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sexta-feira, 28 de junho de 2013

Alexandre VI - Bórgia, o Papa Sinistro de Volker Reinhardt

Alexandre VI - Bórgia, o Papa Sinistro
de Volker Reinhardt

Edição: 2
Número de páginas: 344
Formato: 15,5 x 23 cm

Em quase 2.000 anos de cristianismo, nenhum papa foi tão polêmico quanto Alexandre VI, nascido Rodrigo Borja.

Nos 11 anos do seu pontificado, o Vaticano foi quartel-general de guerras, palco de envenenamentos, assassinatos, subornos, chantagens, desvios de dinheiro da Igreja e nepotismo no mais alto grau. Inclusive, com a participação do sumo pontífice em orgias envolvendo até 50 mulheres.

A partir de fontes recentemente disponíveis, Volker Reinhardt traz à luz fatos novos da trajetória deste papa sinistro, compartilhando com o leitor seu profundo trabalho de investigação.

Sua reconstituição da vida do papa Alexandre VI resulta em um relato fiel e ainda mais surpreendente do que qualquer ficção.










LANÇAM#ENTO






NA TERRA DA NUVEM BRANCA de SARAH LARK

NA TERRA DA
NUVEM
BRANCA

de SARAH LARK


Sarah Lark
Sarah Lark
Emocionante saga familiar sobre a colonização da Nova Zelândia e a cultura dos nativos Maori

Livro com 712 páginas
Formato 16 cm x 23 cm

Helen Davenport e Gwyn Silkham aparentemente não têm nada em comum. A primeira é professora e governanta de uma rica família londrina e, já perto dos 30 anos, sabe que as chances de conseguir um bom casamento são quase nulas. Gwyn, por sua vez, é uma jovem da nobreza, filha de um rico criador de ovelhas do País de Gales, mas sua vida, de tão previsível, é entediante. O que elas não sabem é que seu destino vai se transformar radicalmente com a possibilidade de emigrarem para uma terra de oportunidades: a colônia britânica da Nova Zelândia.

Ambientado no século 19, Na Terra da Nuvem Branca é bestseller na Europa e na América Latina. Conta a história dessas duas corajosas mulheres que, aparentemente sem perspectivas, decidem partir rumo ao desconhecido. Elas anseiam por uma nova vida, plena de emoção e aventuras, e iniciam uma forte amizade ainda durante a longa travessia de navio. Essa união será fundamental quando as duas se depararem com a difícil realidade que as espera. Na tentativa de reverter seus destinos, constroem uma saga corajosa, emocionante e envolvente.

A AUTORA
Autora de romances de ficção histórica que se tornaram bestsellers na Europa e América Latina, Sarah Lark nasceu na região do Ruhr, na Alemanha. Foi professora, guia turística e redatora, antes de se tornar escritora. Desde a infância, cultiva uma paixão incondicional por animais, especialmente cavalos — tema de um de seus livros indicados para o Deutsche Jugendbuchpreis, importante prêmio alemão para livros infantis. Sarah hoje vive em uma fazenda em Almería, na Espanha, com seus quatro cães e um gato.







LANÇAM#ENTO



segunda-feira, 24 de junho de 2013

Dois livros de de Aydano Roriz

Por duas ocasiões, os holandeses tentaram se estabelecer no Nordeste brasileiro: em 1624 na Bahia e em 1630 em Pernambuco. Os motivos dessas investidas: parceiros dos portugueses no comércio de açúcar e escravos, os holandeses tiveram seus interesses econômicos prejudicados quando os portugueses passaram,em 1580, o trono português para a Coroa Espanhola.

Como eram rivais dos espanhóis, os holandeses não só perderam o comércio de açúcar, como também foram proibidos de aportar em terras portuguesas.

Para tentar recuperar seus negócios na África e na América, em 1621 o governo e um grupo de companhias holandesas fundam a Companhia das Índias Ocidentais (espécie de empresa comercial, militar e colonizadora) e partem para as investidas.

A primeira tentativa dos holandeses em ocupar o Nordeste brasileiro ocorreu em maio de 1624, quando eles atacam e ocupam Salvador, Bahia, cidade da qual seriam expulsos em abril de 1625, depois de um mês de lutas contra as tropas luso-espanholas.

Em fevereiro de 1630, acontece a segunda investida: chega ao litoral pernambucano uma esquadra de 56 navios da Companhia das Índias Ocidentais e os holandeses ocupam Olinda e Recife.

A ocupação não é total, porque no Arraial do Bom Jesus, a 6 km do Recife, guerrilhas são comandadas por luso-brasileiros como Henrique Dias, Martin Soares Moreno e Felipe Camarão.

Em janeiro de 1637, o conde João Maurício de Nassau-Siegen chega ao Recife trazendo um grande contingente militar; em pouco tempo consegue adesão dos cristãos novos, dos índios, dos negros e mulatos e, apesar das guerrilhas, expande o domínio holandês no litoral nordestino, do Maranhão até a foz do Rio São Francisco.

Com medidas como a concessão de empréstimos aos senhores de terra, o conde restabelece a produção de açúcar e, até a restauração de Portugal, em 1640, os holandeses não enfrentam grandes problemas no Nordeste brasileiro.

Em 1644, por discordar do governo holandês que precisava de dinheiro e determinou o imediato pagamento dos empréstimos concedidos aos senhores de terra nordestinos, Maurício de Nassau retorna à Europa.

Com a ausência do conde, o domínio holandês no Nordeste é enfraquecido e a 03 de agosto de 1645 acontece a Batalha das Tabocas, o primeiro confronto entre os holandeses e os luso-brasileiros.

Este conflito deu início a expulsão definitiva dos holandeses que aconteceria nove anos mais tarde (ver Batalha dos Guararapes). Enquanto permaneceu no Nordeste brasileiro, Maurício de Nassau conseguira administrar sem problemas a colônia holandesa.

Ele recebia salário milionário, ajuda de custo e ainda ficava com 2% sobre todos os lucros obtidos pela colônia. Daí, sua disposição em realizar obras de urbanização no Recife; estimular a recuperação de engenhos; desenvolver fazendas de gado. Para conquistar simpatia, permitia a liberdade política e de culto.

Em sua equipe, Maurício de Nassau trouxera cientistas que realizaram estudos de medicina, história, meteorologia e astronomia, além de artistas como Albert Eckhout e Franz Post, os primeiros pintores a retratar cenas da vida brasileira.

Um dos fatores que contribuíram para a derrota dos holandeses: enfraquecida pela guerra contra a Inglaterra, em 1652, a Holanda não teve condições de reforçar sua posição no Brasil. No livro "O Negócio do Brasil - Portugal, os Países Baixos e o Nordeste, 1641/1649" , o mestre,  historiador pernambucano Evaldo Cabral de Melo diz que a expulsão dos holandeses não foi resultado de guerras valentes, mas de um acordo pelo qual Portugal pagou 4 milhões de cruzados (equivalentes a 63 toneladas de ouro) para ter o Nordeste brasileiro de volta.

Sob ameaça permanente de novos ataques não só ao Nordeste brasileiro como também a Lisboa, segundo o historiador, Portugal passou 15 anos negociando e em 1669 fechou o negócio. O pagamento da indenização levou quatro décadas, através de prestações anuais.


O LIVRO

Van Dorth - A Saga dos Hereges Continua

 

de Aydano Roriz 

Editora: Ediouro



Número de páginas: 408
Formato: 15,5 x 23 cm



Este livro é indicado para quem leu um magestoso volume escrito por Aydano Roriz que conta a grandiosa reconstituição da Invasão Holandesa a Pernambuco.

Outra primorosa reconstituição histórica, o autor nos coloca numa máquina do tempo rumo a um Brasil diferente: o Brasil holandês. Nos envolve nas tensões políticas, no choque cultural entre protestantes e católicos, nos seus amores escusos, cobiças, invejas e traições. Neste volume, sobressai-se a figura de Van Dorth, “prometido” de uma princesa holandesa, mas que acaba se envolvendo com a esposa do seu mais poderoso aliado em terras brasileiras – e o único que pode salvá-lo do contra-ataque espanhol. Um romance histórico e excepcional!

A Holanda estende ao Brasil sua guerra contra a Coroa espanhola. Com uma frota de 27 navios, invade a pacata provinciana Salvador. El-rei, demora a se decididir, mas acaba despachando para a Bahia uma armada de 66 naus. O cheiro de pólvora está no ar e, em meio à jornada, os portugueses se rebelam contra os espanhóis.

As tensões políticas na Europa do século XVII e a saga de Van Dorth, o galante holandês governador da Companhia das Índias Ocidentais no Brasil, são a linha mestra deste romance com cara de máquina do tempo, no qual Aydano Roriz mostra por que é um dos principais escritores de ficção histórica do Brasil. Levante as âncoras e embarque nessa aventura.

Relançamento

 

 

 

A Guerra dos Hereges

de Aydano Roriz

Editora: Editora Europa






Número de páginas: 400
Formato: 16 cm x 23 cm



O Brasil era colônia de Portugal. Portugal estava sob domínio espanhol, e os holandeses metidos numa guerra de independência contra a Espanha que já durava 50 anos. Por conta dessa guerra, uma vez expulsos da Bahia, cinco anos depois os holandeses voltaram a invadir o Brasil. O objetivo inicial era se apossar de Zuikerland, ou "Terra do Açúcar", como eles chamavam Pernambuco.

A partir daí, fundar uma "Nova Holanda" no Novo Mundo. Olinda, a "capital" de Pernambuco, era uma cidade rica e amuralhada, mas o efetivo inteiro da capitania mal passava de 130 soldados. Ainda assim, o governador Matias de Albuquerque, graças a um antigo segredo da Santa Inquisição, resistia aos invasores.



O AUTOR DAS DUAS OBRAS

Aydano Roriz
(Juazeiro, 6 de junho de 1949 é um editor e escritor brasileiro).Aos 18 anos, seu primeiro emprego foi na Mangal S/A, a usina algodoeira do pai. Na década de 1970, ainda durante a faculdade de economia, montou seu primeiro negócio, uma boate em Salvador. Abandonou a livre iniciativa e fez carreira na Editora Abril, chegando a diretor das revistas Playboy, Quatro Rodas, Cláudia, Nova e Capricho. Saiu da Abril para fundar a Editora Europa em 1986. Em 2011, ao completar 25 Anos, a Editora Europa publicava 13 revistas mensais e 5 bimestrais, além de mais de 300 títulos de livros em diferentes áreas.

Como escritor, seu livro de estreia foi "Os Diamantes Não São Eternos", um trabalho de 12 anos. Publicado pela primeira vez no Brasil em 1998, foi lançado no ano seguinte nos Estados Unidos com o título "Diamonds are Forgiving". Na sequencia, publicou outros livros: O Desejado (2002), O Fundador (2003), O Livro dos Hereges (2004), Van Dorth (2006), Nova Lusitânia (2007) e A Guerra dos Hereges (2010).

Aydano Roriz escreve seus livros de seu apartamento no Funchal, na Ilha da Madeira.



Obras do autor


Os Diamantes não são Eternos (1998 – Brasil; 1999 – EUA; 2008 – Portugal)

O Desejado (2002 - Brasil; 2003 – Portugal)

O Fundador (2003 – Brasil; 2004 – Portugal; 2011 - Revista e Revisada – Brasil)

O Livro dos Hereges (2004 – Brasil; 2006 – Portugal)

Van Dorth (2006 – Brasil; 2007 – Portugal)

Nova Lusitânia (2007 – Portugal; 2008 – Brasil)

A Guerra dos Hereges (2010 – Brasil)



Relançamento


sexta-feira, 21 de junho de 2013

VALENTINA Na câmara escura de Evie Blake





VALENTINA
Na câmara escura

de Evie Blake


Livro com 424 páginas
Formato 16 cm x 23 cm

VALENTINA
Na câmara escura

Com uma tensão erótica que cresce a cada página, a autora Evie Blake revela os desejos mais recônditos e poderosos da alma feminina.

Milão, 2012. A fotógrafa de moda Valentina Rosselli vive com seu amante, o crítico de arte e marchand Théo Steen. Quando ele parte em uma de suas misteriosas viagens de negócios, deixa um presente inusitado: um álbum antigo de fotografias eróticas. Ao mesmo tempo, Valentina recebe uma oferta de trabalho intrigante: fazer uma série de fotografias artísticas em um clube de sadomasoquismo.

Veneza, 1929. Belle é o alter ego de Louise Brzezinska, esposa de um próspero homem de negócios e que está presa num casamento infeliz. Desprezada pela sociedade, Belle decide realizar todas as suas fantasias reprimidas levando uma vida secreta como cortesã.

Apesar de separadas por décadas, as vidas de Valentina e Belle têm muito em comum. Enquanto Belle busca a libertação pelo amor por meio de sua vida secreta, Valentina quer descobrir qual a relação entre a mulher das fotos do álbum que recebeu de presente e ela própria. E mergulha em um mundo obscuro, que traz à tona uma Valentina que ela jamais pensou existir.



A AUTORA

Evie Blake



É o pseudônimo da escritora e roteirista Noëlle Harrison. Autora de uma série de peças de teatro e de quatro livros, traduzidos para cinco idiomas, estreou na literatura com o romance Beatrice, de 2004. Nascida em Londres, atualmente vive em Bergen, na Noruega.

clique aqui para ler um trecho




UM LANÇAMENTO


domingo, 13 de janeiro de 2013

A Guerra dos Hereges de Aydano Roriz





A Guerra dos Hereges

de Aydano Roriz



Número de páginas: 400
Formato: 16 cm x 23 cm






Por duas ocasiões, os holandeses tentaram se estabelecer no Nordeste brasileiro: em 1624 na Bahia e em 1630 em Pernambuco. Os motivos dessas investidas: parceiros dos portugueses no comércio de açúcar e escravos, os holandeses tiveram seus interesses econômicos prejudicados quando os portugueses passaram,em 1580, o trono português para a Coroa Espanhola.

Como eram rivais dos espanhóis, os holandeses não só perderam o comércio de açúcar, como também foram proibidos de aportar em terras portuguesas.

Para tentar recuperar seus negócios na África e na América, em 1621 o governo e um grupo de companhias holandesas fundam a Companhia das Índias Ocidentais (espécie de empresa comercial, militar e colonizadora) e partem para as investidas.

A primeira tentativa dos holandeses em ocupar o Nordeste brasileiro ocorreu em maio de 1624, quando eles atacam e ocupam Salvador, Bahia, cidade da qual seriam expulsos em abril de 1625, depois de um mês de lutas contra as tropas luso-espanholas.

Em fevereiro de 1630, acontece a segunda investida: chega ao litoral pernambucano uma esquadra de 56 navios da Companhia das Índias Ocidentais e os holandeses ocupam Olinda e Recife.

A ocupação não é total, porque no Arraial do Bom Jesus, a 6 km do Recife, guerrilhas são comandadas por luso-brasileiros como Henrique Dias, Martin Soares Moreno e Felipe Camarão.

Em janeiro de 1637, o conde João Maurício de Nassau-Siegen chega ao Recife trazendo um grande contingente militar; em pouco tempo consegue adesão dos cristãos novos, dos índios, dos negros e mulatos e, apesar das guerrilhas, expande o domínio holandês no litoral nordestino, do Maranhão até a foz do Rio São Francisco.

Com medidas como a concessão de empréstimos aos senhores de terra, o conde restabelece a produção de açúcar e, até a restauração de Portugal, em 1640, os holandeses não enfrentam grandes problemas no Nordeste brasileiro.

Em 1644, por discordar do governo holandês que precisava de dinheiro e determinou o imediato pagamento dos empréstimos concedidos aos senhores de terra nordestinos, Maurício de Nassau retorna à Europa.

Com a ausência do conde, o domínio holandês no Nordeste é enfraquecido e a 03 de agosto de 1645 acontece a Batalha das Tabocas, o primeiro confronto entre os holandeses e os luso-brasileiros.

Este conflito deu início a expulsão definitiva dos holandeses que aconteceria nove anos mais tarde (ver Batalha dos Guararapes). Enquanto permaneceu no Nordeste brasileiro, Maurício de Nassau conseguira administrar sem problemas a colônia holandesa.

Ele recebia salário milionário, ajuda de custo e ainda ficava com 2% sobre todos os lucros obtidos pela colônia. Daí, sua disposição em realizar obras de urbanização no Recife; estimular a recuperação de engenhos; desenvolver fazendas de gado. Para conquistar simpatia, permitia a liberdade política e de culto.

Em sua equipe, Maurício de Nassau trouxera cientistas que realizaram estudos de medicina, história, meteorologia e astronomia, além de artistas como Albert Eckhout e Franz Post, os primeiros pintores a retratar cenas da vida brasileira.

Um dos fatores que contribuíram para a derrota dos holandeses: enfraquecida pela guerra contra a Inglaterra, em 1652, a Holanda não teve condições de reforçar sua posição no Brasil. No livro "O Negócio do Brasil - Portugal, os Países Baixos e o Nordeste, 1641/1649" , o mestre,  historiador pernambucano Evaldo Cabral de Melo diz que a expulsão dos holandeses não foi resultado de guerras valentes, mas de um acordo pelo qual Portugal pagou 4 milhões de cruzados (equivalentes a 63 toneladas de ouro) para ter o Nordeste brasileiro de volta.

Sob ameaça permanente de novos ataques não só ao Nordeste brasileiro como também a Lisboa, segundo o historiador, Portugal passou 15 anos negociando e em 1669 fechou o negócio. O pagamento da indenização levou quatro décadas, através de prestações anuais.





O LIVRO

Grandiosa Reconstituição da Invasão Holandesa a Pernambuco

O Brasil era colônia de Portugal. Portugal estava sob domínio espanhol, e os holandeses metidos numa guerra de independência contra a Espanha que já durava 50 anos. Por conta dessa guerra, uma vez expulsos da Bahia, cinco anos depois os holandeses voltaram a invadir o Brasil. O objetivo inicial era se apossar de Zuikerland, ou "Terra do Açúcar", como eles chamavam Pernambuco.

A partir daí, fundar uma "Nova Holanda" no Novo Mundo. Olinda, a "capital" de Pernambuco, era uma cidade rica e amuralhada, mas o efetivo inteiro da capitania mal passava de 130 soldados. Ainda assim, o governador Matias de Albuquerque, graças a um antigo segredo da Santa Inquisição, resistia aos invasores.



O AUTOR

Aydano Roriz
(Juazeiro, 6 de junho de 1949 é um editor e escritor brasileiro).Aos 18 anos, seu primeiro emprego foi na Mangal S/A, a usina algodoeira do pai. Na década de 1970, ainda durante a faculdade de economia, montou seu primeiro negócio, uma boate em Salvador. Abandonou a livre iniciativa e fez carreira na Editora Abril, chegando a diretor das revistas Playboy, Quatro Rodas, Cláudia, Nova e Capricho. Saiu da Abril para fundar a Editora Europa em 1986. Em 2011, ao completar 25 Anos, a Editora Europa publicava 13 revistas mensais e 5 bimestrais, além de mais de 300 títulos de livros em diferentes áreas.

Como escritor, seu livro de estreia foi "Os Diamantes Não São Eternos", um trabalho de 12 anos. Publicado pela primeira vez no Brasil em 1998, foi lançado no ano seguinte nos Estados Unidos com o título "Diamonds are Forgiving". Na sequencia, publicou outros livros: O Desejado (2002), O Fundador (2003), O Livro dos Hereges (2004), Van Dorth (2006), Nova Lusitânia (2007) e A Guerra dos Hereges (2010).

Aydano Roriz escreve seus livros de seu apartamento no Funchal, na Ilha da Madeira.



Obras do autor


Os Diamantes não são Eternos (1998 – Brasil; 1999 – EUA; 2008 – Portugal)

O Desejado (2002 - Brasil; 2003 – Portugal)

O Fundador (2003 – Brasil; 2004 – Portugal; 2011 - Revista e Revisada – Brasil)

O Livro dos Hereges (2004 – Brasil; 2006 – Portugal)

Van Dorth (2006 – Brasil; 2007 – Portugal)

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A Guerra dos Hereges (2010 – Brasil)




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Fundador de Aydano Roriz

 

UM LANÇAMENTO

 

 

sábado, 13 de outubro de 2012

A REAL ELIZABETH de Andrew Marr






Uma visão intimista do papel de uma monarca em pleno século 21

Elizabeth II comemorou, em fevereiro de 2012, seu jubileu de diamante — 60 anos como rainha da Grã-Bretanha. É justamente neste momento que o jornalista Andrew Marr volta sua pena sagaz à monarquia e à monarca, revelando o papel central que ela ocupa como chefe de estado de 19 países, normalmente desconhecido do grande público.

Com organização temática (em vez de cronológica), Marr disseca as relações políticas de Elizabeth II, especialmente aquelas com seus primeiros-ministros; examina suas responsabilidades e o seu profundo comprometimento como chefe da Commonwealth. Sobretudo, lança seu olhar ao que exatamente ela faz — desde suas aparições públicas e inaugurações até reuniões com chefes de estados e outros dignitários visitantes — e no porquê ela passa três horas por dia examinando documentos enviados de Downing Street.

Marr analisa ainda as dramáticas mudanças na mídia desde a ascensão ao trono, em 1952, e como a monarquia — e a monarca — viram-se obrigados a mudar e a se adaptar. Ele argumenta que, sob os vigilantes olhos da rainha, a monarquia britânica experimentou uma modernização intensa e sem precedentes para enfrentar as demandas da era moderna, desde o final da Segunda Guerra Mundial. Apoiado por pesquisa meticulosa e habilidade narrativa ímpar, Marr apresenta um retrato fiel e sem precedentes de Elizabeth II e também do seu reinado ao longo de seis décadas.


LEIA AQUI O PRIMEIRO CAPITULO

O Autor
Gail Caldwell

Escritor best-selling e jornalista premiado. Foi editor de política da BBC e, desde 2005, ancora o Andrew Marr show, talkshow político exibido aos domingos também na BBC e que lhe valeu dois prêmios da Academia Britânica de Televisão. Escreveu ainda History of Modern Britain, The Making of Modern Britain e My Trade: A Short History of British Journalism.

saiba mais sobre o autor

Andrew Marr's History of Modern Britain - Episode 1 (Pt 1) 

The Diamond Queen



UM LANÇAMENTO

VERÃO DO MEDO de Andreas Gruber

VERÃO DO MEDO

de Andreas Gruber




 



Livro com 448 páginas
Formato 16 cm x 23 cm

Em Viena, Áustria, misteriosos acidentes fatais envolvem milionários. A jovem e competente advogada Evelyn Meyers está às voltas com as ações indenizatórias e desconfia: será que foram mesmo vítimas de acidentes?

Os processos têm algo em comum: homens da alta sociedade, mortos em circunstâncias estranhas. Todos parecem acreditar em acidentes, mas Evelyn desconfia: quem seria a misteriosa moça loura que, curiosamente, sempre aparece nos locais das ocorrências?

Em uma clínica psiquiátrica na Alemanha, a imigrante Natascha é encontrada morta. Tudo parece apontar para suicídio. Mas outras evidências — e também a morte de outras garotas — chamam a atenção do comissário Walter Pulaski.

Neste thriller empolgante, Andreas Gruber conduz com maestria duas narrativas paralelas, levando a advogada Evelyn e o comissário Pulaski a investigar uma série de crimes que, aparentemente, não se relacionam. Dono de técnica apurada, o autor mantém o leitor em constante tensão e suspense. Você não vai conseguir largar este livro!

LEIA AQUI O PRIMERO CAPITULO


O AUTOR
Andreas Gruber
Nascido em 1968 em Viena, Áustria, formou-se em economia, mas especializou-se em literatura fantástica, tendo recebido dois prêmios Vincent de literatura em seu país de origem e outros três, de literatura fantástica, na Alemanha (Deutscher Phantastik Preis). Começou escrevendo fanzines em 1996, mas logo passou aos livros de contos e, desde 2005, já publicou cinco romances.
“Para mim, ser escritor significa que posso inventar personagens interessantes, sem ir parar num hospício, e matar pessoas de maneiras inusitadas, sem ser mandado para a cadeia. De resto, sou um cara legal.” — Andreas Gruber


UM LANÇAMENTO

domingo, 19 de agosto de 2012

Fundador de Aydano Roriz

O Fundador

de Aydano Roriz


Número de páginas: 384
Formato: 155 x 230 mm


"Um romance delicioso sobre as aventuras dos primeiros portugueses em terras do Brasil", como disse o jornal Diário de Notícias, de Lisboa.

Os originais do livro foram finalizados em 1999 e renderam várias edições no Brasil e em Portugal. Após 12 anos e muita pesquisa, uma nova edição revisada pelo autor está sendo lançada para contar, ainda melhor, essa fascinante história que, apesar de sua importância, ainda é pouco conhecida pela maioria dos brasileiros.

Clique aqui e leia um pouco do livro




Um lançamento


 

sexta-feira, 27 de julho de 2012

Louca Pra Casar de Susanne Leinemann

Louca Pra

Casar

de Susanne Leinemann


Livro com 304 páginas
Formato 16 cm x 23 cm


O LIVRO
Nesse romance, cheio de pitadas de humor, a protagonista segue uma série de regras, supostamente infalíveis, para conseguir um casamento de sonhos.

Nina tem um bom emprego e um futuro profissional promissor. Não se considera bonita, mas sabe que é atraente. Namora sem compromisso e curte baladas, de onde raramente sai sozinha. Quando se sente atraída, não pensa duas vezes em ir para a cama, até mesmo antes de saber o nome do parceiro. Às vezes se arrepende. Outras, não. Mas sempre se diverte.

No entanto, depois de completar 30 anos, Nina meteu na cabeça que precisa se casar. Sonha com um homem de boa aparência, cortês, educado, bem de vida e bom de cama. E vai à luta para conseguir o seu, munida das dicas, supostamente infalíveis, de uma bem-sucedida executiva da empresa onde trabalha.

A AUTORA
Susanne Leinemann graduou-se em História na Friedrich Schiller University Jena, e cursou a escola Alemã de Jornalismo, em Munique. É colunista do jornal Berliner Morgenpost. Em 2011, com uma reportagem publicada na revista Time, venceu o Prêmio Henri Nannen, o equivalente, no Brasil, ao Prêmio Esso de Jornalismo.


http://bit.ly/KgGerJ clique aqui e leia o prtimeiro capitulo

Louca Pra Casar é o seu terceiro romance.



Um lançamento