segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Minha Autobiografia Espiritual


Minha Autobiografia Espiritual
de Dalai-Lama

252 páginas

No 50º aniversário do exílio que se seguiu à invasão chinesa do Tibete, e que é também o 70º aniversário de sua entronização, o Dalai-Lama oferece sua Autobiografia Espiritual, marcada pelo realismo das questões da atualidade.




um lançamento







EXPOSIÇÕES

Exposições

“A MÁQUINA ENCANTADORA
de Simão Bolívar, Tita Costa e Ana Maria”
"....um fio de lã juntou-se a uma roldana que criou a passagem para os desenhos
sonharem......."
Galeria, piso 2
De 2 a 17
Exposição de Ana Maria Pintora
INAUGURAÇÃO: Dia 2 JAN, 22h00
**********************
“2078”
O tempo futuro de uma data distante. O mundo muda, mudo, silencioso. O ser altera-se. A
diversificação perde-se no tempo, tornamo-nos andróides, máquinas, autómatos sem qualquer
espécie de alma. Apenas um corpo reage através das formas, das luzes e das cores. A
expressão, inalterável, o ser humano, distante… como a data de um destino inventado.
Galeria da Cave
De 2 a 17
Exposição de fotografia de Daniel Camacho
INAUGURAÇÃO: Dia 2 Janeiro, 17h00

Clube Literário do Porto
Rua Nova da Alfândega, n.º 22
4050-430 Porto
T. 222 089 228
Fax. 222 089 230
Email: clubeliterario@fla.pt
URL: www.clubeliterariodoporto.co.pt

PROGRAMAÇÃO CINEMA CURITIBA

De 1º a 7 de janeiro de 2010

CINEMATECA - Sala Groff – Rua Carlos Cavalcanti, nº 1.174 – fone (41) 3321-3252 (diariamente, das 9h às 12h e das 13h30 às 22h30 – sábados e domingos, das 14h30 às 22h30) www.fccdigital.com.br

NOEL - O POETA DA VILA (BR/2007). Duração 100’. Direção de Ricardo Van Steen, com Rafael Raposo, Camila Pitanga, Paulo César Pereio. A trajetória de Noel Rosa, um dos maiores compositores da história da MPB, que trocou a faculdade de Medicina pelo samba e pela boemia carioca, na década de 20. O compositor tornou-se ídolo do rádio, aos 19 anos, com o enorme sucesso alcançado pela canção Com Que Roupa. O filme acompanha não apenas a carreira musical de Noel, como também sua vida afetiva que, até morrer prematuramente de tuberculose, dividiu-se entre dois grandes amores: Lindaura, jovem operária com quem se casou, e Ceci, dançarina com quem manteve um caso tempestuoso. Classificação: 14 anos

Exibição em homenagem ao ano do centenário de nascimento de Noel Rosa.

Sessões às 16h e às 20h

Ingresso pago: R$5,00 (inteira)

R$2,50 (meia)

R$1,00 (aos domingos)

DE VOLTA AO TRABALHO!

Lentamente retomamos a vida cultural no Brasil e em Portugal!

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

A TODOS OS NOSSOS LEITORES, AMIGOS E PARCEIROS



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FELIZ ANO NOVO

Na Segunda (dia 04/01) voltaremos às nossas postagens diárias! Até lá !

MAIS POESIA

Um pouco mais de poesia para este final de ano, pois afinal é preciso correr para cantar e sonhar nestas derradeiras noites de 2009, um aninho tacanho sem tamanho!(E.C.)


A coleção Ás de colete, parceria das editoras Cosac Naify e 7Letras, continua seu projeto de publicação de nomes consagrados da poesia brasileira e estrangeira contemporânea e também de sua produção recentíssima.

A versão “de bolso” da série, apresenta mais três lançamentos em 2009: Ambiente, de Walter Gam, Mapoteca, de Felipe Nepomuceno, e Sons: Arranjo: Garganta, de Ricardo Domeneck.

Nesta nova leva, os autores se destacam por circular efetivamente por outras áreas de atuação, como as artes plásticas, o vídeo e a música. Os três trazem na sua escrita um diálogo muito forte com estes meios de expressão artística: Felipe Nepomuceno é cineasta e artista plástico, Walter Gam também é artista plástico e Ricardo Domeneck, DJ.


Ambiente

Walter Gam


79 páginas


Walter Gam surpreendeu a muita gente quando, aos 19 anos, foi o vencedor do Prêmio Redescoberta da Literatura Brasileira, promovido pela revista Cult, com o livro Variações de um movimento íntimo, de 2002. O autor, que preferiu esperar sete anos até dar à luz este novo volume, volta amadurecido em Ambiente. Nascido em Belo Horizonte, em 1983, é formado em artes plásticas pela Escola Guignard, UEMG, participou como residente do projeto de arte Idensitat (idensitat.net), na Espanha, em 2009, e desenvolve trabalhos com vídeo, instalação, desenho, pintura e fotografia. Com referências contemporâneas, sua originalidade reside na porosidade entre seu trabalho poético e seu trabalho como artista plástico.


Mapoteca

Felipe Nepomuceno


239 páginas

Felipe Nepomuceno já publicou três livros, Marciano, Calamares e Aquário. Mapoteca traz a reedição dessas três coletâneas seguidas de três livros inéditos. Nascido em São Paulo, em 1975, Felipe passou parte de sua infância vivendo fora do Brasil, como filho de exilados políticos. O autor apresenta em sua poesia, sintética e cortante, a Polaroid dolorosa e imparável dessas errâncias. Estudou fotografia na Escola de Artes Visuais do Parque Lage e na New York School of Visual Arts. Também cineasta e autor de vários curta-metragens premiados, Felipe traz para a poesia o olho-câmera. Mapoteca é ilustrado com desenhos de sua autoria.



Sons: Arranjo: Garganta

Ricardo Domeneck

127 páginas


Ricardo Domeneck, que já publicou na Ás de colete o volume a cadela sem Logos (2007), é uma das mais interessantes personalidades poéticas surgidas na presente década. Armado de uma polêmica mas consistente leitura da poesia contemporânea, o autor planeja sua intervenção em várias frentes: edita com Angélica Freitas, Fabiano Calixto e Marília Garcia a revista Modo de Usar & Co, produz vídeos, é DJ e realiza performances em festivais pelo mundo inteiro. Com Sons: Arranjo: Garganta, sua voz inconfundível se volta para a poesia corporal, física, irônica e militante. Nascido no município paulista de Bebedouro, em 1977, atualmente vive e trabalha em Berlim, na Alemanha.


LANÇAMENTOS

POESIA NOS ANOS SETENTA

Roteiro da Poesia Brasileira - Anos 70
Seleção e Prefácio - Afonso Henriques Neto

Nº de Páginas: 256


A década de 1970 foi marcada, no ambiente político-cultural brasileiro, pelo embate entre as ideias libertárias que se produziram em grande escala no Ocidente na segunda metade da década anterior e o regime de exceção aqui instalado pelo golpe militar de 1964. No início dos anos 70, deu-se a eclosão da chamada "poesia marginal": os jovens poetas que integraram o movimento, principalmente no Rio de Janeiro, primavam por uma conduta antiintelectual em bares, teatros, shows musicais e nas praias, em nítida tática de resistência contra a forte censura dos tempos ditatoriais. Esse movimento encarnou também muito das atitudes contraculturais de fins da década de 1960, no rastro da literatura beat norte-americana, dos movimentos pacifistas e de cunho ecológico, das rebeliões estudantis, bem como seguindo os acordes e os ícones mais vigorosos da música pop internacional.

Contudo, na reunião de poetas para este volume o conceito de geração ficou em segundo plano, pois o critério básico para a seleção foi de se escolher parte consistente daqueles que estrearam em livro na década de 1970. Desse modo, o que esta relação de poetas traz de maneira predominante é uma multiplicidade de tendências, correntes e vozes que, afinal, deram, em seu conjunto, vigorosa expressão ao período. Nesse caminho, a presença de nomes já consagrados da poesia brasileira contemporânea, provindos de muitas regiões do país, enriquece sobremaneira a antologia.

É ainda necessário assinalar que a apresentação dos poetas seguiu a ordem cronológica da idade, dos mais velhos para os mais novos, buscando, assim, mostrar também as diferenças de dicção entre os tempos em que foram desenvolvidos os trabalhos.

Apresentando -

Autor - Adão Ventura
Autora - Adélia Prado
Autor - Alcides Buss
Autor - Alex Polari
Autora - Ana Cristina Cesar
Autor - Anderson Braga Horta
Autora - Angela Melim
Autor - Antonio Barreto
Autor - Antonio Carlos Secchin
Autora - Astrid Cabral
Autor - Bernardo Vilhena
Autor - Carlos Lima
Autor - Chacal
Autor - Charles
Autor - Cláudio Mello e Souza
Autor - Claufe Rodrigues
Autora - Denise Emmer
Autora - Dora Ferreira da Silva
Autora - Elisabeth Veiga
Autora - Elizabeth Hazin
Autor - Eudoro Augusto
Autor - Floriano Martins
Autor - Geraldo Carneiro
Autor - João Carlos Teixeira Gomes
Autor - Júlio Castañon Guinarães
Autora - Lucila Nogueira
Autor - Marcio Tavares d´ Amaral
Autora - Maria da Paz Ribeiro Dantas
Autor - Miguel Jorge
Autor - Moacy Cirne
Autora - Olga Savary
Autor - Paulo Leminski
Autor - Pedro Paulo de Sena Madureira
Autor - Régis Bonvicino
Autor - Reynaldo Valinho Alvarez
Autora - Rita Moutinho
Autor - Ronaldo Santos
Autor - Ronaldo Werneck
Autor - Ruy Espinheira Filho
Autora - Suzana Vargas
Autora - Terêza Tenório
Autora - Waly Salomão
Autor - Duda Machado
Autor - Aracy Lopes da Silva
Autor - Tanussi Cardoso


LANÇAMENTO DA






Oficina de Música de Curitiba apresenta de ópera a maracatu

Óperas exibidas em telão, concertos em comemoração aos 200 anos de nascimento de Chopin, noite latina, baiões e maracatus dão um tom dinâmico e eclético à Oficina de Música 2010.

Um telão no Paço da Liberdade SESC Paraná exibe óperas montadas no verão europeu e produções cinematográficas sobre o tema, como parte da programação da 28ª Oficina de Música de Curitiba, que acontece de 10 a 31 de janeiro. “Orfeu e Eurídice” e “Dido e Aeneas” estão entre as atrações da Oficina, um dos maiores eventos de música da América Latina. Além das óperas, a programação oferece projeção de filmes sobre MPB na Cinemateca, palestras e lançamentos de livros, paralelamente aos tão aguardados concertos e shows agendados em vários espaços culturais da cidade.

Concertos de música antiga – Dois concertos de música antiga, com repertórios diferentes, estão previstos para os dias 13 e 17 de janeiro, às 20h30, no Canal da Música. Boccherini, Telemann, Charpentier, Vivaldi, Bach, Couperin serão interpretados pela soprano Marília Vargas, acompanhada de músicos que tocam instrumentos antigos como a teorba, a viola da gamba e o cravo.

Tradição – Outro concerto muito esperado e já tradicional é o da Banda Sinfônica que se forma com os alunos e professores da Oficina. Os solistas Pierre Dutot (trompete) e Francisco Ferreira (saxofone), dirigidos por Dario Sotelo, participam do espetáculo que acontece no dia 18 de janeiro, às 20h30, no Canal da Música, dois dias antes do encerramento da Oficina de Música Erudita e Antiga.

Homenagem a Chopin – Como 2010 é o ano em que se comemoram os 200 anos de nascimento do compositor polonês Frederic Chopin, uma programação especial foi preparada. Quem estiver em Curitiba poderá assistir nos dias 11, na Capela Santa Maria, e 15 de janeiro, no Canal da Música, às 20h30, a concertos com dois pianistas da nacionalidade de Chopin: Jan Krzysztof Broja e Marian Sobula, que tocam sob a regência de Wagner Polistchuk. Jan e Marian integram a lista de professores da Oficina de Música Antiga e Erudita

Oficina de MPB – A segunda fase da Oficina de Música de Curitiba ocupa o período de 21 a 31 de janeiro. No concerto de abertura, às 20h30 do dia 21, no Teatro da Reitoria, o músico convidado Carlos Malta interpreta composições de Pixinguinha, ao lado da Orquestra À Base de Corda do Conservatório de Música Popular Brasileira. No dia 22, no Auditório Salvador de Ferrante (Guairinha), o clarinetista italiano Gabriele Mirabassi e o compositor, violonista e cantor brasileiro Guinga fazem um concerto especial, às 21h.

Noite latina – Neste ano, o enfoque latino da Oficina de Música foi reforçado, em razão da grande aceitação na edição passada. Na “Noite Latino-Americana”, professores de diversos países latinos sobem ao palco do Teatro da Reitoria para uma apresentação, às 21h do dia 28.

Lançamento de CD – Durante a Oficina serão lançados quatro álbuns. No Teatro da Reitoria, o pianista Paulo Braga lança disco solo em espetáculo que acontece dia 26, às 21h. Julião Boemio e Daniel Migliavacca fazem o lançamento dos CDs “Feijão no Dente – Julião Boemio” e “Bandolim – Daniel Migliavacca”, dia 24, às 19h, com show no SESC da Esquina. Também no SESC, em concerto duplo, Ezequiel Piaz e Cláudio Menandro lançam CD e um livro de partituras, às 19h do dia 26.

Encerramento – O encerramento da Oficina será no Auditório Bento Munhoz da Rocha Neto (Guairão). Às 20h30 do dia 31 de janeiro, Antônio Nóbrega se junta a uma banda de sete versáteis músicos para apresentar um espetáculo que é a síntese dos últimos 15 anos de atividade do multiinstrumentista. Cantando baiões, maracatus, frevos-canções e tocando choros e frevos na rabeca, no violino e no bandolim, ele fecha a Oficina com um repertório heterogêneo.



Serviço:

28ª Oficina de Música de Curitiba (de 10 a 31 de janeiro de 2010)

Música Erudita e Música Antiga – 10 a 20 de janeiro

Música Popular Brasileira – 21 a 31 de janeiro

Música e Tecnologia – 25 a 29 de janeiro

Música Latino-Americana – 25 a 29 de janeiro

Informações:

Site: www.oficinademusica.org.br

E-mail: oficinademusica@fcc.curitiba.pr.gov.br

MEU ÚLTIMO SUSPIRO

MEU ÚLTIMO SUSPIRO

de LUÍS BUÑUEL


Colaboração: Jean-Claude Carrière

Tradução: André Telles

Coedição Mostra Internacional de Cinema



376 páginas

35 ilustrações


Luis Buñuel definiu Meu último suspiro como um livro “semibiográfico”. Por não se considerar um “homem da escrita”, chamou seu constante colaborador em filmes, Jean-Claude Carrière, para auxiliá-lo neste grande roteiro que retrata a origem, os erros e acertos, as dúvidas e certezas do cineasta que levou o surrealismo ao cinema, em parceria com nomes como Salvador Dalí e Garcia Lorca. Escrito no início da década de 1980, o livro logo se destacou pela irreverência e diferente narrativa, segundo o autor, “uma narrativa inesperada, um retrato meu, com minhas afirmações, hesitações, repetições e brancos, com minhas verdades e minhas mentiras; para resumir: minha memória”. Esta nova edição, traduzida por André Telles diretamente do original francês, tem como grande novidade a inserção de imagens inéditas do acervo pessoal do cineasta, com seleção feita pelos próprios Buñuel e Carrière, cedidas por seu filho Juan Luis Buñuel.


O AUTOR
Luis Buñuel (Calanda, 22 de Fevereiro de 1900 — Cidade do México, 29 de Julho de 1983) foi um realizador de cinema espanhol, nacionalizado mexicano[1]. Trabalhou com Salvador Dalí, de quem sofreu fortes influências na sua obra surrealista.

A obra cinematográfica de Buñuel, aclamada pela crítica mas sempre cercada por uma aura de escândalo, tornou-o um dos mais controversos cineastas do mundo, sempre fiel a si mesmo.


FILMOGRAFIA

1928 Un Chien Andalou Um Cão Andaluz co-dirigdo por Salvador Dalí
1930 L'Âge d'Or A Idade do Ouro co-dirigido Salvador Dalí (embora este não apareça creditado no genérico)
1933 Las Hurdes As Hurdes
1936 ¿Quién Me Quiere a Mí?
1947 Gran Casino
1949 El Gran Calavera
1950 Los Olvidados Os Esquecidos
1951 Subida al Cielo Subida ao Céu
1951 Una Mujer Sin Amor
1951 Susana Susana, Mulher Diabólica
1951 La Hija del Engaño
1952 El Bruto O Bruto
1952 Él O Alucinado
1953 Robinson Crusoe Robison Crusoé
1953 Abismos de Pasión Escravos do Rancor
1953 La Ilusión Viaja en Tranvía A Ilusão Viaja de Trem
1954 El Río y la Muerte
1955 Ensayo de un Crimen Ensaio de um Crime Ensaio de um Crime
1956 La Mort En Ce Jardin
1956 Cela S'Appelle L'Aurore Cela s'Appelle l'Aurore
1958 Nazarín Nazarin
1959 La Fièvre Monte à El Pao
1960 Joven ou The Young One
1961 Viridiana Viridiana
1962 El Ángel Exterminador O Anjo Exterminador O Anjo Exterminador
1964 Le Journal d'une Femme de Chambre O Diário de uma Camareira Diário de uma Criada de Quarto com Jeanne Moreau
1965 Simón del Desierto Simon do Deserto
1967 Belle de jour A Bela da Tarde A Bela de Dia com Catherine Deneuve
1969 La Voie Lactée Via Láctea
1970 Tristana Tristana, uma Paixão Mórbida Tristana com Catherine Deneuve
1972 Le Charme Discret de la Bourgeoisie O Discreto Charme da Burguesia O Charme Discreto da Burguesia
1974 Le Fantôme de la Liberté O Fantasma da Liberdade
1977 Cet Obscur Objet du Désir Esse Obscuro Objeto do Desejo




UM LANÇAMENTO

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

A VOLTA DO CAMISA


Criada em Salvador na década de 80, a Camisa de Vênus teve em sua primeira formação Marcelo Nova (vocal), Robério Santana (Baixo), Karl Franz Hummel (guitarra base), Gustavo Mullen (Guitarra solo) e Aldo Machado (Bateria).

Pois o Camisa está de volta. A re-estreia será dia 29 de janeiro, em Salvador, no Cais Dourado. A turnê começa na Bahia e depois segue para outras grandes capitais do país.

Desta vez o vocalista será Eduardo Scott, que encarará cantar com as feras Gustavo Mullen e Karl Franz Hummel .