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segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Crescendo com os Sex Pistols - Precisa-se de Sangue Novo de Alan G. Parker e Mick O’Shea


Crescendo com os Sex Pistols - Precisa-se de Sangue Novo
de Alan G. Parker e Mick O’Shea


Páginas: 360



O LIVRO
Você pensa que sabe a história dos Sex Pistols? Pense melhor... Crescendo com os Sex Pistols mapeia não apenas a formação da banda, os primeiros shows e a ruptura, mas trata dos seus inúmeros reencontros e da atual situação dos seus membros. Há muitas fotos raras e inéditas até agora, além de objetos ligados ao grupo difíceis de se encontrar. Tudo isso torna este livro único e fascinante. Os Sex Pistols eram o “sangue novo” que Malcolm McLaren precisava para satisfazer suas ambições artísticas e financeiras. Aqui você encontra a história real deles. Nesta obra, os autores Alan G. Parker e Mick O’Shea, autênticos seguidores dos Sex Pistols, reúnem uma pesquisa minuciosa, entrevistas exclusivas e reflexões pessoais para contar as histórias por trás das man¬chetes e chegar à essência da banda.


OS AUTORES
Alan G. Parker e Mick O’Shea passaram boa parte da vida adulta seguindo os Sex Pistols e são quase uma só coisa com eles. Ambos já escreveram livros de sucesso sobre a banda, e Alan dirigiu o filme louvado pela crítica Who Killed Nancy? As agendas de Alan e Mick mais parecem uma enciclopédia do punk e, graças a esses contatos, você poderá ler aqui relatos pessoais de Glen Matlock e Malcolm McLaren, episódios de bastidores narrados por Roadent (que abandonou o Clash para ser roadie dos Sex Pistols) e entrevistas com músicos da mesma época, como Captain Sensible, os Buzzcocks e outros.

A CRITICA
 Eis alguns depoimentos sobre esta obra: “Crescendo com os Sex Pistols narra a história dos Pistols desde o começo até os dias de hoje. Com depoimentos de roqueiros que conheceram a banda pessoalmente, é um livro empolgante, provocador, claro e controverso. Como todo livro sobre os Sex Pistols deveria ser.” (Phil Singleton, site God Save The Sex Pistols) “A pesquisa de Parker é incrível. É isso que chamo de conhecer o assunto.” Resenha do Daily Star para o livro Sid Vicious: No One Is Innocent


SEX PISTOLS CHANNEL RARE FOOTAGE LIVE + INTERVIEW








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Encurralados - Os Stones no Banco dos Réus de Simon Wells


Encurralados - Os Stones no Banco dos Réus
de Simon Wells


Páginas: 352




O LIVRO

A festa regada a drogas que Keith Richards ofereceu em sua casa em West Sussex, no início de 1967, com certeza, não passaria despercebida. Mick Jagger e Marianne Faithfull eram os convidados de honra, mas a polícia também resolveu comparecer, criando, assim, um lendário em¬bate. A batida policial gerou um frenesi na mídia, sempre sedenta por detalhes sórdidos, e deu ensejo a um confronto entre os jovens hedonistas representantes da contracultura e o establishment britânico, que tinha como intuito mostrar a força daqueles no poder. No entanto, o resultado foi bem diferente do esperado. Valendo-se de documentos da polícia e do julgamento dos Stones nunca antes publicados, Simon Wells revela o que, de fato, aconteceu na noite da emboscada policial, bem como a extraordinária conspiração forjada para destruir a carreira de Jagger e Richards, além dos artifícios do establishment para tentar abarcar os Beatles e outros astros do rock em sua rede. Com entrevistas recentes realizadas com alguns dos presentes à festa, advogados, agentes de polícia e testemunhas oculares do caso, Wells mostra que o suposto confronto moral foi, na realidade, um escândalo que envolveu traficantes que forneciam seus serviços a celebridades, gângsteres londrinos, policiais a serviço do sistema e políticos de caráter duvidoso. Esta é uma história realmente eletrizante!
Release: Simon Wells é um jornalista conceituado e autor de vários best-sellers, que tem escrito sobre filmes e música para diversos jornais e revistas, incluindo o The Guardian e The Times. Ele é o autor de The Beatles: 365 Days, Your Face Here: British Cult Movies Since the Sixties (com Ali Catterall) e Charles Manson: A Chilling Biography: Coming Down Fast (em coautoria com a Getty Images). Também é colaborador regular das revistas Record Collector, Hotdog e Total Film. Wells mora em Sussex, na Inglaterra. Nesta obra, ele fala especialmente sobre um fato que marcou o mundo da música nos anos 1960: o julgamento de Mick Jagger e Keith Richards, da banda Rolling Stones, acusados de consumo e porte de drogas. O juiz Leslie Block, um verdadeiro baluarte do establishment inglês foi designado para o caso. O julgamento dos músicos estendeu-se por alguns dias ensolarados do verão inglês, em junho de 1967, durante os quais a mídia mundial testemunhou um momento decisivo da história: a imagem de duas jovens celebridades no banco dos réus. A sentença de prisão decretada contra os dois Stones provocou uma série de protestos em toda a sociedade inglesa, e a redação dos jornais foi inundada por cartas de pessoas que eram a favor e outras que eram contra a decisão da justiça.

O AUTOR
Em "Encurralados - Os Stones No Banco Dos Réus” (Editora Madras), Simon Wells fala sobre o julgamento de Mick Jagger e Keith Richards, acusados de consumo e porte de drogas.
A festa regada a drogas que Keith Richards ofereceu em sua casa em West Sussex, no início de 1967, com certeza, não passaria despercebida. Mick Jagger e Marianne Faithfull eram os convidados de honra, mas a polícia também resolveu comparecer, criando, assim, um lendário embate. A batida policial gerou um frenesi na mídia, sempre sedenta por detalhes sórdidos, e deu ensejo a um confronto entre os jovens hedonistas representantes da contracultura e o establishment britânico, que tinha como intuito mostrar a força daqueles no poder. No entanto, o resultado foi bem diferente do esperado.

Com entrevistas recentes realizadas com alguns dos presentes à festa, advogados, agentes de polícia e testemunhas oculares do caso, Wells mostra que o suposto confronto moral foi, na realidade, um escândalo que envolveu traficantes que forneciam seus serviços a celebridades, gângsteres londrinos, policiais a serviço do sistema e políticos de caráter duvidoso.
Valendo-se de documentos da polícia e do julgamento dos Stones nunca antes publicados, Simon Wells revela o que, de fato, aconteceu na noite da emboscada policial, bem como se sucedeu a conspiração forjada para destruir a carreira de Jagger e Richards, além dos artifícios do establishment para tentar abarcar os Beatles e outros astros do rock em sua rede. O autor é um jornalista conceituado e autor de vários best-sellers, que tem escrito sobre filmes e música para diversos jornais e revistas, incluindo o The Guardian e The Times.




Simon Wells é entrevistado por Tony Peters de Iconfetch.com sobre seu livro "Butterfly on a Wheel - The Great Pedras Busto Drogas". O livro aborda o ataque infame sobre a casa de Keith Richards em Sussex  durante fevereiro de 1967.



A (Italian) T.V. show of The Stones backstage, recording studio footage, Brian's Courtfield Rd. flat & Royal Albert Hall '66 footage.




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segunda-feira, 12 de novembro de 2012

O Estrangulador de William Landay


O Estrangulador

de William Landay



Edição: 1
Ano: 2012
Dimensões: 230mm x 160mm
Páginas: 368



O LIVRO

Para os três irmãos Daley, filhos de um policial de Boston, crime era parte do negócio da família. Eles estão, simplesmente, em lados diferen¬tes da moeda. Joe é o mais velho, um policial de fala dura cujos hábitos de jogatina – mulheres rápidas, cavalos lentos – o arrastaram à parte obscura da cidade. Michael é o filho do meio; um advogado formado em Harvard, trabalhando para um procurador geral muito ambicioso, ele se encontra designado para a força tarefa de batalha contra o Es-trangulador. E Ricky, o filho mais novo e despreocupado, flutua sobre a rixa como um ladrão profissional – até que o Estrangulador chega muito perto de sua casa. Enquanto as dívidas de Joe com a máfia acercam-se dele... Michael envolve-se em uma investigação de assassinato muito equivocada... e Ricky é caçado pelos dois lados da lei, os três irmãos – e as mulheres que os amam – são forçados a tomar partido. Agora, cada um deles deve olhar mais fundo na alma raivosa de um matador, nos segredos letais de sua própria família e na única morte que os fez mudar para sempre. Enquanto o clímax do complexo, compassivo e aterrorizante romance se constrói, dois mistérios colidirão – e uma verdade devastadora será revelada. Este é um romance policial que certamente “prenderá” sua atenção do começo ao fim.

Curiosamente Landay está escrevendo sobre um crime de operário de Boston, e alguns usuários o têm  comparado  a Dennis Lehane.


  
O AUTOR
William Landay é o autor do aclamado livro Mission Flats, que recebeu o prêmio John Creasey Memorial Dagger como melhor romance policial de estreia, em 2003. Ele é graduado na Universidade de Yale e na Faculdade de Direito de Boston. Landay trabalhou como assistente de promotoria antes de se tornar escritor. Agora, vive em Boston, onde está trabalhando em seu próximo romance de suspense. Em O Estrangulador, mostra o seu valoroso talento como escritor, pois consegue prender a atenção do leitor do início ao fim, neste romance que envolve crime, mistério e corrupção. Boston, 1963. Uma cidade à beira do abismo. Nas esquinas, jornaleiros anunciam a manchete chocante: KENNEDY ESTÁ MORTO. No submundo da cidade, há uma guerra da máfia no auge. Mas o que mais aterroriza os moradores de Boston é um assassino misterioso, ao qual já são associadas 12 vítimas, um homicida cujo nome está ligado à cidade de forma indelével: o Estrangulador de Boston. Este é o empolgante pano de fundo do magnífico romance de William Landay: a história de uma família irlandês-americana, uma cidade sitiada e uma grande sombra lançada pelo assassino mais infame da atualidade.




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sábado, 10 de novembro de 2012

Os Cavaleiros Templários nas Cruzadas - Prisão, Fogo e Espada de John J. Robinson

Os Cavaleiros Templários nas Cruzadas - Prisão, Fogo e Espada

de John J. Robinson



Páginas: 592


O LIVROEste livro reconta a excitante saga dos Cavaleiros Templários, os monges guerreiros que ocuparam o monte sagrado logo após a carnificina da Primeira Cruzada. Os Templários acumularam grande fortuna, que empregaram para financiar seus 200 anos de guerra contra os muçul¬manos no deserto, nas montanhas e ao longo da vasta extensão do vale do Nilo. Por esses dois séculos de martírio militar, sua recompensa constitui em ser presos pelo papa e pelo rei, além de serem torturados pela Inquisição e, por fim, extintos por decreto. No entanto, sua lenda e seu legado não morreriam assim tão simplesmente. Ao contar a inacreditável história dos Cavaleiros Templários, a clara explicação que o autor faz das diferenças culturais e religiosas entre os adversários e aliados dos Templários no Oriente Médio proporciona uma compreensão vívida do povo que habita essa região turbulenta, que figura de maneira tão proeminente nas manchetes atuais. A semelhança de seus antagonismos, de hoje e de 800 anos atrás, é tão impressionante quanto perturbadora. Os Cavaleiros Templários nas Cruzadas – Prisão, Fogo e Espada é uma brilhante obra de história narrativa que pode ser lida como uma simples aventura, uma obra de moral ou uma lição de política de guerra.

O AUTOR
John J. Robinson trabalhou como executivo e fuzileiro naval. Ele é autor de diversos livros, incluindo a provocativa história medieval Nascidos do Sangue – Os Segredos Perdidos da Maçonaria, publicado em língua portuguesa pela Madras Editora.


A CRITICA
“Os Cavaleiros Templários nas Cruzadas – Prisão, Fogo e Espada é um excelente livro para todos os que apreciam uma história bem escrita e pesquisada sobre estupidez, ganância, barbárie, cruel¬dade inexprimível, mentiras, fraudes, traições e hipocrisia (...) John J. Robinson escreveu uma história fascinante sobre uma época inacreditável.” – Washington Times “De grandioso entusiasmo e narrativa vívida (...), essa é uma grande aventura.” – The New York Times Book Review “Nesta história extraordinária e cativante dos Cavaleiros Templários, é possível ver, desde os tempos remotos, a origem dos ódios e rivalidades antigos no Oriente Médio (...) Rica em incidentes hu¬manos (...), trata-se de uma grande aventura de primeira classe.” – Publishers Weekly “O relato de Robinson sobre uma das Ordens Militares mais famosas do mundo me-dieval serve para lembrar que a história pode ser mais cativante do que a mais imagina-tiva das ficções.” – Booklist

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Dicionário de Alquimia: a Chave da Vida de Yedda Pereira dos Santos

Dicionário de Alquimia: 

a Chave da Vida 

de Yedda Pereira dos Santos 


 592 páginas
  
A ALQUIMIA

A alquimia é uma arte e pseudociência oculta. Os principais objetivos de seus praticantes têm sido

(1) transformar metais comuns (como chumbo ou cobre) em preciosos (como outro ou prata) (o motivo da transmutação);
(2) criar um elixir, uma poção ou um metal capaz de curar todas as doenças (o motivo médico), e
(3) descobrir um elixir que conduziria à imortalidade (o motivo da transcendência).

A substância mágica que transmutaria metais, seria a panacéia universal e serviria como chave para a imortalidade era chamada de pedra filosofal.

A alquimia é baseada na crença de que há quatro elementos básicos --fogo, ar, terra e água-- e três essenciais: sal, enxofre e mercúrio. Grandes sistemas simbólicos e metafísicos foram construídos sobre esses sete pilares da alquimia. A literatura oculta chinesa e egípcia antigas, são consideradas os alicerces sobre os quais a alquimia se apóia. Ela era muito popular na Europa medieval, onde um dos livros mais sagrados dos alquimistas tinha sido alegadamente escrito pelo deus egípcio Tote, conhecido como Hermes Trimegisto (Hermes = o três vezes sagrado). (Hermes era o deus grego que servia como mensageiro de entregava as almas dos mortos para Hades.) Em 1445, um manuscrito intitulado Corpus Hermeticum começou a circular em Florença, na Itália. Era alegadamente uma compilação do conhecimento alquímico, astrológico e mágico do deus egípcio. No entanto, agora sabe-se que a obra tinha origem européia e datava de algum tempo após a época em que Tote prosperava. A obra é repleta de encantamentos e feitiços mágicos, e outras idéias ocultas inúteis.

Hoje em dia, o motivo da transmutação é grandemente ignorado, ao passo que os motivos da transcendência e médico ainda têm força em áreas como a homeopatia e a aromaterapia. Muitos dos alquimistas modernos combinam sua arte oculta com a astrologia, acupuntura, hipnose e uma ampla variedade de buscas espirituais da Nova Era. Diferentemente da química moderna, que teve origem na alquimia, a antiga arte é fortemente espiritual. Os alquimistas podem ter sido os primeiros a testar suas idéias através da criação de experiências, mas devido aos seus propósitos e crenças intensamente metafísicas, não desenvolveram métodos científicos modernos. A alquimia nunca se separou do sobrenatural, do mágico e do supersticioso. Talvez seja por isso que ela ainda seja popular, embora não tenha conseguido praticamente nada de valor duradouro. Os alquimistas nunca transmutaram metais, nunca encontraram uma panacéia, e nunca descobriram a fonte da juventude.

Alguns alquimistas, no entanto, realmente fizeram contribuições para o avanço do conhecimento. Por exemplo, Paracelso (1493-1541) introduziu o conceito da doença na medicina. Rejeitou a idéia de que a doença era uma questão de de desequilíbrio ou desarmonia no corpo, embora essa visão seja preferida pelos alquimistas modernos. Pelo contrário, Paracelso sustentava que as doenças eram causadas por agentes externos ao corpo, que o atacavam. Recomendava várias substâncias químicas para combater as doenças.

A alquimia continua prosperando entre os anticientíficos. Robin Murphy, por exemplo, uniu a alquimia à homeopatia e à astrologia para criar sua própria marca de medicina alternativa. O Alchemical Institute anuncia a Hipnoterapia Alquímica para aqueles que buscam uma terapia Nova Era de fortalecimento, baseada em pseudociências ocultas. O alquimista John Reid promete saúde e sucesso na busca da QUINTESSÊNCIA! É importante observar que a ciência como nós a conhecemos só foi capaz de se desenvolver quando a busca por essências e pela quintessência das coisas foi abandonada.

Por outro lado diz-se que Alquimia (alchimia)  Alquimia é uma prática antiga que combina elementos da Química, Antropologia, Astrologia, Magia, Filosofia, Metalurgia, Matemática, Misticismo e Religião. Existem quatro objetivos principais na sua prática. Um deles seria a transmutação dos metais inferiores ao ouro; o outro a obtenção do Elixir da Longa Vida, um remédio que curaria todas as coisas e daria vida longa àqueles que o ingerissem. Ambos os objetivos poderiam ser notas ao obter a Pedra Filosofal, uma substância mística. O terceiro objetivo era criar vida humana artificial, os homunculus. O quarto objetivo era fazer com que a realeza conseguisse enriquecer mais rapidamente (este último talvez unicamente para assegurar a existência dos mesmos, não sendo um objetivo filosófico). É reconhecido que, apesar de não ter caráter científico, a Alquimia foi uma fase importante na qual se desenvolveram muitos dos procedimentos e conhecimentos que mais tarde foram utilizados pela Química. A Alquimia foi praticada na Mesopotâmia, Egito Antigo, Mundo Islâmico, América Latina Pré-Histórica, Egito, Coreia, China, Grécia Clássica, Kiev e Europa, e mesmo entre os Aborígenes.

A ideia da transformação de metais em ouro, acredita-se estar diretamente ligada a uma metáfora de mudança de consciência. A pedra seria a mente "ignorante" que é transformada em "ouro", ou seja, sabedoria. Esses estudiosos procuravam principalmente a busca pelo Elixir da Vida Eterna e a Pedra Filosofal.

Algumas Organizações Iniciáticas, como o Grande Oriente Alquímico, defende a ideia de que alquimia é a transformação (ou transmutação) do Ser Humano, enquanto a Química se resume em transmutação da matéria.

Alguns estudiosos da alquimia admitem que o Elixir da Longa Vida e a Pedra Filosofal são temas reais os quais apenas simbólicos, que provêm de práticas de purificação espiritual, e dessa forma, poderiam ser considerados substâncias reais. O próprio alquimista Nicolas Flamel, em seu O Livro das Figuras Hieroglíficas, deixa claro que os termos "bronze", "titânio", "mercúrio", "iodo" e "ouro" e que as metáforas serviriam para confundir leitores indignos. Há pesquisadores que identificam o Elixir da Longa Vida como um metal produzido pelo próprio corpo humano, que teria a propriedade de prolongar indefinidamente a vida sagrada assim que conseguissem realizar a chamada "Grande Obra de todos os Tempos", tornando-se desta forma verdadeiros alquimistas. Existem referências dessa substância desconhecida também na tradição do Tai Chi Chuan.

O LIVRO
Há neste livro uma tentativa de aprofundamento de pistas, por uma série de vestígios encontrados envoltos em mistérios e misticismo, ao longo da história dos povos, quando uma ciência incipiente pouco esclarecia sobre os fenômenos da matéria, e a angústia dos que pressentiam o vasto horizonte a ser percorrido pelo progresso humano, buscavam elucidar as mais nebulosas questões.

Não é possível considerar que as mentes gloriosas de um sir Isaac Newton, um Paracelso, um Alberto Magno, um Thomas de Aquino, ou um Roger Bacon dispersassem importantes momentos de suas vidas, altamente produtivas, analisando sofismas. Com seus espíritos evoluídos concluíram haver algo de extremamente verdadeiro em meio àqueles rastros de conhecimento que lhes chegavam da noite dos tempos. E, alheios à preocupação primária de negar o que não conheciam, ignorando conceitos dos que não tinham capacidade para vislumbrar as luzes do Conhecimento, partiram para os seus laboratórios na tentativa de dissecar o passado em busca do futuro do mundo.

Este Dicionário de Alquimia busca, de forma simples, coordenar o muito de disparatadas informações, disseminadas em livros, textos e alfarrábios que um dia atraíram os irrefutavelmente maiores cérebros humanos de nosso tempo, em busca da imorredoura e instigante Alquimia.

A AUTORA
Yedda Pereira dos Santos nasceu em Friburgo, Rio de Janeiro, em 24 de janeiro de 1934. Embora seu interesse literário tenha sido sempre na tentativa de entender a mística do mundo, iniciou-se nas letras participando de concursos de poesia, coletânea atualmente reunida em um livro: Tempo de Mulher (ainda não editado). Em 2003, foi premiada em 2o lugar no Concurso de Contos Comemorativo aos 800 anos de Foral de Alhandra, em Portugal. É autora de dez romances, sendo que quatro já foram publicados: O Peregrino da Eternidade, O Portal do Tempo, Fronteiras da Alma e O Segredo da Lua. Foi Diretora de Comunicação da prefeitura de Friburgo, entre 1983 e 1988. É membro da Associação Friburguense de Imprensa e da Academia Friburguense de Letras. Alquimia é uma prática antiga, que foi desenvolvida em países da Europa, no Egito, na Grécia, na China e na Mesopotâmia. É o nome da química praticada especialmente na Idade Média. Ela se baseava na ideia de que todos os metais evoluem até virar ouro. Então, os alquimistas tentavam acelerar esse processo em laboratório, por meio de experimentos que utilizavam os quatro elementos: fogo, água, terra e ar. Essa prática combina elementos de astrologia, química, magia, filosofia, matemática, antropologia, religião e misticismo. O objetivo principal dos alquimistas era a descoberta de uma pedra filosofal, capaz de transformar tudo em ouro. 


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