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quinta-feira, 23 de novembro de 2017

Espetáculo “O Baile” estreia nesta quinta no Cleon Jacques



               O grupo Modulado de Pesquisa Teatral (MPT) estreia nesta semana a peça “O Baile”. O espetáculo é inspirado no filme de mesmo nome do diretor italiano Ettore Scolla e tem outras influências, como Almodóvar e Fellini. O espetáculo retrata pequenos fragmentos das personagens que frequentam um mesmo baile, chamado "Kanaã", onde cada um carrega nos ombros o peso de suas histórias e figuras tristes tentam se encontrar, buscando sentido às suas vidas.
               O trabalho é fruto de pesquisa e laboratório desenvolvido durante todo o ano de 2017 pelo grupo, envolvendo várias técnicas como dança-teatro, teatro físico e dança de salão. O MPT é vinculado ao Colégio Estadual do Paraná e o espetáculo tem o apoio da Fundação Cultural de Curitiba.

Serviço: Espetáculo “O Baile”
Local: Teatro Cleon Jacques – (Av. Mateus Leme, 4700 – São Lourenço)
Data e horários:  23 e 24 de novembro, às 20h,
                               25 de novembro, às 17h e às 20h
                               26 de novembro, às 19h
Entrada: Gratuita
Classificação indicativa: 14 anos

quarta-feira, 25 de maio de 2016

Montagem de O Primo Basílio em cartaz no Teatro Cleon Jacques


Com direção de Fabiano Amorim, a nova montagem do clássico “O Primo Basílio”, de Eça de Queiroz, inicia neste final de semana sua segunda temporada teatro no Cleon Jacques, no Parque São Lourenço.Em cartaz até o dia 5 de junho, as apresentações acontecem aos sábados e domingos em sessões  às 19h e 21h.
Para Amorim é um momento importante, pois o teatro homenageia a quem ele considera seu mestre. Além de ter se formado sob a batuta de Jacques, Fabiano interpretou uma das montagens emblemáticas do professor e diretor teatral, ‘Perdoa-me por me traíres’. “Este trabalho ficou na memória de todos que juntos trabalharam e tiveram a oportunidade de conferir o talento de Cleon Jacques. Agora, tenho a oportunidade de prestar uma homenagem ao meu mestre, levando ‘O Primo Basílio para o teatro homenageia pessoa tão ilustre, que colaborou com a construção da cena teatral paranaense”, diz ele, acrescentando que o fotógrafo da equipe de O Primo, Gilson Camargo, também participou do trabalho com Jacques. “A música “La Força del Destino”, de Verdi, que abre a peça também é a mesma do Perdoa-me”.

A adaptação do texto de Eça, assinada junto com Leandro Catapam, faz uma colagem narrativa em que a história não deixa de ser contada, mas enfoca a dimensão emocional dos personagens, “uma espécie de colagem textual, totalmente advinda das palavras de Eça”, nas palavras do diretor. 

“Minha real motivação era representar o texto e ser fiel a ele, sem grandes invenções ou mudanças. Então, a adaptação busca a essência de Eça, seu jeito de contar a história, suas maravilhosas palavras”, observa ele, que optou por contar a história de forma não linear e cronológica. “São os fatos marcantes sobrepostos, os episódios do sentimento como diz Eça”.

“Procuramos fazer uma obra bem cuidada e minimalista. Priorizando o trabalho dos atores nesta missão de levar ao público uma obra de incomensurável valor, pois entendemos que o teatro, antes de realizar-se plenamente no momento da representação, constitui-se em texto literário”, diz Fabiano, sobre o projeto produzido pela MKF Produções Artísticas.

Serviço:
O Primo Basílio
Data: 21/05 a 05/06. Sábados e domingos, com duas sessões por dia: às 19h e 21h.
Local: Teatro Cleon Jacques (R. Mateus Leme, 4700).
Ingressos: R$20 e R$10 (meia entrada)

FICHA TÉCNICA
Elenco: Jeff Bastos, Marcilene Moraes, Enrique Gaio e Marcia Gomez. Dir: Fabiano Amorim.
Produção: MKF Produções Artísticas.

terça-feira, 12 de abril de 2016

Vida e cartas de amor de Carmen Miranda inspiram LOVLOVLOV


O Teatro Cleon Jacques, no Parque São Lourenço, recebe a partir da próxima quinta-feira (14), às 19h, a peça LOVLOVLOV. O espetáculo fica em cartaz até 15 de maio com apresentaçoes de quinta a sábado às 20h e domingos às 19h. Os ingressos custam R$ 10 e 5 (meia). Realizada com o apoio do Programa de Apoio e Incentivo à Cultura da Fundação Cultural de Curitiba e Prefeitura de Curitiba e incentivo do Positivo, Apolar e Soma LOVLOVLOV é uma criação de Isabel Teixeira, Fernando de Proença, Diego Marchioro, Edith de Camargo, Beto Bruel, Ná Ozzetti, Paulo Vinícius, Renata Roel, Leonardo Pimentel Daniel e Cindy Napoli.
Dividida em cinco choques, a produção partiu de um estudo minucioso da vida e das cartas de amor de Carmen Miranda. Para além de seu talento nato e sua voz única, Carmen foi exposta em sua época como produto Made in Brazil. Relida e revisitada anos mais tarde pelos tropicalistas, ainda permanece como espelho e referência de um país que volta a tatear suas raízes e identidades em meio à escuridão que assola os dias atuais. À procura de espelhos, o que se nos apresenta são rostos vazios.
Tal estudo centrado em uma figura emblemática da América Latina, em contraponto com o cotidiano efêmero da sala de ensaio ,o estudo conduziu os artistas a outros rumos. LOVLOVLOV é uma peça autoral de um coletivo curitibano, naqual as dramaturgias pessoais afloram.

Sinopse

Num mundo onde a manipulação se esconde para além do que é visível (onde começam os fios que regem as marionetes?), uma figura emblemática é exposta numa espécie de cabine/vitrine. Dois atores dividem um espaço bipartido (o público tem que escolher de que lado vai ficar, A ou B) e realizam o mesmo texto na boca de um mesmo personagem. No Museu de Cera dos Carnes (a vitrine), dois atores, Carne 1 e Carne 2 (duas vozes para uma mesma figura), estão constantemente expostos. Na vitrine do que é criado para o consumo, os Carnes mergulham numa viagem humana e pessoal: sofrem por um amor não correspondido e transitam por diversas paisagens e patologias da paixão. Ainda há o fio do amor na confinação a que nos reduz o mundo atual, paradoxalmente globalizado? Ainda é possível sentir por conta própria? Manipulados, esquecidos, explorados, expostos, os Carnes esperam uma resposta.

FICHA TÉCNICA
dramaturgia: ISABEL TEIXEIRA DIEGO MARCHIORO E FERNANDO DE PROENÇA.
direção ISABEL TEIXEIRA.
elenco DIEGO MARCHIORO E FERNANDO DE PROENÇA.
sonoplastia e música ao vivo EDITH DE CAMARGO.
música original NÁ OZZETTI.
arranjos e guitarras em “I Say Money I Say Mens” (Ná Ozzetti) Adeus Batucada (Silval Silva) KIKO DINUCCI
vozes em off ALICE RUIZ, CHRISTIANE DE MACEDO, CLAUDETE PEREIRA JORGE, DANILO GRANGHEIA, GEORGETTE FADEL, JOANA LOUÇÃ, MARTINA GALLARZA, SIMONE SPOLADORE, ZÉLIA DUNCAN
iluminação BETO BRUEL.
cenário e figurino PAULO VINÍCIUS.
cenotécnica STUDIO FABRICA
adereços PAULO VINÍCIUS E LEONARDO PIMENTEL
alfaiate ALFAIATARIA TRESELES
preparação corporal RENATA ROEL.
operação de luz e contra regra AUGUSTO RIBEIRO.
direção de produção DIEGO MARCHIORO e CINDY NAPOLI
assessoria de imprensa FERNANDO DE PROENÇA
fotografia ELENIZE DEZGENISKI.
vídeos ALAN RAFFO E RAFAEL BERTELLI
edição de teasers LUCAS BRANDÃO
designer gráfico LEONARDO PIMENTEL DANIEL.
realização RUMO EMPREENDIMENTOS CULTURAIS.
SERVIÇO
TEATRO CLEON JACQUES – Parque São Lourenço
De 14 de Abril a 15 de Maio de 2016
Apresentações: quinta a sábado, às 20h; Domingo às 19h
Ingressos: R$10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia entrada) –
quintas feiras: gratuito
Classificação: 18 anos
40 lugares por sessão, sujeito a lotacao do espaço.
duração: 70 minutos

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

"Os Beatniks em A Gaivota" remonta clássico russo



Cia Novos Candangos de Brasília encena espetáculo no Teatro Cleon Jacques


A Cia Novos Candangos de Brasília apresenta entre os dias 25 e 26 de janeiro a peça "Os Beatniks em A Gaivota" no Teatro Cleon Jacques. O espetáculo dirigido por Diego de Leon, contemplado com o Prêmio de teatro Myriam Muniz 2013, apresenta uma companhia que não existe encenando o clássico russo "A Gaivota", de Anton Tchekhov. Mistura-se o que é realidade, o que é ficção e o que é teatro entre os personagens e atores.

Numa grande desordem, quatro atores jogam com a realidade e a ficção, tratando a obra de arte como um brinquedo na mão de meninos irresponsáveis. A peça é um pseudo-manifesto sobre arte e teatro, uma mistura de Tchecóv com Shakespeare, Pirandello e comédias chapolinescas.

“A Gaivota” conta a história de Trepliov, um jovem dramaturgo apaixonado por Nina, uma atriz iniciante. Nina, por sua vez, está apaixonada pelo ilustre escritor Boris Trigorin, companheiro de uma das maiores divas do teatro russo, Irina Arkádina, mãe de Trepliov. A ideia de desconstruir o texto clássico e remontá-lo sob outro ponto de vista começou em 2011, após uma série de estudos teóricos sobre teatro contemporâneo.

Ficha Técnica

Realização: Cia Novos Candangos e No Ato Produções
Texto original: Anton Tchecóv
Direção: Diego de Leon
Elenco da Cia Novos Candangos: André Rodrigues, Diego de Leon, João Campos e Xiquito Maciel
Iluminação: Emmanuel Queiroz

Serviço:

Os Beatniks em A Gaivota
Livre adaptação de “A Gaivota” de Anton Tchecóv
Data: 25 e 26 de janeiro
Horário: 18h30 (sábado) e 17h30 (domingo)
Local: Teatro Cleon Jacques (Av. Mateus Leme, 4700 – São Lourenço)
Ingressos: R$20,00 e R$10,00 (meia-entrada)
Duração: 60 minutos
Classificação: 16 anos

A Falecida é encenada em Curitiba pela Cia. Novos Candangos




A No Ato Produções e a Cia Novos Candangos traz à Curitiba o espetáculo A Falecida, celebrando o centenário de Nelson Rodrigues. O espetáculo estreou em agosto de 2012 no Rio de Janeiro e foi contemplado pelos Prêmios Funarte Nelson Brasil Rodrigues: 100 Anos do Anjo Pornográfico (2012), Prêmio Funarte de Teatro Myrian Muniz 2012, prêmio SESC do Teatro Candango, nos editais de ocupação da Caixa Cultural 2013-2014 e circulação pelo Fundo Apoio a Cultura do DF.

Numa montagem moderna e contemporânea, os atores apresentam a história de Zulmira, vítima de tuberculose, e Tuninho, desempregado, que vive dos restos de uma indenização. O casal vê seus cotidianos virarem de cabeça para baixo, a partir da visita aflita de Zulmira àcartomante. A vidente diz à moça para ter cuidado com uma mulher loura, afirmação que vai deflagrar em Zulmira a explicação para o mistério de todo os seus males.

Ficha técnica

Texto: Nelson Rodrigues
Realização e Produção: Cia Novos Candangos e No Ato Produções
Direção: Diego de León
Preparação de Elenco: Luana Proença
Elenco da Cia Novos Candangos: André Rodrigues, Diego de León, João Campos, Luisa Duprat, Mateus Ferrari, Tati Ramos e Xiquito Maciel.
Figurino: Cyntia Carla
Iluminação: Marcelo Augusto Santana
Fotos: Guilherme Rocha
Registro Audio-Visual: Rafael Toscano

Serviço:

Data: 24, 25 e 26 de janeiro
Horário: 20h30 (sexta e sábado) e 19h30 (domingo)
Local: Teatro Cleon Jacques (Av. Mateus Leme, 4700 – São Lourenço)
Ingresso: R$20,00 e R$10,00 (meia-entrada)

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

"Os Beatniks em A Gaivota" remonta clássico russo



Cia Novos Candangos de Brasília encena espetáculo no Teatro Cleon Jacques

A Cia Novos Candangos de Brasília apresenta entre os dias 25 e 26 de janeiro a peça "Os Beatniks em A Gaivota" no Teatro Cleon Jacques. O espetáculo dirigido por Diego de Leon, contemplado com o Prêmio de teatro Myriam Muniz 2013, apresenta uma companhia que não existe encenando o clássico russo "A Gaivota", de Anton Tchekhov. Mistura-se o que é realidade, o que é ficção e o que é teatro entre os personagens e atores.

Numa grande desordem, quatro atores jogam com a realidade e a ficção, tratando a obra de arte como um brinquedo na mão de meninos irresponsáveis. A peça é um pseudo-manifesto sobre arte e teatro, uma mistura de Tchecóv com Shakespeare, Pirandello e comédias chapolinescas.

“A Gaivota” conta a história de Trepliov, um jovem dramaturgo apaixonado por Nina, uma atriz iniciante. Nina, por sua vez, está apaixonada pelo ilustre escritor Boris Trigorin, companheiro de uma das maiores divas do teatro russo, Irina Arkádina, mãe de Trepliov. A ideia de desconstruir o texto clássico e remontá-lo sob outro ponto de vista começou em 2011, após uma série de estudos teóricos sobre teatro contemporâneo.

Ficha Técnica

Realização: Cia Novos Candangos e No Ato Produções
Texto original: Anton Tchecóv
Direção: Diego de Leon
Elenco da Cia Novos Candangos: André Rodrigues, Diego de Leon, João Campos e Xiquito Maciel
Iluminação: Emmanuel Queiroz

Serviço:

Os Beatniks em A Gaivota
Livre adaptação de “A Gaivota” de Anton Tchecóv
Data: 25 e 26 de janeiro
Horário: 18h30 (sábado) e 17h30 (domingo)
Local: Teatro Cleon Jacques (Av. Mateus Leme, 4700 – São Lourenço)
Ingressos: R$20,00 e R$10,00 (meia-entrada)
Duração: 60 minutos
Classificação: 16 anos

Nelson Rodrigues moderno e contemporâneo


A Falecida é encenada em Curitiba pela Cia. Novos Candangos



A No Ato Produções e a Cia Novos Candangos trazem à Curitiba o espetáculo A Falecida, celebrando o centenário de Nelson Rodrigues. O espetáculo estreou em agosto de 2012 no Rio de Janeiro e foi contemplado pelos Prêmios Funarte Nelson Brasil Rodrigues: 100 Anos do Anjo Pornográfico (2012), Prêmio Funarte de Teatro Myrian Muniz 2012, prêmio SESC do Teatro Candango, nos editais de ocupação da Caixa Cultural 2013-2014 e circulação pelo Fundo Apoio a Cultura do DF.



Numa montagem moderna e contemporânea, os atores apresentam a história de Zulmira, vítima de tuberculose, e Tuninho, desempregado, que vive dos restos de uma indenização. O casal vê seus cotidianos virarem de cabeça para baixo, a partir da visita aflita de Zulmira à cartomante. A vidente diz à moça para ter cuidado com uma mulher loura, afirmação que vai deflagrar em Zulmira a explicação para o mistério de todo os seus males.



Ficha técnica



Texto: Nelson Rodrigues

Realização e Produção: Cia Novos Candangos e No Ato Produções

Direção: Diego de León

Preparação de Elenco: Luana Proença

Elenco da Cia Novos Candangos: André Rodrigues, Diego de León, João Campos, Luisa Duprat, Mateus Ferrari, Tati Ramos e Xiquito Maciel.

Figurino: Cyntia Carla

Iluminação: Marcelo Augusto Santana

Fotos: Guilherme Rocha

Registro Audio-Visual: Rafael Toscano



Serviço:

Data: 24, 25 e 26 de janeiro

Horário: 20h30 (sexta e sábado) e 19h30 (domingo)

Local: Teatro Cleon Jacques (Av. Mateus Leme, 4700 – São Lourenço)

Ingresso: R$20,00 e R$10,00 (meia-entrada)

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Peça infantil em cartaz no Teatro Cleon Jacques




O espetáculo infantil Zordino e Ladico e as aventuras pelo desconhecido estará em cartaz no Teatro Cleon Jacques – Centro de Criatividade de Curitiba nos próximos dois finais de semana. A temporada começa nesta sexta-feira (23) e segue até 1º de setembro. As apresentações acontecem às sextas-feiras, às 10h, com entrada gratuita, e aos sábados e domingos, às 16h, com ingressos a R$ 10 e R$ 5 (meia-entrada).
O espetáculo musical conta a história de um menino sonhador que, com seu diário e muita imaginação, embarca com mais dois garotos em uma inesperada aventura. Através de um portal misterioso, chegam a uma ilha recheada de novidades e jogos virtuais, onde o desafio de passar de fases, vencer o chefão e voltar para casa acaba por revelar a importância da verdadeira amizade. O espetáculo traz um diálogo sobre o valor da escrita e a velocidade da tecnologia, estimulando a criatividade da criança sem esquecer o encantamento da vida.
Com direção de Mari Paula, a montagem surpreende por integrar a atuação dos atores Fernando Kadlu, Ricardo Nolasco e Tarciso Fialho aos recursos de multimídia. De forma fascinante, os personagens são transformados em animações criadas pelo videomaker Gustavo Horn e pela artista visual Juliane Engelhardt, permitindo ao espectador aventurar-se em lugares desconhecidos e inimagináveis. Tudo isso ao embalo de uma sensível trilha original composta por Diegho Kozievitch e Fernando de Castro.

Serviço:
Espetáculo infantil Zordino e Ladico e as aventuras pelo desconhecido.
Local: Teatro Cleon Jacques – Centro de Criatividade de Curitiba (Rua Mateus Leme, 4.700 – São Lourenço)
Datas e horários: de 23 de agosto a 1º de setembro – às sextas-feiras, às 10h, e aos sábados e domingos, às 16h.
Ingressos: sexta-feira – gratuito; sábados e domingos – R$ 10 e R$ 5 (meia-entrada)
Informações: (41) 3313-7190

terça-feira, 30 de julho de 2013

Espetáculo mistura dança contemporânea e cultura indígena



O espetáculo de dança Corpo Ancestral estreia nesta quinta-feira (1º) e cumpre uma temporada de 12 apresentações no Teatro Cleon Jacques – Centro de Criatividade de Curitiba.  Idealizado pela dançarina e psicóloga Silvia Wy‘a Poty e pelo ator e antropólogo Maikon K, com direção de Cândida Monte, o espetáculo tem como proposta estabelecer o diálogo entre xamanismo, psicologia e dança contemporânea, fazendo com que a dança seja utilizada como forma de integrar mente, corpo e natureza.
O xamanismo é um conjunto de práticas corporais antigas, originárias de tradições indígenas, que visam alinhar o ser humano com a natureza. O espetáculo é estruturado como um “rito de passagem”, uma jornada xamânica, que artistas e público devem atravessar juntos (o público caminha por diferentes ambientes, a encenação acontece ao seu redor, ao seu lado, na disposição de um círculo e até partindo do espectador).
O diálogo com a tradição guarani busca revelar como essa cultura ancestral já detinha conhecimentos sobre o corpo que convergem com os resultados de pesquisas científicas modernas, como a física quântica. O espetáculo propõe uma experiência de integração. O público transita por um cenário-instalação, sendo envolvido por estímulos sensoriais referentes à visão de mundo guarani. Os artistas se revezam nas funções de atuadores e orientadores, ora encenando ora guiando o público através de movimento, respiração e música, dentro de uma estrutura cênica que contrapõe ancestralidade/contemporaneidade, primitivo/tecnológico, performance/ritual.
“Com essa pesquisa buscamos as origens do movimento autêntico. O corpo ancestral que pesquisamos é um corpo que busca se conhecer pelo movimento e em conexão com a natureza, expressando suas potencialidades por meio da arte e na vida diária, resgatando em conhecimentos antigos as chaves para seu equilíbrio no presente. Acreditamos que, quanto mais conscientes de nossas origens e de nossas capacidades como seres humanos, mais podemos desenvolver potenciais latentes em nós e atuar com relevância em sociedade”, explicam os idealizadores do projeto.

Os artistas: Silvia Wy’a Poty desenvolve há mais de uma década um trabalho focado na investigação e na prática artística e terapêutica baseada na conexão corpo/mente e suas associações com ecologia, psicologia, arte, ciência e aprimoramento pessoal. O nome artístico Wy'a Poty – recebido em cerimônia indígena brasileira – traduz a outra face de sua pesquisa, integrando a conexão corpo/dança à cultura e tradições ancestrais. Resultados concretos têm sido transmitidos e difundidos no país e no exterior por meio de oficinas, palestras, atendimentos e espetáculos de dança, sempre associados ao trabalho arte-terapêutico de psicologia corporal.
Antropólogo formado pela Universidade Federal do Paraná, Maikon K se interessa pela pesquisa e o estudo das fronteiras entre teatro e performance, teatro e dança, e o sagrado na arte. Em seus trabalhos constrói a encenação a partir da pesquisa corporal, criando também os textos e as composições sonoras e musicais de cada espetáculo. Em 2012, foi contemplado com o Prêmio Klauss Vianna de Dança, da Funarte, pelo projeto DNA de DAN, com estreia prevista para este segundo semestre de 2013.

Serviço:
Espetáculo Corpo Ancestral, com Silvia Wy’a Poty e Maikon K, e direção de Cândida Monte.
Local: Teatro Cleon Jacques – Centro de Criatividade de Curitiba (Rua Mateus Leme, 4.700 – Parque São Lourenço)
Datas: de 1º a 18 de agosto de 2013, de quinta-feira a domingo.
Horário: de quinta a sábado, às 20h, e aos domingos, às 19h
Entrada franca
Classificação: 18 anos

terça-feira, 16 de julho de 2013

Van Gogh é tema de peça em cartaz no Teatro Cleon Jacques



       

O Teatro Cleon Jacques, localizado no Centro de Criatividade de Curitiba, apresenta neste fim de semana o espetáculo Na Casa de Van Gogh, do grupo Polo Companhia. O título da peça é uma referência ao ateliê do artista francês Vincent Van Gogh, montado em Arles, no Sul da França, entre 1880 e 1890. Serão três apresentações, de sexta-feira a domingo (19 a 21), às 19h.

O espetáculo baseia-se nas cartas de Van Gogh destinadas ao seu irmão Théo, que custeou todas as despesas do artista nessa fase da sua vida, dos 27 aos 37 anos. Foi um dos períodos mais produtivas da carreira de Van Gogh. O ateliê foi montado com intenção de reunir os seus amigos pintores, mas ali, tomado por crises e alucinações, o artista atentou contra a própria vida.

A peça é encenada numa “sala-instalação”, onde o ator se reveza entre os papéis de narrador e personagem para revelar a vida e a obra do pintor, em um exercício de cor, sutileza e sensibilidade. Estão no elenco os atores Carla Françoase, Fernanda Moraes, Laurem Christie, Lu Gonçalves, Juliana Bohrer e Marco Polo.



Serviço:

Espetáculo Na Casa de Van Gogh, com o grupo Polo Companhia.

Local: Teatro Cleon Jacques – Centro de Criatividade de Curitiba (Rua Mateus Leme, 4.700 – São Lourenço)

Datas e horário: 19, 20 e 21 de julho de 2013 (sexta a domingo), às 19h.

Ingressos: R$ 20

terça-feira, 21 de maio de 2013

Solo de dança é o programa deste fim de semana

Solo de dança é o programa deste fim de semana,

no Teatro Cleon Jacques






O espetáculo “Ensaio sobre o azul” estará em cartaz no Teatro Cleon Jacques neste fim de semana, de 24 a 26 de maio. Apresentado pela bailarina Mariana Mello, o solo de dança contemporânea faz parte de suas pesquisas coreográficas.

Neste espetáculo, concebido sob a orientação de Juliana Adur, a bailarina propõe a investigação de mecanismos de criação a partir da memória, tendo como referência o pensamento do filósofo Henri Bergson. “Memória como tempo, espaço, percepção. Lembranças como fenômeno corporal encarnado, como possibilidades de invenções, criações, recriações”, explica a artista.

Contemplado no Edital de Pesquisa em Dança da Fundação Cultural de Curitiba, na categoria Estruturação Coreográfica, o espetáculo estreou em outubro de 2012, na Casa Hoffmann – Centro de Estudos do Movimento. 



Serviço:

Solo de dança contemporânea “Ensaio sobre o azul”, com Mariana Mello.

Local: Teatro Cleon Jacques (Rua Mateus Leme, 4.700 – São Lourenço).

Datas e horários: de 24 a 26 de maio de 2013. Sexta-feira e sábado, às 20h, e domingo, às 19h.

Ingressos: R$ 10 e R$ 5 (levando um amigo, os dois pagam meia-entrada). 

Informações: (41) 3313-7190 / 9601-8553




quinta-feira, 2 de maio de 2013

Peça teatral estimula a imaginação da garotada




O Teatro Cleon Jacques, no Centro de Criatividade de Curitiba, abriga as apresentações da peça infantil musicada “Zordino e Ladico e as aventuras pelo Desconhecido”, com direção de Mari Paula. As sessões acontecem nos dias 4, 5, 11 e 12 de maio (sábados e domingos), às 16h, com ingressos a     R$ 10 e R$ 5 (meia-entrada).

O enredo mostra um garoto sonhador que, com seu diário e muita imaginação, é conduzido junto de seus amigos a uma inesperada aventura. Uma viagem que parte da simples brincadeira de esconde-esconde e percorre mundos desconhecidos até chegar a um magnífico jogo tecnológico, no qual o desafio de passar de fases, vencer o chefão e ainda voltar para casa acaba por revelar o valor da verdadeira amizade.

O espetáculo, que vai além de uma simples história infantil, instiga o diálogo entre a simplicidade e a importância da escrita com a velocidade do universo tecnológico, estimulando a criatividade da criança e o encantamento pela vida. No elenco estão Fernando Kadlu, Ricardo Nolasco e Tarciso Fialho.

A produção integra a atuação dos atores aos recursos de multimídia, um mecanismo que salta da interpretação para se unir às animações criadas pelo videomaker Gustavo Horn. O resultado é uma fascinante e original brincadeira, que permite ao espectador aventurar-se em lugares desconhecidos e inimagináveis. Tudo isso embalado por uma sensível trilha original composta por Diegho Kozievitch e Fernando de Castro.



Serviço:

Apresentações da peça infantil musicada “Zordino e Ladico e as aventuras pelo Desconhecido”, com direção de Mari Paula.

Local: Teatro Cleon Jacques (Centro de Criatividade de Curitiba – Rua Mateus Leme, 4.700 – Parque São Lourenço).

Datas e horário: dias 4, 5, 11 e 12 de maio de 2013 (sábados e domingos), sempre às 16h.

Ingressos: R$ 10 e R$ 5 (meia-entrada).

Informações de bilheteria: (41) 3313-7192

Classificação: livre.

sexta-feira, 26 de abril de 2013

Espetáculo de grupo mineiro em cartaz no Cleon Jacques




O espetáculo “Máquina de Pinball”, encenado pela companhia “O Coletivo”, de Belo Horizonte (MG), tem apresentações gratuitas às 20h de sábado e domingo (27 e 28), no Teatro Cleon Jacques. A adaptação livre do texto da escritora gaúcha Clarah Averbuck, dirigida por Gil Esper, leva ao palco o retrato de uma geração que presenciou as mudanças comportamentais e os conflitos dos desejos particulares e coletivos, desde a década de 80.

Ganhadora do prêmio Funarte Miriam Muniz de Teatro 2007 e do Prêmio Procultura 2010, a montagem utiliza uma linguagem fragmentada, que evoca símbolos e imagens do cotidiano dos jovens, como litros de álcool, cigarros, beijos, vexames, músicas, paixões relâmpagos e o universo dos meios de diálogo pós-contemporâneo.

A história de Camila, uma jovem de vinte e poucos anos, escritora, viciada em anfetaminas e em baladas, aproxima a dramaturgia de conceitos existenciais e universais inerentes a todas as épocas. A partir de citações e referências aos textos de Álvaro de Campos, John Fante e Bukowski, os atores Priscilla D`Agostini, Rodrigo Fidelis e Isaque Ribeiro – que utilizam um jogo cênico sobre solidão, amor, relacionamentos e vícios – recriam uma perspectiva atual, conjugando, assim, a liquidez da era do videoclipe e da internet com os anseios das gerações anteriores.

As características dos textos de Clarah Averbuck mantêm-se no espetáculo. O humor, a ironia e o desprendimento para falar de temas complexos, como a solidão, o vício e as dificuldades de sobrevivência, reafirmam a ideia que deu título à peça. Se hoje se trata de uma raridade, a máquina de pinball, famosa nos anos 70 e 80, metaforiza a vida como um jogo de perdas e ganhos, não apenas doloroso, mas também como embate lúdico. "É um humor típico de quem cresceu nos anos 80, vendo muita televisão, lendo histórias em quadrinhos, escutando rock e suas derivações e percebendo que o mundo sério dá errado, na maioria das vezes. Mas, nesse caso, nos apoiamos em Caetano e pensamos que pode ser diferente”, analisa o diretor Gil Esper. Assim como nos textos de Averbuck, suspende-se o juízo de valor. O espectador é convidado a deixar uma postura passiva e permissiva e construir diversos sentidos, de acordo com a sua vivência.

Além da possibilidade de dramaturgia, “Máquina de Pinball” verbaliza as propostas de pesquisa de “O Coletivo”. Estéticas distintas de criação, com atores e equipe com formações e linhas diferentes, fortalecem uma linguagem híbrida. A referência imagética passa pelas mídias contemporâneas – como a Internet, a televisão, o blog e as animações – permeada pelo movimento, pela imagem e pelo som, ganhando equilíbrio.



Serviço:

Espetáculo “Máquina de Pinball”, com a companhia mineira “O Coletivo”.

Datas e horário: dias 27 e 28 de abril de 2013 (sábado e domingo), às 20h.

Local: Teatro Cleon Jacques (Centro de Criatividade de Curitiba – Parque São Lourenço – Rua Mateus Leme, 4.700).
Entrada franca.

terça-feira, 17 de julho de 2012

Companhia de dança de Santa Catarina apresenta-se no Teatro Cleon Jacques

Companhia de dança de Santa Catarina apresenta-se no Teatro Cleon Jacques



A Siedler Cia. de Dança, de Florianópolis (SC), apresenta nesta sexta-feira e sábado (20 e 21), no Teatro Cleon Jacques (Centro de Criatividade de Curitiba), a dança-instalação “Territórios Imaginários”. O espetáculo conta com a interação dos espectadores, que colaboram no processo de criação, envolvendo-se nas ações motivadas por estímulos sonoros e visuais. Haverá duas sessões por dia, às 19h e 21h, com entrada franca. Na sexta-feira (20), a diretora do grupo, Elke Siedler, orienta um workshop gratuito na Casa Hoffmann, das 13h às 15h.

A Siedler Cia. de Dança é dirigida pela bailarina Elke Siedler, que desenvolve pesquisa como diretora artística e criadora-intérprete na dança contemporânea, em parceria com o compositor Alexei Leão. A proposta é criar um ambiente que viabilize o diálogo entre a dança contemporânea e a música. O grupo criou uma estética própria, na qual novas corporalidades são construídas, motivadas pela investigação, formação e criação do movimento em união com a pesquisa de novas sonoridades, e na proposta do corpo operar em cena de um modo particular.  Os projetos da companhia catarinense conquistaram vários prêmios de dança, como o Klauss Vianna da Funarte, em 2006, 2008 e 2011, entre outras premiações nacionais.

Na dança-instalação “Territórios Imaginários”, 16 pessoas permanecem  no lado de fora do local da apresentação. Cada uma recebe um fone de ouvido ligado a um MP3 player, do qual recebe informações durante o espetáculo. A cada 30 segundos uma pessoa entra no espaço, que se encontra pouco iluminado, e é direcionada subjetivamente a um dos 16 objetos presentes em cena, os quais estão dentro de caixas. Num determinado momento, luzes fortes acendem e ativam-se sensores que fazem as tampas das caixas fecharem, e tudo aquilo que as pessoas viram dentro destas caixas fica no território das lembranças.  A partir desse momento, os dançarinos, que desde o início faziam no escuro um esboço da proposta individual de cada um, começam a desenvolver melhor essas propostas, por meio de improvisação estruturada. Participam da produção também os bailarinos Monica Siedler, Thiago Schmitz e Roberto Freitas.



A oficina – No workshop “Configurações de dança: a incerteza como condição de existência”, Elke Siedler compartilha suas pesquisas sobre improvisação e modos organizativos em dança. A incerteza, presente nas ações do corpo enquanto dança, é compreendida como estimuladora de soluções criativas. A partir desse entendimento, Siedler propõe situações que contribuem para a produção de autonomia do bailarino em cena.

Coreógrafa e bailarina, Elke Siedler é especialista em Estudos Contemporâneos em Dança (2009) e mestre em Dança (2011) pela Universidade Federal da Bahia. É também coordenadora artística da Célula Dança e da Célula Sala de Teatro, localizadas nas dependências da Célula Cultural Mané Paulo, em Florianópolis (SC).



Serviço:

“Territórios Imaginário” – dança-instalação da Siedler Cia. de Dança

Local: Teatro Cleon Jacques – Centro de Criatividade de Curitiba (Rua Mateus Leme, 4.700 – São Lourenço)

Data e horário: 20 e 21 de julho de 2012 (sexta-feira e sábado), com duas sessões por dia, às 19h e 21h

Entrada franca



Oficina “Configurações de dança: a incerteza como condição de existência”, com Elke Siedler

Local: Casa Hoffmann – Centro de Estudos do Movimento (R. Claudino dos Santos, 58 – Largo da Ordem)

Data: 20 de julho de 2012 (sexta-feira), das 13h às 15h

Público-alvo: artistas e estudantes de dança, teatro e performance

Inscrições gratuitas pelo telefone (41) 3321-3228