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sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

Museu da Gravura oferece cursos de férias




O Museu da Gravura Cidade de Curitiba está com inscrições abertas para cursos de férias em janeiro. Serão ofertados os cursos de linoleogravura, litografia, xilogravura, gravura em metal e uma oficina teórico-prática sobre gravura. As oficinas especiais de férias acontecem de 9 de janeiro a 11 de fevereiro. Informações e inscrições pelos telefones (41) 3321-3360 ou 3321-3367.
Um dos cursos oferecidos é o de linoleogravura na técnica “Matriz Perdida” ou “Técnica Picasso”. O curso será realizado de 9 a 25 de janeiro, às segundas e quartas-feiras, das 14h às 17h. A técnica foi desenvolvida por Picasso em 1958, devido às dificuldades que enfrentou quando decidiu imprimir uma linoleogravura colorida com várias matrizes, uma para cada cor. Nesta técnica o artista imprime cada cor por sua vez e assim por diante, cavando a cada nova impressão.  No final, terá uma gravura colorida mas a matriz já não pode ser reaproveitada, devido aos vários cortes que sofreu.
Com orientação da artista Everly Giller, o curso tem o objetivo de ampliar o conhecimento sobre a arte da gravura e mais especificamente da linoleogravura, assim como orientar o aluno na realização de cada etapa, colaborando assim para que desenvolva seu potencial artístico. O curso aborda a história da linoleogravura, o processo de criação da imagem, as técnicas da linoleogravura artística (noções básicas em preto/branco e cor, texturas, linhas, volume e sombras), o processo de gravação e impressão, as convenções de numeração, titulação e assinatura.
       O curso de Técnicas de Litografia Artística será de 9 a 27 de janeiro, às segundas, quartas e sextas-feiras, das 14h às 17h. Com orientação de Stely Marchesini, a oficina apresenta as técnicas “maneira negra” e “transferência de imagens”. O artista Vinícius Buzzatto orienta, no mesmo período, as oficinas de xilogravura e gravura em metal (nas técnicas água-forte e água-tinta). De 14 de janeiro a 11 de fevereiro, aos sábados, será realizada a oficina teórico-prática “Conteúdo em busca do contexto”, com Maikel da Maia.
        
                        Confira informações sobre as oficinas de gravura:

LINOLEOGRAVURA TÉCNICA PICASSO com EVERLY GILLER
9 a 25 de janeiro
Horário: das 14h às 17h
Dias da semana: segundas e quartas-feiras
Valor: R$ 100,00
Material: Matriz de neolite (3 a 5 placas 30 x 40 cm); Goivas Speedball para linoleogravura; Papel sulfite e papel Canson; Lápis 6B; Giz de cera colorido; Avental; Querosene, estopa, luva de borracha e jornal.

TÉCNICAS DE LITOGRAFIA ARTÍSTICA com STELY MARCHESINI
MANEIRA NEGRA e TRANSFERÊNCIA DE IMAGEM
9 a 27 de janeiro
Horário: das 14h às 17h
Dias da semana: segundas, quartas e sextas-feiras
Valor: R$ 140,00

XILOGRAVURA com VINICIÚS BUZZATTO
9 a 27 de janeiro
Horário: das 9h30 às 12h
Dias da semana: de segundas, quartas e sextas-feiras
Valor: R$ 140,00

GRAVURA EM METAL com VINICIÚS BUZZATTO
ÁGUA-FORTE e ÁGUA-TINTA
9 a 27 de janeiro
Horário: das 14h às 17h
Dias da semana: segundas, quartas e sextas-feiras
Valor: R$ 150,00
Material: Papel para impressão

CONTEÚDO EM BUSCA DO CONTEXTO com MAIKEL DA MAIA
(Oficina teórico-prática)
14 de janeiro a 11 de fevereiro
Horário: das 15h às 19h
Dias da semana: sábados
Valor: R$100,00

Serviço:
Curso de férias do Museu da Gravura
Local: Ateliês do Museu da Gravura Cidade de Curitiba – Solar do Barão (R. Carlos Cavalcanti, 533)
Informações: (41) 3321-3360 e 3321-3367

quinta-feira, 24 de novembro de 2016

Novas exposições entram em cartaz no Museu da Gravura

 
 

            O Museu da Gravura Cidade de Curitiba recebe novas exposições a partir desta quinta-feira (24). Juliane Fuganti, Dulce Osinski, Ricardo Carneiro, Everly Giller, Maya Weishof, Eduardo Cardoso Amato, Viniciús Buzzatto, Miriam Fischer e mais os artistas vencedores do 6º Prêmio Ibema apresentam suas novas produções na linguagem da gravura. Confira:
 
6º pRÊMIO IBEMA DE GRAVURA
Coletiva de artistas selecionados e premiados
Apresentação do resultado da sexta edição do Salão Ibema de Gravura. O concurso, maior do gênero promovido pela iniciativa privada no país, traz para a exposição os 20 artistas selecionados e premiados.
 
PARA CIMA DO CHÃO HÁ O INVISÍVEL
Artistas: Maya Weishof e Eduardo Cardoso Amato
Os artistas Maya Weishof e Eduardo Cardoso Amato partem da linguagem da gravura para localizar discussões relativas à noção de território – conceito norteador de suas poéticas para essa mostra em especial. Essa prática gráfica é aliada ao auxílio de produção de Elisa Cordeiro, e do pensamento curatorial de Isadora Mattiolli.
 
FUGANTI OSINSKI CARNEIRO GILLER
Artistas:  Juliane Fuganti, Dulce Osinski, Ricardo Carneiro e Everly Giller
A mostra reúne quatro artistas gravadores que têm em comum, além da amizade de longa data, o fato de terem dado seus primeiros passos em gravura nas oficinas do Solar do Barão. Com temáticas e poéticas distintas, esses artistas seguiram em suas trajetórias artísticas, nas quais a gravura, sempre presente, muitas vezes dividiu espaço com a pintura, o desenho, a fotografia ou mesmo a cerâmica. Mais uma vez reunidos no Museu da Gravura, os artistas retomam o ato de enfrentar uma matriz, num projeto comum que se apresenta hoje como um desafio para diálogos que se materializam em relações de similaridade, complementaridade ou contraste.
 
A PROFUNDIDADE DA DISTÂNCIA
Artista: Viniciús Buzzatto
Gravuras em metal do ciclo “a profundidade da distância”. Do artista: "precisamos tornar ao imo e entender a imensidão que nos aprofunda".
 
FOLIANDO
Artista: Miriam Fischer
O trabalho parte do olhar a natureza tendo como elemento propulsor a paisagem e suas sensações. Percebendo como se a natureza dançasse em alguns momentos, a mostra tem o nome “Foliando”. As experimentações são desenvolvidas com sobreposição de linha camada por camada, surgindo uma variedade de cores com um novo imaginário das sensações presentes na natureza. 
 
Serviço:
Novas exposições do Museu da Gravura Cidade de Curitiba
Local: Museu da Gravura – Solar do Barão – R. Carlos Cavalcanti, 533
Datas e horários: de 24 de novembro de 2016 (abertura às 19h) a 26 de fevereiro de 2017. De terça a sexta-feira, das 9h às 12h e das 13h às 18; sábados e domingos, das 12h às 18h
Entrada franca

quarta-feira, 17 de agosto de 2016

Novas exposições ocupam o Museu da Gravura a partir desta semana


O Museu da Gravura Cidade de Curitiba recebe novas exposições a partir desta quinta-feira (18). As salas do Museu, localizado no Solar do Barão, vão abrigar duas exposições coletivas, duas individuais e uma de obras do acervo. Ao todo, o público poderá conferir os trabalhos de mais de 20 artistas, entre os quais alunos e frequentadores dos ateliês de gravura da Fundação Cultural de Curitiba.

As exposições individuais são de Diego Bachmann e Elaine Stankiewich. Na mostra “Fragmentos Remodelados”, Diego reúne obras das séries “Fragmentos”, onde parte de casas são impressas, revelando a marca do tempo, e “Remodelados”, sobre peças de mobiliário, sua desconstrução e reconstrução, aplicando um novo significado para o objeto. As obras em xilogravura contemplam a produção dos últimos dois anos.

Com tema “Paisagem-Lugar” e uma poética de paisagens, Elaine apresenta trabalhos em litogravuras com desdobramentos em outras linguagens. A série corresponde ao período de 2014 a 2016. A mostra traz questões sobre práticas de espaço, lugar e paisagem, incluindo fragmentos de espaços, falésias e o encontro com lugares desfeitos e peças fragmentadas.

Cezar Siqueira, Jéssica Luz, Lui Zuccherelli, Toni Graton e Vinícius Buzzato estão juntos na mostra “Gravura Indireta”. Os artistas transitam entre várias técnicas na busca de objetivar elementos de sua subjetividade e expressão. É visível um interesse de grande parte do grupo na exploração da gravura em metal, mas a exposição é formada por trabalhos que discutem direta ou indiretamente questões do desenho, da metalinguagem e da imagem gravada no contexto contemporâneo.

Outra coletiva reúne trabalhos produzidos nos ateliês de Litografia, Xilografia, Serigrafia e Gravura em Metal do Museu da Gravura Cidade de Curitiba. Do acervo do museu foram selecionadas gravuras de Gilda Belczak para expor ao público a produção dessa jovem artista (1944-1969), que faleceu precocemente, depois de despontar como um dos grandes talentos dos antigos Salões Paranaenses. Gilda Belczak dá nome a uma das salas de exposição do Museu da Gravura.

Serviço:

Novas exposições do Museu da Gravura Cidade de Curitiba

“Fragmentos Remodelados”, de Diego Bachmann

“Paisagem-Lugar”, de Elaine Stankiewich

“Gravura Indireta”, de Cezar Siqueira, Jéssica Luz, Lui Zuccherelli, Toni Graton e Vinícius Buzzato

“Ateliês do Museu da Gravura”, de alunos e artistas frequentadores dos ateliês

“Uma jovem artista”, de obras de Gilda Belczak pertencentes ao acervo

Abertura: 18 de agosto 2016 (quinta-feira), às 19h

Datas e horários: de 18 de agosto a 13 de novembro de 2016. De terça a sexta-feira, das 9h às 12h e das 13h às 18h. Sábados, domingos e feriados, das 12h às 18h.

Entrada franca.

quinta-feira, 10 de março de 2016

Museu da Gravura inaugura novas exposições


            A gravura em suas diferentes técnicas é o destaque das mostras individuais e coletivas que serão inauguradas nesta quinta-feira (10), às 19h, no Museu da Gravura Cidade de Curitiba. Os artistas Larissa Franco e Valdir Francisco apresentam as séries “Ornamento” e “Percurso”, que reúnem suas produções mais recentes. O Museu resgata do seu acervo e expõe o álbum de xilogravuras “Bugreiro”, de Elvo Benito Damo. Os artistas que freqüentam os ateliês do Solar do Barão também expõem seus trabalhos numa coletiva, na sala da Loja da Gravura.  
            Na exposição “Ornamento”, Larissa Franco apresenta duas séries de gravuras produzidas recentemente em que predominam a ornamentação e a escritura em torno do sagrado. Na primeira série, de caráter sacro, o arabesco surge como representação de uma escritura na ornamentação árabe, como forma de beleza e interpretação poética do texto do Corão. A segunda série de gravuras, denominada “Série d´água”, apresenta uma releitura da ornamentação art nouveau, numa abordagem formal na qual os motivos florais e orgânicos sãorepresentados como índices de um retorno à natureza.
“Nestas obras há um intervalo que se poderia chamar de “profano”, em comparação à primeira série, para prestar uma homenagem aos mestres litógrafos do final do século XIX. Aqui a gravura adquire uma linguagem artística que se apropria do modo da estampa e da arte, das formas antigas de ilustração, com a presença da linha fluída e do uso de tons violáceos, púrpuras e azuis”, explica a artista.

            Universo da seda - A exposição “Percurso” é um retrato do caminho percorrido por Valdir Francisco através de gravuras e objetos tridimensionais. Em suas obras, o artista constrói tramas simbólicas que combinam materiais e técnicas e se inspiram no universo da seda. Apesar de não ter passado por uma educação formal em Artes, ele frequentou alguns dos mais importantes ateliês e cursos de arte de Curitiba e recebeu orientação dos melhores profissionais desta área na cidade.
Devido a situações familiares e sua antiga atuação na área financeira, viajou muito pelo Paraná e nas suas estadas na região do Vale da Seda tornou-se interessado pela transparência e estrutura do casulo do bicho-da-seda. Suas séries claramente demonstram o estudo quase exaustivo das potencialidades de representação desse seu tema central. Em suas obras ele utiliza fios e tecidos de seda.
O álbum “Bugreiro”, de Elvo Benito Damo, foi publicado em 1979 com Reynaldo Jardim. É composto de 18 xilogravuras assinadas e numeradas que estão no acervo do Museu da Gravura. O tema é voltado para o problema das minorias indígenas, com sentido duplamente social: filiar-se ao expressionismo latino-americano, colocando a obra de arte ao alcance do público, e defender a causa indígena.
Desenhista, gravador, escultor e professor, Elvo Damo é um dos grandes artistas paranaenses, com uma carreira expressiva –  inúmeras exposições individuais e coletivas, participação em salões e mostras no Brasil e exterior, e várias premiações. Muitas de suas obras estão em espaços públicos de Curitiba, como o “Rio de Pinhões” no Memorail de Curitiba e a escultura do Cacique Tindiquera, no Parque Tingüi. 

            Serviço:
            Novas exposições do Museu da Gravura Cidade de Curitiba
            “Ornamento”, de Larissa Franco
            “Percurso”, de Valdir Francisco
            “Gravuras do Acervo do MGCC – Álbum Bugreiro”, de Elvo Benito Damo
            “Gravura”, mostra coletiva
            Local: Museu da Gravura Cidade de Curitiba – Solar do Barão (R. Carlos Cavalcanti, 533)
            Datas e horários: De 10 de março (abertura às 19h) a 31 de julho de 2016, de terça a sexta-feira, das 9h às 12h e das 13h às 18h. Sábados, domingos e feriados, das 12h às 18h.
            Entrada franca

terça-feira, 8 de março de 2016

Museu da Gravura recebe inscrições para oficinas permanentes



O Museu da Gravura Cidade de Curitiba – Solar do Barão promove de março a junho cursos de xilogravura, serigrafia, litografia, desenhos de observação e um workshop de conservação e restauração. As inscrições estarão abertas a partir do dia 7 de março. 
Inscrições e informações podem ser obtidas na secretaria de cursos do Museu da Gravura – Solar do Barão (R. Carlos Cavalcanti, 533), pelos telefones (41) 3321-3360/3367,  Confira mais informações sobre os cursos:

OFICINAS PERMANENTES

ATELIER DE LITOGRAFIA 
TÉCNICAS DE LITOGRAFIA ARTÍSTICA
Orientadora:Stely Marchesini
Dias e horários:
• de segunda a quinta-feira, das 9h às 11h30
Faixa etária: acima de 18 anos
Valor: R$ 70,00 (duas vezes por semana), 
R$ 140,00 (quatro vezes por semana)

LITOGRAFIA E SEUS PROCESSOS PARA PRODUÇÃO DE IMAGENS
Orientadora: Maria Lucia de Julio
Dias e horários:
• de segunda a quinta-feira, das 14h às 18h
Faixa etária: acima de 18 anos
Valor: R$ 70,00 (duas vezes por semana), 
R$ 140,00 (quatro vezes por semana)

XILOGRAVURA

Orientador: Nelson Hohmann
Dias e horários: 
• segundas e quintas das 9h às 11h30
• Terças e sextas das 14h às 17h
Faixa etária: acima de 18 anos
Valor: R$ 70,00

XILOGRAVURA
Orientador: Diego Bachmann
Dias e horários: 
• terças e sextas das 9h às 11h30
• Segundas e quintas das 14h às 17h
Faixa etária: acima de 18 anos
Valor: R$ 70,00
XILOGRAVURAOrientador: Andreia Las
Dias e horários: 
• terças e quintas das 19h às 21h30
Faixa etária: acima de 18 anos
Valor: R$ 70,00

SERIGRAFIAOrientador: Nelson Hohmann
Dias e horários:
• terças e sextas das 9h às 11h30
• Segundas e quintas das 14h às 17h
Faixa etária: acima de 18 anos
Valor: R$ 70,00
GRAVURA EM METALOrientadora: Andreia Las
Dias e horários: 
• Segundas e quartas das 9h30 às11h30
• Segundas e quartas das 14h30 às 17h
• Segundas, quartas e sextas das 19h às 21h30
Faixa etária: acima de 18 anos 
Valor: R$ 70,00
GRAVURA EM METAL – o processo
Orientador: Jozé Roberto
Dias e horários:
• terças e quintas das 19h às 21h30
• Sábados das 14h às 17h
Faixa etária: acima de 18 anos
Valor:R$ 70,00
GRAVURA EM METAL
Orientador: Vinicius Buzzatto
Dias e horários:
• terças e quintas das 9h às 11h30
Faixa etária: acima de 18 anos
Valor: R$ 70,00

DESENHO DE OBSERVAÇÃO I
Orientador: Vinicius Buzzatto
Dias e horários:
• terças e quintas das 19h às 21h30
Faixa etária: acima de 16 anos
Valor: R$ 80,00

DESENHO DE OBSERVAÇÃO II
Orientadora: Kátia Weber
Dias e horários: 
• segundas e quartas das 14h às 17h
Faixa etária: acima de 16 anos
Valor: R$ 80,00

ESCRITOS DE Lygia Clark – uma poética das proposiçõesOrientadora: Elaine Stankiewich
Dias e horários:
• três encontros de duas horas – 14, 16 e 18 de março – das 19h às 21h.
Faixa etária: acima de 18 anos
Valor:R$ 70,00

CONVERSAS – Investigações artísticas
Mediadora: Elaine Stankiewich
Dias e horários: 
• encontros quinzenais – início 23 de março – 18h às 21h
Faixa etária: acima de 18 anos
Valor: R$ 20,00

WORKSHOP DE CONSERVAÇÃO E RESTAURAÇÃO
Orientador: Diego Bachmann
Dias e horários: 
• encontros únicos pré-agendados sempre às quartas-feiras das 9h às 12h e das 14h às 18h (7h/aula)
Faixa etária: acima de 18 anos
Valor: R$ 100,00 (um dia inteiro de curso)
SERIGRAFIAOrientador: Silvio Rodolfo
Dias e horários:
• de segunda a quinta das 19h às 21h30
Faixa etária: acima de 18 anos
Valor: R$ 90,00 (duas vezes por semana)
R$ 120,00 (três vezes por semana)

 MUSEU DA GRAVURA CIDADE DE CURITIBA
Rua Pres. Carlos Cavalcanti, 533
Curitiba – PR

sexta-feira, 4 de março de 2016

Exposição conta história dos quadrinhos curitibanos através de seus personagens


A cronologia das histórias em quadrinhos da cidade por meio de seus personagens está na exposição “Fabulosa Galeria de Personagens dos Quadrinhos de Curitiba”, que abre na próxima sexta-feira (4), às 19h, na Sala Lápis do Museu da Gravura, no Solar do Barão. Com curadoria de Fulvio Pacheco, a mostra em formato de álbum de figurinhas tem entrada gratuita e fica em cartaz até o dia 1º de maio.

A galeria inicia com o Chico Fumaça de 1926 de autoria de Alceu Chichorro, passando por personagens como o Homem Relâmpago, do Poty Lazarotto, Maria Erótica, de Claudio Seto, Smilinguido, da Marcia D´Haese, Marcozinho, do Tako X, Loira Fantasma, do Fulvio Pacheco, Curitibinha, do Marcos Vaz, Amely, da Pryscila Vieira, Barão do Serro Azul, do Marcelo Lopez, Malu, do José Aguiar e vários outros, totalizando 65 personagens.
De acordo com Pacheco, a exposição pretende mostrar que existe uma cronologia de quadrinhos consistente em Curitiba e de considerável volume. "A tradição da cidade quanto aos quadrinhos é conhecida em todo país, com méritos como a Grafipar, editora responsável pela maior produção de quadrinhos vista fora do eixo Rio-São Paulo, a primeira Gibiteca do Brasil e a Gibicon ", lembra Pacheco.
A ideia do álbum surgiu com a Monografia “A História da Gibiteca e dos Quadrinhos em Curitiba” editada em 2006 por Fulvio como trabalho de conclusão de curso da Faculdade de Artes do Paraná. O artigo está à disposição para consulta na Gibiteca de Curitiba.

SERVIÇO:
Exposição “Fabulosa Galeria de Personagens dos Quadrinhos de Curitiba”
Local: Sala Lápis, Museu da Gravura da Cidade de Curitiba – Solar do Barão
Data e horário: Abertura dia 4 de março de 2016 (sexta-feira), às 19h. Visitação: 5 de março a 1º de maio, das 9h às 12h e 14h às 18h (terça a sexta-feira) e das 12h às 18h (sábado e domingo)
Entrada gratuita

quinta-feira, 2 de maio de 2013

Pioneira da ciberarte no Brasil palestra no Museu da Gravura




O crescente uso de tecnologias desperta diferentes sentimentos por todo o tipo de parafernália eletrônica. Uma mescla de medo e fascinação, afeto, relações políticas e sociais que criam um vínculo entre homens e máquinas. Essas questões, as principais pesquisas de ponta da atualidade da ciberarte e a história da arte robótica serão alguns dos temas da palestra da artista e pesquisadora Diana Domingues que acontece, no dia 3 de maio, no Museu da Gravura da Cidade de Curitiba. O evento faz parte da contrapartida da exposição “Ensina-me a Te Amar”, do artista Jack Holmer, que foi selecionada pelo Edital de Ocupação de Espaços de Exposições dos Museus da Fundação Cultural.

Pioneira da ciberarte no Brasil e uma das maiores autoridades sobre o assunto no mundo, Diana Domingues tem como linhas de pesquisa a arte e as novas mídias, ciberarte, interfaces e interatividade, criações litográficas híbridas, cibercultura e meios digitais, arte e tecnociência. Em Curitiba, a Fundadora e Diretora do Laboratório de Pesquisa em Arte e TecnoCiência – LART traçará um paralelo entre o trabalho desenvolvido por Jack Holmer e as relevantes produções da ciberarte da atualidade e se aprofundará em temas como a expansão sensorial e perceptiva por dispositivos de interação, comportamento evolutivo e software art.

Sobre a exposição – Aberta ao público até o dia 19 de maio, a mostra “Ensina-me a Te Amar” é dividida em três salas e tem como principal trabalho dois robôs desenvolvidos por Jack que têm a capacidade de retribuir o carinho que recebem a partir de estímulos de som, luz e toque. A exposição também é formada por duas instalações interativas. A obra “Seres de Luz” é composta por um painel com centenas de Tamagochis que podem ser acionados pelo público. Usando conceitos de biologia, a obra “Planetárias” reproduz a genética das planárias e simula o ciclo reprodutivo desses vermes. Os quatro monitores instalados na sala funcionam como aquários, e o público presente poderá participar do processo de reprodução dos seres virtuais alimentando as diferentes planárias com simples comando de um mouse.

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Evento -Museu da Gravura faz homenagem a Goeldi e abre novas exposições


A Fundação Cultural de Curitiba inaugura novas exposições nesta terça-feira (7), tendo como um dos destaques a homenagem ao artista Oswaldo Goeldi. A exposição, no Museu da Gravura Cidade de Curitiba, marca os 50 anos de morte de um dos principais representantes da arte da gravura no Brasil. Também serão inauguradas as mostras individuais de Hélio Fervenza, Rômolo, Newton Goto e Loizel Guimarães.

Ao lado das xilogravuras de Goeldi, estarão expostos trabalhos de artistas que adotaram a mesma técnica: Lívio Abramo, Poty Lazzarotto, Fernando Calderari, Raul Cruz, Cláudio Mubarac, Abraão Debrito, Rettamozo, Jayro Schmidt e Regina Owlweiller. O projeto de homenagem ao artista inclui a concessão de bolsas-ateliê a dez artistas que queiram desenvolver práticas de xilogravura no ateliê do Museu, com o apoio técnico de seus instrutores. O período de vigência das bolsas é de agosto a novembro, finalizando com uma exposição dos trabalhos realizados. O Centro de Documentação e Pesquisa colocará ainda à disposição do público, para consulta, uma série de publicações sobre a obra de Oswaldo Goeldi.

O artista Newton Goto, que concorreu e foi selecionado no edital de ocupação de espaços expositivos da Fundação Cultural, abre a exposição “Coisa Pública”, abrangendo parte de sua produção anterior e obras recentes. Em “Mar e Terra”, Loizel Guimarães apresenta uma única grande xilogravura, com 2,75m x 1,30m de dimensão. Na segmento das histórias em quadrinhos, o artista gráfico Rômolo reúne desenhos, pinturas e publicações na Gibiteca de Curitiba.



Memorar - Hélio Fervenza, artista gaúcho, preparou a exposição “Memorar”, uma síntese do estado atual da sua produção artística, que diz respeito às noções de lugar e espaço, e ao modo como uma determinada proposta artística se relaciona com a apresentação dentro de um espaço expositivo. Para o Museu da Gravura, o artista elaborou um projeto inédito, especialmente concebido para algumas salas situadas no edifício mais antigo do Solar do Barão.

A exposição é constituída de uma instalação, na qual será utilizada repetidamente a palavra Esqueci escrita em diferentes fontes tipográficas e que correspondem a diversos períodos históricos (Garamond, Futura etc.). Cada palavra assim escrita será perspectivada e alterada visualmente, e depois recortada em vinil adesivo em cores próximas às existentes na antiga arquitetura das salas do Museu, e em tamanhos diversos, que medirão entre 10 cm e 1 m de largura. Busca-se uma interação com o espaço de exposição do Museu da Gravura, no Solar do Barão, tanto no que diz respeito a sua arquitetura (paredes, piso etc), quanto no que se refere aos aspectos conotativos e simbólicos.

A convite de Hélio Fervenza, a exposição terá a participação especial de duas artistas cujos trabalhos dialogam com a proposta. O primeiro é a projeção do vídeo de Maria Ivone dos Santos, intitulado Três Questões. O segundo trabalho é o projeto Senha, de Didonet Thomaz.



Serviço:

Projeto Goeldi e individuais de Hélio Fervenza, Newton Goto, Rômolo e Loizel Guimarães.

Local: Museu da Gravura Cidade de Curitiba – Solar do Barão (Rua Carlos Cavalcanti, 533- Centro)

Data: de 7 de junho a 21 de agosto de 2011.

Horário: de terça a sexta-feira, das 9h às 12h e das 13h às 18h; sábados, domingos e feriados, das 12h às 18h

Entrada franca

Informações: (41) 3321-3269