sábado, 24 de novembro de 2012

A concubina de Gül İrepoğlu

A concubina

de Gül İrepoğlu


196 páginas
Formato: 14x21cm



Aproveitando o raro momento da Turquia ser cenário no horário nobre recomendamos mais uma vez este livro. (E.C.)
A concubina nos conta uma esplendorosa história de amor que aconteceu durante o império Otomano, no reinado do sultão Abdülhamid Han, envolvendo o próprio sultão, uma de suas concubinas e o eunuco-chefe.

Askidil, a concubina, apaixona-se perdidamente pelo sultão tão logo conhece as delícias do leito real pela primeira vez. Para expressar seu amor, escreve ao amado inúmeras cartas que nunca serão enviadas. Embora pareça que o amor da sensual concubina possa ser correspondido, o sultão não a procura tanto quanto ela o deseja… afinal ela é apenas uma das muitas mulheres que ele tem à disposição no seu harém.

O eunuco-chefe, enjaulado em seu triste destino, acaba por se envolver com a bela concubina, formando-se um triângulo amoroso que o leitor acompanha nos textos plenos de emoção e poesia.

A escritora e historiadora Gül Irepoglu inspirou-se nas cartas de Askidil para nos transportar para a Turquia do século XVIII, com sua colorida e suntuosa atmosfera onde as mulheres e as paixões humanas tinham que se submeter a regras sociais e políticas que as aprisionavam em “gaiolas douradas”.

A Autora
Gül Irepoglu nasceu em Istambul, Turquia, em 1956. Formou-se em Arquitetura pela Faculdade de Belas Artes e fez carreira acadêmica no Instituto de Estética e História da Arte da Universidade de Istambul. Além de escritora, Gül Irepoglu é também pesquisadora e conferencista renomada na Europa e Comissária da Unesco, sempre trabalhando com seus conhecimentos sobre o rico patrimônio histórico de seu país. Ela apresenta um programa sobre arte em cadeia nacional de televisão. Atualmente vive em Istambul. Escreveu vários romances, sendo que A concubina já foi publicado na Bulgária, Grécia, Polônia, Romênia e Síria.


UMA RAPIDA ENTREVISTA COM A AUTORA


1 - De onde veio a inspiração para escrever este livro?

Primeiro de tudo, o incrível palácio otomano em Istambul, o Palácio Topkapi, foi a minha inspiração básica.

Sendo um historiador de arte, eu sabia sobre as cartas de amor de um sultão  do 18 º século, para uma de suas mulheres. Na verdade, é muito incomum para um sultão pedir uma de suas mulheres no harém para chegar a sua cama durante a noite, ao contrário, foi uma honra e, além disso, um objetivo a ser "desejado" pelo mestre. Neste caso, de acordo com as cinco cartas nos arquivos do Palácio de Topkapi, em Istambul, o sultão pediu a uma mulher por amor, com as palavras mais extremamente doces como poemas, e ainda de acordo com essas cartas, ela se recusou a se render!

Então, eu comecei a pensar que "grande"  mulher , que a personalidade forte que ousou isso. Que tipo de mulher ela poderia ser? Não houvia qualquer indicação e então eu tive que criar, de inventar uma personagem, muito apaixonante e emocional, e ainda muito forte, orgulhosa, esperta, inteligente e incrivelmente bonita, com excelente qualidade, e certamente consciente de seus valores, e como sua característica mais importante: "no amor com amor ". Consequentemente, há cenas de amor e também algumas cenas éroticas expressando a verdadeira paixão na história.

É antes de tudo um romance de amor, com um cenário histórico, e esse tipo de amor pode ser experimentado também hoje ou muitos mais anos antes, o amor realmente não muda.

E, claro, uma ficção  reflete algumas das experiências (secretas) pessoais que se transformaram em imagens totalmente diferentes na narrativa.



2 - Quanto tempo você teve de pesquisa para o livro?

Eu sou um historiador de arte e, portanto, este já é o meu campo e eu escrevi muitos livros de arte e artigos sobre a história desta época, mas ainda assim eu tive que pesquisar sobre detalhes específicos do estilo de vida e conceitos e da linguagem então. Eu pesquisei enquanto estava escrevendo ao mesmo tempo para pegar as inspirações repentinas.Levei dois anos e meio para escrever o livro.

Neste livro detalhes da vida de muitos dos antigos haré dons otomanos são dados dentro da história, a decoração das câmaras, a  linda roupa, os entretenimentos, músicas, tradições, intrigas,  de preferências, jóias ... Desde então eu estou trabalhando em um grande livro sobre joias Otomanas (agora, apenas cerca de terminá-lo), eu coloquei um diamante famoso na história da concubina.

3 - Esta história de amor é realmente de final feliz?

O amor desesperado do sultão realmente aconteceu, indicado por cartas de amor reais, ainda nos arquivos do palácio, mas as outras partes são baseadas em suposições e possibilidades e imaginação do escritor.

4 - Cariye é uma história de amor do século 18. Seu primeiro romance foi também sobre o passado. Você não gosta de escrever sobre o presente? Sobre a nova Turquia?

A 18 ª seculo  otomana foi o da arte, é uma das minhas áreas preferidas, portanto eu tenho escolhido para escrever ficção sobre esta época, porque há tanta coisa para escrever sobre isso,e é um momento muito colorido . Eu levei vantagem de ter todo um conhecimento  enquanto outros escritores tem que pesquisar muito mais. Eu também tenho uma outra história, a metade já escrita sobre o século 16 º , novamente sobre uma mulher muito incomum naquele tempo, e eu estou esperando a inspiração final.

Enquanto isso, em meu último romance é uma história única e subjetiva como uma espécie de história de Istambul dos últimos 50 anos no contexto da roupa, com o nome "kaleidoscopio com uma curva para Istambul"

Para o ano novo pretendo terminar outra novela sobre uma história de amor real e comovente. Então eu não limito a minha escrita com os episódios do tempo, ele só vem para mim, meus romances são os produtos de filtragem de tudo o que tenho acumulado na minha imaginação ao longo dos anos.

A nova Turquia também dá muitas  inspirações, em uma cidade como Istambul, com todas aquelas cores excepcionais tudo incrivel, não é difícil ser um escritor ou poeta.

 5 - Como são as mulheres na Turquia agora? O que você gosta nelas? O que você não gosta ?

Mulheres na Turquia são todas de personalidade forte, trabalhadoras e cheias de energia, tanto nas cidades como em todo o país, e também na maior parte de boa aparência, com charme! Eu gosto de suas abordagens afetivas para a vida. Tenho pena quando as mulheres não estão cientes de suas qualidades distintas.

LEIA AQUI UM TRECHO DA OBRA



Cervejas, Brejas & Birras – Um guia para desmistificar a bebida mais popular do mundo

Cervejas, Brejas & Birras – Um guia para desmistificar a bebida mais popular do mundo

de Mauricio Beltramelli

Formato: 17 x 23 cm
Nº de páginas: 320

Mauricio Beltramelli, criador do site Brejas e proprietário do Bar Brejas, lança em novembro seu primeiro livro pela editora LeYa "Cervejas, Brejas & Birras" - Um guia para desmistificar a bebida mais popular do mundo”. Um livro que ajudará tanto iniciados quanto leigos a descobrir tudo sobre os mais de 100 tipos de cerveja existentes no mundo, por meio de uma linguagem simples e divertida, como numa conversa de amigos entre um chope e outro.



Uma viagem saborosa entre as garrafas desse líquido precioso, inventado meio sem querer por mulheres da Idade da Pedra. Ao mesmo tempo em que apresenta as tradições e o que existe de melhor sendo feito pelas grandes cervejarias mundiais, o autor destaca a qualidade das promissoras microcervejarias artesanais brasileiras e desfaz mitos que há muito povoam as conversas de bar. 


 








Oráculos da geografia iluminista Dom Luís da Cunha e Jean-Baptiste Bourguignon D’Anville na construção da cartografia do Brasil

Oráculos da geografia iluminista

Dom Luís da Cunha e Jean-Baptiste Bourguignon D’Anville na construção da cartografia do Brasil

Júnia Ferreira Furtado


Coleção: Ieat
2012. 707 p.
Dimensão: 26 x 18,20

A mineira Júnia Ferreira Furtado, professora e pesquisadora do Departamento de História da Universidade Federal da Minas Gerais (UFMG), foi a vencedora da edição 2011 do Prêmio Odebrecht de Pesquisa Histórica – Clarival do Prado Valladares.

Seu projeto de pesquisa Oráculos da Geografia Iluminista: Dom Luís da Cunha e Jean-Baptiste Bourguignon d’Anville na construção da cartografia do Brasil foi escolhido pela comissão julgadora composta por Eduardo Silva, doutor em História pela University College London, da Inglaterra, e pesquisador do Setor de História da Fundação Casa de Rui Barbosa, no Rio de Janeiro, Francisco Senna, Historiador e ex-Professor da Universidade Federal da Bahia, José Enrique Barreiro, da Versal Editores, e Rinaldo Gama, Jornalista, editor do caderno Sabático do jornal O Estado de São Paulo, entre os cerca de 100 projetos inscritos por pesquisadores de todo o Brasil.

Foi assim que chegamos aos bastidores de um mapa elaborado no século 18 para subsidiar as negociações entre Portugal e Espanha em torno dos limites territoriais de suas colônias na América .

Oráculos da geografia iluminista - Dom Luís da Cunha e Jean-Baptiste Bourguignon D’Anville na construção da cartografia do Brasil, escrito pela professora da UFMG Júnia Ferreira Furtado, promove uma interseção entre história, cartografia e diplomacia.

A obra investiga a colaboração entre o embaixador português dom Luís da Cunha e o cartógrafo francês Jean-Baptiste Bourguignon D’Anville para a produção da Carte de l’Amérique méridionale, impressa em 1748. A publicação faz parte da coleção do Instituto de Estudos Avançados Transdisciplinares (Ieat).

O LIVRO

Na interseção entre história, cartografia e diplomacia, numa perspectiva transdisciplinar, este livro investiga a colaboração estabelecida entre o famoso embaixador português dom Luís da Cunha e o cartógrafo francês Jean-Baptiste Bourguignon D’Anville, para a produção da Carte de l’Amérique méridionale, impressa em 1748. Essa colaboração visava criar uma nova aparência geográfica do Brasil, imprimindo-lhe uma feição continental, muito próxima à do seu atual território. Como é muito mais comum do que se pensa, esse mapa não era um espelho do real, mas sim um instrumento de convencimento que, segundo o desejo do embaixador, deveria ser utilizado pela coroa portuguesa nas negociações futuras das fronteiras brasileiras.




ANÇAMENTO DA

A ARTE DA GUERRA - ESTRATÉGIA PARA GERENTES DE VENDAS - SUN TZU

A ARTE DA GUERRA - ESTRATÉGIA PARA GERENTES DE VENDAS 

- SUN TZU


de Gary Gagliardi


PÁGINAS:     192





A ARTE DA GUERRA - ESTRATÉGIA PARA GERENTES DE VENDAS - SUN TZU

Estratégia para Gerenciar a Força de Vendas   
  
Gary Gagliardi, reconhecidamente o maior interprete dos conceitos da Arte de Guerra, relaciona nesta série o texto original de Sun Tzu com temas de negócios.
Todos usam o termo "estratégia", mas poucos gerentes de vendas têm uma idéia clara de como usar seus princípios poderosos para o sucesso de sua força de vendas. Estratégia não é apenas pensar a longo prazo em situações complexas. Embora muitos livros aleguem ensinar "venda estratégica", este é o único que explica as verdadeiras regras de estratégia no contexto da gestão de vendas. O domínio da estratégia permite reconhecer com mais facilidade as situações estratégicas do dia-a-dia e rapidamente tomar as decisões certas sobre como reagir diante dessas situações.
Os gerentes de vendas são como generais no campo das batalhas comerciais. Eles devem não apenas desenvolver, organizar e posicionar a força de vendas para alcançar e superar os concorrentes, como também entrarem na luta. Os gerentes de vendas devem ser estrategistas e tomar as decisões estratégicas que possibilitem que a força de vendas tenha êxito.

A Arte da Guerra de Sun Tzu é o livro mais importante sobre estratégia de todos os tempos. Sun Tzu percebeu que os concorrentes são bem-sucedidos não apenas porque lutam com mais empenho, mas porque sabem sobrepujar seus oponentes.

Se você faz parte da gerência de vendas, já aprendeu alguns aspectos da estratégia sem perceber. Talvez o aspecto mais valioso da obra clássica de Sun Tzu seja que ela nos dá um modelo para organizar o conhecimento que você já acumulou e ao mesmo tempo o que ainda está faltando. Os cinco fatores-chave que definem sua posição estratégica, os quatro passos para avançar sua posição, as nove situações estratégicas e outros elementos do sistema de Sun Tzu completarão o quadro que você já desenvolveu por meio de tentativa e erro.
Neste livro, mostramos o caminho para que você desenvolva uma estratégia bem-sucedida para sua força de vendas no mercado atual.

A Série A ARTE DA GUERRA de Sun Tzu, do autor Gary Gagliardi, é composta por 6 livros:

o Sun Tzu - A Arte da Guerra - A Arte do Marketing
o Sun Tzu - A Arte da Guerra - A Arte das Carreiras Profissionais
o Sun Tzu - A Arte da Guerra - A Arte da Administração e Negócios
o Sun Tzu - A Arte da Guerra - A Arte das Vendas
o Sun Tzu - A Arte da Guerra - A Arte das Pequenas Empresas
o Sun Tzu - A Arte da Guerra - Estratégia para Gerentes de Vendas

Sun Tzu (chinês simplificado: 孙武; chinês tradicional: 孫武; pinyin: Sūn Wǔ) (544 a.C. - 456 a.C.) foi um general, estrategista e filósofo chinês. Sun Tzu é mais conhecido por sua obra A Arte da Guerra, composta por 13 capítulos de estratégias militares.

Sun Tzu, também grafado como Sun Tze ou Sun Wu em outras traduções, foi uma figura histórica cuja existência é questionada por vários historiadores. Tradicionalmente, Sun Tzu terá vivido no Período das Primaveras e Outonos da China (722 a.C. – 481 a.C.) como general do Rei Hu Lu. Historiadores mais recentes, que admitem a sua existência, datam o seu trabalho, A Arte da Guerra, do Período dos Reinos Combatentes (476 a.C. – 221 a.C.), baseado nas descrições da guerra desse livro, e pela semelhança da forma de redacção do texto com outros trabalhos feitos no início do período dos Reinos Combatentes.Os historiadores mais tradicionais acreditam que o seu descendente, Sun Bin, também escreveu um tratado sobre tácticas militares, intitulado A Arte da Guerra de Sun Bin. Ambos são mencionados como Sun Tzu nos textos tradicionas chineses, e alguns historiadores acreditavam que Sun Wu era de facto Sun Bin até à descoberta dos seus trabalhos, em 1972. Durante os séculos XIX e XX, A Arte da Guerra de Sun Tzu, ganhou grande popularidade sendo adoptado na prática pelo mundo Ocidental, continuando os seus trabalhos a influenciar as culturas e políticas tanto dos mundos Asiático como do Ocidental


O AUTOR
O premiado autor deste livro, Gary Gagliardi, é a autoridade máxima em A Arte da Guerra, de Sun Tzu, nos Estados Unidos. Convidado freqüentemente para programas de rádio e TV, Gary escreveu uma dezena de livros sobre estratégia e ensina seus princípios em todo o mundo. Sua nova tradução de A Arte da Guerra ganhou o prêmio Independent Publishers de 2003 pela melhor obra de não-ficção multicultural. Sua adaptação das idéias de Sun Tzu para a área de marketing foi escolhida pelo Comitê de Premiação Ben Franklin como um dos três melhores livros de negócios de 2004.


Gary começou sua carreira empresarial na área de vendas, recebendo prêmios como gerente de vendas e, posteriormente, como empresário que gerenciava sua própria equipe de vendas aplicando as idéias de Sun Tzu. Ele escreveu sua primeira adaptação do trabalho de Sun Tzu, A Arte das Vendas, para a equipe de vendas de sua empresa de software. Ela se tornou parte da lista das 500 empresas privadas de maior crescimento nos Estados Unidos da revista Inc., ganhando inúmeros prêmios, incluindo o Prêmio de Qualidade Blue Chip da Câmara de Comércio dos Estados Unidos. Depois de vender sua empresa de software em 1997, Gary começou a escrever e a ensinar a filosofia de Sun Tzu em tempo integral para as maiores empresas do mundo. Atualmente, ele mora perto de Seattle com sua esposa Rebecca.



Introdução à Ciência do seminário Scienceofstrategy.org  chamado As Chaves  de Sun Tzu - a estratégia apresentada pelo fundador do Instituto, Gary Gagliardi. Oferece uma curta história de Sun Tzu, A Arte da Guerra, e é visão geral do uso da estratégia de Sun Tzu na história. O vídeo completo está disponível na Escola do Instituto de Estratégia on-line ( http://scienceofstrategy.org/strategyschool )


  

um lançamento


Editora LeYa presenteia os fãs com box dos cinco primeiros volumes da saga “As crônicas de gelo e fogo”, em versão pocket inédita




Título: Box As crônicas de gelo e fogo – versão pocket
Autor: George R.R Martin



A luxuosa caixa chega às livrarias, já como sugestão de presente de natal


Os cinco primeiros volumes da série “As crônicas de gelo e fogo” – “A Guerra dos Tronos”, “A Fúria dos Reis”, “A Tormenta de Espadas”, “O Festim dos Corvos” e “A Dança dos Dragões” permanecem na lista dos livros mais vendidos desde o lançamento do primeiro livro da série. Encabeçando a lista, os livros garantiram, aqui no Brasil, mais de um milhão de exemplares vendidos e é sensação na literatura fantástica e no seriado adaptado pela HBO.


No fictício continente Westeros, uma terra onde o verão pode durar décadas e o inverno toda uma vida, os problemas estão cada vez maiores. Traições e revelações vão sendo apresentadas às criaturas dos Sete Reinos que, junto com o leitor, vão encarar o destino incerto de suas vidas e acompanhar histórias fantásticas criadas por George R.R Martin.
Dos lugares onde o frio é brutal, até os distantes reinos de plenitude e sol, George R. R. Martin narra uma história de lordes e damas, soldados e mercenários, assassinos e bastardos, que se juntam em um tempo de presságios malignos. “As Crônicas de gelo e Fogo” possui elementos comuns aos romances épicos, com componentes fantásticos e uma narrativa única. Cada capítulo é contado do ponto de vista de um personagem – embora todos sejam narrados em terceira pessoa – e cabe ao leitor a tarefa de definir o caráter dos envolvidos na trama. Afinal, o inverno está chegando!


Para presentear os leitores, a LeYa publica em novembro a aclamada saga agora em versão pocket com capas especiais para colecionadores em um box de luxo, uma edição digna da série medieval mais ambiciosa e imaginativa dos últimos anos.

Atchim & Espirro lançam DVD com A Turma da Casa de Chocolate

Atchim & Espirro lançam DVD com A Turma da Casa de Chocolate
 
Fazendo sucesso há mais de 30 anos, Atchim & Espirro, os maiores palhaços do Brasil, vão lançar seu primeiro DVD com A Turma da Casa de Chocolate.
A dupla faz palhaçadas, brinca e canta ao lado de Miss Cupcake, Zé Pirulito, Brigadeiro Tobias, Bolachinha, Choc Choc e Maria Casquinha. O musical se passa na Casa de Chocolate e eles apresentam hits como “É Tão Lindo”, “Ai Meu Nariz”, “Piuí Abacaxi/É de Chocolate/Uni Duni Te”, “Doce Mel/Ilariê/Tindolelê”, outros sucessos que eles mesmos lançaram como “Circo da Alegria”, “King-Kong e seu King-Konguinho” e “A Orquestra dos Bichos”, e ainda inéditas como a música de abertura “Casa de Chocolate” (Conrado Muylaert), entre outras surpresas.

O DVD “Atchim & Espirro e A Turma da Casa de Chocolate” tem direção geral de Marcos Maynard e Guto Campos, e será distribuído pela Radar Records, a partir de 03 de dezembro.

O vídeo de “Casa de Chocolate” já está disponível na internet: http://www.youtube.com/watch?v=dqi14LHEgtQ&feature=youtu.be

Mais informações: http://www.atchimeespirrooficial.com.br

Conservatório de MPB chama alunos para rematrícula





Os alunos que já frequentam os cursos oferecidos pelo Conservatório de MPB de Curitiba, mantido pela Prefeitura Municipal, e que desejam continuar seus estudos na instituição, devem realizar a rematrícula de 26 a 30 de novembro, na secretaria de cursos do Conservatório. Durante esse período, serão distribuídas senhas, diariamente, das 9h às 12h (limitadas a 40 senhas), e das 14h às 20h (limitadas a 60 senhas).

O aluno deve apresentar obrigatoriamente uma foto 2X2 e estar com todas as mensalidades quitadas. Quem tiver efetuado o pagamento após 16 de novembro, precisa levar o comprovante. Alunos sem senha não serão atendidos. A direção do Conservatório de MPB alerta que o aluno que perder o prazo só poderá voltar às aulas mediante inscrição como novo participante.



Novos alunos – Para novos alunos, o Conservatório de MPB de Curitiba irá abrir as inscrições em janeiro de 2013. As inscrições serão realizadas exclusivamente pelo site da Fundação Cultural de Curitiba (www.fundacaoculturaldecuritiba.com.br). O candidato deverá preencher o formulário disponível no endereço eletrônico para análise dos professores responsáveis pela seleção. É importante respeitar as datas de cada núcleo de instrumentos e o horário de inscrição, que é das 9h às 17h. 

Os cursos instrumentais para adultos, a partir de 13 anos, são os seguintes: canto popular, piano, acordeom, bandolim, violão, cavaquinho, guitarra, baixo elétrico, viola caipira, bateria, percussão, trompete, flauta doce, flauta transversal, trombone, clarinete e saxofone (com uma hora de aula prática por semana, totalizando 16 aulas no semestre). Os cursos no núcleo de Teoria são ritmo e som, LEM (linguagem e estruturação musical), harmonia e arranjo instrumental (com uma ou duas horas de aula teórica por semana, totalizando 16 ou 32 horas no semestre).

Para crianças de 7 anos a 12 anos são ofertados os cursos de bateria, flauta doce, piano, violão e ritmo e som (musicalização), com uma aula por semana, totalizando 16 aulas no semestre.



Confira o calendário de inscrição:

21 a 25 de janeiro de 2013 – inscrições para a primeira fase de seleção por núcleo de instrumentos, seguindo as seguintes datas:

21 de janeiro – Núcleo Vocal

22 de janeiro – Núcleo de Teclados

23 de janeiro – Núcleo de Sopros

24 de janeiro – Núcleo de Cordas

25 de janeiro – Núcleo de Percussão e Teoria

21 de janeiro a 22 de fevereiro – Núcleo de Práticas

 (Os alunos pré-selecionados serão notificados por e-mail e terão os nomes divulgados no site).

4 a 8 de fevereiro de 2013 – segunda fase de seleção, com teste prático e entrevista.

18 a 22 de fevereiro – matrículas

25 de fevereiro – início das aulas do primeiro semestre e divulgação das vagas remanescentes.

11 a 15 março de 2013 – segunda chamada.

Investimento:

Cursos de instrumentos ou canto – R$ 50 (matrícula), mais cinco mensalidades de R$ 60 (clarinete - R$ 50 de matricula, mais cinco mensalidades de R$ 85).

Cursos de Teoria Básica, Ritmo e som – LEM – Harmonia – R$ 50 (matricula), mais cinco mensalidades de R$ 32.

Cursos de Teoria Complementar e Arranjo Instrumental – R$ 50 (matricula), mais cinco mensalidades de R$ 64.

Atenção: os valores estão sujeitos a alterações.



Serviço:

Conservatório de MPB realiza rematrícula para alunos que já frequentam os cursos da instituição e querem continuar os estudos em 2013.

Local: Conservatório de MPB de Curitiba (Rua Mateus Leme, 66 – Setor Histórico).

Data: de 26 a 30 de novembro de 2012, com distribuição de senhas, diariamente, das 9h às 12h (limitadas a 40 senhas), e das 14h às 20h (limitadas a 60 senhas). A direção do Conservatório de MPB alerta que o aluno que perder o prazo só poderá voltar às aulas mediante inscrição como novo aluno.

Informações: Secretaria de Cursos do Conservatório de MBP de Curitiba – (41) 3321-3315 / secretariacmpb@fcc.curitiba.pr.gov.br

O TERNO APRESENTA SEU DISCO DE ESTREIA, “66”, DIA 30/11 NO TEATRO PAIOL EM CURITIBA



Vencedor dos prêmios Clipe do Ano do Prêmio Multishow 2012 e Aposta MTV do VMB 2012, o trio de rock da novíssima geração da música paulista desponta com canções autorais espertas, doses de psicodelia e versões pulsantes para criações de Mauricio Pereira




Irônico, inteligente e bem-humorado, o trio paulistano de rock O Terno apresenta show de seu primeiro disco, “66”, em show no projeto Radar – A nova música brasileira nos 40 anos do Teatro Paiol, em Curitiba, dia 30 de novembro (sexta), às 20h30. Com integrantes na faixa dos 20 anos - Tim Bernardes (voz, guitarra e órgão), Guilherme “Peixe” (baixo) e Victor Chaves (bateria) - O Terno movimenta criativamente a produção da novíssima geração da música paulista ao lado de nomes como o prolífico compositor Rafael Castro e a banda Memórias de um Caramujo. Munido de letras sagazes e execução competente e elegante dos instrumentos, o trio produz um registro nostálgico contemporâneo, minuciosamente contestado na letra da faixa-título “66”, que inaugura o álbum. Os versos de autoria de Tim Bernardes “Me diz meu Deus o que é que eu vou cantar se até cantar sobre ‘Me diz meu Deus o que é que eu vou cantar?’ já foi cantado por alguém” indagam o caminho musical a ser seguido, concluindo que “ já fizeram coisa boa no passado, que eu misturo como eu quero com mais tudo que eu quiser” e sugerem ainda mais uma solução: “então eu corro pra internet, sou garoto antenado, e baixo o novo embalo quente que é de sessenta e seis” acompanhado de ‘solo da hora de guitarra’ e “Do-de-ca-fo-ni-a pra você!”. Assim começa a jovem e instigante empreitada musical d’O Terno, dividida neste primeiro registro em dois momentos, lado A e lado B.

O álbum segue com mais quatro músicas inéditas autorais, todas assinadas por Tim, incluindo uma parceria com Peixe, acompanhadas pelo mesmo número de versões de composições de Maurício Pereira, pai de Tim.  Completam o lado A de “66” “Morto”, “Eu Não Preciso de Ninguém”, “Enterrei Vivo” e “Zé, Assassino Compulsivo”, que assim como a faixa-título conta com Hammond do multiinstrumentista Marcelo Jeneci, um dos destaques da música brasileira atual.

Em quase todas as faixas do disco (exceto em “Compromisso”, faixa cantada por Mauricio Pereira no B), o jovem frontman empunha sua guitarra marcante e assume os vocais com personalidade somada a talento genético, identificado no timbre da voz e na destreza para compor. Tim protagoniza interpretações carismáticas tanto em estúdio quanto nas vigorosas apresentações ao vivo da banda, sempre lotadas por público caloroso com as letras na ponta da língua.

O lado B de “66” traz as versões do trio para as canções de Mauricio Pereira, que assume criativo sax tenor e entoa duetos empolgantes ao lado de Tim em “Quem É Quem”, “Modão de Pinheiros”, “Purquá Mecê” e “Tudo Por Ti”. Em “Compromisso”, Pereira canta sozinho emoldurado pelo fuzz da banda. Mauricio Pereira é bem mais que uma mera participação especial no disco, que inicialmente foi pensado como um EP, depois um EP duplo e até como dois EPs, um “O Terno” e outro “O Terno e Mauricio Pereira”.

A parceria da banda com o compositor começou em 2009, quando Pereira convidou os garotos para elaborar novas versões de suas criações e tocá-las em shows ao seu lado. Com carta branca para fazer o que quisessem com as músicas, Tim, Peixe e Chaves descobriram sua forma de compor e seu estilo para arranjar as primeiras músicas que surgiam paralelamente ao trabalho com Pereira. O repertório autoral e as versões tomaram vida ao mesmo tempo e resultaram no show “O Terno & Mauricio Pereira”, já diferente das primeiras apresentações do trio com o compositor. Assim, “66” é um disco em que o lado A influencia o lado B e vice-versa, assim como o lado sessentista da banda influencia seu lado contemporâneo e vice-versa. Para ilustrar a arquitetura do disco, as fotos da capa e da contracapa desafiam o ouvinte em um divertido e emblemático jogo de sete erros, no qual Pereira é um dos elementos que diferem nas imagens.

Os integrantes d’O Terno apresentam agora seu primeiro disco mas já tocam desde 2006. Colegas de escola e parceiros musicais desde os 14 anos, Tim e Peixe convidaram o baterista Chaves para completar o trio em 2009. De lá pra cá, O Terno já se apresentou ao lado de nomes como Tulipa Ruiz, Rafael Castro, Marcelo Jeneci, Laura Lavieri e Lúcia Turnbull.

Dirigido por Gustavo Moraes e Marco Lafer, da produtora Alaska Filmes, o ótimo clipe da música "66" apresentou em maio a faixa-título do até então inédito álbum da banda. Já no primeiro mês, o clipe alcançou a marca de 30 mil views no Youtube e rendeu ao trio prêmios importantes, como o de Clipe do Ano, no Prêmio Multishow e também a estatueta de Aposta MTV no VMB 2012. O grupo também participou recentemente do programa Som Brasil - especial Tropicália.

Tim Bernardes - O paulistano Tim Bernardes nasceu no mesmo dia em que Paul McCartney (18 de junho) e causou polêmica na família ao proferir sua primeira palavra: "múshca". Filho de Maurício Pereira, Tim começou a estudar música aos seis anos. Aprendeu musicalização com Pedro Mourão e guitarra com Akira, ambos integrantes do grupo Rumo, ícone da chamada vanguarda paulista de 1980. Tonho Penhasco, guitarrista de Itamar Assumpção no disco “Sampa Midnight”, e de Arrigo Barnabé foi o segundo professor de guitarra do garoto. Aos 17 anos, ingressou na faculdade de música e começou a compor as canções que integram o primeiro disco d’O Terno. Gravadas em casa, as faixas eram publicadas num Myspace, que, por timidez do compositor, era pouco difundido. Sob a alcunha de “Pereirinha e Pereirão”, pai e filho também se apresentam ao lado de convidados como André Abujamra, Wander Wildner, Theo Werneck e Ivan Vilela.

Victor Chaves – Estudou musicalização desde os 10 anos, na Escola de Música Movimento, em São Paulo. Teve aulas de bateria com Marcelo Effori (Los Pirata, Andre Abujamra e Curumim) e aos 16, já com noções básicas de violão, comecou a compor canções. Integrou a banda autoral Pata de Onça por quatro anos e os 19, ingressou n'O Terno. Aos 21 anos, estuda Ciencias Biológicas na Universidade de São Paulo e é baterista d'O Terno.

Guilherme Peixe – Nasceu no dia 19 de junho, um dia depois de Tim, no mesmo dia que Chico Buarque. Começou a estudar baixo elétrico aos 12 anos e aos 19 iniciou os estudos de baixo acústico. Atualmente, além de tocar n’O Terno, participa de outros projetos como a banda de música da região dos Balkans, "Experimento Oriental", a cantora Luiza Lian e a banda Juscelino e os Kubitschekers, que gravou duas músicas no disco ainda inédito de Roberto Sion.

SERVIÇO:


O Terno no Teatro Paiol

30/11

20h30

Capacidade da casa: 230 lugares

Ingressos: R$40 (inteira) e R$20 (meia ou com 1 kg de alimento)

6/12 JOGANDO NO QUINTAL NO NATAL DO CCBB

Jogando no Natal

Os palhaços do grupo Jogando no Quintal farão intervenções no Natal do CCBB,  de 6 a 16 de dezembro.


 


Musicas natalinas, Presepada e Papai Noel que atende aos pedidos dos adultos fazem parte da programação gratuita criada especialmente para a data.






O Centro Cultural Banco do Brasil convida para a sua programação especial de Natal, que este ano conta com a  presença dos palhaços que fazem parte do elenco do Jogando no Quintal, espetáculo de improviso que há 10 anos está em cartaz em São Paulo.

Com um olhar divertido sobre a data, a programação criada pela trupe irá apresentar três performances, em dias e horários  distintos, entre os dias 6 e  16 de dezembro.

Às quintas e sextas a trupe promete trazer o Papai Noel  ao CCBB para escutar e realizar o sonho dos adultos. Afinal, quem disse que Papai Noel é só para criancinhas?

Já aos  sábados e domingos, será apresentada pela manhã a Presepada, um presépio vivo- um tanto quanto... inusitado-. Na   parte da tarde os palhaços voltam com A Fabulosa Banda Natalina do Quintal , que fará um cortejo com as mais tradicionais canções natalinas. Para se divertir e soltar o gogó.

Serviço

Jogando no Natal

Direção: Rhena de Faria

Supervisão artística: Cesar Gouvêa

de 06 a 16 de dezembro - de quinta a domingo

Quintas e sextas - intervenções de 30 minutos às 12h, 13h30 e 18h

Sábados e domingos – intervenções de 45 minutos

11h – Presepada

16h – A Fabulosa Banda Natalina do Quintal

Elenco: Álvaro Lajes, Claudio Thebas, Cristiano Meireles, Denis Goyos, Ernani Sanchez, Eugênio La Salvia,  Igor Canova, Paola Musatti, Rhena de Faria, Teresa Gontijo e Vera Abbud.

Gratuito

Recomendação: Livre

Local: Centro Cultural Banco do Brasil

Área Externa e Térreo

Rua Álvares Penteado, 112 - Sé

Telefone: (0xx)11 3113-3651

Orquestra À Base de Sopro apresenta o show “Nossos Compositores”





A Orquestra À Base de Sopro, grupo mantido pela Fundação Cultural de Curitiba, apresenta neste fim de semana, dias 24 e 25 de novembro, o show “Nossos Compositores”. As apresentações acontecem no Teatro do Paiol a partir da 20h, no sábado, e às 19h, no domingo.

O show mostra os arranjos e composições produzidas coletivamente pelos próprios músicos que passaram pelo grupo, nesses últimos seis anos.  As composições fazem parte de um CD e um DVD lançados em junho deste ano. O concerto é também uma homenagem ao compositor e instrumentista Osiel Fonseca, falecido em 2008. O repertório da noite inclui quatro composições de Osiel – “O Viajante”, “O Guerreiro”, “Divertimento” e “Brasis”. 

Criada por Roberto Gnattali, a partir da divisão da Orquestra do Conservatório em Cordas e Sopros, o grupo é considerado uma das principais orquestras de música brasileira do país. Formada atualmente por 17 músicos que tocam flautas transversais, clarinetes, clarone, sax alto, sax tenor, trompetes e trombones, a Orquestra À Base de Sopro conta ainda com uma base rítmico-harmônica integrada por piano, guitarra, baixo, bateria e percussão.

O grupo, que tem à frente o clarinetista Sérgio Albach, diretor artístico desde 2002, já se apresentou ao lado de Itiberê Zwarg, Proveta, Léa Freire, Roberto Sion, Toninho Ferragutti, Vittor Santos, André Mehmari, Mauro Senise, Laércio de Freitas, Teco Cardoso, Gabriele Mirabassi e Arrigo Barnabé. Em 2007, lançou um CD com músicas de Waltel Branco e foi convidado a participar do 8° Festival de Música Instrumental de Tatuí.



Serviço:

Orquestra À Base de Sopro - Show “Nossos Compositores”

Local: Teatro do Paiol – Praça Guido Viaro, s/n – Prado Velho

Data e horários: 24 e 25 de novembro de 2012 – sábado, às 20h, e domingo, às 19h
Ingressos: R$ 20 e R$ 10

Editora LeYa lança “Eu, Dommenique”, a história de uma Dominatrix brasileira







Eu, Dommenique apresenta relatos verídicos de diferentes tipos de sessões de dominação e revela as ideias e inquietações de uma mulher que é, acima de tudo, senhora de si.
Nada do que você vai ler é imaginação. Tudo é real. Verdadeiro. Tão real e verdadeiro como Dommenique Luxor, a mulher que viveu tudo isso e agora conta para você como é, como se faz, o que acontece, o que se sente.
Se você tem curiosidade em saber o que é dominação, então não vai perder esse livro. E se você é uma dominadora ou um dominador, ou se tem curiosidade sobre o tema, vai se rever nessas páginas.

“Fiz tudo como mandava o figurino. Contrato de servidão. Se era pra ser, seria. Nem eu sabia direito o que fazer, e por isso mesmo segui no jogo. Qualquer coisa qu Editora LeYa lança “Eu, Dommenique”, a história de uma Dominatrix brasileira
Os homens que procuram Dommenique envolvem-se com ela em um sofisticado jogo de dominação e submissão. É um jogo com limites previamente combinados, mas não há jogadas ensaiadas. Dentro desses limites, tudo pode acontecer. A regra é muito clara e específica: A Domme decide e executa, o escravo serve e obedece – física, mental e emocionalmente. É um jogo erótico e sexual, e os envolvidos sentem prazer de forma peculiar.

e eu praticasse seria aceita, e ele assinou”. Isso foi a primeira vez. Depois… bom, depois você não vai ser capaz de ler como essa gaúcha virou a rainha das dominadoras."

“O poder é todo meu. Sou dona da minha casa.
Do meu corpo. Do meu prazer. E dona dos meus objetos. Dona. Senhora. Madame. Mistress.
Rainha. Deusa. Dominatrix. Domme. Dommenique.”

Título: Eu, Dommenique
Autora: Dommenique Luxor
Nº de páginas: 192

Prazo antecipado para envio de programação: 5 de dezembro


2012 está chegando ao fim. Com a sua colaboração, em mais um ano, foi possível levar o 
Guia Curitiba Apresenta todos os meses a mais de 50 mil pessoas. Para a edição de janeiro, 
pedimos que sua programação seja encaminhada ao e-mail agendacultural@fcc.curitiba.pr.gov.br
até o dia 5 de dezembro, cinco dias mais cedo do que o habitual. Só assim conseguiremos 
cumprir os prazos referentes à impressão do Guia, já que nossos forcecedores, responsáveis 
pela impressão do material, estarão em recesso na semana entre o Natal e Ano Novo.

A nova música brasileira nos 40 anos do Teatro Paiol, traz a Curutiba a baiana Marcia Castro lançando seu novo albúm de ‘’Pés no Chão’’



O Teatro Paiol é um dos espaços de circulação em destaque no cenário musical brasileiro. Com uma
programação musical de qualidade, o teatro possui um público fiel na capital paranaense e é relevante
na trajetória de artistas consagrados no cenário musical nacional. O projeto “Radar - A nova música
brasileira nos 40 anos do Teatro Paiol’’ traz a Curitiba artistas relacionados à música contemporânea
brasileira que integrão a programação dos 40 anos do Teatro Paiol.

No dia 22 de Novembro o Projeto “Radar- a nova brasileira nos 40 anos do Teatro Paiol” recebe a
cantora baiana Márcia Castro.
Marcia já começou sua carreira coroada. Seu primeiro album Pecadinho, foi resultado da conquista do Prêmio Braskem de Cultura e Arte 2006, premiação de maior relevância no cenário independente da música baiana. Embora perceptíveis as influências do jazz e do pop, o CD se guia mesmo pelos gêneros brasileiros passeando pelo samba, frevos e batuques baianos, sem esquecer dos recursos eletrônicos sempre muito bem colocados.
Agora a cantora baiana lança o segundo álbum de sua carreira marcada por importantes realizações
em um curto espaço de tempo. Em seu novo CD, De pés no chão, ela mistura um repertório ousado e
inusitado que vai do clássico “Preta pretinha" a raridades garimpadas em suas pesquisas sonoras. O
CD, produzido em conjunto por Guilherme Kastrup, Rovilson Pascoal e a própria Marcia, ainda apresenta composições de Tom Zé, Gilberto Gil, Gonzaguinha, Rita Lee e dos contemporâneos Otto e Luciano
Salvador Bahia, entre outros.
Para saber mais: http://www.marciacastro.com.br

O projeto “Radar - A nova música brasileira nos 40 anos doTeatro Paiol” é idealizado e realizado pela
Verdura Produções Culturais e tem como principal objetivo a formação de público e o intercâmbio
musical entre os artistas.
O projeto com com o apoio cultural da Fundação Cultural de Curitiba, Prefeitura de Curitiba, Lumen FM,
Serra Verde Express, BWT Operadora, Jacobina Restaurante, Cia do Impresso, Simetria Gráfica e Meio
Fio Cultural, YáYó Produções, Bob’s, Cenário Novo, Cena Low-Fi, Balcava Filmes, Tudo que se Ouve,
EM Cenários, Singelida Produções e Ótica Diniz e Effex Sonorização e tem a programação visual de
Gustavo Aguiar.
Serviço:
O que?
Radar - A nova música brasileira nos 40 anos do teatro Paiol convida Marcia Castro.
Data: 22 de novembro (Quinta-feira)
Onde: Teatro Paiol
Endereço: Praça Guido Viaro S/N
Horario: 20:30h
Telefone: 3213-1340
Ingressos: R$ 20,00 Estudantes, Professores, Idosos, Doadores de 1Kg de Alimento, Doadores de Sangue e
Deficientes fisicos.
R$ 40,00 inteira.

Bar Brahma Centro Apresenta: "A voz, a força, o mito - Elza Soares" + Programação

Considerada pela BBC de Londres como "a cantora do milênio", Elza Soares, realizará curtíssima temporada no palco mais famoso da cidade, o Bar Brahma. A diva fará dois shows, um no dia 27 de novembro no tradicional e chamoso Bar Brahma Centro e o outro, dia 04 de dezembro, no sofisticado e elegante Bar Brahma Aeroclube, localizado em frente ao Anhembi. 



Elza Soares traz aos palcos de São Paulo, muito mais que a musicalidade, o talento e genialidade de uma voz incomparável. Traz consigo uma biografia repleta de luta, superação e a marca de uma artista à frente de seu tempo.









Programação Musical de 23 a 30 de novembro

Sexta-feira – 23/11

SP – 22h00 – Carolina Soares – Samba de Raiz – R$ 30,00 (H) e R$ 20,00 (M)

SP – 0h00 – Projeto Mulheres que Brilham com Finalista do Concurso – R$ 30,00 (H) e R$ 20,00 (M)

SP – 2h00 – Projeto: Brasil Beat Samba Apresenta: Bateria Bar Brahma – R$ 30,00 (H) e R$ 20,00 (M)

Circulante – 20h30 – Luis Mauricio e o Palco dos Bonecos

Boulevard – 19h00 – Choro Brejeiro – Instrumental Jazz e Choro – R$ 20,00

Boulevard – 21h00 – RiverBoat's Jazz Band – Instrumental Circulante – R$ 20,00

Brahminha – 22h00 - Bar Brahma Apresenta: Sambas da Praça por Grêmio Recreativo de Resistência Cultural Kolombolo diá Piratininga – R$ 25,00

Esquina da MPB – 21h00 – Rafael Mateus – MPB Tradicional e Contemporânea – R$ 20,00

Esquina da MPB – 23h30 – De Jorges – MPB – Samba POP/MPB – R$ 20,00



Sábado – 24/11

SP – 14h30 – Naninha e Banda – Samba de Raíz – R$ 30,00 (H) e R$ 20,00 (M)

SP – 22h00 – Paulah Gauss – POP/MPB/Hits Internacionais – R$ 30,00 (H) e R$ 20,00 (M)

SP – 23h30 – DJ MAS – Flashback e Hits Nacionais e Internacionais – R$ 30,00 (H) e R$ 20,00 (M)

SP – 00h00 – Vanessa Jackson – Hits Nacionais e Internacionais – R$ 30,00 (H) e R$ 20,00 (M)

Boulevard – 14h00 – Trio Musikando – Instrumental Circulante – R$ 20,00

Boulevard – 17h00 – Choro Brejeiro – Instrumental Jazz e Choro – R$ 20,00

Boulevard – 20h00 – RiverBoat's Jazz Band – Instrumental Circulante – R$ 20,00

Boulevard – 23h00 – Alberto Apache y su Mariachis – Regional Mexicano – R$ 20,00

Brahminha – 22h30 – Dona Duda Ribeiro – Embaixatriz do Samba Paulista – R$ 20,00

Esquina da MPB – 14h30 – Grupo Contraste – Samba de Raíz – R$ 20,00

Esquina da MPB – 19h30 – Livio Macedo – MPB Contemporânea – Voz e Violão – R$ 20,00

Esquina da MPB – 23h00 – Faby Fernandes, Luiz e Banda – MPB/POP – R$ 20,00

                                                         

Domingo – 25/11

SP – 13h00 – Bar Brahma Apresenta: Almoço Dançante – R$ 15,00

SP – 17h00 – Projeto Bar Brahma de Novos Talentos – R$ 20,00

Esquina da MPB – 19h00 – Esquina do Samba com: Bloco Grupo Puxando Conversa – R$ 10,00



Segunda-feira – 26/11

SP – 22h00 – Projeto Jovem Guarda – The Clevers e Convidados – R$ 25,00

Esquina da MPB – 21h00 – Ito Moreno – Duo MPB Tradicional – R$ 15,00



Terça-feira – 27/11

SP – 22h00 – Bar Brahma Apresenta: Elza Soares – R$ 75,00

Esquina da MPB – 21h00 – Marco Vilane – Duo MPB Contemporânea e Tradicional – R$ 15,00



Quarta-feira – 28/11

SP – 22h00 – Aretha Marcos convida: Zeca Baleiro, Simoninha e Agnaldo Timóteo e Vanuza - Um Tributo à Antonio Marcos – R$ 35,00

Circulante – 20h30 – Luis Mauricio e o Palco de Bonecos

Boulevard – 20h30 – RiverBoat’s Jazz Band -  Instrumental Circulante – R$ 14,00

Esquina da MPB – 20h00 – Felipe Cambero – Voz e Violão – R$ 15,00

Esquina da MPB – 22h30 – Grupo Pegada – Samba e Samba/Rock – R$ 15,00



Quinta-feira – 29/11

SP – 22h30 – Originais do Samba – Espetáculo de Samba – R$ 30,00 (H) e R$ 20,00 (M)

Circulante – 20h30 – Luis Mauricio e o Palco de Bonecos

Boulevard – 20h30 – RiverBoat’s Jazz Band – Instrumental Circulante – R$ 20,00

Esquina da MPB – 20h00 – Dri Vallejo – MPB – Voz e Violão – R$ 20,00

Esquina da MPB – 22h30 – Essência do Samba – Samba de Raiz – R$ 20,00



Sexta-feira – 30/11

SP – 22h00 – Carolina Soares – Samba de Raiz – R$ 30,00 (H) e R$ 20,00 (M)

SP – 0h00 – Projeto Mulheres que Brilham com Finalista do Concurso – R$ 30,00 (H) e R$ 20,00 (M)

SP – 2h00 – Projeto: Brasil Beat Samba Apresenta: Bateria Bar Brahma – R$ 30,00 (H) e R$ 20,00 (M)

Circulante – 20h30 – Luis Mauricio e o Palco de Bonecos

Boulevard – 19h00 – Choro Brejeiro – Instrumental Jazz e Choro – R$ 20,00

Boulevard – 21h00 – RiverBoat's Jazz Band – Instrumental Circulante – R$ 20,00

Brahminha – 22h00 - Bar Brahma Apresenta: Sambas da Praça por Grêmio Recreativo de Resistência Cultural Kolombolo diá Piratininga – R$ 25,00

Esquina da MPB – 21h00 – Rafael Mateus – MPB Tradicional e Contemporânea – R$ 20,00

Esquina da MPB – 23h30 – De Jorges – MPB – Samba POP/MPB – R$ 20,00

Serviço do Bar Brahma Centro

Site: www.barbrahma.com.br

Endereço:Av. São João, 677, Centro – São Paulo;

Telefone: (11) 3333-3030 /3367-3601/02/03/04;

Horário de funcionamento: De terça a domingo a partir das 11h da manhã até o último cliente, e nas segundas-feiras a partir das 17h até o último cliente;

Horário de funcionamento da cozinha: 2ª das 17h às 2h00, 3ª a 5ª, das 11h às 2h00. 

6ª e sábado, das 11h às 3h. Domingo das 11h à meia-noite;

Almoço executivo: de terça à sexta, das 11h00 às 16h00 – Vallet gratuito, exceto nos feriados. Aos sábados, feijoada a partir das 11h00;

Cartões de Crédito: todos;

Cartões de Débito: todos;

Vale-refeição: Ticket Restaurante e Visa Vale;

Ar condicionado: Sim;

Acesso para deficientes: Sim;

Som Dolby Estéreo: Não;

Som digital: Sim;

Aceita cheque: Somente de pessoa física;

Tem área para fumante: Sim;

Aceita reserva: Sim;

Manobrista: R$ 14,00;

Wifi: Não.

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

As joias de Manhattan Título Original: The jewels of Manhattan de Carmen Reid

As joias de Manhattan
Título Original:  The jewels of Manhattan  

de Carmen Reid

Tradutor:     Maura Paoletti

Páginas:     350



Chegou o fim do ano e férias nenhuma certeza maior que vem por aí uma enxurrada de "literatura mulherzinha" ou Chick Lit se assim achar melhor ! (E.C.)

O de hoje é  The jewels of Manhattan onde encontraremos uma história romântica, maravilhosa e cintilante para quem já sonhou em ter uma vida com mais brilho, como querem os publicistas.

Vai daí que Carmen Reid apresenta seu terceiro título do gênero no Brasil: As joias de Manhattan. Criado a partir da frase de uma história contada por sua filha de sete anos – “Três garotas lindas decidem roubar uma joalheria” –, o livro proporciona cenas de humor, de emoção e, principalmente, de muitas surpresas.

Três irmãs, um destino: se tornarem milionárias.
Como conseguir: vendendo joias roubadas.
Sua experiência no assunto: zero.
Chance de o plano virar de pernas pro ar: 100%.

As joias de Manhattan traz a história de três jovens que se mudam de um rancho no interior do Texas para a imprevisível Nova York, desejando fama e riqueza. Um chick-lit com todos os ingredientes necessários: romance, personagens cativantes e engraçados, um final imprevisível e situações que farão os leitores se emocionarem.

Com um ritmo dinâmico, muita confusão e aventura, além de descrições perfeitas das cenas, o livro parece um roteiro de cinema. No fim, os leitores estarão apaixonados pelas confusões que as protagonistas conseguem atrair.

Carmen Reid arrancará risadas dos leitores, mas os fará refletir: é possível, com um roubo, alcançar a vida perfeita?

Os criticos do  Closer disseram que esta é ...
“Uma comédia romântica com um quê de criminalidade. Brilhante.”

UM LANÇAMENTO





ALMANAQUE DO PENSAMENTO 2013 - O Mais Completo Guia Astrológico

ALMANAQUE DO PENSAMENTO 2013 - O Mais Completo Guia Astrológico


Autor(es): Editora Pensamento


Tipo de Capa: Brochura
Edição: 101ª edição - 11/2012
Número de Páginas: 200


Publicado há 101 anos sem interrupção, o Almanaque do Pensamento possui o mais completo horóscopo para o seu dia a dia e muito mais. Saiba com esta edição por que o ano de 2013 será conhecido como o ano da sobrevivência e do recomeço de uma vida melhor. Este guia traz as previsões astrológicas, horóscopo chinês, os santos do dia, previsões segundo a numerologia, razões para praticar o reiki, pilates para perder peso e os benefícios do yoga. Saiba também como ganhar saúde dormindo e por que os elogios das crianças nos deixam tão felizes. E como não poderia faltar, o Almanaque do Pensamento 2013 traz indicações dos melhores dias para as atividades de agricultura e pecuária. 

atenção

errata


Previsões Astrológicas por Signo em 2013
p. 120
Aquário de 21 de novembro a 19 de fevereiro

ERRATA
Previsões Astrológicas por Signo em 2013
p. 120
Aquário de 21 de janeiro a 19 de fevereiro







 

Gadget da Década: Livros Aleatórios


Bibliomat

A Biblio-Mat foi inventada no Canadá para a loja de livros usados Monkey's Paw e trata-se de uma máquina de venda automática de livros usados.
A novidade é que os livros são completamente aleatórios. Ou seja, depois de meter a moedinha não sabe que livro lhe vai calhar: tanto pode ser qualquer coisa do Saramago ou Lobo Antunes como algo vindo da saga Twilight (cruzes credo!).
Cada livro custa dois dólares canadianos, cerca 1,50 euros.
Mais info aqui.

Lançamento do livro-catálogo Imagens da Nação de Maria Beatriz Coelho

No próximo sábado, 24 de novembro, a Editora UFMG e a Livraria Mineiriana promovem o lançamento do livro-catálogo Imagens da Nação de Maria Beatriz Coelho.

 

Imagens do Brasil

 clique para ampliar
 
Livro revela o país e seu povo extraídos das lentes de fotodocumentaristas da segunda metade do século 20
Itamar Rigueira Jr.
 
 
Não faz muito tempo a escrita era a única forma de linguagem respeitada pela sociologia. Nos últimos tempos, esse quadro tem mudado com a proliferação de trabalhos que se valem da linguagem visual como instrumento de produção e disseminação do conhecimento.
Essa tendência é comemorada pela pesquisadora Maria Beatriz Coelho, que transita pelos universos da sociologia e da fotografia, e lançou recentemennte o livro Imagens da nação: Brasileiros na fotodocumentação de 1940 até o final do século XX (Editora UFMG, Edusp e Imprensa Oficial de São Paulo).
A obra apresenta o trabalho de quatro gerações de fotógrafos para revelar a visão que eles constroem do Brasil e dos brasileiros. Como informa Maria Beatriz em seu texto de introdução, o estudo prioriza “a obra de autores que atingiram sua maturidade profissional entre as décadas de 1940 e 1990” e elege trabalhos que “tratam de algum aspecto da vida social brasileira”.
A autora preteriu os retratos e as fotografias de natureza e de cidades, e procurou revelar a narrativa criada sobre determinados temas pelo conjunto da obra de cada fotógrafo. “Minha intenção foi descobrir os principais autores e temas, entender como o campo da fotodocumentação se estruturou por aqui e esboçar a imagem da nação construída por eles”, escreve Maria Beatriz Coelho. Graduada em sociologia pela UFMG, ela iniciou os estudos sobre o assunto para o desenvolvimento de tese defendida em 2000 na Universidade de São Paulo.
Olhar estrangeiro
Segundo a autora, em meados do século passado, a difusão da imagem do Brasil e de seu povo ficou a cargo, sobretudo, de europeus influenciados pela experiência da fotografia etnográfica e pela lembrança de guerra – é o caso da alemã Hildegard Rosenthal, cujas fotos abrem o livro. “Éramos o diferente, o país da convivência pacífica entre etnias, um país marcado pela presença negra, onde as pessoas viviam em paz”, analisa Maria Beatriz Coelho, em seu texto.
Mais tarde, segundo ela, os fotodocumentaristas brasileiros promovem “uma virada na representação visual da nação”. Entram em cena os problemas sociais do campo e da cidade, a crítica política, os cidadãos destituídos de direitos. Dessa fase, ela destaca a abertura para a criatividade dos fotógrafos e a preferência pela foto em preto e branco. Maria Beatriz analisa a produção de nomes como Walter Firmo, Sebastião Salgado, Rogério Reis, Claudia Andujar, Nair Benedicto, João Urban e Orlando Brito – e alguns deles contribuíram com depoimentos.
Depois da introdução em que aborda tópicos como a linguagem da fotografia e a fotodocumentação, a autora parte para análises que associam a construção de narrativas visuais a aspectos como a participação do Estado, identidade da nação, integração nacional, migrantes e populações tradicionais na Amazônia, diversidade e metrópole.
Fotógrafa profissional nas décadas de 1970 e 80, em Belo Horizonte, Maria Beatriz tem parte de seu acervo desse período – cerca de 14 mil negativos – disponível sob o título Coleção Mana Coelho no Museu Histórico Abílio Barreto, da capital mineira. A experiência de fotodocumentarista é realçada em Imagens da nação pela apresentação da pesquisadora Heloisa Pontes, que destaca ainda a obstinação de Maria Beatriz pela recuperação dos nexos da história da fotografia no Brasil com a do próprio país. Conforme escreve Heloisa, “nada escapa ao seu olhar: das filiações ideológicas às redes de relações, passando pelos patrocínios recebidos, pelos constrangimentos enfrentados, pelos temas escolhidos, pelos desafios perseguidos, pelas concepções que nutrem pelo trabalho fotográfico, próprio e dos pares”.

Livro: Imagens da nação: Brasileiros na fotodocumentação de 1940 até o final do século XX
De Maria Beatriz Coelho
Editora UFMG, Edusp e Imprensa Oficial de São Paulo
398 páginas

ANÇAMENTO DA


 

terça-feira, 20 de novembro de 2012

Marcia Castro lança seu novo albúm de ‘’Pés no Chão’’ nesta quinta 22/11 no projeto RADAR



''A nova música brasileira nos 40 anos do Teatro Paiol''

A setima edição do projeto Radar “A nova música brasileira nos 40 anos do Teatro Paiol” traz para Curitiba, a baiana Marcia Castro, para o lançamento no seu albúm De Pés no Chão.
O Teatro Paiol é um dos espaços de circulação em destaque no cenário musical brasileiro. Com uma programação musical de qualidade, o teatro possui um público fiel na capital paranaense e é relevante na trajetória de artistas consagrados no cenário musical nacional. O projeto “Radar - A nova música brasileira nos 40 anos do Teatro Paiol’’ traz a Curitiba artistas relacionados à música contemporânea brasileira que integrão a programação dos 40 anos do Teatro Paiol.
No dia 22 de Novembro o Projeto “Radar- a nova brasileira nos 40 anos do Teatro Paiol” recebe a cantora baiana Márcia Castro.
Pés no Chão
Marcia já começou sua carreira coroada. Seu primeiro album Pecadinho, foi resultado da conquista do Prêmio Braskem de Cultura e Arte 2006, premiação de maior relevância no cenário independente da música baiana. Embora perceptíveis as influências do jazz e do pop, o CD se guia mesmo pelos gêneros brasileiros passeando pelo samba, frevos e batuques baianos, sem esquecer dos recursos eletrônicos sempre muito bem colocados.
Agora a cantora baiana lança o segundo álbum de sua carreira marcada por importantes realizações em um curto espaço de tempo. Em seu novo CD, De pés no chão, ela mistura um repertório ousado e inusitado que vai do clássico “Preta pretinha" a raridades garimpadas em suas pesquisas sonoras. O CD, produzido em conjunto por Guilherme Kastrup, Rovilson Pascoal e a própria Marcia, ainda apresenta composições de Tom Zé, Gilberto Gil, Gonzaguinha, Rita Lee e dos contemporâneos Otto e Luciano Salvador Bahia, entre outros.


Serviço:

O que?
Radar - A nova música brasileira nos 40 anos do teatro Paiol convida Marcia Castro.
Data: 22 de novembro (Quinta-feira)
Onde: Teatro Paiol
Endereço: Praça Guido Viaro S/N
Horario: 20:30h
Telefone: 3213-1340
Ingressos: R$ 20,00 Estudantes, Professores, Idosos, Doadores de 1Kg de Alimento, Doadores de Sangue e Deficientes fisicos.
R$ 40,00 inteira.

O projeto “Radar - A nova música brasileira nos 40 anos doTeatro Paiol” conta com o apoio que traz mensalmente para Curitiba artistas relacionados à música contemporânea brasileira, que integrarão a programação dos 40 anos do Teatro Paiol. No total serão realizadas 09 edições de Radar, o projeto teve sua estreia em maio com a cantora Anelis Assumpção e já marcaram presença nomes como Lira, Pélico, Bruno Morais, Siba e Cicero.
O projeto é idealizado e realizado pela Verdura Produções Culturais e tem como principal objetivo a formação de público e o intercâmbio musical entre os artistas.

Seminário aborda a cultura afro-brasileira


A proposta para a realização do Seminário “Patrimônio e Cultura Afro-brasileira”, que acontece no Memorial de Curitiba, Casa Hoffmann Centro de Estudos do Movimento e Palacete Wolf, de 20 a 23 de novembro, surgiu a partir de demandas relacionadas a ações relativas ao patrimônio imaterial e à articulação da cultura afro-brasileira no Paraná. O encontro é resultado de um trabalho conjunto da Fundação Cultural de Curitiba, Superintendência do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) e Secretaria de Estado de Relações com a Comunidade (SERC).
Para concretizar o evento, estabeleceu-se um diálogo com representantes de clubes sociais negros, religiões de matriz africana, quilombolas e associações e escolas de capoeira, com o objetivo de difundir conceitos e informações, diagnosticar e identificar demandas na área de patrimônio imaterial que possam gerar ações específicas a esses segmentos, tanto em Curitiba como em todo o Paraná, tendo como horizontes as políticas públicas municipais, estaduais e federais. As inscrições são gratuitas e devem ser feitas pelo e-mail seminariodepatrimonio@fcc.curitiba.pr.gov.br .
Confira a programação:
Local: Memorial de Curitiba (Rua Claudino dos Santos, 79 – Setor Histórico)
Dia 20:
18h – Coffee-Break
18h30 – Abertura
18h50 – “Clubes sociais negros: memória e ações para o reconhecimento como Patrimônio Cultural Afro-brasileiro”, com Giane Vargas Escobar.
19h50 – “Negros, libertos e associados: identidade cultural e território étnico na trajetória da Sociedade 13 de Maio (1888-2011)”, com Thiago de Azevedo Pinheiro Hoshino.
20h30 – “Sob a Estrela de Salomão: a Sociedade 13 de Maio como lugar de construção da memória e identidade negras em Curitiba”, com Otávio Zucon.
21h10 – Políticas e Instrumentos: A experiência do Iphan - O registro da Cultura Afro-brasileira e dos Clubes Sociais Negros, a cargo do IPHAN – DPI.
21h40 – Debate: As experiências de Registro dos Clubes Sociais Negros como exemplo de ações de políticas de patrimônio imaterial focadas na cultura afro-brasileira, reunindo IPHAN, SEEC, FCC, Federação das Comunidades Quilombolas do Paraná – FECOQ e Fórum das Religiões de Matriz Africana – FPRMA.
Dia 21:
Local: Casa Hoffmann Centro de Estudos do Movimento (Rua Claudino dos Santos, 58 – Setor Histórico)
9h às 12h – “Conversas de Patrimônio: Conceitos, políticas e instrumentos – casos de Identificação, Registro, Salvaguarda e outras ações possíveis (Educação Patrimonial)”, a cargo do IPHAN e Fundação Cultural de Curitiba.
14h às 17h – Oficinas “Comunidades Quilombolas - levantamentos de manifestações e lugares vinculados à cultura como patrimônio imaterial”, a cargo do IPHAN e Fundação Cultural de Curitiba.
Local: Palacete Wolf (Praça Garibaldi, 7 – Setor Histórico)
14h às 17h – Oficinas “Religiões de Matriz Africana - levantamentos de manifestações e lugares vinculados às religiões de matriz africana como patrimônio imaterial”, a cargo do IPHAN, Fundação Cultural de Curitiba, Fórum Paranaense das Religiões de Matriz Africana - FPRMA.
Local: Memorial de Curitiba (Rua Claudino dos Santos, 79 – Setor Histórico)
18h - Coffee-Break
Lançamento do Afoxé com o Fórum Paranaense das Religiões de Matriz Africana - FPRMA.
18h30 – Quilombos no Paraná: experiências e demandas na área do patrimônio, com a Federação das Comunidades Quilombolas do Paraná – FECOQ.
19h10 - Religiões de Matriz Africana no Paraná: Experiências e demandas na área do Patrimônio, com o Fórum Paranaense das Religiões de Matrizes Africanas – FPRMA.
20h30 – Políticas e Instrumentos – A experiência do Iphan.
21h10 – O edital de Patrimônio Imaterial – Experiências de Identificação, pela Fundação Cultural de Curitiba.
21h40 - Política e instrumentos na área do patrimônio, a cargo da Secretaria de Estado da Cultura do Paraná – SEEC.
22h10 - Debate
22h30’ – Apresentação da “Romaria de São Gonçalo”.
Dia 22:
Local: Casa Hoffmann Centro de Estudos do Movimento (Rua Claudino dos Santos, 58 – Setor Histórico)
9h às 12h e das 14h às 17h – Oficinas – GTs – “Capoeira como Patrimônio Imaterial – Caminhos da identificação à salvaguarda: organização social e políticas públicas”, com IPHAN, Fundação Cultural de Curitiba, Mestres, Contra-Mestres, Capoeiristas.
18h - Roda de Capoeira
Dia 23:
Local: Casa Hoffmann Centro de Estudos do Movimento (Rua Claudino dos Santos, 58 – Setor Histórico)
9h às 12h - Oficinas – Grupos de Trabalho: “Capoeira - principios e estratégias para constituição do Comitê Gestor Estadual para Salvaguarda da Capoeira no Paraná”, a cargo do IPHAN, Fundação Cultural de Curitiba, Mestres, Contra-Mestres, Capoeiristas.
14h às 17h - Oficinas - Grupos de Trabalho: “Capoeira como Patrimônio Imaterial - Caminhos da identificação à salvaguarda: organização social e políticas públicas”, a cargo do IPHAN, Fundação Cultural de Curitiba, Mestres, Contra-Mestres, Capoeiristas.
18h - Samba de Roda