terça-feira, 31 de maio de 2011
segunda-feira, 30 de maio de 2011
Lançamento:Touro (Série Boudica - vol. 2)

Touro (Série Boudica - vol. 2)
de Manda Scott
Coleção: Boudica
Páginas: 488
Chegou o segundo volume às livrarias
Touro, de Manda Scott, tem início no ano 47, quando Boudica e seus guerreiros dão seguimento à implacável resistência contra as Legiões romanas que ocupam a Britânia. O segundo volume da trilogia é a continuação da história da rainha guerreira dos icenos que liderou seu povo numa sangrenta batalha final contra os exércitos invasores de Roma.
Posicionado contra Boudica está Julius Valerius, oficial da cavalaria auxiliar, cuja crescente brutalidade ao servir seu deus e seu imperador não consegue protegê-lo dos fantasmas do passado.
E imprensadas no meio estão duas crianças, peões num jogo de inconcebível crueldade, enquanto, no coração de Roma, o imperador Cláudio e sua esposa sedenta de poder controlam a vida de todo um povo.
Todos lançamentos da
Lançamento- infanto juvenil - Romeu e Julieta da Terra dos Gnomos
Cinderela da Terra dos Gnomos
A Bela Adormecida da Terra dos Gnomos
Romeu e Julieta da Terra dos Gnomos
de Ângela Puccinelli e Paulo Roberto Ferrari
cada volume com
Encadernaçao: Brochura
Número de Páginas: 16 páginas
Peso: 82 gramas
OS LIVROS
Altamente recomendável !
Texto divertido e sem dramas, livremente baseado na obra do Clássico de Willian Shakespeare e dos irmãos Grimm. Livro infantil ricamente ilustrado, com personagens especialmente criados.
OS AUTORESÂngela Puccinelli é administradora de empresas, pós-graduada em administração, marketing, recursos humanos e mercado editorial. Tem 39 anos de experiências nestas áreas. Ex-professora de administração e marketing em faculdades do RS, também trabalhou com crianças e adolescentes em diversos cursos da Júnior Achivement.
Paulo Roberto Ferrari é publicitário e designer infantil há mais de 20 anos. É editor do Jornaleko - Jornal da TERRA DOS GNOMOS E DUENDES -, primeiro jornal infantil independente do Brasil.
Profissional premiado em salões de propaganda e de artes-gráficas, seu interesse pelo mundo infantil fez com que se especializasse em projetos culturais e de lazer para crianças , inclusive com cursos no Disney Institute em Orlando,Florida,EUA.
UM LANÇAMENTO
EVENTOS - Música - O Empresário estreia temporada 2011 do Programa Ópera Ilustrada

Esta ópera cômica se passa no escritório do Empresário Franco, que depois de fazer cabala e numerologia, transforma-se no poderoso Sr. Frank. É quando ele conhece Antenor, um riquíssimo investidor que decide fazer uma proposta irrecusável: montar a maior ópera de todos os tempos.
Entretanto, sua entourage não é, digamos assim, tão fenomenal. Na verdade, ele e a otimista Senhorita Kling, sua assessora para assuntos de business, vivem as maiores agruras para gerenciar sua problemática trupe de artistas, especialmente Madame Herz e Mademoiselle da Silvah.
Madame Herz é uma cantora experiente, reconhecida por sua bela voz e pelo terrível temperamento. Já a impetuosa Mademoiselle da Silvah, está recém chegada dos Estados Unidos, onde estudou canto lírico. Não precisa dizer que este duelo entre as prima-donnas irá durar algumas árias como a fervorosa Rainha da Noite, da “A Flauta Mágica” de Mozart.
Qualquer semelhança com a vida real, não é mera coincidência. Os textos originais são pertinentes aos costumes do século XVIII (época de ouro dos vaudevilles), e por isso, raramente são gravados ou apresentados, ficando aos novos produtores a incumbência de traduzir este gênero tragicômico para o século XXI.
Para a coodernadora geral Cristine Marquardt “o desafio desta ópera foi justamente propor uma leitura interessante e atual, de maneira que as pessoas compreendam a história, as nuances musicais e teatrais. Temos certeza que o público irá se divertir“.
Este projeto é uma produção do Observatório das Artes e tem o apoio da Prefeitura Municipal de Curitiba, Fundação Cultural de Curitiba e Fundo Municipal de Cultura - Programa de Apoio e Incetivo à Cultura.
História
O Empresário é uma pequena ópera de Mozart, que foi composta para um concurso em Viena, em fevereiro de 1776. Entretanto, a vencedora foi “Prima la musica e poi le parole” de Antonio Salieri, famoso rival de Mozart no filme “Amadeus” (vencedor de 8 estatuetas do Oscar 1985).
Elenco
Direção artística e musical: maestro Alessandro Sangiorgi (Itália)
Direção cênica e adaptação de texto: José Brazil
Coordenação geral: Cristine Marquardt
Sr. Frank: Maurício Vogue (ator)
Senhorita Kling: Rosana Stavis (atriz e cantora)
Madame Herz: Carla Domingues (soprano)
Mademoiselle da Silvah: Anna Spadonni (soprano)
Antenor: Cleyton Pulzi (tenor)
Luís Bufonne: Marcelo Dias (barítono)
Músicos: Alexandre Brasolim (violino), Juliane Weingartner (violino), Leila Taschek (viola), Samuel Pessatti (violoncelo), Maria Helena Salomão (contrabaixo), Paulo Barreto (oboé), Fabrício Ribeiro (flauta), André Erhlich (clarinete), Jamil Bark (fagote), Edivaldo Chiquini (trompa), Marco Xavier (trompete) e Marcio Szulack (percussão)
Adaptação musical: Alexandre Brasolim
Serviço:
Opera Ilustrada - O Empresário
Compositor: W. A. Mozart
Data: 3, 4 e 5 de junho de 2011
Horário: 20h
Local: Capela Santa Maria - Espaço Cultural (Rua Conselheiro Laurindo, 273 I 3321-2840 I Curitiba-PR)
Ingresso: R$15 ou R$7,50 (1kg de alimento não perecível) e no dia 5 (entrada gratuita).
Evento - Museu de Arte Sacra sedia mostra de artistas paranaenses

Religião e arte unem-se na exposição “Linguagens do Sagrado”, em cartaz no Museu de Arte Sacra da Arquidiocese de Curitiba – Masac, espaço gerenciado pela Fundação Cultural de Curitiba. Sob a curadoria de Nilza Procopiak, a mostra coloca ao alcance do público importantes trabalhos do acervo municipal, assinados por cinco dos mais representativos artistas paranaenses que, nessas obras, abordaram aspectos da vida espiritual.
De Guido Viaro, um dos mestres da arte paranaense, foi escolhido o desenho em crayon sobre papel “Os Profetas”. Nascido em Badia Polésine, na Itália, Viaro veio para Curitiba em 1930 e aqui foi responsável pela criação de escolinhas de arte, num trabalho pioneiro para despertar nas crianças a criatividade e o gosto pela arte. Com várias premiações nacionais, o artista foi o mais respeitado professor da Escola de Música e Belas Artes do Paraná. Faleceu em 1971, aos 74 anos de idade, deixando uma obra admirável e um exemplo de arte e vida.
Dando sequência à seleção de trabalhos, Jair Mendes expressa a paixão pela pintura na obra “Ceia”, forte e colorida, onde as superfícies das tintas ganham um toque gráfico. De Edílson Viriato está presente a obra tridimensional denominada “Coroa do Salvador”, que une materiais diversos no limite entre a seriedade e a transgressão. Cultura, religião, mitos e rituais são dissecados e revisados pelo artista, em réplicas que mostram o desmanche dos tabus, feito sob o ponto de vista da polêmica.
Tecnologia digital e complexa elaboração manual são os instrumentos de Uiara Bartira para a gravura da série “Pixel”, também na exposição. O trabalho é um exemplo do modo como a artista conseguiu passar toda a luminosidade e transparência da cor obtida pela luz digital para a cor da tinta, por meio da gravura em metal. “Além disso, a obra possui uma característica fluída, que inegavelmente remete aos aspectos etéreos da vida espiritual”, destaca a curadora Nilza Procopiak.
A pintura intitulada "Anunciação - Zwiastowanie", de Everly Giller, fecha a relação de obras selecionadas para a mostra no Museu de Arte Sacra. Com uma visão extremamente lírica, o trabalho fascina pelo uso das cores e pela composição fantástica e onírica de um universo que se complementa nele mesmo. Produto intelectual, além de artístico, a obra alude a ícones religiosos, à arte medieval e à lei áulica que determina o tamanho maior para a personagem mais importante: a Virgem Maria.
Serviço:
Exposição “Linguagens do Sagrado”, com obras de artistas paranaenses, sob a curadoria de Nilza Procopiak.
Local: Museu de Arte Sacra da Arquidiocese de Curitiba – Masac (Largo da Ordem, s/n – Setor Histórico)
Data: aberta ao público até o final de julho de 2011
Horário de visita: de terça a sexta-feira, das 9h às 12h e das 13h às 18h; sábados, domingos e feriados, das 9h às 14h.
Entrada franca
EVENTOS - Música - Sinamantes e a banda paraibana de Chico Ribeiro

O trio brasileiro-argentino Sinamantes e a banda paraibana Chico Ribeiro e Os Cabras de Mateus são atrações musicais gratuitas no próximo mês de junho no Centro Cultural Banco do Nordeste-Fortaleza (rua Floriano Peixoto, 941 - Centro - fone: (85) 3464.3108). O trio Sinamantes se apresentará no próximo dia 8, e Chico Ribeiro e os Cabras de Mateus no dia 9, ambos às 12 horas e 18 horas.
Nascido em meio ao escaldante verão paulistano de 2010, formado por dois brasileiros e uma argentina, o trio Sinamantes vem para estreitar os laços entre a música pop brasileira e a latino-americana. As diferentes bagagens de seus três integrantes realizam esta integração de maneira autêntica, visando a criatividade e a reflexão em torno das diferentes culturas do nosso continente e sua reverberação na música pop do cada país.
Natália Mallo (voz e cordas) e Mariá Portugal (voz e bateria) são fundadoras do Trash Pour 4, grupo conhecido pelas versões inusitadas de clássicos da música pop, com três discos lançados no Brasil e no exterior, e algumas turnês internacionais no currículo. Além disso, Natália encabeça o grupo de tango Gato Negro, enquanto Mariá Portugal acompanha Fernanda Takai em seu trabalho solo. Danilo Penteado (voz, cordas e piano) é multi-instrumentista, conhecido principalmente pelo seu trabalho no Quatro a Zero, grupo que realiza uma pesquisa inovadora sobre o choro.
Juntos lançaram o EP SINAMANTES, no qual interpretam músicas próprias e de outros autores. O grupo Sinamantes fez sua estreia em março numa turnê nos Estados Unidos, que incluiu o festival South by Southwest (SXSW), um dos maiores festivais de música global do mundo. Atualmente, preparam seu lançamento no Brasil e produzem seu segundo EP e uma turnê de lançamento na Europa, com shows confirmados em Lisboa (Lisbon Unplugged), Sevilha e Londres (Park Plaza).
Os Sinamantes também se apresentarão, no SESC Crato, no Cariri cearense, no próximo dia 10 (sexta-feira), às 20 horas. No CCBNB-Sousa, na Paraíba, farão duas apresentações: no dia 11 (sábado), às 21 horas, e no dia 12 (domingo), às 19h30. Os shows são gratuitos.
Repertório do Show:
01. Azar (Natalia Mallo / Danilo Penteado / Mariá Portugal)
02. Cenizas en tu piel (Natalia Mallo / Ana Paula Gomes)
03. Dios y yo (Natalia Mallo / Mariá Portugal)
04. The frog (Natalia Mallo)
05. Polite dance song (The bird and the bee)
06. Chorando se foi (Hermoza/Ferreira/Monteiro)
07. Díme lo (Natalia Mallo / Danilo Penteado / Mariá Portugal)
08. Déjalo ser (Natalia Mallo / Danilo Penteado / Mariá Portugal)
09. Procuro (Mariá Portugal)
10. Corazón Partío (Alejandro Sanz)
11. Hay que venir al sur (Gianni Boncompagni/ Escolar/ L. Gomez/ Ormi/ Pace)
12. Tolas Melodias (Cursis Melodias - Natalia Lafourcade)
Ficha Técnica:
Natalia Mallo: voz, vocais, violão, guitarra
Mariá Portugal: voz, vocais, bateria
Danilo Penteado: voz, vocais, baixo
Chico Ribeiro e os Cabras de Mateus
Apresentando uma nova face dos antigos trios pé de serra, ainda em voga em diversos rincões do Nordeste, Os Cabras de Mateus, criado em João Pessoa em meados de 2002, foi reformulado por Chico Ribeiro, que integrou o grupo onde divide composições e arranjos, acompanhado por sanfona, triângulo, zabumba e pandeiro.
O nome do grupo é uma referência ao bairro Alto do Mateus, João Pessoa-PB, também inspirado no "Mateus", personagem da cultura popular. Entre autorais e composições de outros nomes que muito bem divulgam o verdadeiro forró, o show é uma saudação às tradições, e reafirma o compromisso que esta música tem como arte popular e identidade quanto raiz de tudo que, no estilo, veio depois e modernizando-se, conservando a essência.
Em março de 2009, Chico Ribeiro e Os Cabras de Mateus gravaram seu primeiro CD intitulado "Porteira Aberta", com a participação de Biliu de Campina, Antônio Barros e Cecéu, Adeildo Vieira, Jaqueline Alves e Gláucia Lima.
O grupo também se apresentará no CCBNB-Sousa, na Paraíba, no próximo dia 7 (terça-feira), às 19h30. O show é gratuito.
Programa
1. Por Amor Ao Forró (Pinto Do Acordeom)
2. Mistura De Raças (Pinto Do Acordeom)
3. Melhor Que O Forró É O Amor (Kennedy Costa)
4. Proposta De Paz (Chico Ribeiro)
5. Passarinho Cantor (Antonio Barros / Cecéu)
6. Quanto Mais Quente Melhor (Joca Do Acordeom / Zé Da Ema)
7. Numa Sala De Reboco (Luiz Gonzaga / Zé Marcolino)
8. Dois Apenas Um (Livardo Alves / Junior Targino)
9. Gozo Da Mente (Marcos Maia / Bebe De Natercio)
10. Porteira Aberta (Junior Targino)
11. Minha Viola (Junior Targino)
12. Vem Viver Essa Paixão (Pinto Do Acordeom)
13. Tô Querendo Teu Chamego (Kennedy Costa /Pádua Belmont)
14. Vitória (Chico Ribeiro)
15. Roseiral (Fernando Mouro)
16. Vida Boa Aperriada (Pinto Do Acordeom)
17. Abra O Olho (Chico Ribeiro)
Ficha Técnica
Voz e Triângulo - Chico Ribeiro
Acordeom - José Joabe Dantas
Contrabaixo - Kleber
Percussão - Gabriel Soprino Silva
EVENTOS - Imagens históricas de Arthur Wischral em exposição no Museu da Fotografia
Foto 151 - SN, 20159
Cinco moças
Suporte original negativo em chapa de vidro P/B, formato13x18cm
Imagens históricas de Arthur Wischral em exposição no Museu da Fotografia
Parte da coleção de negativos em chapas de vidro de Arthur Wischral, uma das mais importantes do acervo municipal, poderá ser conferida na exposição “Documentos de um Olhar” que inaugura na próxima quarta-feira (1º), no Museu da Fotografia de Curitiba. Painéis com 94 imagens sugerem uma viagem pelo tempo, permitindo que o visitante contemple cenas históricas de Curitiba e de outras cidades paranaenses, ao lado de registros do cotidiano do século XX, no período entre 1910 e 1964.
A mostra, que alimenta o conhecimento sobre as raízes curitibanas, segue a proposta da Fundação Cultural de Curitiba de divulgar e preservar o patrimônio artístico e cultural da cidade. A primeira vez que a coleção esteve exposta foi em 2007, quando também ganhou um Boletim Casa Romário Martins, com a publicação das imagens. Naquela ocasião, o evento significou o término de um longo trabalho de recuperação dos negativos, que vinha sendo realizado desde 1999 pela Diretoria do Patrimônio Cultural da FCC.
O acervo de negativos em chapas de vidro de Arthur Wischral, fotógrafo curitibano pioneiro da fotografia documental, é composto por 6.750 chapas e 170 fragmentos. A maior parte da coleção foi adquirida dos herdeiros pelo IPPUC – Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba e, posteriormente, doada à Fundação Cultural.
A partir de 1999, a Diretoria do Patrimônio iniciou o trabalho de seleção, higienização, acondicionamento, reprodução, identificação e catalogação em base de dados, o que garante que esse material esteja hoje disponível, na Casa da Memória, para consulta e pesquisas de toda a população. Para realizar o trabalho, a Fundação Cultural contou com o patrocínio da Universidade de Harvard (EUA), que possibilitou a compra de equipamentos adequados para o melhor tratamento da coleção.
O fotógrafo – Filho de imigrantes alemães, Arthur Wischral nasceu em 1894 e registrou por mais de 50 anos os momentos marcantes da evolução de Curitiba e do Paraná, documentando o cotidiano da cidade, sua urbanização, obras ferroviárias, a agricultura, o homem do interior e do litoral. Desde o início da década de 1910, já trabalhava como repórter fotográfico, carreira na qual se firmou como um dos mais importantes profissionais do país, desenvolvendo trabalhos também no Rio de Janeiro, Santa Catarina e Bahia.
Contratado pela Rede Paraná – Santa Catarina, com a finalidade de documentar obras nas estradas de ferro, Wischral sempre foi além do mero registro e desafiava o perigo para representar, por meio da fotografia, a realidade dos ferroviários. A paisagem é tema recorrente em sua obra. Ele fotografou os campos, as serras e a vida nas pequenas cidades do interior. Com olhar sensível, mas também aguçado e imbuído do espírito de repórter fotográfico, Wischral registrou a gradual ocupação dos arredores de Curitiba, revelando a inevitável transformação urbana da cidade.
Serviço:
Exposição “Documentos de um Olhar”, com imagens da coleção de negativos em chapas de vidro do fotógrafo Arthur Wischral
Local: Museu da Fotografia de Curitiba (Solar do Barão – Rua Carlos Cavalcanti, 533 – Centro)
Data: de 1º de junho a 3 de julho de 2011
Horário de visitas: de terça a sexta-feira, da 9h às 12h e das 13h às 18h; sábados e domingos, das 12h às 18h
Entrada franca
Evento - FCC promove ciclo de leitura sobre o Tropicalismo
A Fundação Cultural de Curitiba promove a partir desta semana um ciclo especial de leitura sobre o Tropicalismo, um dos movimentos mais criativos e abrangentes da arte e da cultura brasileira no século 20. O ciclo “Tropicália – Leituras do Movimento”, sob a orientação da escritora Monica Berger, será realizado às terças-feiras, das 14h30 às 16h30, na Casa da Leitura Augusto Stresser (Parque São Lourenço), e às quartas-feiras, no mesmo horário, na Casa da Leitura Dario Vellozo (Praça Garibaldi, 7).
Num total de 20 encontros semanais, os participantes vão conhecer o panorama em que se deu o movimento, de acordo com a ordem cronológica dos acontecimentos que antecederam e sucederam à explosão do Tropicalismo no Brasil. Serão feitas leituras de textos críticos (reportagens e entrevistas) e teóricos (ensaios), de trechos de peças teatrais e das letras das canções. Também serão exibidos vídeos e filmes.
De acordo com Monica Berger é possível dividir o movimento em três fases, que se subdividem nas áreas artísticas que pontuaram sua expressão no teatro, na música, nas artes plásticas, nas artes gráficas e no cinema. Serão apresentados o pensamento filosófico, artístico e comportamental de seus principais expoentes, em contraste com o contexto político, social e econômico do país.
Especialista em Literatura e Linguística, Monica Berger é formada pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná e pela Universidade Federal de Ouro Preto. Tem alguns de seus poemas publicados pela revista Coyote, nas revistas eletrônicas Germina Literatura e Zunái. Recentemente lançou seu livro O Devorador de Quimeras.
Serviço:
Ciclo Especial de Leitura – Tropicália: Leituras do Movimento
Mediadora: Monica Berger
Casa da Leitura Augusto Stresser – Centro de Criatividade de Curitiba (Rua Mateus Leme, 4.700)
Início: 31 de maio de 2011 – todas as terças-feiras, das 14h30 às 16h30 (20 encontros)
Informações: (41) 3254-6802
Casa da Leitura Dario Vellozo (Praça Garibaldi, 7 – Centro Histórico)
Início: 1º de junho de 2011 – todas as quartas-feiras, das 14h30 às 16h30 (20 encontros)
Informações: (41) 3321-3268
Faixa etária: jovens e adultos
Entrada franca
EVENTOS - Música -Paulo Freire, Rogério Gulin e Roberto Corrêa trazem a viola caipira
Paulo Freire, Rogério Gulin e Roberto Corrêa trazem a viola caipira para a CAIXA Cultural Curitiba
Três dos maiores instrumentistas do país participam do projeto “Violeiros do Brasil”
A CAIXA Cultural Curitiba apresenta, de 03 a 05 de junho, o projeto “Violeiros do Brasil”, que traz uma roda de violeiros inédita, formada por Paulo Freire, Rogério Gulin e Roberto Corrêa. Pela primeira vez em Curitiba, o projeto exalta a riqueza da viola e revela diferentes estilos do instrumento.
O projeto mostra a diversidade de composições e interpretações para a viola caipira, além da versatilidade com que cada violeiro o domina. Os músicos se apresentam apenas com as violas, em solos, duos e em um trio. Além disso, o uso de vídeo-cenários é marcante no espetáculo, com imagens de fragmentos do universo inspirador de cada violeiro, recriando o ambiente íntimo de cada um deles.
“Violeiros do Brasil” faz parte do projeto “Memória Brasileira”, criado em 1987 por Myriam Taubkin, com o objetivo de realizar mapeamento detalhado da música brasileira. O projeto pioneiro foi realizado em 1997, em um festival que reuniu os principais instrumentistas do país: Adelmo Arcoverde, Almir Sater, Braz da Viola, Ivan Vilela, Passoca, Paulo Freire, Pena Branca, Pereira da Viola, Roberto Correa, Tavinho Moura e Zé Mulato & Cassiano, Renato Andrade e Zé Coco do Riachão. A idéia era expressar a diversidade, a tradição e a modernidade da viola dentro da música brasileira.
Em 2008, Myriam lançou o livro e o DVD homônimos, sendo que este foi campeão de vendas da Livraria Cultura estando na lista dos 10 mais vendidos por meses. “Violeiros do Brasil” foi o primeiro grande encontro de artistas representativos do instrumento, de diferentes lugares do país. O show já foi para três cidades da Inglaterra e, no final deste ano, vai para o Europália, maior festival de cultura na Bélgica.
Violeiros
Paulo Freire
O paulistano Paulo Freire largou a faculdade de jornalismo e, em 1977, apaixonado pelo romance “Grande Sertão: Veredas”, de João Guimarães Rosa, foi morar em Minas Gerais, região do rio Urucuia. Lá, aprendeu a tocar viola com Manoel de Oliveira e outros mestres da região. Em 1995, realizou uma turnê de viola-solo pela Europa, se apresentando em festivais de World Music da Bélgica e Holanda. Recebeu diversos prêmios pelas trilhas e canções: “Escola de Peões” (Prêmio Wladimir Herzog de Direitos Humanos – 1993), “O Umbu” (Prêmio Febraban - 1994) “Bom Dia” (Prêmio SHARP - melhor disco do ano - 1994), “Rio Abaixo”, seu primeiro cd solo (Prêmio SHARP de Revelação Instrumental), entre outros. É integrante da Orquestra Popular de Câmera, que ganhou em 1998 o Prêmio Movimento – Melhor CD do ano. Entrou para o grupo ANIMA, e gravou o CD “Especiarias” (Prêmio Carlos Gomes, melhor grupo de câmera – 2000). Gravou uma versão da música Boi da Cara Preta para o selo americano Ellipsis Arts e recebeu em 2001 o Pêmio Silver Parents Choice – EUA. Um dos responsáveis pelo fato da viola estar ganhando as salas de concerto, Paulo Freire gravou com os violeiros Pereira da Viola, Passoca e Bráz da Viola e também participou da gravação de CDs dos artistas: Arnaldo Antunes, Mônica Salmaso, Luiz Tatit, Maurício Pereira, entre outros
Roberto Corrêa
Violeiro, compositor e pesquisador, Roberto Corrêa nasceu em 1957 em Campina Verde, Minas Gerais. Devido ao seu trabalho, a viola adquiriu o status de instrumento solista. Largou em 75 a carreira de físico e se formou em Música, dedicando-se à viola. Em 83, o músico começou a divulgar seu trabalho com a viola caipira e a viola de cocho. O primeiro livro de viola editado no Brasil e a gravação de discos solo e em parcerias com importantes nomes da música brasileira são de iniciativa dele. Apresentou seu trabalho em recitais e oficinas em países como Japão, China, Alemanha. Possui 15 álbuns e explora todas as possibilidades da viola com um virtuosismo técnico, transmitindo a própria alma do sertão brasileiro. Roberto introduziu o método da viola caipira no Brasil, além de colocar o instrumento no conservatório MPB, inserindo a viola na música instrumental.
Rogério Gulin
O instrumentista curitibano Rogério Gulin cursou violão clássico na Escola de Música Belas-Artes do Paraná. Iniciou os estudos de viola caipira como autodidata. O violeiro é conhecido por seu trabalho como artista solo e pela participação dos grupos Terra Sonora e Vila Quebrada.
Ficha Técnica
Violeiros: Roberto Corrêa, Paulo Freire e Rogério Gulin
Direção Artística Myriam Taubkin
Iluminação: Tema Fernades
Engenheiro de Som: Alberto Ranellucci
Vídeo Cenário: Luis Duva
Coordenação Geral e Direção de Produção: Gabriel Paiva
Duração: 90 minutos
Serviço
Música: Violeiros do Brasil - Paulo Freire, Rogério Gulin e Roberto Corrêa
Local: Teatro da CAIXA – Rua Conselheiro Laurindo, 280 – Curitiba/PR
Data: de 03 a 05 de junho
Hora: sexta e sábado 21h e domingo 19h
Ingressos: R$20 e R$10 (meia – conforme legislação e correntista CAIXA)
Bilheteria: (41)2118-5111(de terça a sexta, das 12 às 19h, sábado e domingo, as 16 às 19h)
Classificação etária: Livre para todos os públicos
Lotação máxima: 125 lugares (02 para cadeirantes)
www.caixa.gov.br/caixacultural
Evento - Projeto literário no palco do Teatro da Caixa

Italo Calvino, Julio Cortázar e “As Mil e Uma Noites” serão lidos para o público
A quarta edição do projeto “EntreMundos – Mundo da Leitura, Leitura do Mundo” volta ao Teatro da Caixa para apresentar textos de dois escritores contemporâneos e de uma obra clássica de autor desconhecido. Trata-se de “As Mil e Uma Noites”, que estará ao lado do italiano Italo Calvino e do argentino Julio Cortázar no dia 1º de junho, quarta-feira, às 20h.
Quem comanda a leitura dessa vez é a diretora Olga Nenevê, que selecionou contos dos livros indicados pelo curador Flávio Stein. Além do livro “As Mil e Uma Noites”, compilação árabe do século 9, serão lidos textos de obras contemporâneas, como “Os Amores Difíceis”, de Italo Calvino, e “História de Cronópios e de Famas”, de Julio Cortázar.
Encontrar similaridades em textos escritos em épocas e lugares tão diferentes foi uma tarefa nada fácil para a diretora. “No início, a gente pensou em tentar encontrar um ponto em comum. Depois, passamos a trabalhar a qualidade individual de cada um, sem querer misturar ou fazer um esforço para ligá-los”, explica Olga, que fará a leitura ao lado do ator Eduardo Giacomini.
No fim das contas, entretanto, as obras revelam, cada uma ao seu modo, tratar da busca pelo encontro. “A ideia de afetividade é trabalhada literariamente bem diferente em cada um, a vontade e a dificuldade do encontro, a vontade que existe entre os seres. Todos eles falam desse lugar interno e de como concretizar esse desejo interior”, completou.
Durante a leitura, a apresentação contará com a participação do músico Rogério Gulin, que complementará o ambiente com intervenções sonoras de uma viola caipira. Quem comparecer ao evento, ainda terá a oportunidade de participar de um debate mediado pelo escritor Luís Henrique Pellanda. O público poderá conversar e trocar ideias com a equipe responsável pela apresentação.
Sobre os autores
Considerado um dos maiores escritores europeus do século 20, Italo Calvino nasceu em Cuba, em 1923, mas logo foi para a Itália. Seu primeiro livro, “A Trilha dos Ninhos de Aranha” foi lançado em 1947. Começando com o neo-realismo, passou a explorar a fábula e o fantástico, sendo “As Cidades Invisíveis” e “Se um Viajante Numa Noite de Inverno” suas obras mais representativas.
Julio Cortázar nasceu em Bruxelas, na Bélgica, em 1914, mas mudou-se para a Argentina. Foi lá que estudou letras e trabalhou como professor. Em 1951, fixou residência em Paris e seguiu carreira literária. Considerado um dos pais do realismo fantástico, lançou entre muitas obras “O Jogo da Amarelinha”. O livro pode ser lido tradicionalmente do início ao fim ou seguindo indicações de rodapé e caindo em capítulos aleatórios.
Narrados por Sherazade, esposa do rei Shariar, os contos de “As Mil e Uma Noites” foram reunidos em língua árabe no século 9. O livro passou a ser amplamente conhecido no ocidente com a tradução feita por Antoine Galland para o francês em 1704. Na obra, Xerazade livra-se da punição do rei – que matava uma esposa a cada noite – ao contar histórias que sempre continuavam no dia seguinte.
EntreMundos
Depois dos projetos “Brasis: Leituras Plurais” e “XX Narrativas do Século XX”, realizados em 2009 e 2010, neste ano serão dez edições mensais de “EntreMundos - Mundo da Leitura, Leitura do Mundo”. Enquanto nas iniciativas anteriores focou-se na literatura de um determinado período ou de um espaço, a nova versão busca colocar em diálogo obras e autores através do tempo, tendo a narrativa como fio-condutor.
Nas primeiras edições, realizada em março e abril, foram lidos trechos de Giovanni Bocaccio, Lima Barreto, Mia Couto, Luís Henrique Pellanda, Paulo Venturelli e Assionara Souza. Durante o ano, ainda serão visitados Miguel de Cervantes, Milan Kundera, Lygia Fagundes Telles, entre muitos outros.
Ficha técnica:
Direção: Olga Nenevê
Leitores: Olga Nenevê, Eduardo Giacomini
Mediação: Luís Henrique Pellanda
Músico convidado: Rogério Gullin – viola caipira
Curadoria: Flávio Stein
Direção executiva: Leandro Daniel Colombo
Obras selecionadas: “As Mil e Uma Noites”, autor desconhecido; “Os Amores Difícies”, de Italo Calvino; e “História de Cronópios e de Famas”, de Julio Cortázar
Serviço
Literatura: EntreMundos - Mundo da leitura, leitura do mundo
Local: Teatro da CAIXA - Rua Conselheiro Laurindo, 280 - Curitiba/PR
Data: 01 de junho
Horário: quarta 20h
Ingressos: Um livro não didático
Bilheteria: (41) 2118-5111 (de terça a sexta, das 12 às 19h, sábado e domingo, as 16 às 19h)
Classificação etária: Não recomendado para menores de 14 anos
Lotação máxima do teatro: 125 lugares (02 para cadeirantes)
www.caixa.gov.br/caixacultural


