídio ocorrido em Bolonha: a vítima é encontrada com um saco plástico cobrindo-lhe a cabeça. No piso, ao lado do cadáver, há três peixinhos vermelhos. O caso está nas mãos de Grazia Negro, a qual, tendo descoberto que a vítima era originária de Vigàta, pede ajuda ao colega siciliano. Mas até que ponto Montalbano estará disposto a entrar no jogo e acompanhar Grazia numa investigação que se anuncia perigosíssima e é abertamente hostilizada pelos superiores de ambos?

A CRITICA

“Camilleri reavivou o romance epistolar e, com Lucarelli, criou um experimento original, para dizer o mínimo.” (Solo Libri)

O AUTOR

Andrea Camilleri

Nascido em Porto Empedocle (Agriento) em 1925, Andrea Camilleri trabalhou por muito tempo como roteirista e diretor de teatro e televisão, produzindo os famosos seriados policiais do comissário Maigret e do tenente Sheridan. Estreou como romancista em 1978. A consagração, porém, viria apenas no início dos anos 1990, quando publicou A forma da água, primeiro caso do comissário Salvo Montalbano. Desde então recebeu alguns dos principais prêmios literários italianos e tornou-se sucesso de público e crítica em todos os países onde foi lançado, com mais de 3 milhões de exemplares vendidos em todo o mundo.


Lucarelli intervista Camilleri 




Lançamento





 

TEM PIANO NO SAMBA DA CAIXA CULTURAL CURITIBA



A pianista Maíra Freitas se apresenta no projeto Samba de Bamba


A CAIXA Cultural Curitiba apresenta, na próxima terça-feira (13), pelo projeto Samba de Bamba, a jovem pianista Maíra Freitas, filha do compositor Martinho da Vila. A artista será acompanhada por André Siqueira (percussão) e Cassius Theperson (bateria). Os ingressos estão à venda a partir desta terça-feira (6), ao meio-dia, somente na bilheteria da CAIXA Cultural.

Cantora, pianista e compositora, Maíra chega pela primeira vez a Curitiba e apresenta seu show com talento, bom-humor e elegância. O repertório tem como fio condutor as canções de seu primeiro disco – “Maíra Freitas” (Biscoito Fino/2011) –, produzido pela irmã Mart’nália, que inclui sambas de sua autoria e de compositores como seu pai Martinho da Vila (Disritmia), Paulinho da Viola (Só o Tempo), Noel Rosa (Último Desejo), Chico Buarque, (Mambembe), Jacob do Bandolim (O voo da mosca) e até Michael Jackson (com uma versão suingada de “Beat it”); além de canções inéditas, como como “Politibol”, “Lembrar de Quê” e uma versão especial para o clássico de Nina Simone “Feeling Good”.

Maíra Freitas:
Formada pela Escola de Música da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Maíra Freitas possui uma carreira extensa como pianista erudita e, ultimamente, está se aventurando pela música popular. Estreou como cantora e pianista no disco “Poetas da Cidade”, do pai Martinho da Vila. Em 2011 lançou, pelo selo Biscoito Fino, o CD Maíra Freitas, com três faixas de sua autoria: "Alô?", "Corselet" e "Se joga".

Neste ano fez a direção musical, os arranjos e atuou como cantora e pianista, ao lado de sua irmã Mart'nalia, no disco "Carnavalança – Carnaval para Crianças" lançado pela Biscoito Fino. O disco conta com participações de grandes nomes da Música Brasileira como Chico Buarque, Maria Rita, Martinho da Vila, Luiz Melodia, Paula Lima, Moyseis Marques e Evandro Mesquita.

Samba de Bamba:
O coordenador e curador do projeto Samba de Bamba, o jornalista e crítico musical Rodrigo Browne, explica que vai realizar mensalmente, até novembro, uma série de nove shows, sempre às terças, na CAIXA Cultural Curitiba. "Os convidados são artistas excelentes, representantes autênticos do que, hoje, se convencionou chamar 'Samba de Raiz' mas que, na verdade, trata-se do samba tradicional sem as imposições comerciais do mercado", explica.

O projeto traz, em cada apresentação, um formato semelhante ao que o produtor já realiza há 17 anos no seu programa “Samba de Bamba”, na rádio E-Paraná FM. Durante a transmissão, os sambistas convidados comentam a escolha de seus sambas prediletos. “No palco, durante o show, cada artista vai fazer o mesmo, contando o porquê de suas escolhas e quais são suas influências. Acredito que, assim, o público vai conhecer um pouco mais do processo criativo de cada sambista e da própria história do samba”, finaliza Browne. A próxima atração – o grupo Quinteto em Branco e Preto – se apresenta no dia 10 de setembro.

Informações e entrevistas:
Rodrigo Browne – (41) 9145-7027

Serviço:
Samba de Bamba – Maíra Freitas
Local: CAIXA Cultural Curitiba – Rua Conselheiro Laurindo, 280 – Curitiba (PR)
Data: 13 de agosto de 2013 (terça-feira)
Hora: 20h
Ingressos à venda a partir desta terça-feira (6): R$ 10 e R$ 5 (meia – conforme legislação e correntista CAIXA)
Bilheteria: (41) 2118-5111 (de terça a sexta-feira das 12h às 20h, sábado das 16h às 20h e domingo das 16h às 19h)
Classificação etária: Livre para todos os públicos
Lotação máxima: 125 lugares (2 para cadeirantes)

Bienal Internacional de Curitiba apresenta obras de Arte Indígena Contemporânea


O Dia Internacional dos Povos Indígenas, comemorado na próxima sexta-feira (9), tem representatividade na Bienal Internacional de Curitiba 2013. Uma das novidades é a mostra de arte indígena contemporânea com representantes de cinco etnias diferentes. O ianomâmi Sheroanawë Hakihiiwë (Venezuela), a wayuu Estercilia Simanca Pushaina (Colômbia), o zapoteca Baldomero Robles Menéndez (México), a maia Bella Flor Chanche The (México) e o apache Jason Lujan (Estados Unidos) utilizam meios diferentes como a pintura, o vídeo e a fotografia para se inserirem com naturalidade no espaço da arte atual.
Segundo o curador Ticio Escobar, “as obras em exposição no Museu Oscar Niemeyer mostram a arte indígena numa perspectiva contemporânea que supõe uma jogada arriscada e frutífera sem perder a potência dos seus imaginários nem a força de memórias alimentadas por seus próprios mundos”.
O artista apache Jason Lujan mostra o vídeo auto etnográfico “I look at indians I look at myself” que confronta os pressupostos de um documentário convencional, característica do trabalho de Lujan. Ele explora o significado de ser indígena numa cidade onde ao ser indígena o torna invisível. A mistura de processos digitais e convencionais lhe rendeu o Prêmio Bronze Remi Experimental de Melhor Filme & Vídeo Arte e o Prêmio Bronze Remi de Melhor Mídia Mixada/Curta Gerada por Computador. Seu trabalho já foi exibido no Canadá, Nova Zelândia e Estados Unidos.
Estercilía Simanca Pushaina nasceu na comunidade wayuu de El Paraíso, em La Guajira (Colômbia). Formada em direito, sua pesquisa trata da preservação e reflexão sobre sua cultura. Como é o caso do documentário presente nesta Bienal, “Nacimos el 31 de diciembre” narrado pelo ancião Raspahierro e a própria artista que fazem pensar sobre a dignidade do seu povo ao expor a ação do Estado que trocou o nome dos indígenas por insultos. Entre suas obras se destacam “El encierro de una pequeña doncella” (2003) e “Manifiesta no saber firmar” (2004). Participou como palestrante em diversos encontros nacionais e internacionais de literatura indígena.
A obra do zapoteca Baldomero Robles Menéndez, exposta nesta Bienal, reflete a infância do artista. As fotografias premiadas foram feitas numa casa, onde fantasia e realidade se misturam numa atmosfera repleta de simbolismos. A ideia é vincular a cultura local com seu imaginário, o real e o fictício, a memória e o inconsciente. Sua obra já foi exibida na Universidade de Oregon e na Galeria Artshare (Los Angeles, EUA), além de outros espaços da Espanha, França e Cuba.

A maia Bella Flor Canche Teh utiliza a figura do jaguar (símbolo de obscuridade, fertilidade e poder na cultura maia) numa série fotográfica que revela o legado deixado pelos avós no momento de sua morte. As imagens tratam da transmissão do conhecimento, dos dons e da sabedoria que passa de geração a geração. Esta artista mexicana combina estudos em Antropologia Social e Linguística Indoamericana e Fotografia. Entre as principais exposições estão: “Metáforas de lua: tradição e modernidade na arte indígena” (México, 2011) e “Mulheres criadoras” (México, 2006/2007).

Por fim, o ianomâmi Sheroanawë Hakihiiwë mostra num papel feito à mão, com algodão e fibras a figura da grande serpente “Wathä-Oni”, tradicionalmente pintada no corpo e na cestaria indígena. Nascido na comunidade de Pori Pori (Alto Orinoco, Venezuela), aprendeu a trabalhar com papéis artesanais feitos com fibras nativas e busca resgatar a memória oral de seu povo através da publicação de livros. Estudou em Chicago e teve suas obras expostas no Museu de Belas Artes e na Galeria Oficina#1 (Caracas, Venezuela), no Centro Nacional das Artes na Cidade do México e na Universidade Intercultural de Michoacán (México).
As obras de Baldomero Robles Menéndez, Bella Flor Canche Teh e Sheroanawë Hakihiiwë fazem parte da Colección Fomento Cultural Banamex A.C. e, junto com Estercilía Simanca Pushaina, formam o grupo dos quatro artistas vencedores da I Bienal Continental de Artes Indígenas Contemporâneas (México, 2012).
Serviço:
Bienal Internacional de Curitiba apresenta obras de Arte Indígena Contemporânea
Data:
31 de agosto a 1° de dezembro de 2013
Horário de visitação: 10h às 18h (3ª feira a domingo)

Local: Rua Marechal Hermes, 999 I Centro Cívico
Tel.: (41) 3350-4400
Ingresso: R$6 e R$3 (meia entrada)
Redes sociais: Facebook, Twitter e Youtube
Informações: www.bienaldecuritiba.com.br

Lucas Santtana lança álbum em vinil no Memorial da América Latina no dia 17






Novo trabalho conta com duas composições inéditas



O músico Lucas Santtana faz show de lançamento do disco em vinil “O Deus Que Devasta Mas Também Cura” no dia 17 de agosto (sábado), às 21h, no Auditório Simon Bolivar, localizado no Memorial da América Latina, em São Paulo. Nas dez faixas do LP, Lucas Santtana mescla suas influências de afrobeat, dub, baile funk, música sinfônica, sinthpop e música braslleira, abordados em seu quinto CD, e apresenta as inéditas “Tanto Faz” e “Now No One Has Anything”. “O vinil foi uma idéia da gravadora Europeia, mas diante de tantos pedidos do LP, através da internet, por brasileiros, resolvemos lançar o disco no Brasil também.”, afirma o artista.



Como um dos principais representantes da música brasileira no mundo, Lucas Santtana foi abraçado pelo crítica, criou uma boa base de fãs e apreciadores de suas criações, tocou nos principais festivais brasileiros e internacionais, lançando sempre discos elogiados, que o transformaram de aposta à condição de protagonista da cena atual. Com anos de experiência de palco, seus shows são um convite a dança, privilegiando o contato do músico com a plateia, sempre aberto para improvisos e participações.



No palco, ao lado de Caetano Malta (baixo, guitarra) e Bruno Buarque (MPC, samplers e efx), o artista toca as faixas do recém – lançado vinil e músicas que fazem parte dos álbuns “3 Sessions In a Greenhouse” e  “Sem Nostalgia”. Canções como “Se Pá Ska. S. P. “, “Lycra Limão”, “Cira Regina e Nana”, “É Sempre Bom se Lembrar” e “Dia de Furar Onda no Mar”, com participação do seu filho Josué e  um cavaquinho que lembra algumas canções do “Parada de Lucas” (2003), fazem parte do repertório do show.

Lucas Santtana – Lançamento do vinil “O Deus Que Devasta Mas Também Cura

Data: 17 de agosto (sábado)

Horário: 21h

Local: Memorial da América Latina – Auditório Simon Bolivar

Endereço: Av. Auro Soares de Moura Andrade,664 – Barra Funda Informações: 11 3823 4600

Classificação etária: acima de 12 anos

Ingressos: R$ 1 ( ingressos serão vendidos no dia do espetáculo, a partir das 14h)- preços populares e +) – Espaço Victory – SP/SP

Coro da Camerata e Coral da UTFPR em apresentação conjunta na Capela Santa Maria



Na programação deste final de semana da Capela Santa Maria, o Coro da Camerata Antiqua de Curitiba une-se ao Coral da Universidade Federal Tecnológica do Paraná para a apresentação do concerto Entre Céu e Terra, sob a regência de Mara Campos. O repertório é dedicado a compositores contemporâneos – Eric Whitacre (1970), Jorge Drexler (1964), Giles Swayne (1946) e Benjamin Britten (1913-1976).  Os grupos fazem duas apresentações, nos dias 9 e 10 de agosto – sexta-feira às 20h, e sábado às 18h30.
O concerto é uma oportunidade de estreitar a parceria existente entre a Fundação Cultural de Curitiba e a Universidade Federal Tecnológica do Paraná. De acordo com a coordenadora de música erudita da Fundação Cultural, Janete Andrade, a UTFPR tem sido nos últimos anos uma grande parceira nas atividades da FCC, principalmente por sediar a Oficina de Música, nas quatro últimas edições do evento.
“O Coro da UTFPR é, há décadas, um dos grandes responsáveis pelo desenvolvimento da música coral em Curitiba. Convidamos o grupo para vivenciarmos uma experiência juntos. Entendemos que essa é também a nossa responsabilidade como agentes de formação e fomento. Devemos estimular as novas gerações amantes do canto, aproximando-as das atividades profissionais dos nossos grupos artísticos”, explica Janete. O Coral da Universidade Tecnológica Federal do Paraná existe desde 1966, como grupo artístico formado por estudantes e pela comunidade. Fundado pelo maestro Francisco César Leinig, teve vários regentes e atualmente é dirigido pela maestrina Priscila Prueter.

Entre Céu e Terra - Na regência do concerto, que une os dois coros, está a maestrina Mara Campos, de São Paulo, nome de destaque no cenário da música coral brasileira. Desde 1978, Mara vem formando e dirigindo conjuntos de importantes instituições, como os corais da USP e do Theatro Municipal de São Paulo. Também coordenou vários festivais e encontros de coros, além de ter participado de mais de 20 edições da Oficina de Música de Curitiba como professora de regência e canto coral.
Ao montar o repertório do concerto Entre Céu e Terra, Mara Campos escolheu obras inspiradas no paradigma entre ciência e religiosidade. “A expressividade das obras dos compositores ingleses Benjamin Britten e Giles Swayne e do norte-americano Eric Whitacre, aliada à alta qualidade dos textos contrastantes de Christopher Smart, Octavio Paz e Jorge Drexler, emprestam fôlego e voz a este programa, como apelo à responsabilidade em nossa atuação cotidiana frente ao mundo em que vivemos”, diz.  Durante o concerto, Mara fará breves comentários sobre as peças.
O programa inicia com a canção Al Outro Lado del Rio, de Jorge Drexler, médico, cantor e compositor uruguaio. Tema do filme Diários de Motocicleta, de Walter Salles, a música recebeu o Oscar de Melhor Canção Original. Foi a primeira canção em espanhol a receber a premiação.  O repertório inclui também quatro composições de Benjamin Britten, maestro e pianista inglês, um das figuras centrais da música clássica britânica do século 20. Escreveu em vários gêneros e estilos clássicos, de óperas a trilhas sonoras de filmes.
Outro destaque do programa são as composições do americano Eric Whitacre, uma das estrelas da música de concerto contemporânea em todo o mundo. Ele se tornou rapidamente um compositor sinfônico e coral muito solicitado, publicado e executado, assim como um regente e professor talentoso. Além disso, também escreve para filmes e foi indicado ao Grammy. Completa o repertório uma missa escrita pelo britânico Giles Swayne, cuja obra apresenta influências criativas do período em que viveu e visitou países africanos, como Gâmbia, Senegal e Gana.
O concerto faz parte da temporada anual de espetáculos dos grupos artísticos da Fundação Cultural de Curitiba, patrocinada pelo Ministério da Cultura e pela Volvo. O Coro da Camerata esteve recentemente na Alemanha, onde representou o Brasil na 3ª Bienal Internacional de Coros de Aachen. Nesta temporada 2013, o grupo atua sob a direção artística e regência da maestrina cubana Maria Antonia Jimenez.

Serviço:
Entre Céu e Terra - Concerto do Coro da Camerata Antiqua de Curitiba e do Coral da Universidade Federal Tecnológica do Paraná, com regência de Mara Campos.
Local: Capela Santa Maria Espaço Cultural – Rua Conselheiro Laurindo, 273 – Centro
Datas e horários: 9 e 10 de agosto de 2013. Sexta-feira às 20h, e sábado às 18h30.
Ingressos: R$ 30 e R$ 15 (meia-entrada)
Informações: (41) 3321-2840

PROGRAMAÇÃO CINEMATECA | 09 a 15 DE AGOSTO DE 2013



De 07 a 16 – 16h e 20h

Dia 13 – sessão somente às 16h

Exibição do filme O ABISMO PRATEADO (BR, 2011 – 100’ – ficção - digital)

Direção: Karim Ainouz

Violeta é uma dentista casada e com um filho, que tem um dia normal de

trabalho. Ao ouvir uma mensagem deixada na secretária do celular ela entra

em desespero. A mensagem foi gravada por seu marido, Djalma, que disse

que estava deixando-a e partindo para Porto Alegre. Ele pede para que Violeta

não o siga, mas ela não segue o conselho e tenta viajar, o quanto antes, para a

capital do Rio Grande do Sul.

Classificação 14 anos

Ingresso pago: R$5,00 (inteira) – R$2,50 (meia) – R$1,00 (aos domingos)

Dia 13 – 20h

Lançamento do curta-metragem QUÉ ABLAS MI AMOR (BR/PR, 2013 – 17’ –

DVD). Direção: Daniel Rey e Julio Rey.

Inspirado nos momentos em que nos sentimos cansados. Não por exercício

físico, mas cansados de aborrecimentos desnecessários. Essa é a história

da crise de Artur. Um inesperado distúrbio o força a se readaptar ao mundo.

Existem duas formas de ver o mundo: drama ou comédia, pessimismo ou

otimismo. Artur faz a sua escolha.

Classificação livre

Ingresso gratuito

Cinemateca

Rua Carlos Cavalcanti, 1174, São Francisco

Horário de funcionamento: segunda a sexta-feira, das 9h às 12h e das 14h às

22h30. Sábados e domingos, das 14h30 às 22h30.

Informações: (41) 3321-3252

PROGRAMAÇÃO CINE GUARANI | 09 A 15 DE AGOSTO DE 2013



De 09 a 15 de agosto de 2013 – 16h (de terça a domingo):

CURTAS INFANTIS

A infância é um tempo de inauguração de sensibilidades. É quando se

desenham na mente humana noções como pertencimento e interatividade.

É também quando se aprende a reconhecer limites e a maneira de superá-

los. Um pouco de tudo isso está tratado nesta seleção. Eles vêm de distintas

regiões e colocam em cena um país diversificado. Os heróis destes curtasmetragens são meninos e meninas, falando nos muitos sotaques brasileiros e

inventando soluções engenhosas para os problemas da vida. Mas os dilemas

e descobertas vividos por seus personagens não distinguem a roça da cidade

grande, o litoral nordestino do interior gaúcho. Seja onde for, a criança é um

tesouro de dramaturgia, bastando ser sensível para perceber e representar na

tela. Os filmes trazem, ainda, uma variedade de linguagens, ritmos e cores que

traduz a pluralidade do cinema brasileiro contemporâneo. Neste programa as

crianças verão um Brasil diferente do que prevalece na grande mídia, e assim

poderão ver melhor a si próprias.

Total do programa: 92 minutos

A MENINA ESPANTALHO (BR/DF, 2008 – 12’ – colorido – ficção – dvd).

Direção: Cássio Pereira dos Santos

ÁGUAS DE ROMANZA (BR/CE, 2002 – 14’ – colorido – ficção – dvd).

Direção: Glaucia Soares e Patricia Baia.

EMÍLIA ESCREVE UM DIÁRIO (BR/SP, 2007 – 3’ – colorido – ficção – dvd).

Direção: Tata Amaral

ERNESTO NO PAÍS DO FUTEBOL (BR/SP, 2009 – 14’ – colorido – ficção –

dvd). Direção: Andre Queiroz e Thais Bologna

GUIDO E GASPAR (BR/RS, 2008 – 14’ – colorido – ficção – ficção – dvd)

Direção: Márcio Schoenardie

HISTÓRIAS CURTAS – AS FÉRIAS DE LORD LUCAS (BR/RS – 14’ –

colorido – ficção – dvd)

Direção: Tatiana Naquete

HISTÓRIAS CURTAS – GOL A GOL (BR/RS, 2008 – 11’ – colorido – ficção –

dvd). Direção: Bruno Carvalho

O CÉU DE IRACEMA (BR/CE, 2002 – 10’ – colorido – ficção – dvd)

Direção: Iziane Figueiras Mascarenhas

Classificação livre

Ingresso gratuito

De 09 a 15 de agosto de 2013 – 17h45 e 20h (de terça a domingo):

Entra em  cartaz o filme ALÉM DO ARCO-ÍRIS (França, 2013 – 112’ – comédia

– 35mm). Direção: Agnès Jaoui. Elenco: Agathe Bonitzer, Arthur Dupont,

Valérie Crouzet.

Aos 24 anos, Laura ainda espera pelo príncipe encantado. Ao conhecer Sandro

em uma festa, acontece uma grande atração mútua e ela então acredita ser

ele o homem de seus sonhos. O filme alcançou 1 milhão de espectadores na

França, em apenas dois meses de exibição.

Classificação 12 anos

Ingresso pago: R$5,00 (inteira) – R$2,50 (meia) e R$1,00 (aos domingos)

Portão Cultural

Cine Guarani

Av. República Argentina, 3430 - Portão

Funcionamento: de terça a domingo, sessões normalmente às 16h, 18h e 20h

O acesso ao Cine Guarani a partir das 19h é pela portaria do estacionamento

Fone: 3345-4051

Korzus, Nervosa e Symphony of Malice: show em Santos nesta sexta-feira

O Korzus, um dos principais nomes do heavy metal brasileiro, se apresenta, nesta sexta-feira (09/08), na Tribal Club, em Santos. 


Banda traz o repertório que deve estremecer a Baixada Santista

O Korzus, um dos grupos mais respeitados do heavy metal brasileiro, se apresenta, nesta sexta-feira (09/08), na Tribal Club, em Santos. No repertório, Marcello Pompeu (vocal), Heros Trench (guitarra), Dick Siebert (baixo), Antônio Araújo (guitarra) e Rodrigo Oliveira (bateria) devem executar vários clássicos, além das composições do disco “Discipline of Hate” (2010).

A abertura está sob a responsabilidade das meninas da Nervosa, uma das sensações do cenário nacional, e do Symphony of Malice (EUA), que desembarca pela primeira vez no Brasil para divulgar o debut álbum “Judgement Day: The Aftermath”.

Os ingressos continuam à venda em diversos pontos de Santos e São Vicente, no valor de R$ 40,00. Mais informações no serviço abaixo.

Links relacionados:
www.korzus.com.br
https://www.facebook.com/femalethrash
https://www.facebook.com/symphonyofmalice

Serviço Santos
Projeto Hard ‘ Heavy apresenta Korzus, Nervosa e Symphony of Malice
Data: 9 de agosto de 2013
Hora: a partir 22h
Local: Tribal Club
End: Rua Frei Gaspar, 6 – Centro Histórico
Ingressos: R$ 40,00 (1°lote), R$ 45,00 (2° lote) e R$ 50,00 (na porta)
Pontos de venda: Top Shirts (Gonzaga), Sound of Fish (Gonzaga),Realejo Livros (Gonzaga), Reciclarte (Boqueirão), Náutica Tattoo (Praiamar Shopping e Litoral Plaza), Evolution Sk8 Shop (Miramar Shopping), Casa Simões (Centro) e Gudstore (São Vicente), Body Play Tattoo Shop (São Vicente).
Venda online: https://ticketbrasil.com.br

TAPA no ARENA Uma Ponte na História apresenta DESGRAÇAS DE UMA CRIANÇA

Dia 14 de agosto, quarta-feira, às 20h.



TAPA no ARENA
Uma Ponte na História

apresenta

DESGRAÇAS DE UMA CRIANÇA

de Martins Pena (1815 - 1848)



Desgraças de uma criança 72.jpg

O Grupo Tapa irá ocupar o
Teatro de Arena Eugênio Kusnet

durante todo o ano de 2013.

Serão 62 atores em cena,

17 peças, 12 autores e 8 diretores.

No dia 14 de agosto entra em cartaz a peça

Desgraças de uma Criança, de Martins Pena.



A peça mostra as peripécias amorosas de dois conquistadores às voltas com duas garotas, que em uma noite festiva, criam grandes confusões para encobrir o romance proibido. Além disso, Martins Pena critica com leve ironia e muito humor as relações sociais daquela época, e que ainda podem ser percebidas nos dias atuais.



Serviço

Direção: Brian Penido Ross

Elenco: Adriano Bedin, Júlio Mancini, Giovanna Ghiurghi, Laura Carvalho, Augusto César e Talita Olivieri.
Direção Musical: Júlio Mancini.
Temporada: de 14 de agosto a 12 de Outubro

Espetáculos: quartas e quintas feiras, às 20h,

e sábados às 18h.

Classificação: 10 anos

Duração: 65 minutos

Capacidade: 98 lugares

Ingressos: R$ 20,00 / R$ 10,00 meia

Bilheteria abre uma hora antes do espetáculo

Vendas só em dinheiro

Teatro de Arena Eugênio Kusnet

Rua Dr. Teodoro Baima, 94 – República

Tel: 11. 3256.9463