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quarta-feira, 15 de agosto de 2018

CURITIBA RECEBE A MOSTRA MUSICAL “TANGOS HERMANOS” COM O GRUPO LIBERTANGO E CONVIDADOS



Serão três shows conduzidos pelo grupo LiberTango que contarão com três convidados especiais. Cada convidado se apresentará em uma noite: Yamandu Costa (violão), Renato Borghetti (acordeon) e Nina Wirtti (voz)


Pela primeira vez em Curitiba, a mostra musical “Tangos Hermanos” é uma criação do grupo LiberTango. O espetáculo revela a importância do tango na formação da música brasileira e realça o diálogo entre as culturas latino-americanas. A série reúne dois dos maiores instrumentistas do mundo, Yamandu Costa (violão de sete cordas) e Renato Borghetti (acordeon); e a cantora Nina Wirtti, uma exponencial voz da nova geração de cantoras da MPB. Junto com o LiberTango, a maior expressão viva do tango no Brasil, os convidados mostram um lado mais portenho da música brasileira e dão um toque mais brasileiro ao tango.

Serão três shows do grupo LiberTango, entre os dias 24 e 26 de agosto. Cada convidado se apresentará em uma noite: Nina Wirtti canta no dia 24 (sexta), Yamandu Costa apresenta seu virtuosismo ao violão no dia 25 (sábado) e Renato Borghetti traz o encantamento de seu acordeon no dia 26 de agosto (domingo). A mostra realça as cores portenhas presentes na música brasileira desde o século XIX e cria canais para intensificar o diálogo cultural entre os países da América do Sul, numa época de crescente migração latina para as capitais brasileiras, em que se torna necessário conhecer a cultura do outro e saber apresentar a sua.

Destaca-se, ainda, a alta qualidade virtuosística dos instrumentistas brasileiros Yamandu Costa e Renato Borghetti, emprestando o seu talento raro para dialogar com o tango e a música latina, um lado ainda pouco conhecido de ambos, embora a influência desses ritmos esteja presente desde o início de suas carreiras. Por outro lado, a cantora Nina Wirtti vem, desde o início da carreira, dedicando-se também ao tango, já tendo se apresentando diversas vezes ao lado da família LiberTango.


Arte do encontro

A música pode ser definida como a arte do encontro. No caso do LiberTango, em específico, trata-se de um encontro familiar e, ao mesmo tempo, intercultural, visto que o grupo é formado por uma mãe argentina e por dois de seus filhos, ambos nascidos e criados no Rio de Janeiro. O resultado musical dessa fusão tem atraído públicos de diversas origens: brasileiros, argentinos, chilenos, bolivianos, venezuelanos e colombianos. A quantidade e diversidade de pessoas presentes nos shows comprovam a demanda latente, no campo da cultura, de ações de valorização da latinidade.

A realização deste projeto vem lançar luzes a um diálogo musical que se mantém vivo desde o final do século XIX. Conhecer melhor a cultura do vizinho, e suas influências na nossa cultura, é importante passo para ampliar as nossas trocas. A atual conjuntura política e econômica mundial faz emergir o anseio por uma efetiva integração latino-americana, uma realização que necessita de bases culturais para se solidificar. Daí, novamente, a importância da realização dessa mostra, no sentido de oferecer mecanismos para a criação de ações voltadas ao diálogo intercultural na América Latina.

A mostra “Tangos Hermanos” conduz o ouvido dos brasileiros para uma nova dimensão intercultural de sua nação, que se alimenta e é alimentada pelas culturas dos territórios vizinhos. Perceber a música brasileira de inspiração latina é olhar para si mesmo, para o seu interior. É devolver o olhar ao próximo, ao seu vizinho, a quem está ao seu lado. E é essa experiência que o grupo LiberTango oferece ao público de Curitiba.



Serviço
Música: “Tangos Hermanos”
Local: CAIXA Cultural Curitiba – Rua Conselheiro Laurindo, 280 – Curitiba (PR).
Data: 24 a 26 de agosto de 2018 (sexta a domingo). Nina Wirtti canta no dia 24 (sexta), Yamandu Costa se apresenta no dia 25 (sábado) e Renato Borghetti sobe ao palco no dia 26 de agosto (domingo).
Horário: sexta e sábado, às 20h e domingo, às 19h.
Ingressos: vendas a partir de 18 de agosto (sábado). R$ 30 e R$ 15 (meia – conforme legislação e correntistas que pagarem com cartão de débito CAIXA). A compra pode ser feita com o cartão vale-cultura.
Bilheteria: (41) 2118-5111 (De terça a sábado, das 12h às 20h. Domingo, das 16h às 19h.)
Classificação etária: Livre
Lotação máxima: 125 lugares (2 para cadeirantes)



segunda-feira, 30 de julho de 2018

ESPETÁCULO TEATRAL RETRATA AS IDEIAS DE HILDA HILST




A montagem do solo poético “Obscena, um encontro com Hilda Hilst” surgiu da inquietação da atriz e produtora Fabiana Pirro que, ao completar 18 anos de teatro, decidiu adentrar no universo da poeta, dramaturga e ficcionista Hilda Hilst

Reconhecida como um dos principais nomes da literatura brasileira contemporânea, Hilda Hilst é o foco central da montagem “Obscena, um encontro com Hilda Hilst”, produzido e estrelado por Fabiana Pirro. A vida da escritora é misturada com a da atriz e desagua no texto profundamente humano da dramaturga, encenadora e diretora Luciana Lyra. Sua direção é uma ode ao teatro. Através dele surge o encontro e as possibilidades de libertação se tornam infinitas. O universo masculino é visitado e desejado em cena. As figuras do Pai, do Filho e do Amor são as linhas grossas deste bordado.

No espetáculo, a atriz Fabiana Pirro vive Líria, uma mulher de mais de 40 anos em busca do amor do pai, um belo e inteligente homem que enlouqueceu quando ela ainda era uma garota. Através de recursos cênicos, e com inúmeras referências ao texto de Hilda Hilst, a personagem traz também um alter-ego chamado Estélia, que reclama o empoderamento feminino, professa a liberdade e a polêmica obscenidade Hilstiana. O projeto teve início em janeiro de 2014 com uma minuciosa pesquisa sobre a poética da escritora Hilda Hilst, quando se fez necessária a imersão da atriz/produtora e da diretora/dramaturga na Casa do Sol, em Campinas, lugar onde Hilda Hilst viveu de 1966 até 2004, quando faleceu. Na sequência, foi realizada a Mostra Hilda Hilst de Prosa e Poesia, em Recife. Por fim, depois de um ano de experiências e amadurecimento artístico, nascia o solo poético “Obscena, um encontro com Hilda Hilst”.

Apresentar “Obscena” ganha ainda mais relevância pela retomada da visibilidade da obra da escritora e dramaturga paulista que, este ano, é a homenageada no Festival Literário Internacional de Paraty. O espetáculo solo tem duração de 50 minutos nos quais a atriz faz três trocas de roupa e contracena com a projeção de um filme feita na Casa do Sol, residência de Hilda Hilst. O cenário é compacto mas causa um efeito impactante, sugerindo o interior de uma casa e também a área externa onde há um portão e a árvore de desejos. Com uma trilha musical instigante – desenvolvida especialmente pelo artista multimídia Ricardo Brazileiro – e com um design de luz que emociona, a performance de Fabiana Pirro comunica potência cênica nos vários papeis que desempenha na busca pelo amor do pai falecido, onde tenta compreender o sentido de estar no mundo, se não for pelo amor.

Fabiana Pirro

Uma das modelos mais bem-sucedidas de Pernambuco, Fabiana Pirro iniciou sua vivência artística aos 14 anos. Ao longo de 10 anos de muitos trabalhos e viagens, decidiu trocar sua carreira internacional pelos tablados em 1999, estreando como a Salomé da Paixão de Cristo, em Nova Jerusalém. Desde então, o teatro, a TV e o cinema têm sido os focos de seu desenvolvimento como produtora e atriz.



Links para “Obscena”:



Serviço:
Teatro: “Obscena, um encontro com Hilda Hilst”
Local: CAIXA Cultural Curitiba – Rua Conselheiro Laurindo, 280 – Curitiba (PR).
Data: de 03 a 05 de agosto de 2018 (sexta a domingo). Na sessão de sábado, dia 04 de agosto, haverá tradução em Libras e Audiodescrição.
Horário: sexta e sábado, às 20h e domingo, às 19h.
Ingressos: vendas a partir de 28 de julho (sábado). R$ 10 e R$ 5 (meia – conforme legislação e correntistas que pagarem com cartão de débito CAIXA). A compra pode ser feita com o cartão vale-cultura.
Bilheteria: (41) 2118-5111 (De terça a sábado, das 12h às 20h. Domingo, das 14h às 19h.)
Classificação etária: 16 anos
Lotação máxima: 125 lugares (2 para cadeirantes)

O SAMBA MINEIRO DE JANAMÔ FAZ UM TRIBUTO A ELZA SOARES



A cantora mineira Janamô se une ao consagrado violonista Paulão 7 Cordas para prestar uma homenagem a Elza Soares com o espetáculo “Dura na Queda”

Em sua participação no Projeto Samba de Bamba, Janamô e Paulão 7 Cordas vão apresentar releituras para a obra da “Mulher do Fim do Mundo”, com foco no samba de raiz, em canções como “O Malandro” e “Dura na Queda”, ambas de Chico Buarque. Dona de uma voz doce e forte, potente e suave, a artista é capaz de transitar com propriedade e destreza pelo samba e pelo choro. Em sua apresentação, ela imprime diferentes nuances e incursiona com autonomia na diversidade rítmica da MPB contemporânea ciente de que sua força é originária da cultura popular, dos cantos afro-brasileiros, dos tambores e minas e das tradicionais rodas de samba que frequenta.

Em Curitiba, Janamô também vai relembrar algumas canções do seu álbum de estreia, “Festeira” (2014), quando ainda tinha o nome artístico de “Janaína Moreno”. No entanto, o repertório do show tem como espinha dorsal a bossa de Elza Soares – que a cantora mineira também homenageia como uma das intérpretes do musical “Elza”, em cartaz no Rio de Janeiro. Janamô conta que se inspirou na pesquisa do musical para a criação desse show inédito que reverencia o passado de Elza dentro do grande presente que é o samba. “Elza deu voz ao samba, gênero que a consagrou desde o sucesso de ‘Se acaso você chegasse’, do compositor Lupicínio Rodrigues, que também interpreto no show”, diz a artista.

Cantora-revelação da atual safra de intérpretes que ilumina a cena musical brasileira, a mineira Janamô é também atriz, compositora, dançarina e percussionista. Deu seus primeiros passos na arte ainda em Belo Horizonte (MG), onde foi coroada “Rainha da Madrugada” por estar à frente de um projeto de muito sucesso na capital mineira: o “Samba da Madrugada”. Janamô vem se dividindo entre Belo Horizonte e Rio de Janeiro, desde o final de 2009, depois que venceu o prêmio “Novos Bambas do Velho Samba “ – e foi finalista no prêmio “Divas da MPB” e no prêmio “Talentos do Samba”, com curadoria de Arlindo Cruz e Dudu Nobre. A artista vem dando passos sólidos na consolidação de sua carreira em meio a um mercado fonográfico desacelerado, porém atento aos talentos promissores que se apresentam com criatividade, autenticidade e irreverência.

Janamô chega ao “Samba de Bamba” com a segurança de quem bebeu na fonte, de quem buscou inspiração nos grandes mestres, tais como Jacob do Bandolim, Milton Nascimento, Cartola, Candeia, Ary Barroso, Noel Rosa, Nelson Cavaquinho, Ataulfo Alves, Gilberto Gil, Caetano Veloso, Paulinho da Viola, Baden Powell, Vinícius de Moraes e Paulo César Pinheiro. Em sua presença cênica fica evidenciada a força do feminino e é possível identificar desde a dramaticidade e brejeirice de Clara Nunes, a irreverência de Carmem Miranda, a articulação e a rítmica de Ademilde Fonseca, a autenticidade e a força negra de Elza Soares, a passionalidade de Elis Regina, a elegância de Elizeth Cardoso e a sensibilidade de Dona Ivone Lara. É essa inspiração, provocada por mulheres extraordinárias, que ajuda a construir a história da jovem cantora que se destaca por suas múltiplas linguagens artísticas e por suas interpretações vivas, primorosas e contagiantes.



Serviço
Música: Samba de Bamba com Janamô
Local: CAIXA Cultural Curitiba. Rua Conselheiro Laurindo, 280 – Curitiba (PR).
Data: 07 de agosto de 2018 (terça-feira)
Horário: 20h
Ingressos: Vendas a partir de 04 de agosto (sábado). R$ 20 e R$ 10 (meia – conforme legislação e correntistas que pagarem com cartão de débito CAIXA). A compra pode ser feita com o cartão vale-cultura.
Bilheteria: (41) 2118-5111 (De terça a sábado, das 12h às 20h. Domingo, das 16h às 19h.)
Classificação etária: Livre
Lotação máxima: 125 lugares (2 para cadeirantes)

quinta-feira, 19 de julho de 2018

ESPETÁCULO TEATRAL MONÓLOGO PÚBLICO, COM MICHEL MELAMED, CHEGA A CURITIBA





O espetáculo marca o retorno do ator ao gênero que o consagrou em
 montagens como ‘Regurgitofagia’, ‘Dinheiro Grátis’ e ‘Homemúsica’


Um palco sobre o palco. Assim começa ‘Monólogo Público’, rompendo a linha entre dentro e fora, público e privado, ator e personagem. O novo trabalho marca a volta de Michel Melamed aos monólogos, dez anos após sua Trilogia Brasileira, composta pelos espetáculos Regurgitofagia (2004), Dinheiro Grátis (2006) e Homemúsica (2007), sucessos de público e crítica em algumas das principais cidades do Brasil e do exterior, tais como Nova Iorque, Berlim e Paris.

Uma vez mais, o projeto é transdisciplinar – espetáculo, manifesto e performance – e tem como ponto de partida o Brasil contemporâneo: em ‘Monólogo Público’ a disputa não é pela narrativa, mas pela linguagem. Assim, Michel recria sua vida até o presente, até o próprio espetáculo, para então se tornar seu próprio público.

Produzido por Bianca de Felippes – parceira em todos os trabalhos de Michel desde ‘Regurgitofagia’ –, ‘Monólogo Público’ apresenta-se como uma alegoria das relações entre o público e o privado no país, partindo da auto ficção (ou pós-verdade) até, finalmente, “sermos todos artistas”. A montagem foi indicada, este ano, ao prêmio SHELL de Teatro e ao Prêmio APTR de Teatro, nas categorias Luz e Cenário. Michel Melamed assina o texto, a direção e também é o ator em cena no espetáculo que conta com cenografia de Sérgio Marimba, Luz de Adriana Ortiz, Figurino de Luiza Marcier e Música do DJ Ansioso.


Sobre Michel Melamed

Transgressor é um adjetivo frequentemente usados para definir o trabalho de Michel Melamed. Não é à toa. Na última década, ele despontou no cenário artístico brasileiro com espetáculos, programas de televisão, filmes e livros marcados pela mistura de linguagens artísticas e um discurso singular, de alta densidade poética e humor corrosivo. Seus dois últimos espetáculos foram ‘Seewatchlook’ (2011), também série de TV e longa-metragem, fruto de uma bolsa de pesquisa em Nova Iorque; e ‘Adeusàcarne’ (2012), ambos com elenco. Na TV, atualmente escreve, apresenta e dirige a terceira temporada do “Bipolar Show”, no Canal Brasil. Como ator, esteve recentemente na minissérie ‘Dois Irmãos’, na Rede Globo (2017), e em ‘Edifício Paraíso’, no canal GNT (2017).




Serviço:
Teatro: “Monólogo Público”, com Michel Melamed
Local: CAIXA Cultural Curitiba – Rua Conselheiro Laurindo, 280 – Curitiba (PR).
Data: de 27 a 29 de julho de 2018 (sexta a domingo).
Horário: sexta e sábado, às 20h e domingo, às 19h.
Ingressos: vendas a partir de 21 de julho (sábado). R$ 10 e R$ 5 (meia – conforme legislação e correntistas que pagarem com cartão de débito CAIXA). A compra pode ser feita com o cartão vale-cultura.
Bilheteria: (41) 2118-5111 (De terça a sábado, das 12h às 20h. Domingo, das 14h às 19h.)
Classificação etária: 14 anos
Lotação máxima: 125 lugares (2 para cadeirantes)

segunda-feira, 16 de julho de 2018

BIA BEDRAN APRESENTA A OBRA DE VILLA-LOBOS PARA ADULTOS E CRIANÇAS EM CURITIBA


Bastante conhecida pelo público infantil, a artista usa sua força narrativa para resgatar a memória do compositor no espetáculo VillaLoBiando, dirigido a crianças e adultos


Curitiba recebe, nos dias 21 e 22 de julho, o show VillaLoBiando, protagonizado pela cantora Bia Bedran. O espetáculo apresenta a obra de Heitor Villa-Lobos, um dos principais nomes da música clássica brasileira. Com uma carreira de mais de 40 anos dedicada ao público infantil, Bia Bedran usa sua força narrativa para resgatar a memória do grande compositor brasileiro a partir de suas canções.

Com roteiro e direção musical do violonista Gibran Helayel, o espetáculo também conta com os músicos Lucas Gralato (violão), Daniel Santos (violão), Guilherme Bedran (rabeca) e Paulão Menezes (percussão) que executam as canções ao lado de Bia Bedran. São 15 músicas que revelam a face mais popular da obra de Villa-Lobos inspirada no cenário rural brasileiro, nos índios, nas senzalas, nos terreiros, nos pescadores do Rio São Francisco, nas rendeiras e costureiras e nas canções que ficaram na memória dos antigos. Assim surgem canções como “Canto do Pajé” e a melodia pungente e nostálgica do “Trenzinho Caipira” que, com a bela letra do poeta Ferreira Gullar, se tornou ainda mais popular.

Bia Bedran explica que o espetáculo é direcionado tanto para o público infantil quanto para os adultos “com coração de criança”. A artista também revelou que, durante os ensaios, surpreendia-se diariamente com os resultados. “A sonoridade dos violões com a minha voz e as melodias villalobianas era diferente a cada dia”, comenta. “Cantar canções do Villa-Lobos é um presente”, comemora a artista. O musical apresenta novos arranjos e formas de explorar a versatilidade das harmonias e melodias propostas por Villa-Lobos. Durante o espetáculo, Bia Bedran assume a condução de um trem que apresenta ao público recantos e sons do Brasil, resgatando o folclore e a música tradicional de diversas regiões brasileiras.


Bia Bedran
Artista multimídia, desde criança Bia Bedran escreve músicas, época em que também participava de festivais. É atriz, compositora, cantora, escritora, contadora de histórias, arte-educadora, e, durante muitos anos, foi apresentadora de programas educativos direcionados ao público infantil na televisão brasileira. Além dos pequenos fãs, Bia também é referência entre o público adulto que costuma acompanhar seus shows, peças de teatro e palestras.

Villa-Lobos
Heitor Villa-Lobos (1887-1959) compôs cerca de 1.000 obras e sua importância reside, entre outros aspectos, no fato de ter reformulado o conceito de nacionalismo musical, tornando-se seu maior expoente. Foi, também, através de Villa-Lobos que a música brasileira se fez representar em outros países, culminando por se universalizar. Na década de 1930, preocupado com o ensino da música nas escolas brasileiras, Villa-Lobos desenvolveu um programa de educação musical inspirado no cancioneiro infantil.



Serviço
Música: Bia Bedran em VillaLoBiando
Local: CAIXA Cultural Curitiba. Rua Conselheiro Laurindo, 280 – Curitiba (PR).
Data: 21 e 22 de julho de 2018 (sábado e domingo).
Horário: sábado, às 15h e às 18h; e domingo, às 17h.
Ingressos: vendas a partir de 14 de julho (sábado). R$ 10 e R$ 5 (meia – conforme legislação e correntistas que pagarem com cartão de débito CAIXA). A compra pode ser feita com o cartão vale-cultura.
Bilheteria: (41) 2118-5111 (De terça a sábado, das 12h às 20h. Domingo, das 16h às 19h.)
Classificação etária: Livre
Lotação máxima: 125 lugares (2 para cadeirantes)

quinta-feira, 24 de maio de 2018

OFICINA DE CINEMA SUPER 8 ESTÁ COM INSCRIÇÕES ABERTAS



As inscrições para a oficina “Tomada Única” estão abertas até 31 de maio e podem ser feitas pelo site www.curta8.com.br. O resultado será divulgado no dia 12 de junho. O evento faz parte do Festival Internacional de Cinema Super 8 de Curitiba que acontecerá, de 4 a 7 de outubro, no Teatro da CAIXA Cultural Curitiba


O “CURTA 8 – Festival Internacional de Cinema Super 8 de Curitiba” promove, nos dias 16 e 17 de junho de 2018, a sua oficina “Tomada Única”. Nela, além de tomarem conhecimento das técnicas de filmagem em super 8 – e da operação dos equipamentos –, os participantes selecionados receberão um cartucho de película e uma filmadora. Cada rolo de filme super 8 possui a duração de 3’20’’ (três minutos e 20 segundos), se o filme for gravado em 18 quadros por segundo. Após a oficina, os participantes terão duas semanas para produzir seus filmes – que devem ser totalmente captados e montados na câmera, para serem exibidos na mostra competitiva do Festival.

A oficina é gratuita e segue a proposta de captação em tomada única, a exemplo de eventos de super 8 que vêm conquistando o público em países da Europa, tais como França, Espanha, Suíça e Alemanha. Nesses festivais, são exibidos apenas filmes montados diretamente na câmera. Ao realizador é permitido utilizar qualquer efeito de manipulação fotográfica durante a exposição para criar as transições nos cortes. Contudo, é proibida qualquer edição posterior nas imagens captadas, o que exige planejamento prévio e conhecimento básico de fotografia de cinema.

O resultado é sempre uma surpresa, tanto para o público como para os produtores que assistem aos filmes pela primeira vez durante o festival. A sonorização também fica a critério dos próprios realizadores, que podem optar pela execução de um CD com trilha sonora ou realizar performances, dublagens, ou mesmo a execução ao vivo do som a partir de instrumentos tocados durante a exibição do filme.

As inscrições para a Oficina Tomada Única estão abertas até o dia 31 de maio, devendo ser feitas exclusivamente pelo site www.curta8.com.br. Os pretendentes devem apresentar o argumento do filme que desejam realizar. Ao longo dos últimos 13 anos, a Oficina já produziu mais de 150 filmes em super 8. Várias deles participaram de festivais internacionais de cinema, e muitos foram premiados.

O CURTA 8, que tem a promoção da Lei de Incentivo à Cultura de Curitiba e o incentivo da Caixa Econômica Federal, acontecerá de 4 a 7 de outubro, no Teatro da CAIXA Cultural Curitiba. Mais informações sobre o festival, estão disponíveis no site www.curta8.com.br.


SERVIÇO
Oficina Tomada Única do CURTA 8 – Festival Internacional de Cinema Super 8 de Curitiba
Data: 16 e 17 de junho de 2018
Horário: sábado, das 9h às 18h; e domingo, das 9h às 13h.
Local: CAIXA Cultural Curitiba – Rua Conselheiro Laurindo, 280 – Curitiba (PR).
Inscrições: Pelo site www.curta8.com.br até 31 de maio. As inscrições são gratuitas. O resultado será divulgado no dia 12 de junho.
Classificação: Maiores de 16 anos