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segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Eu, Christiane F., a vida apesar de tudo


Eu, Christiane F., a vida apesar de tudode: Christiane V. Felscherinow e Sonja Vukovic


Título Original: Christiane F., Mein zweites Leben

Tradutor: Jorge Bastos
1



Páginas: 266

Formato: 16 x 23 cm



Preço: R$ 30,00

     

  
13 ANOS, DROGADA, PROSTITUÍDA. MAS E DEPOIS, O QUE ACONTECEU?



A história de Christiane F. deu a volta ao mundo. Milhões de pessoas cresceram com as confissões dilacerantes da adolescente alemã de 13 anos, drogada, prostituída. Mas e depois disso, o que aconteceu? Em Eu, Christiane F., a vida apesar de tudo, captado por Sonja Vukovic, a mundialmente famosa protagonista se entrega com franqueza e pudor surpreendentes, contando tudo sobre sua “segunda vida”.

A primeira obra originou-se do próprio interesse de Christiane em romper o silêncio e relatar sua história aos jornalistas Kai Hermann e Horst Rieck. O livro trazia no início um trecho do processo, em que ela, colegial e menor de idade, é acusada de consumir, de maneira contínua, substâncias e misturas químicas proibidas por lei. Foi acusada também de ter-se prostituído com o propósito de obter dinheiro para sustentar o vício.

Trinta e cinco anos depois da edição original, Christiane V. Felscherinow retorna àqueles tempos que se seguiram à publicação do livro e às diferentes etapas de sua vida até os dias de hoje: dos anos felizes na Grécia à sobrevivência na prisão, do combate ao vício aos encontros com seus ídolos do rock, da aparição de um anjo da guarda aos momentos de felicidade com seu filho Phillip.



·     O primeiro livro da autora se tornou um fenômeno mundial e vendeu mais de 50 mil somente exemplares no Brasil.

·     Inclui 16 páginas de encarte colorido com fotos.


VISITE
 http://christiane-f.com/




LANÇAMENTO





terça-feira, 22 de abril de 2014

Dirceu: A biografia

Dirceu: A biografia
de  Otávio Cabral


Páginas:     336
Formato:     16 x 23 cm

      

Daniel, Hoffmann, Carlos Henrique, Pedro Caroço. Cubano, argentino, brasileiro. Todos foram – são – José Dirceu, personagem cuja trajetória se confunde com a história da esquerda latino-americana na segunda metade do século XX, e particularmente com a do Brasil, já no século XXI. Em um trabalho investigativo de fôlego, o jornalista Otávio Cabral reconstitui a vida deste emblemático político.

“Tão fundamental quanto as pesquisas foram as entrevistas com 63 pessoas que conviveram diretamente com Dirceu desde sua infância em Minas Gerais até o julgamento do mensalão. Com esses depoimentos, foi possível desvendar passagens desconhecidas de sua vida, como o exílio em Cuba e a clandestinidade no Brasil durante os anos 1970, além de bastidores inéditos de sua atuação no PT, no governo e no mensalão. Boa parte dos entrevistados pediu para não ser identificada, prática consagrada no jornalismo, as chamadas declarações em off”, afirma Otávio Cabral.

Dirceu foi líder estudantil em 1968, protagonista do histórico congresso da UNE em Ibiúna. Capturado, seria um dos presos trocados pelo embaixador americano. Expatriado e isolado em Cuba, quedou-se protegido por Fidel Castro, que o escolheria para comandar – já com um novo rosto – um foco guerrilheiro no Brasil. Desbaratado o movimento, encarcerados ou mortos cada um de seus integrantes, sobreviveria para mergulhar num longo período de clandestinidade, a ser somente interrompido, em 1979, pela anistia. Livre, conheceria o sindicalista Lula, fundaria o PT e se tornaria o mais afamado articulador político do petismo – mentor do programa que isolaria setores sectários do partido para construir a mais poderosa e inclemente máquina eleitoral da história do país.

Em 2003, pela via democrática que não ajudara a construir, alcançaria o Palácio, ministro mais importante de um presidente eleito pela esperança. E então o mensalão... De súbito desempregado, era o mais novo consultor da República, capitalista convicto, lobista feito milionário. E então o julgamento do mensalão... A condenação. 

“José Dirceu, que completou 67 anos em 16 de março de 2013, pouco antes da conclusão desta biografia, segue dizendo que só vai revelar seus segredos depois dos 80 anos. Procurei nestas páginas apresentar, treze anos antes, os fatos que realmente importam”, conclui o autor.



UM LANÇAMENTO




O último verão


O último verão

Autor:     Cesarina Vighy

Título Original:     L`ultima estate

Tradutor:     Cecilia Prado


Páginas:     182
Formato:     16 x 23 cm

  

UM OLHAR APAIXONADO PELA VIDA, MAS SEM EXPECTATIVAS DE VIVER Diagnosticada com uma rara doença neurológica degenerativa, Cesarina Vighy teve certeza que seu maior sonho acabara: tornar-se escritora, sendo a nova Emily Dickinson da literatura. Passado o choque inicial, decidiu enfrentar seus medos, como o fracasso e o julgamento da opinião pública, escrevendo a autobiografia O último verão, vencedor do Prêmio Campiello. Falecida em 2010, e após as críticas recebidas nos principais jornais europeus, ela não poderia imaginar quão perto chegou da poeta americana. Ao longo de quase 200 páginas, o leitor pode perceber a transformação de uma escritora relutante, desconfiada, em uma desbravadora que não tem medo de falar da vida, dos sonhos que não serão realizados e, obviamente, do medo do desconhecido. Isso, sem fazer concessão alguma à comiseração. Nesta obra autobiográfica – um pequeno auto de fé e um magnífico hino à vida que existiu, e que ainda existe –, Cesarina Vighy reconcilia o leitor com a vontade de viver e o leva a uma conclusão vital: todos precisam aproveitar os dias com alegria, mesmo que o tempo restante seja exíguo.


Rassegna Incontri con l'Autore 2010 - 29 gennaio 2010 - Cesarina Vighy "L'ultima estate"



Lançamento





segunda-feira, 22 de julho de 2013

Necrópole de Boris Pahor


Necrópole

de   Boris Pahor

 

Título Original:     Necropoli
Tradutor:     Mario Fondelli

Páginas:     294
Formato:     16 x 23 cm

  

Uma obra-prima da literatura do Holocausto

Quando o fluxo da memória começa a correr, e as lembranças voltam à tona com sua carga de dor e comoção.

Campo de concentração de Natzweiler-Struthof, nos Vosges, Alemanha. O homem que, numa tarde de verão, chega com um grupo de turistas não é um visitante qualquer, mas Boris Pahor, um ex-prisioneiro que, depois de muitos anos, volta ao lugar onde esteve preso. O autobiográfico Necrópole traz as lembranças que surgem diante das barracas e do arame farpado transformados em museu e centro de visitação.

Escrito numa linguagem crua que não faz concessões à autocomiseração, o livro marca por seu texto forte e, muitas vezes, violento, que descreve, em mínimos detalhes, atrocidades como a tortura de presos e a dissecação de cadáveres. Uma das características de Pahor é utilizar-se de parágrafos longos, que deixam o leitor sem ar, angustiado, como o próprio autor se sentia nos anos em que viveu no campo.

Pahor, durante a Segunda Guerra Mundial, colaborou com a resistência antifascista eslovena e foi deportado para os campos de concentração nazistas, experiência que o marcou profundamente e da qual se encontram resquícios na maior parte da sua extremamente rica produção literária. Mais do que um escritor, uma lenda viva.




A CRITICA

“Um livro perturbador, a visita a um campo de extermínio e a volta à tona de imagens intoleráveis descritas com uma precisão alucinada e uma excepcional sutileza de análise.” (Le Monde)

“Um relato inesquecível e evocativo. Com voz intensa e original, Pahor penetra o coração dos leitores e os leva ao lugar onde perdeu a maioria dos companheiros e muito de si.” (Kirkus Reviews)

O AUTOR
Boris Pahor nasceu em 1913, em Trieste, onde mora até hoje. Depois de se formar em Pádua, ensinou literaturas italiana e eslovena na cidade adriática. Seus livros, escritos em esloveno, foram traduzidos até para o esperanto. Indicado várias vezes ao Prêmio Nobel de Literatura, foi distinguido em 1992 com o Prêmio Prešeren, o mais alto reconhecimento esloveno, por sua atividade literária, e nomeado na França Officier de l’Ordre des Arts et des Lettres. Recebeu a Legião de Honra por parte do presidente da República francesa.

Boris Pahor. "Necropolis" 

Lançamento





 


domingo, 9 de junho de 2013

O que é que a baiana tem? - Dorival Caymmi na era do rádio


O que é que a baiana tem? - Dorival Caymmi na era do rádio

de  Stella Caymmi


Gênero:     Biografia/ Memória
Páginas:     294
Formato:     16 x 23 cm

  

Em O que é que a baiana tem? – Dorival Caymmi na Era do Rádio, Stella Caymmi realiza uma esclarecedora análise crítica desse período, nas perspectivas da música popular brasileira, em geral, e, particularmente, do próprio Caymmi. A partir de mais de 70 entrevistas com o avô e minuciosa pesquisa, a autora revela a ascensão meteórica de Dorival deste sua chegada no Rio de Janeiro, em 1938. Em poucos meses de atividade no meio musical carioca, ele se tornou famoso como autor do samba que dá título ao livro.

“A ideia inspiradora deste trabalho foi fazer uma seleção crítica de temas importantes e centrais a partir dos depoimentos de Caymmi, sobretudo os que acarretaram tensões e dificuldades na sua carreira, que pudessem revelar algumas das suas características fundamentais e iluminar um pouco mais aquela fase”, afirma a autora.

A canção O que é que a baiana tem? foi  lançada pela estrelíssima Carmen Miranda no cinema, no rádio e no disco. A partir deste sucesso, Dorival ganhou o reconhecimento de seu valor como cantor, por suas atuações nas Rádios Tupi, Transmissora, Nacional e Mayrink Veiga.

A importância de Caymmi na carreira de Carmen, seu convívio com os colegas de profissão, além dos conflitos entre artistas, emissoras, gravadoras e imprensa são analisados pela autora. Também ganham destaque neste rico recorte da carreira de Caymmi, a influência dos intelectuais de esquerda, como Jorge Amado e dos grupos do empresário Carlos Guinle e dos compositores envolvidos na luta pelo direito autoral. Eles aparecem como peças importantes na formação do artista, que teve o auge da sua carreira, justamente, durante este rico período da história cultural brasileira.

“Caymmi serve aqui de personagem modelar e, ao mesmo tempo, um guia pelos meandros do período. Isso não quer dizer que as carreiras ou as oportunidades se equivalessem (...), mas o objetivo deste trabalho é dar uma amostragem das ‘regras do jogo’”, diz Stella.

A música popular brasileira, depois de longo período de formação, marcado pelo surgimento da modinha e do lundu, passa, no fim da década de 1920, por uma fase de consolidação em que, com seus gêneros básicos – o samba, o choro e a marchinha – cristalizados, adquire personalidade própria e integra-se à realidade do século XX. Contribui para o sucesso dessa fase, conhecida como Época de Ouro, a entrada em cena de uma extraordinária geração de cantores, compositores e músicos, ao mesmo tempo em que chegam aqui a gravação eletromagnética do som, o rádio e o cinema falado. Assim, por uma feliz coincidência, a obra desses artistas é a primeira no Brasil a desfrutar do privilégio de ser registrada e difundida por essas novidades tecnológicas.








Carmen Miranda & Dorival Caymmi - O QUE É QUE A BAIANA TEM - Dorival Caymmi.

Curioso é que esta música entrou no filme "Banana da terra" no lugar de "Na Baixa do Sapateiro", de Ary Barroso, por falta de acordo financeiro com o mestre de Ubá. Aí, para aproveitar o cenário já feito, o produtor Wallace Downey foi bsucar um samba baiano típico e Caymmi, recém-chegado ao Rio, apresentou este, logo aprovado. Gravação Odeon de 27 de fevereiro de 1939, lançada em abril seguinte, disco 11710-A, matriz 6023, marcando também a estreia de Caymmi como intérprete, junto com Cármen.

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segunda-feira, 6 de maio de 2013

Diários de Lúcio Cardoso


Diários


de   Lúcio Cardoso



 
Páginas:     756
Formato:     16 x 23 cm

  

Esta edição reúne não só o primeiro volume do Diário, publicado em 1960, mas também o Diário completo, lançado postumamente pela editora José Olympio em 1970, acrescentando anotações inéditas que permaneciam desconhecidas entre os originais do autor mineiro. Ésio restitui a seus devidos lugares os fragmentos deslocados do Diário, permitindo ao leitor acompanhar o curso das reflexões e dos pensamentos do escritor no seu devido momento.

Colaborando para pôr fim a equívocos sobre a obra de Lúcio Cardoso, as correções efetuadas revelam, ainda, dados interessantes sobre a gênese de seus livros.

No ano do centenário do escritor Lúcio Cardoso, a edição desses Diários é uma homenagem da Civilização Brasileira a um dos grandes nomes da literatura brasileira.


O AUTOR
Lúcio Cardoso
nasceu em Minas Gerais, em 1913. Mais tarde, fixou residência no Rio de Janeiro, onde começou as suas primeiras experiências literárias. Além de editar duas revistas, A bruxa e Sua revista, escrevia poesias, peças de teatro e contos. Seu primeiro romance, Maleita, foi publicado em 1934. Incentivado pela crítica, investiu em uma prolífica carreira de escritor, que resultou em romances como A luz no subsolo, Dias perdidos, O anfiteatro, O enfeitiçado, além de sua obra-prima Crônica da casa assassinada. Em 1962, em pleno vigor criativo, Lúcio sofreu um derrame que o deixou incapaz de escrever. Morreu em 1968, após um segundo derrame.










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quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

O príncipe vermelho: As vidas secretas de Wilhelm von Habsburgo Título Original: The red prince: the secret lifes of a Habsburg archduke de Timothy Snyder



O príncipe vermelho: As vidas secretas de Wilhelm von Habsburgo


Título Original:

The red prince: the secret lifes of a Habsburg archduke

de Timothy Snyder


 Tradutor:

Andrea Gottlieb

 Páginas:

406

Formato:

16 x 23 cm







A surpreendente biografia de Wilhelm von Habsburgo, nobre nascido na Ucrânia, que repudiou a família para lutar ao lado dos camponeses ucranianos na esperança de se tornar rei. Quando esse sonho foi frustrado, converteu-se num aliado dos imperialistas alemães, num notório amante francês, num monarquista inflamado, num oponente calmo de Hitler e num espião contra Stalin. Nesta arrebatadora narrativa, o premiado historiador Timothy Snyder oferece um retrato indelével de um aristocrata cuja vida personifica as violentas sublevações da primeira metade do século XX.

 LEIA TAMBÉM

Terras de sangue: A Europa entre Hitler e Stalin
Timothy Snyder

Ouça o podcast

The Disjuncture Between History and Memory in Ukraine and Eastern Europe




Um Lançamento






segunda-feira, 2 de abril de 2012

O anticonformista: Uma autobiografia intelectual - Luc Ferry




O anticonformista: Uma autobiografia intelectual
Título Original: L Anticonformiste: une autobiographie intellecuelle

de Alexandra Laignel-Lavastine, Luc Ferry


Tradutor: Jorge Bastos



Páginas: 392

Formato: 16 x 23 cm




O LIVRO
Uma biografia é um exercício complicado, sobretudo quando o analisado ainda está vivo. Uma autobiografia o é ainda mais, já que o leitor desconfia que haja, forçosamente, uma autojustificação. O anticonformista, de Luc Ferry, não se enquadra em um caso nem em outro.

Esta é provavelmente a primeira autobiografia em que o assunto principal é o pensamento. As entrevistas com Alexandra Laignel-Lavastine são uma formidável epopeia intelectual que ajuda o leitor a compreender melhor o que está em jogo nos debates dos dias atuais. Luc Ferry ousa não seguir as trilhas batidas dos ideais contemporâneos, tomando as vias mais penosas da coragem, da verdade e da justiça. Sem pertencer a clã algum, ele se posiciona na confluência de todas as correntes, à vontade para falar do que fez e de suas teorias, pois sempre se expôs nos confrontos do pensamento e da ação. Para além do engajamento religioso, sua visão de uma ética transcendente para nossa sociedade traz um sopro de esperança ao planeta.

A obra de Ferry há muito faz com que as pessoas se questionem sobre uma salvação possível da filosofia. Agora, em seu livro definitivo, ele mostra a necessidade de um espírito libertário e antitotalitário para que isso ocorra.

O anticonformista apresenta um intelectual com uma ética transcendental por nossa sociedade e que carrega um sopro de esperança pelo futuro do planeta.


A CRÍTICA
“Uma leitura franca e necessária.” - L’Express


A AUTORA
Alexandra Laignel-Lavastine é doutora em filosofia e ensaísta, especializada na história dos intelectuais. Por muito tempo foi crítica no caderno literário do jornal Le Monde e é autora, entre outros títulos, de Esprits d’Europe (Calmann-Lévy, 2005, prêmio Charles Veillon de melhor ensaio europeu).


O PERSONAGEM
Luc Ferry foi ministro da Educação entre 2002 e 2004, é doutor em filosofia e concursado tanto em filosofia quanto em ciência política. Foi professor universitário e atualmente se dedica a escrever livros, alguns traduzidos no mundo todo. Publicou, pela Difel, A nova ordem ecológica: a árvore, o animal e o homem, Kant: uma leitura das três “Críticas”, O que é uma vida bem-sucedida?, O homem-deus e Diante da crise: materiais para uma política de civilização.



Filósofo e ex-ministro da Educação da França, Luc Ferry é reconhecido mundialmente como defensor do Humanismo Secular. Já foi professor de Filosofia, além de fundador do Collège de Philosophie. Entre suas dezenas de obras, destaca-se "A nova ordem ecológica", "O homem-deus ou o sentido da vida" e "Aprender a viver".

Em sua conferência no Fronteiras, Luc Ferry pensou a própria filosofia com base nos estoicos, apresentando seu caráter crítico e seu objetivo máximo de ajudar os homens a superarem seus medos e atingirem a boa vida. Para o conferencista, filosofia e religião se aproximam na ideia da salvação dos homens e da libertação dos medos que os impedem de ter uma "vida boa", livre e serena. Contudo, a fronteira é que ambas parecem não ser suficientes aos questionamentos e desafios do presente, marcado pelo individualismo e pelo desgaste dos valores humanistas.


Leia também

Diante da crise – materiais para uma política de civilização
Luc Ferry




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sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Edwige, a inseparável Edwige, l’inséparable de Edgar Morin






Edwige, a inseparável
Edwige, l’inséparable

de Edgar Morin


Tradutor: Nícia Bonatti



Páginas: 308



Depois de livros que o consagraram como uma dos maiores pensadores de todos os tempos, Edgar Morin apresenta uma homenagem à sua amada esposa, com quem partilhou sua vida durante 30 anos. Edwige, a inseparável é uma edição dedicada ao amor.

A ideia do livro surgiu da necessidade de fazê-la ser reconhecida. Edwige sempre esteve ao lado do autor, mas poucas pessoas tiveram a oportunidade de realmente conhecê-la. A relação começou em 1961 com uma paixão súbita, bem antes da união propriamente dita. O casamento ocorreu em 1978. Morin sempre diz que o que define a relação entre os dois é uma frase de Montaigne: “Era ele, era eu”.

No livro também está presente a tristeza do autor, impotente, frente ao câncer enfrentado pela esposa. Por anos, os dois enfrentaram médicos, hospitais, além de xamãs e feiticeiros, e viram as esperanças desaparecer gradativamente. Em seguida, vem o dia de despedida e luto, solidão, insônia, depressão, culpa e o retorno lento à vida.

“Eu queria mostrar a qualidade e força, mas sem esconder os defeitos. Enquanto escrevia, chorei e sofri, mas foi uma maneira de lutar contra a morte, fazendo sua última homenagem.” (Edgar Morin)

Edwige, a inseparável é um livro em desespero, testemunho do sofrimento daqueles que permanecem, mas, acima de tudo uma homenagem a alguém especial que se foi. Para os leitores que se acostumaram com o lado sério e de Edgar Morin, agora verá sua maior intimidade.



O AUTOR
Edgar Morin não pode ser etiquetado como filósofo, antropólogo ou sociólogo. É um pensador, com mais de 30 livros publicados, que adora fazer travessias por todos os campos do saber, um estudante permanente e um pesquisador aberto a todas as influências. Morin reside atualmente em Paris.


ASSISTA




UNESCO, Paris, 2005 - Edgar Morin - narração Reali Junior. Conferência do ciclo Universo do Conhecimento gravada na sede da Unesco em Paris. Veja vídeo na íntegra em: http://www.universodoconhecimento.com.br/content/view/124/

Edgar Morin questiona se o atual sistema de educação é capaz de educar para a era planetária, que teve seu início com as navegações portuguesas e as conquistas dos continentes. Edgar Morin é um dos intelectuais mais destacados da atualidade devido, sobretudo, a seu empenho em articular, a partir de um pensamento complexo, natureza, mente e sociedade.

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quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Lançamento - Eles se acreditavam ilustres e imortais...




Eles se acreditavam ilustres e imortais...
Título Original: Ils se croyaient illustres et immortels

de Michel Ragon

Tradutor: Marcelo Rouanet


Páginas: 128

Formato: 14x21








Em Eles se acreditavam ilustres e imortais, Michel Ragon narra o fim da vida de alguns importantes intelectuais que, após o declínio de sua obra, bem como de sua saúde, enfrentaram uma velhice trágica. E que, após a morte e um esquecimento que parecia definitivo, voltaram a ser reconhecidos e idolatrados.

Com um espírito de relato terno e feroz ao mesmo tempo, estas páginas de fácil leitura não se limitam a fornecer conselhos de vida: elas oferecem também impressionantes toques de lucidez. Sábio, necessário e profundo: o tipo de livro que faz falta a todos nos dias atuais.


OUÇA Michel Ragon relembrando Armand Robin
Extrato da transmissão La Fabrique de l'histoire (France Culture) de junho 2011



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terça-feira, 4 de outubro de 2011

Lançamento - Os 100 maiores visionários do século XX




Os 100 maiores visionários do século XX
Título Original: Visionaries of the 20th Century: A Resurgence Anthology
de Satish Kumar e Freddie Whitefield (org.)
Tradutor: Milton Chaves de Almeida


Páginas: 452
Formato: 16x23



O século XX foi marcado por guerras, ditaduras e destruição ambiental. Muitas pessoas, porém, mantiveram viva a esperança de um futuro saudável e sustentável por meio de suas ideias e visão. Esses exemplos estão em Os 100 Maiores Visionários do Século XX, organizado por Satish Kumar e Freddie Whitefield.

A escolha dos pensadores presentes neste livro é extremamente eclética, abrangendo visionários do Oriente ao Ocidente, incluindo a África e a Oceania. Figuras como Gandhi e Martin Luther King estão lado a lado com Bob Dylan e D. H. Lawrence. Os assuntos foram separados em três pilares: Visionários Ecológicos, Sociais e Espirituais.

Os Ecológicos apresentam, por exemplo, Jacques Cousteau, Vandana Shiva e o Príncipe de Gales; os Sociais, Albert Schweitzer, E. F. Schumacher e Frank Lloyd Wright; os Espirituais, Dalai-Lama, Deepak Chopra e Desmond Tutu.

A intenção dos organizadores ao reunir essas diversas presonalidades foi trazer à tona temas comuns do pensamento sistêmico, da vida sustentável, do antropocentrismo, do não consumismo, da “antiantiglobalização”, além de outros.

Este livro apresenta a visão de uma sociedade articulada por grandes pensadores e ativistas que acreditam que toda guerra é, em última análise, fútil; que defendem que outro mundo é possível; que um mundo de sustentabilidade, espiritualidade e temperança faz mais sentido do que um mundo de consumismo, materialismo e militarismo.

Os 100 Maiores Visionários do Século XX reúne a vida e a obra de 100 homens e mulheres que ofereceram inspiração, esperança e cura para a humanidade.

OS AUTORES

Satish Kumar é indiano, já foi monge jainista e atualmente é editor da revista Resurgence e diretor do Schumacher College.

Freddie Whitefield é artesão e editor.



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quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Lançamento - De Bizâncio para o mundo: A saga de um império milenar





De Bizâncio para o mundo: A saga de um império milenar
Título Original: Sailing from Byzantium: how a lost empire shaped the world
de Colin Wells

Tradutor: Pedro Jorgensen

Páginas: 320

De Bizâncio para o Mundo, de Colin Wells, é a fascinante narrativa de uma aventura intelectual que conduz o leitor pelos desertos da Arábia até as florestas sombrias da Rússia setentrional, pelas pitorescas cidades da Itália renascentista até os momentos finais de uma cidade milenar. Um livro único sobre o tema.

Bizâncio: sucessor da Grécia e da Roma antigas, esse magnífico império de mil anos foi a ponte entre os mundos antigo e moderno. Sem Bizâncio, as obras de Homero e Heródoto, Platão e Aristóteles, Sófocles e Ésquilo não teriam sobrevivido.

A história do Império Bizantino é repleta de ideias edificantes, de muito drama, de importantes personagens e de corajosos atos de bravura. No livro, Colin trata dos missionários, filósofos e artistas que, contra todas as probabilidades, propagaram os ideais gregos nas sociedades italiana, islâmica e eslava. Com um texto ágil e repleto de versões fascinantes dos fatos, De Bizâncio para o Mundo é uma das grandes publicações históricas sobre a passagem e a perpetuação da cultura ao longo dos séculos.





O AUTOR
C
olin Wells estudou com o eminente bizantinista Speros Vryonis Jr. na Universidade da Califórnia, Los Angeles, e é mestre em Línguas e Literaturas Grega e Romana pela Universidade de Oxford. Há mais de uma década escreve artigos sobre a história e a cultura mundiais.

Visite http://colinwellsauthor.com








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terça-feira, 16 de agosto de 2011

Lançamento - Byron apaixonado




Byron apaixonado
de Edna O´Brien
Título Original: Byron in love


Tradutor: Mauro Gama

Páginas: 296


O LIVRO
Após o sucesso de críticas do romance Dezembros Selvagens, Edna O’Brien vai mais longe em Byron Apaixonado e traça um retrato do polêmico poeta inglês e de suas paixões. Um livro fantástico e único sobre um dos mais importantes artistas de todos os tempos.

Segundo O’Brien, a ideia desta biografia surgiu após ler um livro de memórias em que a autora dizia ser o poeta a pessoa mais extraordinária e terrível que conhecera. Ao analisar George Gordon Byron, conhecido por todos como Lorde Byron, Edna prova que a aptidão para a poesia é distinta e tem pouco a ver com a vida individual de seu criador.

O poeta sempre foi rebelde e adorava propagar notícias escandalosas. Em Byron Apaixonado, a autora mostra que esse comportamento foi fundamental para suas obras, sendo, talvez, a razão de seu estilo inigualável.

Este retrato intenso e detalhado segue as paixões do último Adônis europeu. Uma narrativa impiedosa sobre um poeta na condição de rebelde — imaginativo, sem-lei e provocantemente imortal.

O PERSONAGEM
George Gordon Byron, 6º Barão Byron (Londres, 22 de janeiro de 1788 — Missolonghi, 19 de abril de 1824), melhor conhecido como Lorde Byron, foi um destacado poeta britânico e uma das figuras mais influentes do Romantismo, célebre por suas obras-primas, como Peregrinação de Child Harold e Don Juan (o último permaneceu inacabado devido à sua morte iminente). Byron é considerado como um dos maiores poetas europeus, é muito lido até os dias de hoje.

A fama de Byron não se deve somente aos seus escritos, mas também a sua vida — amplamente considerada extravagante — que inclui numerosas amantes, dívidas, separações e alegações de incesto.

Encontrou a morte em Missolonghi, onde estava lutando ao lado dos gregos pela sua independência da opressão turca. Segundo consta, a causa da morte parece ter sido uremia, complicada por febre reumática. Sua filha, Ada Lovelace, colaborou com Charles Babbage para o engenho analítico, um passo importante na história dos computadores.

A AUTORA
Edna O"Brien
nasceu em 1932, no Condado de Clare, Irlanda. Em 1959, mudou-se para Londres. Começou a carreira como poeta, passando logo à ficção. Frequentemente criticada em seu próprio país — cinco de seus romances foram banidos da Irlanda por retratar a sexualidade da mulher —, a autora conquistou público internacional: o San Francisco Chronicle a descreveu como uma “valiosa herança dos grandes antepassados da literatura irlandesa”, enquanto o Le Figaro a comparou a Faulkner. Recebeu vários prêmios literários, entre eles, o Prêmio de Ficção do Writer"s Guild por Time and Tide. Escreveu, ainda, para a televisão, cinema e teatro. É autora, pela Bertrand Brasil, de Dezembro selvagens.




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segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Lançamento - O mesmo homem




O mesmo homem
de David Lebedoff


Título Original: The same man

Tradutor: Pedro Jorgensen

Páginas: 322



O LIVRO
David Lebedoff é o premiado autor de vários livros, entre os quais Cleaning Up, sobre o caso Exxon Valdez, e The Uncivil War: How a New Elite Is Destroying Our Democracy. É formado pela Universidade de Minnesota e pela Faculdade de Direito de Harvard. Mora em Minneapolis com a mulher e os três filhos. Saiba mais em http://Um chegou ao topo da escala social, o outro escolheu viver entre miseráveis. Um era uma celebridade aos 23 anos, o outro desconhecido até quase o dia em que morreu. Um era direitista e religioso, o outro socialista e ateu. Ainda assim, como revela David Lebedoff, no cerne de suas vidas e obras, Evelyn Waugh e George Orwell foram essencialmente O Mesmo Homem.

No livro, o autor prova que Orwell, conhecido por A Revolução dos Bichos e 1984, e Waugh, por Memórias de Brideshead, tiveram mais características em comum do que conflitantes. Ambos foram moralistas convictos e condenaram por toda a vida o relativismo moral. Também disseminaram suas convicções duras sobre certo e errado e o alto comprometimento com a liberdade individual em meio a todas as tradições britânicas.

Repleto de ideias fascinantes e de vívidas cenas desses dois homens admiráveis e de sua época turbulenta, O Mesmo Homem é um excelente livro, uma obra única de biografia literária que analisa não só a obra desses dois gênios mas também suas crenças e repúdio contra, segundo eles, uma minoria brutal que dominava o mundo.


O AUTOR David Lebedoff é o premiado autor de vários livros, entre os quais Cleaning Up, sobre o caso Exxon Valdez, e The Uncivil War: How a New Elite Is Destroying Our Democracy. É formado pela Universidade de Minnesota e pela Faculdade de Direito de Harvard. Mora em Minneapolis com a mulher e os três filhos. Saiba mais em http://www.davidlebedoff.com/

A CRÍTICA


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segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Lançamento - Máfia Export


Máfia Export
Título Original: Mafia Export
Autor: Francesco Forgione
Tradutor: Karina Jannini


Páginas: 398



O LIVRO
Nos últimos anos foram lançados diversos livros sobre a máfia italiana, tanto de ficção quanto de não ficção. Destaque para Gomorra, de Roberto Saviano. Faltava, porém, um que dissecasse a presença dos criminosos e sua rede de atuação ao redor do mundo. Com Mafia Export, de Francesco Forgione, a espera acabou.

A ideia, segundo o autor, surgiu com a seguinte pergunta: diante dessa força econômica e dessa capacidade financeira, quantas necessidades, quantos interesses e quantas classes sociais vivem, se alimentam ou enriquecem graças à presença e às atividades das máfias?

O livro traz histórias que dão uma ideia vívida e real de um fenômeno que já se tornou estrutural. Complementado com mapas da difusão das máfias italianas no mundo e das rotas das drogas, mostra o deslocamento das famílias por todos os continentes do planeta.

Forgione prova que o faturamento anual da ’ndrangheta, da Cosa Nostra e da camorra é de cerca de 130 bilhões de euros, sendo superior ao PIB de três pequenos países europeus, e considerando-se que quase 10% da população ativa no sul da Itália trabalha na “indústria mafiosa” —, não há como não se espantar.

“Uma espécie de atlas geocriminal do único produto Made in Italy que não conhece crises, mas que nas crises econômicas e sociais e em todas as grandes passagens de época do velho e do novo século teve a capacidade de se renovar, de criar e de afirmar novas marcas, de conquistar novos territórios e novos mercados.” (p. 41)

No Brasil, tem-se a ‘ndranguetta no Rio de Janeiro, em Brasília e em Fortaleza. Já a camorra e a Cosa Nostra estão estabelecidas somente na cidade fluminense.

O AUTOR
Francesco Forgione tem 49 anos, é calabrês e foi presidente da Comissão Parlamentar Antimáfia de novembro de 2006 até a dissolução antecipada das Câmaras, em fevereiro de 2008. A partir de 1996, por duas legislaturas, foi deputado e líder do grupo parlamentar de Renovação Comunista na Assembleia Regional Siciliana, além de membro da Comissão Regional Antimáfia e da Comissão para a Transparência na Administração Pública. Foi responsável nacional do Partido da Renovação Comunista (PRC) pelos problemas do sul da Itália e pela luta contra a máfia. Desde setembro de 2008, leciona História e Sociologia das Organizações Criminosas na Università degli Studi de L’Aquila.

Como jornalista, publicou, com Paolo Mondani, Oltre la Cupola. Massoneria, mafia e politica (1994), Amici come prima. Storie di mafia e politica nella Seconda Repubblica (2004), e ’Ndrangheta. Boss luoghi e affari della mafia più potente al mondo. La relazione della Commissione Parlamentare Antimafia (2008). Esta última obra foi traduzida em diversos países.

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Lançamento -Imperdível - Confissões de um publicitário


Confissões de um publicitário
Título Original: Confessions of an advertising man
Autor: David Ogilvy
Tradutor: Luiz Augusto Cama



Páginas: 268


O LIVRO
A Bertrand Brasil relança, depois de anos fora de catálogo, o aguardado Confissões de um Publicitário, de David Ogilvy. O livro, com capa inédita, tem texto atualizado e revisado segundo o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa.

Trata-se de um dos legados mais sólidos e permanentes deixados por seu autor para o ofício e para o negócio da comunicação e do marketing. E essa herança não se recebe apenas em tais atividades, mas também nos campos e nas disciplinas que concernem ao administrador, ao empresário, ao sociólogo, enfim, ao ser humano interessado.

Confissões de um Publicitário é a peça escrita que nos permite comprovar e aproveitar as ideias de um gênio na teoria e na prática.



O AUTOR David MacKenzie Ogilvy (23 de junho de 1911 – 21 de julho de 1999) foi um publicitário fundador da Ogilvy & Mather.

Educado no Fettes College, Edinburgh, e no Christ Church, Oxford. Iniciou sua carreia como um aprendiz de Chef na cozinha do Hotel Majestic em Paris. Saiu de lá para ser um vendedor de fornos de cozinha na Escócia.Posteriormente, embarcou para ser o Diretor Associado do instituto de pesquisa, ``Dr.George Gallup`s Audience Research Institute`` em Princeton. Durante a segunda guerra mundial, David estava na esquipe de de Sir William Stephesons na instituição britânica de coordenação de segurança . Após a guerra, ele abriu uma das mais famosas agências do mundo, a Ogilvy&Mather.


Fez sucesso com campanhas para a Rolls Royce, Schweppes, Shell, além de campanhas para desenvolver o turismo nos Estados Unidos, Inglaterra e Porto Rico. Escreveu dois que foram livros bestseller's internacionais sobre táticas e técnicas de Publicidade e Propaganda; ``Confessions of an Advertising Man`` (1963) e ``Ogilvy on Advertising`` (1983).

Famoso pelas frases ,contidas em seus livros, que demonstram sua filosofia sobre a publicidade e propaganda:

I run the risk of being denounced by the idiots who hold that any advertising technique which has been in use for more than two years is ipso facto obsolete.

I do not regard advertising as a as entertainment or an art form, but as a medium of information. When I write an advertisement , I don`t want you to tell me that you find it ``creative``. I want you to find it so interesting that you buy the product.

Pay peanuts and you get Monkeys.

The consumer is not a moron. She is your wife. Don`t insult her intelligence.

Never run an Advertisement you would not want your own family to see.

Once a salesman , always a salesman.



CONHEÇA MAIS
David Ogilvy interviewed by John Crichton in 1977. Realized by the American Association of Advertising Agencies AAAA. David is seen as the "pope of advertising". This is the complete interview version.









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terça-feira, 26 de julho de 2011

Lançamento -Rompendo o silêncio Título Original: Overcoming Speechlessness de Alice Walker




Rompendo o silêncio
Título Original: Overcoming Speechlessness
de Alice Walker

Tradutor: Ana Resende

Páginas: 112


O LIVRO
Engajada com Martin Luther King no Movimento pelos Direito Cívicos, militante feminista, Alice Walker continua a lutar incansavelmente pelos direitos das mulheres, em particular contra as mutilações que lhes são impostas. Trinta anos depois de denunciar a opressão racial e sexual das negras americanas, publica Rompendo o silêncio, em que descreve, de forma comovente, suas impressões colhidas durante viagens aos umbrais dos infernos: a Ruanda e ao Congo, em 2006, convidada pela organização Women for Women International, para se encontrar com sobreviventes do genocídio ocorrido nesses países; e, em 2009, por iniciativa do grupo pacifista CODEPINK, à Palestina e a Israel.

Nessas regiões assoladas por conflitos políticos, e guerras insanas, ela coletou história de gente simples, homens e mulheres que tiveram seu cotidiano tranqüilo atingido por banhos de sangue, confrontando-se, desse modo, com o indizível, o inenarrável. De volta aos Estados Unidos, Alice buscou uma forma de contar essas histórias para que outras pessoas pudessem alimentar o espírito crítico diante das “informações” veiculadas pelas mídias – ou, ainda melhor, pudessem aceder a esse conhecimento e, talvez, mudar a atitude diante do mundo aderindo a um viés pacifista e humanitário.


A AUTORA
Alice Malsenior Walker (Eatonton, Georgia, 9 de fevereiro de 1944) é uma escritora estado-unidense e feminista.

Filha de agricultores, ela perdeu a visão de um dos olhos aos 8 anos de idade, num acidente. Graças à sua dedicação, Alice Walker conseguiu sucessivas bolsas de estudos, graduando-se em artes pelo Sarah Lawrence College, em 1965. Walker iniciou sua carreira de escritora com Once, um volume de poesias, e alcançou fama mundial com A Cor Púrpura.

O romance A Cor Púrpura foi premiado com o Prémio Pulitzer, e deu origem a um dos mais belos filmes de Steven Spielberg, com a atriz Whoopi Goldberg no papel principal. Na obra, a personagem escreve cartas a Deus e à irmã desaparecida. Com sensibilidade e talento, Walker mostra representações de uma mulher negra sulista quase analfabeta, que vive em uma realidade dura de pobreza, opressão e desamor.

A autora escreveu também o livro De amor de desespero, uma obra composta pelas vozes de várias mulheres negras do sul dos EUA. O livro é uma coletânea de vários contos, nos quais conhecemos mulheres diferentes com seus temores, desafios e sonhos. No Brasil, o livro foi lançado pela editora Rocco.

Walker sempre foi uma ativista pelos direitos dos negros e das mulheres, destacando-se na luta contra o apartheid e contra a mutilação genital feminina em países africanos.

Em 1984, fundou sua própria editora, a Wild Trees Press.

Na década de 1990, manteve um relacionamento amoroso com Tracy Chapman.



BIBLIOGRAFIA

Romances e contos

The Third Life of Grange Copeland (1970)
Everyday Use (1973)
In Love and Trouble: Stories of Black Women (1973)
Meridian (1976)
The Color Purple (1982)
You Can't Keep a Good Woman Down: Stories (1982)
Beauty: When the Other Dancer Is the Self (1983)
To Hell With Dying (1988)
The Temple of My Familiar (1989)
Finding the Green Stone (1991)
Possessing the Secret of Joy (1992)
The Complete Stories (1994)
By The Light of My Father's Smile (1998)
The Way Forward Is with a Broken Heart (2000)
Now Is The Time to Open Your Heart (2005)

Poesia

Once (1968)
Revolutionary Petunias & Other Poems (1973)
Good Night, Willie Lee, I'll See You in the Morning (1979)
Horses Make a Landscape Look More Beautiful (1985)
Her Blue Body Everything We Know: Earthling Poems (1991)
Absolute Trust in the Goodness of the Earth (2003)
A Poem Traveled Down My Arm: Poems And Drawings (2003)
Collected Poems (2005)

Não-ficção

In Search of Our Mothers' Gardens: Womanist Prose (1983)
Living by the Word (1988)
Warrior Marks (1993)
The Same River Twice: Honoring the Difficult (1996)
Anything We Love Can Be Saved: A Writer's Activism (1997)
Go Girl!: The Black Woman's Book of Travel and Adventure (1997)
Pema Chodron and Alice Walker in Conversation (1999)
Sent By Earth: A Message from the Grandmother Spirit After the Bombing of the World Trade Center and Pentagon (2001)
Women
We Are the Ones We Have Been Waiting For (2006)
Mississippi Winter IV


Alice WAlker fala sobre OBAMA


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quarta-feira, 20 de julho de 2011

Lançamento Os 100 maiores líderes militares da história




Os 100 maiores líderes militares da história
de Nigel Cawthorne





Coleção 100

416














A guerra é descrita por historiadores como a segunda ocupação favorita da humanidade e, sem dúvida, tem um papel fundamental na história do mundo. De Leônidas de Esparta, o herói condenado da batalha das Termópilas, em 480 a.C., até Colin Powell, o estrategista da Guerra do Golfo, de 1990, os maiores líderes militares da História têm aqui o seu perfil traçado e suas batalhas mais importantes analisadas. Quer seja defendendo suas terras ou conquistando as de outros, os líderes, cujo perfil foi traçado, representam o máximo em genialidade militar. Alguns dos líderes militares selecionados são: Aníbal, Júlio César, Átila, El Cid, Oliver Cromwell, Carlos Stuart, Napoleão Bonaparte, George Washington e Mao Tsé-tung.

No livro, Nigel Cawthorne leva em consideração a tradição da Coleção Os 100 mais e apresenta as biografias dessas autoridades em ordem cronológica, todas acompanhadas de fotos ou ilustrações.

O AUTOR

Nigel Cawthorne (27 de março de 1951) é um escritor inglês de livros de ficção e não ficção, e editor.

Já escreveu cerca de oitenta livros a respeito dos maios variados assuntos. Colaborou com os jornais The Guardian, Daily Telegraph, Daily Mail e The New York Times.